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Questões de Concurso Sobre português

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Q3707155 Português

Geração Beta: como serão as crianças que nascem a partir de agora


Para os nascidos em 2025, a inteligência artificial será uma presença constante: de assistentes virtuais que sussurram dicas de aprendizado a sistemas inteligentes para lares


Carlos Albuquerque 



A fila das gerações anda, embora os rótulos, marcas e conceitos, às vezes, se embolem. A escritora, poetisa e colecionadora de arte Gertrude Stein teria batizado uma das primeiras, a geração perdida, aquela nascida no fim do século retrasado, que viveu a Primeira Guerra Mundial.

Depois, vieram os chamados baby boomers, nascidos (na Europa e nos EUA) entre 1946 e 1964 (no Brasil, seriam chamados de “geração reprimida”, aquela que cresceu sob a ditadura militar). Em seguida, foi a vez da geração X (de 1965 a 1980), da geração Y ou Millennial (início dos 1980 até meados dos 90), da geração Z (que vai até o começo dos anos 2010) e da geração Alpha (até 2024). No paralelo, tivemos por aqui também, nas artes plásticas, a Geração 80 e, nas palavras de Renato Russo, a Geração Coca-Cola. Até chegarmos ao ponto de nos perguntarmos: como vem você, geração Beta?

Segunda a avançar no alfabeto grego, ela inclui todos aqueles (bebês) nascidos a partir de janeiro deste ano e além. Esses cidadãos do futuro devem herdar um mundo onde a complexidade e a inovação conviverão em ritmo acelerado. Recente artigo do Fórum Econômico Mundial indica que a geração Beta vai representar 18% da população mundial até 2050 e que seu crescimento, deslocamento e hábitos de consumo terão impacto significativo na economia global.

Será também, especula-se, uma geração ultraconectada, muitos cliques à frente dos imigrantes digitais (a geração X) e mesmo dos nativos digitais (da geração Y em diante), convivendo, desde as fraldas, com a inteligência artificial (IA) e com dispositivos inteligentes atuando como extensões naturais do seu próprio corpo. Aquele bebê que desde sempre interage com as telas, todo fofo, será somente o início da desenvoltura radicalmente digital. 

— Acho que nem vai se falar mais a palavra conexão porque já vai ser uma coisa dada, essa geração não vai mais reconhecer a diferença entre estar on-line ou não. Vai ser sempre on — aposta Daniela Klaiman, futurista, especialista em comportamento do consumidor e CEO da FutureFuture. — Essa vai ser a geração nativa de IA, aquela que nem vai pensar na tecnologia para resolver suas questões. Isso vai estar embutido no que ela vai fazer no dia a dia. Não vai ser mais a opinião de uma pessoa, vai ser a opinião dela somada a uma tecnologia, como se fosse uma duplinha trabalhando junta, um ser que não é só humano.

Essa conexão humana-máquina deve se tornar ainda mais “invisível”, mais integrada às nossas rotinas, acredita Bruno Natal, jornalista e apresentador do podcast “Resumido”, sobre o impacto da tecnologia em nossas vidas.

— A gente já vive com uma inteligência externa, nossos celulares são uma extensão do nosso raciocínio — constata ele.—Mas essa integração não vai significar necessariamente confusão. Acho que a diferença entre o que é digital e o que é real vai continuar existindo, mas de forma mais clara, mais consciente. A geração Beta talvez cresça entendendo melhor essa fronteira, justamente por já nascer com isso estabelecido — prevê.

A relação da geração Beta com a tecnologia, e em particular com a inteligência artificial, provavelmente será uma simbiose profunda. A IA não será apenas um instrumento, mas uma presença constante — de assistentes virtuais que sussurram dicas de aprendizado a sistemas inteligentes que poderão orquestrar lares e sistemas urbanos, e muito mais, que ainda não chegou ao público ou sequer foi inventado. Mas, em qualquer tempo, com qualquer geração, continuará não existindo almoço grátis: esse mix, porém, já traz efeitos colaterais, como as notícias falsas, cada vez mais aperfeiçoadas pela tecnologia, a ponto de se tornarem, a qualquer momento, indistinguíveis dos fatos. O antídoto para essa armadilha pode estar numa ferramenta de eterno valor: o pensamento crítico.

— Essa geração já chega num contexto que a gente pode chamar de pós-verdade, que é o uso de IA para emular realidades, tornando tecnicamente cada vez mais difícil distinguir o falso do real. E já não é nem uma questão de olhar tecnicamente para uma deep fake e ver se alguém tem seis dedos ou se o padrão da roupa está bagunçado — conta Paula Martini, jornalista, especializada em Futurismo e Novas Economias. Ela alerta que a geração Beta precisará de muito letramento digital, sem abrir mão da mais antiga e eficaz das ferramentas: a educação.

— É pensar que se determinado conteúdo me faz sentir raivosa, me dá vontade de contar para mais gente, de me engajar, tem grandes chances de ele ter sido criado justamente com esse fim. E não ser verdade. Esse contato com a IA, por exemplo, terá que vir a partir de boas perguntas.

Se tudo isso — além de um planeta provavelmente alterado pelas mudanças climáticas — parece ser suficientemente desafiador e estressante demais, a solução pode ser pedir um chazinho à moda da casa.

— A integração da geração Beta com a tecnologia vai ser tão mais natural ou talvez tão menos controlada que as pessoas vão detectar que estão nervosas e aí, pelo preset, automaticamente, vai chegar um chá calmante na casa delas, ou seja, a tecnologia vai tomar muitas decisões de compras por elas, num consumo inconsciente que pode trazer um risco gigantesco — afirma Daniela, que pede, no fim das contas, um equilíbrio nessas previsões. — Talvez seja bom buscarmos olhares mais neutros, nem tão positivos, do tipo “a geração tal vai salvar o mundo”, nem tão negativo, do tipo “a geração tal não fica no emprego”. Temos que aprender com todas elas, tirando o melhor de cada uma.



Disponível em:https://oglobo.globo.com/100- anos/noticia/2025/07/24/geracao-beta-comoserao-as-criancas-que-nascem-a-partir-deagora.ghtml. Adaptado.

A palavra “aposta” (4º parágrafo) sugere, entre as opções a seguir, que a fala de Daniela Klaiman sobre a geração Beta é uma:
Alternativas
Q3707154 Português
“Esses cidadãos do futuro devem herdar um mundo onde a complexidade e a inovação conviverão em ritmo acelerado.” (2º parágrafo)
Alguns elementos da língua têm por função precípua estabelecer as relações textuais. São chamados de recursos de coesão textual. A frase em que o termo destacado estabelece uma relação com seu referente semelhante à apresentada no enunciado é:
Alternativas
Q3707153 Português

O trecho abaixo serve de base para responder à questão.



A fila das gerações anda, embora os rótulos, marcas e conceitos, às vezes, se embolem. (1º parágrafo)

No trecho “a fila das gerações anda”, é possível identificar o recurso linguístico expresso em:
Alternativas
Q3707152 Português

O trecho abaixo serve de base para responder à questão.



A fila das gerações anda, embora os rótulos, marcas e conceitos, às vezes, se embolem. (1º parágrafo)

A frase, sem que haja alteração de sentido, pode ser reescrita da seguinte forma:
Alternativas
Q3707151 Português

Geração Beta: como serão as crianças que nascem a partir de agora


Para os nascidos em 2025, a inteligência artificial será uma presença constante: de assistentes virtuais que sussurram dicas de aprendizado a sistemas inteligentes para lares


Carlos Albuquerque 



A fila das gerações anda, embora os rótulos, marcas e conceitos, às vezes, se embolem. A escritora, poetisa e colecionadora de arte Gertrude Stein teria batizado uma das primeiras, a geração perdida, aquela nascida no fim do século retrasado, que viveu a Primeira Guerra Mundial.

Depois, vieram os chamados baby boomers, nascidos (na Europa e nos EUA) entre 1946 e 1964 (no Brasil, seriam chamados de “geração reprimida”, aquela que cresceu sob a ditadura militar). Em seguida, foi a vez da geração X (de 1965 a 1980), da geração Y ou Millennial (início dos 1980 até meados dos 90), da geração Z (que vai até o começo dos anos 2010) e da geração Alpha (até 2024). No paralelo, tivemos por aqui também, nas artes plásticas, a Geração 80 e, nas palavras de Renato Russo, a Geração Coca-Cola. Até chegarmos ao ponto de nos perguntarmos: como vem você, geração Beta?

Segunda a avançar no alfabeto grego, ela inclui todos aqueles (bebês) nascidos a partir de janeiro deste ano e além. Esses cidadãos do futuro devem herdar um mundo onde a complexidade e a inovação conviverão em ritmo acelerado. Recente artigo do Fórum Econômico Mundial indica que a geração Beta vai representar 18% da população mundial até 2050 e que seu crescimento, deslocamento e hábitos de consumo terão impacto significativo na economia global.

Será também, especula-se, uma geração ultraconectada, muitos cliques à frente dos imigrantes digitais (a geração X) e mesmo dos nativos digitais (da geração Y em diante), convivendo, desde as fraldas, com a inteligência artificial (IA) e com dispositivos inteligentes atuando como extensões naturais do seu próprio corpo. Aquele bebê que desde sempre interage com as telas, todo fofo, será somente o início da desenvoltura radicalmente digital. 

— Acho que nem vai se falar mais a palavra conexão porque já vai ser uma coisa dada, essa geração não vai mais reconhecer a diferença entre estar on-line ou não. Vai ser sempre on — aposta Daniela Klaiman, futurista, especialista em comportamento do consumidor e CEO da FutureFuture. — Essa vai ser a geração nativa de IA, aquela que nem vai pensar na tecnologia para resolver suas questões. Isso vai estar embutido no que ela vai fazer no dia a dia. Não vai ser mais a opinião de uma pessoa, vai ser a opinião dela somada a uma tecnologia, como se fosse uma duplinha trabalhando junta, um ser que não é só humano.

Essa conexão humana-máquina deve se tornar ainda mais “invisível”, mais integrada às nossas rotinas, acredita Bruno Natal, jornalista e apresentador do podcast “Resumido”, sobre o impacto da tecnologia em nossas vidas.

— A gente já vive com uma inteligência externa, nossos celulares são uma extensão do nosso raciocínio — constata ele.—Mas essa integração não vai significar necessariamente confusão. Acho que a diferença entre o que é digital e o que é real vai continuar existindo, mas de forma mais clara, mais consciente. A geração Beta talvez cresça entendendo melhor essa fronteira, justamente por já nascer com isso estabelecido — prevê.

A relação da geração Beta com a tecnologia, e em particular com a inteligência artificial, provavelmente será uma simbiose profunda. A IA não será apenas um instrumento, mas uma presença constante — de assistentes virtuais que sussurram dicas de aprendizado a sistemas inteligentes que poderão orquestrar lares e sistemas urbanos, e muito mais, que ainda não chegou ao público ou sequer foi inventado. Mas, em qualquer tempo, com qualquer geração, continuará não existindo almoço grátis: esse mix, porém, já traz efeitos colaterais, como as notícias falsas, cada vez mais aperfeiçoadas pela tecnologia, a ponto de se tornarem, a qualquer momento, indistinguíveis dos fatos. O antídoto para essa armadilha pode estar numa ferramenta de eterno valor: o pensamento crítico.

— Essa geração já chega num contexto que a gente pode chamar de pós-verdade, que é o uso de IA para emular realidades, tornando tecnicamente cada vez mais difícil distinguir o falso do real. E já não é nem uma questão de olhar tecnicamente para uma deep fake e ver se alguém tem seis dedos ou se o padrão da roupa está bagunçado — conta Paula Martini, jornalista, especializada em Futurismo e Novas Economias. Ela alerta que a geração Beta precisará de muito letramento digital, sem abrir mão da mais antiga e eficaz das ferramentas: a educação.

— É pensar que se determinado conteúdo me faz sentir raivosa, me dá vontade de contar para mais gente, de me engajar, tem grandes chances de ele ter sido criado justamente com esse fim. E não ser verdade. Esse contato com a IA, por exemplo, terá que vir a partir de boas perguntas.

Se tudo isso — além de um planeta provavelmente alterado pelas mudanças climáticas — parece ser suficientemente desafiador e estressante demais, a solução pode ser pedir um chazinho à moda da casa.

— A integração da geração Beta com a tecnologia vai ser tão mais natural ou talvez tão menos controlada que as pessoas vão detectar que estão nervosas e aí, pelo preset, automaticamente, vai chegar um chá calmante na casa delas, ou seja, a tecnologia vai tomar muitas decisões de compras por elas, num consumo inconsciente que pode trazer um risco gigantesco — afirma Daniela, que pede, no fim das contas, um equilíbrio nessas previsões. — Talvez seja bom buscarmos olhares mais neutros, nem tão positivos, do tipo “a geração tal vai salvar o mundo”, nem tão negativo, do tipo “a geração tal não fica no emprego”. Temos que aprender com todas elas, tirando o melhor de cada uma.



Disponível em:https://oglobo.globo.com/100- anos/noticia/2025/07/24/geracao-beta-comoserao-as-criancas-que-nascem-a-partir-deagora.ghtml. Adaptado.

De acordo com o texto, a relação entre a geração Beta e a IA pode ser resumida em:
Alternativas
Q3706935 Português
Na leitura de diferentes gêneros textuais, a identificação das figuras de linguagem permite compreender efeitos expressivos e argumentativos. Relacione os recursos apresentados na Coluna A com seus respectivos efeitos na Coluna B, considerando seu emprego em textos literários e publicitários.

Coluna A

1. Metonímia.
2. Antítese.
3. Eufemismo.
4. Paranomásia.

Coluna B

( ) Suavização de uma ideia desagradável.
( ) Aproximação de termos semanticamente opostos.
( ) Substituição por contiguidade de sentido.
( ) Jogo sonoro com palavras semelhantes.

A sequência correta da coluna B é:
Alternativas
Q3706934 Português
Ao analisar textos argumentativos, os conectivos são elementos decisivos para compreender as relações sintático-semânticas que estruturam o raciocínio. Julgue as sentenças abaixo como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F).

I. O conectivo “portanto” introduz ideia de conclusão lógica.
II. O conectivo “embora” estabelece uma relação de causa entre duas proposições.
III. O conectivo “logo” pode indicar consequência de uma premissa anterior.
IV. O conectivo “contudo” expressa uma relação de oposição ou contraste.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3706933 Português
Em uma reunião pedagógica, o coordenador afirmou: “Se os alunos colaborassem mais, o projeto já teria avançado”. A escolha do modo verbal nessa frase não é aleatória, mas expressa uma situação específica.

Com base no valor semântico do verbo no subjuntivo, o que está sendo comunicado?
Alternativas
Q3706932 Português
Em textos acadêmicos e administrativos, a precisão na concordância e na regência é fundamental para assegurar clareza e credibilidade.

Analise as frases a seguir e assinale a alternativa que NÃO está em conformidade com a norma culta.
Alternativas
Q3706931 Português
Em uma aula, o professor destacou a frase “Aos estudantes preocupados, a professora ofereceu uma explicação detalhada do tema”. Ele pediu que os alunos refletissem sobre o papel desempenhado pela expressão inicial contida na frase, considerando a noção de que cada termo deve ser classificado de acordo com sua contribuição semântica e sua relação com o núcleo verbal.

Qual é a função sintática dessa expressão?
Alternativas
Q3706930 Português
Um professor distribuiu aos alunos um texto com 10 páginas de repetições do mesmo parágrafo. Após a leitura, os alunos reclamaram que o material era pouco proveitoso e de baixa qualidade textual.

Nesse caso, foram comprometidos os princípios de:
Alternativas
Q3706929 Português
Leia o excerto abaixo:

“Embora o professor tenha lembrado diversas vezes da importância da preparação prévia, a coordenadora reiterou: ‘É fundamental que os alunos ___________________ devidamente preparados para a avaliação, já que a atividade exige concentração e disciplina.’”

Preencha a lacuna e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3706926 Português
Em um artigo acadêmico, o autor retoma várias vezes o termo “educação básica” substituindo-o por “essa etapa” ou “esse nível de ensino”.

Esse procedimento linguístico contribui para a manutenção da textualidade ao realizar a:
Alternativas
Q3706835 Português
Considerando a palavra "exame", assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3706834 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente grafadas de acordo com ortografia da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3706833 Português
Na oração "Ele chorava rios de lágrimas", a figura de linguagem presente é:
Alternativas
Q3706832 Português

Inteligência Artificial: entre o bem e o mal 


Por Vitor Magnani


Q1_10.png (692×577)


(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/forum-opiniao/inteligencia-artificial-entre-o-bem-e-o-mal/ - texto adaptado especialmente para esta prova).



Considerando os conceitos morfológicos e sintáticos de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) O adjetivo "desconhecida" representa um caso de derivação prefixal, formado pela adição de des- (com valor de negação) à palavra base "conhecida".
( ) O substantivo "aperfeiçoamento" é formado por dupla derivação, configurada pela adição do prefixo aper- e do sufixo -mento à raiz "feiçoa".
( ) O pronome "Ihe" presente em "a IA não deve lhe apresentar opções" é um pronome oblíquo átono, que atua como objeto indireto, de acordo com a regência do verbo "apresentar".

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3706831 Português

Inteligência Artificial: entre o bem e o mal 


Por Vitor Magnani


Q1_10.png (692×577)


(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/forum-opiniao/inteligencia-artificial-entre-o-bem-e-o-mal/ - texto adaptado especialmente para esta prova).



Analise as assertivas a seguir sobre as relações sintáticas e as regras de regência e concordância aplicadas nos períodos a seguir, retirados do texto:

I. No trecho "[...] sob pena de transferirmos à inovação os nossos piores defeitos", o emprego do acento grave na preposição "a" (crase) é obrigatório.
II. No período composto "No Brasil, o desenvolvimento de IA ainda é incipiente, mas já existem empresas brasileiras promissoras", o verbo "existir" está corretamente flexionado no plural (existem) para concordar com o seu núcleo do sujeito posposto, "empresas".
III. No trecho "O mais recente movimento nesse sentido reuniu 350 executivos", o verbo "reunir" está na segunda pessoa do plural, concordando com o núcleo do seu sujeito simples, "executivos".

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3706830 Português

Inteligência Artificial: entre o bem e o mal 


Por Vitor Magnani


Q1_10.png (692×577)


(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/forum-opiniao/inteligencia-artificial-entre-o-bem-e-o-mal/ - texto adaptado especialmente para esta prova).



Analise o uso dos sinais de pontuação nos trechos a seguir, extraídos do texto:

Trecho 1: "O mais recente movimento nesse sentido reuniu 350 executivos - entre eles o CEO da OpenAI, criadora do ChatGPT - para manifestar as suas preocupações sobre o avanço da IA no mundo".
Trecho 2: "No Brasil, o desenvolvimento de IA ainda é incipiente, mas já existem empresas brasileiras promissoras com potencial para colocar nosso país no ranking mundial".

Sobre os trechos acima e considerando a pontuação empregada, suas funções gramaticais e implicações de sentido, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3706829 Português

Inteligência Artificial: entre o bem e o mal 


Por Vitor Magnani


Q1_10.png (692×577)


(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/forum-opiniao/inteligencia-artificial-entre-o-bem-e-o-mal/ - texto adaptado especialmente para esta prova).



Sobre os vocábulos "mitigar" (I. 16) e "incipiente" (l. 27), considerando o contexto em que aparecem no texto, analise as assertivas a seguir:

I. "Incipiente" tem significado de "promissor" e um possível antônimo para o termo é "novato".
II. "Mitigar" pode ser substituído por "atenuar", mantendo o sentido de "diminuir" ou "amenizar" a gravidade do risco.
III. Um possível antônimo para "mitigar" é "aumentar".

Quais estão corretas?
Alternativas
Respostas
27801: B
27802: C
27803: C
27804: A
27805: B
27806: A
27807: A
27808: B
27809: C
27810: B
27811: B
27812: A
27813: B
27814: A
27815: C
27816: B
27817: A
27818: D
27819: B
27820: D