Questões de Concurso Sobre português
Foram encontradas 254.970 questões
I.O diretor afirmou que reavaliaria a decisão após receber os novos documentos.
II.Caso houvesse recursos disponíveis, a instituição ampliaria o atendimento ao público.
III.A comissão analisará os documentos encaminhados pelos candidatos na próxima semana.
IV.Os servidores concluíram a conferência dos dados antes do encerramento do expediente.
V.Se recebesse autorização, o pesquisador apresentaria os resultados durante o congresso.
Assinale a alternativa que reúne as afirmativas em que há o emprego de verbo no futuro do pretérito.
Leia atentamente a oração abaixo:
"O médico examinou a região ______ do paciente, enquanto a equipe de ______ analisava os dados atmosféricos; posteriormente, o sindicato decidiu ______ melhores condições de trabalho diante de cada ______ apresentado pela administração."
Assinale a alternativa que preenche corretamente todas as lacunas da oração de referência, de acordo com a grafia padrão das palavras.
"O relatório técnico revelou que o médico analisará cuidadósamente os índices clínicos, enquanto a equipe mantêve os registros em caráter provisório."
Assinale a alternativa que indica corretamente os termos que possuem erro de acentuação na oração de referência.
"A coordenadora entregou os documentos aos candidatos e informou que ___ deveriam examiná-___ antes de devolvê-___, pois ___ continham informações importantes para o processo."
Assinale a alternativa que preenche corretamente todas as lacunas.
A partir dessas informações, assinale a alternativa que apresenta uma interpretação adequada
Considerando essa informação, assinale a alternativa que representa a orientação apresentada no texto.
Considerando a relação estabelecida entre essas informações, assinale a alternativa que expressa adequadamente o sentido presente no texto.
Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa que interpreta adequadamente o conteúdo exposto.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Proibir redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense
"É muito fácil vender histórias assustadoras para os pais. Nós somos um grupo ansioso", diz a psicóloga canadense Candice Odgers em um TED Talk que já teve mais de 260 mil visualizações desde que foi lançado, em junho.
Odgers se refere à ideia que ganhou força nos últimos anos de que smartphones e redes sociais estão por trás de um aumento nas taxas de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental entre crianças e adolescentes.
Os possíveis efeitos nocivos dessas tecnologias são fonte de preocupação não apenas para pais e mães, mas também para governos ao redor do mundo, muitos dos quais vêm adotando restrições ao uso desses serviços pelos mais jovens.
No Brasil, o Discord suspendeu a funcionalidade de transmissões ao vivo (lives) na plataforma recentemente, cumprindo uma determinação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
A decisão ocorreu após uma adolescente de 13 anos ter sido induzida à automutilação e ao suicídio durante transmissões em grupos na plataforma.
Em entrevista concedida antes da decisão da ANPD, Odgers, professora da Universidade da Califórnia em Irvine (UCI), nos EUA, especialista em psicologia do desenvolvimento e há 25 anos estuda a saúde mental de crianças e adolescentes, argumenta que proibições com a justificativa de proteger a saúde mental não são baseadas em evidências científicas.
"Estudo a saúde mental de adolescentes há muito tempo, e o que realmente me surpreende nesse debate é a distância enorme que existe entre a narrativa dominante quando se fala sobre os efeitos das redes sociais e o que a grande maioria dos estudos encontrou até hoje", diz Odgers à BBC News Brasil.
Odgers enfatiza que as empresas de tecnologia devem ser responsabilizadas por garantir a segurança das plataformas e que é preciso mais regulamentação.
No entanto, ela afirma que, quando estudos mostram uma associação entre redes sociais e a saúde mental dos jovens, esta é muito pequena e tende a desaparecer após levados em conta outros possíveis fatores. Além disso, mesmo quando indicam correlações, não fica clara a direção da relação.
Segundo ela, proibir smartphones e redes sociais não vai resolver o problema e pode até ter o efeito contrário, ao ignorar causas mais complexas, impedir que se pense em outras soluções e empurrar os jovens para espaços menos regulados.
Odgers não é a única a questionar o foco nas redes. Um comitê da Academia Nacional de Ciências dos EUA estudou o tema por um ano e concluiu que pesquisas sobre a relação entre redes sociais e saúde mental mostram "efeitos pequenos" e "associações fracas", que podem ser "influenciados por uma combinação de experiências boas e ruins".
"Ao contrário da narrativa cultural predominante de que as redes sociais são universalmente prejudiciais aos adolescentes, a realidade é mais complexa", disseram os autores.
Mas propostas para restringir o acesso de jovens às redes continuam ganhando apoio, diante de temores sobre os possíveis impactos de um ambiente online onde muitas vezes há risco de bullying, assédio e abuso sexual, conteúdos de teor extremo e outras ameaças.
Segundo o Pew Research Center, 56% dos adultos nos Estados Unidos são a favor de proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos, e 77% apoiam a proibição de celulares em sala de aula.
No ano passado, a Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir menores de 16 anos de usar plataformas como Facebook, Instagram, Snapchat, X, TikTok, YouTube e outras.
Desde então, diversos países, entre eles França, Reino Unido e Canadá, adotaram ou passaram a estudar algum tipo de restrição.
No Brasil, entrou em vigor em março o ECA Digital (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente), que não impede o uso das redes por menores, mas estabelece uma série de restrições de conteúdo e controles.
Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.
"Os adolescentes de hoje são incríveis", diz Odgers no TED Talk, intitulado What we're getting wrong about kids and tech ("O que estamos entendendo errado sobre as crianças e a tecnologia", em tradução livre).
Para a psicóloga, que é mãe de dois adolescentes, a maneira de ajudar os jovens é estabelecer expectativas altas e apoiá-los para que consigam alcançá-las.
PROIBIR redes sociais para jovens não será solução mágica', diz psicóloga canadense [adaptado]. BBC News Brasil, [S. l.], ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn0nkrdgnx2o. Acesso em: 26 ago. 2026.
"Depois de anos estudando o dia a dia dos adolescentes em seus smartphones, ela ressalta que eles são resilientes e destaca os avanços nos últimos 20 anos, como queda nas taxas de violência, consumo de álcool e gravidez na adolescência.
A expressão 'dia a dia' não recebe hífen, pois, segundo o Novo Acordo Ortográfico, as locuções, em regra, não são hifenizadas. Entretanto, algumas locuções permanecem hifenizadas por serem consagradas pelo uso. Assinale a alternativa que apresenta um exemplo dessa exceção.
1. O documento (inserto) no processo comprova a inocência do réu.
2. Antes de vender, (sortira) a loja com produtos de excelente qualidade.
3. O investigador conduziu o caso com total (descrição), garantindo que a identidade da testemunha permanecesse em sigilo.
4. Devido ao temporal que se aproxima, a Defesa Civil emitiu um alerta sobre o risco (eminente) de alagamentos no bairro.
5. O (cumprimento) das regras é obrigatório para manter a ordem no ambiente de trabalho.
Assinale a alternativa que indica todas as frases corretas.
Analise o texto a seguir:

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e falsas ( F ) com base no texto.
( ) A expressão “sua responsabilidade” é o sujeito da oração.
( ) O sintagma “No trânsito” exerce a função de adjunto adverbial de modo.
( ) A passagem “salva vidas” é construída com uma palavra composta.
( ) O sentido da segunda oração é dependente do contexto da primeira.
( ) Na segunda oração, o verbo está no imperativo, expressando um conselho.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Considere a charge a seguir:

Disponível em: https://www.instagram.com/p/DaSvbGfxoEY/. Acesso em: 15 jul. 2026 [adaptado].
O efeito de humor do texto é decorrente da criação de um neologismo criado a partir das palavras “ambulância” e “funerária” por um processo de:
Se eu não te amasse tanto assim Talvez perdesse os sonhos dentro de mim E vivesse na escuridão Se eu não te amasse tanto assim Talvez não visse flores por onde eu vim Dentro do meu coração
Herbert Viana e Paulo Sérgio Valle
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e falsas ( F ) com base no texto.
( ) Os verbos sublinhados estão no pretérito imperfeito do subjuntivo.
( ) As sentenças com os verbos sublinhados expressam hipóteses.
( ) O termo “se” exerce a função de pronome reflexivo.
( ) As palavras “talvez” e “dentro” atuam como advérbio de dúvida e de modo, respectivamente.
( ) A flexão verbal “vim” está na 1ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Febre do Nilo Ocidental: 8 perguntas e respostas sobre a doença que teve casos confirmados no Brasil
A confirmação de casos da Febre do Nilo Ocidental em humanos neste mês no Brasil acendeu alerta para uma doença ainda pouco conhecida pela população do país.
Até agora, foram confirmados quatro casos no Brasil: dois em Santa Catarina e dois em São Paulo. Há ainda um caso em investigação no Piauí.
Em Santa Catarina, uma paciente morreu, e a investigação ainda busca determinar se a infecção pelo vírus foi a causa do óbito.
O vírus é transmitido principalmente pela picada de mosquitos infectados. Na maioria dos casos, a infecção não provoca sintomas ou causa apenas um quadro leve. Mas, em uma pequena parcela dos infectados, a doença pode evoluir para formas neurológicas graves.
Febre do Nilo Ocidental é uma infecção viral aguda causada pelo Vírus do Nilo Ocidental (VNO), que pertence à família dos flavivírus — grupo que também inclui os vírus responsáveis por doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela.
O vírus foi identificado pela primeira vez em 1937 em um distrito chamado West Nile, em Uganda, e por isso recebeu esse nome.
Hoje, porém, ele circula em várias regiões de praticamente todos os continentes, explica o infectologista Alexandre Naime Barbosa, chefe do Departamento de Infectologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista).
O que faz dele um vírus com tanta dispersão é que se trata de uma zoonose transmitida principalmente por aves migratórias. Os mosquitos que picam eventualmente essas aves também picam outros animais, como mamíferos, entre eles os seres humanos", explica.
A infecção viral é transmitida pela picada de mosquitos infectados, em especial os da espécie Culex, conhecidos como pernilongos ou muriçocas, que adquirem o vírus ao se alimentar do sangue de aves infectadas.
"O Culex é aquele pernilongo que a gente conhece, não é o Aedes; é aquele que faz barulho, que faz o zumbido forte", explica o médico.
Na natureza, o vírus circula de forma contínua entre esses insetos e as aves silvestres, enquanto seres humanos e equídeos são considerados hospedeiros acidentais.
"A via usual mais comum é a picada de um mosquito, principalmente do gênero Culex, que acabou de picar uma ave infectada, essas aves migratórias", explica o infectologista.
"Então, o ciclo básico é ave, mosquito e pessoa, como acontece em outras arboviroses", afirma. "Na verdade, o ser humano acaba entrando como um hospedeiro acidental porque o vírus no ser humano não tem alta circulação. Então é bem diferente, por exemplo, da dengue ou da Zika."
O vírus não é transmitido de pessoa para pessoa por abraço, beijo, tosse ou espirro.
"Existem algumas formas de transmissão entre humanos, mas são muito incomuns, por exemplo, por transfusão de sangue, transplante de órgão ou transmissão materno-infantil durante a gestação", diz Barbosa.
"Mas são muito raras e não têm um mecanismo que leve a uma circulação comunitária entre humanos desse vírus."
PINA, Rute. Febre do Nilo Ocidental: 8 perguntas e respostas sobre a doença que teve casos confirmados no Brasil [adaptado]. BBC News Brasil, São Paulo, 25 ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyely5exwro. Acesso em: 26 ago. 2026.
Com base nas regras de concordância verbal e nominal, marque com V as afirmativa verdadeiras ou com F as falsas.
(__) Em 'Há ainda um caso em investigação no Piauí', o verbo 'haver' está empregado em sentido impessoal, equivalente a 'existir', razão pela qual permanece invariável, sendo o substantivo 'caso' o núcleo do objeto direto.
(__) Em 'O que faz dele um vírus com tanta dispersão é que se trata de uma zoonose transmitida principalmente por aves migratórias', o verbo 'tratar' está corretamente empregado no singular para concordar com 'zoonose', sujeito posposto.
(__) Em 'seres humanos e equídeos são considerados hospedeiros acidentais', o particípio 'considerados' concorda no masculino plural por se tratar de sujeito composto, aplicando-se a regra geral de concordância com mais de um núcleo.
(__) Em 'Até agora, foram confirmados quatro casos no Brasil', a forma verbal 'foram' está flexionada no plural para concordar com o numeral 'quatro', que indica plural.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Febre do Nilo Ocidental: 8 perguntas e respostas sobre a doença que teve casos confirmados no Brasil
A confirmação de casos da Febre do Nilo Ocidental em humanos neste mês no Brasil acendeu alerta para uma doença ainda pouco conhecida pela população do país.
Até agora, foram confirmados quatro casos no Brasil: dois em Santa Catarina e dois em São Paulo. Há ainda um caso em investigação no Piauí.
Em Santa Catarina, uma paciente morreu, e a investigação ainda busca determinar se a infecção pelo vírus foi a causa do óbito.
O vírus é transmitido principalmente pela picada de mosquitos infectados. Na maioria dos casos, a infecção não provoca sintomas ou causa apenas um quadro leve. Mas, em uma pequena parcela dos infectados, a doença pode evoluir para formas neurológicas graves.
Febre do Nilo Ocidental é uma infecção viral aguda causada pelo Vírus do Nilo Ocidental (VNO), que pertence à família dos flavivírus — grupo que também inclui os vírus responsáveis por doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela.
O vírus foi identificado pela primeira vez em 1937 em um distrito chamado West Nile, em Uganda, e por isso recebeu esse nome.
Hoje, porém, ele circula em várias regiões de praticamente todos os continentes, explica o infectologista Alexandre Naime Barbosa, chefe do Departamento de Infectologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista).
O que faz dele um vírus com tanta dispersão é que se trata de uma zoonose transmitida principalmente por aves migratórias. Os mosquitos que picam eventualmente essas aves também picam outros animais, como mamíferos, entre eles os seres humanos", explica.
A infecção viral é transmitida pela picada de mosquitos infectados, em especial os da espécie Culex, conhecidos como pernilongos ou muriçocas, que adquirem o vírus ao se alimentar do sangue de aves infectadas.
"O Culex é aquele pernilongo que a gente conhece, não é o Aedes; é aquele que faz barulho, que faz o zumbido forte", explica o médico.
Na natureza, o vírus circula de forma contínua entre esses insetos e as aves silvestres, enquanto seres humanos e equídeos são considerados hospedeiros acidentais.
"A via usual mais comum é a picada de um mosquito, principalmente do gênero Culex, que acabou de picar uma ave infectada, essas aves migratórias", explica o infectologista.
"Então, o ciclo básico é ave, mosquito e pessoa, como acontece em outras arboviroses", afirma. "Na verdade, o ser humano acaba entrando como um hospedeiro acidental porque o vírus no ser humano não tem alta circulação. Então é bem diferente, por exemplo, da dengue ou da Zika."
O vírus não é transmitido de pessoa para pessoa por abraço, beijo, tosse ou espirro.
"Existem algumas formas de transmissão entre humanos, mas são muito incomuns, por exemplo, por transfusão de sangue, transplante de órgão ou transmissão materno-infantil durante a gestação", diz Barbosa.
"Mas são muito raras e não têm um mecanismo que leve a uma circulação comunitária entre humanos desse vírus."
PINA, Rute. Febre do Nilo Ocidental: 8 perguntas e respostas sobre a doença que teve casos confirmados no Brasil [adaptado]. BBC News Brasil, São Paulo, 25 ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyely5exwro. Acesso em: 26 ago. 2026.
"O que faz dele um vírus com tanta dispersão é que se trata de uma zoonose transmitida principalmente por aves migratórias", explica o infectologista.
A oração 'que se trata de uma zoonose...' classifica-se como:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Febre do Nilo Ocidental: 8 perguntas e respostas sobre a doença que teve casos confirmados no Brasil
A confirmação de casos da Febre do Nilo Ocidental em humanos neste mês no Brasil acendeu alerta para uma doença ainda pouco conhecida pela população do país.
Até agora, foram confirmados quatro casos no Brasil: dois em Santa Catarina e dois em São Paulo. Há ainda um caso em investigação no Piauí.
Em Santa Catarina, uma paciente morreu, e a investigação ainda busca determinar se a infecção pelo vírus foi a causa do óbito.
O vírus é transmitido principalmente pela picada de mosquitos infectados. Na maioria dos casos, a infecção não provoca sintomas ou causa apenas um quadro leve. Mas, em uma pequena parcela dos infectados, a doença pode evoluir para formas neurológicas graves.
Febre do Nilo Ocidental é uma infecção viral aguda causada pelo Vírus do Nilo Ocidental (VNO), que pertence à família dos flavivírus — grupo que também inclui os vírus responsáveis por doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela.
O vírus foi identificado pela primeira vez em 1937 em um distrito chamado West Nile, em Uganda, e por isso recebeu esse nome.
Hoje, porém, ele circula em várias regiões de praticamente todos os continentes, explica o infectologista Alexandre Naime Barbosa, chefe do Departamento de Infectologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista).
O que faz dele um vírus com tanta dispersão é que se trata de uma zoonose transmitida principalmente por aves migratórias. Os mosquitos que picam eventualmente essas aves também picam outros animais, como mamíferos, entre eles os seres humanos", explica.
A infecção viral é transmitida pela picada de mosquitos infectados, em especial os da espécie Culex, conhecidos como pernilongos ou muriçocas, que adquirem o vírus ao se alimentar do sangue de aves infectadas.
"O Culex é aquele pernilongo que a gente conhece, não é o Aedes; é aquele que faz barulho, que faz o zumbido forte", explica o médico.
Na natureza, o vírus circula de forma contínua entre esses insetos e as aves silvestres, enquanto seres humanos e equídeos são considerados hospedeiros acidentais.
"A via usual mais comum é a picada de um mosquito, principalmente do gênero Culex, que acabou de picar uma ave infectada, essas aves migratórias", explica o infectologista.
"Então, o ciclo básico é ave, mosquito e pessoa, como acontece em outras arboviroses", afirma. "Na verdade, o ser humano acaba entrando como um hospedeiro acidental porque o vírus no ser humano não tem alta circulação. Então é bem diferente, por exemplo, da dengue ou da Zika."
O vírus não é transmitido de pessoa para pessoa por abraço, beijo, tosse ou espirro.
"Existem algumas formas de transmissão entre humanos, mas são muito incomuns, por exemplo, por transfusão de sangue, transplante de órgão ou transmissão materno-infantil durante a gestação", diz Barbosa.
"Mas são muito raras e não têm um mecanismo que leve a uma circulação comunitária entre humanos desse vírus."
PINA, Rute. Febre do Nilo Ocidental: 8 perguntas e respostas sobre a doença que teve casos confirmados no Brasil [adaptado]. BBC News Brasil, São Paulo, 25 ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyely5exwro. Acesso em: 26 ago. 2026.
"Mas são muito raras e não têm um mecanismo que leve a uma circulação comunitária entre humanos desse vírus."
Considerando a regência verbal e nominal, analise as afirmativas a seguir e assinale a correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Febre do Nilo Ocidental: 8 perguntas e respostas sobre a doença que teve casos confirmados no Brasil
A confirmação de casos da Febre do Nilo Ocidental em humanos neste mês no Brasil acendeu alerta para uma doença ainda pouco conhecida pela população do país.
Até agora, foram confirmados quatro casos no Brasil: dois em Santa Catarina e dois em São Paulo. Há ainda um caso em investigação no Piauí.
Em Santa Catarina, uma paciente morreu, e a investigação ainda busca determinar se a infecção pelo vírus foi a causa do óbito.
O vírus é transmitido principalmente pela picada de mosquitos infectados. Na maioria dos casos, a infecção não provoca sintomas ou causa apenas um quadro leve. Mas, em uma pequena parcela dos infectados, a doença pode evoluir para formas neurológicas graves.
Febre do Nilo Ocidental é uma infecção viral aguda causada pelo Vírus do Nilo Ocidental (VNO), que pertence à família dos flavivírus — grupo que também inclui os vírus responsáveis por doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela.
O vírus foi identificado pela primeira vez em 1937 em um distrito chamado West Nile, em Uganda, e por isso recebeu esse nome.
Hoje, porém, ele circula em várias regiões de praticamente todos os continentes, explica o infectologista Alexandre Naime Barbosa, chefe do Departamento de Infectologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista).
O que faz dele um vírus com tanta dispersão é que se trata de uma zoonose transmitida principalmente por aves migratórias. Os mosquitos que picam eventualmente essas aves também picam outros animais, como mamíferos, entre eles os seres humanos", explica.
A infecção viral é transmitida pela picada de mosquitos infectados, em especial os da espécie Culex, conhecidos como pernilongos ou muriçocas, que adquirem o vírus ao se alimentar do sangue de aves infectadas.
"O Culex é aquele pernilongo que a gente conhece, não é o Aedes; é aquele que faz barulho, que faz o zumbido forte", explica o médico.
Na natureza, o vírus circula de forma contínua entre esses insetos e as aves silvestres, enquanto seres humanos e equídeos são considerados hospedeiros acidentais.
"A via usual mais comum é a picada de um mosquito, principalmente do gênero Culex, que acabou de picar uma ave infectada, essas aves migratórias", explica o infectologista.
"Então, o ciclo básico é ave, mosquito e pessoa, como acontece em outras arboviroses", afirma. "Na verdade, o ser humano acaba entrando como um hospedeiro acidental porque o vírus no ser humano não tem alta circulação. Então é bem diferente, por exemplo, da dengue ou da Zika."
O vírus não é transmitido de pessoa para pessoa por abraço, beijo, tosse ou espirro.
"Existem algumas formas de transmissão entre humanos, mas são muito incomuns, por exemplo, por transfusão de sangue, transplante de órgão ou transmissão materno-infantil durante a gestação", diz Barbosa.
"Mas são muito raras e não têm um mecanismo que leve a uma circulação comunitária entre humanos desse vírus."
PINA, Rute. Febre do Nilo Ocidental: 8 perguntas e respostas sobre a doença que teve casos confirmados no Brasil [adaptado]. BBC News Brasil, São Paulo, 25 ago. 2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyely5exwro. Acesso em: 26 ago. 2026.
" Febre do Nilo Ocidental é uma infecção viral aguda causada pelo Vírus do Nilo Ocidental (VNO), que pertence à família dos flavivírus."
Considerando o emprego do sinal indicativo de crase, analise as asserções a seguir:
I. O emprego da crase em 'à família' está correto e é obrigatório, mas seria facultativo caso a construção fosse 'pertence a Maria'.
PORQUE
II. O emprego do acento indicativo de crase resulta da fusão da preposição 'a', exigida pela regência do verbo 'pertencer', com o artigo definido feminino 'a', que antecede o substantivo 'família'; diante de nome próprio feminino usado sem artigo, como 'Maria', a crase pode ser facultativa, conforme a possibilidade de emprego do artigo.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.