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Questões de Concurso Sobre português

Foram encontradas 251.156 questões

Q3753776 Português
Texto I

Retorno ao presencial pode estimular rotatividade ainda maior, aponta pesquisa

        O processo de retorno do trabalho remoto ao regime presencial pode intensificar a já elevada rotatividade do mercado de trabalho brasileiro, e isso vale principalmente para as mulheres.

        É o que mostra pesquisa feita pela empresa de recrutamento Robert Half em parceria com o Insper, que ouviu 1.432 profissionais de diferentes setores e níveis hierárquicos em empresas de todo o Brasil entre março e abril.

        O levantamento mostra que 34% dos entrevistados, tanto homens como mulheres, têm intenção de sair do emprego, mesmo se os atuais arranjos de home office forem mantidos.

        Os dados estão em linha com a já elevada rotatividade no mercado de trabalho. Números levantados pela consultoria LCA mostram que mais de um terço dos trabalhadores com carteira assinada mudaram de emprego nos últimos 12 meses [...]

        É um cenário que mostra a insatisfação com a volta gradual ao presencial, aponta Mariana Horno, diretora da Robert Half. 

        "Os funcionários se acostumaram a ter flexibilidade no emprego, valorizando a sensação de bem-estar e saúde mental", afirma. "As pessoas acabam não entendendo a volta ao presencial, principalmente quando avaliam que não há perda de produtividade."

        Esse panorama vale especialmente para as mulheres, segundo o levantamento. Enquanto 66% dos homens afirmaram que iriam querer sair do emprego se perderem parcialmente o trabalho remoto, o percentual é de 77% no caso delas.

        Quando a pergunta é sobre qual seria a reação à perda total do trabalho remoto, 66% dos homens afirmam que teriam intenção de sair do emprego, contra 81% das mulheres.

        "As mulheres sofrem mais com a falta de flexibilidade. Ainda existe uma sobrecarga feminina para questões domésticas, como a rotina com os filhos, além de questões de bem-estar e autocuidado", diz Horno.

        A pesquisa perguntou ainda sobre as principais perdas enxergadas pelos trabalhadores em caso de volta total ao trabalho presencial. A maior parte apontou o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, com 83% das mulheres e 76% dos homens.

        "Quando há um engessamento do modelo, ou seja, quando a empresa determina que o presencial aconteça em dias determinados, a insatisfação é maior. A reação não é somente em relação à quantidade de dias, mas também à liberdade de escolha", afirmou a diretora da Robert Half.

        Em seguida, aparece a redução do estresse, com 81% das mulheres e 72% dos homens indicando essa como uma perda importante no caso da volta total ao presencial.

        "Em um contexto no qual funções domésticas e de cuidado seguem recaindo principalmente sobre as mulheres, a flexibilidade tem sido fundamental para que elas consigam equilibrar as múltiplas demandas da vida pessoal e do trabalho", afirma Tatiana Iwai, professora e coordenadora do Centro de Estudos em Negócios do Insper.

        Horno aponta que, de um ano e meio para cá, cresceu a pressão para redução do home office entre as empresas. "Ainda há muitas empresas com três dias no escritório e dois em casa, mas a maior parte das conversas vai no sentido de elevar esse número para quatro dias presencialmente", diz. 

        A diretora afirma que a disposição para reduzir o home office varia bastante de empresa para empresa. "Quando há medições mais precisas, que eventualmente mostrem que a produtividade não atende ao desejado, a tendência é que haja uma rigidez maior", avalia.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/09/retorno -ao-presencial-pode-estimular-rotatividade-ainda-maioraponta-pesquisa.shtml. Adaptado.Acesso em 17/09/2025  
O texto indica que o aumento da rotatividade no mercado de trabalho pode ser intensificado com o retorno do trabalho presencial. Considerando os dados apresentados no texto, é possível inferir que:  
Alternativas
Q3753735 Português
Texto I

Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú

        A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa.

        A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas.

        A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira.

        De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração.

        As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024.

        Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meioambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazoniaperdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025
“A mineração, também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas” (6º parágrafo). Em termos sintáticos, a expressão em destaque pode ser classificada como:
Alternativas
Q3753734 Português
Texto I

Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú

        A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa.

        A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas.

        A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira.

        De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração.

        As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024.

        Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meioambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazoniaperdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025
“Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda - 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica” (6º parágrafo). Nesse trecho, as duas palavras são, respectivamente, classificadas como:
Alternativas
Q3753733 Português
Texto I

Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú

        A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa.

        A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas.

        A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira.

        De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração.

        As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024.

        Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meioambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazoniaperdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025
Em “As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia” (5º parágrafo), se a forma verbal estivesse flexionada no futuro do pretérito do indicativo, seria:  
Alternativas
Q3753732 Português
Texto I

Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú

        A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa.

        A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas.

        A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira.

        De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração.

        As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024.

        Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meioambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazoniaperdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025
Ao afirmar que “a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos chama atenção” (4º parágrafo), pode-se inferir que: 
Alternativas
Q3753731 Português
Texto I

Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú

        A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa.

        A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas.

        A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira.

        De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração.

        As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024.

        Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meioambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazoniaperdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025
Ao afirmar que “as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração” (4º parágrafo), o autor do texto:
Alternativas
Q3753730 Português
Texto I

Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú

        A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa.

        A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas.

        A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira.

        De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração.

        As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024.

        Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meioambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazoniaperdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025
Em “Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas” (4º parágrafo), a expressão em destaque é utilizada para:
Alternativas
Q3753729 Português
Texto I

Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú

        A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa.

        A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas.

        A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira.

        De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração.

        As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024.

        Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meioambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazoniaperdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025
“A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma” (2º parágrafo). A expressão em destaque indica a:
Alternativas
Q3753728 Português
Texto I

Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú

        A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa.

        A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas.

        A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira.

        De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração.

        As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024.

        Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meioambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazoniaperdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025
“A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta” (1º parágrafo). No contexto, o verbo em destaque pode ser classificado como:
Alternativas
Q3753727 Português
Texto I

Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú

        A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa.

        A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas.

        A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira.

        De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração.

        As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024.

        Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meioambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazoniaperdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025
No texto, a analogia feita à extensão geográfica (“área equivalente ao tamanho da França”) serve para:
Alternativas
Q3753726 Português
Texto I

Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França
Fabíola Sinimbú

        A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada na segunda-feira (15/09), revela que, entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa.

        A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas.

        A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira.

        De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração.

        As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares em 2024.

        Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda – 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica. A mineração também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas.

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meioambiente/2025/09/1056906-em-40-anos-amazoniaperdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca.html. Fragmento adaptado. Acesso em 17/09/2025
O texto apresenta traços característicos do gênero: 
Alternativas
Q3753665 Português
Texto I

Vídeo mostra momento em que terremoto atinge cidade na Venezuela; impacto de tremores sucessivos foi sentido até na Colômbia

Abalos de magnitude 5,4 e 6 ocorreram com intervalo de menos de seis horas; não há registro de vítimas fatais

        O oeste da Venezuela foi atingido por uma sequência de terremotos na quarta-feira, todos associados ao sistema de falhas de Boconó, segundo a Fundação Venezuelana de Investigações Sismológicas (Funvisis). Ao longo do dia, mais de uma dezena de tremores foram registrados, dois deles de maior intensidade: um de magnitude 5,4 no início da noite e outro, mais forte, de magnitude 6, horas depois. Até o momento, não há registro de vítimas. 

        O primeiro tremor ocorreu às 18h21, com epicentro a 40 quilômetros ao nordeste de La Ceiba, no estado de Trujillo, e a 40 quilômetros ao sudeste de Bachaquero. O abalo, de profundidade de 26,5 quilômetros, foi sentido não apenas em Zulia, mas também em Táchira, Lara, Mérida, Barinas, Trujillo, Aragua e até em Caracas.

        Já o terremoto de magnitude 6 foi registrado às 23h51, com epicentro a 45 quilômetros a leste de Bachaquero, em Zulia, e profundidade de 16,4 quilômetros.

        O impacto alcançou estados como Falcón, Lara, Yaracuy, Portuguesa e Trujillo, além de cidades da Colômbia, entre elas Bucaramanga, Bogotá, Cartagena e Medellín.

        Em Zulia, há relatos de danos em estruturas públicas e religiosas.

      — Estamos avaliando os danos estruturais que até este momento foram reportados, entre eles, o Hospital Luis Razetti, na localidade de Pueblo Nuevo, no município Baralt; a ponte de San Pedro, também nesse município — indicou o governador nas imediações da Igreja Santa Bárbara, em Maracaibo, capital do estado, que sofreu danos em sua torre.

        Ainda segundo o governador, também foram constatados problemas no Hospital Geral do Sul, em Maracaibo, além de falhas em semáforos e suspensão do serviço elétrico em setores do município Jesús Enrique Lossada.

        Equipes de segurança do Estado, Defesa Civil, engenheiros e técnicos municipais seguem em campo para avaliar os estragos. O balanço detalhado dos prejuízos deve ser conhecido nas próximas horas.

Fonte: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/09/25/vide o-mostra-momento-em-que-terremoto-atinge-cidadena-venezuela-tremores-sucessivos-foram-sentidos-atena-colombia.ghtml. Texto adaptado. Acesso em 25/09/2025
Dentre as frases a seguir, a única em que todas as palavras estão grafadas segundo a norma-padrão da língua portuguesa é: 
Alternativas
Q3753664 Português
Texto I

Vídeo mostra momento em que terremoto atinge cidade na Venezuela; impacto de tremores sucessivos foi sentido até na Colômbia

Abalos de magnitude 5,4 e 6 ocorreram com intervalo de menos de seis horas; não há registro de vítimas fatais

        O oeste da Venezuela foi atingido por uma sequência de terremotos na quarta-feira, todos associados ao sistema de falhas de Boconó, segundo a Fundação Venezuelana de Investigações Sismológicas (Funvisis). Ao longo do dia, mais de uma dezena de tremores foram registrados, dois deles de maior intensidade: um de magnitude 5,4 no início da noite e outro, mais forte, de magnitude 6, horas depois. Até o momento, não há registro de vítimas. 

        O primeiro tremor ocorreu às 18h21, com epicentro a 40 quilômetros ao nordeste de La Ceiba, no estado de Trujillo, e a 40 quilômetros ao sudeste de Bachaquero. O abalo, de profundidade de 26,5 quilômetros, foi sentido não apenas em Zulia, mas também em Táchira, Lara, Mérida, Barinas, Trujillo, Aragua e até em Caracas.

        Já o terremoto de magnitude 6 foi registrado às 23h51, com epicentro a 45 quilômetros a leste de Bachaquero, em Zulia, e profundidade de 16,4 quilômetros.

        O impacto alcançou estados como Falcón, Lara, Yaracuy, Portuguesa e Trujillo, além de cidades da Colômbia, entre elas Bucaramanga, Bogotá, Cartagena e Medellín.

        Em Zulia, há relatos de danos em estruturas públicas e religiosas.

      — Estamos avaliando os danos estruturais que até este momento foram reportados, entre eles, o Hospital Luis Razetti, na localidade de Pueblo Nuevo, no município Baralt; a ponte de San Pedro, também nesse município — indicou o governador nas imediações da Igreja Santa Bárbara, em Maracaibo, capital do estado, que sofreu danos em sua torre.

        Ainda segundo o governador, também foram constatados problemas no Hospital Geral do Sul, em Maracaibo, além de falhas em semáforos e suspensão do serviço elétrico em setores do município Jesús Enrique Lossada.

        Equipes de segurança do Estado, Defesa Civil, engenheiros e técnicos municipais seguem em campo para avaliar os estragos. O balanço detalhado dos prejuízos deve ser conhecido nas próximas horas.

Fonte: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/09/25/vide o-mostra-momento-em-que-terremoto-atinge-cidadena-venezuela-tremores-sucessivos-foram-sentidos-atena-colombia.ghtml. Texto adaptado. Acesso em 25/09/2025

“Em Zulia, há relatos de danos em estruturas públicas e religiosas” (5º parágrafo).


O termo em destaque pode ser classificado como:

Alternativas
Q3753663 Português
Texto I

Vídeo mostra momento em que terremoto atinge cidade na Venezuela; impacto de tremores sucessivos foi sentido até na Colômbia

Abalos de magnitude 5,4 e 6 ocorreram com intervalo de menos de seis horas; não há registro de vítimas fatais

        O oeste da Venezuela foi atingido por uma sequência de terremotos na quarta-feira, todos associados ao sistema de falhas de Boconó, segundo a Fundação Venezuelana de Investigações Sismológicas (Funvisis). Ao longo do dia, mais de uma dezena de tremores foram registrados, dois deles de maior intensidade: um de magnitude 5,4 no início da noite e outro, mais forte, de magnitude 6, horas depois. Até o momento, não há registro de vítimas. 

        O primeiro tremor ocorreu às 18h21, com epicentro a 40 quilômetros ao nordeste de La Ceiba, no estado de Trujillo, e a 40 quilômetros ao sudeste de Bachaquero. O abalo, de profundidade de 26,5 quilômetros, foi sentido não apenas em Zulia, mas também em Táchira, Lara, Mérida, Barinas, Trujillo, Aragua e até em Caracas.

        Já o terremoto de magnitude 6 foi registrado às 23h51, com epicentro a 45 quilômetros a leste de Bachaquero, em Zulia, e profundidade de 16,4 quilômetros.

        O impacto alcançou estados como Falcón, Lara, Yaracuy, Portuguesa e Trujillo, além de cidades da Colômbia, entre elas Bucaramanga, Bogotá, Cartagena e Medellín.

        Em Zulia, há relatos de danos em estruturas públicas e religiosas.

      — Estamos avaliando os danos estruturais que até este momento foram reportados, entre eles, o Hospital Luis Razetti, na localidade de Pueblo Nuevo, no município Baralt; a ponte de San Pedro, também nesse município — indicou o governador nas imediações da Igreja Santa Bárbara, em Maracaibo, capital do estado, que sofreu danos em sua torre.

        Ainda segundo o governador, também foram constatados problemas no Hospital Geral do Sul, em Maracaibo, além de falhas em semáforos e suspensão do serviço elétrico em setores do município Jesús Enrique Lossada.

        Equipes de segurança do Estado, Defesa Civil, engenheiros e técnicos municipais seguem em campo para avaliar os estragos. O balanço detalhado dos prejuízos deve ser conhecido nas próximas horas.

Fonte: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/09/25/vide o-mostra-momento-em-que-terremoto-atinge-cidadena-venezuela-tremores-sucessivos-foram-sentidos-atena-colombia.ghtml. Texto adaptado. Acesso em 25/09/2025
No trecho “[...] com epicentro a 40 quilômetros ao nordeste de La Ceiba, no estado de Trujillo” (3º parágrafo), a palavra em destaque recebe acento gráfico porque é:  
Alternativas
Q3753662 Português
Texto I

Vídeo mostra momento em que terremoto atinge cidade na Venezuela; impacto de tremores sucessivos foi sentido até na Colômbia

Abalos de magnitude 5,4 e 6 ocorreram com intervalo de menos de seis horas; não há registro de vítimas fatais

        O oeste da Venezuela foi atingido por uma sequência de terremotos na quarta-feira, todos associados ao sistema de falhas de Boconó, segundo a Fundação Venezuelana de Investigações Sismológicas (Funvisis). Ao longo do dia, mais de uma dezena de tremores foram registrados, dois deles de maior intensidade: um de magnitude 5,4 no início da noite e outro, mais forte, de magnitude 6, horas depois. Até o momento, não há registro de vítimas. 

        O primeiro tremor ocorreu às 18h21, com epicentro a 40 quilômetros ao nordeste de La Ceiba, no estado de Trujillo, e a 40 quilômetros ao sudeste de Bachaquero. O abalo, de profundidade de 26,5 quilômetros, foi sentido não apenas em Zulia, mas também em Táchira, Lara, Mérida, Barinas, Trujillo, Aragua e até em Caracas.

        Já o terremoto de magnitude 6 foi registrado às 23h51, com epicentro a 45 quilômetros a leste de Bachaquero, em Zulia, e profundidade de 16,4 quilômetros.

        O impacto alcançou estados como Falcón, Lara, Yaracuy, Portuguesa e Trujillo, além de cidades da Colômbia, entre elas Bucaramanga, Bogotá, Cartagena e Medellín.

        Em Zulia, há relatos de danos em estruturas públicas e religiosas.

      — Estamos avaliando os danos estruturais que até este momento foram reportados, entre eles, o Hospital Luis Razetti, na localidade de Pueblo Nuevo, no município Baralt; a ponte de San Pedro, também nesse município — indicou o governador nas imediações da Igreja Santa Bárbara, em Maracaibo, capital do estado, que sofreu danos em sua torre.

        Ainda segundo o governador, também foram constatados problemas no Hospital Geral do Sul, em Maracaibo, além de falhas em semáforos e suspensão do serviço elétrico em setores do município Jesús Enrique Lossada.

        Equipes de segurança do Estado, Defesa Civil, engenheiros e técnicos municipais seguem em campo para avaliar os estragos. O balanço detalhado dos prejuízos deve ser conhecido nas próximas horas.

Fonte: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/09/25/vide o-mostra-momento-em-que-terremoto-atinge-cidadena-venezuela-tremores-sucessivos-foram-sentidos-atena-colombia.ghtml. Texto adaptado. Acesso em 25/09/2025
No sexto parágrafo do texto, no fragmento “— Estamos avaliando os danos estruturais que até este momento foram reportados”, o uso do travessão indica:
Alternativas
Q3753660 Português
Texto I

Vídeo mostra momento em que terremoto atinge cidade na Venezuela; impacto de tremores sucessivos foi sentido até na Colômbia

Abalos de magnitude 5,4 e 6 ocorreram com intervalo de menos de seis horas; não há registro de vítimas fatais

        O oeste da Venezuela foi atingido por uma sequência de terremotos na quarta-feira, todos associados ao sistema de falhas de Boconó, segundo a Fundação Venezuelana de Investigações Sismológicas (Funvisis). Ao longo do dia, mais de uma dezena de tremores foram registrados, dois deles de maior intensidade: um de magnitude 5,4 no início da noite e outro, mais forte, de magnitude 6, horas depois. Até o momento, não há registro de vítimas. 

        O primeiro tremor ocorreu às 18h21, com epicentro a 40 quilômetros ao nordeste de La Ceiba, no estado de Trujillo, e a 40 quilômetros ao sudeste de Bachaquero. O abalo, de profundidade de 26,5 quilômetros, foi sentido não apenas em Zulia, mas também em Táchira, Lara, Mérida, Barinas, Trujillo, Aragua e até em Caracas.

        Já o terremoto de magnitude 6 foi registrado às 23h51, com epicentro a 45 quilômetros a leste de Bachaquero, em Zulia, e profundidade de 16,4 quilômetros.

        O impacto alcançou estados como Falcón, Lara, Yaracuy, Portuguesa e Trujillo, além de cidades da Colômbia, entre elas Bucaramanga, Bogotá, Cartagena e Medellín.

        Em Zulia, há relatos de danos em estruturas públicas e religiosas.

      — Estamos avaliando os danos estruturais que até este momento foram reportados, entre eles, o Hospital Luis Razetti, na localidade de Pueblo Nuevo, no município Baralt; a ponte de San Pedro, também nesse município — indicou o governador nas imediações da Igreja Santa Bárbara, em Maracaibo, capital do estado, que sofreu danos em sua torre.

        Ainda segundo o governador, também foram constatados problemas no Hospital Geral do Sul, em Maracaibo, além de falhas em semáforos e suspensão do serviço elétrico em setores do município Jesús Enrique Lossada.

        Equipes de segurança do Estado, Defesa Civil, engenheiros e técnicos municipais seguem em campo para avaliar os estragos. O balanço detalhado dos prejuízos deve ser conhecido nas próximas horas.

Fonte: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/09/25/vide o-mostra-momento-em-que-terremoto-atinge-cidadena-venezuela-tremores-sucessivos-foram-sentidos-atena-colombia.ghtml. Texto adaptado. Acesso em 25/09/2025
o terremoto de magnitude 6 foi registrado às 23h51, com epicentro a 45 quilômetros a leste de Bachaquero, em Zulia, e profundidade de 16,4 quilômetros” (3º parágrafo).
No texto, o emprego do elemento em destaque tem a função de:
Alternativas
Q3753659 Português
Texto I

Vídeo mostra momento em que terremoto atinge cidade na Venezuela; impacto de tremores sucessivos foi sentido até na Colômbia

Abalos de magnitude 5,4 e 6 ocorreram com intervalo de menos de seis horas; não há registro de vítimas fatais

        O oeste da Venezuela foi atingido por uma sequência de terremotos na quarta-feira, todos associados ao sistema de falhas de Boconó, segundo a Fundação Venezuelana de Investigações Sismológicas (Funvisis). Ao longo do dia, mais de uma dezena de tremores foram registrados, dois deles de maior intensidade: um de magnitude 5,4 no início da noite e outro, mais forte, de magnitude 6, horas depois. Até o momento, não há registro de vítimas. 

        O primeiro tremor ocorreu às 18h21, com epicentro a 40 quilômetros ao nordeste de La Ceiba, no estado de Trujillo, e a 40 quilômetros ao sudeste de Bachaquero. O abalo, de profundidade de 26,5 quilômetros, foi sentido não apenas em Zulia, mas também em Táchira, Lara, Mérida, Barinas, Trujillo, Aragua e até em Caracas.

        Já o terremoto de magnitude 6 foi registrado às 23h51, com epicentro a 45 quilômetros a leste de Bachaquero, em Zulia, e profundidade de 16,4 quilômetros.

        O impacto alcançou estados como Falcón, Lara, Yaracuy, Portuguesa e Trujillo, além de cidades da Colômbia, entre elas Bucaramanga, Bogotá, Cartagena e Medellín.

        Em Zulia, há relatos de danos em estruturas públicas e religiosas.

      — Estamos avaliando os danos estruturais que até este momento foram reportados, entre eles, o Hospital Luis Razetti, na localidade de Pueblo Nuevo, no município Baralt; a ponte de San Pedro, também nesse município — indicou o governador nas imediações da Igreja Santa Bárbara, em Maracaibo, capital do estado, que sofreu danos em sua torre.

        Ainda segundo o governador, também foram constatados problemas no Hospital Geral do Sul, em Maracaibo, além de falhas em semáforos e suspensão do serviço elétrico em setores do município Jesús Enrique Lossada.

        Equipes de segurança do Estado, Defesa Civil, engenheiros e técnicos municipais seguem em campo para avaliar os estragos. O balanço detalhado dos prejuízos deve ser conhecido nas próximas horas.

Fonte: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/09/25/vide o-mostra-momento-em-que-terremoto-atinge-cidadena-venezuela-tremores-sucessivos-foram-sentidos-atena-colombia.ghtml. Texto adaptado. Acesso em 25/09/2025
No trecho “Ao longo do dia, mais de uma dezena de tremores foram registrados” (1º parágrafo), a expressão em destaque pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q3753658 Português
Texto I

Vídeo mostra momento em que terremoto atinge cidade na Venezuela; impacto de tremores sucessivos foi sentido até na Colômbia

Abalos de magnitude 5,4 e 6 ocorreram com intervalo de menos de seis horas; não há registro de vítimas fatais

        O oeste da Venezuela foi atingido por uma sequência de terremotos na quarta-feira, todos associados ao sistema de falhas de Boconó, segundo a Fundação Venezuelana de Investigações Sismológicas (Funvisis). Ao longo do dia, mais de uma dezena de tremores foram registrados, dois deles de maior intensidade: um de magnitude 5,4 no início da noite e outro, mais forte, de magnitude 6, horas depois. Até o momento, não há registro de vítimas. 

        O primeiro tremor ocorreu às 18h21, com epicentro a 40 quilômetros ao nordeste de La Ceiba, no estado de Trujillo, e a 40 quilômetros ao sudeste de Bachaquero. O abalo, de profundidade de 26,5 quilômetros, foi sentido não apenas em Zulia, mas também em Táchira, Lara, Mérida, Barinas, Trujillo, Aragua e até em Caracas.

        Já o terremoto de magnitude 6 foi registrado às 23h51, com epicentro a 45 quilômetros a leste de Bachaquero, em Zulia, e profundidade de 16,4 quilômetros.

        O impacto alcançou estados como Falcón, Lara, Yaracuy, Portuguesa e Trujillo, além de cidades da Colômbia, entre elas Bucaramanga, Bogotá, Cartagena e Medellín.

        Em Zulia, há relatos de danos em estruturas públicas e religiosas.

      — Estamos avaliando os danos estruturais que até este momento foram reportados, entre eles, o Hospital Luis Razetti, na localidade de Pueblo Nuevo, no município Baralt; a ponte de San Pedro, também nesse município — indicou o governador nas imediações da Igreja Santa Bárbara, em Maracaibo, capital do estado, que sofreu danos em sua torre.

        Ainda segundo o governador, também foram constatados problemas no Hospital Geral do Sul, em Maracaibo, além de falhas em semáforos e suspensão do serviço elétrico em setores do município Jesús Enrique Lossada.

        Equipes de segurança do Estado, Defesa Civil, engenheiros e técnicos municipais seguem em campo para avaliar os estragos. O balanço detalhado dos prejuízos deve ser conhecido nas próximas horas.

Fonte: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/09/25/vide o-mostra-momento-em-que-terremoto-atinge-cidadena-venezuela-tremores-sucessivos-foram-sentidos-atena-colombia.ghtml. Texto adaptado. Acesso em 25/09/2025
No texto, há a apresentação de uma sequência de fatos. A sequência está corretamente representada em:
Alternativas
Q3753657 Português
Texto I

Vídeo mostra momento em que terremoto atinge cidade na Venezuela; impacto de tremores sucessivos foi sentido até na Colômbia

Abalos de magnitude 5,4 e 6 ocorreram com intervalo de menos de seis horas; não há registro de vítimas fatais

        O oeste da Venezuela foi atingido por uma sequência de terremotos na quarta-feira, todos associados ao sistema de falhas de Boconó, segundo a Fundação Venezuelana de Investigações Sismológicas (Funvisis). Ao longo do dia, mais de uma dezena de tremores foram registrados, dois deles de maior intensidade: um de magnitude 5,4 no início da noite e outro, mais forte, de magnitude 6, horas depois. Até o momento, não há registro de vítimas. 

        O primeiro tremor ocorreu às 18h21, com epicentro a 40 quilômetros ao nordeste de La Ceiba, no estado de Trujillo, e a 40 quilômetros ao sudeste de Bachaquero. O abalo, de profundidade de 26,5 quilômetros, foi sentido não apenas em Zulia, mas também em Táchira, Lara, Mérida, Barinas, Trujillo, Aragua e até em Caracas.

        Já o terremoto de magnitude 6 foi registrado às 23h51, com epicentro a 45 quilômetros a leste de Bachaquero, em Zulia, e profundidade de 16,4 quilômetros.

        O impacto alcançou estados como Falcón, Lara, Yaracuy, Portuguesa e Trujillo, além de cidades da Colômbia, entre elas Bucaramanga, Bogotá, Cartagena e Medellín.

        Em Zulia, há relatos de danos em estruturas públicas e religiosas.

      — Estamos avaliando os danos estruturais que até este momento foram reportados, entre eles, o Hospital Luis Razetti, na localidade de Pueblo Nuevo, no município Baralt; a ponte de San Pedro, também nesse município — indicou o governador nas imediações da Igreja Santa Bárbara, em Maracaibo, capital do estado, que sofreu danos em sua torre.

        Ainda segundo o governador, também foram constatados problemas no Hospital Geral do Sul, em Maracaibo, além de falhas em semáforos e suspensão do serviço elétrico em setores do município Jesús Enrique Lossada.

        Equipes de segurança do Estado, Defesa Civil, engenheiros e técnicos municipais seguem em campo para avaliar os estragos. O balanço detalhado dos prejuízos deve ser conhecido nas próximas horas.

Fonte: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/09/25/vide o-mostra-momento-em-que-terremoto-atinge-cidadena-venezuela-tremores-sucessivos-foram-sentidos-atena-colombia.ghtml. Texto adaptado. Acesso em 25/09/2025
O texto informa que os tremores foram sentidos até em cidades colombianas como Bucaramanga, Bogotá, Cartagena e Medellín. A partir desse dado, infere-se que: 
Alternativas
Q3753631 Português
Texto I

Vídeo mostra momento em que terremoto atinge cidade na Venezuela; impacto de tremores sucessivos foi sentido até na Colômbia

Abalos de magnitude 5,4 e 6 ocorreram com intervalo de menos de seis horas; não há registro de vítimas fatais

        O oeste da Venezuela foi atingido por uma sequência de terremotos na quarta-feira, todos associados ao sistema de falhas de Boconó, segundo a Fundação Venezuelana de Investigações Sismológicas (Funvisis). Ao longo do dia, mais de uma dezena de tremores foram registrados, dois deles de maior intensidade: um de magnitude 5,4 no início da noite e outro, mais forte, de magnitude 6, horas depois. Até o momento, não há registro de vítimas. 

        O primeiro tremor ocorreu às 18h21, com epicentro a 40 quilômetros ao nordeste de La Ceiba, no estado de Trujillo, e a 40 quilômetros ao sudeste de Bachaquero. O abalo, de profundidade de 26,5 quilômetros, foi sentido não apenas em Zulia, mas também em Táchira, Lara, Mérida, Barinas, Trujillo, Aragua e até em Caracas.

        Já o terremoto de magnitude 6 foi registrado às 23h51, com epicentro a 45 quilômetros a leste de Bachaquero, em Zulia, e profundidade de 16,4 quilômetros.

        O impacto alcançou estados como Falcón, Lara, Yaracuy, Portuguesa e Trujillo, além de cidades da Colômbia, entre elas Bucaramanga, Bogotá, Cartagena e Medellín.

        Em Zulia, há relatos de danos em estruturas públicas e religiosas.

      — Estamos avaliando os danos estruturais que até este momento foram reportados, entre eles, o Hospital Luis Razetti, na localidade de Pueblo Nuevo, no município Baralt; a ponte de San Pedro, também nesse município — indicou o governador nas imediações da Igreja Santa Bárbara, em Maracaibo, capital do estado, que sofreu danos em sua torre.

        Ainda segundo o governador, também foram constatados problemas no Hospital Geral do Sul, em Maracaibo, além de falhas em semáforos e suspensão do serviço elétrico em setores do município Jesús Enrique Lossada.

        Equipes de segurança do Estado, Defesa Civil, engenheiros e técnicos municipais seguem em campo para avaliar os estragos. O balanço detalhado dos prejuízos deve ser conhecido nas próximas horas.

Fonte: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/09/25/vide o-mostra-momento-em-que-terremoto-atinge-cidadena-venezuela-tremores-sucessivos-foram-sentidos-atena-colombia.ghtml. Texto adaptado. Acesso em 25/09/2025
No trecho “Equipes de segurança do Estado, Defesa Civil, engenheiros e técnicos municipais seguem em campo para avaliar os estragos” (8º parágrafo), o verbo em destaque assume valor de:
Alternativas
Respostas
25701: D
25702: C
25703: A
25704: B
25705: D
25706: A
25707: A
25708: D
25709: B
25710: C
25711: D
25712: C
25713: B
25714: C
25715: A
25716: A
25717: D
25718: B
25719: D
25720: D