Questões de Concurso Comentadas sobre pronomes relativos em português

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Q685715 Português
Os referentes dos termos destacados estão corretamente identificados entre parênteses, exceto em
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Q657833 Português

                                                Compras Natalinas 

1 A cidade deseja ser diferente, escapar às suas fatalidades. Enche-se de brilhos e cores; sinos que não tocam, balões que não sobem, anjos e santos que não se movem, estrelas que jamais estiveram no céu.


4 As lojas querem ser diferentes, fugir à realidade do ano inteiro; enfeitam-se com fitas e flores, neve de algodão de vidro, fios de ouro e prata, cetins, luzes, todas as coisas que possam representar beleza e ________.


7 Tudo isso para celebrar um Meninozinho envolto em pobres panos, deitado numas palhas, há cerca de dois mil anos, num abrigo de animais, em Belém.


9 Todos vamos comprar presentes para os amigos e parentes, grandes e pequenos, e gastaremos, nessa dedicação sublime, até o último centavo, o que hoje em dia quer dizer a última nota de cem reais, pois, na loucura do regozijo unânime, nem um prendedor de roupa na corda pode custar menos do que isso.


13 Grandes e pequenos, parentes, amigos são todos de gosto bizarro e extremamente _________ . Também eles conhecem todas as lojas e seus preços - e, nestes dias, a arte de comprar se reveste de exigências particularmente difíceis. Não poderemos adquirir a primeira coisa que se ofereça à nossa vista: seria uma vulgaridade. Teremos de descobrir o imprevisto, o ___________ , o transcendente. Nâo devemos também oferecer nada de essencialmente necessário ou útil, pois a graça desses presentes parece consistir na sua desnecessidade e inutilidade. Ninguém oferecerá, por exemplo, um quilo (ou mesmo um saco) de arroz ou feijão, para a insidiosa fome que se alastra por estes nossos campos de batalha; ninguém ousará comprar urna boa caixa de sabonetes desodorantes para o suor da testa com que - especialmente nestes dias de verão - teremos de conquistar o pâo de cada dia. Não: presente é presente, isto é, um objeto extremamente raro e caro, que não sirva a bem dizer para coisa alguma.


25 Por isso é que os lojistas, num louvável esforço de imaginação, organizam inteligentíssimas sugestões para os compradores, valendo-se de recursos que são a própria imagem da ilusão. Numa grande caixa de plástico transparente (que não serve para nada), repleta de fitas de papel celofane (que para nada servem), coloca-se um sabonete em forma de flor (que nem se possa guardar como flor nem usar como sabonete) e cobra-se pelo adorável conjunto a preço de uma cesta de rosas. Todos ficamos extremamente felizes!


31 São as cestinhas forradas de seda, as caixas transparentes, os estojos, os papéis de embrulho com desenhos inesperados, os barbantes, atilhos, fitas, o que na verdade oferecemos aos parentes e amigos. Pagamos por essa graça delicada da ilusão. E logo tudo se esvai, por entre sorrisos e alegrias. Durável - apenas o Menininho nas suas palhas, a olhar para este mundo.

Leia as proposições:

I - Teremos de descobrir o imprevisto (linha 16/17) é possível a substituição da preposição “de” pela conjugação “que”.

II - “menos do que isso” (linha 12) é possível a omissão do vocábulo “do” sem que isso interfira numa melhor compreensão do conteúdo.

III -... “com que” (linha 21/22) expressão que na linguagem culta pode ser substituída por “com o qual”

Assinale se for correto:

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Q615390 Português
Assim, os cientistas puderam filmar as danças das operárias, identificar as que estavam propondo a caixa 1 ou a 2 (rosa) e contar os votos. (L.61-64)

No período acima, encontram-se
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Q582022 Português

                                       Um gesto que salva vidas

Doar sangue é um ato de amor, mas muitos brasileiros ainda não perceberam a importância dessa atitude. Nos últimos anos, as doações vêm caindo, enquanto a demanda não para de aumentar. A Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza que a média de doadores de sangue deve estar entre 3% e 5% da população total do país. Nações como Canada e Inglaterra já atingiram mais de 5%. O Brasil tem uma média de 1,8%. As principais causas de o brasileiro não ser doador freqüente são a falta de informação, a falta de motivação e a ausência de cultura de uma doação regular.

Em uma tentativa de equacionar essa situação, o Ministério da Saúde lançou recentemente a Campanha Nacional de Doação de Sangue. A intenção é aumentar a frequência com que as pessoas doam. Como se trata de uma mobilização visando uma mudança de comportamento, não há a pretensão de corrigir o problema de uma única vez. É preciso estabelecer o hábito na população brasileira. Uma pessoa adulta tem, em média, cinco litros de sangue em seu organismo, e a quantidade retirada durante a doação (cerca de 450ml) não afeta a saúde, pois a recuperação ocorre logo em seguida. Muitas variáveis influenciam a demanda por sangue: a necessidade aumenta em períodos festivos, férias ou durante epidemias. O que não significa que nas outras épocas ele não seja tão necessário quanto. É fundamental manter a frequência das doações em todos os períodos do ano.

Para ser doador, basta estar saudável, apresentar documento com foto, ter entre 18 e 65 anos de idade e pesar acima de 50 quilos. A doação pode ser feita em um hemocentro ou unidade de coleta, e todo sangue doado é separado em diferentes componentes ( hemácias, plaquetas e plasma), o que pode beneficiar mais de um paciente. Em resumo, é um gesto simples que pode realmente salvar várias vidas.

                              (fonte: Genovez, Guilherme. Um gesto que salva vidas. Almanaque Brasil.

                                                                                                                 São Paulo, ago.2008)

No trecho "A doação pode ser feita em um hemocentro ou unidade de coleta, e todo sangue doado é separado em diferentes componentes ( hemácias, plaquetas e plasma), o que pode beneficiar mais de um paciente", a expressão " o que" retoma a informação sobre a
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Q506902 Português
TEXTO

                            A POLÍCIA E A VIOLÊNCIA NA ESCOLA

                                                                                                Miriam Abramovay e Paulo Gentili

          Em alguns países, a presença da polícia dentro das escolas tem sido uma das respostas mais recorrentes para enfrentar a violência das sociedades contemporâneas. A proposta parece ser a maneira mais elementar de oferecer proteção às crianças e aos jovens, as principais vítimas da   violência. Muros altos, grades imensas, seguranças armados ou policiais patrulhando o interior das escolas parecem brindar aquilo que desejamos para nossos filhos: segurança e amparo.
          Todavia, os efeitos positivos desse tipo de iniciativa nunca foram demonstrados. Conforme evidenciam pesquisas e experiências no campo da segurança pública, o ataque aos efeitos da violência costuma não diminuir sua existência. Precisamos compreender a origem e as razões da violência no interior do espaço escolar para pensar soluções que não contribuam para aprofundá-las.
          Nesse sentido, quando as próprias tarefas de segurança  dentro das instituições educacionais são transferidas para  pessoas exteriores a elas, cria-se a percepção de que os adultos  que ali trabalham são incapazes ou carecem de poder suficiente  para resolver os problemas que emergem. Instala-se a ideia de  que a visibilidade de uma arma ou a presença policial tem mais
potência que o diálogo ou os mecanismos de intervenção que a  própria escola pode definir. A medida contribui para aprofundar  um vácuo de poder já existente nas relações educacionais,  criando um clima de desconfiança entre os que convivem no  ambiente escolar.
          A presença da polícia no contexto escolar será marcada  por ambiguidades e tensões.   Estabelecer os limites da  intervenção do agente policial é sempre complexo num espaço  que se define por uma especificidade que a polícia desconhece.  Nenhuma formação educacional foi oferecida aos policiais que  estarão agora dentro das escolas, o que constitui enorme risco.  As pesquisas sobre juventude evidenciam um grave problema  nas relações entre a polícia e os jovens, particularmente quando  eles são pobres, com uma reação de desconfiança e desrespeito  promovendo um conflito latente que costuma explodir em  situações de alta tensão entre os jovens e a polícia. Reproduzir
essa lógica no interior da escola não é recomendável.
          A política repressiva não é o caminho para tornar as  escolas mais seguras. A escola deve ser um local de proteção e  protegido, e a presença da polícia pode ser uma fonte de novos  problemas.
          Devemos contribuir para que as escolas solucionem  seus problemas cotidianos com a principal riqueza que elas têm:  sua comunidade de alunos, docentes, diretivos e funcionários.  Programas de Convivência Escolar e outras alternativas têm  demonstrado um enorme potencial para enfrentar a dimensão  educacional da violência social. O potencial da escola está  na ostentação do saber, do conhecimento, do diálogo e da  criatividade. Não das armas.
“Nesse sentido, quando as próprias tarefas de segurança dentro das instituições educacionais são transferidas para pessoas exteriores a elas, cria-se a percepção de que os adultos que ali trabalham são incapazes ou carecem de poder suficiente para resolver os problemas que emergem".
Sobre os componentes sublinhados desse fragmento do texto, a única afrmativa EQUIVOCADA é:
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Q501456 Português
Qual das alternativas poderia preencher com correção gramatical a lacuna da seguinte frase?

“Eis a passagem bíblica ________ interpretação houve discussão.”
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Q483032 Português
Leia o parágrafo abaixo, extraído do texto “Escravos do Espelho”, de Thomaz Wood Jr. 
O narcisismo, explicam os autores, é usualmente relacionado a atitudes e comportamentos que se destinam a manter ou fomentar um self grandioso, embora vulnerável. Narcisistas crônicos são incapazes de controlar sua autoestima e buscam atividades que reforçam seu inflado senso de importância. Quando sua fachada de superioridade é ameaçada, sentem-se envergonhados e humilhados. Para evitar esses sentimentos, eles (ou elas) costumam culpar os outros por suas limitações e falhas. 

Com base no referido parágrafo, é correto afirmar que
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Q477238 Português
[...]
Vai e diz
Diz assim:
Como sou
Infeliz
No meu descaminho
Diz que estou sozinho
E sem saber de mim (Vinícius de Moraes)

O “que” em “que estou sozinho” classifica-se como
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Q436937 Português
De acordo com levantamento realizado pelo CDL, os brasileiros já aprenderam a lidar com o 13º salário, _____________ 60% são destinados ao pagamento de dívidas.
Assinale o pronome que preenche corretamente a lacuna.
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Q426621 Português
Observe as sentenças abaixo.

I. Esta é a professora de cuja aula todos os alunos gostam.

II. Aquela é a garota com cuja atitude discordei - tornamo-nos inimigas desde aquele episódio.

III. A criança cuja a família não compareceu ficou inconsolável.

O pronome ‘cuja’ foi empregado de acordo com a norma culta da língua portuguesa em:
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Ano: 2012 Banca: MPE-MT Órgão: MPE-MT Prova: MPE-MT - 2012 - MPE-MT - Promotor de Justiça |
Q326078 Português
Assinale a alternativa em que a expressão pronominal sobre o qual preenche corretamente a lacuna do enunciado.
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Q292021 Português
Assinale a alternativa em que o pronome relativo e a regência verbal estão corretos, segundo a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q281935 Português
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Julgue os itens seguintes, relativos ao texto acima.
A expressão pronominal “em que” (L.8) poderia ser substituída corretamente pelo pronome cuja.
Alternativas
Q277566 Português
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Com base nas informações e nas estruturas linguísticas do texto
acima, julgue os itens a seguir.
A forma verbal “têm” (L.11) está no plural porque concorda com o antecedente do pronome relativo.
Alternativas
Q275963 Português
Com relação às estruturas linguísticas do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q264427 Português
Em relação às estruturas linguísticas do texto, assinale a opção correta.

Alternativas
Q263731 Português
A correlação entre o pronome e seu referente está indicada incorretamente em:
Alternativas
Q260047 Português
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Julgue o item que se segue, relativo às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima.

Mantêm-se a correção gramatical e as informações originais do período ao se substituir “o” em “o que leem” (L.14) por aquilo.

Alternativas
Q236180 Português
     Um dos poemas mais notáveis da língua inglesa é dedicado por Edgar Allan Poe a uma mulher a quem deu o nome de Helena. Seria ela efetivamente, para o poeta, uma encarnação da princesa homérica? Seja qual for a resposta, em seu poema ele lhe dizia que sua beleza era maior do que a de uma mortal. Ao contemplá-la, ele tinha consciência de reviver acontecimentos passados, que ainda lhe eram presentes e familiares, pois assim se via transportado de volta “à glória que foi a Grécia e à grandeza que foi Roma”.
     Esses versos tornaram-se um clichê usado para exprimir o que se considera um irreversível compromisso entre o passado e o presente. Eis aí duas culturas, a grega e a romana, que na Antiguidade se reuniram para criar uma civilização comum, a qual continua existindo como um fato histórico no interior de nossa própria cultura contemporânea. O clássico ainda vive e se move, e mantém seu ser como um legado que provê o fundamento de nossas sensibilidades. Poe certamente acreditava nisso; e é possível que isso em que ele acreditava ainda seja por nós obscuramente sentido como verdadeiro, embora não de modo consciente. 
     Se Grécia e Roma foram, para Poe, uma espécie de casa, em cujos familiares cômodos ele gostava de morar, se Roma e Grécia têm ainda alguma realidade atual para nós, esse estado de coisas funda-se num pequeno fato tecnológico. A civilização dos gregos e romanos foi a primeira na face da terra fundada na atividade do leitor comum; a primeira capaz de dar à palavra escrita uma circulação geral; a primeira, em suma, a tornar-se letrada no pleno sentido deste termo, e a transmitir-nos o seu conhecimento letrado. 


                                                                 (Fragmento adaptado de Eric A. Havelock. A revolução da
                                                               escrita na Grécia e suas consequências culturais
. Trad. de
                                                                                    Ordep José Serra. São Paulo: Editora da UNESP;
                                                                                               Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996. p.45-6) 



Ao se substituir um elemento de determinado segmento do texto, o pronome foi empregado de modo INCORRETO em:
Alternativas
Q233049 Português
Atenção: A questão seguinte refere-se ao texto abaixo.

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Está empregado corretamente o elemento grifado na frase:
Alternativas
Respostas
1241: D
1242: E
1243: C
1244: E
1245: A
1246: C
1247: B
1248: C
1249: C
1250: A
1251: C
1252: B
1253: E
1254: C
1255: D
1256: B
1257: D
1258: C
1259: A
1260: C