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Questões de Concurso Sobre pronomes indefinidos em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 423 questões

Q1773446 Português
Temos em “ E se alguém fosse avisar a sua mulher do ocorrido?”, a ocorrência de um/ uma:
Alternativas
Q1757244 Português
No trecho “Isso é besteira”, o termo destacado é
Alternativas
Q1750831 Português
“Não gostaria de tomar nada?”. Assinale a alternativa em que a palavra “nada” sublinhada possui a mesma classificação morfológica que a palavra “nada” sublinhada na frase acima:
Alternativas
Q1749795 Português
A questão diz respeito ao TEXTO. Leia-o atentamente antes de respondê-las.

TEXTO

Alguns comparavam o som de um trovão vulcânico ao barulho de pipoca estourando...” (linhas 1 e 2). É correto afirmar que o termo destacado, no contexto em que está inserido, exerce função morfológica de:
Alternativas
Q1745894 Português
Que felicidade tremenda sentia no peito o nosso personagem.”. A partícula “que” destacada exerce função morfológica de:
Alternativas
Q1732053 Português
Que quer o senhor?”. Assinale a alternativa que corresponda à função morfológica da palavra destacada:
Alternativas
Q1727783 Português
Assinale a alternativa que apresenta um pronome indefinido:
Alternativas
Q1629388 Português

AS LETRAS


Na tênue casca de verde arbusto

Gravei teu nome, depois parti;

Foram-se os anos, foram-se os meses,

Foram-se os dias, acho-me aqui.

Mas ai! O arbusto se fez tão alto,

Teu nome erguendo que não mais vi!

E nessas letras que aos céus subiam

Meus belos sonhos de amor perdi!

(Fagundes Varella. Disponível em: www.grude.ufmg.br) 

Leia o texto 'AS LETRAS', analise as assertivas a seguir e marque a opção INCORRETA:
Alternativas
Q1628135 Português
A SÚBITA MUDANÇA DE PERCEPÇÃO SOBRE O ASSÉDIO SEXUAL

“Aquelas que rompem o silêncio”. Sob esse título, a revista Time destacou em sua capa de dezembro cinco mulheres que tiveram a coragem de denunciar haver sido vítimas de assédio ou abuso sexual. A revista decidiu escolher como personalidade do ano aquelas que protagonizaram a campanha #MeToo (#EuTambém), um movimento social que surpreendeu pela velocidade com que se espalhou e pelos efeitos fulminantes que teve. Desde o caso Weinstein, a denúncia ganhou uma força incontrolável e muitos homens com poder tiveram que deixar seus cargos depois de terem sido identificados como assediadores.

A campanha teve tanto efeito que agora muitos outros homens temem ser atingidos por esse vendaval. E muitos perguntam o que mudou para que a mera acusação de ter passado dos limites possa provocar agora destituições e demissões fulminantes. Para que comportamentos do passado que consideravam normais possam agora acabar custando caro a eles. O fenômeno é complexo, mas podemos supor vários fatores. O primeiro é uma mudança súbita de percepção social. Isso não é novo. Já ocorreu com a violência doméstica. O caso de Ana Orantes, assassinada pelo marido depois de ter denunciado na televisão uma vida de espancamentos e humilhações, marcou um ponto de inflexão na percepção social. A violência machista deixou de ser um assunto particular e passou a ser considerada uma realidade lacerante que era mantida oculta porque fazia parte das regras do jogo do poder machista.

O mesmo acontece com o assédio sexual. As pesquisas revelam que é um fenômeno muito difundido, mas dificilmente vem à luz porque faz parte das relações de poder. Aqueles que assediam ou abusam são homens que usam o poder para conseguir favores sexuais. No entanto, acontece que agora existem muitas mulheres com formação, autoestima e também poder suficiente para dizer basta. Algumas romperam a barreira do silêncio e muitas outras as seguiram, cansadas de uma humilhação que consideram insuportável. Não é por acaso que o ponto de inflexão tenha sido a queda do poderoso produtor de Hollywood. O fato de que as denunciantes sejam atrizes famosas e com grande projeção pública conferiu reconhecimento ao fenômeno: se elas sofreram assédio, o que não acontecerá com outras mulheres que não têm nenhum poder? [...].

(Milagros Pérez Oliva. Adaptado (disponível em: https://brasil.elpais.com/).
Com base no texto 'A SÚBITA MUDANÇA DE PERCEPÇÃO SOBRE O ASSÉDIO SEXUAL', leia as afirmativas a seguir:
I. No fragmento “Algumas romperam a barreira do silêncio e muitas outras as seguiram...”, o pronome indefinido (algumas) tem sentido de totalidade, levando em consideração o campo semântico gerado pela expressão “mulheres do mundo ocidental”. II. O trecho “O caso de Ana Orantes, assassinada pelo marido depois de ter denunciado na televisão uma vida de espancamentos e humilhações, marcou um ponto de inflexão na percepção social” sintetiza a ideia global do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1367906 Português
Marque a alternativa que encerra, na parte sublinhada, locução pronominal indefinida.
Alternativas
Q1253674 Português
TEXTO I
Redes sociais: riscos e potenciais para a eleição
Para pesquisadores, o Facebook e o WhatsApp devem ter mais ênfase neste pleito, mas é preciso usá-los bem.

      Embora estudiosos das relações entre comunicação e política sejam cautelosos ao projetar o espaço que redes sociais podem ocupar na campanha deste ano, pesquisa do Ideia Big Data, divulgada em maio, aponta que as redes sociais devem influenciar na definição de voto de 43,4% dos eleitores, contra 56,6% que disseram que mídias digitais não terão influência na tomada de decisão. Dentre tantas plataformas, o Facebook e o WhatsApp são apontados por pesquisadores como aquelas que devem ter uso intensificado na campanha de 2018, mas, ao mesmo tempo em que elas podem ser ferramentas úteis para a definição do voto do eleitor, também são terreno fértil para a propagação de Fake News e propaganda negativa na eleição.
    O estudo do Ideia Big Data revela que 59,5% dos entrevistados pretendem acompanhar as publicações dos seus candidatos pelas redes sociais. A plataforma preferida para isso, de acordo com o levantamento, é o Facebook (58,5%), seguida do YouTube (13,2%), do Instagram (11,5%), Twitter (8,9%), WhatsApp (4,8%) e LinkedIn (3,2%). A pesquisa, encomendada pela consultoria Bites, entrevistou 1.482 pessoas no País. A margem de erro, segundo o instituto, é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
        Os dados sinalizam que, como estratégias de campanha, plataformas como o Facebook, o Twitter e o Instagram, além de instrumentos de comunicação como o WhatsApp, podem ganhar mais espaços na disputa de postulantes pelos cargos eletivos que estarão em jogo em outubro próximo, mas pesquisadores defendem, também, que é fundamental que o eleitorado aprenda a fazer um bom uso das redes sociais para que elas possam ser relevantes no processo eleitoral.
         Na avaliação de Jamil Marques, professor do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que desenvolve pesquisas na área de comunicação e política, há dois elementos que apontam para que as redes sociais, às quais ele se refere como redes de comunicação digital, passem a ter espaço cada vez mais relevante nas campanhas e também no comportamento do eleitorado para a definição do voto.
Sociabilidade
      Em um universo de tantas redes sociais, porém, algumas, nas projeções dos pesquisadores, podem ter mais ênfase na campanha de 2018. Jamil Marques acredita que as duas plataformas que mais vão se destacar na disputa eleitoral deste ano são o Facebook, que já teve posição de destaque em pleitos anteriores, e o WhatsApp – embora defina este como um instrumento de comunicação –, que tem, segundo ele, ganhado projeção maior na esfera eleitoral.
    “Essas ferramentas passam a ocupar uma centralidade nas nossas vidas e os candidatos não podem abrir mão de estar lá. Alguns anos atrás, coisa de duas décadas, a gente tinha grandes atores que participavam da comunicação política: os marqueteiros, o jornalismo, os institutos de opinião pública, o Poder Judiciário. Hoje, a gente tem um outro ‘player’, que é justamente o controle das redes sociais”.
     Wilson Gomes, da UFBA, também considera que o WhatsApp deve estar mais em evidência na campanha, pela característica de que o compartilhamento de mensagens instantâneas na plataforma não é “rastreável” como em outras redes sociais, como o Facebook ou o Twitter, nas quais publicações podem ser salvas e ficam disponíveis por mais tempo. Este elemento, aliás, está na centralidade das discussões sobre a propagação de Fake News durante o pleito deste ano.
Alcance
    “O WhatsApp, que é uma rede de publicação de mensagens instantâneas, permite as pessoas utilizarem para tudo, para o bem e para o mal. Estamos reclamando do WhatsApp porque o ambiente político está muito envenenado, polarizado. Se as pessoas estão odiando, elas vão odiar no Twitter, no Facebook, no bar, na reunião...”, opina. Conforme Gomes, as redes sociais, contudo, potencializam a escala do alcance e a velocidade de distribuição de informações. (...) 
     Neste cenário, o professor Jamil Marques afirma que, para o eleitorado, o principal desafio já colocado é aprender a utilizar as redes sociais, de modo que possa se apropriar dos benefícios proporcionados por elas, mas também desviar de problemas que causam ou intensificam. “É muito importante que o eleitor aprenda a característica de uma Fake news e, a partir disso, possa começar a distinguir em qual material e em qual tipo de fonte ele pode confiar ou não”, defende.

http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/politica/redes-sociais-riscos-e-potenciais-para-a-eleicao-1.1963022. Acesso em 30/06/18. 

O vocábulo “que” pode exercer diferentes funções dentro do texto. Em “É muito importante que o eleitor aprenda a característica de uma Fake News...”, a partícula “que” está exercendo função de:
Alternativas
Q1072589 Português

Leia o poema de Mário Quintana chamado “Poeminho do contra” e responda a questão a seguir.


Todos esses que aí estão

Atravancando meu caminho,

Eles passarão...

Eu passarinho!

Fonte: Poesias, poemas e versos


Leia atentamente o poema de Mário Quintana e, de acordo com a gramática normativa da Língua Portuguesa, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Q1005142 Português

Considere as seguintes afirmações sobre o uso de pronomes no texto.

I - outras (l. 17) tem sentido demonstrativo, no contexto em que ocorre.

II - eles (l. 43) e eles (l. 46) referem-se ao mesmo antecedente, no contexto em que ocorrem.

III - muitas (l. 44) tem sentido indefinido, no contexto em que ocorre.

Quais estão corretas?

Alternativas
Q994964 Português

Quanto à palavra “desse”, assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q992964 Português

“O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo (...)”


É correto afirmar sobre a classificação das palavras destacadas na ordem em que aparecem na frase:

Alternativas
Q961924 Português
A classe da palavra está corretamente indicada na alternativa:
Alternativas
Q961869 Português
A classe da palavra está corretamente indicada na alternativa:
Alternativas
Q915891 Português

Texto


Justiça Social - Justiça ecológica


Entre os muitos problemas que assolam a humanidade, dois são de especial gravidade: a injustiça social e a injustiça ecológica. Ambos devem ser enfrentados conjuntamente se quisermos pôr em rota segura a humanidade e o planeta Terra.

A injustiça social é coisa antiga, derivada do modelo econômico que, além de depredar a natureza, gera mais pobreza que pode gerenciar e superar. Ele implica grande acúmulo de bens e serviços de um lado à custa de clamorosa pobreza e miséria de outro. Os dados falam por si: há um bilhão de pessoas que vive no limite da sobrevivência com apenas um dólar ao dia. E há 2,6 bilhões (40% da humanidade) que vive com menos de dois dólares diários. As consequências são perversas. Basta citar um fato: contam-se entre 350-500 milhões de casos de malária com um milhão de vítimas anuais, evitáveis.

Essa antirrealidade foi por muito tempo mantida invisível para ocultar o fracasso do modelo econômico capitalista feito para criar riqueza para poucos e não bem-estar para a humanidade.

A segunda injustiça, a ecológica, está ligada à primeira. A devastação da natureza e o atual aquecimento global afetam todos os países, não respeitando os limites nacionais nem os níveis de riqueza ou de pobreza. Logicamente, os ricos têm mais condições de adaptar-se e mitigar os efeitos danosos das mudanças climáticas. Face aos eventos extremos, possuem refrigeradores ou aquecedores e podem criar defesas contra inundações que assolam regiões inteiras. Mas os pobres não têm como se defender. Sofrem os danos de um problema que não criaram. Fred Pierce, autor de "O terremoto populacional" escreveu no New Scientist de novembro de 2009: "os 500 milhões dos mais ricos (7% da população mundial) respondem por 50% das emissões de gases produtores de aquecimento, enquanto 50% dos países mais pobres (3,4 bilhões da população) são responsáveis por apenas 7% das emissões". Esta injustiça ecológica dificilmente pode ser tornada invisível como a outra, porque os sinais estão em todas as partes, nem pode ser resolvida só pelos ricos, pois ela é global e atinge também a eles. A solução deve nascer da colaboração de todos, de forma diferenciada: os ricos, por serem mais responsáveis no passado e no presente, devem contribuir muito mais com investimentos e com a transferência de tecnologias e os pobres têm o direito a um desenvolvimento ecologicamente sustentável, que os tire da miséria.

Seguramente, não podemos negligenciar soluções técnicas. Mas sozinhas são insuficientes, pois a solução global remete a uma questão prévia: ao paradigma de sociedade que se reflete na dificuldade de mudar estilos de vida e hábitos de consumo. Precisamos da solidariedade universal, da responsabilidade coletiva e do cuidado por tudo o que vive e existe (não somos os únicos a viver neste planeta nem a usar a biosfera). É fundamental a consciência da interdependência entre todos e da unidade Terra e humanidade. Pode-se pedir às gerações atuais que se rejam por tais valores se nunca antes foram vividos globalmente? Como operar essa mudança que deve ser urgente e rápida?

Talvez somente após uma grande catástrofe que afligiria milhões e milhões de pessoas, poder-se-ia contar com esta radical mudança, até por instinto de sobrevivência. A metáfora que me ocorre é esta: nosso pais é invadido e ameaçado de destruição por alguma força externa. Diante desta iminência, todos se uniriam, para além das diferenças. Como numa economia de guerra, todos se mostrariam cooperativos e solidários, aceitariam renúncias e sacrifícios a fim de salvar a pátria e a vida. Hoje a pátria é a vida e a Terra ameaçadas. Temos que fazer tudo para salvá-las.


                                                    Fonte: BOFF, Leonardo. Correio Popular, 2013. 

"Esta injustiça ecológica dificilmente pode ser tornada invisível como a OUTRA, porque os sinais estão em todas as partes, nem pode ser resolvida só pelos ricos, pois ela é global e atinge também a eles":


Assinale a opção em que a palavra destacada pertence à mesma classe gramatical do vocábulo destacado nos trechos abaixo:

Alternativas
Q910835 Português


Internet: <sites.google.com>.
Em "Mas ele não tinha muitas chances", as palavras classificam-se, morfologicamente, na ordem em que aparecem, como
Alternativas
Respostas
301: C
302: C
303: D
304: A
305: C
306: B
307: B
308: D
309: A
310: D
311: C
312: E
313: A
314: D
315: A
316: B
317: C
318: D
319: C
320: B