Questões de Concurso Comentadas sobre pronome de tratamento em português

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Q386483 Português
Assinale a opção correta acerca de aspectos linguísticos do texto.
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Ano: 2013 Banca: FUNDATEC Órgão: IRGA - RS
Q1194164 Português
Conforme João Bosco Medeiros (2009), relacione corretamente a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1 1. Aos Cardeais. 2. Aos líderes religiosos. 3. Aos reitores de Universidade. 4. Aos Governadores de Estados. 5. Às pessoas de cerimônia.
Coluna 2 ( ) Vossa Excelência. ( ) Vossa Eminência. ( ) Vossa Magnificência. ( ) Vossa Reverendíssima. ( ) Vossa Senhoria.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Q610469 Português
Assinale a alternativa em que a abreviatura de um pronome de tratamento está equivocada.
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Q424337 Português
Considere que um membro da comissão organizadora de um encontro literário promovido pela UFSM se dirija, via e-mail, em caráter oficial, a Nélida Piñon para tratar de questões referentes à participação da escritora no evento. Nessa situação em que a formalidade é observada,

I - a expressão Querida Nélida é o vocativo requerido para estabelecer o contato inicial, carinhoso e respeitoso , como interlocutor.
II - V. Sa. é o pronome de tratamento adequado para se dirigir a um interlocutor que não integra o quadro funcional da Instituição.
III - Atenciosas e Respeitosas Saudações é a forma usual e concisa de encerrar polidamente o contato.

Está(ão) correta(s)
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Q424335 Português
No anúncio publicitário, com o emprego de você, propõe-se uma interação mais informal com o interlocutor/leitor; há,  porém, outros contextos em que a formalidade é requerida, o que implica o uso de um tratamento formal. Esse é o caso de correspondências enviadas em caráter oficial.

Considere que o trecho a seguir faça parte de ofícios enviados a dois destinatários: o primeiro deles é dirigido ao reitor e o segundo, a um secretário de departamento.

          Solicitamos a ___________________ encaminhar o parecer referente ao processo em anexo para a apreciação deste conselho.

No contexto acima, a lacuna deve ser preenchida, no primeiro ofício, por
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Ano: 2013 Banca: MPE-RS Órgão: MPE-RS Prova: MPE-RS - 2013 - MPE-RS - Agente Administrativo |
Q423430 Português
A questão versa sobre redação oficial.

Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas dos enunciados abaixo.   
1. Se Vossa Excelência desejar, poderemos trazer- ________ uma cópia do processo.
2. Quando Vossa Excelência for ao Ministério Público, leve ________ os documentos.
3. Todos disseram que ________ Excelência, o Senhor Presidente, discursou com propriedade.
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Q366421 Português
Ao tomar posse junto à Secretaria Municipal de Segurança Urbana da cidade de São Paulo, o guarda civil cumprimen- tará o Secretário da pasta com a frase:
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Ano: 2012 Banca: FUNDATEC Órgão: DETRAN-RS
Q1214046 Português
Considerando as formas de tratamento de redação oficial, previstas no Manual de Redação da Presidência da República, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as características aos respectivos objetos.

Coluna 1 – Características

1. Vossa Excelência.

2. Vossa Magnificência.

3. Vossa Senhoria.

Coluna 2 – Objetos

(   ) Pronome de tratamento utilizado para Governador e Vice-governador de Estado.

(   ) Pronome de tratamento utilizado para reitores de universidades.

(   ) Pronome de tratamento utilizado para particulares.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Ano: 2012 Banca: IF-SP Órgão: IF-SP Prova: IF-SP - 2012 - IF-SP - Assistente Administrativo |
Q836150 Português

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas:


__________Senhoria está preocupado? (falando com a pessoa)

__________Excelência disse, através da imprensa, que não faltaria óleo de soja ao consumidor. (falando sobre a pessoa)

Vossa Senhoria está _____________. (dirigindo-se a um homem)

Sua Majestade ficou _____________. (falando de uma rainha)

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Q642321 Português
Para escrever uma carta para a presidenta do nosso país, devemos usar o pronome de tratamento:
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Q445166 Português
                                                                          TEXTO – O COTIDIANO DAS
                                                                       CIDADES CONTEMPORÂNEAS

                                                                      Roberto Catelli Junior, História em rede

    Conforme o censo demográfico 2010 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografa e Estatística (IBGE), 84,3% da população brasileira vivia nas grandes cidades; em 2000, esse percentual era de 81,2%. Isso quer dizer que, no ano 2000, 137.670.088 brasileiros viviam nas cidades, enquanto em 2010 esse número chegava a mais de 160 milhões. Além disso, 775 municípios brasileiros possuíam mais de 90% de sua população vivendo em áreas urbanas.

     Em um passado não tão distante, entretanto, a situação era bastante diferente. Em 1940, apenas 31,4% dos brasileiros viviam em cidades; somente em 1970 a população urbana ultrapassou a rural. Dessa forma, só podemos falar na predominância da vida urbana no Brasil há poucas décadas, pois durante mais de quatrocentos anos predominou a vida agrícola.

    Outro fenômeno importante a ser observado é o crescimento acelerado da população brasileira. Estima-se que em 1550, no início da colonização do Brasil, havia cerca de 15 mil habitantes europeus e 5 milhões de indígenas. Em 1700, seriam 300 mil habitantes no total, já tendo sido exterminados muitos povos indígenas. Em 1872, a população passou para quase 10 milhões de habitantes; em 1900, era quase o dobro – mais de 17 milhões -, e, em 1920, atingia cerca de 30 milhões de habitantes. Em 1960, essa população já havia duplicado – mais de 70 milhões de habitantes -, o que se repetiu em 1991, chegando a mais de 145 milhões de habitantes. Em 2000, conforme o censo demográfico, o Brasil já tinha quase 170 milhões de brasileiros, e, em 2010, mais de 190 milhões de habitantes. Em 2009, segundo o Instituto Socioambiental (ISA), existiam, em contrapartida, cerca de 600 mil indígenas.

    O cientista americano Carl Sagan, em seu livro Bilhões e bilhões, de 1998, considera que, se as populações continuarem a crescer de forma exponencial, como vem ocorrendo nos últimos séculos, a população mundial poderá dobrar a cada quarenta anos, tornando pouco provável que nosso planeta possa garantir condições de sobrevivência a todos. No caso do Brasil, no século XX, a população aumentou quase nove vezes, dobrando a cada trinta ou quarenta anos. Caso continuemos nesse ritmo, seremos cerca de 300 milhões de brasileiros no ano 2040 e cerca de 600 milhões no ano 2080, com, provavelmente, mais de 90% dessa população vivendo nas cidades. Como seria, assim, nossa vida urbana?

Caso encaminhássemos um requerimento ao cientista Carl Sagan, deveríamos empregar o seguinte tratamento:
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Q2985574 Português

A abreviação correta da forma de tratamento Vossa Magnificência é:

V. Mag.ª e V. Maga



A forma de tratamento da questão anterior é usada para:

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Q2985573 Português

A abreviação correta da forma de tratamento Vossa Magnificência é:

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Q2887874 Português

Texto I


Por que cometemos atos falhos?


Por que você trocou o nome da namorada na hora H? Freud explica, mas é bom já saber que a neurociência discorda dele. Segundo a psicanalista Vera Warchavchik, a primeira explicação veio no livro Psicopatologia da vida cotidiana, de 1901, em que Freud descreveu o ato falho como uma confusão com um sentido maior por trás. Ou seja, para Freud, você fala “sem querer querendo”. Isso aí: todos temos nossos momentos Chaves.

Já a neurociência considera esse deslize um esquecimento corriqueiro sem nenhum significado especial. Ele acontece porque, ao contrário de uma filmadora, o cérebro não grava todos os mínimos detalhes dos acontecimentos, mas apenas as informações principais. Quando ativamos nosso banco de dados para buscar a situação completa, ele monta esses dados como se editasse um filme. E, para ligar uma coisa a outra, preenche as lacunas com algumas invenções. Pronto! É exatamente nesse momento que surgem as confusões, que, se pegarem mal, serão consideradas atos falhos. A contragosto dos psicanalistas, seriam simples e pequenos tilts na memória sem nenhuma razão oculta. Por isso, na próxima vez que der uma mancada na cama, diga que a culpa é do seu cérebro.


(Natália Kuschnaroff)

“Por que você trocou o nome da namorada na hora H?”. O pronome sublinhado no fragmento acima se refere:

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Q689080 Português

Leia o texto a seguir, transcrito da revista Veja, de 22 de janeiro de 1986, e responda à questão.

    Quando era ministro da Educação, Passarinho recebeu correspondência de um reitor de uma universidade, solicitando verbas ao “iminente ministro”, que não pestanejou. Colocou de volta no correio, dizendo ao solicitante que já havia sido nomeado...

As abreviaturas dos pronomes de tratamento usados para ministros de Estado e reitores são, respectivamente:
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Q85507 Português
O emprego dos pronomes de tratamento está inteiramente correto na frase:
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Ano: 2010 Banca: FEPESE Órgão: UFFS
Q1196079 Português
Muito mais do que a nossa integração com a natureza, é fundamental compreender nossa separação e diferenciação da vida natural e, paralelamente, a construção da vida social. O viver em sociedade é que explica a nossa crise ambiental e, por decorrência, a das águas, um de seus capítulos mais evidentes e dramáticos na atualidade.

Vivemos hoje sob as perspectivas de uma crise mundial de abastecimento de água. Não haverá catástrofes como a desaparição da água, ela não vai acabar, como sugerem alguns educadores ambientais pouco informados sobre as razões sociais da ameaça de escassez no planeta.

O risco é o da redução da disponibilidade e da qualidade das águas para o consumo humano e para as atividades econômicas, o que já é uma realidade em muitos países. A elevação do uso doméstico, industrial e agrícola, a poluição e o aumento da população do planeta representam maior pressão sobre os recursos hídricos existentes.

O Brasil, por suas características de país megadiverso, é privilegiado não apenas em recursos hídricos, mas também em diversidade biológica, regional e cultural, paisagens e ecossistemas, além de extenso litoral. Essa vantagem comparativa, em relação a outros países, está ameaçada pela degradação e pela má gestão nas políticas para o meio ambiente.

A maior causa da poluição das nossas águas, porém, tem sido os esgotos despejados sem tratamento nos cursos d’água. O esgoto doméstico, aliado aos efluentes industriais e rurais, gerado pelas criações de suínos, bovinos e aves, e ao lixo que, esparramado pelas ruas, é carregado para córregos e bueiros, são grandes desafios ambientais para a sociedade brasileira no século XXI.

MARTINEZ, Paulo Henrique. In: Carta na Escola. São Paulo: Ed. Confiança, p. 25-28, ed. 33, fev. 2009. [Adaptado]

De acordo com o uso dos pronomes de tratamento, relacione a coluna 1 com a coluna 2.


Coluna 1 
1. Vossa Magnificência 
2. Vossa Excelência 
3. Vossa Senhoria


Coluna 2 
(   ) Diretores 
(   ) Procuradores 
(   ) Reitores 
(   ) Ministros de Estado 
(   ) Assessores


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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Q875321 Português
O pronome de tratamento adequado a “governadores” é:
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Ano: 2010 Banca: FEPESE Órgão: AL-SC Prova: FEPESE - 2010 - AL-SC - Técnico Legislativo |
Q512339 Português
A 29 de novembro de 1926, a esquadra imperial brasileira chegou a Santa Catarina onde permaneceu durante dois dias, seguindo depois para o sul.

Logo que chegou diante da fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim, o Imperador ordenou que fosse preparada uma embarcação para ele ir a Desterro, tendo desembarcado junto ao forte de Sant'Ana. Ninguém o esperava e pelas oito horas da manhã os moradores das redondezas viram descer a ladeira do morro da Rita Maria um moço desconhecido, sozinho, trajando calça e fardeta de pano azul, com o peito forrado de um colete de casimira vermelha, transpassado e guarnecido de botões de ouro, trazendo à cabeça um chapéu alto de seda preta. Ao chegar à segunda travessa do bairro denominado Figueira, passou defronte de uma olaria pertencente a João de Freitas e ali adentrou. Dois escravos que estavam em suas rodas interromperam o serviço, sendo-lhes ordenado pelo visitante que continuassem a trabalhar. Entretanto, um marítimo que chegara há pouco do Rio de Janeiro e residia defronte da olaria, reconheceu o Imperador e, quando este prosseguiu a pé o caminho em direção ao centro da cidade, deu um brado de “Viva Sua Majestade, o Imperador!". Imediatamente o povo, que o esperava, mas não tão cedo, foi-se chegando e se aglomerando em torno do Imperador, que se dirigia para a Praça do Palácio. As ruas se cobriram de folhas, flores e tapetes, as janelas se abriram, expondo vistosas colchas e o povo colocou vasos de incenso e de outras ervas aromáticas ao longo das vias, enquanto lhe atirava pétalas de rosas.

Adapt. de Carlos Humberto P. Corrêa. História de Florianópolis- ilustrada. Florianópolis, Insular, 2004
Observe estes fragmentos do texto

. I. “Ninguém o esperava" / “que o esperava"

II. “foi- se chegando"

III. “quando este prosseguiu a pé o caminho"

IV. “Viva Sua Majestade, o Imperador!"

V. “As ruas se cobriram de folhas, flores e tapetes, as janelas se abriram"

Assinale a alternativa errada.
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Q85578 Português
Conta-se que, um dia, Sócrates parou diante de uma tenda
do mercado em que estavam expostas diversas mercadorias.
Depois de algum tempo, ele exclamou: "Vejam quantas coisas
o ateniense precisa para viver." Naturalmente ele queria dizer
com isto que ele próprio não precisava de nada daquilo.
Esta postura de Sócrates foi o ponto de partida para a filosofia
cínica, fundada em Atenas por Antístenes - um discípulo
de Sócrates, por volta de 400 a. C. Os cínicos diziam que a
verdadeira felicidade não depende de fatores externos, como
o luxo, o poder político e a boa saúde. Para eles, a verdadeira
felicidade consistia em se libertar dessas coisas casuais e efêmeras.
E justamente porque a felicidade não estava nessas coisas,
ela podia ser alcançada por todos. E, uma vez alcançada, não
podia mais ser perdida.

(Jostein Gaarden, O Mundo de Sofia. São Paulo, Cia. das Letras, 1995)

Se Sócrates se encontrasse com o Juiz da Suprema Corte de Atenas, deveria dirigir a ele o seguinte tratamento:
Alternativas
Respostas
181: A
182: B
183: B
184: A
185: C
186: A
187: D
188: A
189: B
190: A
191: B
192: C
193: E
194: A
195: B
196: C
197: B
198: D
199: B
200: C