Questões de Concurso Sobre problemas da língua culta em português

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Q749746 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 12 e 14.
Alternativas
Q749154 Português
Analise as frases a seguir. I. As situações _______ passei não me trouxeram respostas. II. Com este _________ você acabará me convencendo. III. Sou grato __________ me ouves. IV. Ficou com essa cara _______ ? A sequência que completa corretamente:
Alternativas
Q748069 Português

Para responder à questão,  leia a tirinha a seguir.


O uso de “Por que”, no início do balão do último quadrinho, está correto, assim como em:
Alternativas
Q748021 Português

Para responder à questão, leia a tirinha a seguir.


Sobre o uso de "por que", no primeiro quadrinho, pode-se afirmar corretamente que
Alternativas
Q742408 Português

Instrução: Leia o texto a seguir e responda a questão:


A tirinha, dada a constituição do gênero, utiliza linguagem informal. Assinale a alternativa que apresenta, primeiro, uma marca de linguagem formal e, depois, uma marca da informalidade.
Alternativas
Q742195 Português
Tendo como referência a norma-padrão e os mecanismos de coesão utilizados no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q742144 Português
Com base na norma-padrão e nos elementos de coesão utilizados no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q742090 Português
De acordo com a norma-padrão e os mecanismos de coesão utilizados no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q742052 Português

Texto 4 para responder a questão.


Disponível em: <https://www.facebook.com/144852295611356/photos/a. 312394102190507.68505.144852295611356/825791637517415/?type=3&t heater>. Acesso em: 24 nov. 2015.

Com base na norma-padrão e nas questões gramaticais do período “As melhores lembranças são aquelas que levamos para sempre conosco.”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-MS Órgão: IF-MS Prova: IF-MS - 2016 - IF-MS - Secretário Executivo |
Q741865 Português
Assinale o segmento do texto inteiramente correto quanto às normas do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (2009):
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Q741490 Português

Móveis ao mar

   Vi num programa de televisão que, entre as inúmeras melhorias necessárias para as Olimpíadas do Rio, está “a limpeza da Baía de Guanabara”. Dita a frase, a TV mostrou um sofá, encalhado num mangue: três lugares, revestimento acetinado, puxando pro lilás, com os assentos enlameados sendo disputados por dois urubus. Incrível. 

   Não pretendo, de forma alguma, desmerecer o Rio. Quando vi o presidente do COI tirando o cartão do envelope e dizendo Rrrio de Rrranêro, no início do mês, lágrimas cruzaram minhas bochechas, tão rápidas quanto, imagino, canoas e barcos à vela singrarão as águas da rediviva Cidade Maravilhosa, daqui seis anos e meio. A amplitude de meu desespero vai muito além das pequenas rixas regionais: como pode um ser humano, oh céus!, jogar um sofá no mar? 

   Todos nós já nos encontramos na rua, algum dia, com um papel de bala na mão, ou uma latinha de refrigerante, olhando em volta, em busca de uma lixeira. Muitos de nós, não encontrando nenhuma, já jogaram o papel no chão, colocaram a latinha num canto, ou ao lado de um saco de lixo – como se, durante a noite, por osmose, quem sabe, ela fosse parar do lado de dentro do plástico preto. Agora, até onde pude ver, nesses trinta e dois anos sobre a Terra, as pessoas não andam por aí com sofás velhos nos ombros. Sequer com poltronas. Nem mesmo uma almofada costuma-se levar à rua. Para se atirar um móvel ao mar, portanto, é preciso não apenas má fé, mas esforço, engenho, planejamento e trabalho em equipe. 

   Imagino o sujeito, lá pela quarta-feira, ligando pros amigos: “Ô Gouveia, tudo bom? É o Túlio. Seguinte, tô precisando de uma forcinha aí, no sábado, pra jogar um sofá da ponte…”; “Maravilha, Valdeci! Então sábado à tarde cê traz a Kombi do teu cunhado e a gente resolve o problema”; “Fica tranquilo, Murilão, depois a gente volta aqui e faz um churrasquinho!”. 

   Sábado à tarde, os amigos se reúnem. O Valdeci com a Kombi do cunhado, o Murilão e o Gouveia cheios de entusiasmo, o Túlio pondo as Brahmas pra gelar, enquanto sua mulher orienta os homens na sala: “cuidado com o batente”, “olha o abajur, o abajur, Gouveia!” 

   Chegam à ponte. Param no acostamento. Tiram o sofá da caçamba, contam um, dois, e lá vão os… Pronto, atiraram o sofá no mar. O sofá boia. Os três o contemplam, sendo levado pela correnteza, naquele silêncio que só as verdadeiras amizades permitem. Túlio brinca: “saravá, Iemanjá!”. Depois vão comer churrasco. Incrível.

Antônio Prata

Na conversa entre Tulio e os amigos:
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Q738426 Português

                                           O apagão poderá nos trazer alguma luz

    Não tivemos guerra, não tivemos revolução, mas teremos o apagão. O apagão será uma porrada na nossa autoestima, mas terá suas vantagens.

    Com o apagão, ficaremos mais humildes, como os humildes. A onda narcisista da democracia liberal ficará mais “cabreira”, as gargalhadas das colunas sociais serão menos luminosas, nossos flashes, menos gloriosos. Baixará o astral das estrelas globais, dos comedores. As bundas ficarão mais tímidas, os peitos de silicone, menos arrebitados. Ficaremos menos arrogantes na escuridão de nossas vidas de classe média. [...] Haverá algo de becos escuros, sem saída. A euforia de Primeiro Mundo falsificado cairá por terra e dará lugar a uma belíssima e genuína infelicidade.

    O Brasil se lembrará do passado agropastoril que teve e ainda tem; teremos saudades do matão, do luar do sertão, da Rádio Nacional, do acendedor de lampiões da rua, dos candeeiros. Lembraremos das tristes noites dos anos 40, como dos “blackouts” da Segunda Guerra, mesmo sem submarinos, apenas sinistros assaltantes nas esquinas apagadas.

     O apagão nos lembrará de velhos carnavais: “Tomara que chova três dias sem parar”. Ou: “Rio, cidade que nos seduz, de dia falta água, de noite falta luz!”. Lembraremo-nos dos discos de 78 rpm, das TVs em preto-e-branco, de um Brasil mais micha, mais pobre, cambaio, mas bem mais brasileiro em seu caminho da roça, que o golpe de 64 interrompeu, que esta mania prostituída de Primeiro Mundo matou a tapa.

     [...]

   O apagão nos mostrará que somos subdesenvolvidos, que essa superestrutura modernizante está sobre pés de barro. O apagão é um “upgrade” nas periferias e nos “bondes do Tigrão”, nos lembrando da escuridão física e mental em que vivem, fora de nossas avenidas iluminadas. O apagão nos fará mais pensativos e conscientes de nossa pequenez. Seremos mais poéticos. Em noites estreladas, pensaremos: “A solidão dos espaços infinitos nos apavora”, como disse Pascal. Ou ainda, se mais líricos, recitaremos Victor Hugo: “A hidra-universo torce seu corpo cravejado de estrelas...”.

    [...] O apagão nos dará medo, o que poderá nos fazer migrar das grandes cidades, deixando para trás as avenidas secas e mortas. O apagão nos fará entender os flagelados do Nordeste, que sempre olharam o céu como uma grande ameaça. O apagão nos fará contemplar o azul sem nuvens, pois aprendemos que a natureza é quando não respeitada.

    O apagão nos fará mais parcimoniosos, respeitosos e públicos. Acreditaremos menos nos arroubos de autossuficiência.

  O apagão vai dividir as vidas, de novo, em dias e noites, que serão nítidos sem as luzes que a modernidade celebra para nos fascinar e nos fazer esquecer que as cidades, de perto, são feias e injustas. Vai diminuir a “feerie” do capitalismo enganador.

   Vamos dormir melhor. Talvez amemos mais a verdade dos dias. Acabará a ilusão de clubbers e playboys, que terão medo dos “manos” em cruzamentos negros, e talvez o amor fique mais recolhido, sussurrado e trêmulo. Talvez o sexo se revalorize como prazer calmo e doce e fique menos rebolante e voraz. Talvez aumente a população com a diminuição das diversões eletrônicas noturnas.O apagão nos fará inseguros na rua, mas, talvez, mais amigos nos lares e bares.

   Finalmente, nos fará mais perplexos, pois descobriremos que o Brasil é ainda mais absurdo, pois nunca entenderemos como, com três agências cuidando da energia, o governo foi pego de surpresa por essas trevas anunciadas. Só nos resta o consolo de saber que, no fim, o apagão nos trará alguma luz sobre quem somos.

JABOR, Arnaldo.O apagão poderá nos trazer alguma luz. folha de S. Paulo, 15 de maio de 2001.Extraído do site <www.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1505200129.htm. Acesso em 14 out. 2016. (Fragmento)

Sob a égide da norma culta, a única substituição que poderia ser feita, sem alteração de valor semântico e linguístico, seria:
Alternativas
Q736658 Português

                                  

                               

Na busca por aferir ao trecho: “... ele respondeu que já havia cometido mancadas muito piores...”, o devido grau de formalismo, característico de linguagem culta e modalidade escrita, o termo sublinhado deve ser substituído por
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UFMT Órgão: UFMT Prova: UFMT - 2016 - UFMT - Assistente em Administração |
Q734966 Português

                 

Em relação ao uso da expressão está rolando um curso, em uma organização formal, é correto afirmar:
Alternativas
Q734936 Português

Leia o cartum a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

Sobre as modalidades formal e informal da escrita padrão, pode-se afirmar que, no cartum, foi utilizada linguagem

Alternativas
Q734510 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Tendo como referência as questões gramaticais pertinentes ao texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q730656 Português

Texto

" Olho vivo para não maltratar o português. Preste atenção ao enunciado. Se fugir do tema, copiar o texto apresentado ou fazer uma narração (relato de uma história), a redação será anulada." (retirado de um jornal destinado a estudantes).

Nesse trecho, o autor quis dizer a respeito da importância de se fazer bom uso da norma culta da língua. O pior de tudo foi que o próprio redator “maltratou o português”, em sua construção, quando fez o uso INDEVIDO de:

Alternativas
Q725160 Português
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto abaixo, na ordem em que aparecem: Os problemas, geralmente, não _______________________________ na mesma frequência. Mas várias atitudes _________________________________________ imediatamente, antes que o descaso tome conta do país _________________________ vivemos.
Alternativas
Q725126 Português
Assinale a alternativa em que a forma “por que” completa corretamente a lacuna da frase:
Alternativas
Q722147 Português
A alternativa que preenche as lacunas com a CORRETA ortografia é: Quando se conheceram, _____ dois anos, descobriram uma _____: ambos queriam buscar exemplos de _____ sociais pelo mundo para _____ em prática no Brasil. 
Alternativas
Respostas
3341: B
3342: D
3343: D
3344: D
3345: B
3346: C
3347: A
3348: A
3349: C
3350: B
3351: D
3352: A
3353: C
3354: C
3355: D
3356: C
3357: D
3358: B
3359: C
3360: A