Questões de Concurso Sobre problemas da língua culta em português

Foram encontradas 4.319 questões

Q882556 Português
O Futuro das cidades



INCALCATERRA, Amerigo. 29/09/2016. ONUBR. Nações Unidas do Brasil. Disponível em: <https://nacoesunidas.org/artigo-o-futuro-das-cidades.>  Acesso em: 10 fev. 2018. Adaptado. 

A palavra destacada está corretamente empregada de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:
Alternativas
Q882553 Português
O Futuro das cidades



INCALCATERRA, Amerigo. 29/09/2016. ONUBR. Nações Unidas do Brasil. Disponível em: <https://nacoesunidas.org/artigo-o-futuro-das-cidades.>  Acesso em: 10 fev. 2018. Adaptado. 

No trecho “um dos principais desafios da humanidade atualmente é construir centros urbanos onde haja convivência sem discriminação” (l. 4-6), o pronome relativo onde foi utilizado de acordo com as exigências da norma-padrão da língua portuguesa. 
Isso ocorre também em: 
Alternativas
Q882551 Português
O Futuro das cidades



INCALCATERRA, Amerigo. 29/09/2016. ONUBR. Nações Unidas do Brasil. Disponível em: <https://nacoesunidas.org/artigo-o-futuro-das-cidades.>  Acesso em: 10 fev. 2018. Adaptado. 

A palavra destacada está corretamente grafada de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDATEC Órgão: AL-RS Prova: FUNDATEC - 2018 - AL-RS - Agente Legislativo |
Q882434 Português

Relativamente ao uso do verbo haver na lacuna da linha 41, pode-se afirmar que, tendo em vista o contexto, ele deve ser flexionado na ______________ do ______________, assumindo a forma ______.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDATEC Órgão: AL-RS Prova: FUNDATEC - 2018 - AL-RS - Agente Legislativo |
Q882431 Português

Avalie as seguintes propostas de substituição de vocábulos no texto:


I. Inserção do pronome pessoal nós imediatamente antes da forma verbal analisarmos (l. 02).

II. Troca de ‘a sensação de empoderamento’ (l. 19-20) por ‘o poder da sensação’.

III. Substituição de ‘em breve’ por dentro em pouco (l. 41).


Quais das propostas NÃO podem ser feitas, visto que provocam erro ao texto?

Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDATEC Órgão: AL-RS Prova: FUNDATEC - 2018 - AL-RS - Procurador |
Q882281 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

O grande desafio à mente
Fonte: Revista Planeta - N° Edição: 537. Texto: Renata Valério de Mesquita 21/03/2018 – Fragmento.

Avalie as seguintes propostas de substituição da forma verbal ‘existiam’ (l. 19), no que tange à estrutura gramatical da frase:


I. A substituição por ‘haviam’ manteria a correção gramatical do período.

II. A manutenção da correção gramatical se efetuaria se ‘existiam’ fosse substituído por ‘havia’.

III. ‘houveram’ e ‘haveriam’ poderiam ser corretamente utilizados em lugar de ‘existiam’.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q882223 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

O que vem primeiro, crescimento ou produtividade?




(Fonte: EXAME – Publicado em 31 jul 2017 – texto adaptado)

Em relação à expressão ‘uma baita perda de tempo’ (l. 01-02), afirma-se que:


I. O termo ‘baita’ seria corretamente substituído por enorme ou imensa.

II. Para adequá-la ao padrão culto da Língua Portuguesa, poder-se-ia escrever: ‘uma grande perca de tempo’.

III. O vocábulo ‘inexpugnável’ poderia substituí-la adequadamente sem provocar alteração de sentido.


Quais estão corretas?

Alternativas
Ano: 2018 Banca: PR-4 UFRJ Órgão: UFRJ Prova: PR-4 UFRJ - 2018 - UFRJ - Jornalista |
Q881066 Português
Assinale a alternativa que apresenta a frase gramaticalmente ERRADA.
Alternativas
Q880284 Português

Texto CB1A1AAA

José Pacheco. Para que serve a formação? Escola da ponte – formação e transformação da educação. São Paulo: Vozes, 2010, p. 4 (com adaptações)

Julgue o seguinte item, com relação aos aspectos gramaticais do texto CB1A1AAA.


Sem prejuízo da correção gramatical do texto, a locução “Por que” poderia ser substituída por Porque no trecho “Por que falharam os programas de formação?” (l.16).

Alternativas
Q878560 Português

TEXTO


                                     NATAL NA BARCA


Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca. Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E que me sentia bem naquela solidão. Na embarcação desconfortável, tosca, apenas quatro passageiros. Uma lanterna nos iluminava com sua luz vacilante: um velho, uma mulher com uma criança e eu.

O velho, um bêbedo esfarrapado, deitara-se de comprido no banco, dirigira palavras amenas a um vizinho invisível e agora dormia. A mulher estava sentada entre nós, apertando nos braços a criança enrolada em panos. Era uma mulher jovem e pálida. O longo manto escuro que lhe cobria a cabeça dava-lhe o aspecto de uma figura antiga.

A palavra “aspecto” aparece no texto grafada com CT, mas a grafia moderna já mostra a forma “aspeto” como correta; a palavra do texto que mostra uma outra grafia também correta, mantendo-se o mesmo sentido, é:
Alternativas
Q878552 Português

TEXTO


                                     NATAL NA BARCA


Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca. Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E que me sentia bem naquela solidão. Na embarcação desconfortável, tosca, apenas quatro passageiros. Uma lanterna nos iluminava com sua luz vacilante: um velho, uma mulher com uma criança e eu.

O velho, um bêbedo esfarrapado, deitara-se de comprido no banco, dirigira palavras amenas a um vizinho invisível e agora dormia. A mulher estava sentada entre nós, apertando nos braços a criança enrolada em panos. Era uma mulher jovem e pálida. O longo manto escuro que lhe cobria a cabeça dava-lhe o aspecto de uma figura antiga.

“Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca”; a grafia em duas palavras do termo “por que” indica que ele foi visto como interrogativo indireto. A frase abaixo que apresenta o mesmo caso é:
Alternativas
Q878487 Português

TEXTO


Entrevista de Carlos Heitor Cony


“Hoje, se os Mamonas Assassinas [banda de pop-rock que estourou em 1995, morta em um acidente de avião 1 ano depois] escreverem um livro sobre a teoria do quanta, não vai faltar editor e não vai faltar leitor. (...) A indústria do livro era muito elitista naquela época, havia um certo elitismo. O livro era considerado um objeto, quase um totem, uma coisa sagrada. Acho o fenômeno do Paulo Coelho muito útil. É um homem que vende milhões de exemplares, faz o editor ganhar dinheiro, e esse editor pode investir em outras coisas.” (Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura).

“A indústria do livro era muito elitista naquela época, havia um certo elitismo”. A estruturação desse período do texto mostra um problema, que é:
Alternativas
Q878418 Português
TEXTO – Sem tolerância com o preconceito
Átila Alexandre Nunes, O Globo, 23/01/2018 (adaptado)
Diante do número de casos de preconceito explícito e agressões, somos levados ao questionamento se nossa sociedade corre o risco de estar tornando-se irracionalmente intolerante. Ou, quem sabe, intolerantemente irracional. Intolerância é a palavra do momento. Da religião à orientação sexual, da cor da pele às convicções políticas.
O tamanho desse problema rompeu fronteiras e torna-se uma praga mundial. Líderes políticos, em conluio com líderes religiosos, ignoram os conceitos de moral, ética, direitos, deveres e justiça. As redes sociais assumiram um papel cruel nesse sistema. Se deveriam servir para mostrar indignação, mostram, muitas vezes, um preconceito medieval.
No campo da religiosidade, o fanatismo se mostra cada dia mais presente no Rio de Janeiro. No último ano, foram registradas dezenas de casos de intolerância religiosa por meio da Secretaria de Estado de Direitos Humanos. Um número ainda subnotificado, pois, muitas ocorrências que deveriam ser registradas como “intolerância religiosa” são consideradas brigas de vizinhos.
A subnotificação desses casos é um dos maiores entraves na luta contra a intolerância religiosa. O registro incorreto e a descrença de grande parte da população na punição a esse tipo de crime colaboram para maquiar o retrato dos ataques promovidos pelo fanatismo religioso em nossa sociedade. A perseguição às minorias religiosas está cada vez mais organizada com braços políticos e até de milícias armadas como o tráfico de drogas.
No último ano recebemos denúncias de ataques contra religiões de matriz africana praticados pelo tráfico de drogas, que não só destruíam terreiros, como também proibiam a realização de cultos em determinada região, segundo o desejo do chefe da facção local.
Não podemos regredir a um estado confessional. A luta de agora pela liberdade religiosa é um dever de todos para garantir o cumprimento da Constituição Federal. Quando uma pessoa de fé é humilhada, agredida ou discriminada devido à sua crença, ela tem seus direitos humanos e constitucionais violados. Hoje, falase muito sobre intolerância religiosa, mas, muito mais do que sermos tolerantes, precisamos aprender a respeitar a individualidade e as crenças de cada um.
Até porque, nessa toada, a intolerância irracional ganha terreno, e nós vamos ficando cada vez mais irracionalmente intolerantes com aquilo que não deveríamos ser. Numa sociedade onde o preconceito se mostra cada dia mais presente, a única saída é a incorporação da cultura do respeito. Preconceito não se tolera, se combate.
“Até porque, nessa toada, a intolerância irracional ganha terreno, e nós vamos ficando cada vez mais irracionalmente intolerantes com aquilo que não deveríamos ser”.
O problema de escritura desse segmento do texto é:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: DETRAN-MA Prova: FCC - 2018 - DETRAN-MA - Analista de Trânsito |
Q875907 Português

                                     Amor-próprio


      O grande cronista Rubem Braga cunha uma frase definitiva a respeito do “amor-próprio”: “Se eu conhecesse outro sujeito igual a mim, nossas relações nunca chegariam a ser grande coisa.” Isto não quer dizer, porém, que não goste de si mesmo. Significa apenas que ele é um homem que põe, sem medos tolos, a diversidade e a surpresa em primeiro lugar. O que mais o atrai na vida é, justamente, a imprevisibilidade. O amor-próprio lhe parece, então, monótono e desnecessário. Quase um vício. Ele evita essas pessoas saudáveis e resolvidas que estão sempre cuidando de si. O cuidado de si, para Braga, é uma forma de mascaramento.

      O amor-próprio de Braga se revela no uso que faz da crônica. Em suas mãos, ela é, antes de tudo, uma máquina de confessar. Praticando-a, o cronista expõe as impressões, experiências e sentimentos que o atormentam; ao escrever, enxágua a alma até a mais absoluta transparência.

(CASTELLO, José. Na cobertura de Rubem Braga. Rio de Janeiro: José Olympio, 1996, p. 56-57) 

Está plenamente correto o emprego de ambos os elementos sublinhados em:
Alternativas
Q875625 Português
De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, o emprego da forma verbal é adequado em:
Alternativas
Q875624 Português
A palavra ou a expressão destacada aparece corretamente grafada, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, em:
Alternativas
Q873132 Português

                               Come, meu filho


      – O mundo parece chato mas eu sei que não é.

      [...]

      – Sabe por que parece chato? Porque, sempre que a gente olha, o céu está em cima, nunca está embaixo, nunca está de lado. Eu sei que o mundo é redondo porque disseram, mas só ia parecer redondo se a gente olhasse e às vezes o céu estivesse lá embaixo. Eu sei que é redondo, mas para mim é chato, mas Ronaldo só sabe que o mundo é redondo, para ele não parece chato.

      – ...

      – Porque eu estive em muitos países e vi que nos Estados Unidos o céu também é em cima, por isso o mundo parecia todo reto para mim. Mas Ronaldo nunca saiu do Brasil e pode pensar que só aqui é que o céu é lá em cima, que nos outros lugares não é chato, que só é chato no Brasil, que nos outros lugares que ele não viu vai arredondando. Quando dizem para ele, é só acreditar, pra ele nada precisa parecer. Você prefere prato fundo ou prato chato?

      – Chat... raso, quer dizer.

      – Eu também. No fundo, parece que cabe mais, mas é só para o fundo, no chato cabe para os lados e a gente vê logo tudo o que tem. Pepino não parece inreal?

      – Irreal.

      – Por que você acha?

      – Se diz assim.

      – Não, por que é que você também achou que pepino parece inreal? Eu também. A gente olha e vê um pouco do outro lado, é cheio de desenho bem igual, é frio na boca, faz barulho de um pouco de vidro quando se mastiga. Você não acha que pepino parece inventado?

      – Parece.

      – Onde foi inventado feijão com arroz?

      – Aqui.

      – Ou no árabe, igual que Pedrinho disse de outra coisa?

      – Aqui.

      – Na Sorveteria Gatão o sorvete é bom porque tem gosto igual da cor. Para você carne tem gosto de carne?

      – Às vezes.

      – Duvido! Só quero ver: da carne pendurada no açougue?!

      – Não.

      – E nem da carne que a gente fala. Não tem gosto de quando você diz que carne tem vitamina.

      – Não fala tanto, come.

      – Mas você está olhando desse jeito para mim, mas não é para eu comer, é porque você está gostando muito de mim, adivinhei ou errei?

      – Adivinhou. Come, Paulinho.

      – Você só pensa nisso. Eu falei muito para você não pensar só em comida, mas você vai e não esquece.

(LISPECTOR, Clarice. Para não esquecer. São Paulo, Círculo do livro, 1988. P. 122-124.)

No texto, estão presentes as formas “por que” e “porque”, na indagação “– Sabe por que parece chato?” pode-se afirmar que a forma utilizada é formada por
Alternativas
Q871618 Português
Disponível em: <http://castelodaalegria.blogspot.com.br/2015/04/blog-post_13.html>. [Adaptado]. Acesso em: 2 out. 2017.
De que forma a expressão “pru que”, no último quadrinho do Texto 3, deveria ser expressa na norma padrão escrita?
Alternativas
Q871498 Português
Texto 2

Disponível em: <https://wordsofleisure.com/tag/mafalda/page/2/>. [Adaptado]. Acesso em: 11 set. 2017.

Com base no Texto 2 e na norma padrão escrita, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Os termos “mas”, “porque”, “se” e “e” (primeiro, segundo, terceiro e quarto balões, respectivamente) funcionam como elementos coesivos para relacionar o dado posto como o dado novo. II. A conjunção adversativa “mas” (primeiro balão) pode ser substituída por “e” sem prejuízo de significação. III. As grafias “por que” e “porque” (primeiro e segundo balões, respectivamente) são diferentes porque a primeira ocorrência não está no início da frase e a segunda está. IV. O termo “se” (terceiro balão) desempenha a função de conjunção subordinativa causal.
Alternativas
Q871491 Português
Indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) de acordo com o Texto 1 e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
( ) O verbo “entreter” apresenta conjugação que pode levar ao erro à luz do padrão culto. ( ) A fala do sorveteiro pode ou não ser considerada um erro pela perspectiva da gramática normativa. ( ) O termo “mineirês” (linha 18) refere-se a uma variedade linguística típica de Minas Gerais. ( ) O texto trata do problema relacionado ao fato de o sorveteiro usar o verbo “entreter” com sentido equivocado. ( ) O que motivou a escrita do texto foi a saudade que o autor sentia da buzina do sorveteiro.
Alternativas
Respostas
2941: A
2942: A
2943: D
2944: B
2945: B
2946: B
2947: A
2948: C
2949: E
2950: C
2951: C
2952: D
2953: B
2954: E
2955: B
2956: E
2957: D
2958: C
2959: E
2960: E