Questões de Concurso
Comentadas sobre problemas da língua culta em português
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Em relação à acentuação gráfica das palavras, na Língua Portuguesa, considere as alternativas, a seguir, e assinale aquela que não cumpre as regras da Norma Culta:
Marque a alternativa em que ocorre o emprego correto de mal ou mau:
Texto 1.
Sono e envelhecimento
........... medida que a idade avança, é comum passar a “dormir com as galinhas”, deitando-se cada vez mais cedo e acordando antes de o sol nascer. Essa mudança no relógio biológico é natural e começa.......partir dos 40 anos. Segundo estudos publicados em revistas científicas americanas, os ciclos biológicos se adiantam em aproximadamente meia hora a cada década após a meia idade. Por isso, com 60 anos, é comum sentir sono algumas horas mais cedo, além de dormir um pouco menos. Ao longo da vida, também.............a tendência de tirar cada vez mais cochilos de menor duração.
Com o envelhecimento, é comum ter um sono mais leve e desenvolver algumas dificuldades para dormir. A aposentada Renata Santos, 65, começou a ter problemas com ansiedade quando fez 60 anos, o que afetou muito seu sono: “Fiz tratamento com psicóloga e resolveu pouco, então comecei a tomar remédios para dormir e para a ansiedade. Hoje, já cortei os medicamentos para dormir e só tomo meus chás.”
Estudos americanos estimam que entre 40% e 70% de adultos acima de 60 anos tenham problemas crônicos que atrapalham o sono. Para melhorar o sono de idosos, a organização SleepFoundation recomenda, além do tratamento médico para essas condições, ........... prática de exercícios leves e a criação de uma rotina que se encaixe nos novos horários de sono.
Manter um padrão de noites bem dormidas não afeta apenas a qualidade de vida, mas acumula efeitos positivos que são sentidos no corpo e na mente. Por outro lado, a insônia pode trazer consequências negativas ao longo da vida.............curto prazo, ela prejudica a memória recente e a concentração, e estimula a irritabilidade e a impulsividade................ longo prazo, afeta as memórias profundas e pode aumentar o risco de hipertensão, diabetes, aumento de gordura na corrente sanguínea e doenças cardiovasculares que, por sua vez, são fatores de risco para o desenvolvimento de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer e o Parkinson.
Estudos recentes publicados pelo American College of Cardiology também apontam que 8% das mortes podem ser atribuídas ..............complicações causadas pelo sono de baixa qualidade. Segundo a Associação Brasileira do Sono, cerca de 73 milhões de brasileiros sofrem com a insônia, que na maior parte das vezes é secundária, ou seja, um sintoma ou consequência de outro problema, como a ansiedade ou maus hábitos antes de dormir.
ND, 20 de setembro de 2023. Ano 17, no 5.458. Adaptado.
Assinale a alternativa em que o hífen está empregado de forma correta segundo a nova ortografia.
Considerando a ortografia das palavras dentro do Novo Acordo Ortográfico, assinale a alternativa abaixo em que todas as palavras estão grafadas corretamente.
Analise as afirmações a seguir:
I.Em "ESTA é a verdade: todos nós precisamos um dos outros", o pronome demonstrativo ESTA foi corretamente empregado.
II.Na frase "ATÉ que enfim você entendeu minha pergunta", a palavra ATÉ foi acentuada por ser um monossílabo tônico terminado em E.
III.Em "Luan Santana, cantor brasileiro, faz sucesso no gênero sertanejo universitário", as vírgulas foram usadas para isolar o aposto do restante da oração.
IV.Emprega-se o hífen quando o prefixo terminar em consoante e a segunda palavra começar com a mesma consoante: inter-regional, sub-bibliotecário e super-resistente.
Está CORRETO o que se afirma em:
Assinalar a alternativa em que a palavra sublinhada está empregada de forma CORRETA:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 41 a 47.
A escuta nas práticas de leitura
Mesmo antes do surgimento da escrita, o homem lia o mundo com o seu olhar, com suas experiências sensoriais. Utilizando-se da linguagem oral e das imagens, trocava ideias, refletindo sobre tudo o que o cercava. E, mesmo depois da invenção da escrita, continua utilizando-se da palavra oral e das imagens para fazer observações, construir conhecimentos, partilhar suas impressões sobre a vida e discutir as questões que ocorrem a sua volta.
A produção de sentidos a partir da leitura, seja pela criança, pelo leitor jovem ou adulto, está relacionada a vários elementos, entre os quais podemos destacar: o ambiente de leitura; a formação histórico-cultural do leitor; sua disposição pessoal para a leitura; as leituras anteriores feitas pelo leitor; a forma como a leitura é mediada etc.
Na escola, especificamente, as apropriações feitas pelo aluno são múltiplas, com diversas interpretações, valorizações que estão ligadas aos elementos mencionados, como também ao trabalho desenvolvido em sala de aula, na biblioteca, na totalidade da escola ou fora dela. A leitura com envolvimento proporciona uma simbiose entre o leitor e o livro, mas quando esta não é acompanhada e orientada pode não atingir os seus objetivos. Um sujeito que tem uma história de mediação afetivamente positiva com relação a essas práticas de leitura desenvolverá a capacidade de "ouvir" nas entrelinhas dos textos.
O livro Ouvir nas entrelinhas: o valor da escuta nas práticas de leitura, da pesquisadora argentina Cecilia Bajour, trata justamente dessas discussões sobre o papel do mediador e a qualidade de suas intervenções, tendo como propósito principal refletir sobre a escuta como vínculo pedagógico entre docentes e alunos em diversas práticas de leitura literária [...].
Para Bajour, a tarefa do professor é "escutar e se nutrir de leituras e saberes", a fim de descobrir como ocorre a construção de mundos com palavras e imagens. O mediador deve esboçar perguntas que instiguem a discussão, o pensamento sobre o lido. Para isso, entra a necessidade primeira de se conhecerem a fundo os textos que serão escolhidos. Somente assim tem-se uma escuta apurada no momento da conversa.
No primeiro capítulo do livro, a autora [...] discorre sobre a importância da escuta para o sucesso no trabalho com a leitura e enfatiza o papel do mediador como sujeito ativo na interlocução entre o texto e o leitor. Destaca, ainda, o potencial da conversação literária como possibilidade de mudança nos métodos tradicionais de leitura adotados na escola e aponta a seleção de textos como sendo um dos pilares no trabalho de formação de leitores [...].
No segundo capítulo, o texto debruça-se sobre a conversa literária como uma situação de ensino. A partir da análise de falas dos professores que participaram do curso de especialização em Literatura Infantil e Juvenil, a autora ressalta que diversas experiências relatadas mostraram a necessidade de um posicionamento crítico por parte dos professores a respeito da relação entre seleção de textos e teoria. Quanto mais esses mediadores conhecerem a respeito dos textos e das maneiras de lê-los, menos ficarão presos a receitas, esquemas, critérios fixos etc. no momento de fazer escolhas. Esses pontos de partida muitas vezes desprezam a importância do estético e propõem classificações e tipologias que deixam o literário e o artístico em segundo plano [...].
O título que introduz o terceiro capítulo traz uma indagação provocativa: "O que a promoção da leitura tem a ver com a escola?". Inicialmente, a autora tece críticas sobre algumas versões que são dadas ao conceito de "promoção", associando-o à ideia de "animação", "espetáculo", "show", que acabam deixando o livro e a leitura em segundo plano ou, em casos mais graves, nos quais eles quase não aparecem. Por outro lado, ela mostra-se a favor de muitas práticas artísticas ligadas ao campo da "promoção" que colocam a leitura e os livros como o centro das propostas. Artes como o teatro, a narração oral, o cinema e as canções podem oferecer novas possibilidades sempre que valorizam esteticamente os textos e os colocam em destaque.
Entretanto, Bajour não defende a desescolarização da leitura. De acordo com a autora, "não há motivo para que a responsabilidade da escola de propiciar aos alunos experiências culturais ricas e variadas seja concebida de forma apartada da responsabilidade de ensinar".
No quarto e último capítulo, a autora, no intuito de ampliar as discussões sobre as escolhas, trata da questão do cânone referente à literatura infantil. Ela propõe uma forma possível de mudar essa ideia de cânone, concebido como algo totalitário, sagrado, surdo e autorreferencial, que consagra os textos e define sua circulação. Bajour aponta que se deve pensar em um cânone que escute, que se ofereça ao diálogo, que se abra para a cultura que corre fora das instituições e que não se reduza a seus ditames.
A partir da leitura da obra, pode-se concluir que a literatura na escola deve se pautar em textos que possibilitem o desenvolvimento do senso crítico. Os alunos devem ser percebidos como leitores plurais e as mediações necessitam de critérios e ações capazes de levar o leitor iniciante a valorizar a leitura e a reconhecê-la como um processo de escuta que conduz a novos horizontes.
Retirado e adaptado de: Revista Presença Pedagógica. A escuta nas práticas de leitura. Editora Pulo do Gato. Disponível em: http://www.editorapulodogato.com.br/pagina.php?id=102 Acesso em: 05 nov., 2023.
Fonte: Revista Presença Pedagógica.
Assinale a alternativa que apresenta a regência correta, segundo a norma culta da língua portuguesa:
I. Todos sabem..............a natureza se encontra de luto. Mas poucos se interessam por consolá-la.
II. Matemática é uma matéria .............de Física? Cremos que sim, pois haja cálculos nas fórmulas das leis que estão sendo desvendadas.
III. Você terá uma vida melhor, .......harmônica ............segue as palavras do Mestre dos Mestres.
IV. Não leve a ............quando não corresponderem a seu amor, continue amando, esse é o caminho.
O nitrogênio (N) é um elemento químico necessário a todos os organismos vivos, _______ é essencial na síntese de proteínas, ácidos nucleicos e outros compostos. Contudo, nenhum ser vivo, com exceção de alguns microrganismos, tem a capacidade de aproveitar o Nitrogênio existente no ar. _______ isso acontece? O ________ é que, embora o nitrogênio constitua uma grande parte do ar que respiramos (78%), os vegetais não conseguem acessá-lo dessa forma, ________ nitrogênio atmosférico deve passar por um processo natural chamado fixação biológica de nitrogênio, realizado por bactérias. As mais famosas e utilizadas são as dos gêneros Rhizobium e Bradyrhizobium , que transformam o Nitrogênio em uma forma que pode ser usada na nutrição das plantas (Croplife, 2023).
Assinale a alternativa que correta e respectivamente preenche as lacunas no excerto:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 4.
UMA CAIXINHA DE SURPRESAS
(1º§) A vida é uma caixinha de surpresas, que nos vive pregando peças, às vezes boas e às vezes nem tão boas, às vezes ruins. Incrível também! Mas o importante é o que aproveitamos dela. É importantíssimo saber viver, porque a vida é uma dádiva! A vida sempre vale a pena, mesmo nos momentos em que desacreditamos disso.
(2º§) Vale a pena olhar o céu, as águas e respirar fundo por um segundo.
Vale a pena tudo o que conseguimos aprender, nada é por acaso, e nada é perdido, porque sempre aproveitamos algo.
(3º§) Mas o melhor da vida é a conquista dos amigos, as boas risadas, isso sem falar em gargalhadas não é?! Por isso que quero te dizer, sorria sempre, e sempre. Pois o sorriso é o melhor cartão de visita, de apresentação e de despedida.
(4º§) O sorriso é a melhor arma contra aqueles que não te querem bem, e o melhor remédio para aqueles que te amam! Espero que a sua vida seja repleta de sorrisos vindos do coração!
(Por Tiara Sales) − (Caixinha de Surpresas - Pensador) − (Adaptado)
Marque a alternativa com análise incorreta.
Leia o Texto I para responder às questões de 1 a 6.
TEXTO I
Curadoria de conteúdo e engajamento do aluno - uma jornada única
Daiana Rocha
Recentemente o site Época Negócios publicou um breve artigo mencionando que a curadoria é o novo marketing. O artigo traz exemplos de como grandes empresas, como Itaú, McDonalds e HBO, têm utilizado a curadoria como geração de conteúdo eficaz e propositivo. O mesmo artigo fala sobre como o ensino se tornou granular e como se encontra conteúdo sobre tudo nas redes e que cada vez mais diferentes tipos de influencers qualificam tais conteúdos.
Pois bem, se aprendemos o tempo todo e a curadoria já faz parte de áreas diversas como uma alternativa de se manter próximo da sociedade, por que não falar mais sobre como a curadoria de conteúdo educacional pode tornar o engajamento dos alunos mais significativo?
Como a curadoria de conteúdo influencia na jornada do aluno
A jornada de estudos de um aluno precisa ser única. Mas, para além disso, o aluno precisa enxergar as conexões que existem entre sua vida e a curadoria de conteúdo que permeia desde as redes sociais que consome, até o conteúdo educacional que descobre durante sua formação. Isso é possível; pode não ser fácil, mas possível é.
Não é fácil porque, como professores curadores, sabemos que precisamos atender objetivos de aprendizagem, competências, legislação e conteúdo programático. Tudo isso em um tempo específico determinado pelos currículos, que muitas vezes ainda seguem uma lógica de aprendizagem tradicional e linear.
Mas é possível, se enxergarmos tudo isso como um grande mapa. Como uma jornada única que conecta emoção e significado aos conteúdos que intercalam teoria e aplicabilidade à resolução de problemas reais.
Ou seja, a seleção do conteúdo precisa ser realizada atendendo as diretrizes educacionais. No entanto, o diferencial da curadoria vai além de selecionar conteúdo. Ela envolve também excluir o excesso de informação, dar evidência ao que é confiável e que vai além da sala de aula.
A jornada da curadoria de conteúdo que proporciona engajamento deve considerar:
- O perfil do aluno e a modalidade de ensino;
- A seleção do conteúdo de maneira objetiva e prática;
- A diversificação de formatos de conteúdo;
- A criação de trilhas de aprendizagem significativa, aplicada à realidade do mercado, da profissão.
Para isso, professores e gestores precisam estar conectados com todo o aparato tecnológico de que a IES dispõe, sejam bibliotecas virtuais, portais de objetos de aprendizagem, bancos de questões, laboratórios virtuais.
Saber utilizá-los e acessá-los é fundamental para a realização da curadoria, mas, principalmente, para a concepção da trilha de aprendizagem. E ela que vai conduzir os alunos na sua jornada de estudos antes, durante e após cada período letivo.
Quando a curadoria de conteúdo contempla etapas que cruzam credibilidade do conteúdo, aspectos pedagógicos da aprendizagem, tecnologia e inovação, estamos conectando a qualidade acadêmica com as exigências do mundo digital.
Portanto, cada vez mais precisamos discutir sobre os desafios da curadoria de conteúdo na área educacional. Dessa maneira, podemos preparar nossos professores para tal atividade e pensar em jornadas que levem os alunos para caminhos diferentes conforme suas escolhas.
Receber feedback de nossos alunos sobre o conteúdo curado, por fim, também se torna um requisito primordial para aperfeiçoar as trilhas e cada vez mais tornar a aprendizagem digital próxima da vivência de outras curadorias que consumimos no nosso dia a dia.
Disponível em: https://desafiosdaeducacao.com.br/curadoria-de-conteudo-e-engajamento-do-aluno/ (Adaptado). Acesso em: 8 jan 2023.
Assinale, entre as alternativas a seguir, aquela que apresenta uma proposta de reescritura de trecho do texto que não acarreta desvio à norma padrão.
Rita me abriu uma porta e chamou: “vem comigo”.
Por Martha Medeiros
01 Resumida história do jeans: durante ... Corrida do Ouro, na Califórnia, mineradores
02 precisavam de roupas fortes e duráveis, então o industrial Levi Strauss inventou calças em tecido
03 rústico, usando toldos de barracas e carroças. O molde veio de uma calça de marinheiro genovês,
04 daí a palavra “jeans”.
05 A partir de 1930, essas calças começaram a ser usadas em filmes de cowboy. Nos anos
06 1950, James Dean e Marylin Monroe aderiram, e o jeans tornou-se um símbolo de rebeldia,
07 popularizando-se entre os jovens. Nos anos 1960 e 1970, o movimento hippie consagrou-o.
08 Revolução concluída, o jeans foi adotado pela moda nos anos 1980, com estilistas lançando suas
09 próprias marcas.
10 O resumo da minha história: nasci com o gene da obediência. Fui uma menina mais calada
11 do que extrovertida, e ser livre virou um ideal. Um dia, ouvi um jingle que definia liberdade como
12 sendo uma calça velha, azul e desbotada. Comprei e não tirei mais do corpo. Na adolescência,
13 só faltava dormir com as calças da Lixo, famosas pela boca pata de elefante. ... despeito da
14 marca, eu chamava todas elas de calça Lee em vez de jeans.
15 Virou peça curinga de pessoas de todas as idades, classes, credos e cruz-credos: é da
16 natureza do jeans, a democracia. Um uniforme que convida ... autenticidade: pode-se usá-lo
17 com pedrarias ou rasgões, pérolas no pescoço ou dreadlock no cabelo.
18 Está nos brechós e nas vitrines da Avenue Montaigne. São tantos os estilos, que buscar
19 o modelo perfeito se tornou um estresse, mas depois de experimentar uns 30 no provador de
20 uma loja de departamentos, a gente acaba dando match com algum (essa sou eu, a que prefere
21 um jeans “zé-ninguém” aos de grife).
22 Comecei a escrever este texto _________ foi em 20 de maio de 1873 que Levi Strauss
23 patenteou o jeans, dando início ao seu bombástico sucesso. Há exatos 150 anos. Achei que cabia
24 o registro em crônica, e estava exatamente aqui, nos parágrafos finais, quando soube da morte
25 de Rita. Foi um flechaço: adeus. Parecia que eu tinha perdido uma amiga íntima. Fiquei sem
26 palavras, abandonei o computador e fui fazer meu luto. Só mais tarde voltei ao texto, perplexa
27 com a coincidência luminosa: Lee.
28 Minha mais importante Lee. A que me ensinou o que era liberdade para além dos refrões
29 de jingles, a que salvou a menina perdida, procurando se encontrar. Rita me abriu uma porta e
30 chamou, “vem comigo”, e fui com ela bailar, amar, gozar – e nunca mais me calei.
31 Se tive coragem para ser uma mulher independente, devo à Rita o empurrão e o caimento.
32 Agora é tratar de viver o daqui para frente, sobre o qual sei quase nada, apenas que, mesmo
33 que aos 90 anos, é de jeans que pretendo ser flagrada no final.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2023/05/rita-me-abriu-uma-porta-e-chamou-vem-comigo-clhtfxiuh008d0165t6g20fpv.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
A lacuna tracejada da linha 22 poderia ser corretamente preenchida por:
I. Porque.
II. Por que.
III. Pois.
Quais estão corretas?
Complete a frase abaixo:
As pessoas estavam ........... apreensivas sobre a bagunça após a festa, porém eles.............. vieram fazer a faxina.
Assinale a alternativa que completa corretamente a frase segundo a norma-padrão.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas no seguinte texto, observando a grafia, regência e acentuação das palavras.
_______água gelada não prende gordura no fígado?
Por dois motivos. O primeiro é a que a bebida nem passa por este órgão ao ser ingerida,________ o percurso natural é atravessar o esôfago e o estômago e ser absorvida pelas paredes do intestino delgado, de onde segue pela corrente sanguínea até chegar_______ rins. O segundo é que a gordura no fígado é resultante de fatores que nada ________ com a água, seja ela da temperatura que for.
Leia o texto e responda o que se pede no comando das questões:
IRACEMA VOOU (1998)
Chico Buarque
Iracema voou
Para América
Leva roupa de lã
E anda lépida
Vê um filme de quando em vez
Não domina o idioma inglês
Lava chão numa casa de chá
Tem saído ao luar
Com um mímico
Ambiciona estudar
Canto lírico
Não dá mole pia polícia
Se pude, vai ficando por lá
Tem saudade do Ceará
Mas não muita
Uns dias, afoita,
Me liga a cobrar.
- É Iracema da América.
A reescritura da frase não contempla a norma culta em:
Julgue o item subsequente.
Estão inadequadas as grafias dos termos destacados
em: “mau-acostumado”, “mal-humor” e “é um mau
necessário”.
Julgue o item que se segue.
Estão inadequadas as grafias dos termos destacados
em: “mau-acostumado”, “mal-humor” e “é um mau
necessário”.
Julgue o item a seguir.
Nas sentenças: “Certamente, choveu, porque o quintal
está molhado” e “O quintal está molhado porque choveu”,
a conjunção PORQUE, bem como as orações que ela
introduz, têm valor semântico e classificação sintática
diferentes.