Questões de Concurso Comentadas sobre problemas da língua culta em português

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Q1180688 Português

Nas opções a seguir há uma dupla grafia em um ou dois vocábulos.


Assinale a opção em que essa dupla grafia não é possível.

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Q1176909 Português
Assinale a alternativa em que a(s) forma(s) verbal(is) está(ão) de acordo com a norma culta.
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Q1176901 Português
Assinale a alternativa em que a construção do elo entre as orações está de acordo com a norma culta.
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Q1176898 Português
Assinale a alternativa em que o plural do substantivo não está de acordo com a norma culta.
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Q1176897 Português
Assinale a alternativa em que a concordância verbal não está de acordo com a norma culta.
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Q1164245 Português

Um dicionário de citações mostrava o seguinte pensamento de Napoleão Bonaparte: “Religião é um excelente meio de manter as pessoas comuns calmas”.


A inadequação da forma de escrever esse pensamento está em:

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Ano: 2016 Banca: Quadrix Órgão: CRO - PE Prova: Quadrix - 2016 - CRO - PE - Fiscal |
Q1143994 Português

Para responder à questão, leia o seguinte texto.

Alunos de odontologia suspendem atendimento em clínicas da UFPE

    Está suspenso o atendimento odontológico das clínicas-escola da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), localizadas no Campus de Recife da instituição, na Cidade Universitária, Zona Oeste da capital. O serviço foi paralisado porque os estudantes de Odontologia da UFPE interromperam as atividades por tempo indeterminado. Eles reclamam de problemas na infraestrutura do departamento.
    Os estudantes ainda realizaram um protesto no campus. Eles se juntaram aos técnico-administrativos, que estão em greve há três meses, e fecharam o acesso à universidade na BR-101. Depois, seguiram em passeata até a reitoria. Por volta das 10h, o movimento dos servidores dispersou, mas os universitários continuaram no prédio da reitoria e foram recebidos para uma reunião.
    De acordo com a UFPE, participaram do encontro a pró-reitora para assuntos acadêmicos, Ana Cabral; a pró-reitora de gestão administrativa, Paula Albuquerque; o assessor do reitor, professor Edmilson Lina; e a coordenadora do curso de Odontologia, Sílvia Jamele. Ainda segundo a UFPE, a reunião durou quase uma hora e meia. O resultado da negociação, no entanto, ainda não foi divulgado.
    Segundo os estudantes, faltam materiais de trabalho nas clínicas-escola. Equipamentos utilizados no atendimento à população também estariam quebrados ou sem manutenção. “Deflagramos uma greve estudantil porque faltam condições mínimas de trabalho. Falta material, manutenção de equipamentos, professores e qualidade de infraestrutura. E isso está inviabilizando todo e qualquer possível atendimento na universidade”, reclama Alex Machado, presidente do Diretório Acadêmico (DA) de Odontologia da UFPE.
    O Diretório calcula que cerca de três mil pessoas são atendidas por mês nas clínicas-escola. Por isso, os pacientes, vindos sobretudo da população mais carente do Grande Recife, também serão muito afetados pela decisão. “Deixaremos de atender três mil pacientes por mês por falta de condições”, reconhece o presidente do DA.
    Os estudantes explicam que a atuação profissional nas clínicas-escola faz parte da formação de Odontologia oferecida pela UFPE. O atendimento é feito pelos universitários em parceria com os professores da instituição a partir do 5º período do curso. Eles atendem casos de urgência, fazem o atendimento básico e também realizam tratamentos especializados, como os de portadores de síndromes raras e portadores de doenças infectocontagiosas. “Alguns pacientes vêm de até 500 quilômetros de distância porque alguns desses serviços não são oferecidos nem nos serviços privados”, fala Alex.
    Segundo o Diretório Acadêmico, a suspensão do atendimento foi acordada em assembleia. A decisão teria sido comunicada à diretoria do Departamento de Odontologia da UFPE, mas, segundo os estudantes, nenhum responsável pelo setor se pronunciou sobre o assunto. Os universitários panfletaram no Campus de Recife para explicar o movimento à população e também participaram do protesto organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais de Pernambuco (Sintufepe) para lembrar os três meses de greve dos servidores da instituição.

(g1.globo.com)

Assinale a alternativa que contenha um verbo que poderia substituir, sem grandes prejuízos para o sentido original, o verbo "deflagramos" (em destaque no texto), no entanto com transposição para a voz passiva, em respeito à Norma Culta Padrão.
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Q1130376 Português
Desacelerar desde cedo – seria hora de ensinar meditação para as crianças?
Daniel Martins de Barros

    1. A meditação ensina a acalmar a mente, escapando da aceleração que tanto nos cerca. Por que não ensiná-la desde cedo para as crianças?
    2. A prática da meditação tem sido cada vez mais estudada e seus benefícios comprovados. Isso é tão difundido que nem seria preciso dizer que ela promove redução do estresse, melhora da função imunológica, aumento da compaixão, redução da pressão arterial, aumento das emoções positivas, redução da ansiedade, melhora na concentração, a lista é grande. Por outro lado, embora esteja presente na humanidade há milênios, na maioria das vezes é bem difícil iniciar exercícios de meditação, sobretudo para nós, ocidentais. Acalmar a mente não é conosco.
    3. Como os efeitos positivos no controle da ansiedade são claros, com frequência indico a prática para meus pacientes com transtornos ansiosos como uma medida adjuvante aos medicamentos, terapias ou atividades físicas. E invariavelmente me deparo com a dificuldade que as pessoas demonstram só de pensar em meditar. Numa dessas consultas, conversando com uma paciente, comentei que meditação poderia ser ensinada nas escolas: as crianças têm muito mais facilidade de desenvolver determinadas habilidades, e via de regra não estão ainda tão aceleradas como os adultos. Além disso, como a capacidade de se focar e manter a atenção é uma habilidade cada vez mais rara – mas indispensável para a educação – elas ainda ganhariam qualidade de estudo. Que gênio! Por que ninguém pensou nisso antes?
    4. Claro que já pensaram. Fui atrás de mais informação, e me deparei com uma revisão sistemática da literatura científica publicada em 2015, reunindo os estudos mais consistentes. Descobri que em vários países já há programas para incluir a meditação no currículo escolar. Segundo os dados levantados, que somando todos os estudos alcançava 1797 alunos, existem resultados positivos consistentes em diversos parâmetros. Maior bem-estar entre os estudantes, menos ansiedade, melhora no autocontrole emocional foram alguns dos benefícios comprovados, em maior ou menor grau. Melhora também nas funções cognitivas, notadamente a atenção, foi encontrada, embora não tenham sido atestados expressivos ganhos rendimento escolar até o momento.
    5. Várias técnicas foram utilizadas nesses diversos experimentos, mas praticamente toda meditação se baseia em três princípios: 1 – manter o foco num único estímulo (um som, uma imagem, um pensamento, os imputs sensoriais, a respiração etc.); 2 – perceber quando surgem distrações, e tranquilamente se desligar delas; 3 – retornar o foco para o estímulo escolhido. Embora muitas remetam a tradições orientais, místicas etc., esses princípios são totalmente independentes de crenças ou religiões, e fazem todo sentido: nossa mente vaga inquieta por um sem número de pensamentos, ruminações, preocupações, dando origem a emoções de toda espécie, muitas vezes negativas e prejudiciais. Meditar nada mais é do que aquietar a mente, impedindo-a de entrar nesse turbilhão descontrolado de pensamentos – daí a redução do estresse, melhora da atenção e assim por diante.
    6. Educar é preparar as crianças para a vida, fornecendo-lhes conhecimentos, competências e habilidades. Além de ensinar a raciocinar, a ler e fazer contas, a escola também as prepara – formalmente ou não – para estabelecer relações, gerenciar conflitos, fazer escolhas. Da mesma forma como lhes damos educação física – considerando que o uso do corpo pode e deve ser aprimorado para uma vida mais plena – por que não lhes dar também uma educação mental?
    7. Para além de qualquer ideologia, religião ou crença, diante dos resultados consistentes que vêm surgindo, fornecer às pessoas desde cedo uma habilidade mental para lidar com os desafios que irão enfrentar pode fazer muito sentido numa sociedade cada vez mais inquieta.
Adaptado de: http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/desacelerar-desde-cedo-seria-hora-de-ensinar-meditacao-para-criancas/.
Acesso em: 23 de março de 2016. 
Sobre o trecho “Que gênio! Por que ninguém pensou nisso antes?”, é correto afirmar que
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Q1122130 Português
Casa de pensão
         João Coqueiro, quando saiu do Hotel dos Príncipes na manhã do almoço, ia preocupado [...] e correu logo para casa.
           Ao chegar foi direto à mulher [...]
      – Sabes? disse ele, sem transição, assentando-se ao rebordo da cama. – É preciso arranjarmos cômodo para um rapaz que há de vir por aí domingo. [...]
      – É um achado precioso! Ainda não há dois meses que chegou do Norte, anda às apalpadelas! Estivemos a conversar por muito tempo: - é filho único e tem a herdar uma fortuna! [...]
         Mme. Brizard escutava, sem despregar os olhos de um ponto, os pés cruzados e com uma das mãos apoiando-se no espaldar da cama.
       – Ora, continuou o outro gravemente. – Nós temos de pensar no futuro de Amelinha... ela entrou já nos vinte e três!... se não abrirmos os olhos... adeus casamento!
      – Mas daí... perguntou a mulher, fugindo a participar da confiança que o marido revelava naquele plano.
        – Daí – é que tenho cá um palpite! explicou ele. – Não conheces o Amâncio!... A gente leva-o para onde quiser!... Um simplório, mas o que se pode chamar um simplório.
       Mme. Brizard fez um gesto de dúvida. – Afianço-te, volveu Coqueiro – que, se o metermos em casa e se conduzirmos o negócio com um certo jeito, não lhe dou três meses de solteiro!
[...]
    – Negócio decidido! A questão é arranjar-lhe o cômodo, e já! Tu – fala com franqueza à Amelinha; a mim não fica bem... [...]
      Nessa mesma tarde Mme. Brizard entendeu-se com a cunhada. Falou-lhe sutilmente no “futuro”, disse-lhe que “uma menina pobre, fosse quanto fosse bonita, só com muita habilidade e alguma esperteza poderia apanhar um marido rico”.
[...]
       Amélia riu, concentrou-se um instante e prometeu fazer o que estivesse no seu alcance, para agradar ao tal sujeitinho.
       Ardia, com efeito, por achar marido, por se tornar dona de casa. A posição subordinada de menina solteira não se compadecia com a sua idade e com as desenvolturas do seu espírito. Graças ao meio em que se desenvolveu, sabia perfeitamente o que era pão e o que era queijo; por conseguinte as precauções e as reservas, que o irmão tomava para com ela, faziam-na sorrir. 
       Às vezes tinha vontade de acabar com isso. “Que diabo significavam tais cautelas?... Se a supunham uma toleirona, enganavam-se – ela era muito capaz de os enfiar a todos pelo ouvido de uma agulha!”
      – Agora, por exemplo, neste caso do tal Amâncio, que custava ao Coqueiro explicar-se com ela francamente?...[...] Mas, não senhor! – meteu-se nas encolhas e entregou tudo nas mãos da mulher!
[...]
       E Amélia, quanto mais refletia no caso, tanto mais se revoltava contra a reserva do irmão.
      – Ele já a devia conhecer melhor! pelo menos já devia saber que aquela que ali estava era incapaz de cair em qualquer asneira; aquela não “dava ponto sem nó”. Outra, que fosse, quanto mais – ela, que conhecia os homens, como quem conhece a palma das próprias mãos! – Ela, que vira de perto, com os seus olhos de virgem, toda a sorte de tipos! – ela, que lhes conhecia as manhas, que sabia das lábias empregadas pelos velhacos para obter o que desejam e o modo pelo qual se portam [...]! – Ela! tinha graça!
  
AZEVEDO, Aluísio. . São Paulo: Ática, 1992, p.71-73. (Fragmento).

Vocabulário:
Meteu-se nas encolhas:calou-se.

Do ponto de vista da norma culta, a única substituição que poderia ser feita, sem alteração de valor semântico e linguístico, seria:
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Q1115307 Português

                                  História de passarinho


      Um ano depois os moradores do bairro ainda se lembravam do homem de cabelo ruivo que enlouqueceu e sumiu de casa.

      Ele era um santo, disse a mulher abrindo os braços. E as pessoas em redor não perguntaram nada e nem era preciso, perguntar o que se todos já sabiam que era um bom homem que de repente abandonou casa, emprego no cartório, o filho único, tudo. E se mandou Deus sabe para onde.

      Só pode ter enlouquecido, sussurrou a mulher, e as pessoas tinham que se aproximar inclinando a cabeça para ouvir melhor. Mas de uma coisa estou certa, tudo começou com aquele passarinho, começou com o passarinho. Que o homem ruivo não sabia se era um canário ou um pintassilgo. Ô, Pai! caçoava o filho, que raio de passarinho é esse que você foi arrumar?!

      O homem ruivo introduzia o dedo entre as grades da gaiola e ficava acariciando a cabeça do passarinho que por essa época era um filhote todo arrepiado, escassa a plumagem de um amarelo-pálido com algumas peninhas de um cinza-claro.

      Não sei, filho, deve ter caído de algum ninho, peguei ele na rua, não sei que passarinho é esse.

      O menino mascava chicle. Você não sabe nada mesmo, Pai, nem marca de carro, nem marca de cigarro, nem marca de passarinho, você não sabe nada.

      Em verdade, o homem ruivo sabia bem poucas coisas. Mas de uma coisa ele estava certo, é que naquele instante gostaria de estar em qualquer parte do mundo, mas em qualquer parte mesmo, menos ali. Mais tarde, quando o passarinho cresceu, o homem ruivo ficou sabendo também o quanto ambos se pareciam, o passarinho e ele.

      Ai!, o canto desse passarinho, queixava-se a mulher. Você quer mesmo me atormentar, Velho. O menino esticava os beiços tentando fazer rodinhas com a fumaça do cigarro que subia para o teto, Bicho mais chato, Pai, solta ele.

      Antes de sair para o trabalho, o homem ruivo costumava ficar algum tempo olhando o passarinho que desatava a cantar, as asas trêmulas ligeiramente abertas, ora pousando num pé ora noutro e cantando como se não pudesse parar nunca mais. O homem então enfiava a ponta do dedo entre as grades, era a despedida e o passarinho, emudecido, vinha meio encolhido oferecer-lhe a cabeça para a carícia. Enquanto o homem se afastava, o passarinho se atirava meio às cegas contra as grades, fugir, fugir. Algumas vezes, o homem assistiu a essas tentativas que deixavam o passarinho tão cansado, o peito palpitante, o bico ferido. Eu sei, você quer ir embora, você quer ir embora, mas não pode ir, lá fora é diferente e agora é tarde demais. A mulher punha-se então a falar, e falava uns cinquenta minutos sobre as coisas todas que quisera ter e que o homem ruivo não lhe dera, não esquecer aquela viagem para Pocinhos do Rio Verde e o trem prateado descendo pela noite até o mar. Esse mar que, se não fosse o pai (que Deus o tenha!), ela jamais teria conhecido, porque em negra hora se casara com um homem que não prestava para nada. Não sei mesmo onde estava com a cabeça quando me casei com você, Velho.

      Ele continuava com o livro aberto no peito, gostava muito de ler. Quando a mulher baixava o tom de voz, ainda furiosa (mas sem saber mais a razão de tanta fúria), o homem ruivo fechava o livro e ia conversar com o passarinho que se punha tão manso que se abrisse a portinhola poderia colhê-lo na palma da mão. Decorridos os cinquenta minutos das queixas, e como ele não respondia mesmo, ela se calava, exausta. Puxava-o pela manga, afetuosa, Vai, Velho, o café está esfriando, nunca pensei que nesta idade avançada eu fosse trabalhar tanto assim. O homem ia tomar o café. Numa dessas vezes, esqueceu de fechar a portinhola e quando voltou com o pano preto para cobrir a gaiola (era noite) a gaiola estava vazia. Ele então sentou-se no degrau de pedra da escada e ali ficou pela madrugada, fixo na escuridão. Quando amanheceu, o gato da vizinha desceu o muro, aproximou-se da escada onde estava o homem ruivo e ficou ali estirado, a se espreguiçar sonolento de tão feliz. Por entre o pelo negro do gato desprendeu-se uma pequenina pena amarelo-acinzentada que o vento delicadamente fez voar. O homem inclinou-se para colher a pena entre o polegar e o indicador. Mas não disse nada, nem mesmo quando o menino, que presenciara a cena, desatou a rir, Passarinho burro! Fugiu e acabou aí, na boca do gato?

      Calmamente, sem a menor pressa, o homem ruivo guardou a pena no bolso do casaco e levantou-se com uma expressão tão estranha que o menino parou de rir para ficar olhando. Repetiria depois à Mãe. Mas ele até que parecia contente, Mãe, juro que o Pai parecia contente, juro! A mulher então interrompeu o filho num sussurro, Ele ficou louco.

       Quando formou-se a roda de vizinhos, o menino voltou a contar isso tudo, mas não achou importante contar aquela coisa que descobriu de repente: o Pai era um homem alto, nunca tinha reparado antes como ele era alto. Não contou também que estranhou o andar do Pai, firme e reto, mas por que ele andava agora desse jeito? E repetiu o que todos já sabiam, que quando o Pai saiu, deixou o portão aberto e não olhou para trás.

(TELLES, Lygia Fagundes. Invenção e memória. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.)

Dentre as alterações sugeridas para o trecho destacado a seguir, há correção gramatical em (desconsidere a alteração de sentido): “Em verdade, o homem ruivo sabia bem poucas coisas.” (7º§)
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Q1113411 Português
Assinale a alternativa que apresenta erro, segundo a norma padrão da língua portuguesa.
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Q1111052 Português

                    Nossa cultura conferiu valor absoluto ao espírito científico


       A nossa cultura, a partir do chamado Século das Luzes (1715-1789), aplicou de forma rigorosa a compreensão de René Descartes (1596-1650) de que o ser humano é “senhor e mestre” da natureza, podendo dispor dela ao seu bel-prazer. Conferiu um valor absoluto à razão e ao espírito científico.

      Com isso, se fecharam muitas janelas do espírito que permitem também um conhecimento, sem necessariamente passar pelos cânones racionais. O que mais foi marginalizado e até difamado foi o coração, órgão da sensibilidade e do universo das emoções, sob o pretexto de que ele atrapalharia “as ideias claras e distintas” (Descartes) do olhar científico. Assim surgiu um saber sem coração, mas funcional ao projeto da modernidade, que era – e continua sendo – o de fazer do saber um poder como forma de dominação da natureza, dos povos e das culturas.

      Curiosamente, toda a epistemologia moderna, que incorpora a mecânica quântica, a nova antropologia, a filosofia fenomenológica e a psicologia analítica, tem mostrado que todo conhecimento vem impregnado das emoções do sujeito e que sujeito e objeto estão indissoluvelmente vinculados, às vezes por interesses escusos (J. Habermas).

      Foi a partir de tais constatações e com a experiência desapiedada das guerras modernas que se pensou no resgate do coração. Finalmente, é nele que reside o amor, a simpatia, a compaixão, o sentido de respeito, base da dignidade humana e dos direitos inalienáveis.

      Isso que nos parece novo e uma conquista – os direitos do coração – era o eixo da grandiosa cultura maia na América Central, particularmente na Guatemala. Como não passaram pela circuncisão da razão moderna, guardaram fielmente suas tradições, que provêm dos avós, ao largo das gerações.

      Participei várias vezes de celebrações maias, sempre ao redor do fogo. Começam invocando o coração dos ventos, das montanhas, das águas, das árvores e dos ancestrais. Fazem suas invocações no meio de um incenso nativo perfumado e produtor de muita fumaça.

      Ouvindo-os falar das energias da natureza e do universo, parecia-me que sua cosmovisão era muito afim, guardadas as diferenças de linguagem, da física quântica. Tudo para eles é energia e movimento entre a formação e a desintegração que conferem dinamismo ao universo. Eram exímios matemáticos e haviam inventado o número zero. Seus cálculos do curso das estrelas se aproximam em muito aos que alcançamos com os modernos telescópios.

      Dizem que tudo o que existe nasceu do encontro amoroso de dois corações, o do céu e o da Terra, que é um ser vivo que sente, intui, vibra e inspira os seres humanos. Estes são os “filhos ilustres, indagadores e buscadores da existência”, afirmações que nos lembram Martin Heidegger.

      A essência do ser humano é o coração, que deve ser cuidado para ser afável, compreensivo e amoroso. Toda a educação que se prolonga ao largo da vida é para cultivar a dimensão do coração. Os irmãos de La Salle mantêm, na capital guatemalteca, um imenso colégio, onde jovens maias vivem na forma de internato bilíngue, no qual se recupera e sistematiza a cosmovisão maia, ao mesmo tempo em que assimilam e combinam saberes ancestrais com os modernos saberes, especialmente os ligados à agricultura e a relações respeitosas com a natureza.

      Apraz-me concluir com um texto que uma mulher sábia me repassou no fim de um encontro com indígenas maias. “Quando tens que escolher entre dois caminhos, pergunta-te qual deles tem coração. Quem escolhe o caminho do coração, jamais se equivocará.” (Popol Vuh)

(Leonardo Boff. Disponível em: http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/leonardo-boff/nossa-cultura-conferiu-valor-absoluto-aoesp%C3%ADrito-cient%C3%ADfico-1.1238115. Acesso em: 19/05/2016.)

Eram exímios matemáticos e haviam inventado o número zero.” (7º§) No trecho em destaque, o verbo haver foi corretamente empregado. Assinale a alternativa correta em relação ao uso do verbo haver.
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Q1111049 Português

                    Nossa cultura conferiu valor absoluto ao espírito científico


       A nossa cultura, a partir do chamado Século das Luzes (1715-1789), aplicou de forma rigorosa a compreensão de René Descartes (1596-1650) de que o ser humano é “senhor e mestre” da natureza, podendo dispor dela ao seu bel-prazer. Conferiu um valor absoluto à razão e ao espírito científico.

      Com isso, se fecharam muitas janelas do espírito que permitem também um conhecimento, sem necessariamente passar pelos cânones racionais. O que mais foi marginalizado e até difamado foi o coração, órgão da sensibilidade e do universo das emoções, sob o pretexto de que ele atrapalharia “as ideias claras e distintas” (Descartes) do olhar científico. Assim surgiu um saber sem coração, mas funcional ao projeto da modernidade, que era – e continua sendo – o de fazer do saber um poder como forma de dominação da natureza, dos povos e das culturas.

      Curiosamente, toda a epistemologia moderna, que incorpora a mecânica quântica, a nova antropologia, a filosofia fenomenológica e a psicologia analítica, tem mostrado que todo conhecimento vem impregnado das emoções do sujeito e que sujeito e objeto estão indissoluvelmente vinculados, às vezes por interesses escusos (J. Habermas).

      Foi a partir de tais constatações e com a experiência desapiedada das guerras modernas que se pensou no resgate do coração. Finalmente, é nele que reside o amor, a simpatia, a compaixão, o sentido de respeito, base da dignidade humana e dos direitos inalienáveis.

      Isso que nos parece novo e uma conquista – os direitos do coração – era o eixo da grandiosa cultura maia na América Central, particularmente na Guatemala. Como não passaram pela circuncisão da razão moderna, guardaram fielmente suas tradições, que provêm dos avós, ao largo das gerações.

      Participei várias vezes de celebrações maias, sempre ao redor do fogo. Começam invocando o coração dos ventos, das montanhas, das águas, das árvores e dos ancestrais. Fazem suas invocações no meio de um incenso nativo perfumado e produtor de muita fumaça.

      Ouvindo-os falar das energias da natureza e do universo, parecia-me que sua cosmovisão era muito afim, guardadas as diferenças de linguagem, da física quântica. Tudo para eles é energia e movimento entre a formação e a desintegração que conferem dinamismo ao universo. Eram exímios matemáticos e haviam inventado o número zero. Seus cálculos do curso das estrelas se aproximam em muito aos que alcançamos com os modernos telescópios.

      Dizem que tudo o que existe nasceu do encontro amoroso de dois corações, o do céu e o da Terra, que é um ser vivo que sente, intui, vibra e inspira os seres humanos. Estes são os “filhos ilustres, indagadores e buscadores da existência”, afirmações que nos lembram Martin Heidegger.

      A essência do ser humano é o coração, que deve ser cuidado para ser afável, compreensivo e amoroso. Toda a educação que se prolonga ao largo da vida é para cultivar a dimensão do coração. Os irmãos de La Salle mantêm, na capital guatemalteca, um imenso colégio, onde jovens maias vivem na forma de internato bilíngue, no qual se recupera e sistematiza a cosmovisão maia, ao mesmo tempo em que assimilam e combinam saberes ancestrais com os modernos saberes, especialmente os ligados à agricultura e a relações respeitosas com a natureza.

      Apraz-me concluir com um texto que uma mulher sábia me repassou no fim de um encontro com indígenas maias. “Quando tens que escolher entre dois caminhos, pergunta-te qual deles tem coração. Quem escolhe o caminho do coração, jamais se equivocará.” (Popol Vuh)

(Leonardo Boff. Disponível em: http://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/leonardo-boff/nossa-cultura-conferiu-valor-absoluto-aoesp%C3%ADrito-cient%C3%ADfico-1.1238115. Acesso em: 19/05/2016.)

Em “Os irmãos de La Salle mantêm, na capital guatemalteca, um imenso colégio, onde jovens maias vivem na forma de internato bilíngue,...” (9º§), o termo “onde” foi corretamente empregado. Assinale a alternativa em que esse uso está INCORRETO.
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Q1108671 Português

Número de devedores cresce 3,12% em um ano,

mas aumento é o menor desde 2010

O número de consumidores com débitos em atraso cresceu 3,12% em janeiro deste ano em comparação com igual mês do ano passado, na menor variação anual para meses de janeiro desde 2010, quando a pesquisa começou. Com relação a dezembro, houve alta de 0,15%, segundo o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), que divulgaram os dados hoje.

Atualmente, existem cerca de 54,6 milhões de consumidores inscritos em serviços de proteção ao crédito no país. A maior parte dos devedores em atraso em janeiro de 2015 eram pessoas com idade entre 30 e 39 anos. Em seguida, vieram os devedores que tinham de 40 a 49 anos, que representavam 19,38% do total em janeiro; os que tinham de 50 a 64 anos (17,03%); os que estavam na faixa de 25 a 29 anos (13,9%) e os de 18 a 24 anos (9,97%).

Quanto ao número de dívidas, houve alta de 2,4% em janeiro passado, na comparação com o mesmo mês de 2014. A média de dívidas para cada consumidor inadimplente ficou em 2,074. Os segmentos que mais registraram aumento no volume de dívidas dos consumidores foram as empresas de comunicação, que prestam serviços de telefonia, TV a cabo e internet (alta de 9,84%) e as concessionárias de água e luz (8,35%). No segmento do comércio, houve retração de 0,54% no número de dívidas.

Para economistas do SPC Brasil, “o ritmo de desaceleração da inadimplência, observado desde junho de 2014, não encontra como explicação principal uma conjuntura econômica positiva, mas um contexto de fraca atividade econômica combinada com a freada na tomada de empréstimos”.

Maior parte da inadimplência se refere a dívidas antigas

A maior parte das dívidas não pagas em janeiro deste ano eram débitos antigos, segundo dados divulgados hoje pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL). Entre as dívidas computadas, 40,78% se referiam a atrasos entre um ano e três anos, e 30,22% eram atrasos de três anos a cinco anos. Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, isso ocorre porque o consumidor passa a acreditar que não conseguirá mais quitar o débito.

“Ele acha que a dívida é impagável. Mas não é, depende de acordo entre o credor e o devedor”, avalia. Marcela informou ainda que a quantidade de consumidores com débitos em atraso - estimada em 54,6 milhões de pessoas pelo SPC - corresponde a 38% da população maior de 18 anos do Brasil. Cálculo feito, segundo ela, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento do SPC Brasil mostrou também que quase metade das dívidas em atraso no mês de janeiro era com o segmento bancário. Os segundo e o terceiro setores com maiores volumes de débitos foram comércio e comunicação.

Marcela Kawauti reiterou a avaliação da CNDL e do SPC Brasil de que a estabilização da inadimplência dos brasileiros está ligada à desaceleração da atividade econômica e redução do estoque de crédito. Segundo ela, “a base de crédito da economia perde força e a inadimplência cai”.

AGÊNCIA BRASIL. Número de devedores cresce 3,12% em

um ano, mas aumento é o menor desde 2010. 4 nov. 2015.

IstoÉ. Disponível em: <http://zip.net/bjsbwf>.

Acesso em: 13 out. 2015 (Adaptação).

De acordo com a norma padrão:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: Prefeitura de Uberaba - MG Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Serviços Públicos - Analista de Recursos Humanos | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Serviços Públicos - Assistente Social | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Saúde IV - Enfermeiro Padrão | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Saúde V - Dentista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Analista de Auditoria Regularização e Fiscalização da Saúde - Farmacêutico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Analista de Auditoria Regularização e Fiscalização da Saúde - Direito | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Analista de Auditoria Regulação e Fiscalização da Saúde - Médico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Analista de Auditoria Regulação e Fiscalização da Saúde - Odontólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Serviços Públicos - Educador Social | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Serviços Públicos - Jornalista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Serviços Públicos - Secretário Executivo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Professor - Ciências | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Professor - Educação Física | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Professor - História | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Professor - Informática | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Professor - Inglês | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Professor - Geografia | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Professor - Português | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Professor - Matemática |
Q1107665 Português

Considerando a norma padrão, analise as orações a seguir.


I. Clarice e Suzana acham que este é o caminho. Elas tem razão.

II. Em Gramado, a temperatura chegou a zero graus.

III. Ela mesma fez os reparos em casa.

IV. Susana chegou há dois dias e voltará daqui há duas semanas.


Estão INCORRETAS as orações:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: Prefeitura de Uberaba - MG Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Serviços Públicos - Analista de Recursos Humanos | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Serviços Públicos - Assistente Social | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Saúde IV - Enfermeiro Padrão | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Saúde V - Dentista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Analista de Auditoria Regularização e Fiscalização da Saúde - Farmacêutico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Analista de Auditoria Regularização e Fiscalização da Saúde - Direito | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Analista de Auditoria Regulação e Fiscalização da Saúde - Médico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Analista de Auditoria Regulação e Fiscalização da Saúde - Odontólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Serviços Públicos - Educador Social | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Serviços Públicos - Jornalista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Serviços Públicos - Secretário Executivo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Professor - Ciências | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Professor - Educação Física | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Professor - História | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Professor - Informática | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Professor - Inglês | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Professor - Geografia | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Professor - Português | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Professor - Matemática |
Q1107656 Português

Leia o e-mail a seguir, enviado por um funcionário ao seu setor de trabalho.


Boa tarde,

segue em anexo o relatório da última reunião e a sua ata.

Se houverem dúvidas estou a disposição.

Atenciosamente.


Assinale a alternativa em que a reescrita desse e-mail está adequada à norma padrão.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: Prefeitura de Uberaba - MG Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Serviços Públicos - Analista de Direito | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Saúde I - Nutricionista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Saúde I - Psicólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Saúde I - Veterinário | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Saúde II - Dentista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Saúde II - Endodontia | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Saúde II - Periodontia | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Saúde I - Assistente Social | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Saúde I - Biólogo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Saúde II - Buco Maxilo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Saúde I - Farmacêutico | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Serviços Públicos - Analista de O&M | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Saúde I - Enfermeiro Padrão | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Especialista de Serviços Públicos - Nutricionista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2016 - Prefeitura de Uberaba - MG - Professor - Educação Básica |
Q1107625 Português

A partir da norma padrão, analise as orações a seguir.


I. De qualquer ângulo, todos vêm as mesmas coisas.

II. As pixações que vimos se apagaram com o tempo.

III. Eles mesmos fizeram a correção do trabalho?


Estão INCORRETAS as orações:

Alternativas
Q1107505 Português

Analise as orações a seguir.


I. Porque não se senta? Ainda vamos demorar um pouco.

II. Não quer se sentar, por quê?

III. Elisa não veio à aula porque está doente.

IV. Eles se separaram, mas não sei bem o por quê.

V. Expliquem por que estamos aqui.

VI. As cidades por que passamos estavam desertas.


De acordo com a norma padrão, estão CORRETAS as orações:

Alternativas
Q1104295 Português

Associe seus conhecimentos gramaticais ao texto publicitário abaixo e analise as afirmações a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

1- O vocábulo “SÓ” significa “sozinho” e assume a função de advérbio.

2- A forma nominal “A GENTE” denota o emprego da língua coloquial.

3- O emprego do “POR QUE” está inadequado à grafia e à função de causa.

4- A forma reduzida do verbo “ESTAR” em “TÁ” aproxima a língua do povo.

5- A expressão “COROA” remete à função de rainha que a mãe ocupa no lar.

Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q1104293 Português
Assinale o período com grafia inteiramente CORRETA:
Alternativas
Respostas
2901: E
2902: C
2903: B
2904: D
2905: C
2906: E
2907: D
2908: C
2909: A
2910: B
2911: C
2912: D
2913: B
2914: A
2915: B
2916: C
2917: A
2918: C
2919: C
2920: C