Questões de Concurso Sobre preposições em português

Foram encontradas 2.968 questões

Q1735214 Português
Assinale a alternativa que apresenta o termo retirado do trecho abaixo responsável por exigir a preposição sublinhada, devido à sua regência: “Advogados brasileiros têm até 5 de fevereiro para se candidatar ao intercâmbio oferecido pelo ‘Bar Council of England & Wales’ e pela ‘Law Society of England & Wales’...” (Adaptado de Jusbrasil, 15/01/2018)
Alternativas
Q1734633 Português

As questões de 01 a 10 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.



A palavra “as” (linha 9) retirada do texto é classificada morfologicamente como:
Alternativas
Q1732881 Português
Assinale a alternativa em que a frase apresenta locução prepositiva.
Alternativas
Q1732053 Português
“Que quer o senhor?”. Assinale a alternativa que corresponda à função morfológica da palavra destacada:
Alternativas
Q1729433 Português
Assinale a alternativa correta, segundo o padrão culto de língua:
Alternativas
Q1729374 Português
A pessoa que conheço não é esta e sim a que está lá. O a na frase tem função:
Alternativas
Q1728821 Português
A partícula “que” presente na linha 16 exerce função morfológica de:
Alternativas
Q1727002 Português
INSTRUÇÃO: As questões de nº 21 a nº 28 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la. 

(TEXTO)
1.png (408×361)

Assinale a alternativa que apresenta o termo retirado do trecho abaixo responsável por exigir a preposição sublinhada, devido à sua regência:

“A tendência de queda na taxa de fecundidade está levando à redução[...]” (linhas 2 a 4)

Alternativas
Q1726772 Português

Atenção: considere o texto abaixo para responder a questão.



O verbo “acusar”, no que se refere à sua predicação verbal, é classificado pela Gramática Tradicional como bitransitivo. No entanto, no texto, a forma verbal “acuso” (linha 37) foi utilizada sem seus complementos explícitos. Marque a opção que justifica CORRETAMENTE o emprego da forma verbal.
Alternativas
Q1725839 Português
Assinale a alternativa INCORRETA, segundo o padrão culto de língua:
Alternativas
Q1724582 Português

INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.


(TEXTO)



Instrução: Observe a seguir o trecho retirado do Texto e responda à questão.


“Dois cientistas do Centro de Astrofísica de Harvard acreditam que o ‘Oumuamua’, [...]” (linhas 1 e 2)


A partícula “que” em destaque no trecho acima possui função morfológica de:

Alternativas
Q1723996 Português

A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.




Observe a seguir o trecho retirado do texto e responda à questão:


“O novo sistema, que entrará em vigor em maio de 2019, permitirá [...]” (linhas 14 e 15)


A partícula “que” em destaque no trecho acima possui função morfológica de: 

Alternativas
Q1723022 Português
Assinale a alternativa que apresenta o termo retirado do trecho abaixo responsável por exigir a preposição sublinhada, devido à sua regência: “[...] reduzir o número de operações de retirada de amígdala [...]” (linhas 17 e 18)
Alternativas
Q1722868 Português
INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

I.png (409×380)
Das classes de palavras do Texto, há contração entre elas em:
Alternativas
Q1722297 Português

Atenção: considere a charge abaixo para responder a questão:


Fonte: http://www.jornalnh.com.br/_conteudo/2015/01/noticias/regiao/119937-humor-e-redacao-do-enem-em-destaque-nas-charges-de-tacho-esinovaldo.html

Em se tratando de linguagem, Pereira et al (2016) definem que um “vocábulo é polissêmico quando apresenta extensões de sentido, ou seja, vários sentidos derivados ou conotativos, reconhecidos nos contextos distintos em que ele se encontra.” A palavra “humor”, por exemplo, tanto pode se referir a um estado de ânimo quanto pode estar associada à comicidade. Indique o elemento linguístico que especifica o sentido da palavra “humor” na charge:

Alternativas
Q1722289 Português

Atenção: A questão refere-se ao texto que segue:


Humor é coisa séria!


MEDEIROS, Martha. RevistaVersar.

(Disponível: https://www.revistaversar.com.br/index.php/2017/11/24/martha-medeiros-humor-e-coisa-seria)

Em Língua Portuguesa, paralelismo linguístico corresponderia às relações de equivalência entre pontos de uma mesma sequência textual, tal como pode ser demonstrado no fragmento “seja através da paródia, da sátira, da imitação, da ironia, do exagero, do besteirol” (linhas 22 e 23), por meio da repetição da preposição de nos sintagmas destacados. Indique a opção em que o mesmo procedimento ocorre:
Alternativas
Q1699938 Português
“Não existia perspectiva[1]. Meu pai era analfabeto. Eu cresci estudando em escola pública e numa família carente”, relembra[2] Anderson Fernandes, 26 anos, formado em Odontologia pela Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN -Campus Caicó). Nascido numa família que enfrentou inúmeras dificuldades ao longo dos anos, a falta de perspectiva de mudança não fez o estudante esmorecer, como[3] se diz em Caicó. Formado há dois anos, hoje servidor público e aluno do Curso de Mestrado em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Fernandes é apenas um exemplo dos milhares de jovens do interior do estado que se beneficiaram com o processo de interiorização da educação superior. De 2006 a 2016, o número de instituições de ensino desse perfil saiu das 21 para 28, entre públicas e privadas, conforme dados mais recentes do Censo da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
No contexto em que surge, o elemento linguístico [3] é uma
Alternativas
Q1632194 Português
Na oração “Você já sabe bastante, porém deve estudar mais.” A palavra em destaque é classificada como
Alternativas
Q1628137 Português
A SÚBITA MUDANÇA DE PERCEPÇÃO SOBRE O ASSÉDIO SEXUAL

“Aquelas que rompem o silêncio”. Sob esse título, a revista Time destacou em sua capa de dezembro cinco mulheres que tiveram a coragem de denunciar haver sido vítimas de assédio ou abuso sexual. A revista decidiu escolher como personalidade do ano aquelas que protagonizaram a campanha #MeToo (#EuTambém), um movimento social que surpreendeu pela velocidade com que se espalhou e pelos efeitos fulminantes que teve. Desde o caso Weinstein, a denúncia ganhou uma força incontrolável e muitos homens com poder tiveram que deixar seus cargos depois de terem sido identificados como assediadores.

A campanha teve tanto efeito que agora muitos outros homens temem ser atingidos por esse vendaval. E muitos perguntam o que mudou para que a mera acusação de ter passado dos limites possa provocar agora destituições e demissões fulminantes. Para que comportamentos do passado que consideravam normais possam agora acabar custando caro a eles. O fenômeno é complexo, mas podemos supor vários fatores. O primeiro é uma mudança súbita de percepção social. Isso não é novo. Já ocorreu com a violência doméstica. O caso de Ana Orantes, assassinada pelo marido depois de ter denunciado na televisão uma vida de espancamentos e humilhações, marcou um ponto de inflexão na percepção social. A violência machista deixou de ser um assunto particular e passou a ser considerada uma realidade lacerante que era mantida oculta porque fazia parte das regras do jogo do poder machista.

O mesmo acontece com o assédio sexual. As pesquisas revelam que é um fenômeno muito difundido, mas dificilmente vem à luz porque faz parte das relações de poder. Aqueles que assediam ou abusam são homens que usam o poder para conseguir favores sexuais. No entanto, acontece que agora existem muitas mulheres com formação, autoestima e também poder suficiente para dizer basta. Algumas romperam a barreira do silêncio e muitas outras as seguiram, cansadas de uma humilhação que consideram insuportável. Não é por acaso que o ponto de inflexão tenha sido a queda do poderoso produtor de Hollywood. O fato de que as denunciantes sejam atrizes famosas e com grande projeção pública conferiu reconhecimento ao fenômeno: se elas sofreram assédio, o que não acontecerá com outras mulheres que não têm nenhum poder? [...].

(Milagros Pérez Oliva. Adaptado (disponível em: https://brasil.elpais.com/).
Com base no texto 'A SÚBITA MUDANÇA DE PERCEPÇÃO SOBRE O ASSÉDIO SEXUAL', leia as afirmativas a seguir:
I. A preposição “sob” no trecho “Sob esse título,...” poderia ser substituída por “a respeito de”, fazendo-se as adaptações necessárias, sem acarretar prejuízos para o texto. II. É transitiva indireta a forma verbal “teve” no excerto: “A campanha teve tanto efeito que agora...”.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1390854 Português

UM EXEMPLO 

Sírio Possenti 

Publicado em 25 de novembro de 2016

Ref.: https://blogdosirioblog.wordpress.com/ [adaptado] 


    Uma amiga mexicana me mandou uma imagem: dois homens de terno (o terno indica uma classe social que não é a popular) conversam. Um diz: – Me corrigieran “Ler”. O outro responde: – No lo puedo “Crer”. 
    Não me dei conta, imediatamente, do que estava em jogo (tratando-se de outra língua, a presteza nunca é muito grande). Perguntei detalhes (não vou me imolar aqui…). Ela me deu o contexto, que é o seguinte: 
    Um Secretário de Instrución Pública falava a um grupo de alunos em uma escola e os incentivava a “ler” (ele disse “ler” mais de uma vez). Ao final, uma menina o chamou de lado e lhe informou que não se diz “ler”, “pero ‘leer’”. Ele achou graça, elogiou a aluna etc.
    Depois disso é que surgiu a piada narrada no primeiro parágrafo, uma montagem. A graça está no fato de que, na resposta (no lo puedo “crer”), ocorre o mesmo fenômeno que ocorre em “ler”. 
    Que é o seguinte: em espanhol “culto”, as formas do infinitivo destes dois verbos são “leer” e “creer”. O fato de o Secretário dizer “ler” indica, evidentemente, que esta pronúncia está desaparecendo: “ler” e “crer”.
    Observe-se que o fenômeno ocorre nos dois casos, o que favorece a tese dos sociolinguistas que defendem que, nos mesmos contextos, ocorrem as mesmas variações (ou mudanças).
    Observe-se, também, que esta mudança em curso no espanhol (do México, pelo menos), como o indica a fala do secretário, e depois, a montagem com “crer”, já ocorreu no português.
    Mesmo quem não conhece linguística histórica ou não tem um manual que descreva as mudanças ocorridas pode ver o registro em dicionários como o Houaiss, que fornece uma etimologia mínima (eu grifo leer e creer): 
    ler: cf. esp. leer, it. lèggere, fr. lire; ver le- e leg- e as remissivas aí citadas; f.hist. 1258-1261 leer, sXIII liia, sXIII leer, sXIV leendo, sXIV lyi, sXV le, sXV leese, sXV lia
    crer: pelo lat. vulg. *credére > port. arc. creer; ver cred-; f.hist. sXIII creer, sXIII creo, sXIV creyo, sXV crer, sXV creio

    O fato histórico pode ser atestado. E a variação no espanhol deve ser bem óbvia, pelo menos para muitos falantes. Se não fosse, a piada não funcionaria (como não funcionou comigo). 
    Observe-se, também, por muito relevante, que uma aluna de uma escola modesta aprendeu que se deve dizer “leer”.
   É um fato conhecido que instituições diversas (a escola, a imprensa, a própria escrita) retardam mudanças linguísticas. Pode-se apostar que, se essas instituições não existissem, ou se sua política fosse outra, ninguém mais saberia que as formas verbais em questão são (?) “leer” e “creer”. Aliás, para os falantes menos letrados, e mesmo para letrados em situação informal, já não são essas. 
    A piada seria impossível.
    O que seria lamentável. 
Em relação à ocorrência da palavra a nos enunciados seguintes, avalie as afirmações que se seguem:

I. Um Secretário de Instrución Pública falava a um grupo de alunos em uma escola e os incentivava a “ler”. II. Depois disso é que surgiu a piada narrada no primeiro parágrafo, uma montagem. III. Observe-se que o fenômeno ocorre nos dois casos, o que favorece a tese dos sociolinguistas. 
Alternativas
Respostas
1901: B
1902: B
1903: E
1904: B
1905: D
1906: D
1907: C
1908: D
1909: A
1910: B
1911: B
1912: B
1913: D
1914: C
1915: A
1916: C
1917: D
1918: B
1919: D
1920: D