Questões de Concurso Sobre preposições em português

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Q1647561 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


    Algo que se nota claramente nos alunos, ao se iniciarem nos cursos universitários, é a inconsciência da diferença entre o seu próprio discurso e o discurso dos outros. Tudo se passa como se a pluralidade de discursos se resumisse a um continuum, no qual houvesse um acordo maior, um ponto de vista comum, uma continuidade entre o que eu falo e penso, de um lado, e o que todos os outros falam e pensam, de outro lado. A própria forma do falar deve ser igual. Nada deve nem pode prejudicar essa harmonia. E por isso a atividade de desenvolver um trabalho científico, em que se utilizem citações, referências a outros textos e comentários, torna-se em geral tão árdua, cansativa e dolorosa para os alunos, mesmo no último ano do curso: não há consciência da diferença entre o eu falar e os outros falarem, não há consciência da diferença de grau entre o meu discurso e o discurso dos outros, nem mesmo entre a diversidade dos discursos dos outros – por isso as técnicas de citações, notas de rodapé, referências bibliográficas etc. não fazem sentido, parecem apenas “frescuras” de acadêmicos, e é necessário um longo aprendizado para compreender sua verdadeira função. Estabelecer um diálogo entre diferentes pontos de vista: em geral, os alunos não conseguem compreender que esta é uma das funções do texto. E reproduzem discursos alheios, crentes que eles próprios estejam a falar. Por isso mesmo, neste livro insistimos nas notas de rodapé, referências, citações: para que muitos falem.

MATTAR, João. Filosofia e ética na administração. SPaulo: Saraiva, 2004.

Sobre o texto acima, levando-se em consideração as recomendações da gramática normativa tradicional, é correto afirmar que
Alternativas
Q1647560 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


    Algo que se nota claramente nos alunos, ao se iniciarem nos cursos universitários, é a inconsciência da diferença entre o seu próprio discurso e o discurso dos outros. Tudo se passa como se a pluralidade de discursos se resumisse a um continuum, no qual houvesse um acordo maior, um ponto de vista comum, uma continuidade entre o que eu falo e penso, de um lado, e o que todos os outros falam e pensam, de outro lado. A própria forma do falar deve ser igual. Nada deve nem pode prejudicar essa harmonia. E por isso a atividade de desenvolver um trabalho científico, em que se utilizem citações, referências a outros textos e comentários, torna-se em geral tão árdua, cansativa e dolorosa para os alunos, mesmo no último ano do curso: não há consciência da diferença entre o eu falar e os outros falarem, não há consciência da diferença de grau entre o meu discurso e o discurso dos outros, nem mesmo entre a diversidade dos discursos dos outros – por isso as técnicas de citações, notas de rodapé, referências bibliográficas etc. não fazem sentido, parecem apenas “frescuras” de acadêmicos, e é necessário um longo aprendizado para compreender sua verdadeira função. Estabelecer um diálogo entre diferentes pontos de vista: em geral, os alunos não conseguem compreender que esta é uma das funções do texto. E reproduzem discursos alheios, crentes que eles próprios estejam a falar. Por isso mesmo, neste livro insistimos nas notas de rodapé, referências, citações: para que muitos falem.

MATTAR, João. Filosofia e ética na administração. SPaulo: Saraiva, 2004.

Sobre o texto acima, levando-se em consideração as recomendações da gramática normativa tradicional, é correto afirmar que
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Q1647554 Português

Leia o texto abaixo, um editorial publicado na Folha de São Paulo em 26 de junho de 2005, para responder à questão.


    Milton Friedman, agora com 92 anos de idade, é um daqueles economistas que não pode ser acusado de simpatias esquerdistas. Suas credenciais conservadoras incluem o título de papa do neoliberalismo, ferrenho defensor do mercado livre, republicano, membro do Instituto Hoover e o Prêmio Nobel de Economia de 1985. É com essas qualificações que Friedman tem defendido a polêmica proposta de legalização de todas as drogas. 

    Em entrevista exclusiva à Folha, o economista voltou a sustentar que, se há algo que deve ser eliminado, não são as drogas, mas o programa antidrogas dos EUA. Com base num estudo recémdivulgado pela Universidade Harvard, segundo o qual os EUA economizariam US$ 14 bilhões por ano se a maconha fosse legalizada (menos US$ 7,7 bilhões de despesas com policiamento e mais US$ 6,2 bilhões com impostos), Friedman e outros 499 economistas enviaram a George W. Bush e ao Congresso norte-americano uma carta na qual pedem a liberação dessa droga.

    Em termos filosóficos, a posição liberal do venerando economista é sustentável. Se acreditamos que a liberdade é um valor a respeitar e cultivar – e cremos nisso –, então a decisão sobre utilizar drogas, desde que tomada conscientemente, deveria ser estritamente pessoal e intransferível. Se o Estado tem algum papel a exercer seria o de regulamentar o comércio e zelar para que as pessoas recebam toda a informação disponível a respeito dos perigos do consumo.

    Embora cresça entre os especialistas a percepção de que a abordagem meramente proibicionista para o problema das drogas falhou, e cada vez mais se fala em descriminalização e redução de danos, a questão é muito complexa. O que está em jogo não são apenas rubricas orçamentárias e uma discussão filosófica sobre liberdades individuais e princípios do livre mercado.

    Há também uma dimensão sanitária que não pode ser ignorada. Existe uma correlação entre a exposição à droga e o surgimento da dependência. Assim, se da noite para o dia todas as substâncias fossem liberadas, correríamos o risco, por exemplo, de transformar a dependência em cocaína, que afeta hoje menos de 1% da população, numa epidemia comparável ao alcoolismo, moléstia que atinge entre 10% e 15% dos adultos. E, quando se fala em alcoolismo, é sempre oportuno lembrar que essa doença é, de longe, a que mais provoca perdas humanas, sociais e econômicas. Estima-se que o abuso de álcool custe aos EUA, por ano, US$ 184 bilhões, sendo US$ 23 bilhões em gastos de saúde e US$ 134 com perdas de produtividade. Se qualquer uma das drogas hoje ilícitas assumisse com a legalização um perfil de consumo mais próximo ao do álcool, seria um pesadelo. 

O proibicionismo, como aponta Friedman, parece de fato uma estratégia estulta de lidar com o problema das drogas. Ele tende a gerar muitos lucros para o traficante e, portanto, muita violência e corrupção para a sociedade. É preciso buscar soluções que retirem a ênfase da repressão ao consumo, mas não seria sensato simplesmente inverter tudo e, de uma hora para a outra, partir para a legalização total das drogas.

Sobre o quarto parágrafo do texto, levando-se em consideração as recomendações da gramática normativa tradicional, é correto afirmar que
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Q393921 Português
    As discussões atuais sobre o crescimento do PIB
     brasileiro dividem os economistas entre os que,
     como o Governo, louvam as taxas mais recentes
     de crescimento do produto, usando tais dados para
05  reafirmar a política econômica adotada, em particular
      a monetária, e os que são céticos com relação à
      direção desse crescimento. O ceticismo dos últimos,
      com o qual concordamos, sustenta-se, em primeiro
      lugar, na observação de que, partindo-se de produção
10  e emprego que vieram crescendo pouco ou mesmo
      caindo nos últimos anos, uma taxa de crescimento
      mais alta não quer dizer muito.

Assinale a opção que propõe uma alteração para o emprego das preposições no texto que o mantém gramaticalmente correto e coerente.
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Q386569 Português

Faz pelo menos dois anos que o mundo aguarda uma pandemia do calibre da gripe espanhola, que matou mais de 20 milhões de pessoas entre 1918 e 1920. Se não provocou ainda a epidemia globalizada, porém, a cepa pré- apocaliptica do vírus H5N1 já garantiu um belo surto de pânico midiático.


Nunca os jornais falaram tanto de algo que não aconteceu. Talvez, apenas, na nunca materializada pandemia de Sars, a “pneumonia asiática” que tirou o sono de muita gente em novembro de 2002 e causou menos de 800 mortes.

O terror na forma de vírus vem mais uma vez da Ásia. A mortandade de aves domésticas e casos isolados de pessoas infectadas com o H5N1 se espalharam pelo Oriente a partir de 2003 e daí, periodicamente, para as manchetes do mundo todo. O contágio jornalístico parece muito mais fácil que o físico.

Há motivo para precaução de autoridades sanitárias? Sem dúvida. Mas não para pânico público, nem para sair comprando do próprio bolso caixas e caixas de oseltamivir (marca registrada Tamiflu). Até que haja contágio entre humanos, e não de ave para homem, corre-se o risco de gastar dinheiro à toa. Já se o H5N1 ganhar a faculdade de infectar humanos facilmente, nada garante que a droga vá ser eficaz contra o vírus mutante.

Enquanto isso, o remédio é buscar um pouco de informação. O H5N1 é uma cepa do tipo A do vírus da influenza (gripe), bem mais problemático que os outros dois, B e C. Normalmente infecta aves, domésticas ou selvagens (inclusive migratórias). Desse reservatório pode ser transmitido para pessoas, quando manifesta alta capacidade de matar (em alguns surtos, as mortes chegaram a um terço dos doentes)

O nome atribuído às cepas tem relação direta com seu poder sinistro, mais precisamente com proteínas de sua superfície cruciais para a capacidade de invadir células do aparelho respiratório, multiplicar-se dentro delas e depois abandoná-las em legião. O H se refere à hemaglutinina, envolvida na invasão, e o N à neuraminidase, que ajuda as partículas virais multiplicadas a deixarem a célula infectada.

O H5N1 só se tornaria realmente perigoso se sofresse uma mutação que facilitasse sua transmissão entre pessoas, do que ainda não se tem notícia. Os repetidos surtos de infecção de gente que lida com galináceos multiplicam as chances estatísticas de que isso se torne uma realidade. Aves migratórias e o comércio de aves ajudam a espalhar o vírus pelo mundo, levando-o por exemplo para a Europa, mas muito improvavelmente para a América do Sul.

O temor de epidemiologistas é que o vírus sofra uma recombinação (intercâmbio de material genético), no corpo dos raros doentes, com o vírus da gripe comum. Facilidade de contágio e poder de matar podem resultar dessa aliança, mas, de novo, nada garante que isso vá ocorrer.

É como andar de avião, ou morar perto de uma usina nuclear: probabilidade muito baixa de um acidente, que no entanto teria efeitos devastadores. A diferença é que, no mundo globalizado, ninguém pode escolher deixar de respirar.


Na frase: “A mortandade de aves domésticas e casos isolados de pessoas infectadas com o H5N1 se espalharam pelo Oriente a partir de 2003 e daí, periodicamente, para as manchetes do mundo todo”, a preposição em negrito está empregada com o mesmo valor relacional que em:
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Q100342 Português
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A respeito das idéias e das estruturas do fragmento de texto acima, julgue os itens que se seguem.

Na expressão “A alienação ao desejo do Outro” (L.1), o emprego da preposição de em vez de “a” alteraria o sentido da sentença.
Alternativas
Q100334 Português
Imagem 005.jpg

Com base nas idéias desenvolvidas no texto, julgue os itens a seguir.

Com relação a aspectos gramaticais do texto, julgue os itens subseqüentes.

Na oração “em que esse grupo se insere” (L.3), a supressão da preposição acarretaria erro gramatical.
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Ano: 2006 Banca: CESGRANRIO Órgão: Petrobras Provas: CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Engenharia de Software | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Infra-estrutura | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Analista de Sistemas Pleno - Processos | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Advogado | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Contador Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Analista de Transporte Marítimo Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Dentista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Analista de Comércio e Suprimento Pleno – Gás e Energia | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Engenheiro Civil | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Inspeção | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Eletricidade | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Mecânica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Bibliotecário Documentalista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Telecomunicações Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Segurança Pleno | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Telecomunicações Pleno | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Médico | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Médico nutrologista | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Processamento Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Químico de Petróleo Júnior | CESGRANRIO - 2006 - Petrobras - Administrador | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Pleno - Eletrônica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Engenheiro de Equipamento Júnior - Mecânica | CESGRANRIO - 2006 - Petrobrás - Arquiteto |
Q1770 Português
Indique a opção em que a palavra destacada tem a mesma classe do vocábulo a em sua ocorrência na frase "...maior número de seres vivos a descobrir." (l. 3).
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Q1361645 Português
Leia o parágrafo abaixo, extraído do Texto 1, e responda à questão.

    “A escrita se presta à configuração sistemática de um pensar conceitual, dedutivo e seqüencial, a uma valoração da razão e da ordem, à capacidade de estabelecer distanciamento e objetividade e de aguardar resposta postergada e, de outra parte, a televisão melhor se adapta à conversação ocasional, à sedução das imagens, às linhas do menor esforço psicológico, ao tranqüilo relaxar das tensões do cotidiano repetitivo, e se faz base dos processos de comunicação ampliada, da política e dos negócios, desalojando da prática societária mais ampla as mensagens que circulam nas redes interpessoais.” 
O emprego repetidas vezes da contração da preposição e do artigo a no período deve-se à:
Alternativas
Q219766 Português
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A figura acima mostra uma janela do Word 2000, com parte de
uma reportagem extraída e adaptada da revista Veja, de
23/2/2005. Considerando essa figura e o texto nela contido,
julgue os itens a seguir.

A retirada da preposição “até” (L.1) preserva a correção gramatical, mas altera as relações de argumentação do texto.
Alternativas
Q219763 Português
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Dalgimar Beserra de Menezes. A ética médica e a verdade
do paciente
. In: Desafios éticos, p. 212-5 (com adaptações).

Julgue os itens subseqüentes, a respeito das idéias e das estruturas
lingüísticas do texto acima.

A retirada da preposição em “a afirmação de que” (L.10) desrespeita as regras de regência do padrão culto da língua e prejudica a coerência textual.
Alternativas
Q219074 Português


Com referência ao texto acima, julgue o item que se segue.

Em “ao pré-natal, ao parto e aos cuidados" (L.9-10), a presença de preposição deve-se à regência da palavra “indicam" (L.9)
Alternativas
Q101258 Português
Assinale a opção correta no que se refere às estruturas lingüísticas empregadas no texto III.
Alternativas
Q2042871 Português

Texto I

texto_6 - 16 .png (373×301) 

Internet: <http://www.serasa.com.br/guiacontraviolencia>.

Acesso em 28/9/2004 (com adaptações).

A respeito do texto I, julgue o item a seguir.
Na linha 1, o emprego da preposição por, que rege “população”, estabelece a relação entre “porte” e “população”. 
Alternativas
Q103027 Português
Julgue os itens que se seguem, relativos ao texto acima.
Na linha 5, a presença de preposição em “ao primado” justifica-se pela regência de "situado".
Alternativas
Q103015 Português
Tendo por base o texto acima, julgue os itens que se seguem.

A preposição empregada em "a quem" Imagem 012.jpg justifica-se pela regência do verbo "recorrer" Imagem 011.jpg
Alternativas
Ano: 2004 Banca: ESAF Órgão: MPU Prova: ESAF - 2004 - MPU - Técnico Administrativo |
Q55337 Português
Assinale a opção que preenche corretamente as lacunas do texto.

A internacionalização da cultura não é um fato inédito na história da humanidade. O fenômeno manifestou-se no império de Alexandre Magno, ____1____ a cultura grega impôs-se; no império romano, __2__ o latim e o grego se generalizaram; no decorrer da Idade Média, unificada pelo uso do latim e __3__ uma religião comum; finalmente na época das grandes navegações ibéricas, quando o uso do português e do castelhano ligou os diversos continentes. Essa internacionalização conheceu novos impulsos, __4__ século XVII, com a entrada em cena de outros atores, tais como a Holanda, a França e a Inglaterra. Mas foi a partir do século XIX que a expansão mundial do capitalismo deu origem à consciência __5__ uma cultura mundial estava verdadeiramente em via de surgir.

(Sérgio Paulo Rouanet, Do fim da cultura ao fim do livro, in Reflexões sobre os caminhos do livro, Eduardo Portella (org.) São Paulo: UNESCO/Ed. Moderna, 2003, p. 63)

Imagem 004.jpg
Alternativas
Q35656 Português
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Considerando o texto acima, julgue os itens a seguir.
Por se tratar de uso opcional, a retirada da preposição em "a que" (l.5) preservaria a correção gramatical e a coerência do texto.
Alternativas
Q27857 Português
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Julgue os itens a seguir, que se referem à compreensão, à interpretação e aos aspectos gramaticais do texto I.
Os vocábulos " dos" e " da" (L.27) provêm ambos da contração da preposição de com outro vocábulo: em " dos", com um pronome demonstrativo e, em " da", com um artigo definido.
Alternativas
Q24116 Português
CNBB fecha questão contra a redução
da maioridade penal


A cúpula da CNBB (Confederação Nacional dos Bispos
do Brasil) divulgou a posição da entidade, que é totalmente
contrária às propostas de redução da maioridade penal de 18
para 16 anos, que tramitam no Congresso Nacional.
O presidente da entidade, dom Geraldo Majella, disse
que os congressistas deveriam se esforçar em combater as
causas da violência e melhorar a educação para evitar que mais
jovens entrem para a criminalidade. "Não basta baixar a idade
penal para resolver o problema. A questão do adolescente
infrator deve ser resolvida não só com a polícia, mas com
políticas públicas que ajudem a dar educação", afirmou dom
Geraldo.

Os bispos também se manifestaram contra a intenção de
se fazer um plebiscito nacional sobre a redução da maioridade.
Para dom Geraldo, a força da mídia e a violência dos crimes
recentes podem influenciar as pessoas. Segundo ele, "o
plebiscito vai refletir toda a paixão que a sociedade expõe
quando ocorre algum crime de grande repercussão."
Os bispos também afirmaram que vão conversar com
deputados e senadores para tentar convencê-los a não votarem
as matérias que tratem do assunto. Só na Câmara, há 177
matérias que tratam de crimes praticados por adolescentes, 58
das quais abordam a redução da maioridade. No Congresso, o
projeto mais recente apresentado pelo líder do PL, é bastante
rigoroso: propõe a redução da maioridade para 13 anos.

(Folha on line, "Cotidiano", 26/11/2003)
Considere as seguintes frases:

I. Dom Geraldo disse que os congressistas deveriam se esforçar para melhorar a educação dos menores.

II. Dom Geraldo é da opinião de que não basta baixar a idade penal para resolver o problema.

III. Para dom Geraldo, a força da mídia e a violência dos crimes recentes podem influenciar as pessoas.

A palavra para está empregada para indicar finalidade somente em
Alternativas
Respostas
3101: B
3102: C
3103: C
3104: C
3105: E
3106: C
3107: C
3108: D
3109: A
3110: C
3111: E
3112: E
3113: A
3114: C
3115: E
3116: C
3117: C
3118: E
3119: C
3120: E