Questões de Concurso
Sobre preposições em português
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A cantora começa a ensaiar assim que a platéia a ovaciona" — As partículas a, na ordem em que aparecem no período, são classificadas, respectivamente, como: artigo, pronome, artigo, preposição.
I. “Mas NADA podia fazer contra"
II. Não esqueci DE NADA?''
Sobre elas pode-se afirmar que, no contexto:
Texto I
O direito à privacidade como elo da cidadania

(BLOCH, Arnaldo. Jornal O GLOBO, Segundo Caderno, 14.12.2013)
Os termos sublinhados estabelecem, respectivamente, relações de:
Leia o texto a seguir, para poder responder à questão, elaborada a partir de seu conteúdo:
As palavras do técnico René Simões são de 2010, depois que Neymar deu o seu primeiro ataque de estrelismo em público, contra o técnico Dorival Jr., onde ainda jogava pelo Santos. Este ano, René, como um bom súdito aos que mandam no futebol brasileiro, disse que Neymar encontra-se “equilibrado, com um comportamento sensacional”. Por conta disso, muitos acreditam que o ex-craque santista é um jogador em quem ainda se pode confiar.
“100% Jesus” era a faixa na cabeça de Neymar depois da vitória do Barcelona na final da Liga dos Campeões há poucas semanas. De joelhos em campo, orava de cabeça baixa em frente às câmeras, sozinho.
Dias antes Neymar já tinha ficado de fora da seleção dos melhores jogadores do último Campeonato Espanhol, cuja a escolha é feita por jornalistas especializados. Numa competição que apenas dois times revezam o título – este da temporada 2014/2015, aliás, foi ganho pelo Barcelona –, deve ter sido frustrante para o paparicado jogador brasileiro.
Neymar fez dois jogos na Copa América que acontece no Chile. Foi decisivo contra o Peru – como já acostumamos a vê-lo defendendo o Brasil, com times que no ranking da FIFA nunca aparecem entre os 10 primeiros. Expulso no segundo jogo de forma infantil, na derrota contra a Colômbia, talvez consiga curtir as suas férias antes do programado.
Essas últimas semanas resumem a vida de Neymar depois daquele fatídico dia em que deu chilique em campo, e fez René Simões dizer que era preciso educar o menino da Vila para não se criar um monstro.
Leia o texto.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas do texto devem
ser preenchidas, respectivamente, com:
Não é preciso assistir a 12 Anos de Escravidão para saber que a prática foi uma das maiores vergonhas da humanidade. Mas é preciso corrigir o tempo do verbo. Foi? Melhor escrever a frase no presente. A escravidão ainda é uma das maiores vergonhas da humanidade. E o fato de o Ocidente não ocupar mais o topo da lista como responsável pelo crime não deve ser motivo para esquecermos ou escondermos a infâmia.
Anos atrás, lembro-me de um livro aterrador de Benjamin Skinner que ficou gravado nos meus neurônios. Seu título era A Crime So Monstrous (Um crime tão monstruoso) e Skinner ocupava-se da escravidão moderna para chegar à conclusão aterradora: existem hoje mais escravos do que em qualquer outra época da história humana.
Skinner não falava apenas de novas formas de escravidão, como o tráfico de mulheres na Europa ou nos Estados Unidos. A escravidão que denunciava com dureza era a velha escravidão clássica − a exploração braçal e brutal de milhares ou milhões de seres humanos trabalhando em plantações ou pedreiras ao som do chicote. [...]
Pois bem: o livro de Skinner tem novos desenvolvimentos com o maior estudo jamais feito sobre a escravidão atual. Promovido pela Associação Walk Free, o Global Slavery Index é um belo retrato da nossa miséria contemporânea. [...]
A Índia, tal como o livro de Benjamin Skinner já anunciava, continua a espantar o mundo em termos absolutos com um número que hoje oscila entre os 13 milhões e os 14 milhões de escravos. Falamos, na grande maioria, de gente que continua a trabalhar uma vida inteira para pagar as chamadas "dívidas transgeracionais" em condições semelhantes às dos escravos do Brasil nas roças.
Conclusões principais do estudo? Pessoalmente, interessam-me duas. A primeira, segundo o Global Slavery Index, é que a escravidão é residual, para não dizer praticamente inexistente, no Ocidente branco e "imperialista".
De fato, a grande originalidade da Europa não foi a escravidão; foi, pelo contrário, a existência de movimentos abolicionistas que terminaram com ela. A escravidão sempre existiu antes de portugueses ou espanhóis comprarem negros na África rumo ao Novo Mundo. Sempre existiu e, pelo visto, continua a existir.
Mas é possível retirar uma segunda conclusão: o ruidoso silêncio que a escravidão moderna merece da intelectualidade progressista. Quem fala, hoje, dos 30 milhões de escravos que continuam acorrentados na África, na Ásia e até na América Latina? [...]
O filme de Steve McQueen, 12 Anos de Escravidão, pode relembrar ao mundo algumas vergonhas passadas. Mas confesso que espero pelo dia em que Hollywood também irá filmar as vergonhas presentes: as vidas anônimas dos infelizes da Mauritânia ou do Haiti que, ao contrário do escravo do filme, não têm final feliz.
Educação Infantil e Avaliação
(1§) Há muitos anos, a educação infantil era tida como um espaço aonde a criança ia para brincar, se divertir, passar o tempo, ter oportunidade de conviver com crianças da mesma idade. Porém, a educação infantil conquistou seu espaço de valorização e respeito, podendo ser vista como construtora das primeiras aprendizagens sociais e intelectuais do sujeito, através das experiências em que este vive no espaço escolar.
(2§) Mesmo tendo conquistado seu espaço, podemos ver até hoje que a avaliação nesse contexto escolar não é tida com a seriedade que deveria. Não podemos avaliar com tabelas prontas, que envolvem aspectos do cotidiano da criança, nem tampouco pelas produções e registros escritos, mas devemos avaliar continuamente, ou seja, numa avaliação que envolva o aluno como um todo e não fragmentado em partes.
(3§) Nessa perspectiva, os relatórios descritivos são a melhor forma de organizar dados referentes ao desenvolvimento das crianças nas creches e pré-escolas. O professor consciente, preparado, não vê o relatório como um formato trabalhoso de avaliar, mas como um instrumento de suporte para a especificidade do exercício de sua profissão. É uma forma de se auto avaliar, refletir sobre as estratégias utilizadas, identificando com responsabilidade o que funciona e o que pode ser modificado.
(4§) Para que o relatório seja eficiente, é necessário dispor de tempo para fazer pequenas anotações diárias sobre o comportamento, a participação, o envolvimento, o equilíbrio psicológico, dentre outros, de cada aluno durante as aulas.
(5§) Através do relatório, o professor demonstra o quão trabalhosa é a sua lida com as crianças, em razão dos detalhes que são citados no mesmo – no dia tal, a aluna ajudou o colega a vestir a blusa, já apresenta uma coordenação motora desenvolvida, pois conseguiu passar os fios do alinhavo corretamente.
(6§) Com isso, os pais vão tendo noção das atividades desenvolvidas, bem como percebendo a importância de cada uma delas para o desenvolvimento da criança, seja motor, cognitivo, afetivo ou social.
(http://educador.brasilescola.com/orientacoes/educacao-infantil-avaliacao.htm. Acesso: 13/10/2013.
Adaptado.)
Sobre o artigo, foram feitos alguns comentários. Classifique-os como (V) verdadeiros ou (F) falsos.
( ) A inserção da palavra “atrás” em “Há muitos anos [atrás], a educação infantil era tida como um espaço...” (1§) serve como recurso para exprimir a ideia de “tempo passado”.
( ) A preposição “até”, usada em: “...podemos ver até hoje que a avaliação nesse contexto escolar não é tida com a seriedade que deveria...” (2§), é um indicativo de que a avaliação na educação infantil é vista com preconceito há bastante tempo.
( ) No trecho: “...no dia tal, a aluna ajudou o colega a vestir a blusa...” (5§), o adjetivo “tal” possui o mesmo sentido de “qualquer”.
( ) No trecho: “...os pais vão tendo noção das atividades desenvolvidas, bem como percebendo a importância de cada uma delas...” (6§), o termo destacado tem o mesmo significado que a expressão “como também”.
A sequência correta de classificação, de cima para baixo, é:
Leia a tira para responder à questão.

Texto 2 para responder a questão.

AGOSTINHO, Marcos. Patrimônio Arquitetônico. Disponível em:
<http://www.cultura.gov.br/noticias-iphan1//asset_publisher/QRV5ft
QkjXuV/content/patrimonio-arqueologico-548132/11061?
redirect=http%3A%2F%2Fwww.cultura.gov.br%2
Fnoticias>. Acesso em: 19/11/2013, com adaptações.
I – Mesmo sabendo dos problemas _______ poderia estar sujeito, resolveu aceitar o emprego.
II – Ficamos desejosos _______ a parceria fosse respeitada.
III – Não houve oposição ______ se criasse novo partido. IV – Todos tiveram certeza ______ chegaríamos a tempo, pois estavam acostumados com nossa pontualidade.
1 Em 1900, a expectativa de vida ao nascer de um brasileiro era de míseros 33,7 anos.
2 Nossa espécie desceu das árvores nas savanas da África há pelo menos 5 milhões de anos. Passamos quase toda a história abrigados em cavernas, atormentados pela fome, pelas doenças infecciosas e por predadores humanos e não humanos. A mortalidade infantil era estratosférica; poucos chegavam aos 20 anos em condições razoáveis de saúde.
3 Milhões de anos de privações moldaram muitas de nossas características atuais.
4 A mais importante delas foi a maturidade sexual precoce. Vivíamos tão pouco que levavam vantagem na competição as meninas que menstruavam antes e os meninos que produziam espermatozoides mais cedo. Quanto mais depressa concebiam filhos, maior a probabilidade de transmitir seus genes às gerações futuras.
5 A precocidade da fase reprodutiva impôs limites mais modestos à duração da vida. Em todos os animais, quanto mais tarde acontece o amadurecimento sexual, maior é a longevidade.
6 Nas drosófilas - a mosquinha que ronda as bananas maduras -, quando selecionamos para reprodução apenas as fêmeas e os machos mais velhos, em três ou quatro gerações a vida média da população duplica. Se nossos antepassados tivessem começado a ter filhos só depois dos 50 anos, agora passaríamos dos 120 com facilidade.
7 O acompanhamento de cortes de centenários confirma essa suposição: mulheres que engravidam pela primeira vez depois dos 40 anos têm quatro vezes mais chance de chegar dos 90 anos.
8 A segunda característica moldada nas cavernas foi nosso padrão alimentar. A arquitetura das redes de neurônios que controlam os mecanismos de fome e saciedade no cérebro humano foi engendrada em época de penúria. Em jejum há três dias, o homem daquele tempo trocaria a carne assada do porco do mato que acabou de caçar por um prato de salada?
9 A terceira, foi a necessidade de poupar energia. Em temporada de vacas magras, absurdo desperdiçá-la em esforços físicos desnecessários.
10 Somos descendentes de mulheres e homens que lutavam para conseguir alimentos altamente calóricos, porque deles dependia a sobrevivência da família. Como o acesso a eles era ocasional, nessas oportunidades comiam até não poder mais. Bem alimentados, evitavam movimentar-se para não malbaratar energia.
11 Durante milhões de anos, nosso cérebro privilegiou os mecanismos responsáveis pelo impulso da fome e pela economia de gasto energético, em prejuízo daqueles que estimulam a saciedade e a disposição para a atividade física.
12 De repente, veio o século 20, com o saneamento básico, as noções de higiene pessoal, as tecnologias de produção e conservação de alimentos, as vacinas e os antibióticos. Em apenas cem anos, a expectativa de vida no Brasil atingiu os 70 anos; mais do que o dobro em relação à de 1900, feito que nunca mais será repetido.
13 A continuarmos nesse passo, em 2030 atingiremos a expectativa de 78 anos. A faixa etária que mais cresce é a que está com mais de 60 anos. Sabendo que atualmente 75% dessa população sofre de enfermidades crônicas, a saúde pública estará preparada para enfrentar esse desafio?
14 Pelo andar da carruagem, é quase certo que não. Mas não é esse o tema que pretendo tratar neste sábado, leitor: quero chamar a atenção para a nossa irresponsabilidade ao lidar com o corpo.
15 Aos 40 anos, você pesa dez quilos mais do que aos 20. Aos 60, já acumulou mais uma arroba de gordura, não resiste aos doces nem aos salgadinhos, fuma, bebe um engradado de cerveja de cada vez, é viciado em refrigerante, só sai da mesa quando está prestes a explodir e ainda se dá ao luxo de passar o dia no conforto.
16 Quando se trata do corpo, você se comporta como criança mimada: faz questão absoluta de viver muito, enquanto age como se ele fosse um escravo forçado a suportar desaforos diários e a aturar todos os seus caprichos, calado, sem receber nada em troca.
17 Aí, quando vêm a hipertensão, o diabetes, a artrite, o derrame cerebral ou o ataque cardíaco, maldiz a própria sorte, atribui a culpa à vontade de Deus e reclama do sistema de saúde que não fez por você tudo o que deveria.
18 Desculpe a curiosidade: e você, pobre injustiçado, não tem responsabilidade nenhuma?
Dráuzio Varella
Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/40970-l... irresponsavel.shtml
Considere a frase abaixo, retirada do texto, e assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a classificação dos termos destacados.
“Isso nos dá segurança para arregaçar as
(1) (2)
mangas e fazer o que precisa ser feito agora.”
(3) (4) (l. 50-51)
Considere o período abaixo, retirado do texto, e analise as assertivas que seguem.
“Quanto mais você avança de fase, mais inimigos aparecem.” (l. 11-12).
I. ‘Quanto mais’ é classificado como conjunção subordinativa proporcional.
II. Em ‘mais inimigos aparecem’, mais é classificado como preposição.
III. ‘Quanto mais’ poderia ser substituído por ‘na medida em que’.
Quais estão corretas?
Sobre a tirinha como um todo, analise as afirmações.
I. A linguagem apresenta alguns traços de coloquialidade.
II. Em "contar mentiras sem chorar", a preposição indica circunstância de causa.
III. Seria possível compreender o enredo dos quadrinhos apenas com o texto verbal, embora as imagens enriqueçam muito a tirinha.
Está correto o que se afirma em:






