Questões de Concurso
Comentadas sobre por que- porque/ porquê/ por quê em português
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I – Por que chovia muito, cancelamos o encontro.
II – Não querer estudar hoje? Por que?
III – Não entendo o porquê da confusão.
– Ele está desse modo _______? – Ainda não sabemos, mas deve haver um _____ deste comportamento.
Veja a tirinha:

Sobre o uso dos “porquês” a alternativa que completa corretamente a tirinha é:
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
I. O local porque passei é muito bonito. II. Não entendi o porquê de tantas dúvidas.
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
TEXTO II
Desmatamento
Roubando como um desesperado sem nenhum sentido.
Desmatando a mãe natureza que nos teve como filhos.
Todos os filhos de Jah.
Jah deu a natureza não foi pra um só, não foi pra um só.
Deus deu a natureza pra todos nós cuidarmos bem dela.
Não convém, está cometendo suicídio não faça isso rapaz.
Prejudicando nossas vidas, a vida dos nossos filhos.
E a dos animais.
Não mate o que é da mata ela só faz você viver e ser feliz.
Isso que não pode acontecer, não pode acontecer.
Desmatar a mata pra poder se enriquecer, uhum.
Pois a natureza não mata, ela só faz você viver e ser feliz.
Não convém, está cometendo suicídio não faça isso rapaz.
Prejudicando nossas vidas, a vida dos nossos filhos e a dos animais.
Eu cuido dela sim para que a mãe natureza cuide bem de mim.
RAIZ DA MATA. Desmatamento. Disponível em:<https://www.vagalume.com.br/raiz-da-mata/desmatamento.html>
"Pois a natureza não mata, ela só faz você viver e ser feliz."
A palavra destacada nesse trecho pode ser substituída, de acordo com a norma-padrão, por
Analise a frase abaixo:
Para que seja possível entender o ____________ da Guerra do Vietnã, é necessário que conheçamos um pouco da história da região onde ocorreu tal conflito.
Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna da frase:
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
O último poema
Assim eu quereria o meu
último poema.
Que fosse terno dizendo as
coisas mais simples e menos
intencionais
Que fosse ardente como um
soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores
quase sem perfume
A pureza da chama em que se
consomem os diamantes mais
límpidos
A paixão dos suicidas que se
matam sem explicação.
Manuel Bandeira
A respeito do uso dos “porquês” em língua portuguesa, considere as seguintes afirmativas:
1. Não sei por que há pessoas que não acreditam na ida do homem à Lua.
2. Os vereadores não foram à palestra sobre o meio-ambiente porque o prefeito não lhes concedeu verba suficiente para as despesas.
3. Porque há tanta incompreensão no mundo hoje em dia?
4. Um dos funcionários da área de TI faltou ao trabalho e não disse por quê.
Segue(m) as normas da língua portuguesa a(s) afirmativa(s):
Dois caboclos na enfermaria
Lá na minha terra tinha um caboclo que vivia reclamando de uma dor na perna. E, coincidentemente, um compadre dele tinha também a mesma dor na perna, e também estava sempre reclamando da danada. Só que nenhum deles tinha coragem de ir ao médico. Ficavam mancando, reclamando da dor, mas não iam ao hospital de jeito nenhum. Até que um deles teve uma ideia:
Caboclo 1 – Ê, cumpadi, nóis véve sofrendo muito com a danada dessa dor na perna... Por que é que nóis num vamu junto no dotô? Vamos lá. A gente faz a consulta, e tal, se interna no mesmo quarto... Daí fazemo o tratamento e vemo o que acontece. Se curar, tá bom demais!
O compadre gostou da ideia, tomou coragem e lá se foram os dois. Quando chegaram ao hospital, o médico pediu para o primeiro deitar na cama e começou a examinar. Fez algumas perguntas e foi apertando a perna do caboclo:
Doutor – Dói aqui?
Caboclo 1 – Aiiiii...
Doutor – E aqui, como é que está?
Caboclo 1 – Aii, aiii... dói demais!
E o outro só olhando. Quando chegou a vez dele, o médico foi cutucando, apertando, mas nada de ele gemer. Ficou quieto o tempo todo.Aí o médico foi embora e o compadre estranhou:
Caboclo 1 – Mas cumpadi... a minha perna doeu demais da conta com os aperto do hômi... Como é que a sua não doeu nadica de nada?
Caboclo 2 – E ocê acha que eu vou dá a perna que dói pro hômi apertá?
BOLDRIN, Rolando. Almanaque Brasil.
São Paulo: ano 12, n. 133. [s.d.], p. 34.
Releia o seguinte trecho:
“– Ê, cumpadi, nóis véve sofrendo muito com a danada dessa dor na perna... Por que é que nóis num vamu junto no dotô?”
De acordo com a linguagem formal, em respeito à ortografia e às regras gramaticais, esse trecho deveria ser escrito da seguinte forma:
No que concerne às estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue o item.
Na linha 1, a forma “por que” pode, também, ser escrita
como porque, sem prejuízo para a correção gramatical.
Porque, para alimentar o mundo, o planeta não precisa passar fome.
(Época Negócios. Rio de Janeiro: Globo, ano 12. n. 137, jul. 2018, p. 25.)
Segundo as regras do emprego dos porquês, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre o título do anúncio.
( ) Antes de sinal de pontuação, emprega-se a pala- vra “porque”. ( ) Pode-se substituir o porquê do título por “pois” ou por “uma vez que”. ( ) Por se tratar de um título, pode-se empregar também “por que” no anúncio. ( ) O título diz respeito a uma pergunta indireta, por isso o emprego de “porque”.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
Devo estudar _______ a prova é amanhã. Fiquei doente e não sei _______.
I. A: Por que você está triste? II. B: Porque ela me deixou. III. A: E ela fez isso por quê? IV. B: Não sei o porquê. Tentei acabar com as causas da crise por que passávamos. V. A: Ah! Você se perdeu nos porquês.
Do ponto de vista gramatical, os termos sublinhados estão corretamente empregados em:
