Questões de Concurso Sobre pontuação em português

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Q288947 Português
Considere o período e as afirmações abaixo.

Eu já te falei, que você não pode se comportar dessa forma.

I. Há falta de uniformidade no uso dos pronomes.

II. A pontuação está correta.

III. A colocação do pronome oblíquo da segunda pessoa não está correta.

Está correto o que se afirma somente em
Alternativas
Ano: 2012 Banca: ESPP Órgão: BANPARÁ Prova: ESPP - 2012 - BANPARÁ - Técnico Bancário |
Q288889 Português
Assinale a alternativa em que a pontuação está correta.
Alternativas
Q286750 Português
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Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue os
itens que se seguem.
A inserção de vírgula imediatamente após a palavra “internacionais” (L.2) manteria a correção gramatical e o sentido original do texto e ainda conferiria ênfase à ideia expressa na oração subsequente, ou seja, ao fato de as convenções internacionais versarem sobre o combate à corrupção.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: PaqTcPB Órgão: UEPB Prova: PaqTcPB - 2012 - UEPB - Advogado |
Q284291 Português
Os usos de dois pontos, na primeira frase do texto, e de plural em “às capacidades”, no último parágrafo, encadeiam uma
Alternativas
Q283870 Português
O trecho em que a vírgula indica a omissão de um termo é:
Alternativas
Q283868 Português
O uso das aspas em “racionais", no sexto parágrafo, justifica- se por se tratar de:
Alternativas
Q283708 Português
                                               DE FORMAÇÃO DE OPINIÃO

Não, não vou falar da moça que estava no Canadá, cujo nome não digo para não me aliar ao tam-tam dos tambores da fl oresta. O que pode nos interessar é a frase emitida pela agência que cuida da sua imagem – sim, já tem agência – dizendo que sua agenciada vai se “posicionar como a formadora de opinião que tem potencial para ser.” E qual é o potencial necessário para ser formador de opinião? No passado, a carteirinha de formador de opinião só era dada em função da sabedoria. Ouviam-se os sábios. Não havendo sábios disponíveis, ouvia-se, emitida pelos mais velhos, a voz da experiência. Um certo saber era necessário, fosse ele específi co ou generalizado. Depois, deixou de ser. Nos anos em que trabalhei em publicidade, fi z várias campanhas imobiliárias com atores. Sempre os mais famosos, os que estavam nas telas da TV. Nenhum deles entendia coisa alguma do mercado de imóveis ou sequer pediu que lhe fosse mostrada e explicada a planta dos apartamentos que estava ajudando a vender. Ainda assim, sua presença era uma garantia de sucesso. Para formar a opinião alheia não é necessário sequer ter uma opinião própria relevante. No lugar da sabedoria entrou a imagem. A imagem não é a pessoa. A imagem não precisa sequer corresponder exatamente à pessoa. A imagem é um replicante, construído, às vezes com grande técnica, a partir da pessoa. Como é, então, que acreditamos nas recomendações feitas por alguém que, em termos de gente, é o equivalente a uma bolsa Vuitton vinda do Paraguai? O mecanismo é fascinante. Se queremos uma opinião jurídica, procuramos um advogado; se queremos uma opinião de saúde, procuramos um médico; e para opinar sobre o projeto de uma ponte fazemos recurso a um engenheiro. Mas na hora de comprar um apartamento ou um carro, dois projetos de peso que empenham parte relevante do nosso orçamento, deixamos que nossa opinião seja formada por uma imagem, um quase fantasma. E seguimos o gosto de fantasmas na compra do sabonete, na preferência por uma marca, na escolha do esmalte de unhas. Não sei se Lilia Cabral já fez publicidade de massa de rejunte para azulejos ou de válvula para descarga de banheiro, sei porém que seria um sucesso, embora todos estejam cientes de que não é ela quem entende de obra e de material de construção, é Griselda, e Griselda só existe na novela e no imaginário das pessoas. Então, o que forma opinião não é sequer a imagem. É a ação da imagem sobre o imaginário. No fi m das contas, tudo se passa na nossa própria cabeça. E o que os marqueteiros fazem é estudar nossa cabeça – não uma por uma, porque isso roubaria o mercado de trabalho dos psicanalistas, mas por amostragens – para criar imagens conformes a ela e aos desejos que a habitam, imagens que aceitaremos de braços abertos, implorando por suas opiniões. E a sabedoria, onde fi ca? Se não vier em roupa de gala, se não avançar no red carpet, se não for muito alardeada antes e durante por todas as mídias sociais e nem tanto, se não estiver no Canadá, coitada!, ninguém a quererá, ninguém dirá para ela ai se eu te pego! Bem pensa Carlinhos Brown, que, no discurso para o possível Oscar, dirá às crianças que não copiem seus ídolos, porque “o conhecimento não está nos ídolos. Ídolo cuida de sua carreira (...). Escutem seus pais!”. Marina Colasanti, (Estado de Minas, 09/02/2012)
“E seguimos o gosto de fantasmas na compra do sabonete, na preferência por uma marca, na escolha do esmalte de unhas". O uso das vírgulas nesse trecho justifica-se corretamente por marcar o seguinte fato:
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Q283608 Português
O uso das aspas, no nono parágrafo, justifica-se por se tratar de:

Alternativas
Q283606 Português
O uso de parênteses, no primeiro parágrafo, tem a seguinte função:

Alternativas
Q283554 Português
A vírgula delimita fronteira entre orações em:

Alternativas
Q283553 Português
No segundo parágrafo, o uso de parênteses justifica-se, respectivamente, por:

Alternativas
Q282900 Português
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Com base na leitura do texto acima, julgue os itens seguintes.
O segmento “muitas de artistas renomados” (L.5-6) está entre vírgulas porque constitui uma oração que restringe o termo antecedente.
Alternativas
Q282895 Português
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Com base nas ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue os
próximos itens.
A vírgula após “disponibilidade” (L.6) é empregada para separar termos de mesma função dispostos em enumeração.
Alternativas
Q282893 Português
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Com base nas ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue os
próximos itens.
A estrutura linguística do texto seria prejudicada caso se substituísse o ponto final após “cultural” (L.11) por sinal de dois-pontos, e a vírgula após ‘Brasília’ (L.14), por ponto final, eliminando-se o trecho subsequente.
Alternativas
Q282146 Português
Em “Será árduo garimpar os números da família, amigos, contatos profissionais.” (L. 13-15), as vírgulas são utilizadas para

Alternativas
Q282002 Português
Julgue se os trechos apresentados nos itens abaixo, adaptados de
notícias da Câmara dos Deputados publicadas em sítio da Internet,
estão gramaticalmente corretos.
O texto aprovado é um substitutivo ao Projeto de Lei n.º 659/2011. A relatora substituiu o termo “com necessidade específica de saúde”, no texto original por “doença crônica”. A proposta tramita, em caráter conclusivo e ainda será examinada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Alternativas
Q281995 Português
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Com base nas estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens
a seguir.
Na linha 22, o emprego do sinal de dois pontos após “principais” justifica-se por marcar a introdução da enumeração dos “cinco eixos principais”.
Alternativas
Q281992 Português
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Com base nas estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens
a seguir.
O emprego de vírgula após “país” (L.1) justifica-se por isolar oração temporal anteposta à principal.
Alternativas
Q281989 Português

Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item subsecutivo.


Prejudica-se a correção gramatical do texto ao se substituir o ponto final após “morte” (L.13) por sinal de dois pontos.

Alternativas
Q281985 Português
Se o segmento “que distam mais de vinte quilômetros de centros urbanos” (L.4-5) estivesse isolado por vírgulas, o sentido das informações do período permaneceria inalterado.
Alternativas
Respostas
13981: A
13982: C
13983: E
13984: D
13985: C
13986: A
13987: A
13988: E
13989: A
13990: A
13991: E
13992: E
13993: C
13994: E
13995: D
13996: E
13997: C
13998: E
13999: E
14000: E