Questões de Concurso Sobre pontuação em português

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Q793449 Português
Na frase da placa ocorre uma vírgula. Assinale a opção em que, alterando-se a posição dos termos, ocorreria um erro de pontuação.
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Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: SUDAM Prova: IADES - 2013 - SUDAM - Agente Administrativo |
Q786690 Português

       

Com fundamento na estrutura linguística e na organização das ideias do texto, assinale a alternativa correta.
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Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: SUDAM Prova: IADES - 2013 - SUDAM - Agente Administrativo |
Q786686 Português

Texto 1, para a questão.

                    

Considerando a norma-padrão da língua portuguesa e o sentido original do texto, julgue os itens a seguir e, depois, assinale a alternativa correta.

I - Nos períodos “Uma marca de refrigerantes lançou, na Colômbia, uma edição limitada do produto, que vem em garrafas feitas de gelo.” (linhas de 1 a 3) e “As garrafas ‘geladas’ têm exatamente o mesmo formato que as garrafas tradicionais, de vidro.” (linhas 3 e 4), o conectivo “que”, em suas duas ocorrências, poderia ser substituído por o qual.

II - É facultativo o uso do acento gráfico no vocábulo “têm” (linha 3).

III - A oração “para não congelar os dedos” (linhas 4 e 5) também poderia ser reescrita assim para não se congelar os dedos.

IV - No período “A sugestão da empresa é que, terminado o refrigerante, a tira protetora possa servir como um bracelete para o consumidor.” (linhas de 9 a 11), a segunda oração aparece entre vírgulas por estar deslocada do seu lugar-padrão.

A quantidade de itens certos é igual a

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Q773525 Português

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão seguinte.


    Como escreveu no começo do século 20 aquele infame senhor russo de cavanhaque, o que fazer? Eu tenho um fraco por esta moçada corajosa que agita no começo do século 21, que vai para a rua, que vai para a praça protestar por liberdade e também para denunciar fraude eleitoral e corrupção. Não sou tão ingênuo e emocional a ponto de me comover com a moçada do “occupy Wall Street” (teve até liberdade demais), mas, quando se trata do pessoal que passa o sufoco no centro de Moscou ou na praça Tahrir, no Cairo, é outra história. Sei, sei, há uma longa distância entre Moscou e Cairo, mas nos dois casos existe o que alguns de forma pejorativa chamam de Geração Facebook. Eu não.

    É chato quando a fadiga com um sistema de lei e ordem, como o de Putin, leva tanta gente a sonhar com outros pregando projetos ainda mais autoritários e nostálgicos. Imagine, Putin quer restaurar glórias passadas do império russo e, ainda por cima, vemos estes avanços de comunistas e da extrema direita? Claro que sobra a solidariedade com a moçada que foi para a rua protestar.

    Pouco conheço, mas em princípio não tenho nada contra o blogueiro russo Alexei Navalnyi, um cruzado contra a corrupção, detido terça-feira em Moscou, assim como centenas de manifestantes, e condenado a 15 dias de prisão. Seu crime? Basicamente popularizar a expressão “partido de escroques e ladrões”, ao se referir ao partido governista Rússia Unida. Chato é que, no final das contas, embora este partido do poderoso chefão Vladimir Putin tenha sido humilhado nas eleições parlamentares de domingo (sem fraude, o estrago teria sido maior), os comunistas e a extrema direita tenham avançado. A ironia é quando Putin passa a ser uma espécie de centrista.

    Dá um certo prazer, é verdade, ver Putin suar um pouco, como qualquer ditador ou semiditador. O senador republicano americano John McCain, que não é exatamente Geração Facebook, tuitou de forma provocativa na terça-feira o seguinte: “Querido Vlad (Vladimir Putin), a primavera árabe está chegando a uma vizinhança perto de você”.


(Texto adaptado. Disponível em: http://veja.abril.com.br/blog

nova-york/se-cao/facebook/. ) 

No texto, pode-se afirmar que as aspas, nos 3o e 4o parágrafos, assinalam
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Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Auxiliar Administrativo |
Q766183 Português
As vírgulas que isolam o termo “dois domínios esquecidos em um mundo atual atordoado pelo choque com o presente” (l. 8-9) são facultativas.
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Q763982 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo, de autoria de Patativa do Assaré:

Vaca Estrela e Boi Fubá

Seu dotô me dê licença

Pra minha história contar

Hoje eu tô nu’a terra estranha

E é bem triste o meu penar

Mas já fui muito feliz

Vivendo no meu lugar

Eu tinha cavalo bão

Gostava de campear

E todo dia aboiava

Na porteira do currá 

Ê, vaca Estrela! Ô, boi Fubá!

Eu sou fio do nordeste

Não nego o meu naturá

Mas uma seca medonha

Me tangeu de lá pra cá

Lá eu tinha meu gadinho

Num é bão nem alembrar

Minha linda vaca Estrela

E o meu belo boi Fubá

Quando era de tardinha

Eu começava aboiar

Ê, vaca Estrela! Ô, boi Fubá! 

Aquela seca medonha

Fez tudo se atrapaiar

Não nasceu capim no campo

Para o gado sustentar

O sertão se esturricou

Fez os açude secar

Morreu minha vaca Estrela

Se acabou meu boi Fubá

Perdi tudo quanto tinha

Nunca mais pude aboiar

Ê, vaca Estrela! Ô, boi Fubá! 

Hoje nas terra do sul

Longe do torrão natá

Quando eu vejo em minha frente

Uma boiada passar

As água corre dos óio

Começo logo a chorar

Lembro minha vaca Estrela

E o meu belo boi Fubá

Com sodade do nordeste

Dá vontade de aboiar

Ê, vaca Estrela! Ô, boi Fubá!

Abaixo estão transcritos alguns versos da música. Assinale a alternativa que apresenta o verso que não está corretamente pontuado:
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Q758358 Português

      A Gazeta comentou hoje, com fina malícia, uma publicação do Diário Oficial, contendo a lista de todas as patentes de invenção que caíram em caducidade. É realmente interessante a relação dessas “invenções”, que os inventores, desenganados ou desprotegidos, não quiseram ou não puderam explorar: máquinas de beneficiar café, instrumentos de música, selins, carvão, mobílias, dentaduras, carros, tintas, caixões para defuntos, acendedores instantâneos, e que sei mais? não houve ramo de indústria em que o gênio dos “inventores” não se exercitasse.

      A mania de inventar é uma das mais espalhadas. [...]

      Ah! pobre alma humana, sempre devorada por sonhos torturantes, sempre incendida em desejos e ambições ardentes! “Inventar” é a grande e fúlgida Quimera... Inventar é criar: quem inventa é, mais ou menos, o rival de Deus, o êmulo das forças vivas da natureza. Inventar é reproduzir a aventura arrojada de Prometeu: é roubar ao céu um pouco do seu segredo, é entrar em competência com a Divindade, é afrontar a força criadora e misteriosa que rege o universo ... Ousado e rútilo sonho!...

      Desses pobres inventores, desses infelizes filhos e continuadores do Prometeu antigo, quantos acabam desiludidos ou loucos no catre do hospital ou na cela do manicômio! Mas quem haverá que ouse rir dessa loucura ou dessa miséria? A mania da “invenção” é a prova palpável, a demonstração cabal e irrecusável da força da alma humana – dessa mártir encarcerada que vive a bracejar no duro cárcere, querendo partir os liames que a cativam, querendo libertar-se de sua penúria moral, querendo voar e devassar os segredos da vida. Essa doença é o Ideal!

      Confesso que, lendo a relação de patentes publicada pelo Diário Oficial, não tenho a coragem de sorrir. O sentimento, que essa leitura me inspira, é uma mistura de tristeza e de admiração: tristeza pela inanidade dos nossos sonhos, e admiração pelo incansável aspirar, pela ânsia infinita, pela sagrada e perpétua revolta da alma humana contra a sua miséria, e pelo seu eterno desejo de saber, de compreender, de criar, de caminhar para a luz...

                (Olavo Bilac. Obra reunida. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1996. p. 490)

A afirmativa correta, considerando-se o emprego de sinais de pontuação no texto, é:
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Q754078 Português
Analise o uso da vírgula no seguinte trecho retirado do texto I: “Historicamente falando, temos de considerar que vivemos hoje a era da informática, com suas contradições, seus paradoxos. Como já afirmava Heráclito, o filósofo grego pré- socrático, ‘no mundo tudo flui, tudo se transforma, pois a essência da vida é a mutabilidade, e não a permanência’. Assim, aquela escola, que era boa para o momento da revolução industrial, já não atende às necessidades do homem do final do século XX.” (linhas 3-7) Nesse trecho, justifica-se indevidamente o uso da vírgula ao se afirmar que ela foi empregada para isolar:
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Q750534 Português

Texto para a questão.

Texto I

Beijos e Abraços 

(Luís Fernando Veríssimo) 

O brasileiro é expansivo mas tem um certo pudor de mostrar seus sentimentos. Somos da terra do “dá cá um abraço” mas também temos nossas hesitações afetivas. O meio-termo encontrado é o insulto carinhoso. 

- Seu filho da mãe!

- Seu cafajeste!

São dois amigos que se encontram.

- Só me faltava encontrar você. Estragou meu dia.

- Este lugar já foi mais bem frequentado... 

Depois dos insultos, os brasileiros se abraçam com fúria. E os sonoros tapas nas costas - outra instituição nacional 

- chegam ao limite entre a cordialidade e a costeja partida. 

Eles se adoram, mas que ninguém se engane. É amor de homem, estão pensando o quê?

Quanto maior a amizade, maior a agressão. E você pode ter certeza que dois brasileiros são íntimos quando põem a mãe no meio. A mãe é o último tabu brasileiro. Você só insulta a mãe dos seus melhores amigos. 

- Sua mãe continua na zona?

-Aprendendo com a sua.

- Dá cá um abraço!

E lá vêm os tapas. 

Um estrangeiro despreparado pode levar alguns sustos antes de se acostumar com a nossa selvageria amorosa. 

- Crápula!

- Vigarista!

- Farsante!

- My God! Eles vão se matar! 

Não se matam. Se abraçam, às gargalhadas. Talvez ensaiem alguns socos nos braços ou simulem diretos nos queixos. Mas são amigos.[...] 

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso.beiiose-abracos. 1048595.0.htm

A pontuação é responsável pelo tom da leitura e auxilia na compreensão do sentido de um texto. Desse modo, a frase Seu filho da mãe!” pode ser classificada como:
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Q746582 Português

Texto 1

“Plantar é bom, colher é melhor, mas ambos exigem disposição, decisão e atitudes com honestidade.”

Paulo Samuel

Disponível em: http://pensador.uol.com.br/frase/NTUwNDQ2/

 Sobre o emprego das vírgulas no texto 1, analise os itens abaixo: 

I. A 1a vírgula separa orações assindéticas.

II. A 2a vírgula separa a oração sindética, cujo conectivo tem valor semântico de oposição, das orações anteriores.

III. A 3a vírgula é empregada seguindo a mesma regra gramatical da 2a .

IV. A 3ª vírgula separa elementos de mesma função sintática

Está CORRETO o que se afirma em

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Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: AL-MT Prova: FGV - 2013 - AL-MT - Editor de Textos |
Q741564 Português

Texto 1

                     Carta ao leitor – Uma falsa solução mágica

      O perigo de políticas públicas desgastadas, que custam caro e dão pouco resultado, serem substituídas por outras ainda piores é sempre muito alto quando não há bons exemplos para emular. A legalização da maconha é uma dessas soluções aparentemente simples para um problema complexo que muitos estudiosos e políticos sérios, e outros nem tanto, defendem na falta de uma ideia melhor. A premissa, nunca testada na prática em sua totalidade, é que a liberação da produção, da venda e do consumo da Cannabis seria suficiente para eliminar do problema sua porção mais danosa, a cadeia de crimes alimentada pelo dinheiro do tráfico. Pois os eleitores do Uruguai e do Colorado e de Washington, nos Estados Unidos, decidiram, pelo voto direto ou de seus representantes, ser cobaias da experiência de legalizar a maconha. Dentro de alguns meses, qualquer cidadão adulto do nosso país vizinho e dos dois estados americanos poderá comprar a droga numa farmácia ou loja especializada.

      VEJA destacou duas repórteres para ver de perto o impacto que a legalização da maconha está tendo entre os uruguaios e os americanos. Sim, porque, mesmo antes da entrada em vigor das leis, seu espírito liberalizante já se instalou. As jornalistas viram uma realidade menos rósea que aquela com que os defensores da medida costumam sonhar. Uma das repórteres visitou seis cidades em Washington, no Colorado e na Califórnia, onde, a exemplo de outros dezessete estados e da capital americana, a maconha é de quase livre acesso, mesmo que, teoricamente, só possa ser vendida por prescrição médica.

      Da mesma forma que ocorre com as bebidas alcoólicas, há sempre algum adulto irresponsável disposto a comprar maconha para um adolescente usar. “Preparando‐se para a entrada em vigor da nova lei, as lojas vão vender maconha muito mais potente do que a dos traficantes”, diz a repórter. Nossa segunda repórter teve uma impressão ainda mais negativa do caso uruguaio. Enquanto nos estados americanos existe uma provisão para avaliar de tempos em tempos o acerto da legalização, no Uruguai predomina a improvisação: “Ninguém analisou em profundidade as consequências de longo prazo que a legalização pode trazer”.                        

                                                                                                  (Veja, 13/11/2013)

Considerando a frase – Dentro de alguns meses, qualquer cidadão adulto uruguaio poderá comprar a droga numa farmácia‐, criada com elementos do texto, a forma de reescrevê‐la que mostra incorreção ou alteração de sentido original, é:
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Ano: 2013 Banca: FGV Órgão: AL-MT Prova: FGV - 2013 - AL-MT - Editor de Textos |
Q741553 Português

Texto 1

                     Carta ao leitor – Uma falsa solução mágica

      O perigo de políticas públicas desgastadas, que custam caro e dão pouco resultado, serem substituídas por outras ainda piores é sempre muito alto quando não há bons exemplos para emular. A legalização da maconha é uma dessas soluções aparentemente simples para um problema complexo que muitos estudiosos e políticos sérios, e outros nem tanto, defendem na falta de uma ideia melhor. A premissa, nunca testada na prática em sua totalidade, é que a liberação da produção, da venda e do consumo da Cannabis seria suficiente para eliminar do problema sua porção mais danosa, a cadeia de crimes alimentada pelo dinheiro do tráfico. Pois os eleitores do Uruguai e do Colorado e de Washington, nos Estados Unidos, decidiram, pelo voto direto ou de seus representantes, ser cobaias da experiência de legalizar a maconha. Dentro de alguns meses, qualquer cidadão adulto do nosso país vizinho e dos dois estados americanos poderá comprar a droga numa farmácia ou loja especializada.

      VEJA destacou duas repórteres para ver de perto o impacto que a legalização da maconha está tendo entre os uruguaios e os americanos. Sim, porque, mesmo antes da entrada em vigor das leis, seu espírito liberalizante já se instalou. As jornalistas viram uma realidade menos rósea que aquela com que os defensores da medida costumam sonhar. Uma das repórteres visitou seis cidades em Washington, no Colorado e na Califórnia, onde, a exemplo de outros dezessete estados e da capital americana, a maconha é de quase livre acesso, mesmo que, teoricamente, só possa ser vendida por prescrição médica.

      Da mesma forma que ocorre com as bebidas alcoólicas, há sempre algum adulto irresponsável disposto a comprar maconha para um adolescente usar. “Preparando‐se para a entrada em vigor da nova lei, as lojas vão vender maconha muito mais potente do que a dos traficantes”, diz a repórter. Nossa segunda repórter teve uma impressão ainda mais negativa do caso uruguaio. Enquanto nos estados americanos existe uma provisão para avaliar de tempos em tempos o acerto da legalização, no Uruguai predomina a improvisação: “Ninguém analisou em profundidade as consequências de longo prazo que a legalização pode trazer”.                        

                                                                                                  (Veja, 13/11/2013)

A regra de pontuação que justifica o emprego de vírgulas no primeiro período do texto é
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Q722424 Português

Acerca das estruturas linguísticas do texto, julgue o item seguinte.

A inserção de vírgula logo depois do advérbio “talvez” (l.26) prejudicaria a correção gramatical do texto.

Alternativas
Q706266 Português
As alternativas abaixo apresentam trechos adaptados retirados do site http://www.educacaofisica.com.br. Em relação à pontuação e de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.
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Q705729 Português
As alternativas abaixo apresentam um trecho adaptado do site http://entretenimento.br.msn.com/noticias.aspx. De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e em relação às regras de pontuação, assinale a alternativa corretam.
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Q705728 Português
Em relação à ocorrência ou não de crase, assinale a alternativa incorreta.
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Q699694 Português
Os dois trechos apresentados entre aspas (linhas 3-5 e 8-10) no texto indicam, respectivamente, discurso
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Q699692 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

As origens sociais da memória indireta



VIGOTSKI, L.S. A formação social da mente. 7. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. p. 31-32. (Adaptado).

A pontuação está empregada de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:
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Q699301 Português

INSTRUÇÕES -A questão é relacionada ao texto abaixo. Leia-o com atenção antes de responder a elas.

Demagogia eleitoreira

A questão dos médicos estrangeiros caiu na vala da irracionalidade. De um lado, as associações médicas cobrando a revalidação dos diplomas obtidos no exterior. De outro, o governo, que apresenta o programa como a salvação da pátria. No meio desse fogo cruzado, com estilhaços de corporativismo, demagogia, esperteza política e agressividade contra os recém-chegados, estão os usuários do SUS. Acompanhe meu raciocínio, prezado leitor.

Assistência médica sem médicos é possível, mas inevitavelmente precária. Localidades sem eles precisam tê-los, mesmo que não estejam bem preparados. É melhor um médico com formação medíocre, mas boa vontade, do que não ter nenhum ou contar com um daqueles que mal olha na cara dos pacientes.

Quando as associações que nos representam saem às ruas para exigir que os estrangeiros prestem exame de revalidação, cometem, a meu ver, um erro duplo. Primeiro: lógico que o ideal seria contratarmos apenas os melhores profissionais do mundo, como fazem americanos e europeus, mas quantos haveria dispostos a trabalhar isolados, sem infraestrutura técnica, nas comunidades mais excluídas do Brasil?

Segundo: quem disse que os brasileiros formados em tantas faculdades abertas por pressão política e interesses puramente comerciais são mais competentes? Até hoje não temos uma lei que os obrigue a prestar um exame que reprove os despreparados, como faz a OAB. O purismo de exigir para os estrangeiros uma prova que os nossos não fazem não tem sentido no caso de contratações para vagas que não interessam aos brasileiros.

Esse radicalismo ficou bem documentado nas manifestações de grupos hostis à chegada dos cubanos, no Ceará. Se dar emprego para médicos subcontratados por uma ditadura bizarra vai contra nossas leis, é problema da Justiça do Trabalho; armar corredor polonês para chamá-los de escravos é desrespeito ético e uma estupidez cavalar. O que ganhamos com essas reações equivocadas? A antipatia da população e a acusação de defendermos interesses corporativistas.

Agora, vejamos o lado do governo acuado pelas manifestações de rua que clamavam por transporte público, educação e saúde. Talvez por falta do que propor nas duas primeiras áreas, decidiu atacar a da saúde. A população se queixa da falta de assistência médica?

Vamos contratar médicos estrangeiros, foi o melhor que conseguiram arquitetar. Não é de hoje que os médicos se concentram nas cidades com mais recursos. É antipatriótico? Por acaso, não agem assim engenheiros, advogados, professores e milhões de outros profissionais?

Se o problema é antigo, por que não foi encaminhado há mais tempo? Por uma razão simples: a área da saúde nunca foi prioritária nos últimos governos. Você, leitor, se lembra de alguma medida com impacto na saúde pública adotada nos últimos anos? Uma só, que seja?

Insisto que sou a favor da contratação de médicos estrangeiros para as áreas desassistidas, intervenção que chega com anos de atraso. Mas devo reconhecer que a implementação apressada do programa Mais Médicos em resposta ao clamor popular, acompanhada da esperteza de jogar o povo contra a classe médica, é demagogia eleitoreira, em sua expressão mais rasa.

Apresentar-nos como mercenários que se recusam a atender os mais necessitados, enquanto impedem que outros o façam, é vilipendiar os que recebem salários aviltantes em hospitais públicos e centros de atendimentos em que tudo falta, sucateados por interesses políticos e minados pela corrupção mais deslavada. 

A existência no serviço público de uma minoria de profissionais desinteressados e irresponsáveis não pode manchar a reputação de tanta gente dedicada. Não fosse o trabalho abnegado de médicos, enfermeiras, atendentes e outros profissionais da saúde que carregam nas costas a responsabilidade de atender os mais humildes, o SUS sequer teria saído do papel.

A saúde no Brasil é carente de financiamento e de métodos administrativos modernos que lhe assegurem eficiência e continuidade.

(Varela. D. , Folha de S. Paulo, 07/09/2013. Texto adaptado)

Assinale a alternativa que contém um comentário ERRADO sobre o trecho transcrito.
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Q696918 Português
O texto adiante é uma adaptação de parte de notícia publicada, em 10 de maio de 2013, no portal eletrônico do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN). Depois de lê-lo, responda a questão proposta:

Inaugurado Centro de Pesquisa em Enfermagem na Universidade Federal de Santa Catarina
No dia 10 de maio de 2013, às 11h, durante a realização das atividades alusivas à 74ª Semana Brasileira de Enfermagem, o Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina, o Centro de Ciências da Saúde e a Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina, brindaram a Enfermagem Brasileira com a inauguração do Centro de Pesquisa e Tecnologia de Cuidado em Enfermagem e Saúde (Cepetec).
Considerando as normas gramaticais vigentes quanto ao emprego dos sinais de pontuação, podemos considerar que o uso da vírgula em seguida ao termo Santa Catarina, sublinhado no texto: 
Alternativas
Respostas
12041: C
12042: E
12043: B
12044: E
12045: E
12046: A
12047: C
12048: D
12049: B
12050: D
12051: B
12052: D
12053: C
12054: A
12055: A
12056: E
12057: B
12058: A
12059: B
12060: E