Questões de Concurso Sobre pontuação em português

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Q1005290 Português

Considere as seguintes propostas de alteração de ordem de segmentos do texto (com os devidos ajustes de maiúsculas e minúsculas e de pontuação onde necessário):


I. Deslocamento de segundo hábito antigo (I.02), entre vírgulas, para imediamente depois de Não tendo conseguido (1.01).

II. Deslocamento de Bebendo aqui, bebendo ali, (1.12), precedido de vírgula, para imediatamente depois de acabei presa de grande excitação (1.12).

III. Deslocamento de desmesuradamente (I.26), entre vírgulas, para imediatamente depois de em mim (I.26).


Quais conservam o sentido do trecho original no texto?

Alternativas
Q990903 Português
A reescrita do trecho: “...vírus que matam bactérias” (linhas 10-11), utilizando-se uma vírgula entre “vírus” e a oração “que matam bactérias” (“vírus, que matam bactérias”), produziria o sentido de que:
Alternativas
Q968884 Português
Com base no Texto 3 e na norma padrão escrita, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q968842 Português

Em relação ao Texto 4, considere as seguintes afirmativas, conforme a norma padrão escrita.

I. O termo “pôxa” é uma interjeição que exprime espanto, porém a acentuação está errada por se tratar de uma paroxítona terminada em “a”.

II. O uso das vírgulas antes e depois da palavra “cara” é obrigatório por se tratar de um vocativo.

III. A forma “por que” é composta pela preposição “por” e pelo pronome interrogativo “que”.

IV. O anúncio poderia ser corretamente reescrito da seguinte forma: “Encerramos nossas atividades porque falta leitores”.


Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q968835 Português

Com base no Texto 1, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as asserções abaixo.


( ) O uso dos dois pontos em Ou seja: para escrever sobre um furacão é melhor não estar no meio do furacão. (linhas 7-8) antecede uma enumeração.

( ) Dizer que algo acelera o coração (linha 7) pode ser o mesmo que dizer que algo mexe com as emoções.

( ) A palavra “tijolo” (linha 5) é utilizada no texto em seu sentido conotativo.

( ) O uso dos parênteses em “(significando, se não me falha a interpretação, que só podemos falar ou escrever sobre o que não nos apaixona mais)” (linhas 3-4) pode ser substituído por travessões sem prejudicar o sentido do texto.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.

Alternativas
Q929907 Português

Assinale a opção correta quanto à proposta de mudança no uso dos sinais de pontuação no texto. Desconsidere as alterações de ajuste nas letras iniciais maiúsculas e minúsculas.


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q929894 Português
Os trechos a seguir foram adaptados de http://www.admpg. com.br/revista2011/artigos. Assinale a opção em que o segmento foi transcrito com a pontuação gramaticalmente correta.
Alternativas
Q915716 Português
As aspas utilizadas no segundo e no quinto parágrafos atendem à necessidade de se destacarem citações para distingui-las do resto do texto.
Alternativas
Q883464 Português

Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmações a seguir.


( ) As vírgulas da linha 05 estão sendo empregadas para demarcar um aposto.

( ) As aspas que aparecem no trecho “teremos muita sorte se eles permitirem manter-nos em casa como animais de estimação” (l. 07- 08) estão sendo empregadas para marcar discurso indireto.

( ) O ponto final da linha 25 poderia ser substituído por uma vírgula, sem que isso acarretasse erro no emprego dos sinais de pontuação ou mudança de sentido da frase.


A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

Alternativas
Q877106 Português

Considere as afirmações a seguir sobre a pontuação do texto.


I - O travessão da linha 07 poderia ser substituído por vírgula sem que isso acarretasse erro de pontuação.

II - Na linha 29, a substituição de Naqueles tempos pretéritos por Naqueles dias acarretaria alteração na pontuação do período.

III - A supressão da vírgula da linha 41 não configuraria erro de pontuação.


Quais estão INCORRETAS?

Alternativas
Ano: 2014 Banca: FAURGS Órgão: TJ-RS Prova: FAURGS - 2014 - TJ-RS - Analista de Sistema |
Q876890 Português

Considere as propostas de alteração da pontuação do texto a seguir.


I - Deslocamento da vírgula depois de partiu (l. 06) para depois de mãe (l. 06).

II - Inserção de uma vírgula depois de jogo (l. 20).

III - Inserção de uma vírgula depois de custo (l. 36).


Se fossem realizadas, quais preservariam a correção gramatical e o sentido literal dos períodos originais?

Alternativas
Q876536 Português
Instrução: A questão abaixo refere-se ao texto abaixo.
Índios, os estrangeiros nativos.


Adaptado de: BRUM, Eliane. Índios, os estrangeiros nativos.
Revista Época. Disponível em: http://revistaepoca.globo.com/-
Sociedade/eliane-brum/noticia/2013/06/indios-os-estrangeiros-
nativos.html. Acessado em 02/05/2014.
Considere as propostas a seguir de alteração da pontuação do texto.
I - Retirada da vírgula depois de narrativa, na linha 27. II - Retirada da vírgula depois de Sul, na linha 33. III - Substituição da vírgula depois de voga, na linha 65, por dois-pontos.
Em quais delas o período resultante seria gramaticalmente correto?
Alternativas
Q876535 Português
Instrução: A questão abaixo refere-se ao texto abaixo.
Índios, os estrangeiros nativos.


Adaptado de: BRUM, Eliane. Índios, os estrangeiros nativos.
Revista Época. Disponível em: http://revistaepoca.globo.com/-
Sociedade/eliane-brum/noticia/2013/06/indios-os-estrangeiros-
nativos.html. Acessado em 02/05/2014.
Considere as afirmações a seguir a respeito da utilização de recursos de pontuação no texto.
I - A vírgula depois da palavra elites, na linha 06, é usada pelo mesmo motivo que a vírgula da linha 15. II - A vírgula da linha 10 é usada pelo mesmo motivo que a vírgula da linha 52. III - As vírgulas da linha 35 são usadas para isolar o vocativo.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q876524 Português
Instrução: A questão abaixo refere-se ao texto abaixo.
Esqueça um pouco do celular e melhore suas relações


Adaptado de OLIVEIRA, M.; TREVISAN, R. Esqueça um
pouco do celular e melhore suas relações. Disponível em
http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/
2014/04/07/esqueca-um-pouco-do-celular-e-melhore-
suas-relacoes.htm. Acesso em 15 de abril de 2014.
Assinale a alternativa que apresenta a função exercida pelo emprego de dois-pontos na linha 02.
Alternativas
Q876516 Português
Instrução: A questão abaixo refere-se ao texto abaixo.
Esqueça um pouco do celular e melhore suas relações


Adaptado de OLIVEIRA, M.; TREVISAN, R. Esqueça um
pouco do celular e melhore suas relações. Disponível em
http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/
2014/04/07/esqueca-um-pouco-do-celular-e-melhore-
suas-relacoes.htm. Acesso em 15 de abril de 2014.

Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações a seguir.


( ) As aspas das linhas 23 e 25 estão sendo empregadas pelo mesmo motivo que as aspas das linhas 31 e 34.

( ) A vírgula da linha 01 está sendo empregada pelo mesmo motivo que a vírgula da linha 21.

( ) As vírgulas da linha 41 estão sendo usadas para separar um aposto.


A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

Alternativas
Q856318 Português
                         O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade
                                                                                                                                   Bruno Calixto

Na última década, uma parcela da população brasileira experimentou uma forte mudança social. Estima-se que mais de 30 milhões de pessoas deixaram a linha da pobreza, com aumento de renda e acesso a crédito e a bens de consumo. Esse grupo, que está sendo chamado de nova classe média, é um dos principais alvos das políticas sociais do governo federal. Mas, por ser um grupo grande e heterogêneo, sabe-se pouco sobre o que pensa de temas importantes, como a questão ambiental. O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade?
A pesquisadora Izabelle Vieira, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), tenta responder a essa pergunta. A ideia é entender como essa parcela da população, que vive a festejada conquista de poder consumir mais, encara o discurso de sustentabilidade, que diz que o consumo deve ser controlado. "O objetivo é conhecer as práticas reais e entender como esse grupo percebe as questões de consumo sustentável", diz Izabelle.
A dificuldade começa na definição do grupo a ser estudado. O conceito de nova classe média é novo, cunhado pelo economista Marcelo Neri, atual presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Mas não há consenso sobre isso entre a comunidade acadêmica. Para muitos pesquisadores, não é possível ainda dizer que surgiu uma nova classe no Brasil. Para fazer a pesquisa, Izabelle considerou como "nova classe média" o grupo social que estava na base da pirâmide e experimentou grande incremento de renda na última década, com aumento do salário mínimo, emprego e acesso ao crédito. São famílias que hoje possuem renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 5.000 e que vivem nas periferias das grandes cidades.
O estudo ainda não está completo, mas os resultados iniciais mostram que o consumo sustentável não é prioridade para essas famílias, e que as questões ambientais são percebidas como distantes da realidade, mais associadas à ideia de proteção de florestas e rios e não com o dia a dia das grandes cidades. "Sustentabilidade não é um termo que costuma ser utilizado", diz Izabelle.
Isso não quer dizer que o assunto seja completamente ignorado. As pessoas enfatizam os problemas da comunidade, especialmente a questão do lixo. Além disso, as famílias da nova classe média mostram alguns comportamentos considerados sustentáveis, como economizar água e apagar as luzes ao sair dos quartos. Mas a motivação não é ambiental, é econômica. "Apagar a luz ou evitar o desperdício de água significa dinheiro no final do mês. Pode significar sair uma vez a mais para jantar no mês".
A pesquisadora ressalta que o objetivo do estudo não é defender a sustentabilidade nem criticar as famílias da nova classe média. "Não adianta simplesmente culpar o consumidor desse grupo por não adotar essas práticas. O consumo sustentável esbarra em questões materiais básicas e até diferenças filosóficas."
As questões materiais são evidentes: a população que vive nas periferias das grandes cidades brasileiras precisa lidar, diariamente, com a ausência de serviços básicos. Se falta coleta de lixo e saneamento, como esperar serviços como a coleta seletiva e a reciclagem? As famílias da nova classe média dificilmente conseguem seguir o que organizações ambientais definem como parâmetros para o consumo sustentável. Com poder aquisitivo limitado, essas famílias não conseguem comprar produtos orgânicos ou certificados, que são mais caros que outros produtos. Também não têm acesso a informações como as condições de fabricação de um determinado produto ou a relação de empresas com a comunidade, e o preço costuma ser o fator mais importante na hora da compra.
Além das questões materiais, há diferenças filosóficas, especialmente na ideia de justiça social. As famílias se comparam com classes econômicas mais ricas e questionam que, justamente agora que elas têm acesso a bens de consumo, se fale em consumir menos em prol do planeta. Muitos interpretam que a ideia de limitar o consumo acaba punindo a nova classe média, já que só agora esse grupo tem condições de ter um carro e bens de consumo.
Um dos resultados desse pensamento é que a nova classe média não se vê como o sujeito, como os autores do comportamento sustentável. Diferentemente do que prega o movimento ambiental, que defende que cada pessoa pode agir para melhorar o mundo, a nova classe média, segundo a pesquisa, parece acreditar que quem deve agir são os governos, as empresas e as ONGs. Também há dificuldade em saber o que cada um pode fazer. "Não está claro para as pessoas o que elas podem fazer pelo meio ambiente", diz Izabelle.

Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2013/11/o-que-bnova-classe-mediab-pensa-sobre>. Acesso em: 03 mar. 2014. [Adaptado]
Na expressão “nova classe média”, as aspas têm a função de
Alternativas
Q856317 Português
                         O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade
                                                                                                                                   Bruno Calixto

Na última década, uma parcela da população brasileira experimentou uma forte mudança social. Estima-se que mais de 30 milhões de pessoas deixaram a linha da pobreza, com aumento de renda e acesso a crédito e a bens de consumo. Esse grupo, que está sendo chamado de nova classe média, é um dos principais alvos das políticas sociais do governo federal. Mas, por ser um grupo grande e heterogêneo, sabe-se pouco sobre o que pensa de temas importantes, como a questão ambiental. O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade?
A pesquisadora Izabelle Vieira, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), tenta responder a essa pergunta. A ideia é entender como essa parcela da população, que vive a festejada conquista de poder consumir mais, encara o discurso de sustentabilidade, que diz que o consumo deve ser controlado. "O objetivo é conhecer as práticas reais e entender como esse grupo percebe as questões de consumo sustentável", diz Izabelle.
A dificuldade começa na definição do grupo a ser estudado. O conceito de nova classe média é novo, cunhado pelo economista Marcelo Neri, atual presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Mas não há consenso sobre isso entre a comunidade acadêmica. Para muitos pesquisadores, não é possível ainda dizer que surgiu uma nova classe no Brasil. Para fazer a pesquisa, Izabelle considerou como "nova classe média" o grupo social que estava na base da pirâmide e experimentou grande incremento de renda na última década, com aumento do salário mínimo, emprego e acesso ao crédito. São famílias que hoje possuem renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 5.000 e que vivem nas periferias das grandes cidades.
O estudo ainda não está completo, mas os resultados iniciais mostram que o consumo sustentável não é prioridade para essas famílias, e que as questões ambientais são percebidas como distantes da realidade, mais associadas à ideia de proteção de florestas e rios e não com o dia a dia das grandes cidades. "Sustentabilidade não é um termo que costuma ser utilizado", diz Izabelle.
Isso não quer dizer que o assunto seja completamente ignorado. As pessoas enfatizam os problemas da comunidade, especialmente a questão do lixo. Além disso, as famílias da nova classe média mostram alguns comportamentos considerados sustentáveis, como economizar água e apagar as luzes ao sair dos quartos. Mas a motivação não é ambiental, é econômica. "Apagar a luz ou evitar o desperdício de água significa dinheiro no final do mês. Pode significar sair uma vez a mais para jantar no mês".
A pesquisadora ressalta que o objetivo do estudo não é defender a sustentabilidade nem criticar as famílias da nova classe média. "Não adianta simplesmente culpar o consumidor desse grupo por não adotar essas práticas. O consumo sustentável esbarra em questões materiais básicas e até diferenças filosóficas."
As questões materiais são evidentes: a população que vive nas periferias das grandes cidades brasileiras precisa lidar, diariamente, com a ausência de serviços básicos. Se falta coleta de lixo e saneamento, como esperar serviços como a coleta seletiva e a reciclagem? As famílias da nova classe média dificilmente conseguem seguir o que organizações ambientais definem como parâmetros para o consumo sustentável. Com poder aquisitivo limitado, essas famílias não conseguem comprar produtos orgânicos ou certificados, que são mais caros que outros produtos. Também não têm acesso a informações como as condições de fabricação de um determinado produto ou a relação de empresas com a comunidade, e o preço costuma ser o fator mais importante na hora da compra.
Além das questões materiais, há diferenças filosóficas, especialmente na ideia de justiça social. As famílias se comparam com classes econômicas mais ricas e questionam que, justamente agora que elas têm acesso a bens de consumo, se fale em consumir menos em prol do planeta. Muitos interpretam que a ideia de limitar o consumo acaba punindo a nova classe média, já que só agora esse grupo tem condições de ter um carro e bens de consumo.
Um dos resultados desse pensamento é que a nova classe média não se vê como o sujeito, como os autores do comportamento sustentável. Diferentemente do que prega o movimento ambiental, que defende que cada pessoa pode agir para melhorar o mundo, a nova classe média, segundo a pesquisa, parece acreditar que quem deve agir são os governos, as empresas e as ONGs. Também há dificuldade em saber o que cada um pode fazer. "Não está claro para as pessoas o que elas podem fazer pelo meio ambiente", diz Izabelle.

Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2013/11/o-que-bnova-classe-mediab-pensa-sobre>. Acesso em: 03 mar. 2014. [Adaptado]
Na primeira linha do sétimo parágrafo, o uso dos dois pontos introduz uma
Alternativas
Ano: 2014 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2014 - UFU-MG - Psicólogo Clínico |
Q847242 Português

Como qualquer e todo conflito de até então, a primeira guerra global ocorrida na Europa, entre 28 de julho de 1914 e 11 de novembro de 1918, teve interesses políticos, jogos de poder que deixaram de ser escusos com o distanciamento histórico e intenções fundamentadas no expansionismo territorial. Consequentemente, dela participaram as grandes potências da época que, por sua vez, organizaram-se em duas alianças opostas: os Aliados (com base na Tríplice Entente, formada pelo Reino Unido, França e Império Russo) e os Impérios Centrais (fundamentado na Tríplice Aliança, composta pelo Império Alemão, ÁustriaHungria e Itália).

Leituras da História, Nº 65, p. 3.


O emprego dos dois-pontos assinala, no contexto, a introdução de uma sequência que

Alternativas
Q847236 Português

Atenção: Considere o poema abaixo para responder à questão.


                                Uma palavra se abre

                                Como um sabre −

                                Pode ferir homens armados

                                Com sílabas de farpa

                                Depois se cala −

                                Mas onde ela caiu

                                Quem se salvou dirá

                                No dia de desfile

                                Que algum Irmão de armas

                                Parou de respirar

                                (Emily Dickinson. Trad. Augusto de Campos) 

Uma redação alternativa, em prosa, para o poema, em que se respeitam as regras de pontuação, está em:
Alternativas
Q847233 Português

Atenção:  Considere  o  texto  abaixo,  retirado  do  livro  Texto/Contexto II,  de  Anatol  Rosenfeld,  para  responder  a  questão.

https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/40798/37340ba5bc17381cc865.png

Atente para o que se afirma abaixo.


I. O pronome destacado em De um modo lapidar, Hölderlin exprimiu isso nestes versos... refere-se ao fato de que os seus deuses não podem ser dissociados da realidade social e política.

II. Sem prejuízo para o sentido, o segmento De um modo lapidar pode ser substituído por: Provisoriamente.

III. A vírgula adicionada ao se reescrever o verso de Hölderlin (linhas 12 e 13) marca a elipse do verbo “aprender”: “Aprenda na vida a arte, na arte, a vida”.


Está correto o que se afirma APENAS em 

Alternativas
Respostas
11161: C
11162: A
11163: C
11164: E
11165: B
11166: D
11167: B
11168: C
11169: D
11170: E
11171: B
11172: E
11173: B
11174: C
11175: A
11176: D
11177: B
11178: C
11179: E
11180: D