Questões de Concurso
Sobre pontuação em português
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Texto para as questão.

Internet: <www.noticiasterra.com> (com adaptações).
(---) Em “Ele estudou muito, porém não, passou na prova.”, a vírgula está gramaticalmente correta. (---) Em “A questão, André, é que agora é tarde demais.”, as vírgulas estão isolando o vocativo.
I. A oração subordinada adjetiva presente no período exerce, como os adjetivos, a função de adjunto adnominal; no caso, explicando, à maneira do aposto, o termo antecedente.
II. A partícula ‘se’, em ‘utiliza-se’, classifica-se como partícula apassivadora.
III. A inserção de vírgulas para separar a oração adjetiva implicaria alteração de sentido ao período.
Quais estão corretas?
Texto para a questão.
A imagem abaixo foi extraída de um celular smartphone aberto em um grupo fictício de uma rede social que utiliza mensagens para dar as boas‐vindas aos novos funcionários admitidos em um processo seletivo do Sesc.

Edital n.º 4/2018 – Seleção de Pessoal – Sesc‐DF.
Texto para a questão.
A imagem abaixo foi extraída de um celular smartphone aberto em um grupo fictício de uma rede social que utiliza mensagens para dar as boas‐vindas aos novos funcionários admitidos em um processo seletivo do Sesc.

Edital n.º 4/2018 – Seleção de Pessoal – Sesc‐DF.
Texto para a questão.

José Luiz Fiorin (org.). Introdução à Linguística. v. 1 e 2.
São Paulo: Contexto, 2006 (com adaptações).
Texto para a questão.

Yuval Noah Harari (trad. Paulo Geiger). Homo Deus: uma
breve história do amanhã. São Paulo: Companhia
das Letras, 2016, p. 47‐8 (com adaptações).
Analise as seguintes propostas de modificação no texto ligadas à pontuação:
I. A compreensão da frase “você já notou, em alguma época da sua vida, que se tornou uma pessoa mais estressada ao conviver com pessoas estressadas?” (l. 01 e 02) sofreria mudança se em vez de ponto de interrogação fosse usado ponto de exclamação.
II. Na frase “nossos círculos sociais — nossos amigos e familiares — são muitas vezes as únicas fontes de informação que temos” (l. 09 e 10), os travessões poderiam ser substituídos por hifens.
III. É aceitável a troca do ponto encontrado na linha 14 por ponto e vírgula, sem prejudicar o que o autor quis expor nesse fragmento textual.
Quais estão corretas?

I. Na linha 31, o emprego dos dois pontos deve-se à inserção de uma expressão explicativa, referente ao vocábulo “oligopólio”. II. Na linha 35, o emprego do travessão deve-se à introdução de uma fala em discurso direto. III. A ocorrência das vírgulas na linha 39 deve-se a mesma situação de ocorrência de seu emprego na linha 42: a separação de itens em uma enumeração.
Quais estão corretas?
I. A vírgula da linha 10 (segunda ocorrência) justifica-se por separar orações de mesmo valor sintático.
II. O travessão da linha 12 não poderia ser substituído por uma vírgula, visto que mudaria o sentido original da frase.
III. Na linha 13, a vírgula destaca um adjunto adverbial deslocado.
Quais estão corretas?
CARRO: O CIGARRO DO SÉCULO 21?
Por Reinaldo Canto
Muita gente talvez não concorde. Pode ser também que exista uma dose de exagero na afirmação. Ou será que não? O certo é que temos observado um inédito questionamento ao império do automóvel.
Soberano ao longo de muitos anos e cercado de toda admiração. Assim foi a trajetória do carro. Agora muitas vozes se levantam contra ele como um grande problema, a perturbar a vida de todos. Aliás, não parece estar ocorrendo um fenômeno semelhante ao ocorrido com o cigarro no século passado? Portanto, guardadas as devidas proporções, será realmente loucura pensar que não assistiremos no século 21 com os veículos de transporte individual ao mesmo que ocorreu no passado com o cigarro?
No passado, fumar representava um símbolo de status, charme e elegância. Durante um bom período, o consumo de cigarros foi objeto do desejo de inúmeras gerações. Os muitos jovens até arriscavam levar surras paternas se fossem pegos no ato. Celebrizado, entre outros, por Clark Gable, Cary Grant, Rita Hayworth, James Dean e Clint Eastwood, os ícones do cinema entre os anos 40 e 60. Todo mundo que se prezava, naquela época, fumava. E o que aconteceu com o passar do tempo e os mais do que comprovados problemas causados pelo cigarro? Quase a demonização do ato de fumar!
Para as novas gerações, fica até difícil explicar que, na maior parte do século 20, fumar em qualquer lugar era a coisa mais comum do mundo. Em bares, restaurantes e até mesmo dentro de claustrofóbicos aviões, os fumantes viviam o auge de seu vício com toda a liberdade. Hoje, todos nós sabemos sobre os males causados pelo fumo, inclusive para aqueles expostos à fumaça de cigarros alheios, o chamado fumante involuntário. Cigarro mata e ponto final!
A publicidade ainda tinha o desplante de vincular o fumo à virilidade e à prática de atividades esportivas. Uma barbaridade digna de criminosos!! Não foi por outra razão que, posteriormente, a propaganda de cigarros foi banida dos meios de comunicação.
Bem, não dá para afirmar o mesmo em relação aos carros, ou será que é possível fazer essa relação? Dados divulgados pela ONG Saúde e Sustentabilidade em parceria com vários estudiosos, entre eles, o médico e pesquisador da USP Paulo Saldiva, mostram que a poluição no estado de São Paulo foi responsável pela morte de quase 100 mil pessoas em seis anos. Só em 2011, a pesquisa revelou que o ar contaminado, boa parte dele vindo de escapamentos de veículos, contribuiu para a morte de mais de 17 mil e 400 pessoas. Esse trabalho é o primeiro de abrangência estadual que fez uma relação direta entre índices de poluição e número de mortes. Portanto, temos aí uma relação carro e saúde semelhante como no passado foi feito entre cigarro e saúde.
Outro interessante ponto de convergência das trajetórias do cigarro e do automóvel está localizado no exercício de sua prática. Como disse antes, fumar era algo exercido com total liberdade até começarem a surgir diversas leis obrigando a exercer o hábito a lugares pré-determinados e o veto total a outros. Hoje em dia, o pobre fumante se vê quase num ato clandestino e de banimento social para poder dar algumas boas tragadas. Isso em prol da saúde coletiva.
Em relação aos carros, algo parecido está em processo acelerado de implantação. Recentemente, a prefeitura de São Paulo definiu que a velocidade máxima na cidade passou de 60 para 40 quilômetros por hora. A ação visa reduzir as mortes de pedestres e ciclistas vitimados, entre outras razões, pelo excesso de velocidade. Se somarmos essa a outras medidas em vigor, como o rodízio de veículos, a proibição de circular em faixas de ônibus e as restrições para locais de estacionamento, teremos aí mais exemplos de coerção ao livre uso do carro, até pouco tempo praticamente “dono” das ruas e avenidas das cidades contra qualquer planejamento minimamente civilizado de mobilidade urbana que buscasse uma convivência pacífica com outros usuários de transporte público, pedestres e ciclistas.
Sonho da juventude. Quem, como eu, já entrou na casa dos 50 anos de idade sabe bem o que um garoto ou garota de minha época sonhava em ter os 18 anos. Até outras gerações posteriores enxergavam e ainda enxergam no fato de ter um carro o alcance definitivo do mundo adulto e da independência. Isso, claro, ainda não mudou, mas parece ir por um caminho bem diferente.
Uma tendência observada em pesquisas realizadas na Inglaterra e nos Estados Unidos é que os jovens desses países já não possuem o mesmo desejo por veículos particulares. Eles acham mais interessante utilizar transporte público, como ônibus e metrô, e até mesmo andar de bicicleta. As pesquisas mostram que eles não estão dispostos a gastar boa parte de seus recursos na manutenção de um automóvel. E, além de mais barato, também consideram mais saudável o uso cotidiano de outras modalidades de transporte. Isso significa que a posse do carro próprio está perdendo o encanto? Com o cigarro não se passou algo bastante parecido?
FONTE: https://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/carro-o-cigarro-do-seculo21-4760.html
Considere o que se afirma acerca dos sinais de pontuação que poderiam substituir os parênteses das linhas 04, 05, 07 e 10 do texto.
I. Na linha 04, pode-se usar o sinal de dois pontos no lugar dos parênteses.
II. Na linha 05, deveria haver vírgula no lugar dos parênteses.
III. Na linha 07, o emprego de vírgula é obrigatório no lugar dos parênteses.
IV. Na linha 10, não se deve empregar pontuação alguma no lugar dos parênteses.
Quais estão corretas?
Leia atentamente o Texto para responder a questão.
(Texto)

( ) As vírgulas em: “Fala, Gaúcho” e “Fala, Pechada” foram usadas pelo mesmo motivo: separar vocativo. ( ) Em “pechar se refere à bater” o uso da crase está correto. ( ) No texto, Jorge era o único a implicar com Rodrigo. ( ) Na frase “O pai atravessou a sinaleira”, a expressão sublinhada pode ser trocada por “colidiu com a sinaleira”. ( ) Está correto o uso da crase em: “Ela se referiu àquele garoto e parecia alheia às outras questões”.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Texto para a questão.

José Francisco Botelho. História cultural das fake news. In: Revista
Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2.575, ano 51, n.° 13,
28 de março de 2018, p. 103 (com adaptações).
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Internet:<https://sescdf.com.br/>




