Questões de Concurso
Comentadas sobre pontuação em português
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Considerando os aspectos linguísticos do texto, julgue o item seguinte.
No período “Usar o português no Brasil é fruto de uma herança de colonização e dominação de Portugal, país cuja língua tem esse mesmo nome”, o emprego da vírgula após a palavra “Portugal” é obrigatório.
"Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou 'nenhum preconceito impedir de acessar a literatura'".
I.O pronome relativo "que" tem como referente "comunidade", podendo ser substituído por "a qual" sem prejuízo na coesão e no sentido do texto.
II.O pronome relativo "que" pode ter dois referentes, sendo eles "coordenadora" e "comunidade". Cabe à pessoa que lê o texto decidir qual referente deixa o texto mais claro.
III.O pronome relativo "que" introduz uma explicação, qualificando a comunidade.
IV.O pronome relativo "que" introduz uma oração restritiva, ou seja, tem-se apenas uma comunidade e essa não deixou o preconceito impedir o acesso à literatura.
É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
'A periferia nunca deixou de produzir literatura', defende coordenadora das Fábricas de Cultura
Os hábitos de leitura nas periferias da maior metrópole da América do Sul são o foco da pesquisa realizada pela Organização Social Poiesis, que analisou o público das oito unidades das Fábricas de Cultura presentes em São Paulo e apontou que mulheres representam 70% do público leitor.
Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou "nenhum preconceito impedir de acessar a literatura".
"Todo esse movimento de literatura mostra que ela, na verdade, foi durante muito tempo vista como algo elitista, como algo para outro tipo de público, mas, enquanto isso, a periferia nunca deixou de produzir literatura, de produzir oralidade ou 'oralituras', expressão usada por Leda Maria Martins. A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano", disse Ifé em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.
A pesquisa avaliou os hábitos de leitura dos frequentadores das bibliotecas das Fábricas de Cultura na Brasilândia, Capão Redondo, Diadema, Iguape, Jaçanã, Jardim São Luís , Osasco e Vila Nova Cachoeirinha. A coordenadora destaca que a literatura sempre esteve presente nas comunidades e que a diversidade de leitura apontada pela pesquisa ajuda a desconstruir preconceitos sobre "quem lê e o que lê".
Os dados indicam que as mulheres foram 70% do total de leitores, porcentagem maior que a média nacional (61%). Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades. "Sabemos o quanto as mulheres têm um papel fundamental nas periferias, não só nas questões do dia a dia, no trato com a própria família , com a comunidade, mas também com a literatura. Ficamos muito felizes em saber que as mulheres estão acessando a literatura, uma literatura diversa que fala tanto diretamente com as realidades delas quanto também com a literatura clássica", contou.
Representatividade
Para a coordenadora, a diversidade de leitura da população periférica — que inclui mangás , clássicos, autores negros e indígenas — mostra que o acesso "às literaturas" precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler. Ela também ressalta a importância da representatividade e de uma curadoria coletiva.
"Recentemente, Ana Maria Gonçalves — primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras —, falou algo bem importante: que as pessoas racializadas, negras principalmente, muitas vezes não acessavam a literatura porque não se viam representadas, eram histórias que iam muito além da sua realidade. Quando uma criança, um jovem, um adolescente, uma pessoa trabalhadora consegue acessar uma história em que se sinta representada, essa literatura se aproxima", afirma Ifé.
(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/08/20/a-periferia-nunca-deixou-de -produzir-literatura-defende-coordenadora-das-fabricas-de-cultura/. Acesso em 25 ago. 2025. Adaptado.)
Considere o excerto que segue e analise as assertivas:
"Para a coordenadora, a diversidade de leitura da população periférica — que inclui mangás, clássicos, autores negros e indígenas — mostra que o acesso 'às literaturas' precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler".
I.A respeito do uso dos travessões, eles podem ser substituídos por vírgulas sem causar prejuízo na coesão e no sentido do texto.
II.As aspas duplas indicam que o excerto é uma citação direta feita aqui na questão. Logo, a expressão às literaturas que, no texto original, está entre aspas duplas, aparece corretamente, nesta citação, entre aspas simples.
III.A palavra atento concorda com acesso , uma vez que se refere a esta palavra.
É correto o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Está se sentindo desestimulado e apático no trabalho? Você pode estar sofrendo de 'rust out'
O burnout é facilmente reconhecido por funcionários tensos e sobrecarregados: exaustão, despersonalização — sensação de desconexão dos outros ou de si mesmo no trabalho — e redução do senso de realização pessoal, consequências do estresse crônico não administrado. No extremo oposto, encontra-se o rust out, caracterizado pelo tédio, apatia e desmotivação, com profissionais frequentemente fazendo o mínimo necessário. Essa condição pode levar à procrastinação, ao uso excessivo de redes sociais e à busca por estímulos externos.
O rust out resulta do declínio mental e emocional causado por tarefas repetitivas, monótonas e pela estagnação profissional. Diferentemente do burnout, que surge da sobrecarga, ele é consequência da subutilização e da ausência de desafios. Ambientes que priorizam apenas eficiência e metas, em detrimento do engajamento, podem intensificar o problema, fazendo o trabalhador sentir-se invisível ou substituível.
Embora possa parecer uma queixa menor, a longo prazo o rust out prejudica a satisfação com a carreira e afeta a saúde mental. Ainda assim, em muitas áreas, o tema é pouco discutido, possivelmente por causa da visão de que o trabalho é, por natureza, entediante.
Uma pesquisa investigou a presença do rust out entre formadores de professores — docentes universitários responsáveis pela preparação de futuros educadores. Do total de cento e cinquenta e quatro participantes, quatorze foram entrevistados. Apesar de a maioria relatar satisfação com o trabalho, surgiram indícios claros dessa condição.
O fenômeno guarda semelhança com a chamada demissão silenciosa, porém, nesse caso, os profissionais permaneciam comprometidos com os alunos e viam a docência como vocação, encontrando alegria no contato com jovens inspiradores. O problema era que pilhas crescentes de tarefas administrativas os afastavam das atividades pelas quais se candidataram à função.
Esses docentes equilibram aulas, supervisão de estágios, orientação e grande volume de burocracia, restando pouco tempo para pesquisa e atividades criativas. A crescente burocratização do ensino superior, com excesso de formulários, tarefas administrativas e mudanças de sistemas, reduziu ainda mais o espaço para funções enriquecedoras.
O rust out também decorre do desalinhamento entre aspirações e demandas profissionais. Oportunidades limitadas de progressão na carreira, estruturas rígidas e falta de apoio ao desenvolvimento reforçam esse quadro.
Frequentemente, não há espaço para diálogo sobre satisfação profissional, prevalecendo a visão de que o funcionário deve sentir-se afortunado por ter um emprego.
O rust out traz custos pessoais, como desengajamento, apatia e perda de motivação, e institucionais, ao minar o potencial criativo e produtivo das equipes. Por isso, deve ser tratado com a mesma atenção dedicada ao burnout, reconhecendo-se que o bem-estar dos trabalhadores é essencial para o sucesso organizacional.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cnv716g5v4yo.adaptado.
Embora possa parecer uma queixa menor, a longo prazo o rust out prejudica a satisfação com a carreira e afeta a saúde mental.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Morango do amor: por que doce 'viral' preocupa dentistas
O morango do amor tornou-se a nova sensação da confeitaria brasileira. Composto por morangos cobertos com brigadeiro branco e envoltos por uma espessa camada de caramelo vermelho brilhante, o doce atraiu milhares de admiradores nas redes sociais. A aparência chamativa e os vídeos virais impulsionaram a curiosidade do público e aqueceram as vendas em docerias de todo o país.
No entanto, o Conselho Federal de Odontologia (CFO) emitiu um alerta sobre os riscos que o doce representa à saúde bucal. O morango do amor pode provocar sérios danos aos dentes, comprometer próteses e restaurações e até causar fraturas dentárias. Registros em vídeo mostram pessoas que, ao tentarem morder o doce, acabaram quebrando dentes ou deslocando peças protéticas. Por isso, a recomendação é de cautela, especialmente para quem já possui algum tratamento odontológico.
A dentista Fernanda Paixão Malufe, de Americana (SP), relata aumento no número de pacientes com lesões causadas pelo consumo do doce. Ela orienta que o ideal é cortar a casca caramelizada com uma faca antes de mastigar. Segundo Malufe, os danos variam: há casos em que apenas uma pequena parte do dente se rompeu e pôde ser restaurada, mas também houve fraturas que atingiram a raiz, exigindo a extração e substituição por implantes.
O CFO reforça que a cobertura do morango do amor é extremamente dura, podendo quebrar dentes e restaurações, sobretudo nos dentes da frente. Pessoas com restaurações extensas devem redobrar os cuidados. A recomendação é consumir o doce em pequenos pedaços, evitando morder diretamente com os dentes incisivos. Se optar por morder, o mais seguro é escolher áreas com caramelo mais fino e usar os molares, que são mais resistentes.
O risco é ainda maior para quem utiliza facetas, próteses ou aparelhos ortodônticos. A combinação da textura rígida com a aderência do caramelo causa deslocamentos, danos permanentes ou ferimentos na boca. Nesses casos, a orientação é evitar completamente o consumo do doce e buscar alternativas com ingredientes menos agressivos à saúde bucal.
Além das fraturas e quebras, há o risco de cárie. O doce possui alto teor de açúcar, que, associado ao acúmulo de biofilme e à ingestão frequente de carboidratos fermentáveis, provoca a desmineralização dos dentes. A escovação imediata após o consumo é fundamental, com atenção especial à limpeza entre os dentes, já que o caramelo se fixa nas superfícies dentárias por longos períodos.
Em caso de acidente, o CFO orienta que o paciente procure atendimento odontológico imediatamente. A conselheira Bianca Zambiasi, professora universitária e doutora em Odontologia, enfatiza que pacientes com próteses, lentes, facetas ou aparelhos evitem alimentos duros e pegajosos. Contudo, mesmo quem não apresenta tratamentos odontológicos prévios está sujeito a acidentes e precisa tomar cuidado ao morder e mastigar. Se algum problema ocorrer, a busca pelo cirurgião-dentista deve ser imediata para atendimento de urgência.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cdx0vnwgvwko.adaptado.
A escovação imediata após o consumo é fundamental, com atenção especial à limpeza entre os dentes, já que o caramelo se fixa nas superfícies dentárias por longos períodos.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como assistir a vídeos em velocidade acelerada afeta seu cérebro
Muitos de nós desenvolvemos o hábito de ouvir podcasts, áudios e outros conteúdos online em uma velocidade de reprodução mais rápida. Entre os jovens, isso é quase uma regra. Uma pesquisa com estudantes da Califórnia revelou que oitenta e nove por cento ajustavam a velocidade das aulas online, e diversas reportagens já destacaram como assistir a vídeos no modo rápido se tornou algo comum.
As vantagens são evidentes: consumir mais conteúdo em menos tempo e revisar várias vezes para absorver mais informações. No contexto educacional, essa prática libera tempo para consolidar conhecimentos e realizar atividades práticas. Também ajuda a manter a atenção e o interesse durante todo o vídeo, evitando distrações.
No entanto, existem desvantagens. Quando exposto a informações faladas, o cérebro passa por três fases da memória: codificação, armazenamento e recuperação. Na codificação, é necessário tempo para processar e compreender o fluxo de palavras, identificando-as e associando-as ao significado contextual. Normalmente, as pessoas falam cerca de cento e cinquenta palavras por minuto, mas é possível compreender até trezentas ou quatrocentas e cinquenta palavras por minuto. A questão, porém, está na qualidade e durabilidade das lembranças.
As informações recebidas são inicialmente guardadas na memória de trabalho, que permite transformá-las e combiná-las até estarem prontas para serem transferidas para a memória de longo prazo. Como a memória de trabalho tem capacidade limitada, um fluxo excessivamente rápido pode sobrecarregá-la, causando perda de informações e sobrecarga cognitiva.
Uma meta-análise de vinte e quatro estudos sobre aprendizagem por vídeo analisou o impacto da velocidade de reprodução. Nos experimentos, um grupo assistia a vídeos em velocidade normal (1x) e outro em velocidades maiores (1,25x, 1,5x, 2x ou 2,5x). Depois, todos realizavam a mesma prova para avaliar a memorização e a recuperação de informações.
Os resultados mostraram que aumentar a velocidade de reprodução gerava efeitos cada vez mais negativos no desempenho. Até 1,5x, a queda era mínima, mas a partir de 2x, o prejuízo variava de moderado a grande.
Um dos estudos analisou adultos mais velhos (61 a 94 anos) e verificou que eles eram mais prejudicados pelo aumento da velocidade do que os mais jovens (18 a 36 anos). Isso está relacionado à redução natural da capacidade de memória com a idade, indicando que idosos devem preferir a velocidade normal ou mais lenta. Ainda não se sabe se a prática frequente reduz esses efeitos negativos, nem se jovens compensam eventuais perdas com o uso constante do modo rápido.
Outra questão em aberto é se há impactos de longo prazo na função mental e na atividade cerebral. Em teoria, podem ocorrer efeitos positivos, como maior capacidade de lidar com alta carga cognitiva, ou negativos, como maior cansaço mental. Não há evidências conclusivas sobre isso.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crr22v2qq27o.adaptado.
No contexto educacional, essa prática libera tempo para consolidar conhecimentos e realizar atividades práticas.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Considerando essas regras, assinale a alternativa em que o emprego da vírgula está correto.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os animais minúsculos que estão ajudando a reduzir o aquecimento global
Um animal minúsculo e pouco conhecido, que costuma ser vendido como alimento para aquários, vem protegendo silenciosamente o nosso planeta do aquecimento global ao realizar sua migração.
Uma nova pesquisa mostra que esses "heróis anônimos", chamados de zooplâncton, se alimentam intensamente e engordam na primavera antes de mergulharem centenas de metros nas profundezas do Oceano Antártico, onde queimam gordura.
Isso faz com que eles retenham o carbono que aquece o planeta — o equivalente às emissões anuais de cerca de 55 milhões de carros a gasolina — e impeçam que esse gás continue aquecendo a nossa atmosfera.
É muito mais do que os cientistas imaginavam.
Segundo Guang Yang, autor principal do estudo e membro da Academia Chinesa de Ciências, os resultados são "extraordinários" e nos obrigam a repensar a quantidade de carbono que é armazenada no Oceano Antártico.
"Esses animais são heróis anônimos porque têm um modo de vida muito interessante", afirma a coautora do estudo, Jennifer Freer, do British Antarctic Survey.
Mas, à medida que os pesquisadores descobrem esse serviço prestado pelo zooplâncton ao nosso planeta, aumentam também as ameaças a esse animal
Animais pouco valorizados
Em comparação com os animais antárticos mais populares, como a baleia ou o pinguim, o pequeno, mas poderoso zooplâncton passa despercebido e é pouco valorizado.
Se alguém já ouviu falar dele, provavelmente foi como um tipo de alimento para peixes, que pode ser comprado pela internet.
Mas o ciclo da vida deles é estranho e fascinante. Pegue como exemplo os copépodes, um tipo de zooplâncton parente distante dos caranguejos e das lagostas.
Com um tamanho entre 1 e 10 milímetros, eles passam a maior parte da vida dormindo no oceano a 500 metros e 2 quilômetros de profundidade.
Nas imagens feitas com microscópio, é possível ver longas "salsichas" de gordura no interior de seus corpos e bolhas de gordura nas cabeças, explica o professor Daniel Mayor, que os fotografou na Antártida.
Sem esses animais, a atmosfera do nosso planeta seria muito mais quente.
Em escala global, os oceanos têm absorvido 90% do excesso de calor gerado pelo homem em atividades como a queima de combustíveis fósseis. Desse total, o Oceano Antártico é responsável por cerca de 40%, e grande parte se deve ao zooplâncton.
Milhões de dólares estão sendo investidos em todo o mundo para entender exatamente como eles armazenam o carbono.
Os cientistas já sabiam que o zooplâncton contribuía para esse armazenamento em um processo diário no qual resíduos ricos em carbono dos animais afundam nas profundezas do oceano.
Mas ainda não sabiam quantificar o que acontecia quando eles migravam para o Oceano Antártico.
As últimas pesquisas se concentraram nos copépodes, assim como em outros tipos de zooplâncton chamados krill e salpas.
Essas criaturas se alimentam do fitoplâncton da superfície oceânica, que cresce transformando o dióxido de carbono em matéria viva por meio da fotossíntese. O zooplâncton transforma essa matéria em gordura.
"A gordura deles é como uma bactéria. Quando passam o inverno nas profundezas do oceano, eles ficam ali e vão queimando lentamente essa gordura — ou carbono", explica Mayor, professor na Universidade de Exeter.
"Isso libera dióxido de carbono. Pela forma como os oceanos funcionam, quando o carbono é levado para grandes profundidades, o CO? leva décadas ou até séculos para voltar à superfície e contribuir para o aquecimento da atmosfera", diz.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx243kplw4po fragmento
Analise o emprego da vírgula no trecho acima e identifique a alternativa CORRETA.
Assinale a alternativa correta quanto ao uso dos dois-pontos e do travessão na frase.
Julgue o item que se segue, com base nas ideias, nos aspectos linguísticos e no vocabulário do texto precedente.
O emprego de vírgula logo após a conjunção “mas” (segundo período do terceiro parágrafo) prejudicaria a correção gramatical do texto.
Na passagem (adaptada):
"O Superior Tribunal de Justiça já sinalizou que não deve aceitar a tese (de prorrogação da patente)." (3º parágrafo), o parêntese cumpre a função de:
“...Mas o que para alguns é um prazer incontrolável, para outros se constitui em uma tentação, principalmente para os que querem emagrecer.”
Quanto ao uso das vírgulas no trecho acima, é CORRETO afirmar que: