🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Comentadas sobre pontuação em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 10.732 questões

Q3878637 Português
Leia a frase a seguir:

“Gosto de ir aos cemitérios, admirar os túmulos dos que venceram na vida”. (Eno Teodoro Wanke)

Assinale a opção que mostra uma observação correta sobre ela.
Alternativas
Q3878042 Português

Leia o Texto I e responda à questão.



Texto I



Para ficar atento: efeitos colaterais do brócolis que pouca gente conhece


Por trás de todos os benefícios do brócolis, existe um lado pouco conhecido do alimento que merece atenção de todos


    O brócolis é presença constante na alimentação dos brasileiros. Seja como acompanhamento, salada ou ingrediente principal em receitas variadas, este vegetal conquistou um espaço fixo nas refeições do dia a dia.

    Não é por acaso: além de ser acessível e fácil de preparar, o brócolis é amplamente reconhecido por seu alto valor nutricional.

    No entanto, por trás de todos esses benefícios, existe um lado pouco conhecido do alimento que merece atenção. Há situações específicas em que o consumo do brócolis deve ser moderado ou até evitado.

    O ponto de alerta gira em torno de compostos naturais chamados isotiocianatos. Essas substâncias, comuns nos vegetais da família das crucíferas (que inclui couve-flor, repolho e nabo), têm a capacidade de interferir na absorção de iodo pelo organismo.

   Isso pode impactar negativamente o funcionamento da glândula tireoide, especialmente em pessoas que já sofrem de hipotireoidismo ou outras disfunções tireoidianas.

    Nessas circunstâncias, a ingestão frequente de grandes quantidades de brócolis cru pode agravar o quadro, reduzindo a produção dos hormônios essenciais para o metabolismo.

    Outro grupo que precisa ter cautela ao incluir o brócolis cru na dieta são indivíduos com síndrome do intestino irritável (SII) ou dificuldades digestivas.

    O alto teor de fibras insolúveis, embora benéfico para a maioria das pessoas, pode provocar desconforto abdominal, inchaço e gases em quem possui um sistema digestivo mais sensível.

    Nesses casos, a recomendação dos especialistas é simples: prefira consumir o vegetal cozido, de preferência no vapor, processo que ameniza tanto os isotiocianatos quanto a rigidez das fibras, tornando a digestão mais fácil.

    Apesar dessas ressalvas, os benefícios do brócolis são inegáveis. Trata-se de uma verdadeira potência nutricional, rica em vitamina C, antioxidantes e compostos bioativos como o sulforafano, reconhecido por suas propriedades anticancerígenas.

    Além de fortalecer o sistema imunológico, o consumo regular do vegetal contribui para a redução do colesterol, protege o coração e tem efeitos anti-inflamatórios importantes na prevenção de doenças crônicas.


Fonte: CARVALHO, Jeferson. Para ficar atento: efeitos colaterais do brócolis que pouca gente conhece. Catraca Livre, 14 ago. 2025. Disponível em: Catraca Livre https://catracalivre.com.br/variedades/para-ficar-atento-efeitos-colaterais-do-brocolis-que-pouca-gente-conhece/. Acesso em: 02 jul. 2025 [Adaptado].

No fragmento extraído do Texto I “Essas substâncias, comuns nos vegetais da família das crucíferas (que inclui couve-flor, repolho e nabo), têm a capacidade de interferir na absorção de iodo pelo organismo” (4º§), foi empregado um tipo de pontuação com o objetivo de isolar alguns termos de caráter explicativo. Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE essa pontuação. 
Alternativas
Q3877975 Português
Texto 3

Gaiolas ou asas?

Rubem Alves

        Ontem, este aforismo me atacou: “Há escolas que são gaiolas. Há escolas que são asas”. Escolas-gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Seu dono pode levá-los aonde quiser. Deixaram de ser pássaros, pois a essência dos pássaros é o voo. Escolas-asas não amam pássaros engaiolados. Amam os pássaros em voo. Ensinar o voo não podem, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo só pode ser encorajado.

        Esse simples aforismo nasceu de um sofrimento: sofri conversando com professoras de Ensino Médio, em escolas de periferia. Seus relatos são de horror e medo. Balbúrdia, gritaria, desrespeito, ofensas, ameaças… E elas, timidamente, pedindo silêncio, tentando fazer as coisas que a burocracia determina: dar o programa, fazer avaliações… Ouvindo seus relatos, vi uma jaula cheia de tigres famintos, dentes arreganhados, garras à mostra – e as domadoras com seus chicotes, fazendo ameaças fracas demais para a força dos tigres… Sentir alegria ao sair de casa para ir para a escola? Ter prazer em ensinar? Amar os alunos? O seu sonho é livrar-se de tudo aquilo. Mas não podem. A porta de ferro que fecha os tigres é a mesma que as fecha com os tigres.

        Violento é o pássaro que luta contra os arames da gaiola ou a gaiola que o prende? Violentos são os adolescentes de periferia ou as escolas? Alguns dirão que os adolescentes de periferia precisam ser educados para melhorar de vida. De acordo. Uma boa educação abre os caminhos de uma vida melhor. Mas pergunto: nossas escolas dão uma boa educação? O que é uma boa educação?

        Os burocratas pressupõem que os alunos ganham boa educação se aprendem os conteúdos dos programas oficiais. E, para testar a qualidade da educação, criam mecanismos, provas, avaliações, acrescidos dos novos exames elaborados pelo Ministério da Educação. Mas será que a aprendizagem dos programas oficiais se identifica com o ideal de uma boa educação?

Disponível em: https://revistaensinosuperior.com.br/2011/09/10/gaiolas-ou-asas/. Acesso em: 15 jan. 2026. Excerto adaptado.
Observe o trecho a seguir, também do 3º parágrafo do Texto 3:
Mas pergunto: nossas escolas dão uma boa educação?
Nesse enunciado, os dois-pontos introduzem um(a) 
Alternativas
Q3877408 Português

Leia o texto a seguir:



A floresta em pé: como a COP 30 revolucionou as finanças climáticas



Silvia Pinheiro



    Para os que acompanharam as COPs e não acreditavam que um dia empresas e bancos pudessem se interessar na floresta em pé, ao invés de no chão, a COP 30, em Belém, surpreendeu.


    Fundos de investimento, corretoras, bancos, empresas mineradoras nacionais e internacionais, frigoríficos, indústrias do petróleo, papel e celulose entraram “com os dois pés” no ecossistema das finanças climáticas.


    Os cortes nas doações e o negacionismo ambiental do governo Trump II, somados à timidez de uma Europa, com prioridades na defesa, interromperam projetos importantes para o desenvolvimento sustentável em regiões do sul global.


    Investimentos chineses em tecnologias para a redução de emissões e de transição energética chamaram a atenção para este novo ator do capitalismo global, que desafia paradigmas no campo da sustentabilidade.


    É nesse contexto de mudanças que mecanismos de mercado foram criados para solucionar os complexos desafios climáticos de dimensão planetária.


    Lançados em 1992, na primeira COP, a Rio 92, no Rio de Janeiro, sofisticaram-se e agora estiveram nos discursos e falas do setor privado e mídias de comunicação na COP, em Belém. Porém, as soluções de mercado não são as “balas de prata” que irão conter o desmatamento e reduzir emissões globalmente. Ao contrário, sozinhas, podem trazer riscos.


    Chama-se atenção para o afastamento do Estado no exercício de suas atribuições e para o enfraquecimento de políticas públicas, de reconhecimento de áreas de proteção, demarcação de territórios indígenas e assentamentos da reforma agrária.


    Tais políticas que regulam destinações de florestas em abandono são conquistas de pequenos agricultores e moradores das florestas, de anos de luta e de atuações conjuntas com as organizações não governamentais, com o apoio de setores da Igreja Católica.


    Chama a atenção, também, a tentativa de transformação dos povos originários, das populações tradicionais e dos moradores das florestas em prestadores de serviços. Seus serviços são “valorados” por terceiros e por hectares de florestas precificados por metodologias que, possivelmente, desconsideram aspectos inerentes às suas culturas e aos seus modos de vida.


    Pesquisa recente realizada com grupos comunitários, indígenas, extrativistas e agricultores em projetos de assentamento aponta que, da totalidade dos entrevistados, 51 foram abordados por investidores em créditos de carbono. A maioria manifestou insegurança e a necessidade de obtenção de mais informações antes de firmar parcerias, ressaltando que a demarcação de seus territórios seria a prioridade e forma mais eficiente de combate ao desflorestamento. [...]


    Fora do espaço de negociação entre governos e empresas, estiveram os moradores das florestas dos nove países da bacia amazônica que tiveram, como reivindicação principal, a demarcação de territórios, a titulação e o reconhecimento legal de áreas de proteção.


    Foram demandas antigas sobre a homologação de áreas de floresta aos indígenas, ribeirinhos e quilombolas que apresentaram baixos índices de desmatamento, diferente das terras públicas devolutas, sem qualquer destinação.


    Sob a argumentação de escassez de recursos para preservação das florestas tropicais nos países mais pobres e em desenvolvimento, o governo do Brasil apostou no TFFF, sigla em inglês para o que significa “Fundo Florestas Tropicais para Sempre”. A justificativa, para a sua criação, é a da não dependência de doações que seriam intermitentes, sujeitas a interrupções. A tese é apostar na rentabilidade do fundo enquanto fonte perene de recursos voltados à manutenção das florestas tropicais do planeta, em pé. [...]


    Que as soluções de mercado não posterguem as dívidas sociais pendentes de soluções simples, e que a COP 30 seja reconhecida, por “mutirão” de atores públicos, privados e do terceiro setor, que ouviu dos povos originários e tradicionais suas alternativas e soluções de como lidar com os desafios climáticos e com a preservação das florestas.


FONTE: HTTPS://WWW.JB.COM.BR/BRASIL/OPINIAO/ARTIGOS/2025/11/1057780-A-

FLORESTA-EM-PE-COMO-A-COP-30-REVOLUCIONOU-AS-FINANÇAS-CLIMATICAS. HTML.  

TEXTO ADAPTADO. ACESSO EM 12/12/2025 

“Fundos de investimento, corretoras, bancos, empresas mineradoras nacionais e internacionais, frigoríficos, indústrias do petróleo, papel e celulose entraram ‘com os dois pés’ no ecossistema das finanças climáticas” (2º parágrafo). Nesse trecho, as vírgulas foram empregadas para:
Alternativas
Q3877329 Português

Leia o Texto I e responda à questão.



Texto I



O envelhecimento não é progressivo e ocorre em três idades diferentes. A primeira chega mais cedo do que pensávamos 



Há três momentos-chave em que ocorre uma virada no nível molecular – e isso muda tudo.



    A ciência descobriu que não envelhecemos de forma progressiva, gradual e linear, como se acreditava, mas sim de maneira mais brusca em torno de três fases específicas da vida. Uma delas chega muito antes do que você imagina.


    Os primeiros indícios de que o envelhecimento não é contínuo, e sim ocorre em etapas, surgiram a partir do estudo da mosca da-fruta. Especialistas propuseram que o processo de envelhecimento nesses insetos é bifásico: progride lentamente durante a maior parte da vida adulta da mosca e, de repente, acelera.


    Isso também foi observado em vermes nematoides e peixes-zebra. E em humanos. Aos 78 anos, por exemplo, a capacidade de produzir novas células sanguíneas diminui drasticamente, o que aumenta o risco de anemia e de outras condições, como disfunção erétil, dificuldade de regeneração dos tecidos e leucemia. As principais idades em que tudo acontece são 34, 60 e 78. 


    Outro estudo analisou como as proteínas presentes no plasma sanguíneo se alteram ao longo do envelhecimento humano e descobriu que os participantes se agrupavam em quatro faixas etárias: menos de 34 anos, de 34 a 60 anos, de 61 a 78 anos e acima de 78 anos. 


    Dentro de cada grupo, os perfis proteicos eram muito semelhantes, mas nas idades de 34, 60 e 78 anos, essas proteínas mudavam de forma abrupta. De acordo com uma análise da Universidade Stanford, liderada por Michael Snyder, das milhares de moléculas que eles monitoraram, 81% mudaram de forma não linear com a idade. Novamente, os picos de alteração coincidiram com as idades de 34 e 60 anos. Não foi possível confirmar se isso também acontece aos 78 anos, porque os participantes mais velhos tinham, no máximo, 75 anos.


    O que estava ocorrendo era o que se conhece como ponto de inflexão quando um sistema passa por uma mudança abrupta de um estado de equilíbrio para outro. Isso é algo já observado no meio ambiente, por exemplo, mas que até então não havia sido associado ao envelhecimento humano. Assim, podemos dizer que o envelhecimento acontece em três pontos de inflexão: aos 34, 60 e 78 anos. Essa descoberta está de acordo com as conclusões do estudo mais recente da pesquisadora Maja Olecka, do Instituto Leibniz sobre Envelhecimento.


    Durante esses períodos, ocorrem mudanças moleculares no corpo que geram consequências como perda acelerada de massa muscular, piora na qualidade da pele e alterações na capacidade de metabolizar o álcool. É por isso que as ressacas depois dos 34 anos são muito piores do que eram aos 20. Pessoalmente, devo dizer que percebi isso. 


    A pergunta inevitável é: será que esse envelhecimento repentino, que ocorre após os pontos de virada, pode ser interrompido? De acordo com Snyder, a transição por volta dos 40 anos tem relação, em parte, com mudanças no estilo de vida. “As pessoas se exercitam menos, tornam-se mais sedentárias e provavelmente não se alimentam tão bem, o que acaba impactando a saúde aos 40 anos”, disse ele à revista New Scientist .


    Portanto, se quisermos atrasar o envelhecimento, talvez devêssemos começar a cuidar melhor do corpo com alimentação e exercícios desde cedo.


Fonte: D´AMBRÓSIO, Livia O envelhecimento não é progressivo e ocorre em três idades diferentes. A primeira chega mais cedo do que pensávamos. Minhavida. Disponível em:https://www.minhavida.com.br/materias/materia-26238. Acesso em 30 de jul de 2025. [adaptado].




Considere o uso da vírgula no trecho “Dentro de cada grupo, os perfis proteicos eram muito semelhantes” (5º§) e assinale a alternativa em que a vírgula foi empregada pela mesma razão.
Alternativas
Q3876164 Português
As metas de ano novo não são uma moda passageira: elas existem há 4 mil anos


     Todo dia 1º de janeiro, milhões de pessoas estabelecem algumas “metas para o novo ano”, como a intenção de se exercitar mais ou ser mais gentil — um ritual que pode parecer profundamente moderno, mas que tem raízes surpreendentemente antigas. 

   A tradição de fazer resoluções de ano novo remonta a quase 4 mil anos, originando-se em civilizações que marcavam o novo ano como um período de renovação e reflexão. “O desejo de recomeçar é um impulso humano”, afirma Candida Moss, professora da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, especializada em história antiga e cristianismo primitivo.

    Dos votos feitos por reis babilônicos às promessas pessoais de hoje em dia, a prática evoluiu, mas sua essência permanece surpreendentemente familiar: dar as boas-vindas a um novo ano com a esperança de se tornar uma pessoa melhor.

    Os babilônios estiveram entre as primeiras civilizações a celebrar o início de um novo ano, marcando a ocasião com festivais e rituais. “Há muita documentação escrita sobre festivais de Ano Novo na antiga Babilônia, Síria e outros lugares da Mesopotâmia, ligados à noção do início de um novo ano”, diz Eckart Frahm, professor de línguas e civilizações do Oriente Próximo na Universidade de Yale.

  Esses festivais, frequentemente ligados ao equinócio da primavera, tinham como foco expressar gratidão aos deuses por uma colheita farta, explica Frahm, e não fazer resoluções. Manter esses votos não era trivial — acreditava-se que os cumprir garantia o favor divino para o ano seguinte, enquanto quebrá-los implicava o risco da ira dos deuses.

   No entanto, no final do primeiro milênio a.C., um rei babilônico jurou publicamente ser um governante melhor. Esse ato não era simplesmente uma reflexão pessoal, mas uma declaração pública de responsabilidade. Essa tradição lançou as bases para o que hoje conhecemos como resoluções ou metas de ano novo.

   Embora os babilônios possam ter concebido a ideia, foram os romanos que consolidaram o dia 1º de janeiro como o início do ano novo. Assim como os babilônios, eles celebravam com festivais e rituais, mas os romanos também incorporaram elementos práticos de renovação, incluindo a “limpeza de primavera sobrenatural” e votos de renovação. “Essas tradições se concentravam em começar o ano com o pé direito: limpar as casas, abastecer a despensa, pagar as dívidas e devolver os itens emprestados”, afirma Moss.


Fonte: National Geographic Brasil. Adaptado.
Quantas vírgulas devem ser empregadas no enunciado abaixo?

“Embora muitos pensem que estabelecer metas de ano novo seja uma tradição recente tal ritual tem raízes na Babilônia ou seja há registros dessa prática desde a Antiguidade”.
Alternativas
Q3874587 Português

Ícone em bairro de Curitiba, casarão de 1876 ganhará nova função


    A Prefeitura de Curitiba quer dar uma nova finalidade ao prédio histórico da antiga Casa do Núcleo Habitacional Santa Efigênia, localizado em frente ao Terminal do Barreirinha. A Câmara Municipal aprovou, nesta terça-feira (11/11), o projeto que autoriza o Executivo a adquirir o terreno. A proposta é transformar o imóvel na nova Casa da Leitura de Curitiba, dedicada à promoção de atividades literárias e culturais para a comunidade. 


    Construída em 1876, a edificação é considerada desde 2019 uma Unidade de Interesse Especial de Preservação (UIEP), devido ao seu valor arquitetônico e histórico. O imóvel, porém, apresenta desgaste estrutural e está fechado há anos. Segundo o líder do governo na Câmara, vereador Serginho do Posto (PSD), o local está em uma área estratégica, na Avenida Anita Garibaldi, uma das principais vias de ligação entre o centro e a região norte da cidade. 


    “É um chalé de linhas românticas e influência da arquitetura dos imigrantes, que compunha a antiga estrada do Açungui, atual rua Mateus Leme, e fazia parte de uma série de ramais que ligavam o centro de Curitiba às colônias de imigrantes da época. Inicialmente, ela foi utilizada como moradia e, com o tempo, também para uso comercial. Hoje, temos a oportunidade de preservar mais um capítulo da história e da cultura da nossa cidade”, destacou o vereador.


    Para a nova destinação, será necessário restaurar janelas, pisos e reforçar a estrutura. A área também é considerada vulnerável, com risco de invasão e depredação. “Essa situação representa não apenas uma ameaça ao patrimônio municipal, mas também um problema de segurança pública. O projeto busca preservar a memória da cidade e evitar a perda de um bem com valor histórico e cultural para Curitiba”, completou o líder do governo.


    O casarão já abrigou, em outros tempos, a Associação Católica Filantrópica Santa Efigênia (Cafisi). O projeto de transformá-lo em Casa da Leitura parte da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), responsável por outras unidades do programa espalhadas pela cidade. A vereadora Giorgia Prates – Mandata Preta (PT) defendeu que a Fundação assegure o uso efetivo do espaço, criando um polo cultural descentralizado capaz de valorizar a memória e a identidade do bairro.


    De propriedade da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab-CT), o imóvel encontra-se fechado e cercado por tapumes para evitar depredações. O sobrado tem dois pavimentos, com cerca de 50 m² cada, em um terreno de 525,6 m². A Comissão de Avaliação de Imóveis (CAI) da Secretaria Municipal de Administração e Tecnologia da Informação (SMATI) precificou a compra em R$ 756 mil, conforme o laudo nº 166/2025.


    A Assessoria de Captação de Recursos e Gestão de Investimentos (FTCG), ligada à Secretaria Municipal de Finanças, informou que o pagamento será feito com recursos do superávit financeiro da própria FCC, conforme previsão da Lei Orçamentária Anual de 2025. Obrigações e débitos anteriores à transferência continuarão sob responsabilidade da Cohab-CT, enquanto a Fundação ficará encarregada das despesas de escritura e registro. 


    O projeto foi levado à votação em regime de urgência, com tramitação aprovada na semana passada. A proposta retorna ao plenário nesta quarta-feira (12/11) para votação em segundo turno, etapa final antes da sanção do Executivo.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/icone-em-bairro-de-curitiba-casarao-de-1876-ganhara-nova-funcao/?utm_source=noticias-virais-rodape&utm_medium=internal-

tribuna&utm_campaign=tribuna 

Assinale a alternativa que apresente a justificativa adequada para o emprego da primeira vírgula no período: Inicialmente, ela foi utilizada como moradia e, com o tempo, também para uso comercial. 
Alternativas
Q3874234 Português
“Parassocial” é eleita Palavra do Ano de 2025 pelo Dicionário de Cambridge; entenda o que significa

Termo escolhido aponta o avanço de vínculos unilaterais entre fãs, influenciadores e chatbots

        O Dicionário de Cambridge escolheu “parassocial” como a Palavra do Ano de 2025, termo usado para descrever relações unilaterais em que uma pessoa sente intimidade com alguém que não a conhece, como celebridades, influenciadores e até chatbots de inteligência artificial (IA)

        Segundo o dicionário britânico, o interesse pela palavra disparou no último ano, acompanhando a discussão sobre a influência de criadores de conteúdos digitais e casos recentes de comportamentos obsessivos entre seguidores. Para linguistas, o tema ganhou força justamente porque espelha uma era em que a intimidade aparente com figuras públicas se tornou parte do cotidiano.

        O fenômeno cresce à medida que a cultura do fandom ganha novas camadas e vem sendo utilizada até como estratégia de marketing, segundo o estudo “Marketing de influenciadores e relações parassociais”, realizado pelo departamento de Humanidades e Ciências Sociais da University of California, EUA. 

        Nos podcasts, essa aproximação também cresce. De acordo com o dicionário, a espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo dos apresentadores têm funcionado como substitutos de amizades reais, criando a sensação de convivência contínua.

         No entanto, foi a IA que levou o debate a outro patamar. Com o avanço dos chatbots, alguns usuários passaram a tratar ferramentas como o ChatGPT como confidentes, amigos e até possíveis parceiros românticos. O Cambridge alerta que essas conexões podem ser emocionalmente significativas, e, em certos casos, problemáticas, abrindo discussões sobre dependência emocional, privacidade e limites éticos.

        Para Colin McIntosh, do Dicionário de Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual. “Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou. Ele explicou que um termo antes restrito ao meio acadêmico entrou no vocabulário cotidiano. “Milhões de pessoas estão envolvidas em relações parassociais, e muitas outras observam seu crescimento”, disse. 

        A psicóloga Simone Schnall, da Universidade de Cambridge, avaliou que essas relações estão redefinindo o significado de celebridade e o modo como pessoas comuns interagem online. Segundo ela, a queda de confiança na mídia tradicional incentivou o público a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais acessíveis e autênticos.

Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025- pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
O texto utiliza aspas em “Marketing de influenciadores e relações parassociais” (3º parágrafo) para indicar:  
Alternativas
Q3874194 Português
“Parassocial” é eleita Palavra do Ano de 2025 pelo Dicionário de Cambridge; entenda o que significa

Termo escolhido aponta o avanço de vínculos unilaterais entre fãs, influenciadores e chatbots

        O Dicionário de Cambridge escolheu “parassocial” como a Palavra do Ano de 2025, termo usado para descrever relações unilaterais em que uma pessoa sente intimidade com alguém que não a conhece, como celebridades, influenciadores e até chatbots de inteligência artificial (IA)

        Segundo o dicionário britânico, o interesse pela palavra disparou no último ano, acompanhando a discussão sobre a influência de criadores de conteúdos digitais e casos recentes de comportamentos obsessivos entre seguidores. Para linguistas, o tema ganhou força justamente porque espelha uma era em que a intimidade aparente com figuras públicas se tornou parte do cotidiano.

        O fenômeno cresce à medida que a cultura do fandom ganha novas camadas e vem sendo utilizada até como estratégia de marketing, segundo o estudo “Marketing de influenciadores e relações parassociais”, realizado pelo departamento de Humanidades e Ciências Sociais da University of California, EUA. 

        Nos podcasts, essa aproximação também cresce. De acordo com o dicionário, a espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo dos apresentadores têm funcionado como substitutos de amizades reais, criando a sensação de convivência contínua.

         No entanto, foi a IA que levou o debate a outro patamar. Com o avanço dos chatbots, alguns usuários passaram a tratar ferramentas como o ChatGPT como confidentes, amigos e até possíveis parceiros românticos. O Cambridge alerta que essas conexões podem ser emocionalmente significativas, e, em certos casos, problemáticas, abrindo discussões sobre dependência emocional, privacidade e limites éticos.

        Para Colin McIntosh, do Dicionário de Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual. “Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou. Ele explicou que um termo antes restrito ao meio acadêmico entrou no vocabulário cotidiano. “Milhões de pessoas estão envolvidas em relações parassociais, e muitas outras observam seu crescimento”, disse. 

        A psicóloga Simone Schnall, da Universidade de Cambridge, avaliou que essas relações estão redefinindo o significado de celebridade e o modo como pessoas comuns interagem online. Segundo ela, a queda de confiança na mídia tradicional incentivou o público a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais acessíveis e autênticos.

Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025- pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
O texto utiliza aspas em “Marketing de influenciadores e relações parassociais” (3º parágrafo) para indicar: 
Alternativas
Q3874120 Português
Nutricionista ferida em mergulho mexe o braço após perder movimentos

    Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora.

    De acordo com imagens publicadas por sua família, a paciente começou a movimentar o braço direito pela primeira vez após o acidente. Ela estava internada na UTI do Einstein Hospital Israelita. A terapia utiliza uma substância nacional voltada à regeneração de tecidos nervosos.

     O medicamento experimental à base da proteína polilaminina é resultado de 25 anos de pesquisa liderada pela professora Tatiana Coelho de Sampaio, chefe do laboratório de biologia da matriz extracelular do ICB (Instituto de Ciências Biomédicas) da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

    O estudo se baseia na laminina, uma proteína extraída da placenta humana capaz de reorganizar e modular células do sistema nervoso. A partir dessa pesquisa, foi criada a polilaminina, um fármaco experimental aplicado diretamente na coluna. Durante os testes laboratoriais e clínicos preliminares, pacientes com perda de movimentos por lesões medulares recuperaram, parcial ou totalmente, a mobilidade.

     Embora pareça promissora, a polilaminina ainda aguarda autorização da Anvisa para testes de larga escala, sendo aplicada no caso de Flávia sob protocolo judicial. Mas o órgão autorizou neste mês o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal.

     No dia 3 de janeiro, Flávia estava na praia em Maresias com uma amiga quando decidiu dar um mergulho. Como turista, ela não percebeu que as águas eram rasas. Bateu em bolsão de areia e sofreu lesões que afetaram as vértebras C3, C4, C5 e C6, de acordo com a família, causando paralisia nos membros superiores e inferiores, além de perda de sensibilidade.

     Ela foi internada em um hospital público de São Sebastião, mas depois foi transferida para o Einstein após a família contatar diversos especialistas sem sucesso. Segundo o irmão da influenciadora, o administrador de empresas Felipe Checchin, 37, a família buscou vários profissionais, mas o único que aceitou operá-la diante da gravidade do quadro pertencia ao corpo clínico do hospital.

     Felipe afirma que Flávia não possui cobertura de plano de saúde e a decisão de mantê-la no Einstein Hospital Israelita foi estratégica. Ele explica que a família cancelou a transferência para a rede pública após receber a notícia de que outra instituição não havia autorizado a aplicação da substância em outra paciente dois dias antes. Segundo ele, a permanência no Einstein ocorreu porque o comitê de ética da unidade aprovou o procedimento.

    O familiar relata que a aplicação aconteceu cerca de dez dias após a lesão. Felipe menciona que, apesar de o prazo ideal discutido pela ciência ser menor, de até 72 horas, a irmã apresentou uma evolução consistente. "Três dias após a aplicação, ela recuperou força no bíceps e dobrou o cotovelo do braço direito após comando do médico, de forma independente, algo que não tinha antes."

     A paciente deixou a UTI esta semana e foi transferida para uma unidade semi-intensiva. Felipe confirma que Flávia está consciente e responde a comandos motores. Ele detalha que as cirurgias de descompressão da medula e estabilização da cervical já foram realizadas.

     O quadro clínico, no entanto, ainda exige cuidados rigorosos. O deslocamento cervical bloqueou a passagem de sangue para o cérebro, causando isquemias permanentes no cerebelo e no tálamo. Conforme explica o irmão, essas lesões afetam diretamente o equilíbrio e a parte motora, mas a equipe médica trabalha com a possibilidade de o organismo estabelecer novos caminhos neurais.

     Flávia Bueno, que possui 157 mil seguidores em redes sociais, não possui cobertura de plano de saúde. De acordo com o irmão da paciente, as despesas no Einstein Hospital Israelita já superaram R$ 1 milhão. Uma mobilização digital foi aberta para custear o tratamento e as futuras etapas de reabilitação.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nutricionista-ferida-em-mergulho-mexe-o-braco-aposlesao-grave-na-medula/
Assinale a alternativa que apresente a justificativa adequada para o emprego da primeira vírgula no período: Após fraturar a coluna em um mergulho no início de janeiro, a nutricionista e influenciadora Flávia Bueno, 35, iniciou um tratamento experimental brasileiro com a proteína polilaminina e já apresenta os primeiros sinais de resposta motora. 
Alternativas
Q3873076 Português
A importância de dar uma sumida para o bem da sua saúde mental


The Summer Hunter



         Um estudo recente da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, concluiu que uma "nutrição social equilibrada" é essencial para alcançar o bem-estar. Ou seja, precisamos de interações de qualidade com outras pessoas, mas parar e saber apreciar a nossa própria companhia de vez em quando é fundamental para essa equação.

        Cultivar boas amizades ou relações familiares saudáveis requer saúde emocional para interagir com os outros sem irritação, ressentimento ou aquela sensação de estar cumprindo uma obrigação. É como se todos nós tivéssemos uma bateria social, cujo nível de energia varia conforme o uso e os momentos da vida. Por exemplo, depois de um fim de semana cheio de encontros, é importante ter momentos mais tranquilos. E, às vezes, os compromissos que assumimos no piloto automático acabam adiando essa vontade legítima de passar um tempo cuidando da nossa própria vida.

            Pesquisas já comprovaram que a solitude — ou seja, o tempo que escolhemos passar sem a companhia de outras pessoas, descansando da interação social —, pode trazer mais criatividade, menores níveis de ansiedade e até uma maior rede de amizades. Para conseguir esses momentos, não tem outra forma: é preciso se priorizar, impor limites e dizer alguns "nãos".

          "Às vezes, você quer ficar sozinha, mas acha que, se não for naquele aniversário, as pessoas não vão mais convidar. Nesse momento a gente tem que escolher um desconforto: lidar com o medo de ser considerada uma má amiga ou se trair no desejo de ficar só", diz a escritora e podcaster Natália Sousa. "Esse também é o momento de entender qual é o nó por trás disso: por que estou indo aonde não quero?", completa.

        Hoje em dia, "sumir" do mundo físico pode ser mais fácil do que fazer isso no digital. Isso porque as redes sociais são pensadas para que passemos cada vez mais horas consumindo e produzindo conteúdo, atuando diretamente no "circuito de recompensa". Ou seja, na parte do cérebro que libera doses de dopamina quando um estímulo externo é interpretado como algo prazeroso.

        Uma pesquisa recente realizada pela Unifesp mostrou que 68% dos adolescentes brasileiros sofrem de dependência moderada em relação às tecnologias e mídias sociais, enquanto 20% se enquadram na dependência grave. É por essas e outras que o já conhecido FOMO tem dado lugar ao "FOLO", sigla pra fear of logging off — traduzindo, o medo de ficar desconectado. Mais recorrente em jovens, essa sensação de estar por fora de algo que está rolando no universo digital — seja o meme do momento, seja o que seus amigos estão fazendo — costuma trazer sentimentos como angústia e ansiedade.

      No episódio Ostentação espiritual, do Desenrola, o podcast do The Summer Hunter, o psicanalista Guilherme Facci argumenta que, hoje, postar algo nas redes sociais "é uma maneira de afirmar a própria existência". Se essa afirmação pareceu forte demais para você, pense no estranhamento e na desconfiança que sentimos ao descobrir que certa pessoa não tem redes sociais, ou na preocupação que surge quando alguém próximo fica off-line por algum tempo.

         Se só de pensar nos compromissos que você assumiu para esse fim de semana bateu uma preguiça enorme, talvez seja a hora de dar uma sumida. Para que esses momentos de "isolamento" também sejam prazerosos, além de reservar um tempo para fazer nada, vale tentar praticar hobbies e atividades que você curte.

       Durante esse "recesso social", é uma boa ideia se fazer algumas perguntas que ajudem a entender por que você anda arrastando essa sensação de estar com a bateria social sempre no vermelho — ainda mais agora, com o fim do ano se aproximando. Aonde você tem ido só para agradar os outros? Será que a sua agenda está afastando você do que (e de quem) realmente importa?

         Por via das dúvidas, ao decidir se afastar um pouco da vida social digital e presencial, vale dar um toque nos amigos e familiares mais próximos para evitar preocupações e, depois, curtir um tempo no maravilhoso mundo da solitude off-line. Pode ser útil começar com períodos mais curtos e, depois, se sentir vontade — e tiver a possibilidade —, prolongá-los. Sabe o que vai acontecer se você der uma sumida? Provavelmente, nada. É bem capaz que a maioria das pessoas nem note. É nessas horas que a gente entende que não é tão importante assim — e como isso é ótimo.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/a-importancia-de-daruma-sumida-para-o-bem-da-sua-saude-mental.shtml Acesso em: 29 nov. 2025

Está CORRETO o emprego da vírgula em:
Alternativas
Q3872992 Português

 Como é chamado o sinal de pontuação utilizado para separar os elementos no trecho abaixo?


“e verifique itens como motor, freios, suspensão, bateria e pneus”. 

Alternativas
Q3872669 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Em 2026, cada dia útil valerá ouro

Tratar 2026 como "apenas mais um ano difícil" não é cautela, é erro de cálculo. O calendário nasce comprimido por Copa do Mundo, eleições gerais e o início da transição da reforma tributária. Em um país onde eventos políticos e esportivos costumam reduzir o ritmo das decisões, o efeito não será apenas menos dias úteis, mas menos dias realmente produtivos.

Esse cenário pesa sobretudo para pequenas e médias empresas. Diferentemente das grandes corporações, elas sentem rapidamente no caixa e no faturamento o impacto de semanas improdutivas. Com 11 feriados nacionais, possíveis emendas e períodos afetados pelos jogos da Copa, somam-se ainda a cautela do mercado e o adiamento de contratos típicos de anos eleitorais.

Além da agenda encurtada, 2026 será marcado pela complexidade. A reforma tributária começa a ser implementada, exigindo revisão de contratos, ajustes de preços e adaptação de sistemas, tudo em paralelo à rotina operacional. Soma-se a isso um ambiente econômico sensível, com volatilidade cambial, juros instáveis e crédito mais seletivo.

Diante disso, o ano exige menos improviso e mais método. Empresas que organizarem o calendário em etapas, adotarem planejamentos mais curtos e priorizarem decisões estratégicas terão mais controle. Para pequenas e médias empresas, 2026 não será o ano de "deixar rolar", mas de escolher com cuidado onde investir tempo, energia e recursos.

Texto Adaptado

PATRÍCIO, Tiago. Em 2026, cada dia útil valerá ouro. Hoje em Dia, [s.l.], [s.d.]. Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/em-2026-cada-dia-util-va lera-ouro-1.1099123 . Acesso em: 7 jan. 2026.
Analise o seguinte trecho do texto:

Para pequenas e médias empresas, 2026 não será o ano de "deixar rolar", mas de escolher com cuidado onde investir tempo, energia e recursos."
A respeito dos efeitos de sentido produzidos pelas vírgulas e pelas aspas utilizadas no trecho, analise as afirmações a seguir:

I. A vírgula após "empresas" introduz um deslocamento de adjunto adverbial para o início do período, funcionando como marca de ordem inversa que destaca o segmento "Para pequenas e médias empresas" como foco temático.
II. As aspas em "deixar rolar" assinalam a citação direta de fala alheia, revelando o discurso reproduzido de algum enunciador externo ao texto original, tal como ocorre em transcrições jornalísticas ou entrevistas.
III. A vírgula após "rolar" delimita um aposto explicativo, que tem como função reespecificar a expressão anterior e esclarecer seu conteúdo sem alterar a estrutura argumentativa da frase.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3872547 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Janeiro Branco: saúde mental como prioridade

O início de um novo ano costuma ser marcado por reflexões, planejamento e definição de metas. Nesse contexto, a campanha Janeiro Branco ganha relevância ao promover o debate sobre saúde mental, qualidade de vida e equilíbrio emocional. O movimento reforça a importância do autocuidado, da quebra de tabus e da compreensão de que cuidar da mente é uma prioridade coletiva e permanente.

Os dados mostram a dimensão do desafio. A depressão e a ansiedade figuram entre os principais problemas de saúde do século, afetando milhões de pessoas no mundo. No Brasil, os índices são ainda mais alarmantes, o que evidencia que a saúde mental não se restringe ao âmbito individual, mas constitui um problema de saúde pública com impactos diretos nas relações sociais e na produtividade.

É fundamental diferenciar emoções naturais de transtornos mentais. A tristeza é passageira e faz parte da experiência humana, enquanto a depressão e a ansiedade persistem e comprometem o cotidiano, exigindo acompanhamento especializado. Reconhecer sinais e buscar ajuda profissional precocemente são atitudes essenciais para evitar o agravamento do sofrimento.

Em 2026, o Janeiro Branco adota o tema "Paz. Equilíbrio. Saúde Mental", convidando à desaceleração e ao fortalecimento do autocuidado. Mais do que uma campanha, trata-se de um chamado à mudança de postura, ao acolhimento e à valorização do que acontece do lado de dentro.

Texto Adaptado

SIQUEIRA, Karina. Janeiro Branco: saúde mental como prioridade. O Tempo, [s.l.], 7 jan. 2026. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/2026/1/7/janeiro-branco-saude-men tal-como-prioridade . Acesso em: 7 jan. 2026.
No trecho "A tristeza é passageira e faz parte da experiência humana, enquanto a depressão e a ansiedade persistem e comprometem o cotidiano, exigindo acompanhamento especializado.", as duas vírgulas exercem papéis distintos. Com base na análise sintática e semântica, assinale a alternativa que apresenta a explicação correta para o uso de ambas. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: Instituto IACP Órgão: Prefeitura de Satuba - AL Provas: Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Arquiteto | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Assistente Social | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Biomédico | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Contador Público | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Profissional de Educação Física | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Enfermeiro (24 Horas) | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Farmacêutico | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Fisioterapeuta | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Fonoaudiólogo (Especialista em Motricidade Orofacial) | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Fonoaudiólogo (Especialista em TEA) | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Médico Cardiologista | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Médico Ortopedista | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Médico Otorrinolaringologista | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Médico Veterinário | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Musicoterapeuta | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Nutricionista (Adulto) | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Procurador Jurídico | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Psicólogo (Adulto) | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Psicólogo Escolar | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Psicopedagogo | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Terapeuta Ocupacional Motor | Instituto IACP - 2026 - Prefeitura de Satuba - AL - Terapeuta Ocupacional Infantil (Especialista em Aba) |
Q3872231 Português
Assinale a frase CORRETAMENTE pontuada.
Alternativas
Q3872140 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte. 


Carteiros em tempo de internet 


    Não sei se com internet os postais, as cartas e os carteiros vão se extinguir completamente. Sei que a amizade está ficando virtual demais. Temo que os amigos desapareçam, já que nem ouço a voz de alguns deles, pelo telefone. Ver e abraçar um amigo tornou-se uma coisa complicada, quase uma façanha numa cidade cujos moradores se deslocam com rapidez por baixo da terra. 

    Cartas? Uma mensagem eletrônica é um contato muito mais rápido, quase instantâneo. Mas será mais humano? E ainda por cima há as tantas mensagens indesejáveis proliferando o tempo todo. Não há bloqueador infalível, de modo que elas se tornam uma espécie de tormento programado e compulsório. 

    Essa invasão é o lado bárbaro da internet a propaganda desenfreada, amalucada, nociva, mentirosa, sem falar nas informações falsas e nas noticias distorcidas. Tal multiplicação descontrolada de novidades remonta, diga-se, a tempos antigos: em 1867, depois de visitar a Exposição Universal! de Paris, o grande escritor Gustave Flaubert escreveu: “o ser humano não foi criado para devorar infinito." 

    Mas, enfim, nem mesmo nossos defeitos são perfeitos... Devo à internet um contato recente com uma amiga espanhola que não via desde o século passado. Ela me enviou uma mensagem em catalão" e recordou uma brincadeira que fazia sobre sua língua materna. Na longa carta virtual lembrou uma passagem da nossa vida, onde dividíamos um apartamento pequeno em Barcelona. E por fim revelou que havia encontrado um caderno, já manchado pelo tempo: meu diário catalão, onde registrava minhas andanças por vários lugares da Espanha. 

    Já dava esse diário por perdido, que é o destino das palavras de tantos diários. Agora esse achado da minha amiga voará de Barcelona até São Paulo num envelope de papel forte que um carteiro, mensageiro andarilho das cidades, me entregará antes de perder seu emprego para a internet. Estamos vivendo, de fato, num tempo e num mundo cheios de transições.  


(Adaptado de: HATOUM, Milton. Um solitário à espreita. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 1158-118)


* Catalão: língua falada sobretudo na região da Catalunha, Espanha, onde se encontra a cidade de Barcelona. 
É plenamente adequada a pontuação da seguinte frase: 
Alternativas
Q3872080 Português
Atenção: Considere a crônica "O último passo", do escritor Moacyr Scliar, para responder à questão.


    Durante trinta anos, Abílio trabalhou em uma fábrica de móveis. Não gostava do emprego; mas, pelo menos, tinha um salário garantido, com o qual podia sustentar a família - mulher e dois filhos -e economizar alguma coisa para a realização de seu sonho. Sim, Abílio tinha um sonho. Queria abrir sua própria fábrica - de móveis, naturalmente. Mas não móveis como aqueles que eram produzidos na gigantesca indústria, móveis padronizados, sem graça. Não, Abílio queria fazer móveis de vime. Trabalhar com vime era uma habilidade que aprendera com o pai; era uma tradição familiar que vinha de longo tempo. Para Abílio, uma poltrona verdadeira tinha de ser de vime. Um dia ainda terei minha própria empresa, dizia à mulher e aos filhos. 

    Esse dia finalmente chegou. Já adultos, os filhos podiam seguir seu próprio caminho: um era eletricista; o outro, especialista em informática. A casa estava paga, Abílio não tinha dívidas. Podia, pois, pôr em prática seu projeto. Não foi sem certo receio que pediu sua demissão da fábrica; mas, aos 62 anos, não podia esperar mais. Como disse à mulher, naquele dia: é agora ou nunca. Então é agora, foi a resposta dela.

    Aparentemente não seria difícil instalar a pequena indústria. Abílio já tinha o lugar para isso, uma velha casa não distante de onde morava. Não precisaria de muitas ferramentas, nem de empregados: um ou dois ajudantes resolveriam o problema. Mas havia, sim, os aspectos legais, como lhe explicou um vizinho contabilista. Abílio teria de conseguir um alvará. Para isso, seriam necessários 107 passos. Ele não entendeu bem aquela história de passos. São providências que você necessariamente precisa tomar, explicou o vizinho. Isso eu entendo, replicou Abílio, mas 107 passos? Para que tanto passo? Discussão inútil; se era o que a lei exigia, era o que ele tinha de fazer. E assim ele começou a dar os passos necessários. Não foi fácil. Abílio não estava acostumado com a burocracia. Tudo lhe parecia tão complicado que lá pelo quadragésimo passo ele pensou em desistir. Só não o fez porque a esposa estava a seu lado, animando-o, dando-lhe forçа.

    Finalmente, a lista dos 107 passos chegou ao fim. Faltava o último passo que era, justamente, buscar o alvará. Abílio até lembrou a frase do astronauta Neil Armstrong ao pisar na Lua: "Um pequeno passo para a humanidade, um grande passo para um homem." (Era o contrário, mas ele não dava muita importância a esses detalhes.) Dirigiu-se à repartição, como podem imaginar, animadíssimo. Tão animado que não viu o degrau, o pequeno degrau que precisava galgar para entrar no recinto. Tropeçou, caiu e estatelou-se no chão. Com uma fratura de fêmur, foi levado para o hospital. De onde não saiu. Sobreveio uma infecção, e Abílio, que já era diabético e tinha problemas renais, não sobreviveu. Foi enterrado na semana passada. O alvará continua à sua espera. Basta um passo para apanhá-lo.


(Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. Histórias que os jornais não contam. Porto Alegre: L&PM, 2018, p.102-104)
Verifica-se o emprego de vírgula para assinalar a elipse (ou seja, a supressão) de um verbo em: 
Alternativas
Q3871756 Português

Texto para a questão.






CARINI, Márcia. Vida em conjunto. In: Revista Pesquisa Fapesp, ed. 358, nov./2025 (com adaptações). 


Considerando as regras de emprego dos sinais de pontuação, assinale a alternativa correta referente a uma alteração da pontuação no texto. 
Alternativas
Q3871609 Português

Utilize o texto abaixo para responder a questão. 



    “A aplicação da arte à cidade revela que talvez haja um diálogo sensível entre formas, cores e funções — ainda que isso nem sempre seja percebido.

    Nesse processo, observa-se revalorização urbana capaz de transformar espaços “áridos” em ambientes estético-humanizados; admiravelmente, isso contribui para a harmonia coletiva.

    Assim, compreender a arte como princípio estruturador das paisagens permite — por que não? — integrar beleza, uso e identidade na construção de cidades mais vibráteis e expressivas.” 

Marque a alternativa INCORRETA sobre a aplicação dos sinais de pontuação:
Alternativas
Q3871605 Português

Utilize o texto abaixo para responder a questão. 



    “A aplicação da arte à cidade revela que talvez haja um diálogo sensível entre formas, cores e funções — ainda que isso nem sempre seja percebido.

    Nesse processo, observa-se revalorização urbana capaz de transformar espaços “áridos” em ambientes estético-humanizados; admiravelmente, isso contribui para a harmonia coletiva.

    Assim, compreender a arte como princípio estruturador das paisagens permite — por que não? — integrar beleza, uso e identidade na construção de cidades mais vibráteis e expressivas.” 

O uso dos travessões na parte final do trecho é justificado de forma CORRETA em qual alternativa abaixo?
Alternativas
Respostas
581: B
582: C
583: A
584: B
585: B
586: C
587: A
588: B
589: B
590: C
591: D
592: C
593: B
594: A
595: C
596: C
597: A
598: D
599: C
600: C