Questões de Concurso
Comentadas sobre parônimos e homônimos em português
Foram encontradas 714 questões
I. Mãe, você traz um docinho para mim? II. Valquíria trás comida todos os dias.
Analise as afirmativas abaixo:
I. A Homonímia diz respeito a palavras iguais na pronúncia e/ou na grafia, mas com significados diferentes;
II. A Hiponímia trata, normalmente, de pares de palavras parecidas tanto na grafia quanto na pronúncia, mas com sentidos diferentes;
III. A Paronímia refere-se a uma palavra de significação específica dentro de um campo de sentido;
IV. A Hiperonímia refere-se a uma palavra cuja significação inclui o sentido de diversas outras palavras, ou seja, é uma palavra que se refere a todos os seres de uma “espécie”; Após a análise das afirmativas, considera-se como incorretas:
A palavras que se repetem nas tirinhas, são classificadas como:

O problema de Bruno está resolvido. Rapidamente, mas não poderia se diferente: raras vezes um comportamento criminoso é identificado e provado em pouco tempo com tanta abundância de provas, tanta escassez de atenuantes. O ex-goleiro e ex-ídolo do Flamengo mostrou ser tudo que um atleta popular não pode ser.
“Talvez não, mas o que está mesmo em questão é a possível necessidade de uma POLÍTICA preventiva a respeito dos jogadores”.
“O brasileiro espera que a POLÍTICA no Brasil, siga os caminhos da ética”.
Ao observar a palavra destacada nos trechos acima, pode-se dizer que se trata de:
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas abaixo.
“Na _____ de vendas da empresa, houve o crime de _____. A polícia participou da _____ das 15:00, com os funcionários, e _____ a delação dos criminosos.”
O piscinão da Torre Eiffel
Os (1)................................................. neste início de verão europeu cravaram temperaturas inéditas, insufladas por uma massa de ar quente vinda direto do Saara. Calejados que estão pela inclemente temporada de calor de agosto de 2003, que varreu a Europa e, só na França, deixou 15000 mortos, vários países ativaram o alerta laranja – o número 3 na escala do perigo que vai até 4. No rol dos mais castigados estão Espanha, Bélgica, Alemanha e França, que deve experimentar o mesmo sufoco de 1947, cujo recorde (médias de 40 graus no dia) nunca foi ultrapassado. E eis que, voilà, os parisienses acharam um jeito de fazer do “inferno”, como definiu a meteorologia local, uma festa. Muita gente se banhou nos chafarizes belle époque e em piscinas temporárias, como a que deu graça ao cartão-postal da Torre Eiffel, para amenizar a canícula . A prefeitura ainda espalhou um arsenal de bebedouros e vaporizadores de água pelos bulevares e, em espaços internos públicos, instalou salas climatizadas. Carros mais antigos e poluentes (algo aferido por um adesivo afixado ao veículo) não podem circular até segunda ordem. Espera-se para os próximos dias temperatura de 40 graus ou mais, e sensação térmica ainda pior. Paris concentra relativamente pouco verde em relação ao tanto de pedras e concreto que acumula, o que faz da cidade uma (2)............................... arquitetônica de distintos estilos – e uma estufa ao mesmo tempo. Os cientistas (3)......................... nessas ondas de calor cada vez mais frequentes, precoces e intensas, um sintoma dos novos tempos de aquecimento global. Enquanto isso, os parisienses reclamam, mas também aproveitam.
Weinberg, M. Editora Abril; Veja ano 52, no 27
Escolha a palavra (entre parênteses) que completa corretamente as frases.
Prometi levá-la ao ( concerto / conserto ) de sua banda preferida neste final de semana. Aquele advogado, que já foi muito respeitável, hoje é ( incipiente / insipiente ) . A ( cessão / seção / sessão ) da assembleia de associados durou apenas uma hora. A nova diretoria já foi ( empoçada / empossada ) .Assinale a alternativa que indica as palavras que completam corretamente as frases.
Assinale a alternativa que corresponde corretamente à classificação das palavras:
I-Hoje acordei mais cedo do que de costume. Cedo a palavra a quem de direito.(Homônimas homófonas)
II-É importante colocar acento nas palavras. No ônibus, não havia assento suficiente para todos. (Parônimas)
III-O monge recolheu-se silenciosamente para sua cela. Retirou a sela do cavalo e foi descansar. (Homônimas homófonas)
IV-O diretor discursou com muito acerto. O erro é logo reconhecido, enquanto o acerto nunca é percebido. (Parônimas)
I. A mesa de diretores estendeu o comprimento a todos os funcionários. (cumprimento) II. Concordamos com tudo o que você disse, ou seja, ratificamos suas palavras. (retificamos) III. A dispensa de casa estava lotada de vidros de conserva! (despensa) IV. Luís foi um verdadeiro cavalheiro, nos escutou e não assoviou durante o jogo. (cavaleiro)
Entre parênteses estão os parônimos das palavras sublinhadas. Assinale a alternativa que se aplica:
Assinale a alternativa que se aplica quanto às palavras sublinhadas:
Leia as assertivas a seguir:
I. João estava deitado em sua caminha. Sua avó já não caminha, está em cadeira de rodas.
II. Dentro da loja, apreçaram os produtos. De qualquer forma, não poderiam apressar os clientes.
III. Perdemos o apoio de nosso mais poderoso aliado. No entanto, apoio os que ficaram ao nosso lado.
Assinale a alternativa que se aplica quanto às palavras sublinhadas:
“Em minha casa e em todo outro lugar aprende-se apenas com quem se ama”; nessa frase, o vocábulo de valor geral “lugar” substitui um vocábulo de valor específico “casa”.
A mesma situação ocorre, respectivamente, com o seguinte par de palavras:
Passagem pela adolescência
"Filho criado, trabalho redobrado." Esse conhecido ditado popular ganha sentido quando chega a adolescência. Nessa fase, o filho já não precisa dos cuidados que os pais dedicam à criança, tão dependente. Mas, por outro lado, o que ele ganha de liberdade para viver a própria vida resulta em diversas e sérias preocupações aos pais. Temos a tendência a considerar a adolescência mais problemática para os pais do que para os filhos. É que, como eles já gozam de liberdade para sair, festejar e comemorar sempre que possível com colegas e amigos de mesma idade e estão sempre prontos a isso, parece que a vida deles é uma eterna festa. Mas vamos com calma porque não é bem assim.
Se a vida com os filhos adolescentes, que alguns teimam em considerar um fato aborrecedor, é complexa e delicada, a vida deles também o é. Na verdade, o fenômeno da adolescência, principalmente no mundo contemporâneo, é bem mais complicado de ser vivido pelos próprios jovens do que por seus pais. Vejamos dois motivos importantes.
Em primeiro lugar, deixar de ser criança é se defrontar com inúmeros problemas da vida que, antes, pareciam não existir: eles permaneciam camuflados ou ignorados porque eram da responsabilidade só dos pais. Hoje, esse quadro é mais agudo ainda, já que muitos pais escolheram tutelar integralmente a vida dos filhos por muito mais tempo.
Quando o filho, ainda na infância, enfrenta dissabores na convivência com colegas ou pena para construir relações na escola, quando se afasta das dificuldades que surgem na vida escolar - sua primeira e exclusiva responsabilidade -, quando se envolve em conflitos, comete erros, não dá conta do recado etc., os pais logo se colocam em cena. Dessa forma, poupam o filho de enfrentar seus problemas no presente, é claro, mas também passam a ideia de que eles não existem por muito mais tempo.
É bom lembrar que a escola - no ciclo fundamental - deveria ser a primeira grande batalha da vida que o filho teria de enfrentar sozinho, apenas com seus recursos, como experiência de aprender a se conhecer, a viver em comunidade e a usar seu potencial com disciplina para dar conta de dar os passos com suas próprias pernas.
Em segundo lugar, o contexto sociocultural globalizado atual, com ideais como consumo, felicidade e juventude eterna, por exemplo, compromete de largada o processo de amadurecimento típico da adolescência, que exige certa dose de solidão para a estruturação de tantas vivências e, principalmente, interlocução. E com quem os adolescentes contam para conversar?
Eles precisam, nessa época de passagem para a vida adulta, de pessoas dispostas a assumir o lugar da maturidade e da experiência com olhar crítico sobre as questões existenciais e da vida em sociedade para estabelecer com eles um diálogo interrogador. Várias pesquisas já mostraram que os jovens dão grande valor aos pais e aos professores em suas vidas. Entretanto, parece que estamos muito mais comprometidos com a juventude do que eles mesmos.
Quem leva a sério questões importantes para eles em temas como política, sexualidade, drogas, ética, depressão e suicídio, vida em família, vida escolar, violência, relações amorosas e fidelidade, racismo, trabalho etc.? Quando digo levar a sério me refiro a considerar o que eles dizem e dialogar com propriedade, e não com moralismo ou com excesso de jovialidade. E, desse mal, padecem muitos pais e professores que com eles convivem.
Os adolescentes não conseguem desfrutar da solidão necessária nessa época da vida, mas parece que se encontram sozinhos na aventura de aprender a se tornarem adultos. Bem que merecem nossa companhia, não?
SAYÃO, Rosely. “As melhores crônicas do Brasil”. In cronicasbrasil.blogspot.com/ search/label/Adolescência.
Quanto à significação das palavras, marque a alternativa correta em relação aos itens:
1- Homônimos: são palavras que apresentam significados diferentes, mas que são pronunciadas da mesma forma, como cem e sem.
2- Parônimos: grafia(escrita) parecida, fonética(som) parecido, significado diferente: comprimento e cumprimento.
3- Ortoepia: é o emprego correto da acentuação tônica das palavras, ela está ligada à oralidade: côndor (errado), condor (correto).
4- Prosódia: é o estudo da correta pronúncia das palavras, ocupa-se não só da correta pronúncia dos fonemas, mas também do ritmo e entoação delas.
Infância
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras
lia a história de Robinson Crusoé,
comprida história que não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
a ninar nos longes da senzala – e nunca se esqueceu chamava
para o café.
Café preto que nem a preta velha
café gostoso
café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
olhando para mim: -
Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!
Lá longe meu pai campeava
no mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história
era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
Alguma Poesia
Carlos Drummond de Andrade