Questões de Concurso
Sobre parênteses em português
Foram encontradas 456 questões

Atenção: As questões de números 10 e 11 referem-se aos
quadrinhos apresentados abaixo, com a transcrição
correta das falas das personagens.

Transcrevendo em norma culta:
- Oba, oba! Plantando uma árvore, Chico?!
- Essa aí é de quê? De goiaba? De jaca? De manga?
- Não! De esperança ...
I Substituição da vírgula depois de “política” (L.1) por dois-pontos. II Inserção de vírgula logo depois de “ordem” (L.5). III Retirada da vírgula logo após “Confundem” (L.10). IV Substituição dos travessões que demarcam “entidade política” (L.11) por parênteses. V Retirada da vírgula logo depois de “cidadania” (L. 14).
A quantidade de itens certos é igual a
I. ... “variabilidade decadal do Oceano Pacífico”, que impacta o Atlântico.
... “variabilidade decadal do Oceano Pacífico” que impacta o Atlântico.
II. Nos anos 40, 50 e 60 choveu menos na Amazônia. Nas três décadas seguintes, as chuvas aumentaram. Nos anos 40, 50 e 60 choveu menos na Amazônia; nas três décadas seguintes, as chuvas aumentaram.
III. .... têm um sistema de braços flutuantes – inventado pelos ingleses –, que sobem e descem... ... têm um sistema de braços flutuantes (inventado pelos ingleses), que sobem e descem...
Com a alteração dos sinais de pontuação, ocorreu também alteração de sentido SOMENTE em

Dalgimar Beserra de Menezes. A ética médica e a verdade
do paciente. In: Desafios éticos, p. 212-5 (com adaptações).
Julgue os itens subseqüentes, a respeito das idéias e das estruturas
lingüísticas do texto acima.

Julgue os seguintes itens a respeito das idéias e das estruturas
lingüísticas do trecho acima, que faz parte de carta escrita por
Lévi-Strauss a Mário de Andrade.
As opções trazem o diagnóstico e a indicação de correção do que estiver gramatical e lingüisticamente errado no trecho abaixo.
Podemos prever o traço fundamental do comércio
colonial: ele deriva imediatamente do próprio caráter
da colonização, organizada como ela está na base
da produção de gêneros tropicais e metais preciosos
para o fornecimento do mercado internacional. É a
exportação desses gêneros, pois, que constituirá
o elemento essencial das atividades comerciais da
colônia.
O comércio exterior brasileiro é todo ele, pode-se
dizer, marítimo. Nossas fronteiras atravessavam áreas
muito pouco povoadas, quando não inteiramente
indevassadas. A colonização portuguesa vinda do
Atlântico, e a espanhola, quase toda do Pacífi co, mal
tinham ainda engajado suas vanguardas, de sorte
que entre ambas ainda sobravam vastos territórios
ocupados.
Circunstância essa ditada por contingências
geográfi cas e econômicas, e que tem grande
signifi cação política e administrativa, pois facilitou,
pode-se dizer mesmo que tornou possível, o monopólio
do comércio da colônia que a metrópole pretendia para
si. Foi bastante reservar-se a navegação, providência
muito mais simples que uma fi scalização fronteiriça
– difícil, se não impraticável, nos extensos limites do
país.
(Caio Prado Júnior, História econômica do Brasil, com
adaptações)
Com base no texto acima e considerando as múltiplas implicações do tema que ele focaliza, julgue o item a seguir.
Os travessões das linhas 5 e 6 podem ser substituídos
por parênteses, sem que haja prejuízo para a correção
gramatical do período.

A farsa neoliberal: o Brasil perde duas décadas no pesadelo da globalização. InfoAndes, maio/2000 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item subseqüente.
A substituição dos travessões que isolam a expressão “hoje
mais do que ontem” (l.10) por parênteses mantém a
coerência textual e o respeito às regras de pontuação da
norma culta.
Nem todas as leis têm a mesma qualidade. Existe uma hierarquia, além de diferenças que as fazem gravitar em campo próprio. A lei constitucional - norma constitucional e emenda integrada na constituição - domina todas as demais leis: sem a conformidade a ela, as leis comuns (ordinárias e complementares) são nulas. Há leis de ordem pública, as quais todas as pessoas devem observar, independentemente de sua vontade. Outras, permissivas, só vigoram se os interessados não declaram sua vontade em sentido contrário.
Onde a lei não impõe uma conduta obrigatória, o indivíduo exerce livremente sua atividade. O poder público só pode intervir na esfera individual mediante uma lei que o autorize. Essa garantia de caráter institucional se expressa pelo princípio da legalidade. A lei, depois de publicada, torna-se obrigatória, sem que ninguém possa negar-lhe cumprimento, alegando que não a conhece, pois para que a ordem jurídica tenha real vigência é forçoso supor o conhecimento geral da lei. Em direito penal, por aplicação da mesma regra, entende-se que a ignorância ou errada compreensão da lei não eximem de pena.
O emprego dos parênteses indica, no texto,

Com base no texto acima, julgue os itens subseqüentes.

Em relação ao texto acima, julgue os itens que se seguem.
Levando em conta seu uso no texto II, observe os sinais de pontuação nas frases acima e considere as afirmativas:
I. Os dois-pontos, o travessão e os parênteses são equivalentes, pois os três isolam segmentos explicativos dentro do contexto.
II. Os parênteses da 3a frase podem ser corretamente substituídos, sem alteração de sentido, por travessões.
III. Estaria correto também o emprego de uma vírgula no lugar dos dois pontos da 1a frase. Está correto o que se afirma em
Marque a única das substituições propostas que mantém a correção gramatical do texto abaixo transcrito.
Todo o aprendizado - raciocínio, memória, pensamento e imaginação - depende de um órgão do corpo humano que pesa mais ou menos 1,3 quilograma e é formado por cem bilhões de neurônios, que têm a capacidade de se multiplicarem mais de 250 mil vezes por minuto nos dois primeiros meses de gestação e cujos prolongamentos parecem um emaranhado de fios: o cérebro.
(Vitor F. Kümpel, "Resumos no processo do aprendizado")
Texto

Considerando a construção morfossintática, semântica e discursiva do texto, julgue o item a seguir.
A pontuação da seguinte reescritura do último período do
texto (ℓ.29-32) está correta, pois não altera o sentido original:
Os medievais faziam distinção entre a moral teórica (que
estuda os princípios e as atitudes que iluminam as
práticas) e a moral prática que analisa os atos à luz das
atitudes e estuda a aplicação dos princípios à vida.



