Questões de Concurso
Sobre ortografia em português
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Assinale a opção CORRETA quanto à acentuação gráfica. (obs.: atente-se para a separação silábica brasileira.)
Assinale a opção CORRETA quanto à acentuação gráfica. (obs.: atente-se para a separação silábica brasileira.)
Assinale a opção CORRETA quanto à acentuação gráfica. (obs.: atente-se para a separação silábica brasileira.)
Assinale a opção CORRETA quanto à acentuação gráfica. (obs.: atente-se para a separação silábica brasileira.)
Assinale a opção CORRETA quanto à acentuação:
Meu interior.
O galo vai pro _________ e o sol enfim descansa a lua vira o ponteiro e a escuridão avança sem energia no canteiro é pela luz do candeeiro que eu enxergo a esperança.
Guibson Medeiros
Dentre as alternativas abaixo, assinale a palavra que está escrita corretamente e preenche a lacuna do poema.
Os vocábulos acentuados pela mesma regra são:
Assinale a opção CORRETA quanto à acentuação:
Assinale a opção CORRETA quanto à acentuação gráfica.
Assinale a opção CORRETA quanto à acentuação gráfica. (obs.: atente-se para a separação silábica brasileira.)
Texto 1
“Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, _________________, pessegueiros e até mesmo ____________________.” (BRANDÃO, Ignácio de Loyola. O homem que espalhou o deserto.)
Texto 2
A venda do imóvel dependia da ____________ de algumas __________ que encareciam em __________ sua manutenção.
De acordo com a ortografia oficial, as lacunas serão correta e respectivamente preenchidas por:
Prova falsa
Quem teve a ideia foi o padrinho do caçula – ele me conta. Trouxe o cachorro de presente e logo a família inteira se apaixonou pelo bicho. Ele até que não é contra isso de se ter um animalzinho em casa, desde que seja obediente e com um mínimo de educação.
– Mas o cachorro era um chato – desabafou.
Desses cachorrinhos de raça, cheios de nhém-nhém-nhém, que comem comidinha especial, precisam de muitos cuidados, enfim, um chato de galocha. E, como se isto não bastasse, implicava com o dono da casa.
– Vivia de rabo abanando para todo mundo, mas quando eu entrava em casa vinha logo com aquele latido fininho e antipático, de cachorro de francesa.
Ainda por cima era puxa-saco. Lembrava certos políticos da oposição, que espinafram o ministro, mas quando estão com o ministro ficam mais por baixo que tapete de porão. Quando cruzavam num corredor ou qualquer outra dependência da casa, o desgraçado rosnava ameaçador, mas quando a patroa estava perto abanava o rabinho, fingindo-se seu amigo.
– Quando eu reclamava, dizendo que o cachorro era um cínico, minha mulher brigava comigo, dizendo que nunca houve cachorro fingido e eu é que implicava com o “pobrezinho”.
Num rápido balanço, poderia assinalar: o cachorro comeu oito meias suas, roeu a manga de um paletó de casimira inglesa, rasgara diversos livros, não podia ver um pé de sapato que arrastava para locais incríveis. A vida lá em sua casa estava se tornando insuportável. Estava vendo a hora em que se desquitava por causa daquele bicho cretino. Tentou mandá-lo embora umas vinte vezes e era uma choradeira das crianças e uma espinafração da mulher.
– Você é um desalmado – disse ela, uma vez.
Venceu a guerra fria com o cachorro graças à má educação do adversário. O cãozinho começou a fazer pipi onde não devia. Várias vezes exemplado, prosseguiu no feio vício. Fez diversas vezes no tapete da sala. Fez duas na boneca da filha maior. Quatro ou cinco vezes fez nos brinquedos do caçula. E tudo culminou com o pipi que fez em cima do vestido novo de sua mulher.
– Aí mandaram o cachorro embora? – perguntei.
– Mandaram. Mas eu fiz questão de dá-lo de presente a um amigo que adora cachorros. Ele está levando um vidão em sua nova residência.
– Ué... mas você não o detestava? Como é que ainda arranjou essa sopa para ele?
– Problema de consciência – explicou. – O pipi não era dele.
E suspirou cheio de remorso.
(PONTE PRETA, Stanislaw. Gol de padre e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997)
Um exemplo é a palavra "cabeleireiro" presente em "No momento em que sai do cabeleireiro?".
O problema com cabeleireiro é que as pessoas podem pensar que ela vem de cabelo, mas na verdade a derivação acontece da palavra cabeleira. Assim, a única forma correta de se escrever é mesmo cabeleireiro.
Considerando que existem outras palavras que causam essa mesma estranheza, assinale a alternativa cuja palavra em destaque esteja escrita CORRETAMENTE.
Eu, filho do carbono e do amoníaco,
Mostro de escuridão e rutilância,
Sofro, desde a epigênesis da infância,
A influência má dos signos do zodíaco.
Profundissimamente hipocondríaco,
Este ambiente me causa repugnância...
Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia
Que se escapa da boca de um cardíaco.
Já o verme – este operário das ruínas –
Que o sangue podre das carnificinas
Come, e à vida em geral declara guerra,
Anda a espreitar meus olhos para roê-los,
E há-de deixa-me apenas os cabelos,
Na frialdade inorgânica da terra!
Augusto dos Anjos
O poema de Augusto dos Anjos traz muitas palavras acentuadas, com base nisso e em seus conhecimentos em acentuação gráfica, assinale a alternativa que apresenta uma oxítona: