Questões de Concurso
Sobre ortografia em português
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As questões notacionais da Língua Portuguesa se referem, entre outras coisas, a palavras e expressões que frequentemente provocam dúvidas em relação à sua ortografia.
A esse respeito, assinale a opção ortograficamente correta.
Assinale a opção em que isso ocorre com a palavra sublinhada.
A palavra que recebe acento por ser proparoxítona foi destacada e numerada em

Leias as tiras:
Tira I
(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”.
https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 05.11.2022. Adaptado)
Tira II
(Mort Walker, “Recruta Zero”.
https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 05.11.2022. Adaptado)
Em conformidade com a Ortografia Oficial da Língua Portuguesa e com os sentidos das situações apresentadas
nas tiras, as lacunas nelas presentes devem ser preenchidas, respectivamente, com:
I. “Se conseguissem ÊXITO na escalada.”
II. “...perceberam que sua ÚNICA chance seria atravessar as montanhas...”
III. “...alcançariam o PAÍS vizinho e estariam a salvo.”
IV. “Se ALGUÉM a seu lado está prestes a desistir”
V. “Lembre-o de que, no CÍRCULO familiar...”
Assinale a alternativa que indica os itens nos quais os termos são acentuados obedecendo à mesma regra de acentuação.
I. “...brilhando na sua INTELIGÊNCIA...” II. “...alegrando-se com suas VITÓRIAS...” III. “...a cada dia, autor da sua HISTÓRIA ...” IV. “...LÍDER de si mesmo!”
Assinale a alternativa que apresenta uma justificativa CORRETA.
I. “Havia uma LÂMPADA que sempre iluminava tudo em redor.”
II. “Quando ALGUÉM veio reacendê-la...”
III. “...que NINGUÉM é capaz de apagar...”
IV. “...que era mais poderosa do que o PRÓPRIO sol.”
V. “Quando alguém veio REACENDÊ-la, disse...”
Assinale a alternativa que apresenta uma justificativa CORRETA para os acentos das palavras acima destacadas.
I. “...sem marca de nenhum PÉ.”
II. “...a areia que o mar lavou ainda ESTÁ limpinha.”
III. “A manhã está NÍTIDA no ar leve...”
IV. “...e essa ÁGUA salgada me faz bem...”
Assinale a alternativa que apresenta a justificativa CORRETA.
Texto para a questão.

https://www.google.com/search?sxsrf=ALiCzsaWUs_WkM5FfJwWBvErAGR5_AtXAQ:1668677843532&source=univ&tbm=
TEXTO ll - base para responder às questão.

Fonte: https://setting.com.br/blog/gestao-empresarial/gestao-por-competencia/ Acesso em: 20 ago. 2022.

Disponível em: https://br.pinterest.com/
pin/97531148160806243/. Acesso em: 20 ago. 2022.
O humor desse cartaz decorre de um(a)
Enfim, depois de tanto erro passado Tantas retaliações, tanto perigo Eis que ressurge noutro o velho amigo Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado Com olhos que contêm o olhar antigo Sempre comigo um pouco atribulado E como sempre singular comigo.
MORAES, Vinicius de. Soneto do amigo. Disponível em: https://www.pensador.com/soneto_do_amigo/. Acesso em: 15 ago. 2022.
O que justifica a forma de registro do termo grifado é a
Leia o texto abaixo para responder a questão;
Ensino remoto na pandemia: os alunos ainda sem internet após um ano de pandemia
Toda terça-feira, Denise*, de 9 anos, acorda, pega o celular e começa a estudar online. Este é o único dia da semana que ela tem essa oportunidade, porque é o dia de folga da mãe.
O motivo é que a mãe, de 26 anos, é a única da casa que tem um smartphone.
Principal fonte de renda de uma família numerosa, ela disse que não tem condições de comprar um celular, tablet ou computador para a filha estudar nos outros dias da semana.
"Eu até cogitei comprar um telefone para ela, mas eu recebo um salário mínimo e pago quase R$ 200 só de luz. Eu compro o celular ou comida. O celular mais simples não custa menos de R$ 500, fora a internet. Hoje, nossa prioridade é ir no mercado para repor o que precisa", afirmou à BBC News Brasil.
Esse caso ocorre na maior e mais rica cidade do Brasil, mas ilustra o que atinge o país inteiro, segundo especialistas ouvidos pela reportagem. Mesmo depois de mais de um ano do início da pandemia causada pelo coronavírus, professores de escolas públicas dizem que ainda não há uma estrutura adequada para os alunos aprenderem a distância.
De acordo com um levantamento do Unicef, o Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância, em novembro de 2020, quase 1,5 milhão de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos não frequentavam a escola (remota ou presencialmente) no Brasil. Outros 3,7 milhões de estudantes matriculados não tiveram acesso a atividades escolares e não conseguiram estudar em casa.
No total, 5,1 milhões tinha acesso à educação. Entre essas crianças e adolescentes sem educação, 41% tinham de 6 a 10 anos de idade; 27,8% tinham de 11 a 14 anos; e 31,2% tinham de 15 a 17 anos.
Em São Paulo, 667 mil estudantes de 6 a 17 anos ficaram sem estudar em 2020, o que representa 9,2% das crianças e adolescentes em idade escolar no Estado.
O Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e o Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) avaliaram a eficiência dos planos de educação remota de Estados e capitais.
Os resultados, mensurados entre março e outubro de 2020, mostram um cenário bem ruim: a nota média dos planos estaduais no Índice de Educação a Distância foi de 2,38 (de 0 a 10) e de 1,6 para os das capitais.
Fonte: https://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2021/ 05/03/ensino-remoto-na-pandemia-os-alunos-ainda-sem-internet-apos-um-ano.htm em 03/05/2021 - 18h27
*Denise-nome fictício