Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

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Q3731123 Português
Utilize o grupo de palavras a seguir para responder a questão.


agropecuária – ecoturismo – serras – vegetação – cachoeiras – pedras – nativa – mata 
Assinale a alternativa em que as palavras estão escritas em ordem alfabética: 
Alternativas
Q3731116 Português
Utilize a frase a seguir para responder a questão.


Localizado na região Sul do Estado de Minas Gerais, o Município de São João da Mata, pertence à Microrregião do Médio Sapucaí. 
Observe as palavras retiradas do texto: Minas Gerais e São João da Mata. São escritas com letras maiúsculas porque são:
Alternativas
Q3730972 Português
Medicamentos como o Ozempic permitiram que muitas pessoas perdessem peso que antes não conseguiam eliminar. Será que uma dieta poderia ter o mesmo efeito sem a necessidade de receita médica?

Nos últimos anos, a chegada de medicamentos para perda de peso − como Ozempic e Wegovy − virou de cabeça para baixo a forma como a medicina lida com a obesidade.

Essas drogas, conhecidas como agonistas do peptídeo semelhante ao glucagon tipo 1 (GLP-1), ajudam pessoas com obesidade a perder peso ao reduzir o apetite, levando a uma menor ingestão de alimentos. No entanto, junto com a popularidade desses medicamentos, surgiram alegações de que seria possível imitar seus efeitos apenas por meio da alimentação.

Uma tendência nas redes sociais, por exemplo, sugere que uma mistura de aveia com água e suco de limão − apelidada de 'oatzempic' − poderia suprimir o apetite e provocar a perda de peso de forma semelhante aos remédios.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn5qvlwkv2wo fragmento
Considerando as regras de acentuação dos vocábulos extraídos do texto, julgue as afirmativas:
I.Os vocábulos 'médica' e 'últimos' seguem regras distintas de acentuação, o primeiro é acentuado por ser proparoxítona; o segundo por conter o 'u' tônico na sílaba.
II.O vocábulo 'peptídeo' é acentuado pela regra das palavras paroxítonas terminadas em 'o'.
III.O vocábulo 'será' é acentuado pela regra das oxítonas terminadas em 'a'.
IV.O vocábulo 'remédio' é uma palavra proparoxítona, que obrigatoriamente deve levar acento.

É correto o que se afirma
Alternativas
Q3730891 Português
Medicamentos como o Ozempic permitiram que muitas pessoas perdessem peso que antes não conseguiam eliminar. Será que uma dieta poderia ter o mesmo efeito sem a necessidade de receita médica?

Nos últimos anos, a chegada de medicamentos para perda de peso − como Ozempic e Wegovy − virou de cabeça para baixo a forma como a medicina lida com a obesidade.

Essas drogas, conhecidas como agonistas do peptídeo semelhante ao glucagon tipo 1 (GLP-1), ajudam pessoas com obesidade a perder peso ao reduzir o apetite, levando a uma menor ingestão de alimentos. No entanto, junto com a popularidade desses medicamentos, surgiram alegações de que seria possível imitar seus efeitos apenas por meio da alimentação.

Uma tendência nas redes sociais, por exemplo, sugere que uma mistura de aveia com água e suco de limão − apelidada de 'oatzempic' − poderia suprimir o apetite e provocar a perda de peso de forma semelhante aos remédios.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn5qvlwkv2wo fragmento
Considerando as regras de acentuação dos vocábulos extraídos do texto, julgue as afirmativas:
I.Os vocábulos 'médica' e 'últimos' seguem regras distintas de acentuação, o primeiro é acentuado por ser proparoxítona; o segundo por conter o 'u' tônico na sílaba.
II.O vocábulo 'peptídeo' é acentuado pela regra das palavras paroxítonas terminadas em 'o'.
III.O vocábulo 'será' é acentuado pela regra das oxítonas terminadas em 'a'.
IV.O vocábulo 'remédio' é uma palavra proparoxítona, que obrigatoriamente deve levar acento.

É correto o que se afirma e
Alternativas
Q3728874 Português
Apenas uma palavra abaixo apresenta incorreção em sua grafia. Indique-a:
Alternativas
Q3728873 Português
O Novo Acordo Ortográfico propõe mudanças na acentuação gráfica de algumas palavras. Conforme tal acordo, apenas uma palavra deixa de receber acento gráfico. Indique-a:
Alternativas
Q3728658 Português
Para o 3º ano, aborda-se a habilidade do uso do acento gráfico (agudo ou circunflexo). O Referencial Curricular do Mato Grosso do Sul estabelece uma condição importante para o desenvolvimento desta habilidade. Sobre essa condição, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3728187 Português

QUANDO SE PERDOA AOS PAIS


    Outro dia saí com uma amiga psicóloga, e nossos encontros sempre rendem bons papos. Um chope aqui, um petisco ali, e a conversa vai rendendo. Tal hora lhe perguntei qual assunto era mais tratado no seu divã.

    — Em terapia, um dos momentos mais marcantes é quando o paciente percebe que precisa perdoar aos pais.

    A resposta me desarmou. Ficou martelando na minha cabeça. Como assim, perdoar aos pais!? Que mal os heróis infalíveis de nossa infância cometeriam para necessitassem de perdão? Bom, eu nunca fiz terapia, também nunca tinha parado para pensar a respeito do papel de meus pais na formação do que sou hoje, mas esse assunto me saiu como uma bela epifania.

    Sou filho de pais jovens. Quando nasci, minha mãe tinha 17 anos, e meu pai, 20. E, antes que pensem bobagem, eu não vim ao mundo porque eles foram apressados e quebraram os trâmites da época. Pelo contrário, nasci conforme mandava o figurino: de pais casados e gerado um ano depois do matrimônio. Hoje, vejo uma certa graça em ter sido o primeiro filho de tão jovem casal, pois eu não percebia, mas meus pais e eu crescíamos juntos. 

    Meu pai lia revista em quadrinhos comigo e gargalhava como se estivesse lendo as maiores piadas do mundo. Outro dia, enquanto aguardava ser atendido em um consultório médico, resolvi folhear uma que estava no meio de cestos de revistas e não vi graça. Será que estou velho e enjoado? Já minha mãe assistia ao programa infantil da época, o Balão Mágico, e curtia ouvir, na rádio ou no nosso toca-discos, as músicas de grupos, como Trem da Alegria ou da própria Xuxa, arriscando até uma coreografia. 

    Do lado adulto deles, lembro que meu pai sempre foi muito organizado e exigia isso de mim e de meus irmãos. Teve formação militar, então nossas camas e quartos deviam estar sempre muito bem arrumados. Minha mãe orientava a mim e aos meus irmãos de como executar as tarefas simples da casa, por exemplo, lavar pratos, cozinhar, fazer compras... Tanto que, quando me mudei para Fortaleza, não tive dificuldade em me virar sozinho e até estranhei ver alguns amigos, já bem crescidinhos por sinal, tão dependentes de seus pais para desempenhar tarefas domésticas que, para mim, eram básicas de qualquer adulto funcional.

    Meus pais eram a personificação de pais corujas e atribuo a eles eu ter uma boa autoestima. Estavam sempre aplaudindo a todos os meus talentos. No lugar de brigar por causa de alguma travessura, procuravam ver graça naquilo que eu fazia, já que eu tinha uma imaginação muito fértil, e curtiam cada descoberta de minhas variadas aptidões. Me lembro de uma situação bem peculiar. Sempre gostei das artes e desenhava e pintava com um certo talento. Meus pais se admiravam com minha capacidade de rabiscar, a olho nu, qualquer imagem em qualquer superfície. Tais aptidões me inspiravam a fazer “obras” paradoxais numa casa.  

    Pois bem, conseguem imaginar as paredes de um banheiro pintadas com as personagens da Turma da Mônica? Assim era o lá de casa. Um belo dia, acordei inspirado e, como um pequeno Michelangelo, resolvi “dar vida” às paredes do banheiro sem pedir permissão a ninguém. Munido de lápis de cera e canetinhas, dei início à minha inspiração. Meu pai, ao ver a “obra”, fez uma exclamação pela qual julguei que eu ia levar uma surra daquelas. Para minha surpresa, ele me pergunta o que eu tinha contra o Chico Bento, porque era o único que não estava no rol do “afresco”. Acredito que essa reação ocorreu por ainda existir nele o fogo da juventude que consegue ver graça nas situações mais toscas. Essa observação dele hoje me soa como o melhor elogio que eu recebi em toda minha vida.

    Os leitores devem estar pensando que quero passar a imagem de que tive pais diferentes dos pacientes de minha amiga psicóloga. Pois digo a vocês que também tive momentos que quis culpá-los por alguma situação com qual não consegui lidar ou por um de meus comportamentos já enraizados em minha personalidade. Sou muito independente e não gosto de pedir ajuda a ninguém. E, analisando bem, esse comportamento vem devido à cobrança de eu ter que ser sempre um bom exemplo para meus irmãos, pois sou o filho mais velho. Isso fez com que eu vivesse me cobrando uma espécie de perfeição, não me permitindo falhar em qualquer situação da vida.  

    É quase certo que alguns adultos da minha geração concordariam que essa cobrança foi boa para mim, porque me tornou um homem forte e sem mi mi mi, diferente da geração atual que é tão criticada por não saber, muitas vezes, lidar com adversidades e frustações. Porém, confesso que essa suposta “força” me retrai a vontade de reconhecer que, às vezes, errar faz parte do aprender e que, como todo mundo, preciso de colo e cuidados. 

    Crescer é um processo cruel. Um dia, a gente acorda e percebe que os pais não têm todas as respostas. Que erraram tentando acertar, que o colo ficou mais raro, que a presença deles nem sempre foi do jeito que precisávamos. A maturidade tem me ajudado muito a me portar diferente em relação a vários assuntos. Ao vê-los envelhecendo, ela me deu a capacidade de colocá-los em certos lugares e de enxergá-los como seres de carne e osso, falhos como qualquer ser humano. Por isso me concentro nos acertos, lhes perdoando os vacilos e me apegando às bondades que eles fizeram e me proporcionaram. 

    Sei que muitos que estão lendo essa crônica não têm ou tiveram relações tão agradáveis com seus genitores, e, por favor, não pensem que estou aqui querendo invalidar as experiências de ninguém em relação a sua criação, pois sei que há pessoas que deveriam ter sido proibidas de trazer filhos ao mundo e que muitas delas foram responsáveis por prejudicá-los emocionalmente. Todavia ter o coração cheio de mágoas, em algum momento, dificulta nossa existência e pesa como uma cruz que se arrasta até o calvário ao qual nunca se chega. Além disso, essa lamentação sempre nos levará a entoar uma cantilena para justificar nossas falhas e medos. Seguir em frente é uma escolha, e acreditem, é a melhor. 

    Perdoar aos pais é entender que, mesmo sem saber, eles escreveram em nós as primeiras linhas da nossa história. E, ao reler essas linhas, a gente aprende a enxergar não só o erro mas também o esforço de amar com as ferramentas que tinham. Ao terminar essa crônica, me veio, sorrateiramente, um trecho da música do grande Belchior “Ainda somos e vivemos como nossos pais”. Levase um tempo, mas chega o dia que esses versos farão um grande sentido em nossa vida.


ALAN, Victor. Qual o nome de sua saudade? 1ª edição. Belo Horizonte. Editora Epopeia, 2025.

"[...] atribuo a eles eu ter uma boa autoestima."


Assim como em autoestima, há um vocábulo demarcado, formado corretamente sem auxílio de hifenização, em:

Alternativas
Q3725739 Português

Leia o texto 1 e depois responda à questão.


TEXTO 1


    O texto abaixo é um trecho de uma entrevista de escritora Sarah Bakewell, autora de Humanamente possível, publicado pela editora Objetiva. O livro trata das ideias humanistas ao longo da história e de pensadores dessa linha filosófica. Leia o trecho abaixo e depois responda às questões: 



       “Qual é a maior ameaça ao legado humanista hoje?



     A visão de mundo humanista nunca irá simplesmente “vencer” uma discussão histórica e permanecer incontestada. É uma batalha que nunca termina. Existem hoje muitas forças contra o humanismo, das quais as mais óbvias são instituições religiosas de alto controle, especialmente onde ganham poder político. Além disso, temos os populistas autoritários, que muitas vezes recorrem a ideias conservadoras para reforçar o seu poder – sem necessariamente acreditar sinceramente nelas. A exemplo de outras pessoas, tenho dificuldade em manter o meu otimismo neste momento, olhando para os acontecimentos no mundo, mas não podemos nos dar ao luxo de perder a esperança na decência e na moralidade humana. Caso contrário, cairíamos no desespero e estaríamos perdidos. 



       Ao ler o seu livro, ficamos com a impressão de que o humanismo se abriu à diversidade ao longo do tempo. Mas até que ponto ele também passou a respeitar a natureza e outras formas de vida? 



    Hoje o movimento humanista enfatiza o fato de que a vida humana não pode ser vista isoladamente de outras formas de vida na Terra. Não faria sentido imaginar os humanos como almas puras e separadas, de alguma forma flutuando acima do resto da vida. Somos obviamente seres naturais, profundamente enraizados no mundo, e precisamos nutrir toda a rica biodiversidade que nos sustenta. Também temos uma responsabilidade moral para com o resto da vida. A ideia de que os humanistas só se preocupam com os humanos é um completo mal entendido; o oposto é verdadeiro. 



      Ao mesmo tempo, os humanistas também sabem que não podemos simplesmente rezar para nos salvar ou legar a responsabilidade a um poder maior. Nós causamos as emergências atuais e a única maneira de resolvê las é assumir a responsabilidade e aplicar as nossas habilidades para saná-las. Na verdade, temos as qualidades certas: somos tecnologicamente engenhosos, bons solucionadores de problemas e podemos até comunicar e colaborar bem quando realmente queremos. Basta ver como a comunidade científica internacional trabalha em conjunto para atingir seus objetivos. Mas a comunidade política internacional, nem tanto. O desafio é, de alguma forma, nos engajarmos a usar essas habilidades para alcançar tais metas. Eu gostaria de saber como fazer isso!”



(Adaptado de: veja.abril.com.br/coluna/conta-gotas/nao-podemos-nos-dar-ao-luxo-de-perder-a-esperanca-na decencia-humana).



Observe os trechos retirados do texto e depois marque a alternativa correta:



I. “[...] é um completo MAL-ENTENDIDO [...]”.



II. “Nós causamos as emergências atuais e a única maneira de resolvê-LAS é assumir a responsabilidade e aplicar as nossas habilidades para saná-LAS.”



III. “[...] cairíamos no desespero e estaríamos perdidos.”



IV. “Existem hoje muitas forças contra o humanismo, DAS QUAIS as mais óbvias são instituições religiosas [...]”.

Alternativas
Q3725196 Português
Conforme o Novo Acordo Ortográfico, apenas uma palavra abaixo deixa de receber o acento gráfico. Indique tal palavra:
Alternativas
Q3725154 Português

Considerando o emprego do hífen, analisar os itens.



I. Minha cor favorita é a cor-de-vinho.


II. Aquele é meu ex-namorado.


III. Maria é muito anti-social.


IV. A empresa expandiu seus negócios além-mar.



Está CORRETO o que se afirma:

Alternativas
Q3725152 Português

Considerando as regras de acentuação, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.



( ) A palavra “herói” é acentuada, mas a palavra “heroico” não recebe acento.


( ) A terceira pessoa do plural dos verbos “ter”, “ver” e “crer” é acentuada com acento circunflexo (têm, vêem e crêem).


( ) O plural de “raiz”, assim como a forma singular, não recebe acento (“raizes”). 

Alternativas
Q3725151 Português
Conforme as regras de ortografia da Língua Portuguesa, assinalar a alternativa em que a palavra está escrita CORRETAMENTE.
Alternativas
Q3725146 Português

Sobre o emprego dos porquês, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.



As livrarias ______ eu passei estavam todas abertas, mas não quis entrar ______ sei que ficaria horas por lá e, quando eu finalmente voltasse para casa, minha mãe perguntaria o ______ da demora.

Alternativas
Q3725144 Português

Observando-se a ortografia oficial da língua portuguesa, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.



( ) Após retornarem do campo de batalha, muitos soldados sofriam de desinteria.


( ) Os Raios-X comprovaram a doença responsável pelas dores toráxicas de Paulo.


( ) Aqueles bêbedos do bar estavam perturbando o sono alheio.


( ) O aluno não sabia marcar X nos parêntesis.

Alternativas
Q3725111 Português
Assinale a alternativa que respeita a ortografia oficial vigente.
Alternativas
Q3724772 Português
Assinale a alternativa correta no que concerne à ortografia.  
Alternativas
Q3724395 Português
Professores gastam mais de 20% da aula para manter a ordem dos alunos em sala, mostra estudo

Tempo gasto pelos docentes brasileiros é acima da média dos países da OCDE, que é de 15%

O tempo dos docentes brasileiros está acima da média dos países da OCDE, em que os professores disseram gastar 15% do tempo de aula para manter a ordem dos alunos.

Segundo o relatório, entre 2018 e 2024, a parcela do tempo de aula dedicada à manutenção da ordem aumentou 2 pontos percentuais — a média da OCDE também aumentou 2 pontos percentuais.

Ainda de acordo com o estudo, 44% dos docentes brasileiros afirmam perder bastante tempo porque os alunos interrompem as aulas. O número também é acima da média da OCDE, que é de 18%. A mesma proporção de brasileiros diz também perder muito tempo esperando os alunos ficarem quietos (a média da OCDE é de 15%).

Comportamento na sala de aula

No estudo, a percepção dos professores sobre a disciplina em sala de aula é medida pela frequência relatada de quatro situações:

"Perco muito tempo porque os alunos interrompem a aula";

"Tenho que esperar muito tempo para que os alunos se acalmem";

"Há muito barulho e desordem disruptivos";

"Muitos alunos só começam a trabalhar muito tempo depois do início da aula".

Conforme a pesquisa, cerca de um em cada cinco professores afirmam sofrer com ruído e desordem significativos em suas salas de aula, em média.

No Brasil, mais de 50% dos professores relataram os desafios. No Chile, Finlândia, Portugal e África do Sul, esse percentual fica em cerca de 33%.

Já na Albânia, Japão e Xangai, por outro lado, menos de 5% dos professores apontam essas questões disciplinares.

Professores iniciantes

A pesquisa também mostra que os professores em começo de carreira relatam mais interrupções em sala de aula do que os seus colegas mais experientes em quase todos os sistemas educacionais.

No Canadá, Áustria, Chile, Dinamarca, Finlândia, Islândia, Itália e Espanha, por exemplo, mais de 40% dos professores iniciantes afirmam "ruído perturbador frequente". Já em Portugal e no Brasil, esses percentuais aumentam para 59% e 66%, respectivamente.

Entre os professores experientes, essas taxas são mais baixas, abaixo de um terço em todos os sistemas educacionais, exceto em Portugal (33%) e no Brasil (53%).

O estudo foi realizado em 2024 e entrevistou cerca de 280 mil professores e diretores escolares em 17 mil escolas de ensino fundamental II em 55 sistemas educacionais. O Talis tem como objetivo auxiliar na elaboração de estratégias para melhorar a qualidade do ensino e os ambientes de aprendizagem. 

https://www.terra.com.br/noticias/educacao/professores-gastam-mais-d e-20-da-aula-para-manter-a-ordem-dos-alunos-em-sala-mostra-estudo, ea20b81839e46ed5ad3f54c718b3bcdaz697ywnm.html?utm_source=cli pboard 
"O tempo dos docentes brasileiros está acima da média dos países da OCDE, em que os professores disseram gastar 15% do tempo de aula para manter a ordem dos alunos." Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho, bem como no texto-base, analise as afirmativas a seguir:
I.O vocábulo 'ruído' é acentuado pela mesma regra de acentuação do vocábulo 'cardíaca', pois apresentam o 'i' tônico formando hiato.
II.O vocábulo 'está' é acentuado pela regra das oxítonas terminadas em 'a', regra que também se aplica as oxítonas terminadas em 'e' e 'o'.
III.O vocábulo 'média' com o Novo Acordo passou a ser considerada também como palavra proparoxítona.
IV.Os vocábulos 'já' e 'há' são monossílabos tônicos, porém recebem acento gráfico por regras distintas.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3724293 Português
Número de professores temporários no Brasil é maior que na OCDE

No Brasil, aproximadamente dois a cada três professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham. Os demais estão em cargos substitutos ou temporários que, por vezes, têm duração de menos de 1 ano. Os dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem 2024 (Talis), divulgada nesta segunda-feira (6) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A pesquisa, feita a partir de entrevistas com professores e diretores, principalmente dos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, compara a educação em 53 países.

De acordo com os resultados, enquanto no Brasil 64% dos professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham, entre os países da OCDE a média é superior, com 81% dos docentes com contratos permanentes. No Brasil, a porcentagem desse tipo de contrato inclusive caiu 16 pontos percentuais em 2024, em relação à última pesquisa, de 2018.

Segundo o estudo, contratos permanentes dão mais segurança aos professores e, consequentemente, têm impacto no ensino.

"Como a maior parte dos funcionários, a maioria dos professores busca estabilidade no emprego. Um componente importante da segurança no emprego dos professores é a sua modalidade de contrato. Os contratos permanentes não têm duração limitada, enquanto os contratos por prazo determinado têm duração específica. O emprego temporário envolve algum grau de insegurança e imprevisibilidade, o que pode causar tensão e impedir que alguns funcionários funcionem de forma ideal em seu ambiente de trabalho", aponta a pesquisa.

Entre os países com dados disponíveis, o Brasil aparece como o quinto pior no ranking, superando apenas Xangai, na China, com 33% dos professores das escolas com contratos permanentes; Emirados Árabes Unidos (34%), Bahrein (55%) e Costa Rica (56%). Na outra ponta, estão Dinamarca, Letônia e França, com porcentagens de contratos permanentes próximos a 100%.

Condições de trabalho

A pesquisa mostra que, no Brasil, menos de um a cada quatro professores, 22%, estão satisfeitos com o salário que recebem. Essa porcentagem aumentou quatro pontos percentuais desde 2018. A parcela, no entanto, ainda é inferior à média da OCDE, que é de 39% dos professores satisfeitos com o que recebem.

Em relação ao salário, o Brasil aparece no quinto pior lugar do ranking entre os países com esse dado disponível. Na frente de Malta, em último lugar, com menos de 10% dos professores satisfeitos, Portugal, Islândia e Turquia.

Levando em consideração outros aspectos do contrato, como benefícios, carga horária, entre outros, o Brasil também aparece na parte inferior do ranking, com o terceiro pior lugar, caindo de 52% dos professores satisfeitos em 2018 para 44% satisfeitos com as condições de trabalho. A média da OCDE é de 68%.

Nesse aspecto, o relatório mostra que enquanto na Áustria, Bulgária, Colômbia, República Checa, Letônia, Polônia, Romênia, República Eslovaca e Uzbequistão pelo menos 80% dos professores estão satisfeitos com as suas condições de trabalho (excluindo salários), menos de 40% relatam o mesmo no Japão e em Portugal, únicos países superados pelo Brasil.

"A remuneração desempenha um papel importante na atração e retenção de professores, garantindo que seu trabalho seja financeiramente sustentável e competitivo com outras profissões", explica a pesquisa Talis.

A Talis foi feita no Brasil pela quarta vez, entre os meses de junho e julho de 2024. Os estudos foram conduzidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com a colaboração das secretarias de Educação das 27 Unidades Federativas.

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/numero-de-professores-temporarios-no-brasil-e-maior-que-na-ocde
Analise as afirmativas a seguir considerando as regras de acentuação dos vocábulos extraídos do texto, marcando com (V) as verdadeiras ou com (F) as falsas:
(__)Os vocábulos 'três' e 'têm' são monossílabos tônicos acentuados por regras distintas. O primeiro segue a regra da palavra 'mês', e o segundo segue a regra do vocábulo 'contém'.
(__)Os vocábulos 'países' e 'disponíveis' são acentuados pela regra das paroxítonas terminadas em 'e' e 'ei', seguidas de 's'.
(__)Os vocábulos 'Áustria' e 'Bulgária' seguem a mesma regra de acentuação.
(__)Embora os vocábulos 'Japão' e 'atração' não possuam acento gráfico, eles compartilham a mesma classificação quanto à acentuação tônica. O mesmo se aplica aos vocábulos 'nacional' e 'papel'.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3724228 Português
Número de professores temporários no Brasil é maior que na OCDE

No Brasil, aproximadamente dois a cada três professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham. Os demais estão em cargos substitutos ou temporários que, por vezes, têm duração de menos de 1 ano. Os dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem 2024 (Talis), divulgada nesta segunda-feira (6) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A pesquisa, feita a partir de entrevistas com professores e diretores, principalmente dos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, compara a educação em 53 países.

De acordo com os resultados, enquanto no Brasil 64% dos professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham, entre os países da OCDE a média é superior, com 81% dos docentes com contratos permanentes. No Brasil, a porcentagem desse tipo de contrato inclusive caiu 16 pontos percentuais em 2024, em relação à última pesquisa, de 2018.

Segundo o estudo, contratos permanentes dão mais segurança aos professores e, consequentemente, têm impacto no ensino.

"Como a maior parte dos funcionários, a maioria dos professores busca estabilidade no emprego. Um componente importante da segurança no emprego dos professores é a sua modalidade de contrato. Os contratos permanentes não têm duração limitada, enquanto os contratos por prazo determinado têm duração específica. O emprego temporário envolve algum grau de insegurança e imprevisibilidade, o que pode causar tensão e impedir que alguns funcionários funcionem de forma ideal em seu ambiente de trabalho", aponta a pesquisa.

Entre os países com dados disponíveis, o Brasil aparece como o quinto pior no ranking, superando apenas Xangai, na China, com 33% dos professores das escolas com contratos permanentes; Emirados Árabes Unidos (34%), Bahrein (55%) e Costa Rica (56%). Na outra ponta, estão Dinamarca, Letônia e França, com porcentagens de contratos permanentes próximos a 100%.

Condições de trabalho

A pesquisa mostra que, no Brasil, menos de um a cada quatro professores, 22%, estão satisfeitos com o salário que recebem. Essa porcentagem aumentou quatro pontos percentuais desde 2018. A parcela, no entanto, ainda é inferior à média da OCDE, que é de 39% dos professores satisfeitos com o que recebem.

Em relação ao salário, o Brasil aparece no quinto pior lugar do ranking entre os países com esse dado disponível. Na frente de Malta, em último lugar, com menos de 10% dos professores satisfeitos, Portugal, Islândia e Turquia.

Levando em consideração outros aspectos do contrato, como benefícios, carga horária, entre outros, o Brasil também aparece na parte inferior do ranking, com o terceiro pior lugar, caindo de 52% dos professores satisfeitos em 2018 para 44% satisfeitos com as condições de trabalho. A média da OCDE é de 68%.

Nesse aspecto, o relatório mostra que enquanto na Áustria, Bulgária, Colômbia, República Checa, Letônia, Polônia, Romênia, República Eslovaca e Uzbequistão pelo menos 80% dos professores estão satisfeitos com as suas condições de trabalho (excluindo salários), menos de 40% relatam o mesmo no Japão e em Portugal, únicos países superados pelo Brasil.

"A remuneração desempenha um papel importante na atração e retenção de professores, garantindo que seu trabalho seja financeiramente sustentável e competitivo com outras profissões", explica a pesquisa Talis.

A Talis foi feita no Brasil pela quarta vez, entre os meses de junho e julho de 2024. Os estudos foram conduzidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com a colaboração das secretarias de Educação das 27 Unidades Federativas.

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/numero-de-professores-temporarios-no-brasil-e-maior-que-na-ocde
"Os dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem 2024 (Talis), divulgada nesta segunda-feira (6) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)."
Os vocábulos das alternativas a seguir estão grafados corretamente com hífen, assim como o vocábulo 'sexta-feira', EXCETO:
Alternativas
Respostas
1701: B
1702: C
1703: B
1704: C
1705: D
1706: C
1707: B
1708: A
1709: C
1710: D
1711: A
1712: E
1713: D
1714: B
1715: B
1716: C
1717: A
1718: A
1719: D
1720: C