Questões de Concurso
Comentadas sobre ortografia em português
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apresentado abaixo.
Rios caudalosos e lagos deslumbrantes, cachoeiras e
corredeiras, cavernas, grutas e paredões. Onças, jacarés, tamanduás,
capivaras, cervos, pintados e tucunarés, emas e
tuiuiús. As maravilhas da geologia, fauna e flora do Brasil Central
reunidas em três ecossistemas únicos no mundo - Pantanal,
Cerrado e Floresta Amazônica ?, poderiam ser uma abundante
fonte de receitas turísticas. Mas não são, e os Estados da
região agradecem.
Para preservar seus delicados santuários ecológicos, o
Centro-Oeste mantém rigorosas políticas de controle do turismo,
com roteiros demarcados e visitação limitada. Assim é feito
em Bonito, município situado na Serra da Bodoquena, cujas
belezas naturais despertaram os fazendeiros para as oportunidades
do turismo.
(Adaptado de O Estado de S. Paulo, Novo mapa do Brasil,
H16, 20 de novembro de 2005)
na folha de respostas, a letra da alternativa
que preenche corretamente as lacunas da frase
apresentada.
Roberto Carlos - Erasmo Carlos
Tanto amor perdido no mundo
Verdadeira selva de enganos
A visão cruel e deserta
De um futuro de poucos anos
Sangue verde derramado
O solo manchado;
Feridas na selva
A lei do machado
Avalanches de desatinos
Numa ambição desmedida
Absurdos contra os destinos
De tantas fontes de vida
Quanta falta de juízo
Tolices fatais;
Quem desmata, mata
Não sabe o que faz [...]
Desde os anos 70, muito antes de o tema "ecologia" entrar
na moda por aqui, Roberto Carlos já abordava o assunto, em
canções como O Progresso. Na década de 80 foi a vez de As
Baleias e Amazônia, ambas em torno da preservação ambiental.
Nesta canção, ele chama a atenção para a destruição
da maior reserva natural da Terra, que cobre grande parte do
território brasileiro.
(Adaptado de Roberto Carlos Braga II, Na poltrona, Revista de
bordo do Grupo Itapemirim, ano 6, no 67, janeiro 2005, p. 60)
Roberto Carlos - Erasmo Carlos
Tanto amor perdido no mundo
Verdadeira selva de enganos
A visão cruel e deserta
De um futuro de poucos anos
Sangue verde derramado
O solo manchado;
Feridas na selva
A lei do machado
Avalanches de desatinos
Numa ambição desmedida
Absurdos contra os destinos
De tantas fontes de vida
Quanta falta de juízo
Tolices fatais;
Quem desmata, mata
Não sabe o que faz [...]
Desde os anos 70, muito antes de o tema "ecologia" entrar
na moda por aqui, Roberto Carlos já abordava o assunto, em
canções como O Progresso. Na década de 80 foi a vez de As
Baleias e Amazônia, ambas em torno da preservação ambiental.
Nesta canção, ele chama a atenção para a destruição
da maior reserva natural da Terra, que cobre grande parte do
território brasileiro.
(Adaptado de Roberto Carlos Braga II, Na poltrona, Revista de
bordo do Grupo Itapemirim, ano 6, no 67, janeiro 2005, p. 60)
Assinale a alternativa em que as palavras sigam as mesmas regras da seqüência sublinhada:
I. A reunião começará ao meio-dia e meia. II. Luci está meia triste, porque ainda não conhece Aracruz e Guarapari. III. Abraça-lhe o amigo que muito lhe estima. IV. Se ele vier a Aracê e vir a Pedra Azul, ficará encantado.
Assinale a alternativa que contém as respostas corretas.
No dia 25 de novembro de 1985, o entãoⒶ presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro José Néri da Silveira, entregou ao presidente da República, José Sarney, o anteprojeto de lei que regulamentava a implantação do sistema de processamento de dados no alistamento eleitoral e a revisão do eleitorado brasileiro com o uso Ⓑ de computadores. Foi o primeiro grande passo para a informatização das eleições e o combate à fraude Ⓒ eleitoral. O título de eleitor foi substituído por um cartão semelhante ao CIC e o eleitor fantasma (que possuía mais de um título e votava várias vezes numa mesma eleição) passou a ser um personagem em extinsão Ⓓ.
Dezenove anos depois o Brasil já realizou três eleições totalmente informatizadas e exterminou Ⓔ o eleitorado fantasma. O processo eliminou as possibilidades de fraude, facilitou o exercício do voto e tornou o processo de apuração mais rápido e confiável.
Internet:
(com adaptações).Assinale a opção que representa erro gramatical, de grafia ou de acentuação.
Trecho adaptado de Machado de Assis. A semana. In: Obra
Completa, v. III, Rio de Janeiro: Aguilar, 1973, p. 649.
Considerando que cada opção abaixo corresponda, no texto, à expressão ou palavra destacada em negrito que imediatamente antecede o símbolo Ⓐ, Ⓑ, Ⓒ, Ⓓ ou Ⓔ, assinale a opção que corresponde a erro gramatical.

Assinale a alternativa CORRETA:
I - O fato é que me assombro, ................ talvez eu seja anacrônico, antiquado, passado, meus conceitos superados. a. ( ) mas b. ( ) mais
II - Vivemos tempos de chegar com pressa, conseguir todas as coisas em curto espaço de tempo, ................. não sabemos quanto tempo ainda temos. a. ( ) por que b. ( ) porque c. ( ) porquê
III - Os tempos mudaram a tal ponto que não .................. mais tempo a perder. a. ( ) há b. ( ) a c. ( ) à
IV - Os namoros atuais não têm nada ................. com aquela felicidade que o casal demonstrava sinceramente nas fotos. a. ( ) haver b. ( ) há ver c. ( ) a ver
A seqüência CORRETA, de cima para baixo é:
“Isto só será possível se o clube transformar-se em empresa, o presidente do clube trabalhar por isso e o torcedor reaver a confiança no time”.
O erro gramatical presente nesse segmento de texto é:
Gosto da democracia em seu exercício cotidiano e concreto. Prezo a discussão numa associação de moradores de vila para discutir se é melhor pedir mais postes de luz ou asfalto na rua central. Aprecio uma reunião de condomínio em que uma senhora idosa e sozinha defende seu cachorrinho contra a mãe de uma criança asmática e alérgica aos pêlos de animais. Em ambos os casos, sinto carinho pelo esforço de inventar formas possíveis de convivência. Ultrapassamos o tamanho das comunas medievais, e hoje um governo democrático só pode ser representativo: as eleições são inevitáveis. Mas não me digam que elas são a melhor expressão da democracia. A retórica eleitoral parece implicar inelutavelmente duas formas de desrespeito, paradoxais por serem ambas inimigas da invenção democrática. Há o desrespeito aos eleitores, que é implícito na simplificação sistemática da realidade. Tanto as promessas quanto a crítica às promessas dos adversários se alimentam numa insultuosa infantilização dos votantes: “Nós temos razão, o outro está errado; solucionaremos tudo, não há dúvidas nem complexidade; entusiasmem-se”. E há o desrespeito recíproco entre os candidatos. As reuniões de moradores de vila ou de condomínio não poderiam funcionar se os participantes se tratassem como candidatos a um mesmo cargo eleitoral. Paradoxo: o processo eleitoral parece ser o contra-exemplo da humildade necessária para o exercício da democracia que importa e que deveria regrar as rela- ções básicas entre cidadãos – a democracia concreta. Em 1974, na França, Mitterrand, socialista, concorria à Presidência com Giscard d´Estaing, centrista. Num debate decisivo, Mitterrand falava como se ele fosse o único a enternecerse ante o destino dos pobres e deserdados. Giscard retrucou: “Se-nhor Mitterrand, o senhor não detém o monopólio do coração”. Cansado de simplificações, o eleitorado gostou, e Mitterrand perdeu. (Contardo Calligaris, Terra de ninguém)

