Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

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Q120339 Português
De acordo com os aspectos gramaticais e semânticos apresentados na charge, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção correta.

Imagem 005.jpg

I – Caso o trecho “Houve um tempo” fosse substituído por Houveram tempos, haveria somente prejuízo semântico ao texto, mas a concordância se manteria preservada.
II – A inclusão de uma vírgula imediatamente após o vocábulo “tempo” não causaria prejuízo gramatical ao texto, ao contrário, ela se faz necessária.
III – A substituição da forma verbal “eram” por foram, embora aceita pelo padrão culto da Língua Portuguesa, daria um novo sentido à informação, prejudicando, dessa forma, o sentido da charge.
IV – O acento agudo do vocábulo “árvores” se justfica por se tratar de uma palavra paroxítona terminada em -es.
V – A colocação do acento circunflexo no vocábulo “que” não configuraria erro gramatical na frase “O que são árvores papá?”.

A sequência correta é:
Alternativas
Q119055 Português
A Internet alterou profundamente a forma de fazer
jornalismo. Criou novas possibilidades de captar,
armazenar e distribuir informações, constituindo um
veículo de comunicação novo, capaz de compartilhar
diferentes formatos e permitir um nível de interatividade
até então desconhecido. Diante desta nova realidade
profissional, formar novos jornalistas tornou-se um
desafio. O mundo contemporâneo e muito mais o do
futuro próximo produz uma quantidade cada vez maior de
informação, interpretação e opinião.

Isto pode significar, de um lado, um alargamento das
possibilidades de atuação para os profissionais da
imprensa. Pode, de outro, implicar em um verdadeiro
aniquilamento do espaço de atuação. Às instituições que
preparam estes profissionais, cabe o papel de apresentar
este novo contexto, evidenciar a importância estratégica
do domínio das tecnologias da informação e, além disso,
continuar formando bons repórteres, redatores e editores.
Paulo Roberto Botão


Fonte: http://www.eca.usp.br/pjbr/arquivos/especial5_b.htm

. Segue a ortografia padrão da língua:
Alternativas
Q118537 Português
Indique a frase que NÃO contém erro de acentuação gráfica:
Alternativas
Q118536 Português
: Indique a única frase que NÃO contém erro gramatical:
Alternativas
Q118530 Português
Indique a frase que contém erro gramatical:
Alternativas
Q118527 Português
A sequência de palavras compostas que apresenta grafia correta é:
Alternativas
Q118526 Português
Observe o uso das palavras sublinhadas e aponte e alternativa que apresenta erro:
Alternativas
Q118449 Português
Grandes e pequenas mulheres

Há mulheres de todos os gêneros. Histéricas, batalhadoras, frescas, profissionais, chatas, inteligentes, gostosas, parasitas, sensacionais. Mulheres de origens diversas, de idades várias, mulheres de posses ou de grana curta. Mulheres de tudo quanto é jeito. Mas se eu fosse homem prestaria atenção apenas num quesito: se a mulher é do tipo que puxa pra cima ou se é do tipo que empurra pra baixo.
Dizem que por trás de todo grande homem existe uma grande mulher. Meia-verdade. Ele pode ser grande estando sozinho também. Mas com uma mulher xarope ele não vai chegar a lugar algum.
Mulher que puxa pra cima é mulher que aposta nas decisões do cara, que não fica telefonando pro escritório toda hora, que tem a profissão dela, que apoia quando ele diz que vai pedir demissão por questões éticas e que confia que vai dar tudo certo.
Mulher que empurra pra baixo é a que põe minhoca na cabeça dele sobre os seus colegas, a que tem acessos de carência bem na hora que ele tem que entrar numa reunião, a que não avaliza nenhuma mudança que ele propõe, a que quer manter tudo como está.
Mulher que puxa pra cima é a que dá uns toques na hora de ele se vestir, a que não perturba com questões menores, a que incentiva o marido a procurar os amigos, a que separa matérias de revista que possam interessá-lo, a que indica livros, a que faz amor com vontade.
Mulher que empurra pra baixo é a que reclama do salário dele, a que não acredita que ele tenha taco para assumir uma promoção, a que acha que viajar é despesa e não investimento, a que tem ciúmes da secretária.
Mulher que puxa pra cima é a que dá conselhos e não palpite, a que acompanha nas festas e nas roubadas, a que tem bom humor.
Mulher que empurra pra baixo é a que debocha dos defeitos dele em rodinhas de amigos e que não acredita que ele vá mais longe do que já foi.
Se por trás de todo grande homem existe uma grande mulher, então vale o inverso também: por trás de um pequeno homem talvez exista uma mulherzinha de nada.
(Martha Medeiros)

Assinale a afirmativa que se encontra grafada INCORRETAMENTE:
Alternativas
Q118057 Português
TEXTO:
Era assim...
Quando eu fazia Jornalismo na PUC era assim: se eu quisesse saber das novidades, das festas, dos encontros, das viagens, eu tinha que encontrar o pessoal ali perto de uma enorme cabeça do Kennedy, em frente aos elevadores. Às vezes, rodávamos a PUC inteira atrás de alguém que estivesse com a tabela do nosso campeonato de futebol. Não havia celular ou internet, e a sala de computadores ainda era a sala das máquinas de escrever. Isso tem 20 anos. O resultado é que nos encontrávamos mais. Estar com as pessoas era o ponto de partida para... estar com as pessoas.
Aí inventaram o celular, a internet e, com ela, uma série de ferramentas para aproximar mais as pessoas. Aproximar?
Hoje, as pessoas já se acostumaram a viver nos seus miniescritórios individuais, com telefone, caixa de correio e música ambiente — o MP3 no ouvido. Ninguém precisa mais encontrar ninguém para saber de nada: as informações vão chegar. Sabemos muito da vida de todos os nossos amigos, sem precisar estar com eles.
Quando uma grande amiga foi morar em Madri, lá no início dos anos 90, semanalmente nos correspondíamos. Por carta. Eu mandava as novidades à mão. E recebia dela — também à mão — as novidades. Esperar pela carta era parte da brincadeira. Dava quase para imaginar as viagens que nossas cartas faziam para levar um pouco de um amigo ao outro. E quando chegava tinha aquela letra dela, com o primeiro sentimento que as palavras deitavam no papel — uma era pré-delete e pré-backspace.
Hoje, se uma amiga que mora a dez minutos daqui dá à luz um filho, recebemos a foto da criança por email, mandamos um SMS com “parabéns” e esperamos o aniversário de um ano, quando receberemos aquele cartão virtual convidando para a festa. Se não pudermos ir, basta entrar na internet e enviar um presente. Incrível que o que foi inventado para encurtar distâncias tenha criado abismos.
Os que ainda não desistiram e me leem agora devem estar meio enjoados com meu saudosismo. Óbvio que toda essa modernidade trouxe milhões de coisas boas. Essas nós sabemos quais são. Mas não deixo de sentir saudade da época em que a vida tinha — ao menos para mim — um outra velocidade. Uma época em que as respostas podiam demorar. Em que o destino agia mais sobre os encontros e desencontros. Uma época em que eu decidia mais com quem eu ia me corresponder.
Sempre alguém pode dizer: “Mas você tem controle sobre isso. Desligue o celular, não olhe seus emails, não entre em redes sociais...”É verdade, é possível fazer tudo isso. Mas hoje em dia equivale quase a investir num retiro tibetano. A impressão é de que estaríamos desistindo da vida em sociedade.
Aí você deve estar pensando: “Mas nem você, que tá aí reclamando disso tudo, teria a força de vontade de abdicar dessas ferramentas do demônio?”
Acho que não. Afinal, enquanto escrevia esta coluna, chegaram cinco emails (que res pondi), consultei o Twitter duas vezes, atendi minha mulher no rádio, um colega de trabalho no celular e mandei dois SMS. Isso em 52 minutos. Tem jeito, não.
(Marcius Melhem / Revista O Globo – 13/06/2010)
A impressão é de que estaríamos desistindo da vida em sociedade.” No trecho anterior, a palavra destacada foi acentuada pela mesma razão que a seguinte palavra:
Alternativas
Q116416 Português

Ventura, Z.
As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro:
Objetiva, 2007, p. 265 (Texto adaptado).


"E o guarda paspalhão, por que não criou um caso, exigindo prova e documentos?" (linhas 20-21)

Assinale a alternativa em que a nova redação apresenta erro de ortografia
Alternativas
Q116096 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.


Texto 1

Tecnologite


A ERA DIGITAL criou novas necessidades, novas oportunidades e até novas neuroses. Uma delas é a dificuldade de nos “desligarmos” do trabalho, em função da cone

xão direta e imediata via telefone celular e internet. Estamos sempre on-line, localizáveis e identificáveis. Os consumidores também mudaram. Quem de nós não fica encantado e atraído por uma nova tecnologia, que nos promete acesso a som, dados e imagem com mais qualidade, velocidade, instantaneidade e miniaturização? 

  1. Assim como nos anos 70 e 80 do século passado todos tínhamos um pouco de treinador de futebol e de especialista no combate à inflação, hoje nos mantemos informados sobre os avanços da tecnologia e nos julgamos competentes para acompanhar as ondas que vêm, cada vez em menor intervalo. Mas não somos capazes de saber de que tecnologia necessitamos e, acima de tudo, o que fazer com ela, quando chega. Além disso, é muito difícil determinar quando é o momento de ter um novo equipamento ou sistema, pois sair correndo para comprar não é uma boa decisão.
  2. Logo que um novo sistema operacional de computador é lançado, por exemplo, ainda não há muitos softwares aplicativos preparados para trabalhar sob ele, e os defeitos se sucedem. Ou seja, pagamos caro para ter a novidade e ajudamos a fabricante a aperfeiçoá-la, sem nem um “muito obrigado!”.
  3. Um bom exemplo são os tocadores de música no formato MP3, que caracteriza a compressão de áudio. Foram seguidos pelo MP4 (compressão de vídeo); MP5 (o MP4 com câmara digital e, às vezes, filmadora); MP6 (com acesso à internet), e por aí vai. Digam-me, caros leitores e leitoras: se o objetivo do MP3 era carregar e tocar centenas ou milhares de músicas, para que pagar mais caro e trocar de aparelho para fotografar, se já temos câmeras digitais? Muitos de nós, a propósito, temos a câmera, o celular que também fotografa, a webcam idem, e ainda o MP4.
  4. O velho videocassete foi aposentado pelo tocador de DVD, que, aos poucos, cede seu lugar para o blu-ray, que armazena e reproduz discos de alta definição. Em termos de telefone celular, então, há mais dúvidas do que certezas. Mal você adere ao celular 3G, com acesso à internet e outras facilidades, e já se começa a discutir o 4G, que promete total integração entre redes de cabo e sem fio. Como estar atualizado sem pagar mais caro por isso? E sem correr o risco de apostar em uma tecnologia que não terá sucesso? Não há fórmula pronta para isso, mas sugiro aos consumidores que moderem seu apetite por novidades, quando os aparelhos que têm em casa estiverem funcionando bem e facilitando suas vidas. O DVD ainda serve para divertir a família? Então, vamos esperar que as locadoras e lojas tenham mais filmes blu-ray antes de trocar de equipamento. Olho vivo também nos preços e na qualidade dos serviços, inclusive de assistência técnica. O novo pelo novo nem sempre é bom. Cuidado com a "tecnologite", a doença da ânsia pela mais nova tecnologia.
  5. (Maria Inês Dolci – Folha de S. Paulo, 6/03/2010)


Texto 2

O que Watson disse

A primeira conversa telefônica foi entre Alexander
Graham Bell e seu assistente ThomasWatson. Em Filadélfia.
1876. Bell fazia uma demonstração do telefone recém-
inventado para diversos convidados, inclusive Dom Pedro II,
imperador do Brasil.Watson estava numa sala ao lado. Bell o
chamou:
–Watson, venha cá.
Nada aconteceu. Bell faloumais alto:
–Watson, venha cá imediatamente!
Silêncio. Bell gritou:
–Watson, eu preciso de você!
Nada. E então Bell disse aos convidados, sorrindo,
“Agora vamos tentar com a minha invenção”, pegou o
telefone, discou 1 e, quando atenderam do outro lado, falou
comsua voz normal:
– Sr.Watson, venha até aqui. Eu preciso do senhor.
Esta é uma versão algo fantasiosa do que
aconteceu.Mas o que realmente ninguémficou sabendo, pois
ninguém ouviu, foi como Watson atendeu o primeiro
telefonema na outra sala.
Ele pode ter sido apenas solícito:
– Simsenhor.
Pode ter sido distraído:
–Quemestá falando, por favor?
Pode ter sido brincalhão:
–Desculpe, o sr.Watson está emreunião.
Ou pode ter sido vidente e filosófico e dito:
– Já vou, Mr. Bell. Mas o senhor tem consciência do
que acaba de inventar? Já se deu conta do que começou?
Está certo, isto vai facilitar a comunicação entre as pessoas.
Vai ser ótimo para chamar a ambulância ou os bombeiros,
marcar encontros, avisar que vai-se chegar tarde, avisar que
a tia Djalmiramorreu, namorar, ligar para o açougueiro e fazer
“muuuu”, pedir pizza, tudo isto. Mas o senhor também acaba
de inventar o despertador, a ligação no meio da noite que
quasemata do coração, o engano, a pesquisa telefônica... E o
celular, Mr. Bell. O senhor não sabe, mas acaba de inventar o
celular. Vai demorar um pouco, mas um dia esta sua caixa vai
caber na palma da mão e vai ter câmera fotográfica,
calculadora, TV, raio X, bote salva-vidas inflável, e vai acabar
com a vida privada como nós a conhecemos, Mr.Bell. As
pessoas vão andar na rua espalhando suas intimidades e não
O que Watson disse teremos como nos proteger. Ficaremos sabendo de tudo
sobre todos, inclusive os detalhes da doença da tia Djalmira,
e...
– Sr.Watson...
– Já estou indo, já estou indo.
(Luis Fernando Veríssimo – O Globo, 18/01/2009)

Apenas uma alternativa abaixo contém ERRO de acentuação gráfica, segundo o Novo Acordo Ortográfico. Assinale-a.
Alternativas
Q116040 Português
Imagem 003.jpg

Assinale a opção correta acerca dos recursos linguísticos do texto acima.
Alternativas
Q115890 Português
Brasília comemorou seu aniversário com uma superfesta. A cinquentona planejada por Lúcio Costa é hoje uma metrópole que oferece alta qualidade de vida.

(Fonte: O Globo, 21/04/2010, com adaptações)

Na notícia do jornal, as palavras “superfesta” e “cinquentona” exemplificam, respectivamente, casos de formação de palavras por
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ESAF Órgão: SMF-RJ Prova: ESAF - 2010 - SMF-RJ - Agente de Fazenda |
Q115341 Português
Assinale a opção em que, ao ser transcrito, o fragmento do texto adaptado da Revista Veja, de 21 de julho, 2010, desrespeitou a gramática da norma culta.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ESAF Órgão: SMF-RJ Prova: ESAF - 2010 - SMF-RJ - Agente de Fazenda |
Q115339 Português
Assinale a opção que corresponde a erro gramatical inserido no texto.

Imagem 030.jpg
Alternativas
Q115251 Português
Os perseguidos

Ainda tirei o maço de cigarros do bolso para conferir novamente o número do apartamento, que anotara: 910. Apertei
o botão da campanhia. Atrás de mim, o Moreira, muito sujo, arfava; subíramos os últimos andares pela escada, por
precaução; depois de um mês de cadeia ele não estava muito forte. Soube que mais de uma vez fora surrado; ficara dias
sem comer e sem sair de seu cubículo escuro, e por isto tinha aquela cara de retirante ou de cão batido. Não cão batido,
pois seus olhos estavam muito acesos, como se tivesse febre, e sua voz me parecia ao mesmo tempo rouca e mais alta.
Sua aparência me impressionava; mas acima de qualquer sentimento eu tinha o desgosto de vê-lo tão sujo; de suas roupas
miseráveis desprendia-se um cheiro azedo; e eu tinha a penosa impressão de que ele não dava importância alguma a isso.
É estranho que ele me tratasse agora com certa superioridade; entretanto, eu tinha pena dele; pena e desgosto.
(Rubem Braga, 200 crônicas escolhidas/Fragmento)

Sua aparência me impressionava.” A palavra destacada é acentuada pelo mesmo motivo que:
Alternativas
Q115250 Português
Os perseguidos

Ainda tirei o maço de cigarros do bolso para conferir novamente o número do apartamento, que anotara: 910. Apertei
o botão da campanhia. Atrás de mim, o Moreira, muito sujo, arfava; subíramos os últimos andares pela escada, por
precaução; depois de um mês de cadeia ele não estava muito forte. Soube que mais de uma vez fora surrado; ficara dias
sem comer e sem sair de seu cubículo escuro, e por isto tinha aquela cara de retirante ou de cão batido. Não cão batido,
pois seus olhos estavam muito acesos, como se tivesse febre, e sua voz me parecia ao mesmo tempo rouca e mais alta.
Sua aparência me impressionava; mas acima de qualquer sentimento eu tinha o desgosto de vê-lo tão sujo; de suas roupas
miseráveis desprendia-se um cheiro azedo; e eu tinha a penosa impressão de que ele não dava importância alguma a isso.
É estranho que ele me tratasse agora com certa superioridade; entretanto, eu tinha pena dele; pena e desgosto.
(Rubem Braga, 200 crônicas escolhidas/Fragmento)

Assinale a afirmativa que se encontra escrita INCORRETAMENTE:
Alternativas
Q111989 Português
Cientistas descobrem proteína envolvida no diabetes tipo 2.

O diabetes tipo 2, que impede as células de absorver glicose, tinha origem misteriosa até esta semana, quando cientistas do Instituto de Pesquisa Biomédica Whitehead e da Universidade Yale, nos EUA, divulgaram ter descoberto uma proteína que tem relação com a doença. Ao contrário do diabetes de tipo 1, adquirido na infância e na qual o sistema imunológico da pessoa ataca as células que produzem insulina, a tipo 2, se desenvolve na fase adulta e impede que as células respondam à insulina. Esse hormônio é secretado na corrente sanguínea pelo pâncreas quando o organismo detecta excesso de glicose no sangue, interagindo com “receptores” na superfície das células e instruindo-as a absorver e armazenar o excesso de glicose.

Milhões de proteínas 

O estudo, publicado na revista “Nature”, relata a descoberta de uma proteína denominada TUG. Ela se mostrou intimamente ligada a um receptor celular de glicose, o GLUT4, único receptor da substância que fica no interior das células (os restantes ficam em sua superfície). Quando a insulina atua nos “receptores” da membrana celular, o GLUT4 sobe e traz a glicose para o interior da célula. Ele é, também, o único receptor que responde exclusivamente à presença da insulina. Em pessoas com diabete tipo 2, o GLUT4 não vai até a membrana celular, impedindo a absorção da glicose. Os cientistas Jonathan Bogan e Harvey Lodish, autores do estudo, pesquisaram por cinco anos mais de 2,4 milhões de proteínas para identificar qual delas atuaria na distribuição do GLUT4, chegando à TUG. Fonte: Folha Online. Acesso em 10/2003 
Dentre os vocábulos abaixo, um não apresenta a mesma justificativa para o uso do acento. Assinale-o
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IESES Órgão: CRA-AC Prova: IESES - 2010 - CRA-AC - Fiscal |
Q111855 Português
As palavras abaixo são oxítonas ou monossílabas tônicas. Identifique a opção em que todas estão corretas quanto ao uso do acento gráfico:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IESES Órgão: CRA-AC Prova: IESES - 2010 - CRA-AC - Fiscal |
Q111849 Português
Identifique a alternativa adequada quanto à ortografia do enunciado abaixo.

A assembleia dos funcionários públicos municipais mantém a paralisação, apesar de nem todos concordarem com isso.
Alternativas
Respostas
12941: D
12942: E
12943: E
12944: B
12945: D
12946: D
12947: D
12948: E
12949: B
12950: A
12951: C
12952: A
12953: D
12954: A
12955: A
12956: C
12957: B
12958: E
12959: B
12960: B