Questões de Concurso
Comentadas sobre ortografia em português
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Todos os vocábulos a seguir são acentuados graficamente por serem paroxítonos terminados em ditongo crescente: tênue, história, espontâneo e nódoa.
Por mais que “socioemocionais” e “autoestima” sejam grafados sem hífen, porque o fim do prefixo e o início do radical têm vogais diferentes, quando adjetivos pátrios juntam duas ou mais nacionalidades, o hífen se faz obrigatório, como em “luso-africano” e “ibero-americano”.
Está incorreta a ausência de acento gráfico nas formas verbais “historia” e “calculo”, por se tratarem, respectivamente, de uma paroxítona terminada em ditongo e uma proparoxítona.
Devem levar acento agudo os prefixos paroxítonos terminados em -r e -i, quando forem ligados por hífen: míni-hotel, ínter-helêninco.
As formas verbais “historia”, “calculo” e “capitulo” não devem ser acentuadas graficamente.
Na sentença “Sempre se perguntou por que o tratavam assim”, há um erro de grafia, uma vez que o termo destacado deveria ser “porque”.
É facultativo o acento diferencial da palavra “fôrma” (substantivo), distinta de “forma” (conjugação do verbo formar), sendo indicado principalmente quando houver possibilidade de ambiguidade.
O substantivo próprio “Luís” deve ser acentuado, enquanto “Luiz” não pode receber acento gráfico, pois o “i” hiato tônico só se acentua quando estiver só na sílaba ou seguido de “s”.
Na sentença “Se se fizer uma análise do problema, ver-se-ão causas diversas e interconectadas”, foram respeitadas todas as normas gramaticais de concordância, colocação pronominal e ortografia.
Os termos “previlégio”, “duqueza", “fraqueza” e “exceção” estão grafados adequadamente segundo as normas ortográficas da Língua Portuguesa.
Os termos “míope”, “míngua” e “supérfluo” são acentuados pelo mesmo motivo gramatical de “nódoa”.
O vocábulo “chapéu” é acentuado por ser uma oxítona terminada no ditongo aberto “-éu”.
Com o Novo Acordo Ortográfico, deixou-se de usar o acento diferencial na forma pode (com a pronúncia pôde), conjugação no pretérito perfeito do indicativo, ficando a cargo do contexto a diferenciação da forma no presente pode (com pronúncia aberta).
Leia a tirinha abaixo, de Calvin e Haroldo, para responder à questão.
