Questões de Concurso
Comentadas sobre ortografia em português
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I. As palavras ‘desagradáveis’ (l. 02) e ‘divisória’ (l. 06) são acentuadas pelo mesmo motivo: ambas são proparoxítonas.
II. Se retirarmos os acentos das palavras ‘sábia’ (l. 08) e ‘distância’ (l. 15), ambas continuarão existindo em Língua Portuguesa, porém, pertencendo a classes gramaticais diferentes das que têm no texto.
III. A mesma regra preceitua o acento gráfico em ‘básica’ (l. 12) e em ‘médico’ (l. 18).
Quais estão corretas?
I. A palavra “odontológico” é acentuada porque é uma proparoxítona com vogal aberta “o”.
II. A palavra “dominó” é acentuada porque é uma paroxítona com vogal aberta “o”.
III. A palavra “répteis” é acentuada porque é uma paroxítona com vogal aberta terminada em “s”.
IV. A palavra “dócil” é acentuada porque é uma oxítona com vogal aberta “o” terminada em “l”.
I. A palavra “bíceps” é acentuada porque é uma palavra paroxítona terminada em “ps”. II. A palavra “saída” é acentuada porque é uma palavra paroxítona terminada em “a”. III. A palavra “pé” é acentuada porque é uma palavra monossílaba tônica terminada em “e”. IV. A palavra “matemática” é acentuada porque é uma palavra paroxítona terminada em “a”.
Estão CORRETOS:
Todos os vocábulos a seguir são acentuados graficamente por serem paroxítonos terminados em ditongo crescente: tênue, história, espontâneo e nódoa.
Por mais que “socioemocionais” e “autoestima” sejam grafados sem hífen, porque o fim do prefixo e o início do radical têm vogais diferentes, quando adjetivos pátrios juntam duas ou mais nacionalidades, o hífen se faz obrigatório, como em “luso-africano” e “ibero-americano”.
Está incorreta a ausência de acento gráfico nas formas verbais “historia” e “calculo”, por se tratarem, respectivamente, de uma paroxítona terminada em ditongo e uma proparoxítona.
Devem levar acento agudo os prefixos paroxítonos terminados em -r e -i, quando forem ligados por hífen: míni-hotel, ínter-helêninco.
As formas verbais “historia”, “calculo” e “capitulo” não devem ser acentuadas graficamente.
Na sentença “Sempre se perguntou por que o tratavam assim”, há um erro de grafia, uma vez que o termo destacado deveria ser “porque”.
É facultativo o acento diferencial da palavra “fôrma” (substantivo), distinta de “forma” (conjugação do verbo formar), sendo indicado principalmente quando houver possibilidade de ambiguidade.
O substantivo próprio “Luís” deve ser acentuado, enquanto “Luiz” não pode receber acento gráfico, pois o “i” hiato tônico só se acentua quando estiver só na sílaba ou seguido de “s”.
Na sentença “Se se fizer uma análise do problema, ver-se-ão causas diversas e interconectadas”, foram respeitadas todas as normas gramaticais de concordância, colocação pronominal e ortografia.
Os termos “previlégio”, “duqueza", “fraqueza” e “exceção” estão grafados adequadamente segundo as normas ortográficas da Língua Portuguesa.
Os termos “míope”, “míngua” e “supérfluo” são acentuados pelo mesmo motivo gramatical de “nódoa”.

