Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

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Q2556934 Português
Assinale a alternativa que contém somente palavras grafadas corretamente.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Aeronáutica Órgão: EPCAR Prova: Aeronáutica - 2023 - EPCAR - Cadete |
Q2548648 Português
Tendo como base o que prescreve a norma padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa cuja análise está INCORRETA.
Alternativas
Q2545271 Português
Texto 4

Poema da tecnologia

Com todas essas inovações,

Computador, tablet e celular,

Os amigos não têm tempo nem para se olhar.

Conversar cara a cara, dar boas risadas,

Sem escrever somente KKK.

O melhor de estar perto

É poder sentir um ao outro.

(...

Unidos sem a tal internet.

Que bom seria se não precisássemos de tecnologia,

Assim o tempo de pressa não passaria.

Então nossas antigas amizades não mudariam.

Nosso jeito de curtir voltasse a ser como antes.

Ao invés de ser um clique,

(...)

Sem bluetooth ou Wi-Fi;

Facebook ou instagram,

(...)

Nosso jeito de curtir voltasse a ser como antes.

Ao invés de ser um clique,

Bons abraços ofegantes.

Fran Araújo

(htpps://www.pmav.es.gov.br acesso em 07/08/2023)


A questão é pertinente ao texto 4
Considere as assertivas abaixo para poder identificar a única alternativa correta.

I. Formas variantes de abraço são, braço, bracelete, abraçar, desembaraçar, embaraço.
II. Os estrangeirismos, no texto, são necessários por não haver tradução ainda na Língua portuguesa.
III. Ao invés possui uma expressão similar com idêntico sentido, que é em vez de.
IV. A expressão cara a cara, sem hífen, encontra-se correta, também a expressão dia a dia perdeu o hífen na última reforma ortográfica.

Estão corretas apenas as alternativas
Alternativas
Q2545267 Português
Texto 2


O cientista Marcelo Gleiser, respondendo ao jornalista Marcelo Menna Barreto em uma entrevista no ano de 2022 sobre isso respondeu:

é uma coisa que todos nós, seres humanos, temos. Não interessa se é fé em Deus ou se tem fé que o seu filho vai ser campeão de futebol ou o seu clube, seja lá qual for. A fé que é essa capacidade de acreditar em alguma coisa com muita força sem uma evidência concreta. Essa é a definição de fé, vamos dizer assim. E toda ciência começa um pouco com a fé. Afinal de contas, você tem que acreditar na sua teoria, na sua ideia, antes de comprová-la através de observações, de cálculos, etc. Então, existem tipos de fé diferentes. Você pode ter a fé em uma entidade sobrenatural, que é uma fé religiosa mais tradicional, e pode ter fé em ideias, em teorias que você vai querer demonstrar ao longo da sua carreira científica. São ainda palavras cientista: A questão da transcendência é superinteressante. Significa que nós, seres humanos, temos essa urgência de sermos mais do que somos – Marcelo Gleiser


(Excerto retirado e adaptado de https://www.ihu.unisinos.br acesso em 07/08/2023) (Marcelo Gleiser é um cientista brasileiro, atualmente professor da Faculdade de Dartmouth, nos Estados Unidos. É membro e ex-conselheiro geral da American Phisical Society. Ganhou os Prêmios Templeton e Jabuti de ciências. Fonte Wikipedia)
As palavras empregadas no texto 2, estão todas redigidas corretamente, tanto quanto à acentuação gráfica, como quanto à ortografia. Assinale dentre as alternativas abaixo a única alternativa correta quanto a tais aspectos. 
Alternativas
Q2544682 Português
TEXTO: A IMPORTÂNCIA DE SABER LER NA ERA DA INFORMAÇÃO


(1º§) Antes de falar de educação midiática, eu quero conversar um pouco sobre a leitura e a escrita e sua importância em todas as áreas do conhecimento, para informar sobre a sua importância. Independentemente do trabalho que exercemos, ler e escrever são necessidades básicas de comunicação e compreensão de mundo.

(2º§) Quando nós lemos um texto - qualquer um, em qualquer tipo de mídia — vamos fazendo conexões com outros saberes que já temos de outros textos lidos, outras experiências, outras coisas com as quais temos intimidade e isso vai ampliando a nossa compreensão daquilo que estamos lendo.

(3º§) E para que tudo isso aconteça, de fato, precisamos mais do que ser alfabetizados, precisamos ser indivíduos letrados. Mas os dois adjetivos estão bem relacionados. Informe-se sobre a importância da compreensão das mensagens textuais na era da informação.

(4º§) Você sabe a diferença entre esses dois termos: alfabetizados e letrados? Acredite que não se pode confundi-los tampouco desprezar a importância que têm no processo de leitura.

(5º§) Se não sabe, não se acanhe. Eu também não sabia até bem pouco tempo e vou te explicar agora por que vamos precisar desses conceitos para prosseguirmos nosso diálogo sobre educação midiática.

(6º§) Alfabetizado é aquele que sabe let e escrever, OU seja, todo mundo que frequentou a escola e sabe juntar letras para formar palavras, palavras para formar frases, frases para formar parágrafos e parágrafos para formar textos com coerência, coesão e regras gramaticais devidamente bem empregadas.

(7º§) Normalmente, com algumas situações assistidas, os alfabetizados respondem àquelas perguntinhas básicas de interpretação de texto sobre: 1. Personagem principal. 2. Ação. 3. Local da ação. 4, Objetivo da ação.

(8º§) Já os individuos letrados são aqueles que respondem às demandas sociais de leitura e escrita de acordo com os contextos em que estão inseridos. Eles conseguem se informar por meio de jornais, revistas, sites, livros ou quaisquer mídias, fazendo as conexões necessárias para depreender sentido do que estão lendo de acordo com as próprias vivências e experiências.

(9º§) Eles conseguem ir além da superfície do texto, entender sua ideia central, as intenções por trás da mensagem (informar, entreter, vender, manipular) e as estratégias para conseguir esses objetivos (o tipo de linguagem escolhida, os recursos gramaticais, a estética das mensagens).

(10º§) Você deve ter ouvido relatos de professores. universitários reciamando da falta de habilidade de seus alunos para a leitura de textos maiores e mais complexos ou talvez você mesmo tenha enfrentado essa dificuldade quando estava na faculdade e teve que “ralar” para sanar essa lacuna. E o problema vem do nosso processo falho de alfabetização, que desconsidera o letramento ao ignorar as vivências anteriores das crianças.

(11º§) Ensinar uma criança a ler é mais do que ensiná-la a compreender o texto, como explica a professora Sandra Bozza: “Ensinar a ler é mais do que apenas depreender sentido, mas estabelecer relações com o que a criança vive, com o que o/a adolescente pensa e com tudo o que a criança já leu no mundo”, (...)


(Por: Marinela de Souza. Jornalista com foco em Educação, Assessora de Imprensa. Educadora midiática. Especialista em Tecnologias Digitais Aplicadas á Educação. S. José dos Campos. São Paulo) — (Adaptado) htips://pt linkedin.çonv pulseimportseCI%AZncia-de-saberler-n ja- informa %CIGAF%CI%AO-marinella-de-souzal)
Marque a alternativa cuja frase apresenta erro / desvio de ortografia.
Alternativas
Q2544680 Português
TEXTO: A IMPORTÂNCIA DE SABER LER NA ERA DA INFORMAÇÃO


(1º§) Antes de falar de educação midiática, eu quero conversar um pouco sobre a leitura e a escrita e sua importância em todas as áreas do conhecimento, para informar sobre a sua importância. Independentemente do trabalho que exercemos, ler e escrever são necessidades básicas de comunicação e compreensão de mundo.

(2º§) Quando nós lemos um texto - qualquer um, em qualquer tipo de mídia — vamos fazendo conexões com outros saberes que já temos de outros textos lidos, outras experiências, outras coisas com as quais temos intimidade e isso vai ampliando a nossa compreensão daquilo que estamos lendo.

(3º§) E para que tudo isso aconteça, de fato, precisamos mais do que ser alfabetizados, precisamos ser indivíduos letrados. Mas os dois adjetivos estão bem relacionados. Informe-se sobre a importância da compreensão das mensagens textuais na era da informação.

(4º§) Você sabe a diferença entre esses dois termos: alfabetizados e letrados? Acredite que não se pode confundi-los tampouco desprezar a importância que têm no processo de leitura.

(5º§) Se não sabe, não se acanhe. Eu também não sabia até bem pouco tempo e vou te explicar agora por que vamos precisar desses conceitos para prosseguirmos nosso diálogo sobre educação midiática.

(6º§) Alfabetizado é aquele que sabe let e escrever, OU seja, todo mundo que frequentou a escola e sabe juntar letras para formar palavras, palavras para formar frases, frases para formar parágrafos e parágrafos para formar textos com coerência, coesão e regras gramaticais devidamente bem empregadas.

(7º§) Normalmente, com algumas situações assistidas, os alfabetizados respondem àquelas perguntinhas básicas de interpretação de texto sobre: 1. Personagem principal. 2. Ação. 3. Local da ação. 4, Objetivo da ação.

(8º§) Já os individuos letrados são aqueles que respondem às demandas sociais de leitura e escrita de acordo com os contextos em que estão inseridos. Eles conseguem se informar por meio de jornais, revistas, sites, livros ou quaisquer mídias, fazendo as conexões necessárias para depreender sentido do que estão lendo de acordo com as próprias vivências e experiências.

(9º§) Eles conseguem ir além da superfície do texto, entender sua ideia central, as intenções por trás da mensagem (informar, entreter, vender, manipular) e as estratégias para conseguir esses objetivos (o tipo de linguagem escolhida, os recursos gramaticais, a estética das mensagens).

(10º§) Você deve ter ouvido relatos de professores. universitários reciamando da falta de habilidade de seus alunos para a leitura de textos maiores e mais complexos ou talvez você mesmo tenha enfrentado essa dificuldade quando estava na faculdade e teve que “ralar” para sanar essa lacuna. E o problema vem do nosso processo falho de alfabetização, que desconsidera o letramento ao ignorar as vivências anteriores das crianças.

(11º§) Ensinar uma criança a ler é mais do que ensiná-la a compreender o texto, como explica a professora Sandra Bozza: “Ensinar a ler é mais do que apenas depreender sentido, mas estabelecer relações com o que a criança vive, com o que o/a adolescente pensa e com tudo o que a criança já leu no mundo”, (...)


(Por: Marinela de Souza. Jornalista com foco em Educação, Assessora de Imprensa. Educadora midiática. Especialista em Tecnologias Digitais Aplicadas á Educação. S. José dos Campos. São Paulo) — (Adaptado) htips://pt linkedin.çonv pulseimportseCI%AZncia-de-saberler-n ja- informa %CIGAF%CI%AO-marinella-de-souzal)
Marque o exemplo de homônimo perfeito.
Alternativas
Q2544623 Português
TEXTO: EDUCAÇÃO E PRÁTICA DE CIDADANIA


(1º§) Quase todas as escolas têm, atualmente, um projeto que prega a educação para a cidadania. Na hora de escolher a escola, muitos pais priorizam esse item porque acreditam que esse é um valor importante no mundo atual e apostam que a escola cumpra essa missão. Mas, pelo jeito, ou essa tal educação existe só na teoria e no papel - esta é a hipótese mais próxima da realidade ou a escola ensina e os alunos não aprendem, ou seja, ela não sabe ensinar.


(2º§) Podemos levantar essas hipóteses a partir de situações que foram notícia nos jornais nos últimos meses em que jovens e a falta de comportamento civilizado caminharam lado a lado. A última notícia, aliás, merece destaque por ter ocorrido justamente dentro de uma escola, o campus dé Franca da UNESP.


(3º§) Pela reportagem publicada pela Folha em 14/11/2010, sete alunos do curso de história foram punidos com expulsão em virtude do protesto que fizeram na presença do reitor contra a falta de estrutura da universidade. (...)


(4º§) O que é, afinal, educar para o exercício da cidadania? Esse é um conceito bem abrangente, mas, certamente, alguns princípios estão vinculados a ele.


(5º§) A escola que pretende educar para a cidadania precisa, por exemplo, ensinar a conviver com justiça, respeito e solidariedade, praticar a participação democrática efetiva, ensinar o compromisso com a liberdade, dar lições a respeito da responsabilidade com os deveres e da luta pelos direitos, entre alguns outros pontos. Além de ensinar tudo isso tendo como eixo principal o conhecimento, a escola precisa também praticar o que ensina com todos os envolvidos no processo educativo. Isso acontece? Basta um dia em qualquer escola para testemunhar o contrário.


(6º§) E como a escola reage? A maioria é cega ou faz vista grossa para as contradições: entre sua prática e seus anseios educacionais. Para saber qual é o projeto político - pedagógico de uma escola, por exemplo, é preciso ler o documento em que ela declara o que pretende e como entende o que significa educar para a cidadania. Isso deveria ser possível, entretanto, apenas observando um dia de vida na escola, não é verdade?


(7º§) A hostilidade e a agressividade nas relações de convivência entre alunos são fruto de muitos fatores. Um deles é, sem dúvida nenhuma, a educação que recebem em casa e na escola.: Por isso podemos concluir que pais e professores não têm estado atentos a essa questão.


(8º§) Para exercitar a cidadania é preciso saber dialogar, debater, discordar e protestar. Com firmeza e com respeito. Mas pais e professores ensinam aos mais novos que participar é dizer, o que se pensa, é expressar a opinião a respeito de algum assunto sem crítica nenhuma. Aliás, os adultos ensinam isso tanto pela educação que praticam quanto pelo próprio comportamento, sempre atentamente observado pelos mais novos. Os jovens e as crianças não sabem o que é dialogar, negociar, ceder. Os argumentos que usam nos debates são, em geral, vazios e imaturos.


(9º§) Os estudantes da UNESP que foram expulsos discordam da punição, é claro. Sabe qual a razão que usam, segundo a reportagem, para justificar o desacordo com a medida? Consideram a decisão "exagerada" porque todos os alunos envolvidos são primários. E pensar que são universitários do curso de história que têm esse discurso. (...) Reflita mais um pouco sobre “educação e prática de cidadania”


(10º§) Pais e professores precisam saber que educar para o exercício da cidadania, ou seja, ensinar aos mais novos o que torna possível a convivência no espaço público e exigir que tenham comportamentos e atitudes coerentes com o que aprendem é uma questão de sobrevivência social.


(ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de “Como Educar Meu Filho?" Folha de São Paulo. (ed. Publifolha] — (Adaptado) 
Marque a alternativa com exemplo de uso de homônimos perfeitos.
Alternativas
Q2544622 Português
TEXTO: EDUCAÇÃO E PRÁTICA DE CIDADANIA


(1º§) Quase todas as escolas têm, atualmente, um projeto que prega a educação para a cidadania. Na hora de escolher a escola, muitos pais priorizam esse item porque acreditam que esse é um valor importante no mundo atual e apostam que a escola cumpra essa missão. Mas, pelo jeito, ou essa tal educação existe só na teoria e no papel - esta é a hipótese mais próxima da realidade ou a escola ensina e os alunos não aprendem, ou seja, ela não sabe ensinar.


(2º§) Podemos levantar essas hipóteses a partir de situações que foram notícia nos jornais nos últimos meses em que jovens e a falta de comportamento civilizado caminharam lado a lado. A última notícia, aliás, merece destaque por ter ocorrido justamente dentro de uma escola, o campus dé Franca da UNESP.


(3º§) Pela reportagem publicada pela Folha em 14/11/2010, sete alunos do curso de história foram punidos com expulsão em virtude do protesto que fizeram na presença do reitor contra a falta de estrutura da universidade. (...)


(4º§) O que é, afinal, educar para o exercício da cidadania? Esse é um conceito bem abrangente, mas, certamente, alguns princípios estão vinculados a ele.


(5º§) A escola que pretende educar para a cidadania precisa, por exemplo, ensinar a conviver com justiça, respeito e solidariedade, praticar a participação democrática efetiva, ensinar o compromisso com a liberdade, dar lições a respeito da responsabilidade com os deveres e da luta pelos direitos, entre alguns outros pontos. Além de ensinar tudo isso tendo como eixo principal o conhecimento, a escola precisa também praticar o que ensina com todos os envolvidos no processo educativo. Isso acontece? Basta um dia em qualquer escola para testemunhar o contrário.


(6º§) E como a escola reage? A maioria é cega ou faz vista grossa para as contradições: entre sua prática e seus anseios educacionais. Para saber qual é o projeto político - pedagógico de uma escola, por exemplo, é preciso ler o documento em que ela declara o que pretende e como entende o que significa educar para a cidadania. Isso deveria ser possível, entretanto, apenas observando um dia de vida na escola, não é verdade?


(7º§) A hostilidade e a agressividade nas relações de convivência entre alunos são fruto de muitos fatores. Um deles é, sem dúvida nenhuma, a educação que recebem em casa e na escola.: Por isso podemos concluir que pais e professores não têm estado atentos a essa questão.


(8º§) Para exercitar a cidadania é preciso saber dialogar, debater, discordar e protestar. Com firmeza e com respeito. Mas pais e professores ensinam aos mais novos que participar é dizer, o que se pensa, é expressar a opinião a respeito de algum assunto sem crítica nenhuma. Aliás, os adultos ensinam isso tanto pela educação que praticam quanto pelo próprio comportamento, sempre atentamente observado pelos mais novos. Os jovens e as crianças não sabem o que é dialogar, negociar, ceder. Os argumentos que usam nos debates são, em geral, vazios e imaturos.


(9º§) Os estudantes da UNESP que foram expulsos discordam da punição, é claro. Sabe qual a razão que usam, segundo a reportagem, para justificar o desacordo com a medida? Consideram a decisão "exagerada" porque todos os alunos envolvidos são primários. E pensar que são universitários do curso de história que têm esse discurso. (...) Reflita mais um pouco sobre “educação e prática de cidadania”


(10º§) Pais e professores precisam saber que educar para o exercício da cidadania, ou seja, ensinar aos mais novos o que torna possível a convivência no espaço público e exigir que tenham comportamentos e atitudes coerentes com o que aprendem é uma questão de sobrevivência social.


(ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de “Como Educar Meu Filho?" Folha de São Paulo. (ed. Publifolha] — (Adaptado) 
Analise as informações seguintes:

l. Significa imitação burlesca de uma obra literária ou por extensão de qual quer coisa; é uma versão diferente da original com o intuito de fazer algum tipo de brincadeira. (https://brainly.com.britarefa/679720)

Il. É um tipo de texto elaborado com base em outro já existente e conhecido pelos leitores, mantendo a ideia do texto original, representa um tipo de intertextualidade. (in Dicio.com.br).


As informações contêm elementos que caracterizam correta e respectivamente:
Alternativas
Q2537713 Português
A PERDA NOS DEGRAUS DA VIDA

Eu me perco nos degraus da vida,
Sem transparecer minha fraqueza,
Cada passo pelo erro.
Lamento minha tristeza.

Não permitirei o cansaço das pernas
Nem a fraqueza dos meus sonhos,
Ignorando toda a crítica de maldade.

Sou guiada pela minha liberdade E movida pela minha força de vontade.


(A.Sharan)(Degraus-Pensados)-(Adaptado)
A palavra "Fraqueza" termina com "ZA" diferentemente da última silaba da palavra escrita na alternativa:
Alternativas
Q2537704 Português
TEXTO: NA SUBIDA DOS DEGRAUS DO MUNDO

Suba... faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo.,

Mas não se esqueça daqueles que não conseguem subir a escada da vida. Ei! Descubra! Descubra aquilo que há de bom dentro de você.

Não se deve pular os degraus da vida e ir direto para as coisas grandes, não é assim que funciona! Direcione as suas ideias com calma e sabedoria.

Procure, acima de tudo, ser gente, eu também vou tentar.

Ei! Você...não vá embora.

Eu preciso dizer que te adoro, simplesmente porque você existe.


(Charles Chaplin)
(Degraus-Pensador) - (Adaptado)
Marque as palavras escritas com hiato.
Alternativas
Q2534164 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade

O professor Javier Fernandez, da Universidade de Tecnologia e Design de Cingapura, vem há alguns anos estudando as possibilidades de uso da quitina como um material inteligente, biocompatível, sustentável e com múltiplas funcionalidades. Isso lhe permitiu criar uma nova classe de compósitos e fazer planos para abrigos em Marte feitos com carapaças de insetos.

A quitina é um polímero orgânico que é o principal componente das carapaças dos artrópodes, como crustáceos, alguns insetos e até das asas das borboletas. E o caso das borboletas é interessante como fonte de inspiração porque elas apresentam mudanças estruturais que podem ser copiadas para aplicações práticas. O professor Fernandez descobriu, também, que podem ser usadas para produzir eletricidade.

Assim que uma borboleta emerge do seu casulo, no estágio final da metamorfose, ela abre lentamente as asas, para que elas possam secar. O material quitinoso fica desidratado, enquanto o sangue bombeado pelas veias do inseto produz forças que reorganizam as moléculas da quitina, para que ela adquira a resistência e a rigidez únicas necessárias para o voo. E foi essa combinação natural de forças, movimento da água e organização molecular que mostrou agora a possibilidade de criação de atuadores mecânicos e para gerar energia.

"Nós demonstramos que, mesmo após serem extraídos de fontes naturais, os polímeros quitinosos mantêm sua capacidade natural de vincular diferentes forças, organização molecular e conteúdo de água para gerar movimento mecânico e produzir eletricidade, sem a necessidade de uma fonte de energia externa ou sistema de controle," disse Fernandez.

Músculos artificiais de quitina

A demonstração foi feita a partir de quitina extraída de cascas de camarão descartadas, que foi transformada em filmes com cerca de 130 micrômetros de espessura.

Ao estudar os efeitos de forças externas nesses filmes quitinosos, com foco nas mudanças na organização molecular, teor de água e propriedades mecânicas, os pesquisadores observaram que, semelhante ao desdobramento das asas das borboletas, esticar os filmes força uma reorganização em sua estrutura cristalina - as moléculas ficaram mais compactadas e o teor de água diminuiu.

Para demonstrar a aplicabilidade dos filmes, a equipe usou-os para criar músculos artificiais, que foram então montados em uma mão robótica. Controlando a concentração de água intermolecular dos filmes, por meio de mudanças ambientais e processos bioquímicos, o material gerou força suficiente para que a mão apresentasse um movimento de preensão impressionante, com uma força equivalente a 18 quilogramas - mais da metade da força de preensão média de um adulto.

Diferente da natureza inerte dos polímeros sintéticos, os filmes de quitina reorganizados podem se distender e contrair autonomamente em resposta a mudanças de umidade no ambiente, imitando a forma como alguns insetos adaptam sua casca a diferentes situações. Essa capacidade nativa permitiu que os filmes quitinosos levantassem verticalmente objetos pesando mais de 4,5 quilos.

A capacidade de produzir essa força por meios bioquímicos indica o potencial de uso dos filmes quitinosos para integração em sistemas biológicos, com aplicações biomédicas, como próteses e implantes médicos.

Filmes de quitina produzem eletricidade

Em outra demonstração, a equipe mostrou que a resposta do material às mudanças de umidade pode ser usada para extrair energia das oscilações ambientais e convertê-la em eletricidade, criando mais uma opção para a colheita de energia, um conceito para alimentação de pequenos aparelhos e sensores que hoje vem sendo dominado pelos nanogeradores triboelétricos.

Ao anexar os filmes a um material piezoelétrico, o movimento mecânico dos filmes em resposta às mudanças de umidade no ambiente foi convertido em correntes elétricas suficientes para alimentar pequenos eletrônicos, como os usados na internet das coisas.

 A quitina é o segundo polímero orgânico mais abundante na natureza - depois da celulose - e faz parte de todos os ecossistemas, podendo ser obtido de forma rápida e sustentável de vários organismos ou mesmo de resíduos urbanos.

"A quitina é usada para muitas funções complexas na natureza, desde a composição das asas dos insetos até a formação das conchas protetoras duras dos moluscos, e tem aplicação direta na engenharia. Nossa capacidade de entender e usar a quitina em sua forma nativa é fundamental para permitir novas aplicações de engenharia e desenvolvê-las dentro de um paradigma de integração ecológica e baixo consumo de energia," concluiu Fernandez.

Retirado e adaptado de: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Asas de borboleta inspiram músculos artificiais e produzem eletricidade. Inovação tecnológica. Disponível em: inaaviraamusscuooariicaa-produz -eeerciddadee&&d==0100116023080444 o=quitina-vira-musculo-artificial-produz-eletricidade&id=010160230804 Acesso em: 08 ago., 2023.
Assinale a alternativa na qual todas as palavras sigam a mesma regra de acentuação: 
Alternativas
Q2533083 Português
Leia a frase a seguir:

"Hoje, na faculdade, teremos um curso gratuíto abordando temas como empoderamento feminino, previlégio masculino e a luta pela reinvidicação de direitos."

Quantas palavras estão escritas incorretamente?
Alternativas
Q2531438 Português
A palavra CLÍNICA é acentuada pela mesma regra que justifica a acentuação da palavra: 
Alternativas
Q2531365 Português

Leia o texto a seguir:


Por que não dormir direito faz seu cérebro ‘comer ele mesmo’?


Estudos têm apontado consequências diretas de uma rotina de sono ruim em mecanismos fisiológicos do órgão e na sua estrutura


Para muitos, os benefícios de ter uma rotina adequada de sono, com duração de 7 a 9 horas por noite, podem ser restritos a uma maior disposição no dia a dia. Porém, a ciência tem apontado um número cada vez maior de impactos diretos de se dormir mal em mecanismos de diferentes órgãos do corpo humano, levando a riscos maiores de problemas como doenças cardiovasculares e até mesmo casos de Alzheimer.


A área que mais tem sido estudada é o cérebro, o que cientistas afirmam ser a parte mais afetada pela privação de sono. Um dos trabalhos mais marcantes, conduzido por pesquisadores do Laboratório de Neuroimagem dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH), publicado no periódico PNAS, investigou justamente a relação com o Alzheimer – forma mais comum de demência.


Na pesquisa, foram recrutados 20 participantes saudáveis que tiveram imagens cerebrais feitas após duas noites: uma em que dormiram de forma normal e outra em que permaneceram acordados. Os resultados mostraram que apenas uma noite de sono ruim já foi suficiente para se observar um aumento da proteína beta-amiloide, cujo acúmulo no cérebro é um dos mecanismos associados à doença. O crescimento foi constatado na região do hipocampo, “que é considerada entre as áreas mais sensíveis à neuropatologia do Alzheimer”, escreveram os pesquisadores.


‘Comer a si mesmo’


Uma das causas para a proteína não ser devidamente eliminada na falta de sono, e passar a formar placas no cérebro, pode ser algo descoberto em outro estudo, de pesquisadores da Universidade Politécnica de Marche, na Itália.


Publicado no periódico Journal of Neuroscience, o trabalho analisou o cérebro de camundongos após três cenários: um sono de 6 a 8 horas, um de apenas 5 horas e uma noite de privação, em que os animais não dormiram. Os resultados mostraram que não ter o sono adequado levou a um aumento de um processo chamado fagocitose astrocítica.


Os astrócitos são células de sustentação dos neurônios, e a fagocitose é a absorção celular de moléculas biológicas. No dia a dia, esse mecanismo quebra as ligações entre os neurônios (sinapses), mas é positivo pois promove uma limpeza de circuitos desnecessários e favorece a reconstrução de conexões cerebrais.


No entanto, quando intensificado pelas noites mal dormidas, o processo começa a consumir sinapses saudáveis que não deveriam ser eliminadas, levando o cérebro a “comer” a si mesmo. “Mostramos pela primeira vez que partes das sinapses são literalmente consumidas pelos astrócitos devido à perda de sono”, disse a neurocientista Michele Bellesi, responsável pelo estudo, ao portal New Scientist na época da divulgação.


Para ela, isso pode ser uma das explicações por trás da neurodegeneração que faz com que as proteínas danosas da doença de Alzheimer se acumulem no cérebro, e o indivíduo passe a viver os sintomas de déficit cognitivo. Além disso, outros trabalhos mostraram ainda mais impactos da privação de sono no órgão.


Um deles, publicado no ano passado na revista científica Communications Biology, analisou dados de 37 mil britânicos e comparou o sono com a estrutura cerebral. Eles observaram que aqueles que dormiam menos de 6 a 8 horas apresentavam um volume significativamente menor de massa cinzenta em 46 de 139 regiões do cérebro analisadas. 


“Essas descobertas destacam a importante relação entre o fator de estilo de vida modificável da duração do sono e a cognição, bem como uma associação generalizada entre o sono e a saúde estrutural do cérebro”, escreveram os pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, no estudo.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2023/06/por-que-nao-dormir-direito-faz-seu-cerebro-comer-ele-mesmo.ghtml. Acesso em 22/06/2023

Em “No entanto, quando intensificado pelas noites mal dormidas, o processo começa a consumir sinapses saudáveis que não deveriam ser eliminadas” (7º parágrafo), o termo destacado forma um par de homônimos com a palavra: 
Alternativas
Q2529895 Português
Ansiosa para revê-las, Matilde resolveu promover um lanche compartilhado entre suas amigas. Gabriela levou sanduiches de mortadela. Pâmela levou pães com salchicha. Juliana levou coxinhas e quibes. Priscila levou croquetes de camarão. Luana levou brigadeiros e bejinhos. E Matilde, que era muito mais esperta, levou sua fome.
Com relação à ortografia, podemos afirmar que:
Alternativas
Q2521511 Português
Quanto à acentuação e à tonicidade, é correta a classificação da palavra 
Alternativas
Q2515807 Português
O Novo Acordo Ortográfico trouxe mudanças significativas na escrita de palavras. Nesse contexto, analise as afirmativas a seguir:

I- Em Portugal, a palavra “acção” passa a ser “ação” como na grafia do Brasil.
II- Tanto em Portugal como no Brasil, mantêm-se o h inicial de palavras como herva e húmido.
III- Nos casos em que a letra c é pronunciada, seu uso poderá ser facultativo como em facto, sector.
IV-O acordo prevê dupla grafia nas palavras proparoxítonas cuja vogal tônica admita mudança de timbre, como em acadêmico ou académico, cômodo ou cómodo.

Estão CORRETAS as afirmativas: 
Alternativas
Q2460832 Português
A acentuação gráfica das palavras precisa obedecer às regras vigentes. Após analisar as palavras acentuadas destacadas nas frases abaixo, marque a opção que apresenta a consideração CORRETA.

I - Ele não pôde ir à aula de dança porque estava doente.
II - As palavras aeroespacial e afrodescendente não devem levar hífens.
III - As represas retêm as águas dos rios.
Alternativas
Q2460828 Português
Há palavras que, por apresentarem pronúncia e grafia iguais ou parecidas, podem causar dúvidas quanto ao seu emprego. Com relação a isso, escolha, para completar as frases abaixo, as palavras adequadas ao contexto em que estão inseridas.

Aquele homem _______________ as leis de trânsito ao conduzir de maneira agressiva. Quero muito que elas _______________ logo para o exterior. A experiência será inesquecível. A família quer ________________ seu Antônio de pão-duro, mas ele é apenas controlado. Minha casa fica ____________ trinta minutos do centro da cidade.
Alternativas
Q2438734 Português

Julgue o item que se segue. 


Em “Atingiu o carro por traz”, “Nunca quiz ser um incômodo” e “A paralização ocorreu inesperadamente”, não há desvios quanto à grafia de palavras ou expressões de acordo com o contexto. 

Alternativas
Respostas
5741: C
5742: C
5743: C
5744: E
5745: E
5746: A
5747: C
5748: D
5749: E
5750: A
5751: C
5752: C
5753: C
5754: C
5755: A
5756: B
5757: D
5758: D
5759: D
5760: E