Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

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Q3545772 Português

LEIA ATENTAMENTE O TEXTO A SEGUIR E RESPONDA À QUESTÃO


PROPOSTAS EM LÍNGUA PORTUGUESA DA BNCC FOCAM NA GRAMÁTICA E NOS GÊNEROS DIGITAIS


Na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o foco da disciplina é formar para os diversos usos da linguagem e para a participação na sociedade de forma crítica e criativa.

Boa notícia para os professores de Português do Fundamental 1 e 2: a BNCC mantém muitos dos princípios adotados nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Um deles é a centralidade do texto e dos gêneros textuais. Isso quer dizer que o ensino de português precisa continuar contextualizado, articulado ao uso social da língua. No entanto, entre as duas décadas que separam os dois documentos, os estudos de linguagens evoluíram bastante. Da mesma forma, a sociedade também passou por profundas alterações, sobretudo por conta da ampliação do uso da tecnologia. A BNCC reflete esse avanço, que se manifesta, principalmente, em dois aspectos: a presença de textos multimodais – popularizados pela democratização das tecnologias digitais – e as questões de multiculturalismo – uma demanda política da contemporaneidade. Confira a seguir as principais mudanças. 


As práticas de linguagem se mantêm, mas é inserida a semiótica

Nos PCNs, a disciplina se organizava em três grandes blocos de conteúdo: Língua Oral, Língua Escrita e Análise e Reflexão sobre a língua. A estrutura proposta pela BNCC se assemelha a essa organização. No novo documento, as habilidades estão agrupadas em quatro diferentes práticas de linguagem: Leitura, Produção de Textos, Oralidade e Análise Linguística/Semiótica. A diferença central refere-se à inserção da análise semiótica. Essa área se refere ao estudo de textos em múltiplas linguagens, incluindo as digitais: como os memes, os gifs, as produções de youtubers etc. Outra mudança é que, para cada um dos eixos, a BNCC propõe um quadro que explicita como se relacionam as práticas de uso e de reflexão. Ou seja: o documento avança na descrição de como podemos refletir sobre a língua, a fim de nos empoderarmos em seu próprio uso.


Os campos de atuação ganham destaque


Uma das maiores mudanças da BNCC para o componente, os Campos de Atuação têm, praticamente, a mesma importância dos eixos temáticos na organização dos objetivos e habilidades que devem ser desenvolvidos durante todo o Ensino Fundamental. De forma geral, sua principal contribuição ao documento é demandar protagonismo dos alunos, mesmo os de anos iniciais, deixando bem clara a necessidade de contextualizar as práticas de linguagem. Para isso, a base leva em conta os campos: 1) da vida cotidiana; 2) da vida pública; 3) das práticas de estudo e pesquisa e 4) artístico/literário.


Os campos de atuação são as áreas de uso da linguagem, na vida cotidiana. Por exemplo: no campo de atuação artístico-literário, temos o uso da língua voltado à produção e à leitura de contos, romances, peças de teatro, poemas. Nesse caso, trata-se de gêneros textuais e usos da linguagem com predominância da atuação artístico-literária. No campo de atuação jornalístico/midiático, encontramos os textos com outra tônica: a da transmissão de informações, da comunicação, da intenção de “vender” um produto/ideia etc.


As diferentes práticas aparecem mais conectadas

Outro avanço do novo documento é a articulação entre as práticas, a partir do entendimento de que a língua mobiliza os diferentes saberes. Assim, as habilidades de escrita constantemente aparecem integradas com práticas linguísticas como as de leitura e as de análise linguística/semiótica. Veja como exemplo a habilidade abaixo:

(EF01LP17) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, instruções de montagem e legendas para álbuns, fotos ou ilustrações (digitais ou impressos), dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.

A formulação se refere a duas atividades articuladas entre si: planejar e produzir a escrita. Os gêneros são indicados (listas, agendas, calendários etc.), assim como é explicitado o campo de atividade, a situação comunicativa, o tema e a finalidade da produção. Mas, para que o aluno desenvolva a habilidade proposta, o professor terá que planejar práticas de leitura/escrita e outras atividades didáticas em que esses fatores estejam envolvidos. E nas quais o aluno seja levado a reconhecê-los na leitura e a considerá-los na produção. Exemplo: que lista será produzida? Por que vamos produzi-la? Para que ela vai servir? Como ela pode facilitar nossa ação? Quem vai usá-la? Que linguagem devemos usar para que ela atinja seus objetivos? Vale destacar que, para esse trabalho, só o texto não basta, será preciso contextualizar o conhecimento escolar, a partir de situações sociais significativas para os estudantes.

(FONTE: PROPOSTAS EM LÍNGUA PORTUGUESA DA BNCC FOCAM NA GRAMÁTICA E NOS GÊNEROS DIGITAIS. [S. l.: s. n.], 2024. Disponível em: https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/22/propostas-em-lingua-portuguesa-da-bncc-focam-na-gramatica-e-nos-generos-digitais. Acesso em: 1 jun. 2024.)

 Considere a frase a seguir e as regras de acentuação gráfica:


“As práticas de linguagem se mantêm, mas é inserida a semiótica.”


De acordo com as regras de acentuação gráfica:

Alternativas
Q3545727 Português

Por que e como utilizar narrativas indigenas na alfabetização?


Abordagem diversifica os tipos de textos trabalhados, permite resgatar as contribuições dos povos originários e amplia o repertório e a visão de mundo das crianças  


Qual língua se fala no Brasil? Se “português” é a única resposta que vem à sua mente é porque o processo de colonização e o decorrente apagamento histórico dos povos originários silenciaram, durante séculos, as centenas de línguas indígenas faladas no país. Elas são 274, segundo dados de 2010 do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 


Foi somente com a Constituição Federal de 1988 que os povos indígenas tiveram assegurado o direito às suas línguas, inclusive no âmbito escolar. E esperariam ainda mais dez anos para, em 1998, o Ministério da Educação (MEC) aprovar o Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas (RCNEI). Esse documento estabeleceu as diretrizes para o ensino e a aprendizagem da Educação indigena de forma a preservar e valorizar sua diversidade cultural e linguística. 


O referencial assegurou a chamada alfabetização intercultural, isto é, o direito das pessoas indígenas de se alfabetizarem tanto em sua língua materna como em língua portuguesa em seu processo de escolarização. O objetivo é o de fortalecer as préticas socioculturais de cada comunidade, recuperar suas memorias histéricas e reafirmar suas identidades. 


“A lingua indígena escrita não deixa de ser fruto de um processo colonial porque a gente sabe que a transmissão de conhecimento dos povos indígenas sempre foi oral”, aponta Cristine Takud, da etnia Maxacali, professora da Aldeia Guarani Rio Silveira, em Boraceia (SP). “A escrita das línguas indígenas veio com a catequização, com os jesuitas e salesianos, que foram os primeiros a levar a escola para dentro das comunidades indígenas.”  


Panorama da alfabetização indígena 


Josélia Gomes Neves, uma das responsáveis pela criação do curso de Licenciatura em Educação Básica Intercultural da Universidade Federal de Rondônia (Unir), explica que, no estado, a maioria das comunidades faz uso das suas línguas maternas no convívio familiar e social e tem o primeiro contato com a língua portuguesa praticamente na escola. “Então, geralmente, no 1° ano, a maior parte das atividades acontece na língua materna e, a partir do 2° ano, entra o bilinguismo pedagógico”, diz ela, que também lidera o Grupo de Pesquisa em Educação na Amazônia (GPEA) da Unir.  


A professora detalha como acontece o processo de formação de professores na região onde atua, na Terra Indígena Rio Negro  Ocaia (RO). “O curso trabalha na perspectiva da pedagogia da alterndncia cultural. Os estudantes indígenas vão para a Unir e têm dois meses de aulas intensivas e, em outro período, é feito seu acompanhamento nas aldeias. Há uma aldeia polo que recebe esses alunos para estudos e desenvolvimento de atividades práticas.”


Desafios para preservar a língua materna 


Formado por esse curso, o professor Ihvkuhj Gavião, do povo Ikolen e residente do município de Ji-Paraná (RO), atua desde 2014 na alfabetização de crianças. Ele acredita que preservar a língua materna indígena está diretamente vinculado a preservar o universo cultural que ela nomeia. “Para manter nossa cultura, precisamos ensinar nossa língua a nossos alunos. E quando vamos ensiná-la, tentamos envolver a realidade deles, nossas tradições e costumes, dentro da concepção de Paulo Freire de ler o mundo que nos rodeia”, conta. 


Mas os desafios não são poucos, a começar pela própria escassez de profissionais. “Não há professores com a formação necessária em quantidade suficiente para atender as turmas dos Anos Finais do Ensino Fundamental, por exemplo. Então, nessa etapa, são basicamente professores não indígenas, falantes exclusivamente do português”, comenta Josélia.  


Outra questão são os livros didáticos escritos sob a lógica do modelo eurocéntrico. Apesar da Lei nº 11.645 de 2008, que tornou obrigatório o estudo da histéria e cultura indígena e afro-brasileira nas escolas do país, os conteúdos ainda trazem estereótipos de uma concepção única do que é ser indígena ou adaptações incoerentes. “Um dos materiais que os professores recebem do MEC é uma coleção que foi pensada para a Educação no campo. Ela é totalmente em língua portuguesa e, embora tenha alguma preocupação com o campo, não é na perspectiva da floresta ou dos indígenas”, relata Josélia. 


© Adaptado. Thais Paiva, Revista Nova Escola, 29/04/2024. ihttps://novaescola.org.br/conteudo/21860/narrativas-povosindigenas-alfabetizacaog, 

A palavra “indígenas” no texto está corretamente acentuada. Considerando as regras de acentuação gráfica da língua portuguesa, por que a palavra “indígenas” recebe acento? 
Alternativas
Q3545726 Português

Por que e como utilizar narrativas indigenas na alfabetização?


Abordagem diversifica os tipos de textos trabalhados, permite resgatar as contribuições dos povos originários e amplia o repertório e a visão de mundo das crianças  


Qual língua se fala no Brasil? Se “português” é a única resposta que vem à sua mente é porque o processo de colonização e o decorrente apagamento histórico dos povos originários silenciaram, durante séculos, as centenas de línguas indígenas faladas no país. Elas são 274, segundo dados de 2010 do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 


Foi somente com a Constituição Federal de 1988 que os povos indígenas tiveram assegurado o direito às suas línguas, inclusive no âmbito escolar. E esperariam ainda mais dez anos para, em 1998, o Ministério da Educação (MEC) aprovar o Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas (RCNEI). Esse documento estabeleceu as diretrizes para o ensino e a aprendizagem da Educação indigena de forma a preservar e valorizar sua diversidade cultural e linguística. 


O referencial assegurou a chamada alfabetização intercultural, isto é, o direito das pessoas indígenas de se alfabetizarem tanto em sua língua materna como em língua portuguesa em seu processo de escolarização. O objetivo é o de fortalecer as préticas socioculturais de cada comunidade, recuperar suas memorias histéricas e reafirmar suas identidades. 


“A lingua indígena escrita não deixa de ser fruto de um processo colonial porque a gente sabe que a transmissão de conhecimento dos povos indígenas sempre foi oral”, aponta Cristine Takud, da etnia Maxacali, professora da Aldeia Guarani Rio Silveira, em Boraceia (SP). “A escrita das línguas indígenas veio com a catequização, com os jesuitas e salesianos, que foram os primeiros a levar a escola para dentro das comunidades indígenas.”  


Panorama da alfabetização indígena 


Josélia Gomes Neves, uma das responsáveis pela criação do curso de Licenciatura em Educação Básica Intercultural da Universidade Federal de Rondônia (Unir), explica que, no estado, a maioria das comunidades faz uso das suas línguas maternas no convívio familiar e social e tem o primeiro contato com a língua portuguesa praticamente na escola. “Então, geralmente, no 1° ano, a maior parte das atividades acontece na língua materna e, a partir do 2° ano, entra o bilinguismo pedagógico”, diz ela, que também lidera o Grupo de Pesquisa em Educação na Amazônia (GPEA) da Unir.  


A professora detalha como acontece o processo de formação de professores na região onde atua, na Terra Indígena Rio Negro  Ocaia (RO). “O curso trabalha na perspectiva da pedagogia da alterndncia cultural. Os estudantes indígenas vão para a Unir e têm dois meses de aulas intensivas e, em outro período, é feito seu acompanhamento nas aldeias. Há uma aldeia polo que recebe esses alunos para estudos e desenvolvimento de atividades práticas.”


Desafios para preservar a língua materna 


Formado por esse curso, o professor Ihvkuhj Gavião, do povo Ikolen e residente do município de Ji-Paraná (RO), atua desde 2014 na alfabetização de crianças. Ele acredita que preservar a língua materna indígena está diretamente vinculado a preservar o universo cultural que ela nomeia. “Para manter nossa cultura, precisamos ensinar nossa língua a nossos alunos. E quando vamos ensiná-la, tentamos envolver a realidade deles, nossas tradições e costumes, dentro da concepção de Paulo Freire de ler o mundo que nos rodeia”, conta. 


Mas os desafios não são poucos, a começar pela própria escassez de profissionais. “Não há professores com a formação necessária em quantidade suficiente para atender as turmas dos Anos Finais do Ensino Fundamental, por exemplo. Então, nessa etapa, são basicamente professores não indígenas, falantes exclusivamente do português”, comenta Josélia.  


Outra questão são os livros didáticos escritos sob a lógica do modelo eurocéntrico. Apesar da Lei nº 11.645 de 2008, que tornou obrigatório o estudo da histéria e cultura indígena e afro-brasileira nas escolas do país, os conteúdos ainda trazem estereótipos de uma concepção única do que é ser indígena ou adaptações incoerentes. “Um dos materiais que os professores recebem do MEC é uma coleção que foi pensada para a Educação no campo. Ela é totalmente em língua portuguesa e, embora tenha alguma preocupação com o campo, não é na perspectiva da floresta ou dos indígenas”, relata Josélia. 


© Adaptado. Thais Paiva, Revista Nova Escola, 29/04/2024. ihttps://novaescola.org.br/conteudo/21860/narrativas-povosindigenas-alfabetizacaog, 

 No segmento “dados de 2010 do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE),” a ortografia das palavras estão de acordo com as normas oficiais da língua portuguesa?  
Alternativas
Q3545700 Português
O passarinho que ajuda cientistas brasileiros a entender as mudanças climáticas

Todos os meses, durante quatro ou cinco dias, um grupo de cientistas brasileiros vive a vida de um passarinho.

Eles acordam cedo, antes de o sol raiar, e se embrenham por horas em pântanos lotados de capins altos e muitos insetos.

O objetivo da missão é um só: observar o bicudinho-do-brejo, uma ave rara encontrada apenas em regiões específicas da Baía de Guaratuba, quase na divisa entre o Paraná e Santa Catarina.

Entre os mais de sessenta indivíduos da espécie que são acompanhados de perto, um se tornou o queridinho da equipe de biólogos: Rosaldo, um macho de dezesseis anos, que é acompanhado pelos pesquisadores antes mesmo de nascer, quando ainda estava se desenvolvendo no ovo.

Esse tempo de observação de um mesmo animal permitiu aos especialistas reunir uma série de dados sobre a história de sua vida.

As informações ajudam a entender as estratégias que a espécie adota para se adaptar e responder às mudanças climáticas — como o aumento do nível do mar ou a maior frequência de eventos extremos.

"O bicudinho tem o peso de um bombom", detalha a bióloga Giovana Sandretti-Silva, que coordena um projeto de conservação da espécie e faz parte do grupo de pesquisa de Bornschein.

"O macho é um pouco mais escuro e tem a barriga marrom. Já a fêmea possui uma barriga carijó, com penas brancas e pretas", diz ela.

 A primeira década de pesquisa com o bicudinho-do-brejo também permitiu descobrir que esses pássaros são territorialistas e mantêm relacionamentos por longos períodos.

"O casal vive no mesmo lugar por vários anos, alimenta-se de pequenos insetos ou caranguejos e usa os capins do brejo para fazer os ninhos", acrescenta Sandretti-Silva.

Segundo a bióloga, os bicudinhos geram dois ovos por ciclo reprodutivo — e, se bem-sucedidos, eles terão dois filhotinhos para cuidar por algumas semanas.

"Uma coisa interessante é que macho e fêmea dividem todas as tarefas. Juntos, eles constroem os ninhos, chocam os ovos, cuidam dos filhotes", exemplifica ela.

Quando o filho cresce e consegue se virar sozinho, ele é expulso pelos próprios pais e precisa buscar um território próprio.

"Eles não têm muita autonomia de voo, então pulam de um capim para outro e vagam até achar um novo lugar", aponta Sandretti-Silva.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgr321dpg49o. Adaptado.
O objetivo da missão é um só: observar o bicudinho-do-brejo, uma ave rara encontrada apenas em regiões específicas da Baía de Guaratuba, quase na divisa entre o Paraná e Santa Catarina.
De acordo com as regras de acentuação gráfica, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3545667 Português
Por que as pessoas trocam presentes?

Sem dúvida, os presentes servem a muitos propósitos. Alguns psicólogos observam um "brilho no olhar" — um prazer intrínseco — associado ao ato de dar presentes.

Os teólogos notaram como presentear é uma forma de expressar valores morais — como amor, bondade e gratidão — no catolicismo, no budismo e no islamismo. E filósofos consideravam presentear como a melhor demonstração de altruísmo.

Não é de admirar que os presentes sejam uma parte central do Natal e de outros feriados de fim de ano − e que algumas pessoas possam até ficar tentadas a considerar a Black Friday, o dia das ofertas da época de compras de fim de ano, como um feriado em si.

Mas de todas as explicações sobre a razão pela qual as pessoas dão presentes, a que considero mais convincente foi dada em 1925 por um antropólogo francês chamado Marcel Mauss.

Mauss observou que os presentes criam três ações distintas, mas extremamente relacionadas. Presentes são dados, recebidos e retribuídos.

O primeiro ato de dar estabelece as virtudes de quem dá. Ele expressa sua generosidade, bondade e honra.

O ato de receber o presente, por sua vez, mostra a disposição da pessoa em ser homenageada. Essa é uma forma de quem recebe mostrar sua generosidade, mostrar que está disposto a aceitar o que lhe foi oferecido.

O terceiro componente é a reciprocidade, retribuindo o que foi dado primeiro. Essencialmente, espera-se − implícita ou explicitamente − que agora a pessoa que recebeu o presente devolva um presente ao doador original.

Mas então, é claro, assim que a primeira pessoa receber algo em troca, ela deverá devolver outro presente à pessoa que recebeu o presente original. Dessa forma, presentear se torna um ciclo interminável de dar e receber.

Este último passo − a reciprocidade − é o que torna os presentes únicos. Ao contrário de comprar algo em uma loja, em que a troca termina quando o dinheiro é trocado por mercadorias, dar presentes constrói e sustenta relacionamentos. Esta relação entre quem dá e quem recebe está ligada à moralidade. Presentear é uma expressão de justiça porque cada presente geralmente tem valor igual ou maior do que o último dado. E presentear é uma expressão de respeito porque mostra vontade de homenagear a outra pessoa.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/clmenny 99veo.Adaptado. 
Este último passo é o que torna os presentes únicos. Ao contrário de comprar algo em uma loja, em que a troca termina quando o dinheiro é trocado por mercadorias, dar presentes constrói e sustenta relacionamentos.
De acordo com as regras de acentuação gráfica:
Alternativas
Q3544951 Português
Assinale a opção em que a utilização do hífen marca uma inadequação ortográfica:
Alternativas
Q3544124 Português

Leia o Texto 03 a seguir, para responder à questão.


Texto 03


    A população da cidade de Turvânia (GO) chegou a 4.480 pessoas no Censo de 2022, o que representa uma queda de -7,34% em relação com o Censo de 2010. Os resultados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    

    Os dados do Censo também revelam que a população do Brasil é de 203.062.512, um aumento de 6,45% em relação ao Censo de 2010. No estado de Goiás, a população é de 7.055.228, o que representa um aumento de 17,55% se comparado ao Censo anterior.

    

    No ranking de população dos municípios, Turvânia está: na 154ª colocação no estado; na 341ª colocação na região Centro-Oeste; e na 4.452ª colocação no Brasil. A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Turvânia tem uma densidade demográfica de 9,29 habitantes por km² e uma média de 2,47 moradores por residência.


Disponível em: https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2023/06/28/populacao-deturvania-g. Acesso em: 30 nov. 2023. [Adaptado].

No texto, o vocábulo que obedece à mesma regra de acentuação gráfica da palavra “Estatística” é: 
Alternativas
Q3543992 Português

Texto para a questão.



A última crônica



A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico.

Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.


[...]


[Trecho inicial do texto A última crônica, de Fernando Sabino] Disponível em: https://contobrasileiro.com.br/a-ultima-cronica-fernando-sabino/. Acesso em: 03 jan. 2024.

Em qual das alternativas as palavras, retiradas do texto, são acentuadas pela mesma razão?
Alternativas
Q3543724 Português
Assinalar a alternativa em que a palavra está acentuada INCORRETAMENTE: 
Alternativas
Q3543722 Português
Quantas palavras abaixo são escritas CORRETAMENTE com CH?
Cai___ote. ___uveiro. Salsi___a. Compai___ão. Sanduí___e.
Alternativas
Q3543720 Português
Por que comemos ovos de chocolate na Páscoa?
    Antes do chocolate, o ovo já era um símbolo da festa judaica Pessach, que inspirou a Páscoa cristã. Nela, o ovo, que é um dos únicos alimentos que permanece no mesmo formato depois de co____ido, era relacionado ao povo judeu, que, mesmo na dor e no sofrimento, preservava sua unidade — além de também já ser um símbolo de vida e renascimento entre povos antigos, como os romanos.
    Enquanto isso, séculos antes do nascimento de Cristo, as pessoas se pre___enteavam com ovos de galinha no equinócio de primavera para celebrar o fim do inverno. Quando o Pessach foi adaptado para o cristianismo, o ovo se tornou um símbolo da re___urreição de Jesus Cristo.
    Os ovos de chocolate surgiram apenas no século 18 na França, quando confeiteiros decidiram esvaziar os ovos de galinha e preenchê-los com chocolate. A prática logo foi aderida por todos, e repetida com o passar dos anos. Porém, os ovos de chocolate se tornaram muito caros e, dessa forma, nem todo mundo conseguia celebrar a data com o doce, voltando à antiga tradição dos ovos pintados e ornamentados.
    A produção dos ovos de chocolate se tornou cada vez mais popular em todas as partes do mundo. Hoje, podemos encontrar ovos dos mais diferentes sabores, como o clássico chocolate ao leite, até recheado com morango, maracujá, coco e várias outras delícias.
(Fonte: Recreio — adaptado.)
Sobre a ortografia das palavras, assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE: 
Alternativas
Q3543219 Português
Calor, fogo e fumaça

        O desmatamento caiu 22% na Amazônia em 2023, porém as queimadas no país – mais da metade delas apenas nesse bioma – superam recordes. Cidades como Manaus estão cobertas de fumaça. Com a crise do clima na Terra, tudo parece fora de ordem.

        A onda de calor a escaldar o Brasil incinera as derradeiras dúvidas sobre o aquecimento global. Ela se encaixa à perfeição no conceito de eventos extremos para os quais cientistas vêm alertando, há décadas, às vezes para ouvidos moucos.

        A canícula* tem explicação. Está relacionada ao fenômeno El Niño, em que águas superficiais anormalmente aquecidas no Pacífico bagunçam o clima do globo e devem tornar este 2023 o mais quente em 125 mil anos.

        O descompasso entre redução no desmate e aumento de incêndios também conta com explicação, ainda que não intuitiva. A floresta amazônica enfrenta estiagem inaudita, outra consequência do El Niño. Além disso, há elevação incomum da temperatura das águas do oceano Atlântico, que pode estar agravando a situação.

        Nos últimos três anos houve predominância de fenômeno oposto, com La Niña, que incrementa precipitação na Amazônia. Se, em tempos normais, essa fisionomia florestal tipicamente chuvosa já se mostra fácil de incendiar, mais ainda nessa condição.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 14.11.2023. Adaptado)
* canícula: período de extremo calo
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão, considerando a pontuação, a ortografia, a acentuação gráfica e a flexão verbal.
Alternativas
Q3542998 Português
Mais do que a expectativa de vida, você deveria se preocupar com a sua expectativa de saúde mental
(Texto adaptado com fins didáticos).

Minha mãe tem 94 anos. Certamente, ela já ultrapassou, em muito, o tempo de vida de seus pais e de seus avós. A cada ano que passa, lemos que o mundo está envelhecendo aceleradamente e os responsáveis por isso são o crescente corpo de pesquisas na área da longevidade, as novas tecnologias na área médica e o avanço constante do saneamento básico e das disciplinas da área da saúde.

A ideia da Medicina sempre foi possibilitar a pessoas como a minha mãe que pudessem viver mais, livres de doenças que afetam o corpo; ou seja, o objetivo era alargar o período de saúde.

Será que, mais do que nos preocupar apenas com número médio de anos que esperamos viver, não deveríamos estar atentos à nossa expectativa de saúde mental? Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que mais de 1 bilhão de pessoas conviva com os mais variados transtornos mentais e uso de substâncias (de álcool às drogas potentes).

E o que as evidências têm nos mostrado é que pessoas com transtornos mentais vivem menos. Ou seja, uma saúde mental comprometida pode nos tirar anos de vida. Mais do que isso, um transtorno mental não tratado transforma-se em um fardo e mesmo em sofrimento não só para aquela pessoa, mas para aqueles que vivem no entorno dela, o que também pode lhes roubar anos de vida.

Muitos problemas de saúde mental, como é o caso, por exemplo, de depressões graves, são altamente incapacitantes. Isso significa que, se não tratadas, essas condições não permitem àqueles que vivem com esses transtornos aproveitar a vida em toda a sua capacidade.

Por ser médico, lógico, pude acompanhar a saúde física da minha mãe muito de perto. Mas eu credito a sua longevidade à saúde mental dela. Ela faz a sua fisioterapia todos os dias, reserva um tempinho diário para cuidar de suas plantas, fiscaliza as minhas redes sociais, lê as suas revistas e jornais e está sempre cercada pelos filhos, netos e agora bisnetos.

Penso que esses cuidados de minha mãe para com ela mesma são responsáveis por ela ter tido, ao longo dos anos, uma vida plena.

Por isso, nesta semana em que se celebra o Dia Mundial da Saúde Mental, dia 10 de outubro, faço o convite para que, se você está se sentindo estranho, desanimado, sem energia, sem vontade de acordar, bebendo além do razoável, dormindo mal, fazendo uso de remédios para dormir ou de drogas psicoativas, que busque um profissional de saúde. Problemas de saúde mental, gosto sempre de reforçar, quando tratados, equivalem à boa saúde mental.

Faço também o convite para que cada um volte o olhar a si mesmo e busque descobrir que mudanças no seu estilo de vida o levariam a melhorar a sua saúde mental nem que seja um pouquinho. Cada um terá o seu termômetro. É sempre bom lembrar: qualquer mudança é um tijolo a mais na construção de uma saúde mental melhor.

Fonte: https://tinyurl.com/4v57vvy5

"Mas eu credito a sua longevidade à saúde mental dela."


É correto afirmar que há erro na ortografia de pelo menos um termo no trecho acima.

Alternativas
Q3542994 Português
Qual é o resíduo plástico mais comum do planeta?
(Texto adaptado com fins didáticos).

O plástico é um material versátil e amplamente utilizado na vida cotidiana. No entanto, o aumento da utilização de produtos plásticos de uso único (aqueles que são usados e descartados em um período muito curto de tempo) tem sérias consequências ambientais, econômicas e sociais. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), a dependência desse material levou a uma crise de resíduos que afeta todo o planeta.

Os números do Pnuma alertam que, globalmente, 1 milhão de garrafas plásticas são compradas a cada minuto e até 5 bilhões de sacolas plásticas são usadas por ano. Outro dado alarmante é que 36% de todo o plástico fabricado é destinado à produção de embalagens e, desse total, cerca de 85% acabam descartados em aterros sanitários ou como resíduos não-regulamentados.

Essa situação é ainda mais exacerbada pelo fato de que 98% dos produtos plásticos de uso único são provenientes de combustíveis fósseis, aumentando o impacto sobre a quantidade de emissão de gases de Efeito Estufa.

Embora a produção de embalagens e sacolas seja enorme, elas não são os resíduos mais comuns. Veja, a seguir, qual é o lixo plástico mais encontrado na Terra.

Um dos maiores problemas na luta contra a poluição plástica são as bitucas de cigarro. Esses pequenos produtos, muitas vezes ignorados no meio ambiente, são, na verdade, os resíduos plásticos de uso único mais abundantes no planeta, afirma a agência ambiental internacional.

Isso porque o principal componente dos filtros de cigarro é o acetato de celulose, um microplástico que chegou a quase todos os cantos do mundo devido ao seu uso generalizado, informa um artigo do PNUMA.

A magnitude da presença de bitucas de cigarro no meio ambiente pode ser ilustrada pela estimativa da agência da ONU de que cerca de seis trilhões de cigarros são consumidos por um bilhão de pessoas a cada ano.

Embora pequeno em tamanho, o impacto das bitucas de cigarro é enorme devido à quantidade produzida e descartada diariamente. Um projeto do governo do Reino Unido para limpar bitucas de cigarro, que envolveu mais de 500 voluntarios, constatou que, após a limpeza, "as bitucas de cigarro eram os itens plásticos mais numerosos, seguidas por tampas de bebidas e embalagens de alimentos".

As bitucas de cigarro são difíceis de degradar, contêm produtos químicos que podem contaminar o solo e a água, que agravam ainda mais o problema ambiental, e liberam microplásticos capazes de atingir o corpo humano, afirma o Pnuma.

Depois das bitucas de cigarro, os demais resíduos plásticos que são mais comuns de serem encontrados na natureza são: embalagens de alimentos, garrafas plásticas descartáveis, tampas de garrafas, sacolas de supermercado, canudos e sacolas plásticas.

Fonte: https://tinyurl.com/5cjbyz3b
O termo "microplástico", amplamente empregado ao longo do texto, possui erro de ortografia nos termos na Norma Culta da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3542992 Português
Qual é o resíduo plástico mais comum do planeta?
(Texto adaptado com fins didáticos).

O plástico é um material versátil e amplamente utilizado na vida cotidiana. No entanto, o aumento da utilização de produtos plásticos de uso único (aqueles que são usados e descartados em um período muito curto de tempo) tem sérias consequências ambientais, econômicas e sociais. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), a dependência desse material levou a uma crise de resíduos que afeta todo o planeta.

Os números do Pnuma alertam que, globalmente, 1 milhão de garrafas plásticas são compradas a cada minuto e até 5 bilhões de sacolas plásticas são usadas por ano. Outro dado alarmante é que 36% de todo o plástico fabricado é destinado à produção de embalagens e, desse total, cerca de 85% acabam descartados em aterros sanitários ou como resíduos não-regulamentados.

Essa situação é ainda mais exacerbada pelo fato de que 98% dos produtos plásticos de uso único são provenientes de combustíveis fósseis, aumentando o impacto sobre a quantidade de emissão de gases de Efeito Estufa.

Embora a produção de embalagens e sacolas seja enorme, elas não são os resíduos mais comuns. Veja, a seguir, qual é o lixo plástico mais encontrado na Terra.

Um dos maiores problemas na luta contra a poluição plástica são as bitucas de cigarro. Esses pequenos produtos, muitas vezes ignorados no meio ambiente, são, na verdade, os resíduos plásticos de uso único mais abundantes no planeta, afirma a agência ambiental internacional.

Isso porque o principal componente dos filtros de cigarro é o acetato de celulose, um microplástico que chegou a quase todos os cantos do mundo devido ao seu uso generalizado, informa um artigo do PNUMA.

A magnitude da presença de bitucas de cigarro no meio ambiente pode ser ilustrada pela estimativa da agência da ONU de que cerca de seis trilhões de cigarros são consumidos por um bilhão de pessoas a cada ano.

Embora pequeno em tamanho, o impacto das bitucas de cigarro é enorme devido à quantidade produzida e descartada diariamente. Um projeto do governo do Reino Unido para limpar bitucas de cigarro, que envolveu mais de 500 voluntarios, constatou que, após a limpeza, "as bitucas de cigarro eram os itens plásticos mais numerosos, seguidas por tampas de bebidas e embalagens de alimentos".

As bitucas de cigarro são difíceis de degradar, contêm produtos químicos que podem contaminar o solo e a água, que agravam ainda mais o problema ambiental, e liberam microplásticos capazes de atingir o corpo humano, afirma o Pnuma.

Depois das bitucas de cigarro, os demais resíduos plásticos que são mais comuns de serem encontrados na natureza são: embalagens de alimentos, garrafas plásticas descartáveis, tampas de garrafas, sacolas de supermercado, canudos e sacolas plásticas.

Fonte: https://tinyurl.com/5cjbyz3b
"Um projeto do governo do Reino Unido para limpar bitucas de cigarro, que envolveu mais de 500 voluntarios, constatou que, após a limpeza, "as bitucas de cigarro eram os itens plásticos mais numerosos, seguidas por tampas de bebidas e embalagens de alimentos".
No trecho acima do texto, há o emprego de exatamente uma palavra sem a acentuação correta nos termos da Norma Culta da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q3541901 Português
Assinale a alternativa que apresenta a correta acentuação das palavras, conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa.  
Alternativas
Q3541899 Português
Assinale a alternativa que apresenta o uso INCORRETO do hífen, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.  
Alternativas
Q3540619 Português
Assinale a alternativa que apresenta a palavra grafada corretamente.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Provas: IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Matemática | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Engenharia de Alimentos | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Engenharia Elétrica | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Engenharia de Produção | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Literatura | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Manutenção de Aeronaves | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Biotecnologia | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Física | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Língua Estrangeira (Espanhol) | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Informática | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Sociologia | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Educação Especial | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Educação Física | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Engenharia Cartográfica | IF-MT - 2024 - IF-MT - Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Engenharia da Computação |
Q3539766 Português
Foram retirados todos os acentos das palavras das frases das alternativas desta questão. Assinale aquela em que todas as palavras sublinhadas devem ser acentuadas graficamente
Alternativas
Q3537155 Português
São palavras acentuadas devido às mesmas regras que ocorrem em “público”, “inadmissível” e “saúde”, respectivamente:
Alternativas
Respostas
2961: B
2962: A
2963: D
2964: A
2965: A
2966: C
2967: A
2968: A
2969: A
2970: B
2971: C
2972: D
2973: E
2974: E
2975: C
2976: D
2977: B
2978: B
2979: B
2980: A