Questões de Concurso Comentadas sobre ortografia em português

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Q3364608 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O reservatório de água líquida encontrado nas profundezas de rochas de Marte


Cientistas descobriram pela primeira vez um reservatório de água líquida em Marte, nas profundezas da crosta rochosa mais externa do planeta.


As descobertas vêm de uma nova análise de dados da sonda da Nasa que pousou no planeta vermelho em 2018. A sonda carregava um sismômetro e registrou quatro anos de tremores nas profundezas de Marte.


Embora haja água congelada nos polos marcianos e evidências de vapor na atmosfera, esta é a primeira vez que água líquida foi encontrada no planeta.


Em 2018, uma equipe italiana anunciou que havia descoberto um lago no planeta. A missão terminou em dezembro de 2022, depois que a sonda ficou em silêncio capturando "o pulso de Marte" por quatro anos.


Ao medir a velocidade com que os tremores viajaram, os cientistas descobriram por qual material eles têm mais probabilidade de terem acontecido.


"Na verdade, essas são as mesmas técnicas que usamos para prospectar água na Terra ou para procurar petróleo e gás", explica o professor Michael Manga, da Universidade da Califórnia.


A análise revelou reservatórios de água em profundidades de dez a vinte quilômetros na crosta marciana.


Michael Manga acrescenta que a água é "a molécula mais importante nas condições de evolução de um planeta".


Essa descoberta, diz ele, responde à grande questão de "para onde foi toda a água marciana".


Estudos da superfície de Marte, com seus canais e ondulações, mostram que, antigamente, havia rios e lagos no planeta. Mas há três bilhões de anos, o planeta é um deserto.


Parte dessa água foi perdida para o espaço quando Marte perdeu sua atmosfera.


Entretanto, Manga adverte: "Boa parte da nossa água está no subsolo e não há razão para que isso não aconteça em Marte também".


A sonda só conseguiu registrar a área sob seus pés, mas cientistas esperam que haja reservatórios semelhantes em todo o planeta.


A descoberta também contribui para a contínua busca por evidências de vida em Marte. "Sem água líquida, não tem vida", aponta Manga. "Então, se houver ambientes habitáveis em Marte, eles estão agora no subsolo profundo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy0np8ydg5lo.adaptado. 
Essas são as mesmas técnicas que usamos para prospectar água na Terra ou para procurar petróleo e gás, explica Michael Manga, da Universidade da Califórnia.

De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3364421 Português
Sobre a grafia de cargos compostos, para qual das categorias abaixo o hífen NÃO é utilizado? 
Alternativas
Q3364151 Português





Internet: <www.repositorio.ipea.gov.br> (com adaptações).

No texto, são acentuadas graficamente, pela mesma norma de acentuação gráfica, os vocábulos
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: UEFS Prova: IDCAP - 2025 - UEFS - Médico Veterinário |
Q3363628 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O reservatório de água líquida encontrado nas profundezas de rochas de Marte


Cientistas descobriram pela primeira vez um reservatório de água líquida em Marte, nas profundezas da crosta rochosa mais externa do planeta.

As descobertas vêm de uma nova análise de dados da sonda da Nasa que pousou no planeta vermelho em 2018. A sonda carregava um sismômetro e registrou quatro anos de tremores nas profundezas de Marte.

Embora haja água congelada nos polos marcianos e evidências de vapor na atmosfera, esta é a primeira vez que água líquida foi encontrada no planeta.

Em 2018, uma equipe italiana anunciou que havia descoberto um lago no planeta. A missão terminou em dezembro de 2022, depois que a sonda ficou em silêncio capturando "o pulso de Marte" por quatro anos.

Ao medir a velocidade com que os tremores viajaram, os cientistas descobriram por qual material eles têm mais probabilidade de terem acontecido.

"Na verdade, essas são as mesmas técnicas que usamos para prospectar água na Terra ou para procurar petróleo e gás", explica o professor Michael Manga, da Universidade da Califórnia.

A análise revelou reservatórios de água em profundidades de dez a vinte quilômetros na crosta marciana.

Michael Manga acrescenta que a água é "a molécula mais importante nas condições de evolução de um planeta".

Essa descoberta, diz ele, responde à grande questão de "para onde foi toda a água marciana".

Estudos da superfície de Marte, com seus canais e ondulações, mostram que, antigamente, havia rios e lagos no planeta. Mas há três bilhões de anos, o planeta é um deserto.

Parte dessa água foi perdida para o espaço quando Marte perdeu sua atmosfera.

Entretanto, Manga adverte: "Boa parte da nossa água está no subsolo e não há razão para que isso não aconteça em Marte também".

A sonda só conseguiu registrar a área sob seus pés, mas cientistas esperam que haja reservatórios semelhantes em todo o planeta.

A descoberta também contribui para a contínua busca por evidências de vida em Marte. "Sem água líquida, não tem vida", aponta Manga. "Então, se houver ambientes habitáveis em Marte, eles estão agora no subsolo profundo."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy0np8ydg5lo.adaptado.
Essas são as mesmas técnicas que usamos para prospectar água na Terra ou para procurar petróleo e gás, explica Michael Manga, da Universidade da Califórnia.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3363476 Português

Observe a imagem abaixo e analise as assertivas que seguem quanto ao emprego do acento gráfico.  



Imagem associada para resolução da questão


Fonte: acervo da banca (2025). 



I- A palavra “liquído” é uma palavra proparoxítona e deveria ter recebido acento na antepenúltima sílaba.


II- A palavra “liquído” recebe acento gráfico por ser uma paroxítona terminada em “o”.


III- A palavra “liquído” não deveria ter sido acentuada, pois não se deve acentuar as palavras paroxítonas terminadas em “o”.



É CORRETO o que se afirma apenas em: 

Alternativas
Q3363470 Português

Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I



Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água



Segundo o estudo publicado na Science Advances, o produto absorveu 99% dos microplásticos em quatro amostras diferentes


Lex Harvey, da CNN

19/02/2025 às 16:08, atualizado em 24/02/2025 às 10:32



    Microplásticos estão por toda parte. Eles foram encontrados no pico do Monte Everest e em criaturas que habitam as trincheiras mais profundas do mar. Eles estão na água engarrafada, placentas humanas e leite materno. Essas pequenas partículas de plástico sufocam a vida selvagem, perturbam os ecossistemas e ameaçam a saúde humana – e são notoriamente difíceis de remover.

    Mas cientistas na China descobriram uma possível solução: uma esponja biodegradável feita de ossos de lula e algodão. Uma equipe de pesquisa da Universidade de Wuhan usou quitina de ossos de lula e celulose de algodão – dois compostos orgânicos conhecidos por eliminar a poluição de águas residuais – para criar uma esponja biodegradável.

    Eles então testaram a esponja em quatro amostras de água diferentes, retiradas de água de irrigação, água de lagoa, água de lago e água do mar, e descobriram que ela removeu até 99,9% dos microplásticos, de acordo com um estudo publicado em dezembro de 2024 na Science Advances. “O planeta está sob grande ameaça dos microplásticos, e os ecossistemas aquáticos são os primeiros a sofrer”, escreveram os autores.

    Microplásticos são pequenos fragmentos de plástico menores que 5 milímetros. Eles vêm de tudo, desde pneus, que são então quebrados em pedaços menores, até microesferas, um plástico encontrado em produtos de beleza, como esfoliantes.

    Um estudo de 2020 estimou que há 14 milhões de toneladas métricas de microplásticos no fundo do oceano. Cientistas chamaram os microplásticos de “um dos principais desafios ambientais desta geração” e o problema é uma questão ambiental reconhecida internacionalmente.

    O plástico é uma poluição persistente que prejudica a vida selvagem e o próprio oceano, e há uma preocupação crescente sobre os potenciais riscos à saúde humana. O problema só tende a piorar com a produção de plástico e a poluição prevista para aumentar nos próximos anos.

    A esponja criada pelos pesquisadores de Wuhan foi capaz de absorver microplásticos tanto interceptando-os fisicamente quanto por atração eletromagnética, disse o estudo. Métodos estudados anteriormente para absorção de plásticos tendem a ser caros e difíceis de fazer, limitando sua escalabilidade.

    O baixo custo e a ampla disponibilidade de algodão e ossos de lula significam que a esponja criada em Wuhan “tem grande potencial para ser usada na extração de microplásticos de corpos d'água complexos”, de acordo com o estudo.

    No entanto, os autores do estudo não abordaram se a esponja pode remover microplásticos que afundam no sedimento, que é a maioria dos microplásticos em nossas águas, disse Ziajahromi, que não estava envolvido no estudo. Outra “questão crítica” é o descarte adequado das esponjas, disse Ziajahromi.

    “Embora o material seja biodegradável, os microplásticos que ele absorve precisam ser descartados adequadamente”, ela disse. “Sem um gerenciamento cuidadoso, esse processo corre o risco de transferir microplásticos de um ecossistema para outro.” Em última análise, acrescentou Ziajahromi, minimizar a poluição plástica deve permanecer, em primeiro lugar, uma “prioridade máxima”.



Fonte: HARVEY, Lex. Esponja de ossos de lula pode ajudar a remover microplásticos da água. CNN Brasil, 19 fev. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/esponja-de-ossos-de-lula-podem-ajudar-a-remover-microplasticos-da-agua/. Acesso em: 07 mar. 2025. (Texto adaptado).

Nos fragmentos “Microplásticos estão por toda parte” (1º§), e “cientistas na China descobriram uma possível solução” (2º§), os termos “microplástico” e “possível” receberam, respectivamente, acentuação gráfica pela mesma regra de acentuação aplicada às palavras:

Alternativas
Q3362822 Português
A alternativa ao açaí que pode ajudar a preservar a Mata Atlântica

Muitos caiçaras — povo tradicional de áreas litorâneas de partes das regiões Sul e Sudeste do Brasil — se tornaram palmiteiros, aqueles que viviam da extração do palmito.

Com a ameaça de extinção da palmeira e a evolução da legislação ambiental, a partir dos anos 1980, os palmiteiros deixaram de ser incentivados, pois extração do palmito significa a morte da planta.

Como a juçara é uma importante fonte de alimento para os animais que vivem na floresta, áreas sem a árvore perdem também a diversidade de sua fauna. Por isso, a sua preservação se tornou uma prioridade entre os defensores da Mata Atlântica.

Morador do Vale do Ribeira, Gilberto Ota é um dos ativistas em defesa da juçara. Gilberto conta que seu pai era caiçara da foz do Rio Ribeira de Iguape. A decisão de se considerar palmiteiro é mais política.

"Ao reivindicar a profissão de palmiteiro, dizemos que as gerações anteriores às famílias que hoje vivem da juçara não eram criminosos", diz ele. "Eram pessoas que trabalhavam com o cultivo da palmeira de uma forma diferente da que fazemos hoje."

A conversa vai de temas de agroecologia, vida comunitária em torno da associação que dirige e as possibilidades econômicas da juçara — mais especificamente, de seu fruto. 

O anfitrião só mostra alguma irritação quando é citado o "açaí de juçara". "Plantamos aqui a juçara, açaí é outra palmeira, lá da Amazônia", explica.

A confusão tem sua razão de ser. No Sul e Sudeste do Brasil, o açaí é consumido na forma de um creme doce e gelado, muito diferente da forma tradicional de consumo na Amazônia, em que ele faz parte de pratos salgados.

O creme se tornou tão popular no eixo Rio-São Paulo que açaí se tornou sinônimo da maneira como ele é preparado.

A juçara pode substituir o açaí nesta forma de alimento com a vantagem de ser colhido mais perto do mercado consumidor. São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Espírito Santo e Minas Gerais são os maiores produtores do fruto da Mata Atlântica.

Ao entrar neste mercado, a juçara não compete com o açaí, segundo a pesquisadora Virgínia da Matta, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). "Os dois se apoiam porque há mercado para a expansão da produção de ambos", afirma.

Para ela, além do crescimento do mercado nacional, existe uma crescente procura no exterior, onde há um conhecimento cada vez maior do fruto e de seus benefícios.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw4ekplyd9ro.adaptado.

O anfitrião só mostra alguma irritação quando é citado o açaí de juçara.


De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3362098 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Passarinho


Cheguei em casa esperando o silêncio habitual, mas fui surpreendido por um canto de passarinho. O som era belíssimo e intenso, como se estivesse dentro do apartamento. Intrigado, segui o trinado até o banheiro e lá estava ele, um pequeno pássaro preto e branco, saltitando no parapeito da janela. Seu canto era dobrado, como um dueto solitário.


Fiquei imóvel, encantado com a sua performance. Ele dançava e cantava para si mesmo, alheio à minha presença. Sem aviso, alçou voo, partindo com a leveza de quem sabe exatamente para onde ir. Fiquei na esperança de que retornasse.


Cinco dias depois, ele voltou! Chamou-me com seu gorjeio inconfundível. Minha mulher e eu corremos para vê-lo, maravilhados. Mais uma vez, partiu sem despedidas, deixando apenas a lembrança de sua serenata.


E então, enquanto escrevia esta crônica, ouvi seu canto outra vez. Corri até a janela e lá estava ele, reafirmando sua presença e inspirando-me a concluir o texto.


Por que os pássaros cantam? Para mim, é uma delicadeza de Deus.


Lembrei-me da trova de Mario Quintana:


Todos esses que aí estão


Atravancando o meu caminho


Eles passarão...


Eu passarinho!

Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado

https://cronicaseagudas.com/2021/05/30/passarinho/
Analise as palavras acentuadas no trecho a seguir:

Intrigado, segui o trinado até o banheiro e estava ele, um pequeno pássaro preto e branco, saltitando no parapeito da janela. Seu canto era dobrado, como um dueto solitário.

Assinale a alternativa que apresenta a justificativa da acentuação gráfica INCORRETA.
Alternativas
Q3361955 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Passarinho


Cheguei em casa esperando o silêncio habitual, mas fui surpreendido por um canto de passarinho. O som era belíssimo e intenso, como se estivesse dentro do apartamento. Intrigado, segui o trinado até o banheiro e lá estava ele, um pequeno pássaro preto e branco, saltitando no parapeito da janela. Seu canto era dobrado, como um dueto solitário.


Fiquei imóvel, encantado com a sua performance. Ele dançava e cantava para si mesmo, alheio à minha presença. Sem aviso, alçou voo, partindo com a leveza de quem sabe exatamente para onde ir. Fiquei na esperança de que retornasse.


Cinco dias depois, ele voltou! Chamou-me com seu gorjeio inconfundível. Minha mulher e eu corremos para vê-lo, maravilhados. Mais uma vez, partiu sem despedidas, deixando apenas a lembrança de sua serenata.


E então, enquanto escrevia esta crônica, ouvi seu canto outra vez. Corri até a janela e lá estava ele, reafirmando sua presença e inspirando-me a concluir o texto.


Por que os pássaros cantam? Para mim, é uma delicadeza de Deus.


Lembrei-me da trova de Mario Quintana:


Todos esses que aí estão


Atravancando o meu caminho


Eles passarão...


Eu passarinho!


Antonio Carlos Sarmento - Texto Adaptado


https://cronicaseagudas.com/2021/05/30/passarinho/
Leia o trecho do texto a seguir:

"Intrigado, segui o trinado até o banheiro e lá estava ele, um pequeno pássaro preto e branco, saltitando no parapeito da janela."

Com base nas regras do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa sobre o uso do hífen, analise a grafia da palavra "parapeito" e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3361718 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O lagarto de digestão lenta que foi essencial na criação do Ozempic

É uma pequena criatura, de pele brilhante e escamosa, que vagueia pelos desertos da América do Norte com passos lentos e que, indiretamente, serviu para promover uma revolução farmacológica. Seu nome científico é Heloderma suspectum, mas a maioria das pessoas conhece este réptil como monstro-de-gila.

E embora sua mordida venenosa cause sérias complicações para um ser humano, este pequeno animal um tanto desajeitado está por trás de uma das descobertas médicas que mais prometem salvar vidas no futuro.

Em seu veneno, pesquisadores descobriram uma enzima que inspirou os cientistas a desenvolver medicamentos que aumentam a atividade do receptor GLP-1, hoje vendidos nas farmácias com os nomes Ozempic, Wegovy e Mounjaro e prometem ser uma revolução no combate ao diabetes tipo 2 e à obesidade.

Assim como o monstro-de-gila foi a espécie-chave para o desenvolvimento destes medicamentos, o estudo do veneno de outros animais também já rendeu avanços importantes, como o desenvolvimento de medicamentos para controle da pressão arterial e anticoagulantes.

"As toxinas evoluem para desempenhar funções muito específicas, como se defender contra predadores ou incapacitar suas presas", explica à BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC, o professor Kini, que dedicou sua vida a explorar diferentes tipos de toxinas para encontrar usos alternativos para elas.

No caso do monstro-de-gila — uma das duas espécies de lagartos venenosos nativos da América do Norte — seu veneno evoluiu para imobilizar pequenas presas, devido à sua falta de agilidade.

O que os cientistas descobriram é que, além de ter um efeito sobre a presa, um hormônio presente no veneno do monstro-de-gila ajuda o metabolismo deste lagarto a desacelerar a tal ponto que ele sobrevive por até um ano com apenas seis refeições.

Ao isolá-lo, os pesquisadores descobriram que este hormônio, chamado de exendina-4, era muito semelhante ao GLP-1, uma substância que o ser humano produz naturalmente para regular os níveis de açúcar no sangue após as refeições.

No entanto, a exendina-4 é diferente do GLP-1 em uma característica fundamental: enquanto o GLP-1 humano deixa o corpo rapidamente por meio de mecanismos de excreção natural, a exendina-4 permanece por mais tempo no organismo, o que faz com que seu efeito na regulação da glicose seja mais duradouro.

Isso fornece a base para o desenvolvimento de medicamentos que atuam como agonistas do receptor de GLP-1. A primeira grande aplicação prática da exendina-4 foi no desenvolvimento de um medicamento chamado Byetta (exenatida), especificamente para tratar diabetes tipo 2.

Este tratamento reduz os níveis de glicose e, com pequenas modificações, lançou as bases para outros compostos mais resistentes e duradouros, como a semaglutida, princípio ativo do Ozempic e Wegovy.

"É impressionante como uma mudança em um ou dois aminoácidos faz com que a molécula dure mais tempo na corrente sanguínea, mantendo ou até mesmo aumentando sua eficácia terapêutica", diz Kini à BBC News Mundo.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj3nl8d1z8no.adaptado.
E embora sua mordida venenosa cause sérias complicações para um ser humano, este pequeno animal um tanto desajeitado está por trás de uma das descobertas médicas que mais prometem salvar vidas no futuro.

De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3361657 Português
Assinale a alternativa em que a grafia da palavra está INCORRETA:
Alternativas
Q3361379 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os bichos pedem passagem


Todos nós precisamos nos movimentar todos os dias. Para ir à escola, à padaria, visitar a família, os amigos... E esse deslocamento não é algo específico dos humanos não! Outros animais também levam a vida indo e vindo. Alguns andam, saltam ou se arrastam pelo chão, enquanto outros, os chamados arborícolas, vivem praticamente no ponto mais alto da floresta e se deslocam pelas copas das árvores, seja para buscar abrigo, alimento ou companhia para namorar. Entre estes animais estão os macacos, as preguiças, os ouriços, as serpentes e as pererecas.

Agora, vamos pensar um pouco. Nós, humanos, para organizar o nosso deslocamento, precisamos de ruas, avenidas e estradas. Só que, quando construímos essas vias para carros, ônibus e outros meios de transporte, dividimos o ambiente em pedaços. E, para conseguirmos ir de uma parte a outra, precisamos de alguns elementos de conexão, como passarelas e faixas de pedestres. Mas... e os bichos, como ficam?

Quando estradas e avenidas cortam florestas, a fauna também fica isolada, sem ter como ir de uma parte para a outra. No caso específico dos animais arborícolas, que se deslocam de galho em galho, o que será que pode ser feito para que sigam trilhando seu caminho?

Passarela dos bichos

Engenheiros e pesquisadores resolveram se unir para enfrentar esse desafio. O propósito era criar estratégias que resultassem na travessia segura para os animais, mantendo a conexão das árvores da floresta entre os dois lados de uma estrada. Inspirados em passarelas para pedestres cruzarem grandes avenidas e rodovias, veio a ideia de construir algo similar para outros animais.

É claro que para atrair os bichos a utilizarem suas próprias passarelas foi preciso tentar imitar o local onde vivem, como os galhos das árvores. Daí surgiram estruturas atraentes, usando diferentes materiais, como cabos de aço, corda, troncos de madeira e metais, para construir desde pequenas pontes até grandes viadutos com vegetação para os bichos se deslocarem em segurança por cima das estradas.

Podemos chamar essas ideias de soluções baseadas na natureza, porque elas realmente tentam imitar os processos naturais e a forma como a natureza estava naquele lugar. Mas há um nome específico para essas estruturas que permitem aos animais essa travessia segura: passagens aéreas (ou superiores) de fauna − pelo fato de cruzarem por cima da estrada.

Mas também existem passagens de fauna para animais que não têm a habilidade de escalar e se pendurar nos galhos, como cachorros-do-mato, capivaras, antas e tatus. Nesse caso, chamamos de passagens de fauna subterrâneas (ou inferiores), porque estão localizadas embaixo da estrada.


(https://chc.org.br/artigo/os-bichos-pedem-passagem/)
"Podemos chamar essas ideias de soluções baseadas na natureza, porque elas realmente tentam imitar os processos naturais e a forma como a natureza estava naquele lugar. Mas há um nome específico para essas estruturas que permitem aos animais essa travessia segura: passagens aéreas (ou superiores) de fauna − pelo fato de cruzarem por cima da estrada."
Analise as regras de acentuação dos vocábulos retirados do trecho e marque com (V) verdadeiro e (F) falso para as seguintes afirmações.

(__)O vocábulo 'ideias' perdeu o acento com o Novo Acordo Ortográfico.
(__)A palavra 'há' recebe acento por ser uma monossílaba terminada em 'a'.
(__)A palavra 'específico' é acentuada por ser uma proparoxítona.
(__)A palavra 'soluções' recebe acento gráfico por ser uma oxítona terminada em ditongo.

A sequência que preenche os parênteses corretamente é:
Alternativas
Q3361374 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os bichos pedem passagem


Todos nós precisamos nos movimentar todos os dias. Para ir à escola, à padaria, visitar a família, os amigos... E esse deslocamento não é algo específico dos humanos não! Outros animais também levam a vida indo e vindo. Alguns andam, saltam ou se arrastam pelo chão, enquanto outros, os chamados arborícolas, vivem praticamente no ponto mais alto da floresta e se deslocam pelas copas das árvores, seja para buscar abrigo, alimento ou companhia para namorar. Entre estes animais estão os macacos, as preguiças, os ouriços, as serpentes e as pererecas.

Agora, vamos pensar um pouco. Nós, humanos, para organizar o nosso deslocamento, precisamos de ruas, avenidas e estradas. Só que, quando construímos essas vias para carros, ônibus e outros meios de transporte, dividimos o ambiente em pedaços. E, para conseguirmos ir de uma parte a outra, precisamos de alguns elementos de conexão, como passarelas e faixas de pedestres. Mas... e os bichos, como ficam?

Quando estradas e avenidas cortam florestas, a fauna também fica isolada, sem ter como ir de uma parte para a outra. No caso específico dos animais arborícolas, que se deslocam de galho em galho, o que será que pode ser feito para que sigam trilhando seu caminho?

Passarela dos bichos

Engenheiros e pesquisadores resolveram se unir para enfrentar esse desafio. O propósito era criar estratégias que resultassem na travessia segura para os animais, mantendo a conexão das árvores da floresta entre os dois lados de uma estrada. Inspirados em passarelas para pedestres cruzarem grandes avenidas e rodovias, veio a ideia de construir algo similar para outros animais.

É claro que para atrair os bichos a utilizarem suas próprias passarelas foi preciso tentar imitar o local onde vivem, como os galhos das árvores. Daí surgiram estruturas atraentes, usando diferentes materiais, como cabos de aço, corda, troncos de madeira e metais, para construir desde pequenas pontes até grandes viadutos com vegetação para os bichos se deslocarem em segurança por cima das estradas.

Podemos chamar essas ideias de soluções baseadas na natureza, porque elas realmente tentam imitar os processos naturais e a forma como a natureza estava naquele lugar. Mas há um nome específico para essas estruturas que permitem aos animais essa travessia segura: passagens aéreas (ou superiores) de fauna − pelo fato de cruzarem por cima da estrada.

Mas também existem passagens de fauna para animais que não têm a habilidade de escalar e se pendurar nos galhos, como cachorros-do-mato, capivaras, antas e tatus. Nesse caso, chamamos de passagens de fauna subterrâneas (ou inferiores), porque estão localizadas embaixo da estrada.


(https://chc.org.br/artigo/os-bichos-pedem-passagem/)
"Mas também existem passagens de fauna para animais que não têm a habilidade de escalar e se pendurar nos galhos, como cachorros-do-mato, capivaras, antas e tatus."
O vocábulo 'cachorro-do-mato' foi grafado corretamente com hífen. Identifique a alternativa que apresenta um vocábulo grafado INCORRETAMENTE com hífen. 
Alternativas
Q3361308 Português
Escrita de palavras refere-se à representação gráfica de palavras utilizando um sistema de símbolos (letras), de acordo com regras de ortografia e gramática. É o processo de transformar palavras faladas ou pensadas em símbolos visíveis, como letras, para que possam ser lidas e compreendidas por outros (VOLP-ABL-2025).

Assinale a alternativa em que a escrita da palavra está conforme a norma ortográfica do português contemporâneo culto.
Alternativas
Q3361307 Português
Dependendo das propriedades de partículas na água, elas vão absorver e dispersar a radiação em diferentes comprimentos.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c30q8de6j2 yo.adaptado.) 


Assinale a alternativa em que os vocábulos encontram-se em ordem alfabética crescente.
Alternativas
Q3360006 Português
Identifique qual das palavras a seguir está corretamente acentuada: 
Alternativas
Q3360005 Português
Qual das oxítonas abaixo está corretamente acentuada? 
Alternativas
Q3359231 Português
Literatura brasileira marca presença na maior vitrine internacional do livro de Paris


    O Festival do Livro de Paris está de volta ao icônico espaço parisiense do Grand Palais em 2025, com a presença de 450 editoras internacionais e cerca de 1.200 autores, consolidandose como o grande encontro literário do ano na capital francesa até domingo (13). O Brasil marca presença no evento, a principal vitrine do setor na França, com diversos autores, lançamentos, artistas, tradutores e uma programação diversificada, apoiada pelo Ministério da Cultura e a Embaixada do Brasil em Paris.

    Destaque na temporada cruzada Brasil-França deste ano, a abertura do estande brasileiro nesta sexta-feira (11) contou com a presença do embaixador brasileiro em Paris, Ricardo Neiva Tavares, e do diretor para o Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério da Cultura, Jéferson Assumção, entre artistas, tradutores e escritores.


    Em sua participação no Festival do Livro de Paris, Assumção abordou temas cruciais para o desenvolvimento do setor no país. Em entrevista à RFI, ele destacou a importância da Lei nº 13.696, que institui a Política Nacional de Leitura e Escrita. Segundo o representante do Ministério da Cultura, o texto traz um elemento inovador ao enfatizar o desenvolvimento da escrita como porta de entrada para o universo da leitura e como forma de estimular o interesse pela literatura.

    "A construção do novo Plano Nacional do Livro e Leitura, voltado para o período de 2025 a 2035, está em andamento e envolve uma articulação entre políticas de cultura, educação e outras áreas do governo, além da participação ativa da sociedade. Afinal, esse plano é também um pacto coletivo pela leitura, com o objetivo de ampliar o número de leitores no país e fortalecer a economia do livro de forma descentralizada", destacou.

    Segundo ele, "o plano valoriza a bibliodiversidade, o desenvolvimento regional, o fortalecimento de bibliotecas, editoras e circuitos literários". "Essa ideia vai além da economia — porque se trata também de uma política de cidadania e de valorização simbólica, estética e criativa. A literatura, nesse contexto, ocupa um papel central, pois estabelece conexões com outras linguagens artísticas, como o cinema, o teatro, a música e as artes visuais", ressaltou Jéferson Assumção.

    "A França sempre foi uma parceira importante do Brasil, e essa relação histórica facilita o diálogo sobre políticas de leitura", destaca Assumção. "Recentemente, estivemos no estande do Brasil conversando com representantes do sistema de bibliotecas públicas de Paris, buscando trocar experiências e aprender mutuamente. No Brasil, o fortalecimento das bibliotecas públicas é um grande desafio, tanto em termos quantitativos — com a necessidade de abrir e reabrir unidades — quanto qualitativos", diz.

    A atriz Maria Fernanda Cândido, uma das atrações do estande brasileiro durante o Festival do Livro de Paris de 2025, falou sobre sua participação no evento. "Eu vou ler três textos do livro A Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector", esclareceu. "Especificamente, 'As Águas do Mundo', 'Uma História de Tanto Amor' e 'Felicidade Clandestina', que dá título ao livro", contou. Em 2024, fui convidada para transformar esse livro em um audiobook. Nós fizemos a gravação e, no início de 2025, ele foi lançado. Então, a partir de agora, tenho a honra de fazer parte da biblioteca de vozes aqui da França", comemorou a atriz brasileira.


Fonte: Literatura brasileira marca presença na maior vitrine internacional do livro de Paris


Assinale a alternativa cuja palavra NÃO seja proparoxítona:
Alternativas
Q3358726 Português
O ambicioso projeto britânico de tirar gás carbônico do mar


O pequeno programa piloto, conhecido como SeaCURE, é financiado pelo governo do Reino Unido como parte de sua busca por tecnologias que combatam as mudanças climáticas.


Há um amplo consenso entre os cientistas do clima de que a principal prioridade é reduzir as emissões de gases de efeito estufa, a principal causa do aquecimento global.


Muitos cientistas também acreditam que parte da solução precisa envolver a captura de alguns dos gases que já foram liberados. Estes projetos, conhecidos como captura de carbono, geralmente se concentram em retirar emissões na fonte ou extraí-las da atmosfera.


O que torna o SeaCURE interessante é que ele testa se pode ser mais eficiente extrair do mar o carbono que aquece o planeta, já que ele está presente em concentrações maiores na água do que na atmosfera.


O projeto tenta descobrir se a remoção do carbono da água pode ser uma forma econômica de reduzir a quantidade na atmosfera de CO2, gás que causa o aquecimento global.


O SeaCURE processa a água marinha para remover o carbono antes de bombeá-la de volta para o mar, onde absorve mais CO2.


O professor Tom Bell, do Laboratório Marinho de Plymouth, explica que o processo começa com o tratamento de parte da água do mar para torná-la mais ácida. Isso faz com que o carbono dissolvido na água se transforme em gás e seja liberado na atmosfera como CO2.


"Quando você abre um refrigerante, e ele espuma, é o CO2 que sai", afirma Bell. "O que fazemos é espalhar a água do mar por uma grande superfície. É como derramar uma bebida no chão, e permitir que o CO2 saia da água do mar muito rapidamente." O CO2 que emerge no ar é sugado e depois concentrado, usando cascas de coco carbonizadas, prontas para serem armazenadas.


Em seguida, a água do mar com baixo teor de carbono recebe a adição de álcali para neutralizar o ácido adicionado, e é bombeada de volta para um riacho que deságua no mar.


Uma vez de volta ao mar, ela começa imediatamente a absorver mais CO2 da atmosfera, contribuindo de forma sutil para a redução dos gases de efeito estufa.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly14j0wjg4o.adaptado.
Em seguida, a água do mar com baixo teor de carbono recebe a adição de álcali para neutralizar o ácido adicionado, e é bombeada de volta para um riacho que deságua no mar.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3342515 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Em 2050, não vai haver nenhuma economia europeia entre as 10 mais importantes do mundo

Com a economia estagnada e uma crescente fragilidade política na França e na Alemanha, a Europa enfrenta momentos difíceis.

Somam-se a isso a guerra na Ucrânia e o regresso de Donald Trump à Casa Branca, que já ameaçou impor tarifas às indústrias europeias, o que poderia desencadear uma guerra comercial extremamente prejudicial para os exportadores da região.

"Temos o melhor sistema de saúde, a melhor educação, as melhores estradas, mas isso custa muito caro. Até quando podemos sustentar isso?", questiona Jorge Dezcallar de Mazarredo, embaixador e ex-diretor dos serviços de inteligência da Espanha.

"A Europa está em decadência, e com a perda de sua influência também desaparecerá o altíssimo padrão de vida", afirma o diplomata espanhol em entrevista à BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC.

Em sua avaliação, o mundo está testemunhando o fim de uma era geopolítica, visão que ele explora em seu último livro, O fim de uma era. Ucrânia: a guerra que acelera tudo, no qual aborda como o conflito está precipitando o declínio do domínio ocidental.

A guerra vai muito além de uma disputa territorial para assegurar áreas estratégicas. Ela reflete forças profundas de mudança na geopolítica que rege o mundo desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Hoje, o Ocidente perde força, enquanto o Sul global ganha peso", destaca.

A fragilidade política da Europa ocorre em um momento de estagnação econômica: a previsão para 2024 é de um crescimento tímido de 0,9%, deixando uma região que representa um quinto do PIB global atrás de outras partes do globo.

Analistas apontam diversas razões para explicar esse cenário, como a perda de competitividade, o aumento da concorrência internacional e as políticas de austeridade.

A Europa precisa de inúmeras reformas: ampliar sua capacidade militar, reconfigurar seu sistema de energia, reinventar sua indústria tecnológica e repensar sua postura em relação à Rússia e à China. Tudo isso enquanto o descontentamento de seus cidadãos fortalece partidos populistas e de extrema direita em diversos países do continente.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwy8e15v13go) 
"Até quando podemos sustentar isso?, questiona Jorge Dezcallar de Mazarredo, embaixador e ex-diretor dos serviços de inteligência da Espanha."

O vocábulo 'ex-diretor' é hífenizado por seguir as regras que determinam o uso do hífen em palavras cujo primeiro elemento é um prefixo que indica anterioridade ou cessação. A seguir, são apresentados vocábulos grafados corretamente com hífen de acordo com as regras do Novo Acordo Ortográfico, EXCETO:
Alternativas
Respostas
2341: C
2342: D
2343: C
2344: D
2345: A
2346: A
2347: A
2348: B
2349: C
2350: B
2351: D
2352: D
2353: D
2354: A
2355: D
2356: D
2357: C
2358: D
2359: E
2360: B