Questões de Concurso Sobre orações subordinadas reduzidas em português

Foram encontradas 447 questões

Q2210531 Português
Considerando as relações que regem a formação do período composto, analise o período e as assertivas a seguir:
“Sendo assim, uma vez que a paixão acaba, a pessoa que está viciada nesse sentimento tende a tomar atitudes que farão com que ela se sinta assim novamente”.
I. Há três orações adjetivas no período. II. Há orações desenvolvidas no período. III. Não há orações coordenadas no período.
Quais estão corretas? 
Alternativas
Q2210092 Português
Assinale a opção que apresenta a frase em que a modificação de uma forma reduzida para uma forma nominal foi feita de forma adequada.
Alternativas
Q2208741 Português
Analise as assertivas abaixo a respeito de orações reduzidas, conforme nos ensina Cegalla:
I. Oração reduzida é a que se apresenta sem conectivo e com o verbo numa forma nominal: gerúndio, particípio e infinitivo.
II. As orações reduzidas são sempre subordinadas e analisam-se como as desenvolvidas correspondentes, ou melhor, de acordo com a sua função no período.
III. Em geral, é possível desenvolver orações reduzidas. Para isso, substitui-se a forma nominal do verbo por um tempo do indicativo, do subjuntivo ou do imperativo e inicia-se a oração com um conectivo adequado, de tal modo que não se mude a forma e se altere o sentido.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q2205064 Português

Texto para o item.



Internet: <www.caubr.gov.br> (com adaptações).

Considerando os aspectos formais e de conteúdo do texto, julgue o item.


O trecho “melhorar o relacionamento com o usuário” (linha 15) é uma espécie de adjunto adverbial de tempo, na forma de uma oração reduzida de infinitivo.


Alternativas
Q2204025 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


'Odeio a palavra inclusão. Já estou aqui, não quero que me incluam em lugar nenhum'


Julia Risso fala com clareza e pausadamente. Sua voz demonstra seus anos de treinamento antes de se tornar locutora.

Ela diz que sempre se desvia do assunto durante as conversas e escolhe com cuidado cada uma de suas frases. E está convencida de que odeia a palavra 'inclusão'; ela prefere a palavra 'socializar'.

Risso tem 28 anos de idade, nasceu com uma má formação genética na coluna que a transformou em uma pessoa baixinha, como ela diz, com ternura.

Ela mora em San Miguel del Monte, a cerca de 110 km da capital argentina, Buenos Aires. Lá, trabalha como professora de teatro.

A jovem se autodefine como ativista deficiente. Ela apresenta o podcast Les otres, está prestes a publicar um livro de ficção autobiográfico e, no mês de abril, apresentou uma palestra na 47ª Feira Internacional do Livro de Buenos Aires sobre como romper as barreiras sociais que aprofundam a desigualdade.

Acho que sou uma pessoa incapacitada pela sociedade. Não sou eu que tenho deficiência. Incapacitam-me quando instalam um banheiro e eu não entro ou o vaso sanitário é alto para mim. Ou quando vou ao supermercado, a gôndola mede 1,80 metro e a erva-mate que eu gosto está em cima de tudo.

E a sociedade não incapacita somente a mim, mas também a uma pessoa mais alta que não consegue levantar seus braços ou outra que carrega uma criança e não alcança alguma coisa.

Sou uma mulher, sou branca e também sou deficiente. De qualquer forma, acredito que o mais difícil é que a sociedade entenda que o problema, na verdade, são os outros, não somos nós.

Para falar de forma mais teórica, o modelo social da deficiência entende que a deficiência é uma construção social, não é um tema individual, não é um problema que exige que se cure uma pessoa.

O entorno é que precisa se adaptar para que essa pessoa possa viver com a maior autonomia possível. Mesmo assim, acho que este conceito não encerra a discussão sobre a ideologia da normalidade.

Uma mulher de 42 anos me escreveu no Instagram para contar que tentava ter um filho ou uma filha e seu médico advertiu que, se decidisse ter um bebê, ele poderia ter risco de nascer com deficiência. Ela se assustou muito.

E eu disse: "Que forma de assustar uma pessoa que decide ter um filho, e o medo seja que ele tenha deficiência!" Depois achei que o médico talvez tivesse razão... mas, logo lembrei que minha mãe me teve com 32 anos, não tinha mais de 40.

Quem tem risco de ter deficiência? Até certo ponto, todos nós temos risco. Talvez todos nós cheguemos a ser velhos e, se isso acontecer, o corpo se deteriore. Existem pessoas que, do nada, têm uma doença incapacitante e passam a usar cadeira de rodas. A vida tem uma porção de circunstâncias que fazem você ficar deficiente em algum momento.

Quem tem medo de ser deficiente não deve nascer, pois a condição humana é frágil. Existe um medo de que discriminem esse filho ou filha. Penso no meu pai, que tinha pavor de que me tratassem mal, que me enganassem. Antes me aborrecia, mas agora entendo o que ele sentia. Minha mãe precisou educar não só a mim, mas também ao meu pai e a todos os demais para que percebessem que estavam criando uma menina autônoma.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz4nved839eo. Adaptado.

Ela apresenta o podcast Les otres, está prestes 'a publicar um livro de ficção autobiográfico' e, no mês de abril, apresentou uma palestra na 47ª Feira Internacional do Livro de Buenos Aires.
A expressão destacada trata-se de uma ORAÇÃO:
Alternativas
Q2196685 Português

                                       

Analise as seguintes orações:


I. “Fui crescendo; e derrubei telhados com a cabeça” (linhas 11-12).


II. “desde que eu era muito pequena, os livros me deram casa e comida” (linhas 01-02)


III. “Foi assim que, devagarinho, me habituei com essa troca tão gostosa que no meu jeito de ver as coisas é a troca da própria vida” (linhas 22-24)


São orações subordinadas as contidas em 

Alternativas
Q2180546 Português

Analise:

“Avancei lentamente até o bueiro, sentei-me.”

(Graciliano Ramos)

A oração acima pode ser classificada como:

Alternativas
Q2176711 Português
Leia o texto para responder à questão.

        Leolinda Daltro (1859-1935) – A educadora é considerada uma das primeiras sufragistas e precursora do feminismo no Brasil. Fundou o Partido Republicano Feminino, três jornais para as mulheres e foi uma das criadoras da Linha de Tiro Feminino Orsina da Fonseca, onde elas treinavam com armas de fogo. No fim do século 19, viajou pelo Brasil divulgando ideias como a educação laica e os direitos indígenas.
(https://www.uol.com.br/universa/reportagens-especiais. Adaptado)

Na frase final do texto – No fim do século 19, viajou pelo Brasil divulgando ideias como a educação laica e os direitos indígenas. –, reescrevendo-se o trecho destacado e mantendo-se o sentido de finalidade, obtém-se:
Alternativas
Q2176402 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

A vida seria tão mais sossegada se não houvesse o inferno chamado “os outros”
Por Martha Medeiros




(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2023/03/a-vidaseria-tao-mais-sossegada-se-nao-houvesse-o-inferno-chamado-os-outros-clf0b09nc003z017y2f2frg4y.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando as relações que regem a formação do período composto, analise as assertivas a respeito do período abaixo:
“Seria como viver numa caverna, de frente para um vale desabitado, sem jamais receber um cutucão que fizesse a gente se questionar”.
I. O período é formado por 4 orações. II. Identifica-se apenas uma oração adjetiva no trecho. III. Identificam-se quatro orações reduzidas de infinitivo no período.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q2175707 Português

Preferiria congelar nos 50, mas deter o tempo como?

Por Martha Medeiros






(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros – texto adaptado

especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica o número correto de orações que compõem o período a seguir: “Nada adianta fazermos das nossas casas – corpo e residência – lugares belos para se fotografar, mas que dão a impressão de não haver nenhum morador dentro”. 
Alternativas
Q2173479 Português
Atenção: Leia o texto “Liberdade e necessidade ao revés”, de Eduardo Giannetti, para responder à questão.

    “Por meios honestos se você conseguir, mas por quaisquer meios faça dinheiro”, preconiza - prenhe de sarcasmo - o verso de Horácio. Desespero, precisão ou cobiça, dentro ou fora da lei: o dinheiro nos incita a fazer o que de outro modo não faríamos. Suponha, entretanto, um súbito e imprevisto bafejo da fortuna - um prêmio lotérico, uma indenização milionária, uma inesperada herança. Quem continuaria a fazer o que faz para ganhar a vida caso não fosse mais necessário fazê-lo? Estamos acostumados a considerar o trabalho como algo a que nos sujeitamos, mais ou menos a contragosto, para obter uma renda - como um sacrifício ou necessidade imposta de fora; ao passo que o consumo é tomado como a esfera por excelência da livre escolha: o território sagrado para o exercício da nossa liberdade individual. A possibilidade de satisfazer, ainda que parcialmente, nossos desejos e fantasias de consumo se afigura como a merecida recompensa - ou suborno, diriam outros - capaz de atenuar a frustração e aliviar o aborrecimento de ocupações que de outro modo não teríamos e não nos dizem respeito.
       Daí que, na feliz expressão do jovem Marx, “o trabalhador só se sente ele mesmo quando não está trabalhando; quando ele está trabalhando, ele não se sente ele mesmo”. - Mas, se o mundo do trabalho está vedado às minhas escolhas e modo de ser; onde poderei expressar a minha individualidade? Impedido de ser quem sou no trabalho - escritório, chão de fábrica, call center, guichê, balcão - , extravaso a minha identidade no consumo - shopping, butique, salão, restaurante, showroom. Fonte de elã vital, o ritual da compra energiza e a posse ilumina a alma do consumidor. A compra de bens externos molda a identidade e acena com a promessa de distinção: ser notado, ser ouvido, ser tratado com simpatia, respeito e admiração pelos demais. Não o que faço, mas o que possuo - e, sobretudo, o que sonho algum dia ter - diz ao mundo quem sou. Servo impessoal no ganho, livre e soberano no gasto.

(Adaptado de: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016)
Estamos acostumados a considerar o trabalho como algo a que nos sujeitamos, mais ou menos a contragosto, para obter uma renda. (1º parágrafo)
Em relação ao trecho que a precede, a oração sublinhada expressa ideia de
Alternativas
Q2158893 Português
Assinalar a alternativa que apresenta a análise INCORRETA, entre parênteses, do conectivo “que”:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Marechal Deodoro - AL Provas: FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Analista de Controle Interno | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Médico Clínico Geral | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Bibliotecário | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Contador | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Profissional de Educação Física | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Enfermeiro | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Assistente Social | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Arquiteto e Urbanista | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Engenheiro Civil | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Engenheiro de Trânsito | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Farmacêutico | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Fonoaudiólogo | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Fiscal de Meio Ambiente | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Fiscal de Tributos | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Fisioterapeuta | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Nutricionista | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Odontólogo | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Psicólogo | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Professor Artes / Ciências / Educação Física / Geografia / História / Inglês / Matemática / Música / Português |
Q2131775 Português
Imagem associada para resolução da questão

No segundo quadrinho, o período: “Se formos ao deserto,  você terá camuflagem de deserto”, a oração em destaque é a
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Marechal Deodoro - AL Provas: FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Analista de Controle Interno | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Médico Clínico Geral | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Bibliotecário | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Contador | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Profissional de Educação Física | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Enfermeiro | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Assistente Social | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Arquiteto e Urbanista | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Engenheiro Civil | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Engenheiro de Trânsito | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Farmacêutico | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Fonoaudiólogo | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Fiscal de Meio Ambiente | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Fiscal de Tributos | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Fisioterapeuta | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Nutricionista | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Odontólogo | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Psicólogo | FUNDEPES - 2023 - Prefeitura de Marechal Deodoro - AL - Professor Artes / Ciências / Educação Física / Geografia / História / Inglês / Matemática / Música / Português |
Q2131765 Português
O homem tem o direito fundamental à liberdade, à igualdade e ao desfrute de condições de vida adequadas, em um meio ambiente de qualidade tal que lhe permite levar uma vida digna, gozar de bem-estar e é portador solene de obrigação de proteger e melhorar o meio ambiente, para as gerações presentes e futuras. A esse respeito, as políticas que promovem ou perpetuam o ‘apartheid’, a segregação racial, a discriminação, a opressão colonial e outras formas de opressão e de dominação estrangeira permanecem condenadas e devem ser eliminadas. Os recursos naturais da Terra, incluídos o ar, a água, o solo, a flora e a fauna e, especialmente, parcelas representativas dos ecossistemas naturais, devem ser preservados em benefício das gerações atuais e futuras, mediante um cuidadoso planejamento ou administração adequados. Deve ser mantida e, sempre que possível, restaurada ou melhorada a capacidade da Terra de produzir recursos renováveis vitais. O homem tem a responsabilidade especial de preservar e administrar judiciosamente o patrimônio representado pela fauna e flora silvestres, bem assim o seu habitat, que se encontram atualmente em grave perigo, por uma combinação de fatores adversos. Em consequência, ao planificar o desenvolvimento econômico, deve ser atribuída importância à conservação da natureza, incluídas a flora e a fauna silvestres.
ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Declaração de Estocolmo sobre meio ambiente. In:  Anais Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente Humano. Estocolmo, 1972 (Preâmbulo).
A respeito dos segmentos do texto em destaque, 

I. “... em um meio ambiente de qualidade tal que lhe permite levar uma vida digna”   II. “... as políticas que promovem ou perpetuam o ‘apartheid" III. “... pela fauna e flora silvestres, bem assim o seu habitat, que se encontram atualmente em grave perigo"
é correto afirmar que  
Alternativas
Q2125898 Português
Tomando por base o excerto da matéria abaixo exposta, responda à questão.


NADAALÉM DO NECESSÁRIO


No quiet quitting, nova e ruidosa tendência do mundo corporativo, o funcionário cumpre apenas o que foi estabelecido pelo contrato de trabalho – nem mais, nem menos


        “O trabalho dignifica o homem.” A máxima do sociólogo alemão Max Weber (1864-1920) perdura há mais de um século como a mais nobre definição sobre o termo que, a rigor, deriva do latim tripalium, que designava um instrumento de tortura. O conceito parece estar cada vez mais embaralhado em tempos pós-pandêmicos. A Covid-19 alterou para sempre a dinâmica corporativa, normalizou o home office e escancarou a necessidade de priorizar o bem-estar. Especialmente no começo do surto, funcionários esticaram a jornada por temer a demissão. [...] A conta chegou com efeitos devastadores à saúde física e mental dos sobreviventes. Nesse contexto, surgiu uma alternativa inusitada: o quiet quitting, algo como “desistência silenciosa”, em tradução livre.
             Não se trata exatamente de uma tendência consolidada, mas de uma ideia que ganhou tração nas redes sociais, especialmente no Tik Tok, depois que Zaid Khan, um engenheiro de 24 anos, passou a detalhar seu propósito. [...]
         Por trás disso tudo está um termo em inglês mundialmente conhecido: o burnout, que desde 1º de janeiro é classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma doença ocupacional. A pane pode acometer qualquer funcionário e deve ser tratada com urgência. [...]
         A consagração do trabalho remoto ou híbrido impôs novos desafios: é possível treinar um estagiário à distância com a mesma eficiência? Para Priscyla Queiroz, analista de recrutamento e seleção do CIEE, trata-se de um caminho sem volta. [...]
       O conceito, ressalve-se, é recauchutado. Em 1996, o sociólogo suíço Johannes Siegrist documentou a necessidade de equilíbrio entre esforço e recompensa no ambiente do trabalho. A falta de reciprocidade pode desencadear uma série de emoções negativas.[...]
         As maiores corporações estão atentas. Há inclusive implicações legais para quem negligenciar a saúde de seus colaboradores.
[...]
         Os especialistas entrevistados por Veja afirmaram que o termo quiet quitting não é o mais adequado, por não se tratar de desistência do trabalho e por não ser uma reação silenciosa, às escondidas. O mérito de Zaid Khan e de seus seguidores foi, na verdade, trazer a questão para o centro dos debates. O segredo é encontrar o equilíbrio.

(Luiz Felipe Castro/Veja, 14/09/22)
O período abaixo transcrito é formado por quatro orações. Quanto à sua configuração, é CORRETO afirmar que:

“A Covid-19 alterou para sempre a dinâmica corporativa, normalizou o home office e escancarou a necessidade de priorizar o bem estar”.
Alternativas
Q2107120 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


O Cupido original não era um bebê com asas

Por Leo Caparroz







(Disponível em: https://super.abril.com.br/cultura/o-cupido-original-nao-era-um-bebe-com-asas-conheca-suahistoria/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica o número correto de orações que compõem o período a seguir: “Ele leva sua questão até Júpiter, que propõe um acordo: ele ajudaria Cupido; em troca, o deus do amor daria uma mãozinha para que ele conquistasse qualquer donzela que chamasse sua atenção no futuro”.
Alternativas
Q2100130 Português

Por que infecção urinária afeta 50% das mulheres e é tratada de forma pouco eficaz


Geralmente, a ITU - infecção do trato urinário - é causada pela bactéria Escherichia coli, ou simplesmente E. coli.

Muitos outros micro-organismos também podem ser responsáveis pelo quadro, mas há poucas pesquisas sobre eles e também sobre as cepas ainda mais raras de E. coli, segundo a pesquisadora Jennifer Rohn, diretora do Centro de Biologia Urológica da University College London, no Reino Unido.

Uma ITU pode causar cistite, uma inflamação da bexiga, explica Chris Harding, urologista do Hospital Freeman e da Universidade de Newcastle, também no Reino Unido. Existem outros tipos de ITUs, mas a cistite é a mais comum. As ITUs são extremamente comuns, e afetam, pelo menos, metade do público feminino em algum momento da vida.

Elas são especialmente prevalentes entre mulheres jovens e sexualmente ativas e aquelas na pós-menopausa, contextualiza Rohn.

Genética, hormônios e anatomia são fatores que entram em jogo. Mulheres e meninas são afetadas especialmente porque têm uretras mais curtas do que os homens. Isso facilita a chegada das bactérias à bexiga.

Vale destacar que os homens também podem ter uma ITU, especialmente quando são mais velhos. Em lares de idosos, as infecções urinárias são o tipo mais comum de condição provocada por micro-organismos.

No mundo, as ITUs afetam cerca de 150 milhões de pessoas a cada ano, mas esse problema se tornará ainda mais comum à medida que o mundo envelhece.

"E essa é uma razão muito importante pela qual os idosos acabam no hospital", explica Rohn.

Como as ITUs são comuns e geralmente pouco complicadas, muitos médicos as encaram como uma parte normal de ser mulher.

Essa atitude, porém, aumenta o risco de banalizar os casos mais graves, que são inúmeros. Além das ITUs recorrentes, há uma conscientização cada vez maior sobre a forma crônica dessa doença, às vezes chamada de ITU de longa duração.

Essencialmente, algumas pessoas vivem com sintomas ao longo de vários dias, sem nenhum alívio. No entanto, quase não há reconhecimento oficial dessa condição, que se arrasta por mais tempo.

Mesmo as ITUs relativamente simples acabam prejudicadas na hora do diagnóstico. Os exames típicos para detectar o quadro são os testes e a cultura de urina, mas esses métodos não são sensíveis o suficiente para serem confiáveis. 

Por outro lado, os testes moleculares de nova geração são quase sensíveis demais, e detectam qualquer patógeno, mesmo que ele não esteja relacionado ao problema. Além disso, essa tecnologia é bem mais cara.

Os testes de urina tradicionais são baratos, mas, muitas vezes, trazem resultados enganosos. Em outras palavras, um teste padrão para ITUs é derivado de pesquisas desatualizadas que nem sequer eram específicas para essa doença no passado.


Por que infecção urinária afeta 50% das mulheres e é tratada de forma pouco eficaz (msn.com). Adaptado. 

No mundo, as ITUs afetam cerca de 150 milhões de pessoas a cada ano, mas esse problema se tornará ainda mais comum 'à medida que o mundo envelhece'.


A expressão em destaque é uma oração:

Alternativas
Q2098739 Português

O exercício simples que traz benefícios surpreendentes para o cérebro


"Nossos cérebros são grandes demais, muito ineficientes e precisam de muita energia para funcionar, mesmo em repouso", diz Damian Bailey, diretor do Instituto de Pesquisa em Saúde e Bem-Estar da Universidade de South Wales, no Reino Unido.

Bailey, que também é o líder do Laboratório de Pesquisa Neurovascular da Universidade, explicou que a atividade física é importante porque não há tratamento curativo para a neurodegeneração e o exercício surgiu como uma contramedida muito poderosa.

Mas a grande questão, segundo ele, é: quanto exercício se deve fazer, de que tipo e com que frequência.

"Muito do que fazemos no laboratório é observar diferentes aspectos do exercício, em termos de tipo, intensidade e duração, tentando encontrar o ponto ideal onde podemos ver uma adaptação otimizada", diz Bailey.

"Sabemos que, com a atividade física, aumentamos o fluxo sanguíneo para o cérebro, o que é crucial porque isso o ajuda a reconhecer as substâncias químicas úteis de que precisa para crescer", diz o cientista.

Esse suprimento de sangue também é importante porque nosso hipocampo, a parte do cérebro responsável pelo aprendizado e pela memória, encolhe à medida que envelhecemos, recebendo menos sangue.

Graças aos recentes avanços tecnológicos, os cientistas entendem como a atividade física beneficia o cérebro.

Eles medem o fluxo sanguíneo para o cérebro através do pescoço.

"E o que nossa pesquisa mostra é que você não precisa fazer exercícios de tirar o fôlego ou se esforçar ao máximo na academia para beneficiar certas partes do cérebro".

"Você pode fazer alguns grandes movimentos que quase não parece que você faz esforço físico e que realmente estimulam o cérebro."

"O que identificamos é que, principalmente, para pessoas que não estão muito em forma ou que não podem fazer exercícios pesados, o agachamento é uma opção muito útil".

É isso mesmo: agachar-se e levantar-se repetidamente foi descrito como uma forma "inteligente" de exercício porque "desafia o cérebro" e, portanto, beneficia-o.

O melhor de fazer agachamentos, explica o cientista, é que quando você se levanta, você vai contra a gravidade; quando você desce, você trabalha com a gravidade.

"Com isso, o fluxo sanguíneo para o cérebro sobe e desce repetidamente conforme você faz o movimento, e é essa mudança no fluxo que estimula o endotélio vascular, o revestimento interno dos vasos sanguíneos, a fornecer mais sangue ao cérebro."


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0dl9d3mp9ro. Adaptado.

Sabemos 'que aumentamos o fluxo sanguíneo para o cérebro com a atividade física'.


A expressão em destaque trata-se de uma oração: 

Alternativas
Q2080721 Português
Texto para responder à questão.

O dinamismo lexical: o dizer nosso de cada dia

   O léxico de uma língua constitui-se do saber vocabular de um grupo sociolinguístico e culturalmente definido; é o conhecimento partilhado que povoa a consciência do falante, onde esse acervo se configura como verdadeira janela através da qual o indivíduo divisa o seu entorno, ao mesmo tempo em que, ademais revela os valores, as crenças, os costumes, os modismos que viabilizam a comunidade em que vive o usuário de tal e qual palavra. É no léxico, ainda, que se gravam – e, não raro, pirogravam – as designações que rotulam as mudanças encadeadoras dos caminhos e dos descaminhos da humanidade, além de comporem o cenário de revelação tanto da realidade quanto dos fatos culturais que permearam a sua história.
   O léxico de todas as línguas vivas é essencialmente marcado pela mobilidade, as palavras e as expressões com elas construídas surgem, desaparecem, perdem ou ganham significações, de sorte a promover o encontro marcado do falante com a realidade do mundo biossocial que o acolhe: o homem e o mundo encontram-se no signo.
     As mudanças linguísticas, em especial as concernentes ao léxico, nada apresentam de espantoso ou de estranho: elas são, em tudo, análogas às transformações históricas que traçam seus cursos dentro de certa previsibilidade que só surpreende o desatento e o desconhecedor das artes de conviver – a imutabilidade quer da história, quer da palavra que a descreve e a realiza é que seria um fato a se estranhar.
  O incremento do acervo lexical de uma língua é inconteste: segundo Antônio Houaiss(1983:20), “em tempos de Augusto Comte (1798-1857), há pouco mais de 140 anos, portanto, era possível designar todas as ciências, artes, técnicas e profissões então existentes com 240 palavras; estudos da Unesco, em 1963, advertiam que a mesma tarefa só seria levada a efeito com um acervo de 24 mil entre palavras e locuções. É ainda de Houaiss a informação de que “cerca de 90% dos 400 mil vocábulos das línguas de cultura foram forjados de meados do século XIX para cá.” [...]
     O que se depreende do exposto é o fato de que o falante, inserido no seu tempo e no seu espaço, é instado a ampliar consideravelmente o seu inventário vernacular para dar conta do seu entorno e do seu estar-no-mundo, sob pena de, se assim não fizer, ser exilado dos jogos de convivência que têm, na palavra, o seu penhor e a sua fonte de produção. [...]
    A verdade é que a legitimação do que se diz ou do que se deve dizer depende fundamentalmente da chancela da comunidade, do povo – povo que constrói nações, fortalece impérios, escreve e rescreve a sua história, vitaliza idiomas: povo que, por direito, justiça e fato, é o único, legítimo e verdadeiro “dono da língua”.
(SILVA, Maria Emília Barcellos da. Língua Portuguesa em debate: conhecimento e ensino / José Carlos de Azeredo (organizador). 4. ed.- Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. Trecho adaptado.)
Na construção do texto, as orações reduzidas são estruturas sintáticas que permitem um estilo diferenciado evitando repetição desnecessária. Representa um exemplo do uso correto de uma das formas nominais que fazem parte de tal estrutura:
Alternativas
Respostas
101: E
102: A
103: C
104: C
105: C
106: C
107: A
108: A
109: B
110: D
111: D
112: A
113: A
114: C
115: D
116: C
117: E
118: E
119: A
120: D