Questões de Concurso Sobre orações subordinadas reduzidas em português

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Q1622834 Português
Assinale a alternativa CORRETA a respeito dos processos de coordenação e subordinação.

I- Marina trabalha e cuida dos filhos.
II- Eu queria ir ao cinema, mas tenho que estudar.
III-Todos estavam com sede.
Alternativas
Q1344548 Português
Instrução: A questão pode referir-se ao texto abaixo, portanto, quando necessário, consulte-o. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Aula de Português para a formação de leitores


(Fonte: https://www.escrevendoofuturo.org.br, Artigo elaborado por Margarete Schlatter em coautoria com Camila Dilli e Letícia Soares Bortolini, acesso em 10-05-2019 – Fragmento adaptado)
Avalie as afirmações que seguem sobre a ocorrência de orações no texto:
I. As orações introduzidas por ‘combinando’, ‘lançando’ e ‘levando’ (linhas 12, 14 e 16, respectivamente) são classificadas como reduzidas de gerúndio. II. A oração ‘Para atribuir sentidos ao texto’ (l. 10), ao ser expandida, assumiria a forma ‘Para que se atribua sentidos ao texto’. III. ‘Na posição de leitores mais experientes’ (l. 22) representa uma oração subordinada adverbial deslocada.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1247444 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

    A comunicação pode ser entendida como o compartilhamento de um significado entre dois ou mais indivíduos e, na maioria dos casos, não ocorre espontaneamente, sem qualquer objetivo. Ela é iniciada por alguém que visa alcançar um determinado resultado.
    No processo de comunicação intercultural, ao comunicador compete conhecer tanto a sua cultura quanto a cultura de seu receptor. Do ponto de vista teórico, tais recomendações não se distanciam muito do esquema elementar desenvolvido pelo professor Wilbur Schramm, nos primórdios dos estudos da comunicação. Ao transmissor competia codificar uma ideia e gerar um sinal − ou mensagem − através de um meio, de modo que o receptor pudesse decodificá-lo e absorver o seu significado. Esse processo desenrolava-se sobre um cenário, ou contexto, e dizia-se que cabia ao transmissor dimensionar a mensagem no nível de percepção e entendimento do receptor.
     São comuns, entretanto, as situações em que, em lugar de assumir esperadas posições de competência na comunicação intercultural, vemos transmissores emitindo mensagens que não são compreendidas pelos seus receptores, impossibilitando-os de produzir significados próprios e transformando-os em meros repetidores do que ouvem − numa clara relação de dominação. Os exemplos seriam muitos; para lembrar apenas um, no campo da comunicação empresarial, podemos mencionar o grande número de empresas internacionais que utiliza, no Brasil, slogans ou lemas publicitários em inglês − sem tradução − a despeito do fato de que não mais do que dez por cento da população seja fluente nesse idioma.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos
(org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador, Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura
Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
Verifica-se uma relação de causa e consequência, nessa ordem, entre os enunciados separados pela vírgula no seguinte trecho:
Alternativas
Q1240580 Português
Assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: AOCP Órgão: Câmara de Cabo de Santo Agostinho - PE
Q1182131 Português
O que é ergonomia?
Ergonomia é a área da ciência que estuda maneiras de facilitar nossa relação com objetos e máquinas. “Seu objetivo central é adaptar o trabalho ao ser humano, evitando que ocorra o contrário”, diz o engenheiro e doutor em ergonomia Laerte Idal Sznelwar, da Universidade de São Paulo (USP). O naturalista polonês Wojciech Jastrzebowski foi a primeira pessoa a usar o termo ergonomia – que em grego significa “princípios do trabalho” – num texto chamado The Science of Work (“A Ciência do Trabalho”), escrito em 1857. Um exemplo de aplicação dos princípios ergonômicos são os telefones com teclas. Os números não são dispostos por acaso em quatro fileiras com três botões cada. Antes de esse formato ser lançado, foram testados modelos com teclados circulares, diagonais e horizontais com duas fileiras de botões. Venceu a configuração que os estudiosos perceberam ser a mais confortável para os usuários.
A ergonomia atual vai ainda mais longe e não fica só no desenho de objetos: as telas dos caixas eletrônicos, por exemplo, são projetadas com ícones grandes e fáceis de localizar. Por causa da variedade de aplicações, o trabalho em ergonomia é feito por vários profissionais, como engenheiros, arquitetos, médicos, fisioterapeutas e psicólogos. Nos últimos anos, os estudos nessa área ganharam destaque na criação de objetos que diminuam os riscos de lesões por esforços repetitivos, as famosas LER, que atacam, por exemplo, quem vive sentado diante do computador a maior parte do dia.
Na medida certa  Mobílias e máquinas ergonômicas respeitam o corpo do usuário
Monitor bem posicionado: Permite olhar para a tela mantendo o pescoço em sua posição natural.  Apoio: Mantém os pés em posição confortável caso a mesa não tenha regulagem de altura.  Teclado ideal: Modelos com teclas que amorteçam os dedos evitam lesões como a tendinite.  Encosto ajustável: Adequa-se à curvatura lombar, evitando lesões nas costas.  Mola amortecedora: Não deixa a coluna sofrer impactos bruscos.  Altura regulável: Permite manter os joelhos em um ângulo de 90º, deixando a circulação sanguínea livre.
Adaptado de: <https://super.abril.com.br/mundo-estranho/o-que-e-ergonomia/>. Acesso em: 31 de outubro de 2019.
As orações reduzidas, iniciadas com verbos no gerúndio, podem estabelecer diferentes relações de sentido com as orações com as quais se articulam. Diante disso, assinale a alternativa que indica corretamente a função de tais orações nas seguintes frases: 
I.  Permite manter os joelhos em um ângulo de 90º, deixando a circulação sanguínea livre.  II.  Adequa-se à curvatura lombar, evitando lesões nas costas.
Alternativas
Q1167399 Português

(Adaptado de justificando.com?2019/09/18/quando-prisioneiros-olharam-para-um- juiz-sem-esbocar-emoção/, em 18 de setembro de 2019)

As orações reduzidas não se iniciam por relativo nem por conjunção, contudo são repletas de significado em relação à principal. No período abaixo, “espalhadas em várias galerias e galpões” é uma oração reduzida, que possui em relação à oração principal valor:


“Havia cerca de 6.000 pessoas presas no local, espalhadas em várias galerias e galpões.” (linhas 1 e 2)

Alternativas
Q1157535 Português

“Um erro de cálculo pode explicar o desabamento de um edifício. Mas por que não pensar também na rebelião das paredes contra o que se passa entre elas?”


Se substituíssemos o termo sublinhado por uma oração desenvolvida, a forma adequada seria  

Alternativas
Q1157472 Português

“Um homem, caminhando por seus domínios, vê no meio da multidão um homem muito parecido consigo.”


A oração sublinhada equivale à seguinte oração desenvolvida:

Alternativas
Q1157465 Português

“Antes de casar, eu tinha três teorias sobre como educar crianças. Agora eu tenho três crianças e nenhum teoria.”


A oração reduzida “Antes de casar” pode ser adequadamente substituída pela seguinte oração desenvolvida:

Alternativas
Q1157321 Português
 “é muito fácil esquecer o corpo.” 
Nesse segmento a oração reduzida está sublinhada. Se trocássemos essa oração reduzida por uma oração desenvolvida, a forma adequada seria 
Alternativas
Q1122903 Português
No contexto, expressa noção de finalidade o seguinte trecho:
Alternativas
Q1119785 Português
O inexpugnável mistério
      Aceitemos de bom grado a tese formulada pelo físico nuclear dinamarquês Niel Bohr, segundo a qual “a tarefa da ciência é reduzir todos os mistérios a simples trivialidades”. Aceitemos também a conjectura de que, com o tempo e com um trabalho sem tréguas, os cientistas tenham conseguido levar a cabo essa tarefa da ciência, e todos os mistérios do mundo – da origem da vida à relação entre a mente e o cérebro – tenham afinal rendido os seus segredos e se revelado ao olhar humano naquilo que são: trivialidades perfeitamente inteligíveis na ordem natural das coisas.
     Pois bem. Terminada a tarefa da ciência, restará ainda um derradeiro enigma diante do qual ela não tem, nem poderá vir a ter, o que dizer: o mistério da trivialidade de tudo. Em outras palavras: a ciência não saberá explicar a razão de ser de todas as trivialidades que compõem o nosso misterioso mundo.
(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 27)

Na frase Terminada a tarefa da ciência, restará ainda um derradeiro enigma, mantém-se o sentido caso se substitua o segmento sublinhado por:

Alternativas
Q1118631 Português
No último quadrinho, a oração “para a gente ficar desperdiçando dentes” pode ser classificada como uma oração adverbial reduzida de infinitivo:
Alternativas
Q1081828 Português

Mentalidade Self-service e a ilusão de liberdade


Simone Ribeiro Cabral Fuzaro


    Hoje, gostaria de refletir sobre uma ideia que foi entrando em nosso cotidiano, foi se enraizando em nossas vidas e transformando nosso modo de ver o mundo e as coisas: a mentalidade “self-service”. Essa expressão da língua inglesa, traduzida livremente ao Português, significa “serviço próprio” ou “autosserviço”. O self-service é um sistema de atendimento adotado principalmente em restaurantes, pelo qual o cliente tem a possibilidade de servir o seu próprio prato, de acordo com as opções disponibilizadas pelo estabelecimento.

    Apesar de ter tido seu início em restaurantes, esse tipo de serviço foi se expandindo a diversos outros estabelecimentos, em que é possível que o próprio cliente execute integral ou parcialmente o atendimento (lavanderias, postos de combustível, caixas eletrônicos...).

    Apesar dos benefícios e facilidades inegáveis trazidas por esse tipo de serviço, é importante olharmos para os demais efeitos que causa em nosso modo de ver as coisas e, consequentemente, em nossas vidas. Essa possibilidade de autosserviço, no qual se paga por exatamente aquilo que se deseja consumir, foi aos poucos contribuindo na transformação das relações, uma vez que foi fomentando a possibilidade de que cada um atenda efetivamente aos seus próprios desejos e interesses sem restrições relativas ao grupo que o acompanha ou àquele que presta o serviço. Já não há mais a necessidade de se escolher em família (ou em grupo) que prato pedir no restaurante e, com isso, de se negociar desejos, gostos, preferências. Mesmo que não percebamos com muita clareza, está implícito aí um engrandecimento do eu em detrimento do nós.

    Já não se faz mais necessário abrir mão de um gosto, de comer um pouco do que não aprecio tanto para satisfazer alguém com quem me importo. Pouco a pouco, sem percebermos, vamos vivendo cada vez mais um modo autocentrado de ver os serviços que utilizamos, as pessoas que nos rodeiam.... o mundo. Vai ficando forte a ideia de que pago somente pelo que quero consumir, consumo somente aquilo que me interessa do serviço oferecido, ganhando o direito de “recortá-lo” segundo meus interesses e sem considerar os interesses daqueles que prestam o serviço e, às vezes, até mesmo se o serviço prestado será de qualidade se for adaptado ao meu querer.

    Se olharmos a realidade, por exemplo, das escolas infantis, veremos uma quantidade cada vez maior de pais que querem escolher livremente o horário de entrada e saída dos filhos sem levar em conta os períodos escolares que são importantíssimos por vários motivos: contemplam uma rotina necessária para as crianças pequenas, asseguram um mesmo grupo de colegas e professores, o que transmite segurança e conforto afetivo, possibilitam que participem das atividades planejadas à fase escolar em que se encontram etc. O que os pais estão buscando, no entanto, é uma “escola self-service” e não percebem que acabam por prejudicar o próprio filho, que terá um serviço que não garantirá o atendimento às suas necessidades básicas para um desenvolvimento saudável.

    Reina uma ideia de que temos o direito de ser “livres” para escolher segundo nossos desejos e nossas necessidades. Questiono, porém: podemos considerar essa possibilidade de escolha como liberdade? Parece-me haver um equívoco claro nessa ideia, afinal, a liberdade nos leva a escolher o bem. O que há hoje são pessoas absolutamente escravizadas, em primeiro lugar, pelos seus próprios desejos de satisfação, conforto, facilidade. Depois, escravizadas ao ter – é preciso muito para viver nessa gana de satisfações, e, então, escravizamo-nos às rotinas malucas de trabalho que roubam o direito de atendermos às necessidades reais de nossa saúde, de nossa família, de uma vida mais equilibrada.

    Vale refletirmos: em que situações estamos nos deixando levar por essa “mentalidade self-service” exagerada? Vamos olhar de modo crítico as facilidades, afinal, já sabemos: as grandes e fundamentais aprendizagens acontecem quando enfrentamos as dificuldades e não quando nos desviamos delas.


Disponível em: <http://www.osaopaulo.org.br/colunas/mentalidade-self-service-e-a-ilusao-de-liberdade>. Acesso em: 25 jun. 2019.

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Em “...gostaria de refletir sobre uma ideia...”, o verbo em destaque é transitivo indireto por exigir um complemento precedido de preposição. ( ) Em “...é importante olharmos para os demais efeitos...”, a oração destacada é reduzida de infinitivo, devido ao uso da forma nominal “olharmos”. ( ) Em “Já não há mais a necessidade de se escolher em família (ou em grupo) que prato pedir no restaurante...”, há apenas uma oração. ( ) Em “O que há hoje são pessoas absolutamente escravizadas...”, o termo destacado funciona como sujeito da oração.
Alternativas
Q1040324 Português
Texto CB1A1-I 



Cada uma das opções a seguir apresenta uma proposta de reescrita que altera o seguinte trecho do texto CB1A1-I: “o que permite imaginar a possibilidade de resolver grande número de problemas materiais do homem, quem sabe, inclusive, o da alimentação” (l. 5 a 7). Assinale a opção em que a proposta apresentada mantém a correção e os sentidos originais do texto.
Alternativas
Q1019175 Português
Assinale a alternativa CORRETA para a classificação da seguinte oração: "Sem limparem a casa, não iremos ao shopping".
Alternativas
Q1004546 Português

“- Esterco – respondeu Oscar, farejando aborrecimento: - Por quê? Não lhe cheira bem?”


A oração reduzida “farejando aborrecimento” pode ser adequadamente substituída por uma oração desenvolvida, na seguinte estrutura:

Alternativas
Q983315 Português
“Ao proteger negócios ultrapassados que naturalmente não conseguem competir, criamos uma economia estagnada e antiquada, pois sem competitividade não há incentivo à inovação.” (L.51/53).

O período em evidência apresenta, por ordem de ocorrência
Alternativas
Q981323 Português

Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.


No período em que se inserem, os trechos “para absolver o presente” (l.13) e “para louvar os bons tempos antigos” (l.14) exprimem finalidades.

Alternativas
Q963382 Português

“Sustentar essa ordem era acreditar na importância das relações hierárquicas.” (linhas 14 e 15) 

 

A respeito do período acima, analise as afirmativas a seguir:

I. Há duas orações subordinadas substantivas, uma subjetiva e uma objetiva indireta.

II. O período apresenta duas orações reduzidas e nenhuma desenvolvida.

III. A oração principal é “era”.


Assinale 

Alternativas
Respostas
241: A
242: A
243: A
244: B
245: A
246: A
247: B
248: B
249: C
250: A
251: B
252: D
253: D
254: C
255: C
256: B
257: A
258: B
259: C
260: C