Questões de Concurso
Sobre orações subordinadas adverbiais: causal, comparativa, consecutiva, concessiva, condicional... em português
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RAMOS, Graciliano. Angústia. 59 ed. São Paulo: Record, 2004.
No fragmento textual, há duas orações em destaque que apresentam sentido de:
"Com as asas abertas, o Skiphosoura bavarica tem dois metros de envergadura. O fóssil da nova espécie de pterossauro foi encontrado no sul da Alemanha em um bom estado de conservação."
Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/nova-especie-de-pterossauro-traz-pistas-sobre-a-evolucao-desses-repteis-voadores/. Acesso em: 20 nov. 2024.
I.Embora estivesse chovendo, resolveram fazer o passeio mesmo assim.
II.Conforme acordado anteriormente, a entrega será feita na próxima semana.
III.Decidiu sair mais cedo, pois havia muitos compromissos no dia seguinte.
IV.À medida que o tempo passa, as lembranças vão se tornando mais intensas.
V.Quanto mais estudava, mais confiava em sua capacidade.
Em quais das afirmativas lidas acima há o emprego de uma oração subordinada adverbial proporcional?

Internet:<eprconsultoria.com.br>
Analise:
“Quando os jovens forem estimulados, lerão mais.”
Assinale a opção que apresenta a classificação correta da oração acima:
"Portinari morreu envenenado por tintas, depois de 40 anos de trabalho."
"Certamente, coabitar com poeira e mofo não é fácil para um alérgico."
"Essas mudanças climáticas causadas pelo efeito estufa geram alterações nos níveis de chuva, resultando em uma elevação em determinada região. Tal aumento, ocorrendo concomitantemente à poluição e à falta de infraestrutura nas cidades, resulta no aumento de enchentes, inundações e alagamentos."
Tal parágrafo se estrutura numa relação de:
A expressão “ainda que”, no contexto em que é usada, traz o sentido de
A palavra em destaque pode ser substituída sem alterar o sentido nem produzir falha gramatical por
Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão, que a ele se referem.
Texto 01
Você lembra quando não existia internet?
Rossandro Klinjey
Para aqueles que se lembram dos dias em que conversas espontâneas em lojas e sorrisos não solicitados eram a norma, a era pré-smartphone, quando a internet ainda era apenas um sonho, foi mágica. Se o auge da sua infância envolvia ouvir sua mãe gritando na rua: “tá na hora do jantar”, ou inventar aventuras apenas com sua imaginação, você provavelmente nutre uma relação de amor e ódio com seu “telefone inteligente”, esse dispositivo maravilhoso com conexão à internet que nos permite andar em cidades que não conhecemos, pedir comida ou comprar roupa com um clique. Enfim, como sobrevivíamos sem Waze e o delivery?
E, sim, eles podem encontrar quase tudo para nós, de um novo amor a uma refeição saborosa. Mas, por mais que tentem, ainda não conseguem substituir um abraço caloroso. Muito menos uma conversa olho no olho, ou entender as sutilezas do coração humano. Um brinde à ironia de um mundo onde podemos estar a um clique de tudo, exceto da genuína conexão entre gente de verdade.
Com a ascensão dos smartphones e das redes sociais, ultrapassamos as barreiras de tempo e espaço, inclusive na internet, reconectando-nos com amigos de infância, colegas de escola e parentes em outros países em tempo real. É uma viagem incrível quebrar as limitações do relógio e da geografia com apenas um toque. Quem poderia resistir a tal fascínio? Em seguida, veio o feed infinito das redes sociais pronto para entregar elevadas doses de dopamina e satisfazer a cada um de nós, fornecendo exatamente o que desejávamos naquele momento. [...]
E assim ficamos presos, quase acreditando que havíamos perdido a capacidade de retornar à nossa humanidade. Agora, começamos a compreender esse dilema. Na busca por experiências externas, desvalorizamos a convivência íntima, aquela que nos permite crescer e dar sentido à nossa vida.
Não por acaso, atualmente, observa-se uma busca por reconexão com o mundo real, uma tentativa de compensar o empobrecimento dos nossos relacionamentos, que se tornaram superficiais.
Que venham esses novos/velhos tempos, e que venham logo, pois é estando presente que a gente vive o melhor de nós.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/voce-lembra-quando-nao-existia-internet/. Acesso em: 30 set. 2024. Adaptado.
