Questões de Concurso
Sobre orações subordinadas adverbiais: causal, comparativa, consecutiva, concessiva, condicional... em português
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CVV completa 55 anos (2017)
Hoje é aniversário do CVV! 55 anos de um lindo trabalho filantrópico, voluntário, sem vinculações políticas ou religiosas, de apoio emocional e prevenção do suicídio. No livro “Viver é a melhor Opção” (2015), reservei 6 páginas para resumir a linda história da instituição.
Inspirado no trabalho dos “Samaritanos de Londres”, o CVV realiza um trabalho de escuta afetiva, guardando sigilo sobre o que é dito, sem julgamentos ou recomendações.
Imersos em uma cultura egoísta, na qual a impaciência e a intolerância predominam, o CVV abre espaço para um produto em falta no mercado: a escuta atenciosa pelo tempo que for necessário. Parece pouco, mas isso tem feito a diferença para muita gente solitária, deprimida, desamparada pelo destino ou pelos próprios amigos e parentes.
Para ser voluntário, basta ter no mínimo 18 anos e boa vontade. Há um curso de formação e escalas de plantão pré-definidas de comum acordo com quem doa seu tempo e energia para esse trabalho.
Parabéns aos 2 mil voluntários espalhados por 76 postos pelo Brasil! Mesmo sem divulgação ostensiva na mídia ou apoios consistentes de governos e empresas, o CVV realiza aproximadamente um milhão de atendimentos por ano (30% deles pela internet no CVV online).
O CVV atende pelo número 141 (188 no Rio Grande do Sul) ou pelo CVV online (cvv.org.br).
Muito orgulho desse povo que se doa de forma tão bonita na direção do outro, no caso, dos “invisíveis”, que não têm recebido a devida atenção, o amparo e a escuta necessários.
Vida longa para o CVV!
Fonte: Mundo Sustentável. Adaptado.
Embora muitos indivíduos acreditem que os gatos não se apeguem afetivamente às pessoas, alguns felinos são mais amorosos do que os cães.
Embora muitos indivíduos acreditem que os gatos não se apeguem afetivamente às pessoas, alguns felinos são mais amorosos do que os cães.
A preposição “para” mostra diferentes significados.
Assinale a frase em que ela está empregada num significado de “finalidade”.
Observando a frase: "Embora estivesse chovendo, decidimos sair para o passeio." Podemos dizer que nesta frase, temos um período composto por duas orações: "Embora estivesse chovendo" (oração subordinada concessiva) e "decidimos sair para o passeio" (oração principal). A oração subordinada introduz uma concessão em relação à condição climática adversa, enquanto a oração principal expressa a decisão tomada apesar dessa condição.
No período: À medida que as ações humanas influenciam as mudanças climáticas e o aquecimento global, o aumento das temperaturas nas cidades se torna mais intenso, há duas orações subordinadas, as quais se classificam como subordinadas adverbiais proporcionais.
As orações subordinadas são aquelas que podem estar coordenadas entre si, podem ser as principais, podem ser independentes ou propriamente subordinadas (desenvolvidas ou reduzidas).



Lenio Luiz Streck é professor, parecerista, advogado e sócio fundador do Streck & Trindade Advogados Associados: www.streckadvogados.com.br.
Disponível em: https: //conjur.com.br. 14/03/2024.
Acesso em 18/08/2024. Adaptado.
A conjunção sublinhada no enunciado abaixo tem valor de:
Como fiquei doente, não pude participar dos eventos do trabalho.
"Ter informações sólidas e quantificáveis sobre o comportamento do consumidor permite que os produtos e serviços sejam desenvolvidos de forma mais assertiva, a fim de satisfazer as necessidades e vontades dos consumidores."
A oração destacada no texto é:
Para responder à questão, leia a tira a seguir.

Disponível em: https://www.instagram.com/p/C9-4nosR7df/. Acesso em: 30 jul. 2024.
Para responder a questão, leia o texto V.
Texto V

Fonte: Quino. Mafalda. Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/39617671711906286/. Acesso em: 25 jul. 2024.
TEXTO I
O ATENEU III
[...] Entrei pela geografia como em casa minha. [...] Graças à destreza do Sanches, não havia incidente estudado da superfície terrestre que se me não colasse no cérebro como se fosse minha cabeça, por dentro, o que é por fora a esfera do mundo. A seu turno a gramática abria-se como um cofre de confeitos pela Páscoa. Cetim cor de céu e açúcar. Eu escolhia a bel-prazer os adjetivos, como amêndoas adocicadas pelas circunstâncias adverbiais da mais agradável variedade; os amáveis substantivos! Voavam-me à roda, próprios e apelativos, como criaturinhas de alfenim alado; a etimologia, a sintaxe, a prosódia, a ortografia, quatro graus de doçura da mesma gustação. Quando muito, as exceções e os verbos irregulares desgostavam-me a princípio; como esses feios confeitos crespos de chocolate: levados à boca saborosíssimos.
(POMPEIA,R. O Ateneu. 16.ed. São Paulo: Ática, 1996. p.20).
A expressão destacada trata-se de uma oração:
Texto para responder à questão.
“Se existe um professor que pode ser substituído por uma máquina, é porque ele realmente merece ser substituído.” A resposta foi uma provocação do indiano Sugata Mitra, professor de Tecnologia Educacional da Newcastle University, na Inglaterra, e professor visitante do Massachusetts Institute of Technology, o famoso MIT.
Em palestra ontem no EducaParty, programação voltada para a Educação na Campus Party, ele relatou as pesquisas que comprovaram a habilidade das crianças em aprender sozinhas quando têm acesso a um computador com internet, dispensando a intermediação de um adulto.
Seu mais emblemático experimento é o “Hole in the Wall” (Buraco na Parede, em tradução livre). Sugata Mitra colocou um computador com acesso à internet no muro de uma favela em Nova Delhi, na Índia e, com auxílio de câmeras, observou o processo durante dois meses. O resultado? Crianças que nunca viram um computador e não sabiam inglês aprenderam rapidamente a navegar na internet e ainda ensinavam outras crianças. “Em 9 meses, as crianças atingem o nível de secretárias que trabalham com o computador no escritório”, disse Mitra.
Essa experiência pode ser uma solução para um dos problemas que Mitra encontra na Educação atualmente: a falta de escolas. “Ela demonstra que crianças expostas ao computador rapidamente entendem seu funcionamento” e os benefícios não tardam a aparecer: melhora a leitura, a compreensão e a capacidade de responder a perguntas. Porém, a principal transformação que esse aprendizado realiza nas crianças é outra. Elas ficam mais confiantes, a autoestima cresce, a postura muda. “Elas dizem para si mesmas que são capazes de fazer o que as outras crianças fazem, mesmo que não tenham a mesma condição financeira”, relata Mitra.
(HAN, Iana. O computador pode substituir o professor? Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/blog/isto-dacerto/. Acesso em:
28/05/2024.)


O vocábulo “embora” (linha 45) introduz uma oração subordinada adverbial que expressa circunstância de concessão em relação à oração “globalmente ela é, segundo dados da Organização Mundial de Saúde, a mais subdiagnosticada entre todas as doenças” (linhas de 48 a 50).