Questões de Concurso Sobre orações subordinadas adjetivas: restritivas, explicativas em português

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Q2441723 Português
A frase abaixo em que a oração adjetiva sublinhada foi adequadamente substituída por um substantivo ou um adjetivo, é:
Alternativas
Q2441546 Português
Qual alternativa contém uma oração subordinada adjetiva? 
Alternativas
Q2440179 Português

Estudo aponta aumento de 13,5% em mortes no trânsito

A taxa de mortalidade por 100 mil habitantes cresceu 2,3% em uma década




Disponível em https://www.ipea.gov.br/portal/categorias/45-todas-as-noticias/noticias/13899-estudoaponta-aumento-de-13-5-em-mortes-no-transito. Acesso em 15.jan.2023. Adaptado.



No período “[...] são os autores do estudo que avaliou a mortalidade no trânsito [...]”, a oração destacada é tipificada como
Alternativas
Q2396452 Português
TEXTO


      TEXTO PARA A QUESTÃO 


O elogio do fracasso

Livro faz cartografia dos erros e mostra que alguns são necessários para que saber avance

17.fev.2024 | Hélio Schwartsman


      Ninguém gosta de fracassar, e isso é um problema. Nossa estrutura psíquica evoluiu para nos afastar de erros. Mas, se varrer falhas para baixo do tapete fazia sentido no Pleistoceno, o mesmo raciocínio não se aplica à modernidade e às suas instituições. A ciência, por exemplo, é um sistema [no qual resultados negativos e hipóteses frustradas são parte indissociável do ecossistema] 1 . O saber não avança sem isso. Não obstante, mesmo sabendo disso, cientistas ficam desapontados quando suas previsões iniciais fracassam. Por vezes, até tentam esconder seus erros —o que pode ser desastroso para o sistema.

        Em "Right Kind of Wrong" (O tipo certo de erro), Amy Edmondson (Harvard) traça uma cartografia dos erros. Eles podem ser básicos, complexos ou inteligentes. Podem ocorrer em situações de baixa, de média ou de alta incerteza. Podem darse em contextos já bem mapeados pelo conhecimento, nos nem tanto ou em terreno desconhecido. Cada combinação produz um resultado. Há desde o erro catastrófico do piloto [que derruba o avião] 2 até os erros que revelam os buracos de uma teoria, abrindo as portas para as chamadas revoluções científicas.

        O ponto central de Edmondson é [que precisamos entender essa paisagem] 3 para desenvolver mecanismos que nos ajudem a evitar os erros "errados" e aprender com os "certos". Criar ambientes que ofereçam segurança psicológica para que as pessoas falem abertamente sobre erros é fundamental para que organizações possam se aprimorar e inovar.

     O livro tem uma pegada de autoajuda que não me agrada tanto, mas Edmondson trata com didatismo um assunto que é fundamental. Ela narra vários casos que ilustram com muita propriedade as questões abordadas. A autora também se preocupa em trazer histórias de inovadores [que pertençam a grupos  historicamente relegados] 4 , como mulheres e negros. Com isso, consegue fugir da repetição das histórias de sempre, comum em livros desse nicho.


SCHWARTSMAN, Hélio. O elogio do fracasso. Folha de São Paulo, 17 de fevereiro de 2024. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwarts man/2024/02/o-elogio-do-fracasso.shtml. Acesso em: 18 fev. 2024. Adaptado.
Qual das orações identificadas com colchetes e números sobrescritos NÃO se classifica como uma oração subordinada adjetiva?
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IVIN Órgão: Prefeitura de Curuçá - PA Provas: IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Assistente Social | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Ciências Físicas e Biológicas | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Educador Físico | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Énfermeiro | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Farmacêutico/Bioquímico | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Fisioterapeuta | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Médico Veterinário | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Artes | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Educação Física | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Educação Especial | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de História | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Geografia | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Informática | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Língua Inglesa | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Matemática | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Religião | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Séries Iniciais | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Psicólogo | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Terapeuta Ocupacional | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Língua Portuguesa | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Nutricionista |
Q2394525 Português
Ainda sobre o segmento oracional da questão anterior “A professora Tara Spires-Jones, presidente da Associação Britânica de Neurociências, diz...” (13º parágrafo), o termo destacado é um(a):  
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IVIN Órgão: Prefeitura de Curuçá - PA Provas: IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Assistente Social | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Ciências Físicas e Biológicas | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Educador Físico | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Énfermeiro | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Farmacêutico/Bioquímico | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Fisioterapeuta | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Médico Veterinário | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Artes | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Educação Física | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Educação Especial | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de História | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Geografia | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Informática | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Língua Inglesa | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Matemática | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Religião | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Séries Iniciais | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Psicólogo | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Terapeuta Ocupacional | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Professor de Língua Portuguesa | IVIN - 2024 - Prefeitura de Curuçá - PA - Nutricionista |
Q2394524 Português
Sobre o segmento oracional destacado “A professora Tara Spires-Jones, presidente da Associação Britânica de Neurociências, diz que o implante anunciado por Musk "tem um grande potencial...”” (13º parágrafo), é correto afirmar que: 
Alternativas
Q2392863 Português
Texto II para responder a questão.


      A convivência na cidade é um processo, uma conquista a ser construída, uma espiral de encontros com diversidades, diferenças e criações. É importante iniciar o diálogo afirmando que convivência não é sinônimo de tolerância. Ainda que vivamos uma onda de intolerância no mundo e no Brasil, a superação deste desencontro conservador e anacrônico não é a tolerância, mas a convivência. Sempre mais que aceitar, sempre mais que um “tudo bem” no canto da boca. Precisa-se elevar o respeito e pavimentar o conflito na cidade com as possibilidades de síntese, crescimento, superação e aprendizagem mútuas.

      Elemento fundamental para isso é a superação das desigualdades. Superar desigualdades econômicas, sociais, de acesso às artes, ao conhecimento historicamente acumulado, à mobilidade plena (corporal e simbólica), é um grande desafio. O compromisso de colocar a vida acima do lucro e garantir a vida com dignidade para todas as pessoas precisa ganhar a escala das ações fundamentais. Assim sendo, a estrada a ser seguida precisa apostar nas diferenças e superar as desigualdades.

      Assim, identificar a favela como lugar de potência é o principal registro de que as pessoas que compõem este território são artesãs de ações criativas e inventivas. São ambientes nos quais jorram práticas de superação de suas condições de vida e seus habitantes conquistam centralidade na cidade. Portanto, identificar estes territórios pela carência, invisibilidade, violência, ou pelos termos negativos que percorrem a imprensa formal ou o poder político é um grande equívoco que precisa ser superado.

      Para isso, todos os instrumentos, meios, caminhos e linguagens que envolvem as novas tecnologias precisam ser profundamente lapidados no uso para a liberdade. E nesse processo, o celular, que hoje é um computador de mão e não apenas um telefone, ocupa papel central.

Fonte: Disponível em: https://museudoamanha.org.br/pt-br/convivencia-e-tecnologias-no-seculo-XXIha-desafios. Data: 26/01/2024 às 11:07.
Qual é a função sintática da oração "que hoje é um computador de mão e não apenas um telefone" no contexto do último parágrafo do texto II?
Alternativas
Q2388633 Português
Leia com atenção as colunas abaixo:

Coluna 01
(    )O bairro, que era conhecido pela tranquilidade, passou por uma mudança drástica devido à criminalidade.

(    )Os moradores que testemunharam o crime estão sendo chamados para prestar depoimento à polícia.

(    )As leis que abordam a criminalidade devem ser atualizadas para garantir uma resposta eficiente aos desafios contemporâneos.

(    )A sociedade, que se esforça para promover a segurança, precisa encontrar soluções eficazes contra a criminalidade.

Coluna 02
I.Oração Subordinada Adjetiva Explicativa.
II.Oração Subordinada Adjetiva Restritiva.

Correlacione ambas as colunas de acordo com o tipo de oração subordinada presente em cada afirmativa da Coluna 01. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q2380841 Português
A pele exige mais cuidados no verão



O verão é a estação das atividades e eventos ao ar livre. Por conta do aumento da exposição ao sol, aumentam também o risco de queimaduras, câncer da pele e outros problemas, já que nesta época a radiação solar incide com mais intensidade sobre a Terra. Por isso, não dá para deixar a fotoproteção de lado. Nós temos algumas dicas para aproveitar a estação mais quente do ano sem colocar a saúde em risco:


Roupas e acessórios: chapéus e roupas de algodão e linho, de preferência de cor escura, são capazes de bloquear a maior parte da radiação UV. Tecidos sintéticos, como o nylon, bloqueiam apenas 30%. As barracas usadas na praia devem ser feitas de algodão ou lona, materiais que absorvem 50% da radiação UV. Óculos de sol são também de extrema importância porque previnem catarata e outras lesões nos olhos. A aquisição de roupas de tecido com fator de proteção solar (anti-UV) é um bom investimento para o verão.


Filtro solar: o filtro solar deve ser aplicado diariamente nas partes do corpo que ficam expostas ao sol e não somente nos momentos de lazer, nos quais geralmente se expõe o corpo inteiro. Os produtos com fator de proteção solar (FPS) 30 ou superior são os mais indicados e devem ser reaplicados 20 minutos antes da exposição solar e a cada duas horas, dependendo da transpiração e da frequência nos mergulhos de mar ou piscina. Em crianças, deve-se iniciar o uso do filtro a partir dos seis meses de idade e ensinar os pequenos a manter o hábito na vida. Para eles, o protetor mais adequado são os feitos para pele sensível.


Hidratação: por dentro e por fora. Deve-se aumentar a ingestão de líquidos e abusar da água, do suco de frutas e da água de coco. Também é indicado usar um bom hidratante diário, que ajuda a manter a quantidade de água na pele. No banho, recomenda-se usar sabonetes compatíveis com o tipo de pele, porém, sem excesso. A temperatura da água deve ser fria ou morna, para evitar o ressecamento.


Alimentação: alguns alimentos podem ajudar na prevenção contra os danos solares. É o caso da cenoura, da abóbora, do mamão, da maçã e beterraba, pois contêm carotenoides – substância que se deposita na pele e tem importante ação antioxidante. Ela é encontrada em frutas e legumes de cor alaranjada ou vermelha. Vale aproveitar que no verão tendemos a comer de forma mais saudável, consumindo carnes grelhadas, alimentos crus e cozidos, frutas e legumes com alto teor de água e fibras e baixo de carboidrato. Esses alimentos ajudam na hidratação, na prevenção de doenças e a evitar os sinais de envelhecimento.


A combinação sol, areia, praia, piscina e excesso de suor elevam o risco de algumas doenças da pele, que encontram o cenário perfeito para se desenvolver. Entre as mais comuns estão: micoses, brotoejas, manchas e sardas, acne. Vale lembrar que ninguém está livre delas, sejam crianças, jovens, adultos ou idosos. Para evitálas, a dica é usar roupas leves e soltas, não frequentar locais muito abafados e manter os hábitos de higiene – como secar-se bem após o banho em locais públicos. Também deve-se evitar a exposição solar entre 10 e 16 horas (horário de verão).



(https://sbdrj.org.br/a-pele-exige-mais-cuidados-no-verao/ Acesso em 10/01/2024) 
No período: “Também é indicado usar um bom hidratante diário, que ajuda a manter a quantidade de água na pele.”, a oração destacada é uma:
Alternativas
Q2380733 Português
Assinale a frase abaixo em que a oração adjetiva sublinhada foi adequadamente substituída por um adjetivo.
Alternativas
Q2377319 Português
SUSPENSE


      Às vezes a gente se depara com situações difíceis de acreditar, dignas de filmes de suspense, mas que ocorrem no dia a dia de gente simples, aqui bem perto de nós.

      Um trabalhador de uma cidade vizinha aqui do principado viveu um fato no mínimo estranho na última semana. O sujeito, muito religioso, vivia contando aos amigos histórias que ouvia a respeito de espíritos que tomavam o corpo de pessoas, manifestando-se nelas. Ele trabalhava de guarda-noturno e vivia contando essas histórias a alguns colegas de profissão. Alguns acreditavam, mas a maioria zombava dele.

       Na rotina do trabalhador, todas as manhãs, quando chegava em casa, tomava banho e ia até o quarto das filhas, dar-lhes um beijo. Numa manhã chuvosa de inverno, chegou em casa e, como de costume, tomou banho. Logo após, entrou no quarto e viu a filha, já acordada, encolhida sobre a cama, com expressão de medo nos olhos. Perguntou-lhe o que houve e ela, tremendo, disse:

     - Pai, tem uma menina, idêntica a mim, com o mesmo cabelo, os mesmos olhos azuis, escondida dentro do guarda-roupas!

     O pai acalmou a filha, disse que ela podia ter tido um pesadelo, cobriu ela novamente e ia saindo, mas a menina insistiu na história. Então o pai abriu o guarda-roupas e, para sua surpresa, estava lá a menina igual a sua filha. Ele então perguntou:

       - O que você faz aí dentro desse armário?

       A menina, com olhar fixo, cabelos desarrumados e voz grave, respondeu:

       - Ali naquela cama está uma menina igual a mim...

      O pai, então, com o olhar assustado, deu uma bronca nas gêmeas, mandou que se arrumassem para a escola e que parassem com essas brincadeiras idiotas de manhã cedo.


LINHARES, Ramires Sartor. Bom dia, boa tarde, boa noite, conforme a ocasião. Tubarão: Ilivroyou, 2022.

Dado o excerto:


“(...) vivia contando aos amigos histórias que ouvia a respeito de espíritos que tomavam o corpo de pessoas (...)”


Assinale a alternativa que apresenta oração subordinada com a mesma classificação que a oração em destaque:

Alternativas
Q2373511 Português
TEXTO 2


Os certinhos e os seres do abismo

Luís Fernando Veríssimo


           Era assim no meu tempo de frequentador de aulas ("estudante" seria um exagero), mas não deve ter mudado muito. A não ser quando a professora ou o professor designasse o lugar de cada um segundo alguma ordem, como a alfabética – e nesse caso eu era condenado pelo sobrenome a sentar no fundo da sala, junto com os Us, os Zs e os outros Vs –, os alunos se distribuíam pelas carteiras de acordo com uma geografia social espontânea, nem sempre bem definida, mas reincidente.

            Na frente sentava a Turma do Apagador, assim chamada porque era a eles que a professora recorria para ajudar a limpar o quadro-negro e os próprios apagadores. Nunca entendi bem por que se sujar com pó de giz era considerado um privilégio, mas a Turma do Apagador era uma elite, vista pelo resto da aula como favoritos do poder e invejada e destratada com a mesma intensidade. Quando passavam para os graus superiores, os apagadores podiam perder sua função e deixar de ser os queridinhos da tia, mas mantinham seus lugares e sua pose, esperando o dia da reabilitação, como todas as aristocracias tornadas irrelevantes.

          Não se deve confundir a Turma do Apagador com os Certinhos e os Bundas de Aço. Os certinhos ocupavam as primeiras fileiras para não se misturarem com a Massa que sentava atrás, os bundas de aço para estarem mais perto do quadro-negro e não perderem nada. Todos os apagadores eram certinhos, mas nem todos os certinhos eram apagadores, e os bundas de aço não eram necessariamente certinhos. Muitos bundas de aço, por exemplo, eram excêntricos, introvertidos, ansiosos – enfim, esquisitos. Já os certinhos autênticos se definiam pelo que não eram. Não eram nem puxa-sacos como os apagadores, nem estranhos como os bundas de aço, nem medíocres como a Massa, nem bagunceiros como os Seres do Abismo, que sentavam no fundo, e sua principal característica eram os livros encapados com perfeição.

             Atrás dos apagadores, dos certinhos e dos bundas de aço ficava a Massa, dividida em núcleos, como o Núcleo do Nem Aí, formado por três ou quatro meninas que ignoravam as aulas, davam mais atenção aos próprios cabelos e, já que tinham esse interesse em comum, sentavam juntas; o Clube de Debates, algumas celebridades (a garota mais bonita da aula, o cara que desenhava quadrinho de sacanagem) e seus respectivos círculos de admiradores, e nós do Centrão Desconsolado, que só tínhamos em comum a vontade de estar em outro lugar.

            E no fundo sentavam os Seres do Abismo, cuja única comunicação com a frente da sala eram os ocasionais mísseis que disparavam lá de trás e incluíam desde o gordo que arrotava em vários tons até uma proto-dark, provavelmente a primeira da história, com tatuagem na coxa.

              Mas isso, claro, foi na Idade Média.


Disponível em:<http://veja.abril.com.br/especiais/jovens> . Acesso em: 10 abr. 2023. 
Analise o período a seguir.

Quando passavam para os graus superiores, os apagadores podiam perder sua função e deixar de ser os queridinhos da tia, mas mantinham seus lugares e sua pose, esperando o dia da reabilitação, como todas as aristocracias tornadas irrelevantes.

No período, há duas orações
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUNCERN Órgão: Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN Provas: FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Advogado | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Administrador | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Fiscal de Tributos | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Analista de Controle Interno | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Contador | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Assistente Social | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Dentista | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Educador Físico (Bacharel) | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Enfermeiro | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Engenheiro Civil | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Farmacêutico / Bioquímico | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Fisioterapeuta | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Médico | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Médico Psiquiatra | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Nutricionista | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Pedagogo em Assistência Social | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Psicólogo | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Turismólogo | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Médico Veterinário | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Consultor Legislativo | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Jornalista | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Controlador | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Arquivista | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Assessor Jurídico | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Assessor Contábil | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Controlador Interno Legislativo | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Analista Legislativo - Especialidade Tecnologia da Informação | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Analista Legislativo - Especialidade Redação Parlamentar | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Procurador Jurídico | FUNCERN - 2024 - Prefeitura de Carnaúba dos Dantas - RN - Controlador - CCS 75 – NS |
Q2372253 Português
O futuro do trabalho ou o trabalho sem futuro?


Marcelo Augusto Vieira Graglia


          Billy Turnbull era um rapaz astuto, nos seus recém-completados 14 anos de vida. Naquela manhã fria de maio de 1831, caminhava pela rua principal de Bedlington em direção à mina que ficava no lado oeste da cidade, próxima à estrada que levava ao norte. Por entre a névoa, Billy já distinguia as pedras da igreja de São Authbert. Cerca de 400 metros abaixo, virou à esquerda, após a casa de Walter Daglass. Três portas acima, havia um arco que levava a um pátio com seis residências e um pomar. As casas eram decrépitas, para dizer o mínimo. O campo de batatas ficava do outro lado da parede dos fundos, seguia por ali para cortar caminho.

        Naquela manhã fria, quando Billy Turnbull finalmente chegou à entrada da mina, a querela já estava armada. Dezenas de homens, vestidos em seus farrapos e com seus rostos tingidos pelo pó preto do carvão, se aglomeravam em torno da máquina a vapor recém-adquirida pelo Sr. Stephens. Com suas pás e picaretas, amotinados, golpeavam o equipamento que respondia emitindo longos chiados. Em pouco tempo, a máquina parecia morta, imóvel e silenciosa. Assustado, Billy viu Brian Llewellin saindo do meio dos mineiros e vindo em sua direção. Quando o amigo se aproximou, perguntou: O que está havendo, Brian? Ao que este respondeu: Não sou Brian, meu nome é Ned Ludd.

        A história acima foi construída a partir de personagens fictícios, mas baseada em fatos históricos. Ned Ludd era a alcunha utilizada por muitos dos trabalhadores envolvidos em protestos e sabotagens. O ludismo foi um movimento de trabalhadores iniciado na Inglaterra, no início do século 19, que utilizou a destruição de máquinas como forma de pressionar os empregadores contra as condições precárias e contra a mecanização que causava demissões e substituição de funções mais qualificadas por outras de pouca exigência técnica e mais mal remuneradas.

      No campo do trabalho humano, é histórico o temor pelos efeitos potencialmente destruidores da tecnologia sobre os postos de trabalho, simbolicamente representado pelo movimento ludista. Nesta segunda década do século 21, novamente a emergência de uma nova onda de inovação tecnológica reacende a polêmica com visões diametralmente opostas: de um lado, a daqueles que vislumbram um futuro brilhante, no qual a tecnologia libertaria a humanidade da obrigação do trabalho duro, repetitivo, desestimulante, ao mesmo tempo que elimina doenças, promove a longevidade, o conforto e o deleite com novas possibilidades lúdicas e sensoriais trazidas por artefatos tecnológicos e ambientes digitais; de outro, em posição antagônica, há aqueles que temem as consequências potencialmente nefastas da proliferação da tecnologia de forma intensa por tantos campos sensíveis. Soma-se ainda o risco da desumanização das relações e da interferência voraz de sistemas de inteligência artificial (IA) em campos eminentemente humanos, num cenário de pós-humanismo cibernético.

       O que alimenta esses temores? Embora a automação tenha sido historicamente confinada a tarefas rotineiras envolvendo atividades baseadas em regras explícitas, a IA está entrando rapidamente em domínios dependentes de reconhecimento de padrões e pode substituir os humanos em uma ampla gama de tarefas cognitivas não rotineiras, seja em relação ao trabalho industrial, de serviço ou de conhecimento. Nessa transformação, há aspectos claramente positivos e outros que inspiram maior reflexão.

       Parafraseando a célebre frase narrada por Tucídides, na colossal obra História da Guerra do Peloponeso, quando a delegação da cidade de Corinto se empenhava em convencer os relutantes espartanos a abandonar seu temor em declarar guerra a Atenas: não devemos temer a tecnologia (Atenas), o que devemos temer são a nossa ignorância, a nossa indiferença e a nossa inércia. A ignorância, no sentido de não entendermos ou não buscarmos entender o processo histórico que ora se movimenta; a indiferença, no sentido de não nos sensibilizarmos com os efeitos deletérios possíveis, especialmente sobre grandes parcelas menos protegidas ou desfavorecidas da nossa sociedade, de ignorarmos os riscos; ademais, a inércia, traduzida pelo não agir, enquanto indivíduos, sociedade e governos não se preparam devidamente, não estabelecem estratégias adequadas, não constroem seus diques, seus programas, projetos e políticas públicas robustas e suficientes para enfrentar um mundo em transformação.

        John Maynard Keynes, em Economic possibilities for our grandchildren (1930), argumentava que o aumento da eficiência técnica havia ocorrido de forma mais rápida do que seria possível para lidar com o problema da absorção da força de trabalho. A depressão mundial – consumada com a quebra da Bolsa de Nova York em 1929 e a enorme anomalia do desemprego que se estabeleceu – impedia a clareza de visão necessária para que muitos pudessem captar as tendências que se afiguravam, como a do desemprego estrutural. Para Keynes, isso significava “desemprego devido à nossa descoberta de meios de economizar o uso do trabalho ultrapassando o ritmo em que podemos encontrar novos usos para o trabalho”. O economista previa que, mantidas as taxas de crescimento da produtividade geradas pela incorporação de tecnologias nos processos produtivos, e outras condições, em 100 anos o problema econômico mundial da escassez poderia ser resolvido. Em contrapartida, esse ganho de produtividade se daria, principalmente, pela substituição do trabalho humano; portanto, não seria necessário, no futuro, um contingente tão grande de pessoas trabalhando. Dessa forma, o principal problema econômico seria de distribuição de riqueza, não mais de escassez.

       A nova onda de inovação tecnológica tem características que a diferem das anteriores, como as da eletricidade, do automóvel, do computador, da internet. Entre elas, a ruptura do padrão de crescimento dos empregos concomitante ao crescimento econômico. Isso nos leva a três questões distintas. Em primeiro lugar, a questão da distribuição de renda enquanto processo a ser revisto e adequado aos novos tempos; em segundo, a questão da transição segura de uma sociedade economicamente baseada na renda do trabalho e emprego para outra em que não haja para muitos; e, por último, mas não menos importante e desafiador, a construção e a viabilização de alternativas para a falta do trabalho enquanto fonte de significado e propósito subjetivos de vida.

         A chegada dos chamados modelos de IA do tipo LLM – Large Language Models –, treinados a partir de algoritmos de aprendizagem profunda, com uso de quantidades colossais de dados, permitiu o desenvolvimento de produtos surpreendentes, como o ChatGPT, o Bard e o Midjourney. Esses produtos furaram a bolha técnica onde essa tecnologia vinha sendo desenvolvida, ao possibilitar que milhões de pessoas e organizações pudessem utilizar seus recursos nas mais diferentes aplicações. Ao mesmo tempo, trouxeram a concretude das possibilidades de substituição de inúmeras tarefas e funções humanas, reacendendo antigos temores.

        Neste momento, há enormes diferenças entre as pesquisas e as projeções sobre o impacto dessas tecnologias. Há argumentos frágeis, e mesmo outros desonestos, tentando desqualificar as preocupações com o risco da eliminação de muitos postos de trabalho. Alguns destes apelam para uma aritmética primitiva e descabida, de que novos empregos e profissões surgirão e compensarão aqueles perdidos. Há dois equívocos nesta lógica: a de que o futuro sempre repete o passado e a de que se trata de uma conta de subtração. A realidade põe por terra esses argumentos: por um lado, milhões de pessoas desempregadas ou subempregadas, por outro, milhares de vagas não preenchidas pelas empresas por conta da sofisticação das competências exigidas. Isto sem falar do fenômeno da precarização do trabalho, bem representado pelos modelos de plataformas digitais. O pensamento de risco sugere que deveríamos considerar um cenário de intensa substituição de postos de trabalho por sistemas, robôs e máquinas e de crescimento da oferta de postos de trabalho precarizados. Não há mal algum, nessas circunstâncias, em nos prepararmos para isto. A história nos mostra o quanto é mais sábio prevenir do que remediar. E, preparados para o adverso, sabendo que a imagem do futuro não está ainda formada, poderemos esperar pela serendipidade. 



Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/.>. Acesso em: 03 nov. 2023.

Analise o período a seguir.



O ludismo foi um movimento de trabalhadores iniciado na Inglaterra, no início do século 19, que utilizou a destruição de máquinas como forma de pressionar os empregadores contra as condições precárias e contra a mecanização que causava demissões e substituição de funções mais qualificadas por outras de pouca exigência técnica e mais mal remuneradas.



A palavra “que” introduz oração 

Alternativas
Q2362068 Português
Texto CB1A1-I


      Gigantes das tecnologias digitais, como Apple, Google e Meta, além de bancos, seguradoras, agências de turismo e outras organizações, estão decididas a levar de volta sua força de trabalho para os ambientes convencionais de trabalho presencial. Há muitos sinais de reocupação dos escritórios e limitação do trabalho remoto a apenas um dia da semana no chamado sistema híbrido.

          Vários fatores explicam essa reversão. Em primeiro lugar, estão sendo reconsiderados os ganhos de produtividade do trabalho remoto encontrados nas primeiras avaliações. Com base em uma metodologia mais robusta, estudos recentes estão revelando que aqueles ganhos eram ilusórios. Quando se analisa com cuidado a relação entre a produção por hora trabalhada remotamente e a qualidade do trabalho realizado, os resultados decepcionam.

         Em segundo lugar, está ficando cada vez mais claro que o trabalho remoto, realizado de forma isolada e sem interação social, empobrece o capital humano das empresas pela falta do feedback imediato e repetido que ocorre nas relações presenciais. Depreciar o seu capital humano é o último desejo das empresas, que, em vista das transformações tecnológicas, precisam de pessoas que pensem bem e rápido para propor inovações no trabalho e que se ajustem rapidamente aos desafios crescentes dos negócios modernos.

           Em terceiro lugar, pesquisas recentes têm mostrado que a falta do contato face a face de forma continuada é um sério inibidor da criatividade. As teleconferências por meio de plataformas virtuais não geram as boas ideias que, normalmente, emergem nas reuniões presenciais, em que todos se observam mutuamente e aproveitam o ambiente de interação social para somar, corrigir e inovar.

            Finalmente, os pesquisadores descobriram o óbvio, ou seja, que os seres humanos não vivem só de produtividade, mas valorizam momentos felizes e agradáveis, que raramente ocorrem na solidão do trabalho remoto ou nos contatos fortuitos das reuniões virtuais.


José Pastore. A reversão do trabalho remoto. Internet: <correiobraziliense.com.br> (com adaptações). 
Assinale a opção em que o segmento extraído do texto CB1A1-I corresponde a uma oração de função adjetiva com sentido explicativo.  
Alternativas
Q2357483 Português
Analise o trecho abaixo

“Aula de botânica à parte, o fato é que quem planta tamareira, mesmo sabendo que não irá saborear os seus frutos, mesmo assim o faz porque sabe que os seus filhos e netos um dia deles poderão desfrutar.” 

Marque a alternativa correta quanto aos trechos em destaque
Alternativas
Q4113892 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.



Povo no Peru pintava os crânios de seus ancestrais




(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/ha-mil-anos-povo-no-peru-pintava-os-cranios-de-seusancestrais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica a correta função sintática exercida pela oração sublinhada no trecho a seguir: “analisaram os ossos que estavam em mais de 100 túmulos do local”.
Alternativas
Q4113596 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Cotidiano Escolar: gestão do dia a dia para tornar a escola mais feliz





(Disponível em: https://sae.digital/cotidiano-escolar-gestao-escolar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a construção do período a seguir, analise as assertivas abaixo: “A gestão escolar é uma atividade que possui muitas dimensões e envolve diferentes profissionais dentro de uma instituição de ensino”.

I. O período é composto por três orações.
II. Há duas orações coordenadas compondo o período.
III. Uma das orações é subordinada adjetiva.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q4112129 Português

Leia o texto e responda à questão. 

As vítimas 

Viralizou nas redes sociais o vídeo que mostra uma motorista em Brasília, abordada pela fiscalização de trânsito da PM, jogando a bolsa no chão e dirigindo-se a uma árvore, na qual, por várias vezes, arremessa seu rosto contra o tronco, de casca grossa. Depois ela se volta, pedindo para os acompanhantes dela gravarem: “olha aqui, ele me agrediu, filme aqui”. Insistia em que fora agredida pelo PM, sem saber que havia sido filmada batendo o rosto na árvore. A tentativa era inverter a condição de agressora da lei para a de agredida pelo agente da lei. Isso é mais comum do que se imagina. Contou-me um delegado da Policia Federal que um detido no compartimento de trás da viatura havia sucessivamente golpeado o nariz com o joelho, para se mostrar como vitima ao juiz da audiência de custódia. Em outra ocasião, já dentro do fórum, um detido se feriu jogando-se na quina da porta por onde passariam. A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.

Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vitimas. Em geral, vitimas da sociedade opressora, burguesa e fascista. Vitimas do preconceito, das desigualdades sociais. Por isso, a idosa de Caxias do Sul, que atirou e matou um ladrão que invadira sua casa, acabou indiciada por usar um velho revólver com munição ultravencida. Defensores de bandidos aplaudiram: afinal, ele só queria roubar. Logo vão defender o livre exercício da profissão de assaltante, ou de vendedor de cocaína. Vão justificar que o latrocida apenas atirou e matou porque o assaltado não seguiu a recomendação da policia para não resistir. A velhinha de Caxias não cumpriu a lei do desarmamento, pois tinha revólver em casa. Ora já se viu ter o direito de se preparar para defender seu refúgio, seu abrigo, sua caverna, sua cidadela, que é seu lar? Ou reagir ante o ladrão que quer apenas equilibrar uma injustiça social, tirando de quem tem?

No Rio, essa cultura é soberana. Com isso, as vitimas reais dessa criminosa ideologia estão enjauladas em casa, onde, mesmo assim, são vitimas de balas perdidas. Todos foram desarmados, menos os bandidos, que usam ostensivamente fuzis, metralhadoras e granadas. Tudo gente boa, que sofre da síndrome de não dar valor à vida dos outros. Nem se importam de vender drogas em torno de escolas. Assim como os que sustentam os bandos de criminosos não se sentem constrangidos em fazer passeatas pedindo paz. A cocaína não os deixa pensar que são eles que sustentam a guerra.

Defensores de bandidos, felizmente, são minoria. Fico observando a reação das pessoas quando a Policia Civil de São Paulo elimina um bando de assaltantes de residência, todos bem armados; ou, como aconteceu esta semana em Brasília, quando um Cabo PM 2 paisana reagiu a um assalto em ônibus e matou os dois assaltantes armados. A maioria aplaude, mas nos meios de informação teme-se encorajar a morte de nossos queridos bandidos de estimação. No Congresso, os que querem representar maioria estão reagindo. Embora o jornalista os chame pejorativamente de “bancada da bala”, a maioria torce por mudanças no Estatuto do Desarmamento e nos direitos dos que nos aprisionam pelo medo ou nos fazem chorar a perda de bens e, principalmente, de amigos e parentes. 

Alexandre Garcia

www.sonoticias.com.br, 27/09/2017

Alexandre Garcia usou inúmeras vezes a palavra "que", como nestes dois períodos: “Viralizou esta semana nas redes sociais o vídeo que mostra uma motorista em Brasília jogando a bolsa no chão”. Nesse período, "que" é um pronome relativo, pois se refere a um termo anterior (video) e corresponde ao pronome relativo o qual. Já no período “Vão justificar que o latrocida apenas atirou porque o assaltado não seguiu a recomendação da polícia”, “que” é um conectivo, pois liga duas orações.
Analise os períodos a seguir:
1- Tudo gente boa, que sofre da síndrome de não dar valor à vida dos outros.
2- A idosa de Caxias do Sul, que atirou e matou um ladrão, acabou indiciada por usar um velho revólver com munição ultravencida.
3 - A cocaína não os deixa pensar que são eles que sustentam a guerra.
4- A idosa atirou e matou um ladrão que invadira sua casa.
5- A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.
6- Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vítimas.
7- Contou-me um delegado da Polícia Federal que um detido no compartimento de trás da viatura havia sucessivamente golpeado o nariz com o joelho.
8 - Ou reagir ante o ladrão que quer apenas equilibrar uma injustiça social, tirando de quem tem?
Em todos os períodos acima, a palavra sublinhada (que) também é um pronome relativo, EXCETO:
Alternativas
Q4109875 Português

Leia o texto e responda à questão.



Mudança no clima e produção de alimentos



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   O aquecimento global terá implicações profundas sobre onde e como os alimentos são produzidos, e também levará a uma redução das propriedades nutricionais de determinadas culturas, o que terá consequências para políticas de combate à fome e à pobreza e para o comércio mundial de alimentos, dizem especialistas em novo livro da Organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO).


   O livro “Mudança Climática e Sistemas Alimentares” contém as conclusões de um grupo de cientistas que fizeram um balanço dos efeitos das alterações climáticas na agricultura e na alimentação nas duas últimas décadas.


   A mudança climática aumenta o desafio do rápido crescimento da demanda global por produtos agrícolas – destinados à alimentação, ração e combustível – necessários para lidar com o crescimento da população e o aumento dos níveis de renda. A agricultura é altamente dependente das condições meteorológicas locais e, portanto, é esperado que seja muito sensível às mudanças climáticas nos próximos anos.


   Também é necessária uma estratégia de adaptação interna para permitir que os países evitem a forte dependência das importações.


   “É provável que as alterações climáticas agravem a crescente desigualdade global, uma vez que se espera que os impactos dos efeitos negativos caiam sobre os países que estão menos desenvolvidos e mais vulneráveis”, diz o editor do livro, Aziz Elbehri.


   Os autores também têm em mente estudo que avaliou o impacto global das mudanças nos padrões de consumo de alimentos que utilizam ou não a irrigação. Alguns resultados sugerem que a redução do consumo de produtos de origem animal na dieta humana tem o potencial para salvar os recursos hídricos necessários para alimentar 1,8 bilhão de pessoas no mundo.


   O estudo sugere que, embora os mercados globais possam ajudar a estabilizar os preços e suprimentos e fornecer opções de alimentos alternativos para regiões afetadas negativamente pela mudança climática, o comércio por si só não é uma adaptação estratégica suficiente.


   Também é necessária uma estratégia de adaptação interna para permitir que os países evitem a forte dependência das importações, que tendem a aumentar a vulnerabilidade à volatilidade dos preços.


   Outro desafio é a necessidade de alinhar a política comercial com objetivos climáticos e garantir que a abertura comercial desempenhe o seu papel como um mecanismo de enfrentamento, sem prejudicar os objetivos de mitigação.


www.sol.com.br, 15/01/2019

Analise a palavra “que” nestes dois períodos:


1- “É necessária uma estratégia de adaptação interna para permitir que países evitem a forte dependência das importações”.


2- “Espera-se que os impactos dos efeitos negativos caiam sobre os países que estão menos desenvolvidos.”


No primeiro período, “que” é uma conjunção, pois inicia uma oração subordinada em relação à oração principal.


No segundo período, “que” é um pronome relativo, pois se refere a um termo anterior (países) e corresponde ao pronome relativo sublinhado também em exemplos que aparecem nas alternativas a seguir, EXCETO:


1- O estudo sugere que o comércio por si só não é uma adaptação estratégica suficiente.


2- “O livro Mudança Climática e Sistemas Alimentares contém as conclusões de um grupo de cientistas que fizeram um balanço dos efeitos das alterações climáticas na agricultura e na alimentação”.


3- Os autores citam um recente estudo que avaliou o impacto global das mudanças nos padrões de consumo.


4- É provável que as alterações climáticas agravem a crescente desigualdade global.


5- Um estudo avaliou o impacto global das mudanças nos padrões de consumo de alimentos que utilizam ou não a irrigação.


6- Os países evitem a forte dependência das importações, que tendem a aumentar a vulnerabilidade à volatilidade dos preços.

Alternativas
Q4077184 Português
As habilidades profissionais que inteligência artificial ainda não consegue replicar


Um relatório do grupo financeiro Goldman Sachs, publicado em 2023, estima que a inteligência artificial capaz de gerar conteúdo realiza um quarto de todo o trabalho realizado por seres humanos. Segundo o relatório, trezentos milhões de empregos serão perdidos para a automação em toda a União Europeia e nos Estados Unidos.

As consequências seriam desastrosas, de acordo com Martin Ford, autor do livro "A regra dos robôs: como a inteligência artificial transformará tudo". "Não é algo que acontecerá apenas individualmente, mas sim, de forma bastante sistêmica", diz ele. Isso traz consequências não só para alguns indivíduos, mas para toda a economia."

Felizmente, nem tudo são más notícias. Os especialistas fazem uma ressalva: ainda existem coisas que a inteligência artificial não faz, tarefas que envolvem qualidades claramente humanas, como a inteligência emocional e o pensamento criativo.

Por isso, mudar para funções centralizadas nestas habilidades ajuda a redução das chances de substituição pela inteligência artificial.

"Existem três categorias gerais que estarão protegidas no futuro próximo", afirma Ford.

"Primeiro, os empregos genuinamente criativos. Você não faz um trabalho previsível, nem simplesmente reorganiza as coisas. Você cria novas ideias e constrói algo novo."

Isso não significa, necessariamente, que todos os empregos considerados "criativos" estejam seguros. Na verdade, atividades como o design gráfico e relacionadas às artes visuais estão entre as primeiras a desaparecer. Algoritmos básicos podem orientar um robô a analisar milhões de imagens, permitindo que a inteligência artificial domine instantaneamente a estética.

Mas existe alguma segurança em outros tipos de criatividade, segundo Ford: "Na ciência, na medicina e no direito, pessoas geram novas estratégias legais ou comerciais, continuando em seus empregos."

A segunda categoria protegida, de acordo com Ford, é a dos empregos que exigem relações interpessoais sofisticadas. Ele destaca enfermeiros, consultores comerciais e jornalistas investigativos.

A terceira zona segura, na opinião de Ford, é a dos "empregos que realmente exigem muita mobilidade, agilidade e capacidade de solução de problemas em ambientes imprevisíveis". Muitos empregos no setor de serviços - eletricistas, encanadores, soldadores etc. - se encaixam nesta classificação. "São tipos de trabalho em que você lida com uma nova situação o tempo todo", acrescenta ele. Para automatizar trabalhos como estes, você precisaria de um robô de ficção científica. Você precisaria do C-3PO de Star Wars."

Embora os empregos que se enquadram nestas categorias continuarão ocupados por seres humanos, isso não significa que essas profissões estejam protegidas contra a ascensão da inteligência artificial. Na verdade, segundo a professora de economia trabalhista Joanne Song McLaughlin, da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, a maioria dos empregos, independentemente do setor, tem aspectos que serão automatizados pela tecnologia.

Para ela, "em muitos casos, não existe ameaça imediata aos empregos, mas as tarefas mudarão". Os empregos humanos ficarão mais concentrados nas habilidades interpessoais, segundo McLaughlin.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51pddezq0go. Adaptado.
Existem três categorias gerais 'que' estarão protegidas no futuro próximo.
O vocábulo destacado trata-se de: 
Alternativas
Respostas
381: A
382: C
383: C
384: C
385: A
386: D
387: D
388: C
389: B
390: C
391: C
392: A
393: A
394: B
395: A
396: A
397: D
398: C
399: A
400: E