Questões de Concurso Sobre orações coordenadas sindéticas: aditivas, adversativas, alternativas, conclusivas... em português

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Q276156 Português
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Com referência à sintaxe dos períodos acima enumerados, julgue os
itens que se seguem.
O período 2 é constituído de orações subordinadas justapostas, isto é, ligadas umas às outras sem a presença de conjunção.
Alternativas
Q266220 Português


Julgue o item, relativo à sintaxe e aos elementos estruturais do texto.
Considerando-se a sintaxe do período, é correto afirmar que, na construção sintática do período ‘Acho que a imprensa merece seus puxões de orelha porque não faz nenhum esforço para cobrir aquilo que ainda remanesce de importante no Congresso, como, por exemplo, o trabalho das comissões...’ (L.12-15) predomina a subordinação.
Alternativas
Q235310 Português

TEXTO 1


“O Brasil tem mil dias, a partir de hoje, para corrigir problemas
em inúmeras áreas e poder encantar o mundo na Copa 2014.

Se 52 obras de infraestrutura das 81 previstas nem começaram,

no caso da legislação é pior: o projeto com as garantias para a Fifa

nem foi enviado ao Congresso. Os estádios avançam, mas a seleção

de Mano Menezes...”
(O Globo, 16-09-2011)

“Os estádios avançam, mas a seleção de Mano Menezes...”; o conectivo mas, nesse segmento do texto, tem valor de:
Alternativas
Q213211 Português
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.
Texto 1:

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Em “O pé de milho cresceu, POIS reagiu à mudança.”, o termo em destaque é:
Alternativas
Q212209 Português
Assinale a alternativa CORRETA, em relação à articulação das orações do período abaixo.
“Adotamos a premissa de que os valores não são nem ensinados, nem nascem com as pessoas.”

Alternativas
Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: BNDES Prova: CESGRANRIO - 2011 - BNDES - Engenheiro |
Q200101 Português
A oração cuja classificação está INCORRETA é:
Alternativas
Q186598 Português
Em “mas a qualidade mais importante da seda é exatamente a imagem de nobreza..." (L. 21-23), a conjunção destacada pode ser substituída, sem alterar o sentido do trecho, por
Alternativas
Q186596 Português
Em “Diz ainda a lenda que a imperatriz fez um fino manto de seda para o imperador." (L. 8-10), o elemento destacado é um conector de
Alternativas
Q105649 Português
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Acerca das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue
os itens que se seguem.

Com relação à estrutura morfossintática do texto, é correto afirmar que, com exclusão das orações adjetivas, predominam no texto as relações de coordenação entre orações.
Alternativas
Q90542 Português
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Com relação aos aspectos estruturais e semânticos do texto acima,
julgue os itens subsequentes.

Entre as orações que compõem o período “não é preciso trabalhar com esses temas, ou sequer saber que existem” (L.14-15) estabelece-se uma relação sintático- semântica de alternância.
Alternativas
Q2904448 Português

Observe o diálogo:


Mãe: “Joãozinho, o que você quer tomar no lanche?”

Filho: “Ah, mãe, quero leite e iogurte.”

Mãe: “Não, ou você toma um ou outro."


A oração em destaque no diálogo é coordenada:

Alternativas
Q2901974 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.


Texto 1

Tecnologite


A ERA DIGITAL criou novas necessidades, novas oportunidades e até novas neuroses. Uma delas é a dificuldade de nos “desligarmos” do trabalho, em função da conexão direta e imediata via telefone celular e internet. Estamos sempre on-line, localizáveis e identificáveis. Os consumidores também mudaram. Quem de nós não fica encantado e atraído por uma nova tecnologia, que nos promete acesso a som, dados e imagem com mais qualidade, velocidade, instantaneidade e miniaturização?

Assim como nos anos 70 e 80 do século passado todos tínhamos um pouco de treinador de futebol e de especialista no combate à inflação, hoje nos mantemos informados sobre os avanços da tecnologia e nos julgamos competentes para acompanhar as ondas que vêm, cada vez em menor intervalo. Mas não somos capazes de saber de que tecnologia necessitamos e, acima de tudo, o que fazer com ela, quando chega. Além disso, é muito difícil determinar quando é o momento de ter um novo equipamento ou sistema, pois sair correndo para comprar não é uma boa decisão.

Logo que um novo sistema operacional de computador é lançado, por exemplo, ainda não há muitos softwares aplicativos preparados para trabalhar sob ele, e os defeitos se sucedem. Ou seja, pagamos caro para ter a novidade e ajudamos a fabricante a aperfeiçoá-la, sem nem um “muito obrigado!”.

Um bom exemplo são os tocadores de música no formato MP3, que caracteriza a compressão de áudio. Foram seguidos pelo MP4 (compressão de vídeo); MP5 (o MP4 com câmara digital e, às vezes, filmadora); MP6 (com acesso à internet), e por aí vai. Digam-me, caros leitores e leitoras: se o objetivo do MP3 era carregar e tocar centenas ou milhares de músicas, para que pagar mais caro e trocar de aparelho para fotografar, se já temos câmeras digitais? Muitos de nós, a propósito, temos a câmera, o celular que também fotografa, a webcam idem, e ainda o MP4.

O velho videocassete foi aposentado pelo tocador de DVD, que, aos poucos, cede seu lugar para o blu-ray, que armazena e reproduz discos de alta definição. Em termos de telefone celular, então, há mais dúvidas do que certezas. Mal você adere ao celular 3G, com acesso à internet e outras facilidades, e já se começa a discutir o 4G, que promete total integração entre redes de cabo e sem fio. Como estar atualizado sem pagar mais caro por isso? E sem correr o risco de apostar em uma tecnologia que não terá sucesso? Não há fórmula pronta para isso, mas sugiro aos consumidores que moderem seu apetite por novidades, quando os aparelhos que têm em casa estiverem funcionando bem e facilitando suas vidas. O DVD ainda serve para divertir a família? Então, vamos esperar que as locadoras e lojas tenham mais filmes blu-ray antes de trocar de equipamento. Olho vivo também nos preços e na qualidade dos serviços, inclusive de assistência técnica. O novo pelo novo nem sempre é bom. Cuidado com a "tecnologite", a doença da ânsia pela mais nova tecnologia.

(Maria Inês Dolci – Folha de S. Paulo, 6/03/2010)

As conjunções grifadas em “Não há fórmula pronta para isso, mas sugiro aos consumidores que moderem seu apetite por novidades, quando os aparelhos que têm em casa estiverem funcionando bem e facilitando suas vidas.” introduzem, respectivamente, em relação às orações imediatamente anteriores, orações:

Alternativas
Q2900987 Português

Jeitinho

O jeitinho não se relaciona com um sentimento revolu-

cionário, pois aqui não há o ânimo de se mudar o status quo.

O que se busca é obter um rápido favor para si, às escondidas e

sem chamar a atenção; por isso, o jeitinho pode ser também

5 definido como "molejo", "jogo de cintura", habilidade de se "dar

bem" em uma situação "apertada".

Em sua obra O Que Faz o Brasil, Brasil?, o antropólogo

Roberto DaMatta compara a postura dos norte-americanos e a

dos brasileiros em relação às leis. Explica que a atitude

10 formalista, respeitadora e zelosa dos norte-americanos causa

admiração e espanto aos brasileiros, acostumados a violar e a

ver violadas as próprias instituições; no entanto, afirma que é

ingênuo creditar a postura brasileira apenas à ausência de

educação adequada.

15 O antropólogo prossegue explicando que, diferente das

norte-americanas, as instituições brasileiras foram desenhadas

para coagir e desarticular o indivíduo. A natureza do Estado é

naturalmente coercitiva; porém, no caso brasileiro, é inadequada

à realidade individual. Um curioso termo – Belíndia – define

20 precisamente esta situação: leis e impostos da Bélgica, realidade

social da Índia.

Ora, incapacitado pelas leis, descaracterizado por uma

realidade opressora, o brasileiro buscará utilizar recursos que

vençam a dureza da formalidade se quiser obter o que muitas

25 vezes será necessário à sua sobrevivência. Diante de uma

autoridade, utilizará termos emocionais, tentará descobrir alguma

coisa que possuam em comum - um conhecido, uma cidade da

qual gostam, a “terrinha” natal onde passaram a infância - e

apelará para um discurso emocional, com a certeza de que a

30 autoridade, sendo exercida por um brasileiro, poderá muito bem

se sentir tocada por esse discurso. E muitas vezes conseguirá o

que precisa.

Nos Estados Unidos da América, as leis não admitem

permissividade alguma e possuem franca influência na esfera

35 dos costumes e da vida privada. Em termos mais populares, diz-

se que, lá, ou “pode” ou “não pode”. No Brasil, descobre-se que

é possível um “pode-e-não-pode”. É uma contradição simples:

acredita-se que a exceção a ser aberta em nome da cordialidade

não constituiria pretexto para outras exceções. Portanto, o

40 jeitinho jamais gera formalidade, e essa jamais sairá ferida após

o uso desse atalho.

Ainda de acordo com DaMatta, a informalidade é também

exercida por esferas de influência superiores. Quando uma

autoridade "maior" vê-se coagida por uma "menor",

45 imediatamente ameaça fazer uso de sua influência; dessa forma,

buscará dissuadir a autoridade "menor" de aplicar-lhe uma

sanção.

A fórmula típica de tal atitude está contida no golpe

conhecido por "carteirada", que se vale da célebre frase "você

50 sabe com quem está falando?". Num exemplo clássico, um

promotor público que vê seu carro sendo multado por uma

autoridade de trânsito imediatamente fará uso (no caso, abusivo)

de sua autoridade: "Você sabe com quem está falando? Eu sou

o promotor público!". No entendimento de Roberto DaMatta, de

55 qualquer forma, um "jeitinho" foi dado.

(In: www.wikipedia.org - com adaptações.)

A natureza do Estado é naturalmente coercitiva; porém, no caso brasileiro, é inadequada à realidade individual.


A respeito do uso do vocábulo porém no fragmento acima, é correto afirmar que se trata de uma conjunção:

Alternativas
Q2900212 Português

COM BASE NO TEXTO ABAIXO, RESPONDA ÀS QUESTÕES DE 01 A 05.


O “mas” que aparece no texto introduz uma frase cuja ideia:

Alternativas
Q2875240 Português

COM BASE NO TEXTO ABAIXO, RESPONDA ÀS QUESTÕES DE 01 A 05.


Sabor de Casa

POR ADRIANA MATTA

Tradicionalmente, a tapioca é a base da alimentação dos índios brasileiros. Hoje ela aparece em destaque nos cardápios de vanguarda dos chefs mais criativos. A tapioca é fonte preciosa de nutrientes e tem custo muito baixo. A mandioca, ou Mani’oka, foi chamada de raiz mágica brasileira, tantos são os benefícios para a nossa saúde.

Está na hora de buscarmos uma alimentação mais inteligente, privilegiando os ingredientes que nos fazem bem. Acredito que podemos unir sabor e saúde no mesmo prato. Vale a pena se esforçar. Os cientistas nos dizem que poderemos viver muito além dos 100 anos. Eu estou interessada em vivê Para isso, não podemos passar a vida toda com um paladar infantil e inconsequente.

Precisamos prestar atenção à nossa alimentação. Ela é muito importante e é o que nos manterá longevos e forte Nós somos o que comemos. E não é necessário deixar de se divertir e ter prazer em cada refeição. Porque a alma também deve ser bem nutrida. E felicidade é sempre o alimento esse cial. Cuide-se! E viva o nosso caviar branco.

Adriana Matta é chef

proprietária do Cooking Buffet.

Fonte: Revista Seleções – Reader’s Digest. Rio de Janeiro. Nº 410. Pág. 20. Abril de 2010.

Nos fragmentos do texto “Acredito que podemos unir sabor e saúde.” e “[...] paladar infantil e inconsequente”, os termos sublinhados expressam respectivamente a ideia de:

Alternativas
Q1659718 Português

Pra dizer Adeus 

Adeus,

Vou pra não voltar

E onde quer que eu vá

Sei que vou sozinho.

Tão sozinho, amor,

Nem é bom pensar

Que eu não volto mais

Desse meu caminho.


Ah! Pena eu não saber

Como te contar

Que o amor foi tanto

E no entanto eu queria dizer

Vem, nem que seja só

Pra dizer adeus.


Edu Lobo - Torquato Neto

De acordo com a sintaxe das orações empregadas no texto acima, podemos afirmar que:


I. “Que vou sozinho”... = oração subordinada adverbial.

II. “Que eu não volto mais”... = oração subordinada substantiva objetiva indireta.

III. “Que o amor foi tanto” ...= oração subordinada substantiva objetiva direta.

IV. “Vem, nem que seja só”... = oração coordenada, adversativa.


Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q1635765 Português
Assinale a alternativa que NÃO apresenta orações coordenadas:
Alternativas
Q1635647 Português
Indique a alternativa que apresenta análise errada da oração em grifo:
Alternativas
Q1225757 Português
Texto
DIA 13 DE MARÇO, MEIO-DIA.
A atriz Eliane Lage caminha pelas ruas de pedra de Pirenópolis, passa por casarões antigos e sorri com toda a sua graça. Parece cena de filme, mas não é. A antiga diva do cinema brasileiro, e hoje também escritora, não está lá por acaso – ela vive nesse município há mais de 30 anos. “Este lugar tem um brilho especial, é de um encanto sem tamanho”, diz. Não é preciso mais do que 5 minutos na cidade para descobrir que Eliane está certa.
Conhecida como Piri e por ser o berço dos cantores Zezé di Camargo & Luciano, essa pequena cidade do interior de Goiás, a 150 quilômetros de Brasília e 120 quilômetros de Goiânia, vivencia todos os dias cenas repletas de poesia – principalmente por conta de sua arquitetura colonial, que confere ao vilarejo um visual de set. [...]
CONTE, Carla. O brilho de Pirenópolis. Revista GOL. São Paulo, n. 97, p.118, abr. 2010. [Adaptado]
Observe o período, retirado do texto: “Parece cena de filme, mas não é.”
A oração sublinhada deve ser classificada como:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ACAPLAM Órgão: Prefeitura de Itabaiana - SE
Q1196127 Português
A oração em destaque, no período seguinte, classifica-se como:
Tome uma atitude agora ou assuma sua incapacidade.

Alternativas
Respostas
1901: E
1902: C
1903: E
1904: B
1905: D
1906: C
1907: C
1908: A
1909: C
1910: E
1911: E
1912: C
1913: C
1914: C
1915: C
1916: D
1917: A
1918: E
1919: E
1920: B