Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 54.872 questões
Primeira coluna: relação de sentido
(1) Explicação
(2) Adição
(3) Exemplificação
(4) Proporcionalidade
Segunda coluna: trecho do texto
(__) Além da quantidade, a configuração dos espaços também é tema de receio.
(__) O sumiço desses espaços de educação também tem como um dos impactos a situação financeira, uma vez que , com a falta de acesso ao ambiente, o leitor vai sendo incitado a suspender ou a pagar pela prática de atividades de formação cultural.
(__) Quanto menos acesso a essa memória que está no conhecimento acumulado pela humanidade, quanto menos acesso [às bibliotecas escolares] a juventude tem, mais ela se torna desconectada do mundo que ela vive
(__) Infraestruturas essenciais na aprendizagem, como a biblioteca, ainda não estão presentes na maioria das escolas brasileiras
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Leia a tirinha a seguir, do personagem Armandinho, criado por Alexandre Beck:

Reflita a respeito dos sentidos criados pelas palavras na tirinha. A partir dessa reflexão, assinale a alternativa que apresenta a correta explicação da causa do efeito de humor na tirinha:
Com base no texto anterior, avalie as afirmações sobre como a legislação deve funcionar na escola.
I - A escola deve compreender que a lei garante o compromisso com a formação do cidadão e com o desenvolvimento de valores e capacidades para atuar na sociedade.
II - A escola deve compreender que é atribuição do poder público, a partir da escola, e familiar, como obrigação do responsável legal, transmitir competências e habilidades necessárias para que as pessoas atuem competitivamente no mercado de trabalho.
III - A escola deve compreender que é a atuação em parceria do Estado e da família que fomenta uma educação de qualidade para melhoria individual do cidadão e da sociedade a que pertence.
Está correto apenas o que se afirma em
Sobre a questão da Justiça Restaurativa nas escolas e seus conhecimentos sobre o assunto, é correto afirmar que se trata de um processo
Leia atentamente a tirinha para responder a questão.

www.facebook.com/coneduu/posts/1715488555294814/
A partir da leitura da tirinha e com base na citação de Freire é correto afirmar que a escola
Leia atentamente a tirinha para responder a questão.

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Considerando os fundamentos do saber-ensinar, associe-os corretamente à sua respectiva função / característica.
FUNDAMENTOS
1 - Existenciais
2 - Sociais
3 - Pragmáticos
FUNÇÕES / CARACTERÍSTICAS
( ) porque, os saberes profissionais são plurais, provêm de fontes sociais diversas e são adquiridos em tempos diferentes: da infância, da escola, da formação profissional, do ingresso na profissão, da carreira.
( ) pois os saberes que servem de base ao ensino estão intimamente ligados tanto ao trabalho quanto à pessoa do trabalhador.
( ) no sentido de que um professor não pensa somente com a cabeça, mas com a vida, com o que foi, com o que viveu, com aquilo que acumulou em termos de experiência de vida.
( ) pois, trata-se de saberes ligados ao labor, de saberes sobre o trabalho, ligados às funções dos professores, sendo por meio do cumprimento dessas funções que eles são mobilizados, modelados, adquiridos, demonstrados na importância que os professores dão à experiência.
( ) porque a relação do professor com os seus próprios saberes é acompanhada desta relação em conjunto com a consciência profissional do professor; não é um reservatório de conhecimentos no qual ele se abastece.
( ) pois o professor não é somente um sujeito epistêmico que se coloca diante do mundo numa relação estrita de conhecimento que processa informações extraídas do objeto por meio de seu sistema cognitivo.
A sequência correta é:
Ao encontro disso, de acordo com o Currículo da Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino de Blumenau, essa aprendizagem acontece:
Essa 'mercadorização' do conhecimento, a transformação do conhecimento em objeto de consumo mediante pagamento, faz com que o leitor, agora transformado em consumidor, não se sinta mais desafiado a entender a dimensão de uma unidade que está nele, de se comprometer em deixar um conhecimento mais avançado para as gerações que virão, a produção de novos conhecimentos ou de uma transformação da sua própria prática.
A respeito desse trecho em específico, analise as afirmações a seguir:
I - Podemos afirmar que "mercadorização" é um neologismo, que significa processo pelo qual o âmbito educacional é transformado em nicho de mercado.
II - Por associação, a palavra "consumo" nesse trecho ganhou um novo significado, para além daquele mais tradicional com o qual a palavra geralmente é empregada.
III - O trecho elogia a mercadorização, pois este é o processo pelo qual o leitor, transformado em consumidor, prepara-se melhor para a sua construção de conhecimento.
É correto o que se afirma em:
Texto I
Segundo Lima (2022), a Educação Ambiental (EA) se constituiu no Brasil a partir das décadas de 1970 e 1980 como um campo complexo, plural e diverso. A tendência crítica é uma das perspectivas político-pedagógicas centrais dentro do campo e se construiu em contraponto com o que se convencionou chamar de educação conservacionista. No contexto de constituição da EA brasileira, a teoria crítica torna-se uma alternativa política e pedagógica afinada com o socioambientalismo e com o paradigma das sociedades sustentáveis.
Texto II

Fonte: http://ciencias-mix.blogspot.com/2011/07/charges-ambientais-5.html
Relacione a interpretação sugerida na charge com a análise de elementos conceituais da Educação Ambiental Crítica e suas implicações na educação presentes no Texto I e avalie as assertivas a seguir.
I - Do ponto de vista pedagógico, a cena que mostra o homem lavando o carro relaciona-se com a EA crítica, que se expressa de maneira individualista e comportamentalista por compreender que a gênese dos problemas ambientais está mais relacionada à esfera individual, moral e privada do que à esfera coletiva, pública e política.
II - O diálogo das duas personagens na charge nos permite inferir que elas já passaram por um processo de educação ambiental conservadora, orientada por uma visão hegemônica de perfil conservacionista, tecnicista e apolítica, embora essa não fosse sua expressão exclusiva.
III - A educação ambiental que melhor representa a cena que mostra o homem lavando o carro adota uma concepção inspirada por uma perspectiva de pretensa neutralidade ideológica, que não problematiza os aspectos políticos, econômicos e éticos da questão ambiental e não exige mudanças profundas na vida social.
IV - O diálogo das personagens sugere que a educação ambiental utilize a educação como instrumento para criar e promover valores, ideias, sensibilidades e atitudes favoráveis à preservação do meio ambiente, tendo em vista que processo educativo não é um processo neutro e objetivo, destituído de valores, interesses e ideologias.
V - Uma das possibilidades de reflexão crítica a partir da charge seria o entendimento da necessidade de uma pedagogia que compreende a educação e o conhecimento como uma construção social dialógica e coletiva, que persegue o pensamento crítico e emancipado, que explora não apenas o diálogo interno ao ambiente pedagógico, como também a sua relação com a vida comunitária.
Está correto apenas o que se afirma em
O texto seguinte servirá de base para responder a questão
Desmonte das bibliotecas públicas no Brasil
As políticas públicas de incentivo às bibliotecas vêm sofrendo cortes no Brasil. Segundo especialistas da Biblioteconomia e da Educação, esses espaços promovem a divulgação segura de informações, a cultura, a formação educacional das pessoas e a preservação da memória histórica. Cada tipo de biblioteca, pública, escolar ou circulante, atende a necessidades informacionais e culturais específicas da sociedade. E é o bibliotecário que deve atuar nesses locais fornecendo orientação e mediação adequadas para as pessoas.
Dados do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) sugerem que o Brasil perdeu quase 800 bibliotecas públicas entre 2015 e 2020. Especialistas da biblioteconomia alegam que o número pode ser ainda maior, devido à fragilidade do SNBP, com a extinção do Ministério da Cultura e o controle pouco efetivo dos sistemas estaduais.
Segundo Cibele Araújo, professora do curso de Biblioteconomia da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, o número de bibliotecas públicas brasileiras fechadas revela um desinvestimento na cultura e na educação: "As bibliotecas públicas em muitos municípios são um elo fundamental da cultura. Podem ter nessas bibliotecas ações culturais muito importantes para a formação do indivíduo, para o desenvolvimento da sua cidadania". Algumas das atividades promovidas são saraus literários, recitais, musicais e peças.
Há também falta de políticas públicas voltadas para o social, já que uma parte da população vulnerável não consegue ter fácil acesso às livrarias, nem renda para comprar livros. As bibliotecas públicas seriam um apoio a essas pessoas, bem como às que moram em municípios de difícil acesso e locomoção. A professora conta, ainda, que muitos alunos do curso de Biblioteconomia desenvolveram interesse por essa área ao ter contato com as bibliotecas públicas de suas cidades.
As bibliotecas públicas também são importantes para a memória brasileira por guardarem a literatura e a informação e história local a partir dos livros físicos e de projetos internos para contar e recitar histórias.
Para Cibele, é necessário garantir investimentos e legislações a favor de manter as bibliotecas públicas abertas, conservando seus espaços de união social e a cultura do País: "A gente tem que ter uma pauta de defesa perante os prefeitos, governadores, vereadores e deputados. Investimento na cultura não é custo, é benefício puro para ter uma sociedade mais desenvolvida."
A docente completa afirmando que é uma defesa que precisa partir de várias instâncias, pelos cursos de Biblioteconomia nas universidades, pelos conselhos profissionais e associações e federações. "Um trabalho quase de formiguinha, de fazer a defesa dessas instituições, olhando a biblioteca com uma importante instituição de informação e cultura", afirma.
De acordo com o Anuário Brasileiro de Educação Básica de 2021, uma ferramenta de consulta sobre o panorama do ensino no País, infraestruturas essenciais na aprendizagem, como a biblioteca, ainda não estão presentes na maioria das escolas brasileiras. As bibliotecas escolares diferem das públicas por serem um equipamento intrinsecamente ligado à cultura e ao processo de ensino e aprendizagem por meio de recursos educativos para estudo, encontro e lazer.
Apesar da universalização das bibliotecas escolares decretada na Lei n.º 12244/10, a demora na sua efetivação preocupa o acesso a esses ambientes: "Em 2010, a gente teve que propor uma lei para exigir a existência de bibliotecas nas escolas. Isso já é uma coisa alarmante", reflete Ivete Pieruccini, professora do curso de Biblioteconomia da ECA-USP. Doze anos depois, o fechamento desses ambientes sinaliza uma falta de investimento na relação entre o aluno brasileiro e a biblioteca.
Além da quantidade, a configuração dos espaços também é tema de receio. A percepção diluída da biblioteca como uma instituição de organização, oferta e distribuição de informação não contempla a complexidade do papel cumprido por elas em contextos educativos. Segundo Ivete, no universo da comunidade escolar, as bibliotecas são responsáveis por autores dos processos de formação de pensamento da sociedade. "A responsabilidade dessas instituições não é uma responsabilidade meramente técnica. Elas têm um comprometimento social. Bibliotecas são instâncias de caráter político", comenta.
O interesse de cada população com a biblioteca determina também a abordagem das estruturas e ferramentas disponibilizadas aos sujeitos que ocupam esses espaços. A professora considera que as particularidades da sensação de pertencimento à biblioteca e à leitura devem ser interrogadas: "O que ele vai fazer com aquela leitura? Com quem ele vai conversar? Onde ele vai desenvolver ideias? Onde ele vai expandir o pensamento a partir daquela leitura?", elabora sobre o aluno que visita o ambiente.
Ao contrário de uma ótica reducionista, o papel de bibliotecas em escolas de comunidades com interesses e identidades diversificados implica repertórios locais repassados por gerações por meio da memória. "Quanto menos acesso a essa memória que está no conhecimento acumulado pela humanidade, quanto menos acesso [às bibliotecas escolares] a juventude tem, mais ela se torna desconectada do mundo que ela vive" afirma Valdir Heitor Barzotto, professor e vice-diretor da Faculdade de Educação (FE) da USP. Para ele, ao permitir o acesso a conhecimentos distantes em tempo e espaço, as bibliotecas provocam os jovens a construírem sua própria prática cotidiana.
Com o fechamento das escassas bibliotecas, a biblioteca como um espaço de acesso público, livre e gratuito é um princípio a ser defendido, na visão de Barzotto. "Não há outro espaço mais livre do que a biblioteca. A biblioteca garante que esse conhecimento seja de acesso ao público e que não vire mercadoria", reforça ele. Com o conhecimento acumulado, o jovem encontra a si mesmo na leitura e como agente na reinvenção de sua prática.
O sumiço desses espaços de educação também tem como um dos impactos a situação financeira, uma vez que, com a falta de acesso ao ambiente, o leitor vai sendo incitado a suspender ou a pagar pela prática de atividades de formação cultural. Sobre a pressuposição da qualidade ser proporcional ao preço, o professor declara: "Cada vez mais tem esse investimento do mercado em transformar um conhecimento em mercadoria e é importante fechar a biblioteca".
"Essa 'mercadorização' do conhecimento, a transformação do conhecimento em objeto de consumo mediante pagamento, faz com que o leitor, agora transformado em consumidor, não se sinta mais desafiado a entender a dimensão de uma unidade que está nele, de se comprometer em deixar um conhecimento mais avançado para as gerações que virão, a produção de novos conhecimentos ou de uma transformação da sua própria prática", conclui.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão
Desmonte das bibliotecas públicas no Brasil
As políticas públicas de incentivo às bibliotecas vêm sofrendo cortes no Brasil. Segundo especialistas da Biblioteconomia e da Educação, esses espaços promovem a divulgação segura de informações, a cultura, a formação educacional das pessoas e a preservação da memória histórica. Cada tipo de biblioteca, pública, escolar ou circulante, atende a necessidades informacionais e culturais específicas da sociedade. E é o bibliotecário que deve atuar nesses locais fornecendo orientação e mediação adequadas para as pessoas.
Dados do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) sugerem que o Brasil perdeu quase 800 bibliotecas públicas entre 2015 e 2020. Especialistas da biblioteconomia alegam que o número pode ser ainda maior, devido à fragilidade do SNBP, com a extinção do Ministério da Cultura e o controle pouco efetivo dos sistemas estaduais.
Segundo Cibele Araújo, professora do curso de Biblioteconomia da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, o número de bibliotecas públicas brasileiras fechadas revela um desinvestimento na cultura e na educação: "As bibliotecas públicas em muitos municípios são um elo fundamental da cultura. Podem ter nessas bibliotecas ações culturais muito importantes para a formação do indivíduo, para o desenvolvimento da sua cidadania". Algumas das atividades promovidas são saraus literários, recitais, musicais e peças.
Há também falta de políticas públicas voltadas para o social, já que uma parte da população vulnerável não consegue ter fácil acesso às livrarias, nem renda para comprar livros. As bibliotecas públicas seriam um apoio a essas pessoas, bem como às que moram em municípios de difícil acesso e locomoção. A professora conta, ainda, que muitos alunos do curso de Biblioteconomia desenvolveram interesse por essa área ao ter contato com as bibliotecas públicas de suas cidades.
As bibliotecas públicas também são importantes para a memória brasileira por guardarem a literatura e a informação e história local a partir dos livros físicos e de projetos internos para contar e recitar histórias.
Para Cibele, é necessário garantir investimentos e legislações a favor de manter as bibliotecas públicas abertas, conservando seus espaços de união social e a cultura do País: "A gente tem que ter uma pauta de defesa perante os prefeitos, governadores, vereadores e deputados. Investimento na cultura não é custo, é benefício puro para ter uma sociedade mais desenvolvida."
A docente completa afirmando que é uma defesa que precisa partir de várias instâncias, pelos cursos de Biblioteconomia nas universidades, pelos conselhos profissionais e associações e federações. "Um trabalho quase de formiguinha, de fazer a defesa dessas instituições, olhando a biblioteca com uma importante instituição de informação e cultura", afirma.
De acordo com o Anuário Brasileiro de Educação Básica de 2021, uma ferramenta de consulta sobre o panorama do ensino no País, infraestruturas essenciais na aprendizagem, como a biblioteca, ainda não estão presentes na maioria das escolas brasileiras. As bibliotecas escolares diferem das públicas por serem um equipamento intrinsecamente ligado à cultura e ao processo de ensino e aprendizagem por meio de recursos educativos para estudo, encontro e lazer.
Apesar da universalização das bibliotecas escolares decretada na Lei n.º 12244/10, a demora na sua efetivação preocupa o acesso a esses ambientes: "Em 2010, a gente teve que propor uma lei para exigir a existência de bibliotecas nas escolas. Isso já é uma coisa alarmante", reflete Ivete Pieruccini, professora do curso de Biblioteconomia da ECA-USP. Doze anos depois, o fechamento desses ambientes sinaliza uma falta de investimento na relação entre o aluno brasileiro e a biblioteca.
Além da quantidade, a configuração dos espaços também é tema de receio. A percepção diluída da biblioteca como uma instituição de organização, oferta e distribuição de informação não contempla a complexidade do papel cumprido por elas em contextos educativos. Segundo Ivete, no universo da comunidade escolar, as bibliotecas são responsáveis por autores dos processos de formação de pensamento da sociedade. "A responsabilidade dessas instituições não é uma responsabilidade meramente técnica. Elas têm um comprometimento social. Bibliotecas são instâncias de caráter político", comenta.
O interesse de cada população com a biblioteca determina também a abordagem das estruturas e ferramentas disponibilizadas aos sujeitos que ocupam esses espaços. A professora considera que as particularidades da sensação de pertencimento à biblioteca e à leitura devem ser interrogadas: "O que ele vai fazer com aquela leitura? Com quem ele vai conversar? Onde ele vai desenvolver ideias? Onde ele vai expandir o pensamento a partir daquela leitura?", elabora sobre o aluno que visita o ambiente.
Ao contrário de uma ótica reducionista, o papel de bibliotecas em escolas de comunidades com interesses e identidades diversificados implica repertórios locais repassados por gerações por meio da memória. "Quanto menos acesso a essa memória que está no conhecimento acumulado pela humanidade, quanto menos acesso [às bibliotecas escolares] a juventude tem, mais ela se torna desconectada do mundo que ela vive" afirma Valdir Heitor Barzotto, professor e vice-diretor da Faculdade de Educação (FE) da USP. Para ele, ao permitir o acesso a conhecimentos distantes em tempo e espaço, as bibliotecas provocam os jovens a construírem sua própria prática cotidiana.
Com o fechamento das escassas bibliotecas, a biblioteca como um espaço de acesso público, livre e gratuito é um princípio a ser defendido, na visão de Barzotto. "Não há outro espaço mais livre do que a biblioteca. A biblioteca garante que esse conhecimento seja de acesso ao público e que não vire mercadoria", reforça ele. Com o conhecimento acumulado, o jovem encontra a si mesmo na leitura e como agente na reinvenção de sua prática.
O sumiço desses espaços de educação também tem como um dos impactos a situação financeira, uma vez que, com a falta de acesso ao ambiente, o leitor vai sendo incitado a suspender ou a pagar pela prática de atividades de formação cultural. Sobre a pressuposição da qualidade ser proporcional ao preço, o professor declara: "Cada vez mais tem esse investimento do mercado em transformar um conhecimento em mercadoria e é importante fechar a biblioteca".
"Essa 'mercadorização' do conhecimento, a transformação do conhecimento em objeto de consumo mediante pagamento, faz com que o leitor, agora transformado em consumidor, não se sinta mais desafiado a entender a dimensão de uma unidade que está nele, de se comprometer em deixar um conhecimento mais avançado para as gerações que virão, a produção de novos conhecimentos ou de uma transformação da sua própria prática", conclui.
Essa 'mercadorização' do conhecimento, a transformação do conhecimento em objeto de consumo mediante pagamento, faz com que o leitor, agora transformado em consumidor, não se sinta mais desafiado a entender a dimensão de uma unidade que está nele, de se comprometer em deixar um conhecimento mais avançado para as gerações que virão, a produção de novos conhecimentos ou de uma transformação da sua própria prática.
A respeito desse trecho em específico, analise as afirmações a seguir:
I - Podemos afirmar que "mercadorização" é um neologismo, que significa processo pelo qual o âmbito educacional é transformado em nicho de mercado.
II - Por associação, a palavra "consumo" nesse trecho ganhou um novo significado, para além daquele mais tradicional com o qual a palavra geralmente é empregada.
III - O trecho elogia a mercadorização, pois este é o processo pelo qual o leitor, transformado em consumidor, prepara-se melhor para a sua construção de conhecimento.
É correto o que se afirma em:
Após análise, marque a alternativa CORRETA.
Considere a imagem.

Disponível em: https://2.bp.blogspot.com/-0cCV6ylrh_A/WQv0zdviHI/AAAAAAAAEAQ/iMinZwDUShALgOJArSh7EDf8eT56SK_wCLcBGAs/s1600/charge_cidadania_lixo_rua.jpg. Acesso em: 27 JUN 2022.
O autor da charge denuncia a(s):
Leia:
“O câncer do colo do útero é o terceiro mais frequente entre as brasileiras, atrás apenas do câncer de mama e do colorretal, e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no país. Segundo o Atlas de Mortalidade por Câncer, disponibilizado pelo SIM (Sistema de Informações sobre Mortalidade), em 2019, foram 6.596 vítimas fatais de uma doença que, na maioria dos casos, é evitável com exame de rastreamento e uma medida simples e acessível: a vacina contra o HPV.”
Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br/coluna-2/desinformacao-gera-baixa-adesaoa-vacinacao-contra-o-hpv-coluna/
Leia:
“O câncer do colo do útero é o terceiro mais frequente entre as brasileiras, atrás apenas do câncer de mama e do colorretal, e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no país. Segundo o Atlas de Mortalidade por Câncer, disponibilizado pelo SIM (Sistema de Informações sobre Mortalidade), em 2019, foram 6.596 vítimas fatais de uma doença que, na maioria dos casos, é evitável com exame de rastreamento e uma medida simples e acessível: a vacina contra o HPV.”
Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br/coluna-2/desinformacao-gera-baixa-adesaoa-vacinacao-contra-o-hpv-coluna/
“Tá chovendo!”
Esta frase é solta e descontextualizada e pode ser entendida como a impossibilidade de sair de casa; a hipótese de alagamento; a necessidade de abrir um guarda-chuva; a urgência de fechar as janelas, dentre muitas outras perspectivas.
Para entender satisfatoriamente um enunciado, é preciso, fundamentalmente,