Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 54.845 questões

Q2076811 Português

texto_2.png (381×499)


Valter Bracht. Esporte na escola e esporte de rendimento.

Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos e gramaticais, julgue o item.

Para o autor, temas só são considerados polêmicos caso haja entendimentos diversos sobre ele e esses entendimentos concorram para ser o entendimento dominante. 

Alternativas
Q2076810 Português

texto_2.png (381×499)


Valter Bracht. Esporte na escola e esporte de rendimento.

Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos e gramaticais, julgue o item.

Segundo o autor, o esporte era o principal conteúdo das aulas de educação física, mas não é mais. 

Alternativas
Q2076809 Português

texto_2.png (381×499)


Valter Bracht. Esporte na escola e esporte de rendimento.

Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos e gramaticais, julgue o item.

Segundo o autor, o tema abordado no texto estava em baixa, com poucos trabalhos sendo publicados, mas, no momento em que ele escreveu o artigo, o tema entrou em alta. 

Alternativas
Q2076808 Português

texto_2.png (381×499)


Valter Bracht. Esporte na escola e esporte de rendimento.

Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos e gramaticais, julgue o item.

Segundo a revista Movimento, o tema esporte de rendimento na escola é um consenso entre os autores. 

Alternativas
Q2076799 Português

texto_1 .png (378×548)

texto_1 1 2 .png (377×296)


Manual de Procedimentos para Assessorias em Santa

Catarina (com adaptações).

Com base no texto e em seus aspectos linguísticos, julgue o item.

Conforme explicam os autores do texto, o overtraining é uma das causas mais comuns de lesões para os corredores não supervisionados.

Alternativas
Q2076798 Português

texto_1 .png (378×548)

texto_1 1 2 .png (377×296)


Manual de Procedimentos para Assessorias em Santa

Catarina (com adaptações).

Com base no texto e em seus aspectos linguísticos, julgue o item. 

Segundo o Manual de Procedimentos para Assessorias em Santa Catarina, o bom-senso é suficiente para que um indivíduo não supervisionado por um profissional de educação física não ultrapasse os seus limites. 

Alternativas
Q2076781 Português

Corpos Desenhados


    Como você encara uma tatuagem? A carga de preconceitos é pesada. Tatuados foram representados nos últimos dois séculos como pessoas do mal, em romances de aventura, crônica policial, no cinema, em gibis, nas histórias de piratas [...].

   A conotação com o mal persiste em imagens da televisão. É clichê. Close nas tatuagens do facinoroso personagem cigano, da novela "Senhora do destino". Close nas tatuagens de escorpião nos braços dos assassinos da freira Dorothy Stang, no Pará. Close nos braços dos Pitboys toda vez que eles aprontam alguma. Como quem diz: é tatuado, gente boa não pode ser.

    Mas a coisa virou moda adolescente e é preciso encará-la.

   Um dicionário me informa que a palavra "tattoo", do inglês moderno, veio do Taiti, da palavra "tatu", que significa marca, introduzida pelo explorador britânico James Cook, o célebre Capitão Cook, em 1769. A precisão da data me espanta. Foi também então que a técnica taitiana de gravar figuras na pele se disseminou pelos portos da Europa. Depois pelo mundo.

   Vemos centenas de lojas de tattoo no centro da cidade e nos bairros. As praias brasileiras, sejam populares ou da burguesia, oferecem preço e facilidade. Em Búzios, as agulhadas decorativas são aplicadas em uma Kombi-Estúdio na descolada rua das Pedras. Surfistas sem tatuagem não estão com nada. Pitboys desafiam olhares mortais. Garotas desenham pequeninas flores, a Fada Sininho, na virilha, no cóccix, na nuca. É tempo de corpos desenhados.

   As linguagens corporais dos adolescentes nem sempre são aceitas facilmente. Quem não ouviu falar do preconceito que vitimou os "cabeludos", a minissaia e a própria calça jeans? Hoje, nas áreas de trabalho do "establishment", os tatuados têm problemas. Rapazes que à noite usam camisetas com corte adequado para exibir suas tatuagens, escondem-nas durante o dia sob camisas de mangas compridas.

   Se é complicado, então por quê? Tatuagem é um recado, uma fala. Os chineses antigos achavam que era uma forma de se comunicar com as forças celestes. Quando um marinheiro tatuava no braço a frase "AMOR SÓ DE MÃE" queria dizer: não confio nas mulheres. Em culturas primitivas era um signo tribal – sentido que ecoa hoje em tribos urbanas. Desenhos na pele com figuras de animais, como o touro, o tigre e o escorpião, eram feitos para a pessoa apropriar-se das virtudes do animal. Quanto dessa mística se mantém?

    Há meninas que tatuam o nome do namorado. E se o amor acabar? Ah, dirão, não serão essas as piores marcas do amor finito. Certa vez uma conhecida me mostrou na coxa a marca "Paulinho". Marca de posse, como em escravo ou gado.Tatuar o nome do amor é mais antigo do que 2.500 anos; está lá, na fala do esposo, no "Cântico dos cânticos": "Grava-me como selo em teu coração, como selo em teu braço". É prova de pertença ainda em uso.

   Tatua-se alguém para chamar a atenção? Pode ser, o significado do apelo seria: estou aqui. Para se afirmar? Talvez, significando: sou como sou. Se enfeitar? Provável: gosto de um toque mas exótico. Seduzir? Desafiar?

     Chega de enrolação. Estou pensando tudo isso porque minha filha se tatuou.


Ivan Ângelo – Revista Veja

Ao mencionar sua filha no texto, o autor deixa demonstrar: 
Alternativas
Q2076780 Português

Corpos Desenhados


    Como você encara uma tatuagem? A carga de preconceitos é pesada. Tatuados foram representados nos últimos dois séculos como pessoas do mal, em romances de aventura, crônica policial, no cinema, em gibis, nas histórias de piratas [...].

   A conotação com o mal persiste em imagens da televisão. É clichê. Close nas tatuagens do facinoroso personagem cigano, da novela "Senhora do destino". Close nas tatuagens de escorpião nos braços dos assassinos da freira Dorothy Stang, no Pará. Close nos braços dos Pitboys toda vez que eles aprontam alguma. Como quem diz: é tatuado, gente boa não pode ser.

    Mas a coisa virou moda adolescente e é preciso encará-la.

   Um dicionário me informa que a palavra "tattoo", do inglês moderno, veio do Taiti, da palavra "tatu", que significa marca, introduzida pelo explorador britânico James Cook, o célebre Capitão Cook, em 1769. A precisão da data me espanta. Foi também então que a técnica taitiana de gravar figuras na pele se disseminou pelos portos da Europa. Depois pelo mundo.

   Vemos centenas de lojas de tattoo no centro da cidade e nos bairros. As praias brasileiras, sejam populares ou da burguesia, oferecem preço e facilidade. Em Búzios, as agulhadas decorativas são aplicadas em uma Kombi-Estúdio na descolada rua das Pedras. Surfistas sem tatuagem não estão com nada. Pitboys desafiam olhares mortais. Garotas desenham pequeninas flores, a Fada Sininho, na virilha, no cóccix, na nuca. É tempo de corpos desenhados.

   As linguagens corporais dos adolescentes nem sempre são aceitas facilmente. Quem não ouviu falar do preconceito que vitimou os "cabeludos", a minissaia e a própria calça jeans? Hoje, nas áreas de trabalho do "establishment", os tatuados têm problemas. Rapazes que à noite usam camisetas com corte adequado para exibir suas tatuagens, escondem-nas durante o dia sob camisas de mangas compridas.

   Se é complicado, então por quê? Tatuagem é um recado, uma fala. Os chineses antigos achavam que era uma forma de se comunicar com as forças celestes. Quando um marinheiro tatuava no braço a frase "AMOR SÓ DE MÃE" queria dizer: não confio nas mulheres. Em culturas primitivas era um signo tribal – sentido que ecoa hoje em tribos urbanas. Desenhos na pele com figuras de animais, como o touro, o tigre e o escorpião, eram feitos para a pessoa apropriar-se das virtudes do animal. Quanto dessa mística se mantém?

    Há meninas que tatuam o nome do namorado. E se o amor acabar? Ah, dirão, não serão essas as piores marcas do amor finito. Certa vez uma conhecida me mostrou na coxa a marca "Paulinho". Marca de posse, como em escravo ou gado.Tatuar o nome do amor é mais antigo do que 2.500 anos; está lá, na fala do esposo, no "Cântico dos cânticos": "Grava-me como selo em teu coração, como selo em teu braço". É prova de pertença ainda em uso.

   Tatua-se alguém para chamar a atenção? Pode ser, o significado do apelo seria: estou aqui. Para se afirmar? Talvez, significando: sou como sou. Se enfeitar? Provável: gosto de um toque mas exótico. Seduzir? Desafiar?

     Chega de enrolação. Estou pensando tudo isso porque minha filha se tatuou.


Ivan Ângelo – Revista Veja

Que expressão confirma sua reposta da questão anterior? 
Alternativas
Q2076779 Português

Corpos Desenhados


    Como você encara uma tatuagem? A carga de preconceitos é pesada. Tatuados foram representados nos últimos dois séculos como pessoas do mal, em romances de aventura, crônica policial, no cinema, em gibis, nas histórias de piratas [...].

   A conotação com o mal persiste em imagens da televisão. É clichê. Close nas tatuagens do facinoroso personagem cigano, da novela "Senhora do destino". Close nas tatuagens de escorpião nos braços dos assassinos da freira Dorothy Stang, no Pará. Close nos braços dos Pitboys toda vez que eles aprontam alguma. Como quem diz: é tatuado, gente boa não pode ser.

    Mas a coisa virou moda adolescente e é preciso encará-la.

   Um dicionário me informa que a palavra "tattoo", do inglês moderno, veio do Taiti, da palavra "tatu", que significa marca, introduzida pelo explorador britânico James Cook, o célebre Capitão Cook, em 1769. A precisão da data me espanta. Foi também então que a técnica taitiana de gravar figuras na pele se disseminou pelos portos da Europa. Depois pelo mundo.

   Vemos centenas de lojas de tattoo no centro da cidade e nos bairros. As praias brasileiras, sejam populares ou da burguesia, oferecem preço e facilidade. Em Búzios, as agulhadas decorativas são aplicadas em uma Kombi-Estúdio na descolada rua das Pedras. Surfistas sem tatuagem não estão com nada. Pitboys desafiam olhares mortais. Garotas desenham pequeninas flores, a Fada Sininho, na virilha, no cóccix, na nuca. É tempo de corpos desenhados.

   As linguagens corporais dos adolescentes nem sempre são aceitas facilmente. Quem não ouviu falar do preconceito que vitimou os "cabeludos", a minissaia e a própria calça jeans? Hoje, nas áreas de trabalho do "establishment", os tatuados têm problemas. Rapazes que à noite usam camisetas com corte adequado para exibir suas tatuagens, escondem-nas durante o dia sob camisas de mangas compridas.

   Se é complicado, então por quê? Tatuagem é um recado, uma fala. Os chineses antigos achavam que era uma forma de se comunicar com as forças celestes. Quando um marinheiro tatuava no braço a frase "AMOR SÓ DE MÃE" queria dizer: não confio nas mulheres. Em culturas primitivas era um signo tribal – sentido que ecoa hoje em tribos urbanas. Desenhos na pele com figuras de animais, como o touro, o tigre e o escorpião, eram feitos para a pessoa apropriar-se das virtudes do animal. Quanto dessa mística se mantém?

    Há meninas que tatuam o nome do namorado. E se o amor acabar? Ah, dirão, não serão essas as piores marcas do amor finito. Certa vez uma conhecida me mostrou na coxa a marca "Paulinho". Marca de posse, como em escravo ou gado.Tatuar o nome do amor é mais antigo do que 2.500 anos; está lá, na fala do esposo, no "Cântico dos cânticos": "Grava-me como selo em teu coração, como selo em teu braço". É prova de pertença ainda em uso.

   Tatua-se alguém para chamar a atenção? Pode ser, o significado do apelo seria: estou aqui. Para se afirmar? Talvez, significando: sou como sou. Se enfeitar? Provável: gosto de um toque mas exótico. Seduzir? Desafiar?

     Chega de enrolação. Estou pensando tudo isso porque minha filha se tatuou.


Ivan Ângelo – Revista Veja

Para o autor, a tatuagem é: 
Alternativas
Q2076778 Português

Corpos Desenhados


    Como você encara uma tatuagem? A carga de preconceitos é pesada. Tatuados foram representados nos últimos dois séculos como pessoas do mal, em romances de aventura, crônica policial, no cinema, em gibis, nas histórias de piratas [...].

   A conotação com o mal persiste em imagens da televisão. É clichê. Close nas tatuagens do facinoroso personagem cigano, da novela "Senhora do destino". Close nas tatuagens de escorpião nos braços dos assassinos da freira Dorothy Stang, no Pará. Close nos braços dos Pitboys toda vez que eles aprontam alguma. Como quem diz: é tatuado, gente boa não pode ser.

    Mas a coisa virou moda adolescente e é preciso encará-la.

   Um dicionário me informa que a palavra "tattoo", do inglês moderno, veio do Taiti, da palavra "tatu", que significa marca, introduzida pelo explorador britânico James Cook, o célebre Capitão Cook, em 1769. A precisão da data me espanta. Foi também então que a técnica taitiana de gravar figuras na pele se disseminou pelos portos da Europa. Depois pelo mundo.

   Vemos centenas de lojas de tattoo no centro da cidade e nos bairros. As praias brasileiras, sejam populares ou da burguesia, oferecem preço e facilidade. Em Búzios, as agulhadas decorativas são aplicadas em uma Kombi-Estúdio na descolada rua das Pedras. Surfistas sem tatuagem não estão com nada. Pitboys desafiam olhares mortais. Garotas desenham pequeninas flores, a Fada Sininho, na virilha, no cóccix, na nuca. É tempo de corpos desenhados.

   As linguagens corporais dos adolescentes nem sempre são aceitas facilmente. Quem não ouviu falar do preconceito que vitimou os "cabeludos", a minissaia e a própria calça jeans? Hoje, nas áreas de trabalho do "establishment", os tatuados têm problemas. Rapazes que à noite usam camisetas com corte adequado para exibir suas tatuagens, escondem-nas durante o dia sob camisas de mangas compridas.

   Se é complicado, então por quê? Tatuagem é um recado, uma fala. Os chineses antigos achavam que era uma forma de se comunicar com as forças celestes. Quando um marinheiro tatuava no braço a frase "AMOR SÓ DE MÃE" queria dizer: não confio nas mulheres. Em culturas primitivas era um signo tribal – sentido que ecoa hoje em tribos urbanas. Desenhos na pele com figuras de animais, como o touro, o tigre e o escorpião, eram feitos para a pessoa apropriar-se das virtudes do animal. Quanto dessa mística se mantém?

    Há meninas que tatuam o nome do namorado. E se o amor acabar? Ah, dirão, não serão essas as piores marcas do amor finito. Certa vez uma conhecida me mostrou na coxa a marca "Paulinho". Marca de posse, como em escravo ou gado.Tatuar o nome do amor é mais antigo do que 2.500 anos; está lá, na fala do esposo, no "Cântico dos cânticos": "Grava-me como selo em teu coração, como selo em teu braço". É prova de pertença ainda em uso.

   Tatua-se alguém para chamar a atenção? Pode ser, o significado do apelo seria: estou aqui. Para se afirmar? Talvez, significando: sou como sou. Se enfeitar? Provável: gosto de um toque mas exótico. Seduzir? Desafiar?

     Chega de enrolação. Estou pensando tudo isso porque minha filha se tatuou.


Ivan Ângelo – Revista Veja

O texto foi escrito em 2005. De acordo com o contexto, a imagem de pessoas tatuadas na mídia mostra como mensagem:
Alternativas
Q2076776 Português

Corpos Desenhados


    Como você encara uma tatuagem? A carga de preconceitos é pesada. Tatuados foram representados nos últimos dois séculos como pessoas do mal, em romances de aventura, crônica policial, no cinema, em gibis, nas histórias de piratas [...].

   A conotação com o mal persiste em imagens da televisão. É clichê. Close nas tatuagens do facinoroso personagem cigano, da novela "Senhora do destino". Close nas tatuagens de escorpião nos braços dos assassinos da freira Dorothy Stang, no Pará. Close nos braços dos Pitboys toda vez que eles aprontam alguma. Como quem diz: é tatuado, gente boa não pode ser.

    Mas a coisa virou moda adolescente e é preciso encará-la.

   Um dicionário me informa que a palavra "tattoo", do inglês moderno, veio do Taiti, da palavra "tatu", que significa marca, introduzida pelo explorador britânico James Cook, o célebre Capitão Cook, em 1769. A precisão da data me espanta. Foi também então que a técnica taitiana de gravar figuras na pele se disseminou pelos portos da Europa. Depois pelo mundo.

   Vemos centenas de lojas de tattoo no centro da cidade e nos bairros. As praias brasileiras, sejam populares ou da burguesia, oferecem preço e facilidade. Em Búzios, as agulhadas decorativas são aplicadas em uma Kombi-Estúdio na descolada rua das Pedras. Surfistas sem tatuagem não estão com nada. Pitboys desafiam olhares mortais. Garotas desenham pequeninas flores, a Fada Sininho, na virilha, no cóccix, na nuca. É tempo de corpos desenhados.

   As linguagens corporais dos adolescentes nem sempre são aceitas facilmente. Quem não ouviu falar do preconceito que vitimou os "cabeludos", a minissaia e a própria calça jeans? Hoje, nas áreas de trabalho do "establishment", os tatuados têm problemas. Rapazes que à noite usam camisetas com corte adequado para exibir suas tatuagens, escondem-nas durante o dia sob camisas de mangas compridas.

   Se é complicado, então por quê? Tatuagem é um recado, uma fala. Os chineses antigos achavam que era uma forma de se comunicar com as forças celestes. Quando um marinheiro tatuava no braço a frase "AMOR SÓ DE MÃE" queria dizer: não confio nas mulheres. Em culturas primitivas era um signo tribal – sentido que ecoa hoje em tribos urbanas. Desenhos na pele com figuras de animais, como o touro, o tigre e o escorpião, eram feitos para a pessoa apropriar-se das virtudes do animal. Quanto dessa mística se mantém?

    Há meninas que tatuam o nome do namorado. E se o amor acabar? Ah, dirão, não serão essas as piores marcas do amor finito. Certa vez uma conhecida me mostrou na coxa a marca "Paulinho". Marca de posse, como em escravo ou gado.Tatuar o nome do amor é mais antigo do que 2.500 anos; está lá, na fala do esposo, no "Cântico dos cânticos": "Grava-me como selo em teu coração, como selo em teu braço". É prova de pertença ainda em uso.

   Tatua-se alguém para chamar a atenção? Pode ser, o significado do apelo seria: estou aqui. Para se afirmar? Talvez, significando: sou como sou. Se enfeitar? Provável: gosto de um toque mas exótico. Seduzir? Desafiar?

     Chega de enrolação. Estou pensando tudo isso porque minha filha se tatuou.


Ivan Ângelo – Revista Veja

O texto traz um assunto sobre o modismo que se espalha entre os jovens. Para introduzir esse assunto, o autor faz uma pergunta se dirigindo: 
Alternativas
Q2076654 Português

Os problemas do reconhecimento facial


Em 2019, um cidadão do estado de Nova Jersey chamado Nijeer Parks foi preso pela polícia acusado de roubar uma loja e tentar atropelar policiais na fuga. Ele passou dez dias na prisão e teve de gastar US$ 5.000 para se defender das acusações. Parks era inocente. A razão da sua prisão foi uma identificação equivocada feita por uma câmera usando a tecnologia de reconhecimento facial.

Seu caso não é um fenômeno isolado. Outras pessoas já foram presas por erros da tecnologia de reconhecimento facial. Esse tipo de sistema é ainda embrionário e apresenta falhas graves. Quando implementado em larga escala, seu efeito é multiplicar injustiças.

Várias pesquisas vêm demonstrando que esses sistemas sofrem de uma incapacidade significativa de reconhecer os tons negros e também de várias populações asiáticas. Um estudo do Instituto de Tecnologia e Standards, nos Estados Unidos, mostrou que as taxas de erro são significativas. O número de erros com relação a pessoas de pele preta pode chegar a cem vezes mais do que falsos positivos de pessoas de pele branca.

Em outra pesquisa que ficou famosa, Joy Buolamwini, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, encontrou resultados igualmente preocupantes. Detectou que as falhas nos sistemas de reconhecimento facial analisados apresentavam um alto viés racial e também de gênero. Como os sistemas haviam sido programados com base em imagens de homens brancos, apresentavam altas taxas de erro com relação a outras demografias.

Os problemas do reconhecimento facial não param por aí. Mesmo que sua acurácia tenda a aumentar ao longo do tempo, há inúmeros outros problemas. É muito difícil simular em laboratório condições reais de aplicação de um sistema como esse em ambientes não controlados, como uma cidade. Nas cidades há variações como iluminação e até condições climáticas que interferem nos resultados.

Além disso, uma vez implementado, não há para onde fugir. O sistema passa a monitorar indistintamente todas as pessoas que circulam pelas ruas, inclusive crianças. O processamento de dados de crianças levanta diversos problemas e esbarra em questões regulatórias específicas derivadas da Lei Geral de Proteção de Dados em vigor no Brasil.

Outro problema da tecnologia é que novas aplicações começam a surgir além do reconhecimento da face. Uma empresa irlandesa desenvolveu um sistema capaz de “enxergar” as palavras ditas por uma pessoa, através de leitura labial automatizada feita por câmeras. Outras empresas conseguem medir sentimentos como raiva e alegria e até mesmo analisar o estado de saúde da pessoa por sua aparência física e comportamento.

Em outras palavras, uma vez que um sistema como esse é implementado ao nível de uma cidade, não há marcha a ré, e sim um adeus à privacidade no espaço público. Sem contar o fato de que os bancos de dados de rostos podem vazar. Já houve incidentes de ciberataques a bancos de dados de rostos. Uma vez que dados assim vazam, não tem como serem “desvazados”.

Para um país como o Brasil, em que os dados pessoais de praticamente todos seus habitantes vazaram e estão disponíveis online, gerando uma gigantesca indústria de golpes, seria um pesadelo pensar em bases faciais identificadas vazando também.


Ronaldo Lemos

Folha de São Paulo, 05/12/2022 

No sétimo parágrafo, a organização interna pode ser descrita do seguinte modo: 
Alternativas
Q2076653 Português

Os problemas do reconhecimento facial


Em 2019, um cidadão do estado de Nova Jersey chamado Nijeer Parks foi preso pela polícia acusado de roubar uma loja e tentar atropelar policiais na fuga. Ele passou dez dias na prisão e teve de gastar US$ 5.000 para se defender das acusações. Parks era inocente. A razão da sua prisão foi uma identificação equivocada feita por uma câmera usando a tecnologia de reconhecimento facial.

Seu caso não é um fenômeno isolado. Outras pessoas já foram presas por erros da tecnologia de reconhecimento facial. Esse tipo de sistema é ainda embrionário e apresenta falhas graves. Quando implementado em larga escala, seu efeito é multiplicar injustiças.

Várias pesquisas vêm demonstrando que esses sistemas sofrem de uma incapacidade significativa de reconhecer os tons negros e também de várias populações asiáticas. Um estudo do Instituto de Tecnologia e Standards, nos Estados Unidos, mostrou que as taxas de erro são significativas. O número de erros com relação a pessoas de pele preta pode chegar a cem vezes mais do que falsos positivos de pessoas de pele branca.

Em outra pesquisa que ficou famosa, Joy Buolamwini, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, encontrou resultados igualmente preocupantes. Detectou que as falhas nos sistemas de reconhecimento facial analisados apresentavam um alto viés racial e também de gênero. Como os sistemas haviam sido programados com base em imagens de homens brancos, apresentavam altas taxas de erro com relação a outras demografias.

Os problemas do reconhecimento facial não param por aí. Mesmo que sua acurácia tenda a aumentar ao longo do tempo, há inúmeros outros problemas. É muito difícil simular em laboratório condições reais de aplicação de um sistema como esse em ambientes não controlados, como uma cidade. Nas cidades há variações como iluminação e até condições climáticas que interferem nos resultados.

Além disso, uma vez implementado, não há para onde fugir. O sistema passa a monitorar indistintamente todas as pessoas que circulam pelas ruas, inclusive crianças. O processamento de dados de crianças levanta diversos problemas e esbarra em questões regulatórias específicas derivadas da Lei Geral de Proteção de Dados em vigor no Brasil.

Outro problema da tecnologia é que novas aplicações começam a surgir além do reconhecimento da face. Uma empresa irlandesa desenvolveu um sistema capaz de “enxergar” as palavras ditas por uma pessoa, através de leitura labial automatizada feita por câmeras. Outras empresas conseguem medir sentimentos como raiva e alegria e até mesmo analisar o estado de saúde da pessoa por sua aparência física e comportamento.

Em outras palavras, uma vez que um sistema como esse é implementado ao nível de uma cidade, não há marcha a ré, e sim um adeus à privacidade no espaço público. Sem contar o fato de que os bancos de dados de rostos podem vazar. Já houve incidentes de ciberataques a bancos de dados de rostos. Uma vez que dados assim vazam, não tem como serem “desvazados”.

Para um país como o Brasil, em que os dados pessoais de praticamente todos seus habitantes vazaram e estão disponíveis online, gerando uma gigantesca indústria de golpes, seria um pesadelo pensar em bases faciais identificadas vazando também.


Ronaldo Lemos

Folha de São Paulo, 05/12/2022 

A perspectiva do autor, construída na abordagem da ideia principal do primeiro parágrafo, se baseia na relação entre os seguintes aspectos: 
Alternativas
Q2076652 Português

Os problemas do reconhecimento facial


Em 2019, um cidadão do estado de Nova Jersey chamado Nijeer Parks foi preso pela polícia acusado de roubar uma loja e tentar atropelar policiais na fuga. Ele passou dez dias na prisão e teve de gastar US$ 5.000 para se defender das acusações. Parks era inocente. A razão da sua prisão foi uma identificação equivocada feita por uma câmera usando a tecnologia de reconhecimento facial.

Seu caso não é um fenômeno isolado. Outras pessoas já foram presas por erros da tecnologia de reconhecimento facial. Esse tipo de sistema é ainda embrionário e apresenta falhas graves. Quando implementado em larga escala, seu efeito é multiplicar injustiças.

Várias pesquisas vêm demonstrando que esses sistemas sofrem de uma incapacidade significativa de reconhecer os tons negros e também de várias populações asiáticas. Um estudo do Instituto de Tecnologia e Standards, nos Estados Unidos, mostrou que as taxas de erro são significativas. O número de erros com relação a pessoas de pele preta pode chegar a cem vezes mais do que falsos positivos de pessoas de pele branca.

Em outra pesquisa que ficou famosa, Joy Buolamwini, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, encontrou resultados igualmente preocupantes. Detectou que as falhas nos sistemas de reconhecimento facial analisados apresentavam um alto viés racial e também de gênero. Como os sistemas haviam sido programados com base em imagens de homens brancos, apresentavam altas taxas de erro com relação a outras demografias.

Os problemas do reconhecimento facial não param por aí. Mesmo que sua acurácia tenda a aumentar ao longo do tempo, há inúmeros outros problemas. É muito difícil simular em laboratório condições reais de aplicação de um sistema como esse em ambientes não controlados, como uma cidade. Nas cidades há variações como iluminação e até condições climáticas que interferem nos resultados.

Além disso, uma vez implementado, não há para onde fugir. O sistema passa a monitorar indistintamente todas as pessoas que circulam pelas ruas, inclusive crianças. O processamento de dados de crianças levanta diversos problemas e esbarra em questões regulatórias específicas derivadas da Lei Geral de Proteção de Dados em vigor no Brasil.

Outro problema da tecnologia é que novas aplicações começam a surgir além do reconhecimento da face. Uma empresa irlandesa desenvolveu um sistema capaz de “enxergar” as palavras ditas por uma pessoa, através de leitura labial automatizada feita por câmeras. Outras empresas conseguem medir sentimentos como raiva e alegria e até mesmo analisar o estado de saúde da pessoa por sua aparência física e comportamento.

Em outras palavras, uma vez que um sistema como esse é implementado ao nível de uma cidade, não há marcha a ré, e sim um adeus à privacidade no espaço público. Sem contar o fato de que os bancos de dados de rostos podem vazar. Já houve incidentes de ciberataques a bancos de dados de rostos. Uma vez que dados assim vazam, não tem como serem “desvazados”.

Para um país como o Brasil, em que os dados pessoais de praticamente todos seus habitantes vazaram e estão disponíveis online, gerando uma gigantesca indústria de golpes, seria um pesadelo pensar em bases faciais identificadas vazando também.


Ronaldo Lemos

Folha de São Paulo, 05/12/2022 

De acordo com as ideias apresentadas no texto, um dos fatores responsáveis pelos reiterados erros na identificação facial reside em:
Alternativas
Q2076651 Português

Os problemas do reconhecimento facial


Em 2019, um cidadão do estado de Nova Jersey chamado Nijeer Parks foi preso pela polícia acusado de roubar uma loja e tentar atropelar policiais na fuga. Ele passou dez dias na prisão e teve de gastar US$ 5.000 para se defender das acusações. Parks era inocente. A razão da sua prisão foi uma identificação equivocada feita por uma câmera usando a tecnologia de reconhecimento facial.

Seu caso não é um fenômeno isolado. Outras pessoas já foram presas por erros da tecnologia de reconhecimento facial. Esse tipo de sistema é ainda embrionário e apresenta falhas graves. Quando implementado em larga escala, seu efeito é multiplicar injustiças.

Várias pesquisas vêm demonstrando que esses sistemas sofrem de uma incapacidade significativa de reconhecer os tons negros e também de várias populações asiáticas. Um estudo do Instituto de Tecnologia e Standards, nos Estados Unidos, mostrou que as taxas de erro são significativas. O número de erros com relação a pessoas de pele preta pode chegar a cem vezes mais do que falsos positivos de pessoas de pele branca.

Em outra pesquisa que ficou famosa, Joy Buolamwini, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, encontrou resultados igualmente preocupantes. Detectou que as falhas nos sistemas de reconhecimento facial analisados apresentavam um alto viés racial e também de gênero. Como os sistemas haviam sido programados com base em imagens de homens brancos, apresentavam altas taxas de erro com relação a outras demografias.

Os problemas do reconhecimento facial não param por aí. Mesmo que sua acurácia tenda a aumentar ao longo do tempo, há inúmeros outros problemas. É muito difícil simular em laboratório condições reais de aplicação de um sistema como esse em ambientes não controlados, como uma cidade. Nas cidades há variações como iluminação e até condições climáticas que interferem nos resultados.

Além disso, uma vez implementado, não há para onde fugir. O sistema passa a monitorar indistintamente todas as pessoas que circulam pelas ruas, inclusive crianças. O processamento de dados de crianças levanta diversos problemas e esbarra em questões regulatórias específicas derivadas da Lei Geral de Proteção de Dados em vigor no Brasil.

Outro problema da tecnologia é que novas aplicações começam a surgir além do reconhecimento da face. Uma empresa irlandesa desenvolveu um sistema capaz de “enxergar” as palavras ditas por uma pessoa, através de leitura labial automatizada feita por câmeras. Outras empresas conseguem medir sentimentos como raiva e alegria e até mesmo analisar o estado de saúde da pessoa por sua aparência física e comportamento.

Em outras palavras, uma vez que um sistema como esse é implementado ao nível de uma cidade, não há marcha a ré, e sim um adeus à privacidade no espaço público. Sem contar o fato de que os bancos de dados de rostos podem vazar. Já houve incidentes de ciberataques a bancos de dados de rostos. Uma vez que dados assim vazam, não tem como serem “desvazados”.

Para um país como o Brasil, em que os dados pessoais de praticamente todos seus habitantes vazaram e estão disponíveis online, gerando uma gigantesca indústria de golpes, seria um pesadelo pensar em bases faciais identificadas vazando também.


Ronaldo Lemos

Folha de São Paulo, 05/12/2022 

Na perspectiva do autor, a implementação dos sistemas de identificação acarretaria o seguinte problema: 
Alternativas
Q2076494 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Educação climática em tempos de grandes mudanças.

É preciso enraizar na sociedade, sobretudo nos jovens, o senso da urgência. 


Tatiana Roque - 17/11/2022

Professora titular da UFRJ, das pós-graduações em Filosofia e em Ensino e História da Matemática e da Física; autora de “O Dia em que Voltamos de Marte” (ed. Crítica), que aborda a descoberta e as implicações das mudanças climáticas.


A maioria dos brasileiros (81%) enxerga o aquecimento global como um problema importante, conforme mostrou pesquisa Ipec realizada em 2021. Apesar disso, apenas 2 em cada 10 dizem estar bem informados sobre o tema — um déficit que abre espaço para a desinformação.

Pesquisas qualitativas indicam uma insatisfação das pessoas com sua própria falta de conhecimento. Entrevistas com grupos focais realizadas pelo Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ sugerem que as pessoas gostariam de saber mais sobre o problema e, principalmente, sobre suas soluções. Ainda que separem o lixo e estejam dispostas a mudar hábitos de consumo, isso não basta — e elas sabem. Percebe-se, portanto, uma lacuna entre a escala do problema e as saídas vislumbradas pelo senso comum.

"A humanidade tem uma escolha: cooperar ou perecer. Ou fechamos um pacto de solidariedade climática ou um pacto de suicídio coletivo", alertou o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, na abertura da 27ª Conferência sobre as Mudanças Climáticas (COP27). Ainda que as responsabilidades dos países sejam desiguais, todos nós somos parte do problema. Logo, precisamos ser parte da solução. Do contrário, deixamos um terreno fértil para a angústia e a alienação (que são ingredientes do negacionismo). Como dizia Bruno Latour, negar as mudanças climáticas também é um recurso daqueles que preferem escapar de uma realidade com a qual não sabem lidar.

A expectativa é que a COP27 seja a conferência da implementação — aquela que vai colocar os acordos em prática. Isso torna ainda mais urgentes estratégias para aumentar a participação da população — especialmente da juventude — na agenda climática. A cada COP, o artigo 6 da Convenção das Nações Unidas para as Mudanças Climáticas (que defende habilitar a sociedade a ser parte da solução por meio da educação e da conscientização) é retomado em termos mais enfáticos. Foi criada uma Ação para Empoderamento Climático (ACE, em inglês), com o objetivo de fomentar o engajamento da sociedade, por meio da educação climática, da conscientização e da participação pública e do acesso à informação.

No ano passado, em Glasgow, foi aprovado um programa de trabalho para fortalecer essa ação, com orientações para que os países: incorporem o tema das mudanças climáticas ao currículo de todos os níveis de ensino, de modo transversal, inclusive saberes tradicionais e dos povos originários; treinem professores de todas as áreas para abordar o tema; formem uma força de trabalho adaptada aos desafios da transição para uma economia de baixo carbono; empoderem sua juventude para participar das decisões da agenda climática; integrem suas estratégias de educação às políticas públicas e compartilhem suas experiências internacionalmente.

[...]

A educação climática é uma ferramenta-chave para a popularização e a democratização da agenda climática, que precisa se tornar mais enraizada na sociedade. Só assim, incorporando ações de baixo para cima, poderemos ser parte da solução — uma vacina contra a tentação de fugir do problema por ele ser grande demais.

https://www1.folha.uol.com.br

“[...] integrem suas estratégias de educação às políticas públicas e compartilhem suas experiências internacionalmente.” 5º§
As formas verbais empregadas conferem à afirmação um sentido:
Alternativas
Q2076070 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


O ato de brincar é algo que nos une como seres humanos 

Beatriz Gatti 11 de out de 2022 - editado


Educadora e documentarista Renata Meirelles fala ao ‘Nexo’ sobre a importância da brincadeira em suas diferentes formas na vida das crianças – e na dos adultos também

A cultura do local, a estrutura familiar e os recursos disponíveis podem ser muito diferentes, mas a intenção por trás de brincadeiras de crianças costuma ser bem parecida: movimentar-se, entender o contexto em que se vive e, acima de tudo, sentir-se você mesmo. Para a educadora e documentarista Renata Meirelles, o ato de brincar é um “recurso básico para a manutenção do nosso ser”, tão importante quanto comer ou dormir. (…)

Qual é a importância do brincar para crianças? E quais os impactos de uma infância sem brincadeiras?

RENATA MEIRELLES Eu costumo dizer que é tão importante brincar quanto comer ou dormir. É como um recurso básico de manutenção do nosso ser. E o que isso significa na prática? Quando você brinca, você é você. Você tem acesso ao seu próprio corpo, ao contexto em que você vive e a quem são as pessoas [ao seu redor]. Você tem recurso para gerenciar essas relações. (…)

Tendo percorrido tantos lugares pelo Brasil, como você observou que variam as formas de brincar a depender da localidade, realidade socioeconômica ou estrutura familiar?

RENATA MEIRELLES O brincar, assim como qualquer manifestação cultural, sofre variações dependendo de contextos, seja de contextos familiares ou contextos de povos, de culturas, de regiões, de vários aspectos que possam modificar o brincar. Mas tem um espectro interessante para nós que é olhar o que não varia. E o que não varia é a intenção das crianças. Existem temas muito semelhantes nas brincadeiras que são quase óbvios, por exemplo, as crianças gostam de brincar de casinha, gostam de brincar com meios de transportes, foguetes, aviões, carros, barcos, gostam de brincar de lutas. (…)

https://www.nexojornal.com.br/entrevista/2022/10/11/%E2%80%98O-ato-de-brincar-%C3%A9-algo-que-nos-une-como-seres-humanos%E2%80%99

Analise as afirmativas abaixo sobre a entrevista do texto 1.

1. A pauta da escolha do assunto respeita ao que classificamos de hard news – se não for publicada imediatamente, perde a atualidade. 2. A notícia central da entrevista é pauta fria, logo sem prazo de validade. 3. O critério de noticiabilidade mais relevante para a publicação dessa entrevista é a oportunidade, ou seja, o momento da publicação é que importa.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q2076069 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


O ato de brincar é algo que nos une como seres humanos 

Beatriz Gatti 11 de out de 2022 - editado


Educadora e documentarista Renata Meirelles fala ao ‘Nexo’ sobre a importância da brincadeira em suas diferentes formas na vida das crianças – e na dos adultos também

A cultura do local, a estrutura familiar e os recursos disponíveis podem ser muito diferentes, mas a intenção por trás de brincadeiras de crianças costuma ser bem parecida: movimentar-se, entender o contexto em que se vive e, acima de tudo, sentir-se você mesmo. Para a educadora e documentarista Renata Meirelles, o ato de brincar é um “recurso básico para a manutenção do nosso ser”, tão importante quanto comer ou dormir. (…)

Qual é a importância do brincar para crianças? E quais os impactos de uma infância sem brincadeiras?

RENATA MEIRELLES Eu costumo dizer que é tão importante brincar quanto comer ou dormir. É como um recurso básico de manutenção do nosso ser. E o que isso significa na prática? Quando você brinca, você é você. Você tem acesso ao seu próprio corpo, ao contexto em que você vive e a quem são as pessoas [ao seu redor]. Você tem recurso para gerenciar essas relações. (…)

Tendo percorrido tantos lugares pelo Brasil, como você observou que variam as formas de brincar a depender da localidade, realidade socioeconômica ou estrutura familiar?

RENATA MEIRELLES O brincar, assim como qualquer manifestação cultural, sofre variações dependendo de contextos, seja de contextos familiares ou contextos de povos, de culturas, de regiões, de vários aspectos que possam modificar o brincar. Mas tem um espectro interessante para nós que é olhar o que não varia. E o que não varia é a intenção das crianças. Existem temas muito semelhantes nas brincadeiras que são quase óbvios, por exemplo, as crianças gostam de brincar de casinha, gostam de brincar com meios de transportes, foguetes, aviões, carros, barcos, gostam de brincar de lutas. (…)

https://www.nexojornal.com.br/entrevista/2022/10/11/%E2%80%98O-ato-de-brincar-%C3%A9-algo-que-nos-une-como-seres-humanos%E2%80%99

Assinale a alternativa correta em relação ao texto 1
Alternativas
Q2076005 Português
Em “O risco do parlamentar ser detido e cassado é iminente”, as palavras sublinhadas podem ser substituídas, sem que haja perda de sentido, respectivamente, por
Alternativas
Q2075989 Português
No dicionário de Joaquim Mattoso Camara Jr, encontra-se o seguinte significado de ambiguidade: “Circunstância de uma comunicação linguística se prestar a mais de uma interpretação.” [CAMARA JR. Dicionário de Linguística e Gramática referente à Língua Portuguesa. 28. ed. Petrópolis (RJ): Vozes, 2011]
Faça a associação correta entre as duas colunas, relacionando o tipo de ambiguidade e a sentença que a exemplifica.
1. Ambiguidade pelo uso de pronomes possessivos na terceira pessoa 2. Ambiguidade relacionada ao uso de formas nominais 3. Ambiguidade entre pronome relativo e conjunção integrante. 4. Ambiguidade pela colocação inadequada de sintagmas.
a) Assistente social nega que menor fugiu de sua casa. b) A mãe cansada saiu apressada do trabalho. c) Rita avisou a Clarice que estava terminando o trabalho. d) O garoto mal-humorado resmungou durante o treino.
A associação CORRETA entre números e letras é:
Alternativas
Respostas
18641: C
18642: E
18643: E
18644: E
18645: E
18646: C
18647: D
18648: A
18649: C
18650: A
18651: D
18652: A
18653: A
18654: B
18655: A
18656: C
18657: B
18658: A
18659: C
18660: A