Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2085162 Português

Texto para responder à questão.

Os jovens que ainda usam máscara por vergonha de mostrar o rosto: “sou feio, mãe” 

    Laura tinha 10 anos quando começou a usar máscara pelos mesmos motivos que todos nós: se proteger da Covid-19 e impedir a disseminação do vírus. Agora, depois de quase 3 anos e do início de sua puberdade, a máscara ocupou um outro lugar na vida dela: o de um objeto que esconde seu rosto e a ajuda a lidar com inseguranças sociais. Sua irmã conta que, mesmo em um passeio à praia, Laura permaneceu de máscara ̶ inclusive para entrar no mar. Em ocasiões como essa, o sol marca o contorno da máscara no seu rosto, tornando ainda mais difícil que ela deixe de usar o acessório em público. A história da jovem ressoa nos relatos de centenas de jovens nas redes sociais, em especial adolescentes, que dizem ter dificuldade de ficar sem máscara fora de casa por vergonha de mostrar o próprio rosto. Em muitos casos, eles são alguns dos únicos alunos da classe que continuam a utilizar o acessório rigorosamente, e sofrem bullying de colegas que questionam o uso e até tentam retirá- -lo à força. Outros dizem que a máscara os ajuda a passar despercebidos e diminuir as interações sociais, inclusive chamando menos atenção dos professores.

     A situação ganha complexidade num momento de reincidência dos casos de coronavírus, em que a máscara é recomendada para frear o contágio da doença. Em que momento, então, o uso rigoroso do acessório por adolescentes se torna preocupante? E como pais e professores podem lidar com essa situação?

    O costume de usar acessórios que desviam o próprio corpo da atenção alheia não é algo novo entre os adolescentes. Moletons largos, bonés e cabelo longo sobre o rosto são alguns dos “mecanismos” aos quais os jovens recorrem para lidar com inseguranças relacionadas à autoimagem corporal, explica o psicólogo e doutor em educação Alessandro Marimpietri. A cantora Billie Eilish é um exemplo desse comportamento: quando tinha 17 anos, declarou que preferia vestir roupas largas para que os fãs e a imprensa não a sexualizassem por conta de seus seios grandes. Marimpietri explica que a pandemia e a reclusão forçada do contato social foram agravantes dessa questão.

     “Um adolescente que entrou na pandemia com 13 anos e agora tem 15, por exemplo, se modificou do ponto de vista físico de maneira muito substancial. Muitos já estavam inseguros sobre como iriam se apresentar para o outro do ponto de vista imagético e comportamental ̶ e a máscara figura como um anteparo simbólico de proteção, como se a autoimagem estivesse resguardada por uma fronteira que me protege do olhar do outro.” Ele acrescenta que os problemas com a imagem corporal foram inflados na pandemia, quando nosso recurso de interação social era, muitas vezes, digital. “Se ver o tempo todo nas telas e nos ângulos das câmeras digitais modificou a autopercepção de todos os sujeitos: crianças, adultos, idosos. No caso dos adolescentes, isso ocorreu de maneira destacada, já que se somam outras questões próprias dessa fase”, diz. 

   Marimpietri explica que as expressões faciais são “pistas não-verbais importantes para o desenvolvimento da vida do sujeitodo ponto de vista psíquico, da interação social, e até da cognição”. Ao esconder parte do rosto com a máscara por tempo indefinido, os adolescentes escondem, também, essas pistas fundamentais para a convivência e interação socioafetiva. Esse prejuízo é percebido por Simone Machado, professora de Língua Portuguesa da rede pública de São Paulo.

    “Os professores leem os alunos a todo momento, mesmo quando não dizem nada. São expressões de dúvida, por exemplo, que nos fazem repetir uma explicação. As máscaras atrapalham essa troca”, conta. A professora relata que seus alunos que seguiram usando máscara mesmo quando houve uma flexibilização da medida são estudantes que já tinham um comportamento introspectivo e dificuldades de socialização. Um deles, conta Machado, ficou ainda mais tímido depois da pandemia. “É como se a máscara fosse mais um muro na socialização dele com o mundo. Até seu olhar ficou menos expressivo e, quando lhe faço perguntas, ele responde apenas balançando a cabeça, nem consigo lembrar como é sua voz.”

     Na escola, a professora de geografia Luciana Cardoso ressalta a importância das conversas entre os professores. “Foi no conselho de classe que descobri, por um outro professor, que uma aluna minha usa sempre a máscara por vergonha de um dente faltando.” Se um professor de Educação Física, por exemplo, fala que o aluno pratica esportes vestindo moletom e máscara, isso acende um alerta diferente para os professores que só os veem dentro de sala, reflete Cardoso. Para a professora Simone Machado, uma estratégia interessante é não falar diretamente sobre o uso insistente da máscara, mas tentar incentivar a socialização desses alunos por outras vias, passando trabalhos em grupo dentro e fora da sala de aula, por exemplo. A médica pediatra Evelyn Eisenstein lembra que, entre os jovens, é mais comum que haja um comportamento negligente quanto às medidas sanitárias de combate à Covid. “Estamos num momento de cautela, em que a máscara deve ser usada em aglomerações como transportes públicos, centros comerciais e também nas escolas”, alerta.

(ALVES, Ian. Os jovens que ainda usam máscara por vergonha de mostrar o rosto: ‘sou feio, mãe’. BBC News Brasil, 2022. Disponível em: https://www. uol.com.br/vivabem/noticias/bbc/2022/12/07/os-jovens-que-ainda-usammascara-por-vergonha-de-mostrar-o-rosto-sou-feio-mae.htm. Acesso em: 06/01/2023. Adaptado.)

A fim de imprimir maior credibilidade à discussão proposta no texto, o autor utiliza as contribuições do psicólogo e doutor em educação Alessandro Marimpietri, bem como o relato da experiência vivenciada pela adolescente Laura. Trata-se de estratégias persuasivas conhecidas, respectivamente, como
Alternativas
Q2085161 Português

Texto para responder à questão.

Os jovens que ainda usam máscara por vergonha de mostrar o rosto: “sou feio, mãe” 

    Laura tinha 10 anos quando começou a usar máscara pelos mesmos motivos que todos nós: se proteger da Covid-19 e impedir a disseminação do vírus. Agora, depois de quase 3 anos e do início de sua puberdade, a máscara ocupou um outro lugar na vida dela: o de um objeto que esconde seu rosto e a ajuda a lidar com inseguranças sociais. Sua irmã conta que, mesmo em um passeio à praia, Laura permaneceu de máscara ̶ inclusive para entrar no mar. Em ocasiões como essa, o sol marca o contorno da máscara no seu rosto, tornando ainda mais difícil que ela deixe de usar o acessório em público. A história da jovem ressoa nos relatos de centenas de jovens nas redes sociais, em especial adolescentes, que dizem ter dificuldade de ficar sem máscara fora de casa por vergonha de mostrar o próprio rosto. Em muitos casos, eles são alguns dos únicos alunos da classe que continuam a utilizar o acessório rigorosamente, e sofrem bullying de colegas que questionam o uso e até tentam retirá- -lo à força. Outros dizem que a máscara os ajuda a passar despercebidos e diminuir as interações sociais, inclusive chamando menos atenção dos professores.

     A situação ganha complexidade num momento de reincidência dos casos de coronavírus, em que a máscara é recomendada para frear o contágio da doença. Em que momento, então, o uso rigoroso do acessório por adolescentes se torna preocupante? E como pais e professores podem lidar com essa situação?

    O costume de usar acessórios que desviam o próprio corpo da atenção alheia não é algo novo entre os adolescentes. Moletons largos, bonés e cabelo longo sobre o rosto são alguns dos “mecanismos” aos quais os jovens recorrem para lidar com inseguranças relacionadas à autoimagem corporal, explica o psicólogo e doutor em educação Alessandro Marimpietri. A cantora Billie Eilish é um exemplo desse comportamento: quando tinha 17 anos, declarou que preferia vestir roupas largas para que os fãs e a imprensa não a sexualizassem por conta de seus seios grandes. Marimpietri explica que a pandemia e a reclusão forçada do contato social foram agravantes dessa questão.

     “Um adolescente que entrou na pandemia com 13 anos e agora tem 15, por exemplo, se modificou do ponto de vista físico de maneira muito substancial. Muitos já estavam inseguros sobre como iriam se apresentar para o outro do ponto de vista imagético e comportamental ̶ e a máscara figura como um anteparo simbólico de proteção, como se a autoimagem estivesse resguardada por uma fronteira que me protege do olhar do outro.” Ele acrescenta que os problemas com a imagem corporal foram inflados na pandemia, quando nosso recurso de interação social era, muitas vezes, digital. “Se ver o tempo todo nas telas e nos ângulos das câmeras digitais modificou a autopercepção de todos os sujeitos: crianças, adultos, idosos. No caso dos adolescentes, isso ocorreu de maneira destacada, já que se somam outras questões próprias dessa fase”, diz. 

   Marimpietri explica que as expressões faciais são “pistas não-verbais importantes para o desenvolvimento da vida do sujeitodo ponto de vista psíquico, da interação social, e até da cognição”. Ao esconder parte do rosto com a máscara por tempo indefinido, os adolescentes escondem, também, essas pistas fundamentais para a convivência e interação socioafetiva. Esse prejuízo é percebido por Simone Machado, professora de Língua Portuguesa da rede pública de São Paulo.

    “Os professores leem os alunos a todo momento, mesmo quando não dizem nada. São expressões de dúvida, por exemplo, que nos fazem repetir uma explicação. As máscaras atrapalham essa troca”, conta. A professora relata que seus alunos que seguiram usando máscara mesmo quando houve uma flexibilização da medida são estudantes que já tinham um comportamento introspectivo e dificuldades de socialização. Um deles, conta Machado, ficou ainda mais tímido depois da pandemia. “É como se a máscara fosse mais um muro na socialização dele com o mundo. Até seu olhar ficou menos expressivo e, quando lhe faço perguntas, ele responde apenas balançando a cabeça, nem consigo lembrar como é sua voz.”

     Na escola, a professora de geografia Luciana Cardoso ressalta a importância das conversas entre os professores. “Foi no conselho de classe que descobri, por um outro professor, que uma aluna minha usa sempre a máscara por vergonha de um dente faltando.” Se um professor de Educação Física, por exemplo, fala que o aluno pratica esportes vestindo moletom e máscara, isso acende um alerta diferente para os professores que só os veem dentro de sala, reflete Cardoso. Para a professora Simone Machado, uma estratégia interessante é não falar diretamente sobre o uso insistente da máscara, mas tentar incentivar a socialização desses alunos por outras vias, passando trabalhos em grupo dentro e fora da sala de aula, por exemplo. A médica pediatra Evelyn Eisenstein lembra que, entre os jovens, é mais comum que haja um comportamento negligente quanto às medidas sanitárias de combate à Covid. “Estamos num momento de cautela, em que a máscara deve ser usada em aglomerações como transportes públicos, centros comerciais e também nas escolas”, alerta.

(ALVES, Ian. Os jovens que ainda usam máscara por vergonha de mostrar o rosto: ‘sou feio, mãe’. BBC News Brasil, 2022. Disponível em: https://www. uol.com.br/vivabem/noticias/bbc/2022/12/07/os-jovens-que-ainda-usammascara-por-vergonha-de-mostrar-o-rosto-sou-feio-mae.htm. Acesso em: 06/01/2023. Adaptado.)

Analise a seguinte passagem do texto:
“A situação ganha complexidade num momento de reincidência dos casos de coronavírus, em que a máscara é recomendada para frear o contágio da doença. Em que momento, então, o uso rigoroso do acessório por adolescentes se torna preocupante? E como pais e professores podem lidar com essa situação?” (2º§)
Considerando as informações apresentadas no texto e nesse excerto, analise as afirmativas correlatas e a relação proposta entre elas.
I. “Os adolescentes, assim como todas as pessoas, independentemente de faixa etária e de classe social, tiveram que usar máscara durante o período mais crítico da pandemia, principalmente em espaços fechados, a fim de se proteger da Covid-19 e evitar a disseminação do vírus.”
PORQUE
II. “Após a fase mais grave da pandemia – quando houve flexibilização no uso da máscara em ambientes fechados – muitos jovens continuaram usando o acessório em sala de aula e em outros ambientes sociais para conseguirem lidar melhor com sua autoimagem, evitarem sofrer bullying dos colegas e, sobretudo as meninas, para não serem alvo de assédio sexual.”
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2085160 Português

Texto para responder à questão.

Os jovens que ainda usam máscara por vergonha de mostrar o rosto: “sou feio, mãe” 

    Laura tinha 10 anos quando começou a usar máscara pelos mesmos motivos que todos nós: se proteger da Covid-19 e impedir a disseminação do vírus. Agora, depois de quase 3 anos e do início de sua puberdade, a máscara ocupou um outro lugar na vida dela: o de um objeto que esconde seu rosto e a ajuda a lidar com inseguranças sociais. Sua irmã conta que, mesmo em um passeio à praia, Laura permaneceu de máscara ̶ inclusive para entrar no mar. Em ocasiões como essa, o sol marca o contorno da máscara no seu rosto, tornando ainda mais difícil que ela deixe de usar o acessório em público. A história da jovem ressoa nos relatos de centenas de jovens nas redes sociais, em especial adolescentes, que dizem ter dificuldade de ficar sem máscara fora de casa por vergonha de mostrar o próprio rosto. Em muitos casos, eles são alguns dos únicos alunos da classe que continuam a utilizar o acessório rigorosamente, e sofrem bullying de colegas que questionam o uso e até tentam retirá- -lo à força. Outros dizem que a máscara os ajuda a passar despercebidos e diminuir as interações sociais, inclusive chamando menos atenção dos professores.

     A situação ganha complexidade num momento de reincidência dos casos de coronavírus, em que a máscara é recomendada para frear o contágio da doença. Em que momento, então, o uso rigoroso do acessório por adolescentes se torna preocupante? E como pais e professores podem lidar com essa situação?

    O costume de usar acessórios que desviam o próprio corpo da atenção alheia não é algo novo entre os adolescentes. Moletons largos, bonés e cabelo longo sobre o rosto são alguns dos “mecanismos” aos quais os jovens recorrem para lidar com inseguranças relacionadas à autoimagem corporal, explica o psicólogo e doutor em educação Alessandro Marimpietri. A cantora Billie Eilish é um exemplo desse comportamento: quando tinha 17 anos, declarou que preferia vestir roupas largas para que os fãs e a imprensa não a sexualizassem por conta de seus seios grandes. Marimpietri explica que a pandemia e a reclusão forçada do contato social foram agravantes dessa questão.

     “Um adolescente que entrou na pandemia com 13 anos e agora tem 15, por exemplo, se modificou do ponto de vista físico de maneira muito substancial. Muitos já estavam inseguros sobre como iriam se apresentar para o outro do ponto de vista imagético e comportamental ̶ e a máscara figura como um anteparo simbólico de proteção, como se a autoimagem estivesse resguardada por uma fronteira que me protege do olhar do outro.” Ele acrescenta que os problemas com a imagem corporal foram inflados na pandemia, quando nosso recurso de interação social era, muitas vezes, digital. “Se ver o tempo todo nas telas e nos ângulos das câmeras digitais modificou a autopercepção de todos os sujeitos: crianças, adultos, idosos. No caso dos adolescentes, isso ocorreu de maneira destacada, já que se somam outras questões próprias dessa fase”, diz. 

   Marimpietri explica que as expressões faciais são “pistas não-verbais importantes para o desenvolvimento da vida do sujeitodo ponto de vista psíquico, da interação social, e até da cognição”. Ao esconder parte do rosto com a máscara por tempo indefinido, os adolescentes escondem, também, essas pistas fundamentais para a convivência e interação socioafetiva. Esse prejuízo é percebido por Simone Machado, professora de Língua Portuguesa da rede pública de São Paulo.

    “Os professores leem os alunos a todo momento, mesmo quando não dizem nada. São expressões de dúvida, por exemplo, que nos fazem repetir uma explicação. As máscaras atrapalham essa troca”, conta. A professora relata que seus alunos que seguiram usando máscara mesmo quando houve uma flexibilização da medida são estudantes que já tinham um comportamento introspectivo e dificuldades de socialização. Um deles, conta Machado, ficou ainda mais tímido depois da pandemia. “É como se a máscara fosse mais um muro na socialização dele com o mundo. Até seu olhar ficou menos expressivo e, quando lhe faço perguntas, ele responde apenas balançando a cabeça, nem consigo lembrar como é sua voz.”

     Na escola, a professora de geografia Luciana Cardoso ressalta a importância das conversas entre os professores. “Foi no conselho de classe que descobri, por um outro professor, que uma aluna minha usa sempre a máscara por vergonha de um dente faltando.” Se um professor de Educação Física, por exemplo, fala que o aluno pratica esportes vestindo moletom e máscara, isso acende um alerta diferente para os professores que só os veem dentro de sala, reflete Cardoso. Para a professora Simone Machado, uma estratégia interessante é não falar diretamente sobre o uso insistente da máscara, mas tentar incentivar a socialização desses alunos por outras vias, passando trabalhos em grupo dentro e fora da sala de aula, por exemplo. A médica pediatra Evelyn Eisenstein lembra que, entre os jovens, é mais comum que haja um comportamento negligente quanto às medidas sanitárias de combate à Covid. “Estamos num momento de cautela, em que a máscara deve ser usada em aglomerações como transportes públicos, centros comerciais e também nas escolas”, alerta.

(ALVES, Ian. Os jovens que ainda usam máscara por vergonha de mostrar o rosto: ‘sou feio, mãe’. BBC News Brasil, 2022. Disponível em: https://www. uol.com.br/vivabem/noticias/bbc/2022/12/07/os-jovens-que-ainda-usammascara-por-vergonha-de-mostrar-o-rosto-sou-feio-mae.htm. Acesso em: 06/01/2023. Adaptado.)

O tópico frasal do sexto parágrafo do texto lido é
Alternativas
Q2084688 Português
Quem está “on”?



Martha Medeiros. In: NSC Total. Acesso em:https://www.nsctotal.com.br/colunistas/martha-medeiros/quem-esta-on , 14 out., 2022.
A respeito do texto e as possíveis inferências com base em sua leitura, analise as afirmativas a seguir:
I. Há uma relação de causa e consequência, estabelecida pela autora, entre o uso exessivo das redes sociais e a crescente falta de foco das pessoas. I. Do título infere-se que há um questionamento sobre o siginicado de “estar on” na vida virtual e na vida real. III. A autora questiona sobre a dinâmica das pessoas nas redes sociais e sobre a falta de inteligência na competência da leitura. IV. Conclui-se que a autora, ao final, sugere uma pausa para as pessoas se reconectarem.
Assinale
Alternativas
Q2084605 Português

Texto 3

O que são fundos imobiliários?



Fundos Imobiliários: tudo o que você precisa saber para começar a investir. (trecho adaptado) Disponível em: https://www.infomoney.com.br/guias/fundos-imobiliarios/.

O tipo textual que predomina no Texto 3 é o 
Alternativas
Q2084604 Português

Texto 3

O que são fundos imobiliários?



Fundos Imobiliários: tudo o que você precisa saber para começar a investir. (trecho adaptado) Disponível em: https://www.infomoney.com.br/guias/fundos-imobiliarios/.

A partir da leitura do Texto 3 é correto afirmar que ao adquirir um conjunto de cotas de um fundo imobiliário, o investidor: 
Alternativas
Q2084601 Português

Texto 2 


Relações de poder e decisão: conflitos entre médicos e administradores hospitalares 

      


RAM, Rev. Adm. Mackenzie 11 (6) • Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1678- 69712010000600004

Numere os períodos seguintes observando a ordem em que devem ocorrer para constituírem um texto coeso e coerente. Assinale em seguida o item que apresenta a ordem correta, de acordo com a sua numeração.


( ) não adquiriram conhecimentos necessários para tal e agem como se fossem profissionais especializados na área.


( ) Em épocas passadas, era administrada por curiosos, religiosos, militares e médicos


( ) A organização hospitalar apresenta estrutura orgânica extremamente complexa, na medida em que exige conhecimentos específicos necessários para gerir recursos físicos e humanos.


( ) Nos dias atuais, segundo Cherubin (1999), ainda predomina uma administração pouco profissionalizada, executada por médicos proprietários, que, em sua maioria,


( ) que não tinham conhecimentos suficientes para geri-la.


A sequência correta obtida no sentido de cima para baixo é:

Alternativas
Q2084600 Português

Texto 2 


Relações de poder e decisão: conflitos entre médicos e administradores hospitalares 

      


RAM, Rev. Adm. Mackenzie 11 (6) • Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1678- 69712010000600004

Assinale a única alternativa que completa de forma coesa e coerente o trecho a seguir:


O hospital é um local da disciplina médica, no qual o médico controla o cotidiano dos demais profissionais, determinando o tipo de comportamento esperado.

Alternativas
Q2084599 Português

Texto 2 


Relações de poder e decisão: conflitos entre médicos e administradores hospitalares 

      


RAM, Rev. Adm. Mackenzie 11 (6) • Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1678- 69712010000600004

Ainda a partir da leitura do Texto 2, podemos inferir que os administradores hospitalares:
Alternativas
Q2084598 Português

Texto 2 


Relações de poder e decisão: conflitos entre médicos e administradores hospitalares 

      


RAM, Rev. Adm. Mackenzie 11 (6) • Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1678- 69712010000600004

A partir da leitura do Texto 2, o autor buscou informações sobre conflitos entre médicos e administradores hospitalares analisando pontos de vista:


I. dos médicos.

II. dos administradores hospitalares.

III. de vários profissionais da área da saúde.


É correto o que se afirma: 

Alternativas
Q2084597 Português

Texto 2 


Relações de poder e decisão: conflitos entre médicos e administradores hospitalares 

      


RAM, Rev. Adm. Mackenzie 11 (6) • Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1678- 69712010000600004

De acordo com o Texto 2, a dificuldade para aceitar normas disciplinares e para ouvir recomendações fica acentuada quando a orientação
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Q2084498 Português

Texto 19 de maio. Belém. Durante a noite o Pedro I portou em Salinas pra emprestar um tapejara que nos guiasse através da foz traiçoeira do Amazonas e quando nos levantamos no dia de hoje bem cedinho já estávamos nela. Que posso falar dessa foz tão literária e que comove tanto quando assuntada no mapa?... A imensidão das águas é tão vasta, as ilhas imensas por demais ficam tão no longe fraco que a gente não encontra nada que encante. A foz do Amazonas é uma dessas grandezas tão grandiosas que ultrapassam as percepções fisiológicas do homem. Nós só podemos monumentalizá-las na inteligência. O que a retina bota na consciência é apenas um mundo de águas sujas e um matinho sempre igual no longe mal percebido das ilhas. O Amazonas prova decisivamente que a monotonia é um dos elementos mais grandiosos do sublime. É incontestável que Dante e o Amazonas são igualmente monótonos. Pra gente gozar um bocado e perceber a variedade que tem nessas monotonias do sublime carece limitar em molduras mirins a sensação. Então acha uma lindeza os barcos veleiros coloridos e acha cotuba a morte dos pretendentes, se prende ao horizonte plantado de árvores que a refração apara do firme das ilhas e ao livro de Jó. A foz do Amazonas é tão ingente que blefa a grandeza. Wordsworth, o quarteirão dos cinemas no Rio, “I Juca-Pirama ” são muito mais grandiosos.

Mas quando Belém principia diminuindo a vista larga a boniteza surge outra vez. Chegamos lá antes da chuva e o calor era tanto que vinha dos mercados um cheiro de carne-seca. Os barcos veleiros sentados no cais do Ver-o-peso sacudiam as velas roseadas azuis negras se abanando com lerdeza. Nos esperavam oficialmente no cais dois automóveis da Presidência prontinhos pra batalha de flores. Pra cada uma das companheiras do poeta um buquê famoso, fomos. Então passamos revista a todos os desperdícios da chegada. Só de noite nos reunimos pra janta excelente. Belém andara indagando dos nossos gostos e mantinha na esquina de boreste do hotel, um cinema. Fomos ver William Fairbanks em Não percas tempo, filme horrível. A noite dormiu feliz.


ANDRADE, Mário de. O turista aprendiz / Mário de Andrade ; edição de texto apurado, anotada e acrescida de documentos por Telê Ancona Lopez, Tatiana Longo Figueiredo ; Leandro Raniero Fernandes, colaborador. – Brasília, DF: Iphan, 2015. P. 68 – 70

Observe o seguinte texto:


‘Durante a noite o Pedro I portou em Salinas pra emprestar um tapejara que nos guiasse através da foz traiçoeira do Amazonas e quando nos levantamos no dia de hoje bem cedinho já estávamos nela.’


Após a leitura e análise do trecho, pode-se afirmar que:

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Q2083267 Português
Texto 3

Futebol, por Carlos Drummond de Andrade

Futebol se joga no estádio?
Futebol se joga na praia,
futebol se joga na rua,
futebol se joga na alma.
A bola é a mesma: forma sacra
para craques e pernas de pau.
Mesma a volúpia de chutar
na delirante copa-mundo
ou no árido espaço do morro.
São voos de estátuas súbitas,
desenhos feéricos, bailados
de pés e troncos entrançados.
Instantes lúdicos: flutua
o jogador, gravado no ar
— afinal, o corpo triunfante
da triste lei da gravidade 

In Poesia errante
O poema de Carlos Drummond de Andrade traz a relação existente entre: 
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Q2083266 Português

Texto 2


7_- 8.png (415×148) 

Disponível em https://web.facebook.com/tirasarmandinho/extraidoem04/12/2022


O verbo TER empregado no primeiro quadrinho tem sentido de: 
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Q2083265 Português

Texto 2


7_- 8.png (415×148) 

Disponível em https://web.facebook.com/tirasarmandinho/extraidoem04/12/2022


No último quadrinho, a fala de Armandinho pode ser interpretada como: 
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Q2083260 Português

Texto 1


O boleirês que domina o português


Talvez a maneira em que o futebol se expressa mais intensamente no cotidiano do brasileiro, além de si mesmo, é no vocabulário. E de uma maneira como quase ninguém percebe, porque já se tornou corriqueiro. As expressões que nasceram nos estádios foram incorporadas no linguajar comum. Da crônica esportiva ou da própria conversa de arquibancada, ganharam as ruas e os livros, em um conceito cultural muito mais abrangente.

A linguagem específica do futebol é fenômeno estudado faz tempo. Por exemplo, o primeiro “Dicionário do Futebol”, para explicar os verbetes tradicionais do boleirês, surgiu quando o Uruguai sequer havia levantado a Jules Rimet pela primeira vez: em 1929, escrito e organizado pelo jornalista Haroldo Maranhão. Ao mesmo tempo, os dicionários comuns adicionavam significados futebolísticos para tantas outras palavras.

“Chutar”, por exemplo. Mais do que o ato em si de bater com o pé, se tornou sinônimo de arriscar ou dar um palpite. O mesmo acontece com vários termos que, literalmente, representam o que acontece dentro de campo, mas servem de metáfora para vários assuntos da vida. É o caso de “show de bola”, “suar a camisa”, “dar um chapéu”, “tirar de letra” e tantas outras expressões que se tornaram corriqueiras além do futebol. Demonstram a importância do esporte para a cultura. E também tornam a língua mais rica e viva, adaptando-se com as mudanças da sociedade.

Dos 228,5 mil verbetes listados pelo Dicionário Houaiss, 502 possuem a palavra “futebol” em suas explicações. Número significativo da força do jogo sobre o português, especialmente pelas variações que ganham conforme a região do país. “O brasileiro é um povo que expressa sua emoção de uma maneira muito espontânea, fato que se reflete na linguagem”, escreve a pesquisadora Simone Nejaim Ribeiro, autora da dissertação A Linguagem do Futebol: estilo e produtividade lexical. “Alinguagem especial do futebol é bastante expressiva e, muitas vezes, ultrapassa a esfera das narrações e dos textos referentes ao esporte. Isto se deve, entre outras coisas, à grande paixão do brasileiro por ele”. Por mais que as gírias exijam um conhecimento prévio sobre o assunto, a popularidade do futebol facilita a compreensão pela maioria.

https://observatorioracialfutebol.com.br/textos/como-o-futebol-moldou-a-identidade-cultural-do-brasileiro/

Segundo o texto, a linguagem do futebol já é estudada há muito tempo. O autor relaciona, temporalmente, a criação do primeiro dicionário do futebol ao:
Alternativas
Q2083259 Português

Texto 1


O boleirês que domina o português


Talvez a maneira em que o futebol se expressa mais intensamente no cotidiano do brasileiro, além de si mesmo, é no vocabulário. E de uma maneira como quase ninguém percebe, porque já se tornou corriqueiro. As expressões que nasceram nos estádios foram incorporadas no linguajar comum. Da crônica esportiva ou da própria conversa de arquibancada, ganharam as ruas e os livros, em um conceito cultural muito mais abrangente.

A linguagem específica do futebol é fenômeno estudado faz tempo. Por exemplo, o primeiro “Dicionário do Futebol”, para explicar os verbetes tradicionais do boleirês, surgiu quando o Uruguai sequer havia levantado a Jules Rimet pela primeira vez: em 1929, escrito e organizado pelo jornalista Haroldo Maranhão. Ao mesmo tempo, os dicionários comuns adicionavam significados futebolísticos para tantas outras palavras.

“Chutar”, por exemplo. Mais do que o ato em si de bater com o pé, se tornou sinônimo de arriscar ou dar um palpite. O mesmo acontece com vários termos que, literalmente, representam o que acontece dentro de campo, mas servem de metáfora para vários assuntos da vida. É o caso de “show de bola”, “suar a camisa”, “dar um chapéu”, “tirar de letra” e tantas outras expressões que se tornaram corriqueiras além do futebol. Demonstram a importância do esporte para a cultura. E também tornam a língua mais rica e viva, adaptando-se com as mudanças da sociedade.

Dos 228,5 mil verbetes listados pelo Dicionário Houaiss, 502 possuem a palavra “futebol” em suas explicações. Número significativo da força do jogo sobre o português, especialmente pelas variações que ganham conforme a região do país. “O brasileiro é um povo que expressa sua emoção de uma maneira muito espontânea, fato que se reflete na linguagem”, escreve a pesquisadora Simone Nejaim Ribeiro, autora da dissertação A Linguagem do Futebol: estilo e produtividade lexical. “Alinguagem especial do futebol é bastante expressiva e, muitas vezes, ultrapassa a esfera das narrações e dos textos referentes ao esporte. Isto se deve, entre outras coisas, à grande paixão do brasileiro por ele”. Por mais que as gírias exijam um conhecimento prévio sobre o assunto, a popularidade do futebol facilita a compreensão pela maioria.

https://observatorioracialfutebol.com.br/textos/como-o-futebol-moldou-a-identidade-cultural-do-brasileiro/

O texto “O boleirês que domina o português” fala sobre: 
Alternativas
Q2082364 Português

A moça tinha a pele branca como a neve e o cabelo escuro como breu. Abandonou os sete irmãos, fugiu da madrasta, fez uma torta com a maçã e foi vender na feira. Ficou tão famosa com a sua receita de torta que nunca mais quis saber do príncipe.

Disponível em: http://www.minicontos.com. br/?apid=8675&tipo=2&dt=0&wd=&titulo=Branca%20de%20 Neve%20Moderna. Acesso em: 30 abr. 2022.


Nessa paródia, é possível interpretar um(a)

Alternativas
Q2082060 Português
     Queda de pelos em cães e gatos
     Os pelos de cachorros e gatos têm funções que vão além da estética. Isso porque eles são muito importantes para a saúde desses animais, pois servem como uma barreira de proteção para a pele e ainda ajudam na conservação da temperatura corporal.  
    Nesse cenário, encontrar pelos em diversas partes da casa e, até mesmo, nas roupas faz parte da rotina dos tutores. Afinal, a renovação da pelagem de ambos os bichos é algo totalmente natural, isto é, acontecerá independentemente de eles terem ou não alguma doença, por exemplo.
      Queda de pelos natural
     De acordo com a médica veterinária Cinthya Ugliara, da rede clínica Dra. Mei, em intensidade leve a moderada e dependendo da raça, isso não é motivo para preocupação. Também segundo ela, os pelos possuem três fases de crescimento, sendo que, na última delas, ocorre a queda.
    Além disso, durante o ano, há dois períodos em que as quedas são mais intensas, mas, ainda assim, são saudáveis e não produzem falhas na pelagem. “Geralmente [acontecem] na primavera e no outono e duram em torno de 30 dias. Isso ocorre porque a pelagem do animal está sendo preparada para o inverno e verão”, explica.
    Quando é sinal de alerta
   Segundo Cinthya Ugliara, a queda de pelos fora da normalidade pode indicar que o cão ou o gato está com dermatite alérgica à picada de pulgas, outros tipos de alergias (ocasionadas por sarna, dermatite alérgica e fungos) ou, até mesmo, doenças hormonais (hipotireoidismo e hiperadrenocorticismo).
    A médica veterinária acrescenta que tal situação, em gatos, também pode ser agravada por deficiências nutricionais, estresse, alergias ou mesmo problemas endócrinos. Quando isso acontece, é de extrema importância que o tutor procure um médico veterinário para investigar e tratar o problema.

Disponível em: <https://recreio.uol.com.br/noticias/pets/queda-de-pelos-em-caes-e-gatos-veja-as-causas-e-como-tratar-25.phtml?utm_source=Feed%20UOL&amp;utm_medium=site&amp;xid=1200>.
Acesso em: 10. dez.2022 (adaptado)
Segundo o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q2080723 Português
Leia o texto a seguir.
Campanha ataca os abusos do “juridiquês”
   “Encaminhe o acusado ao ergástulo público.” Com essa frase o juiz Ricardo Roesler determinou a prisão de um assaltante de Barra Velha, comarca de Santa Catarina. Dois dias depois, a ordem não tinha sido cumprida. Ninguém havia compreendido onde era o tal do “ergástulo”, palavra usada como sinônimo de cadeia.    Quando Roesler descobriu que nem seus subordinados entendiam o que ele falava, decidiu substituir os termos pomposos e os em latim por palavras mais simples. Isso foi há 17 anos. Hoje, presidente da Associação dos Magistrados Catarinenses, ele é um dos defensores da linguagem coloquial nos tribunais.    Preocupada com o excesso de “juridiquês”, a Ajuris (Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul) organizou um guia destinado a leigos para tentar desmitificar o jargão da Justiça. O presidente da entidade, Carlos Rafael dos Santos Júnior, tem estimulado os magistrados a participarem de debates em escolas com pais e alunos.      A ideia, encampada pela AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), é uma gota num oceano de discursos herméticos que tomam conta dos tribunais, onde o simples talão de cheque vira “cártula chéquica”, o viúvo, “cônjuge supérstite”, e a denúncia (peça formal), “exordial acusatório”. (Lilian Christofoletti, Uirá Machado. Folha de S. Paulo. Acesso em: 23/01/2005. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/folha/ brasil/ult96u66814.shtml.)
De acordo com a expressão do enunciador acerca do assunto tratado no texto, pode-se afirmar que do ponto de vista apresentado, o “juridiquês” trata-se de:
Alternativas
Respostas
18481: E
18482: B
18483: D
18484: E
18485: D
18486: C
18487: E
18488: C
18489: D
18490: B
18491: B
18492: C
18493: C
18494: B
18495: D
18496: C
18497: D
18498: C
18499: E
18500: C