Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2104122 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

    A discriminação no uso de serviços de saúde ocorre em situações nas quais o indivíduo percebe que foi tratado com hostilidade, constrangimento, injustiça, desconfiança, rejeição, pena ou ostracismo pelo profissional de saúde ou prestador de serviço, devido a atributos individuais como idade, cor da pele, sexo, aparência física ou outras características. Os atos discriminatórios podem ocorrer de forma esporádica ou sistemática, nas interações sociais de curta ou longa duração, por meio da evitação do contato físico, da recusa do tratamento, de práticas negligentes ou de ações violentas.

    Em 2013, dados da Pesquisa Nacional de Saúde revelaram que ao menos um em cada dez brasileiros adultos já havia se sentido discriminado nos serviços de saúde por algum médico ou outro profissional de saúde, e a falta de dinheiro (5,7%) e a classe social (5,6%) são os motivos reportados com maior frequência. Entre os indivíduos com 50 anos e mais, resultados do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros revelaram prevalência de 11% nos relatos de discriminação no uso de serviços de saúde em 2015. Além disso, os autores também evidenciaram que os serviços de saúde foram apontados como o local onde as experiências discriminatórias ocorreram mais frequentemente em comparação com outros contextos.

    As práticas discriminatórias são evidenciadas na forma como os profissionais de saúde se comunicam e se comportam, como tomam decisões e na qualidade do cuidado que ofertam. Essas experiências podem gerar falta de confiança no sistema de saúde para o usuário e criar barreiras de acesso que culminam em insatisfação, falhas no tratamento, declínio na qualidade de vida e morte prematura. Para aqueles com condições crônicas, situação comum entre adultos mais velhos, o medo antecipado de vivenciar uma nova experiência discriminatória no uso de serviços de saúde pode reduzir drasticamente a interação com o sistema de saúde e com os provedores de serviço, prejudicando a promoção da saúde e o manejo dessas e outras condições.

(Braga; Vaz; Silva; Machado; Friche. Discriminação percebida por adultos mais velhos no uso de serviços de saúde: uma revisão integrativa. Ciênc. saúde coletiva 28, Jan 2023).
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que a discriminação no serviço público de saúde
Alternativas
Q2104120 Português
A nuvem

        — Fico admirado como é que você, morando nesta cidade, consegue escrever uma semana inteira sem reclamar, sem protestar, sem espinafrar!

         E meu amigo falou da água, telefone, Light em geral, carne, batata, transporte, custo de vida, buracos na rua etc. etc. etc. Meu amigo está, como dizem as pessoas exageradas, grávido de razões. Mas que posso fazer? Até que tenho reclamado muito isto e aquilo. Mas se eu for ficar rezingando todo dia, estou roubado: quem é que vai aguentar me ler? Acho que o leitor gosta de ver suas queixas no jornal, mas em termos.

        Além disso, a verdade não está apenas nos buracos das ruas e outras mazelas. Não é verdade que as amendoeiras neste inverno deram um show luxuoso de folhas vermelhas voando no ar? E ficaria demasiado feio eu confessar que há uma jovem gostando de mim? Ah, bem sei que esses encantamentos de moça por um senhor maduro duram pouco. São caprichos de certa fase. Mas que importa? Esse carinho me faz bem; eu o recebo terna e gravemente; sem melancolia, porque sem ilusão. Ele se irá como veio, leve nuvem solta na brisa, que se tinge um instante de púrpura sobre as cinzas de meu crepúsculo.

        E olhem só que tipo de frase estou escrevendo! Tome tenência, velho Braga. Deixe a nuvem, olhe para o chão – e seus tradicionais buracos.
(Rubem Braga. Ai de ti, Copacabana. Rio de Janeiro: Edições Best Bolso, 2011)
Assinale a alternativa em que a expressão destacada é termo integrante da oração. 
Alternativas
Q2104118 Português
A nuvem

        — Fico admirado como é que você, morando nesta cidade, consegue escrever uma semana inteira sem reclamar, sem protestar, sem espinafrar!

         E meu amigo falou da água, telefone, Light em geral, carne, batata, transporte, custo de vida, buracos na rua etc. etc. etc. Meu amigo está, como dizem as pessoas exageradas, grávido de razões. Mas que posso fazer? Até que tenho reclamado muito isto e aquilo. Mas se eu for ficar rezingando todo dia, estou roubado: quem é que vai aguentar me ler? Acho que o leitor gosta de ver suas queixas no jornal, mas em termos.

        Além disso, a verdade não está apenas nos buracos das ruas e outras mazelas. Não é verdade que as amendoeiras neste inverno deram um show luxuoso de folhas vermelhas voando no ar? E ficaria demasiado feio eu confessar que há uma jovem gostando de mim? Ah, bem sei que esses encantamentos de moça por um senhor maduro duram pouco. São caprichos de certa fase. Mas que importa? Esse carinho me faz bem; eu o recebo terna e gravemente; sem melancolia, porque sem ilusão. Ele se irá como veio, leve nuvem solta na brisa, que se tinge um instante de púrpura sobre as cinzas de meu crepúsculo.

        E olhem só que tipo de frase estou escrevendo! Tome tenência, velho Braga. Deixe a nuvem, olhe para o chão – e seus tradicionais buracos.
(Rubem Braga. Ai de ti, Copacabana. Rio de Janeiro: Edições Best Bolso, 2011)
A respeito da maneira como o autor estabelece diálogos no interior da crônica, é correto afirmar que
Alternativas
Q2104117 Português
A nuvem

        — Fico admirado como é que você, morando nesta cidade, consegue escrever uma semana inteira sem reclamar, sem protestar, sem espinafrar!

         E meu amigo falou da água, telefone, Light em geral, carne, batata, transporte, custo de vida, buracos na rua etc. etc. etc. Meu amigo está, como dizem as pessoas exageradas, grávido de razões. Mas que posso fazer? Até que tenho reclamado muito isto e aquilo. Mas se eu for ficar rezingando todo dia, estou roubado: quem é que vai aguentar me ler? Acho que o leitor gosta de ver suas queixas no jornal, mas em termos.

        Além disso, a verdade não está apenas nos buracos das ruas e outras mazelas. Não é verdade que as amendoeiras neste inverno deram um show luxuoso de folhas vermelhas voando no ar? E ficaria demasiado feio eu confessar que há uma jovem gostando de mim? Ah, bem sei que esses encantamentos de moça por um senhor maduro duram pouco. São caprichos de certa fase. Mas que importa? Esse carinho me faz bem; eu o recebo terna e gravemente; sem melancolia, porque sem ilusão. Ele se irá como veio, leve nuvem solta na brisa, que se tinge um instante de púrpura sobre as cinzas de meu crepúsculo.

        E olhem só que tipo de frase estou escrevendo! Tome tenência, velho Braga. Deixe a nuvem, olhe para o chão – e seus tradicionais buracos.
(Rubem Braga. Ai de ti, Copacabana. Rio de Janeiro: Edições Best Bolso, 2011)
A partir da leitura da crônica, pode-se afirmar que o autor se recusa a reclamar da cidade por
Alternativas
Q2103960 Português
Leia o texto, para responder a questão.

Viajandões

            Violência urbana nunca foi novidade. Aumentou, mas sempre existiu. Porém, até ela já teve dias mais românticos. Podemos quase sentir saudades de uma época em que os crimes eram protagonizados por uma turma que queria apenas enriquecer sem trabalhar, e para isso invadia sua casa, levava seu carro ou afanava sua bolsa, mas sempre tendo a delicadeza de avisar antes: “Mãos ao alto, isso é um assalto!”. Eles sabiam o que estavam fazendo. E uma vez com o objeto do desejo em mãos, iam embora apressados assim que ouviam as sirenes da polícia, não sem antes fazer uma mesura de despedida. Quase posso ver George Clooney no papel.

            Hoje os meliantes chegam agressivamente comunicando “Perdeu! Perdeu!”, a polícia não aparece e ninguém sabe direito o que está fazendo: se antes éramos surpreendidos por um pessoal que, a seu modo, tentava evitar confusões desnecessárias, hoje nos atacam completamente chapados, alucinados e sem a menor condição de distinguir um assalto de um assassinato. Não se pode mais escolher entre a vida ou a bolsa: eles levam ambos.

        A recomendação sempre foi a de não reagir. Eles têm uma arma, você não. Obedeça. Porém, até um tempo atrás, contávamos com um mínimo de discernimento a nosso favor. Quem nos assaltava sabia que estava cometendo um crime, sabia que deveria agir rápido e fazer o menor estrago possível, sem chamar atenção. Havia esperança de eles serem minimamente lúcidos e fazerem um serviço limpo.

            Hoje, o cara que nos ataca pensa que é todo-poderoso. Tem delírio de todos os tipos. Se você ousar piscar os olhos, ele poderá interpretar como um sinal feito para o carro da frente. Se você estiver de camiseta verde, isso pode ser considerado uma provocação, já que a grama também é verde, você por acaso o está mandando pastar? Em sua infinita doideira, nós é que somos a ameaça.
(Martha Medeiros, Feliz por nada. Adaptado)
De acordo com o texto, são características dos assaltantes dos dias atuais: 
Alternativas
Q2103959 Português
Leia o texto, para responder a questão.

Viajandões

            Violência urbana nunca foi novidade. Aumentou, mas sempre existiu. Porém, até ela já teve dias mais românticos. Podemos quase sentir saudades de uma época em que os crimes eram protagonizados por uma turma que queria apenas enriquecer sem trabalhar, e para isso invadia sua casa, levava seu carro ou afanava sua bolsa, mas sempre tendo a delicadeza de avisar antes: “Mãos ao alto, isso é um assalto!”. Eles sabiam o que estavam fazendo. E uma vez com o objeto do desejo em mãos, iam embora apressados assim que ouviam as sirenes da polícia, não sem antes fazer uma mesura de despedida. Quase posso ver George Clooney no papel.

            Hoje os meliantes chegam agressivamente comunicando “Perdeu! Perdeu!”, a polícia não aparece e ninguém sabe direito o que está fazendo: se antes éramos surpreendidos por um pessoal que, a seu modo, tentava evitar confusões desnecessárias, hoje nos atacam completamente chapados, alucinados e sem a menor condição de distinguir um assalto de um assassinato. Não se pode mais escolher entre a vida ou a bolsa: eles levam ambos.

        A recomendação sempre foi a de não reagir. Eles têm uma arma, você não. Obedeça. Porém, até um tempo atrás, contávamos com um mínimo de discernimento a nosso favor. Quem nos assaltava sabia que estava cometendo um crime, sabia que deveria agir rápido e fazer o menor estrago possível, sem chamar atenção. Havia esperança de eles serem minimamente lúcidos e fazerem um serviço limpo.

            Hoje, o cara que nos ataca pensa que é todo-poderoso. Tem delírio de todos os tipos. Se você ousar piscar os olhos, ele poderá interpretar como um sinal feito para o carro da frente. Se você estiver de camiseta verde, isso pode ser considerado uma provocação, já que a grama também é verde, você por acaso o está mandando pastar? Em sua infinita doideira, nós é que somos a ameaça.
(Martha Medeiros, Feliz por nada. Adaptado)
É correto concluir que, na visão da autora, os assaltantes de outrora tinham comportamento mais
Alternativas
Q2103958 Português
Leia o texto, para responder a questão.

Viajandões

            Violência urbana nunca foi novidade. Aumentou, mas sempre existiu. Porém, até ela já teve dias mais românticos. Podemos quase sentir saudades de uma época em que os crimes eram protagonizados por uma turma que queria apenas enriquecer sem trabalhar, e para isso invadia sua casa, levava seu carro ou afanava sua bolsa, mas sempre tendo a delicadeza de avisar antes: “Mãos ao alto, isso é um assalto!”. Eles sabiam o que estavam fazendo. E uma vez com o objeto do desejo em mãos, iam embora apressados assim que ouviam as sirenes da polícia, não sem antes fazer uma mesura de despedida. Quase posso ver George Clooney no papel.

            Hoje os meliantes chegam agressivamente comunicando “Perdeu! Perdeu!”, a polícia não aparece e ninguém sabe direito o que está fazendo: se antes éramos surpreendidos por um pessoal que, a seu modo, tentava evitar confusões desnecessárias, hoje nos atacam completamente chapados, alucinados e sem a menor condição de distinguir um assalto de um assassinato. Não se pode mais escolher entre a vida ou a bolsa: eles levam ambos.

        A recomendação sempre foi a de não reagir. Eles têm uma arma, você não. Obedeça. Porém, até um tempo atrás, contávamos com um mínimo de discernimento a nosso favor. Quem nos assaltava sabia que estava cometendo um crime, sabia que deveria agir rápido e fazer o menor estrago possível, sem chamar atenção. Havia esperança de eles serem minimamente lúcidos e fazerem um serviço limpo.

            Hoje, o cara que nos ataca pensa que é todo-poderoso. Tem delírio de todos os tipos. Se você ousar piscar os olhos, ele poderá interpretar como um sinal feito para o carro da frente. Se você estiver de camiseta verde, isso pode ser considerado uma provocação, já que a grama também é verde, você por acaso o está mandando pastar? Em sua infinita doideira, nós é que somos a ameaça.
(Martha Medeiros, Feliz por nada. Adaptado)
Tratando o tema da violência, a autora
Alternativas
Q2103953 Português
Leia o texto, para responder a questão.

A hora do empurrão

        Quem escreve tem sua lista de temores associados à atividade. A ideia que teima em escapar, a frustrante busca pela palavra exata, a incerteza sobre a adequação do tom, a tela vazia, onde um cursor piscando lembra que a passagem do tempo é insensível a prazos editoriais. Mas o maior medo é não ser lido ou, pior, ser lido com indiferença.

        Elogios não são apenas uma questão de gentileza. Eles podem fazer a diferença entre o êxito e o fracasso de um aspirante a profissional. Não falo daquelas palavras protocolares, mas da expressão de uma avaliação genuína, que procura no detalhe o motivo para reconhecer o engenho e a arte de quem escreveu. Menciono escrita por ser algo com que, até por conta desta coluna, já estou hoje mais acostumada. Mas o estímulo é algo decisivo para pretendentes a qualquer atividade, sobretudo os jovens, muitos deles talentosos e inseguros.

        Às vezes subestimamos o poder do estímulo. Costumamos refletir sobre o que fazer para mudar nossa vida, mas esquecemos de estimular quem está ao nosso redor. Uma ajuda concreta ou uma palavra certeira têm o poder de renovar energias, encorajar, dar a confiança necessária para que um amigo, um colega, um parente, persista em seu objetivo.

        Encorajar é também fazer alguém encarar suas dificuldades. Uma vez superado o obstáculo, não há limites para o crescimento pessoal. Apoiar alguém é uma forma de cultivar talentos, não de criá-los. Quando estendemos a mão não plantamos a semente da motivação, mas premiamos a força de vontade que há no outro. É uma via de mão dupla. Afinal, ao estimular alguém, construímos nosso próprio legado.
(Lucila Diniz. Veja, 03.02.2022. Adaptado) 
Do ponto de vista da autora, a atividade dela
Alternativas
Q2103952 Português
Leia o texto, para responder a questão.

A hora do empurrão

        Quem escreve tem sua lista de temores associados à atividade. A ideia que teima em escapar, a frustrante busca pela palavra exata, a incerteza sobre a adequação do tom, a tela vazia, onde um cursor piscando lembra que a passagem do tempo é insensível a prazos editoriais. Mas o maior medo é não ser lido ou, pior, ser lido com indiferença.

        Elogios não são apenas uma questão de gentileza. Eles podem fazer a diferença entre o êxito e o fracasso de um aspirante a profissional. Não falo daquelas palavras protocolares, mas da expressão de uma avaliação genuína, que procura no detalhe o motivo para reconhecer o engenho e a arte de quem escreveu. Menciono escrita por ser algo com que, até por conta desta coluna, já estou hoje mais acostumada. Mas o estímulo é algo decisivo para pretendentes a qualquer atividade, sobretudo os jovens, muitos deles talentosos e inseguros.

        Às vezes subestimamos o poder do estímulo. Costumamos refletir sobre o que fazer para mudar nossa vida, mas esquecemos de estimular quem está ao nosso redor. Uma ajuda concreta ou uma palavra certeira têm o poder de renovar energias, encorajar, dar a confiança necessária para que um amigo, um colega, um parente, persista em seu objetivo.

        Encorajar é também fazer alguém encarar suas dificuldades. Uma vez superado o obstáculo, não há limites para o crescimento pessoal. Apoiar alguém é uma forma de cultivar talentos, não de criá-los. Quando estendemos a mão não plantamos a semente da motivação, mas premiamos a força de vontade que há no outro. É uma via de mão dupla. Afinal, ao estimular alguém, construímos nosso próprio legado.
(Lucila Diniz. Veja, 03.02.2022. Adaptado) 
É correto afirmar que a autora
Alternativas
Q2103851 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Benefícios da música clássica para a saúde




(Disponível em: https://www.selecoes.com.br/saude-bem-estar/beneficios-da-musica-classica-para-a-saude/ texto adaptado especialmente para esta prova).

O plural da expressão “o dia” é:
Alternativas
Q2103840 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Benefícios da música clássica para a saúde




(Disponível em: https://www.selecoes.com.br/saude-bem-estar/beneficios-da-musica-classica-para-a-saude/ texto adaptado especialmente para esta prova).

A palavra destacada no trecho: “a data é celebrada desde 2006” poderia ser substituída, sem alterar o sentido, por:
Alternativas
Q2103839 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Benefícios da música clássica para a saúde




(Disponível em: https://www.selecoes.com.br/saude-bem-estar/beneficios-da-musica-classica-para-a-saude/ texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta um par correto de antônimos, ou seja, palavras de sentido oposto.
Alternativas
Q2103838 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Benefícios da música clássica para a saúde




(Disponível em: https://www.selecoes.com.br/saude-bem-estar/beneficios-da-musica-classica-para-a-saude/ texto adaptado especialmente para esta prova).

O assunto principal do texto é:
Alternativas
Q2103837 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Benefícios da música clássica para a saúde




(Disponível em: https://www.selecoes.com.br/saude-bem-estar/beneficios-da-musica-classica-para-a-saude/ texto adaptado especialmente para esta prova).

Considere as assertivas sobre o texto:

I. Heitor Villa-Lobos foi um pesquisador francês.

II. Ouvir música clássica antes de dormir atrapalha a qualidade do sono.

III. O Dia Nacional da Música Clássica é celebrado no dia 05 de março.

Quais estão corretas?

Alternativas
Q2103766 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

Mais dinheiro está ligado a maior felicidade? Até certo ponto, sim


(Disponível em: https://www.revistaplaneta.com.br/07/03/2023 – fragmento de texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação às ideias apresentadas no texto sobre dinheiro e felicidade, avalie as assertivas que seguem:
I. Dinheiro é imprescindível para que o homem alcance a felicidade permanente.
II. Há pesquisa que demonstram que a felicidade cotidiana sempre aumenta toda vez que a renda aumenta; outras, no entanto, dizem que felicidade e renda são equiparadas, independentemente do valor da renda.
III. Dinheiro pode ajudar na construção da felicidade, há, no entanto, outros fatores que contribuem para o bem-estar emocional do homem.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q2103689 Português
Leia o texto para responder a questão.

O encantamento do mar.

            Tenho passado longos momentos com o olhar mergulhado no oceano que se estende à minha frente.

        O encantamento pelo mar é inesgotável porque, a cada dia, ele se faz diferente. Hoje, por exemplo, dia de poucas nuvens e vento soprando de leste, sei que a água está mais fria e que é prenúncio de tempo favorável. O mar está mais para cinzento do que para azul.

        Mas o vento pode mudar a qualquer momento. Se soprar o sudoeste, o mar se encherá de pequenas ondas coroadas de espuma e se revestirá de azul índigo.

        Nestes tempos de quase verão – quase, porque a temperatura sobe desce obedecendo ao comando da chuva ou de mais uma frente fria – o mar veste seu traje azul profundo.

        Ontem à noite teve tempestade, com direito a trovões e relâmpagos. Já estava dormindo e me assustei com o primeiro trovão, pensando que fosse uma explosão. Estamos tão acostumados com a violência urbana que já não dialogamos com a natureza, em vez disso pensamos em tiros, explosões, enfrentamentos. Deitada e protegida pelo lençol, imaginei o mar momentaneamente iluminado pelos relâmpagos e salpicado pela chuva torrencial. E com esse pensamento, vendo através das pálpebras fechadas o clarão intermitente, deslizei para o sono.
(Marina Colasanti. Adaptado)
Na crônica, a narradora relata que
Alternativas
Q2103686 Português
Leia o texto para responder a questão.

    Recentemente, a população mundial excedeu a marca de 8 bilhões, o que representa um aumento de mais um 1 bilhão de seres humanos em pouco mais de uma década. Mas o relatório recente da ONU alertou que o crescimento populacional seria uma das maiores causas do aumento das emissões de gases causadores do efeito estufa e da destruição ecológica. Cada pessoa a mais aumenta o desgaste dos recursos biológicos exauríveis do planeta.
    
    “Perda de biodiversidade, mudanças climáticas, desmatamento, escassez de água e alimentos – tudo isso é exacerbado pelos nossos números enormes, que aumentam continuadamente”, avalia a ONG Population Matters, com sede no Reino Unido.

    Sara Hertog, especialista em populações das Nações Unidas, afirmou que não é difícil atribuir o consumo não sustentável e os hábitos de produção à explosão populacional, especialmente nos países em desenvolvimento no hemisfério sul. No entanto, ela considera um erro esperar que a desaceleração do crescimento populacional possa ser a única solução para esses problemas.

    “O aumento da renda tem sido muito mais importante do que o aumento das populações para impulsionar o consumo e a poluição a ele associada”, observou, destacando que os países mais ricos, onde o crescimento populacional foi desacelerado ou até revertido, são os que utilizam mais recursos per capita.

    Os países mais pobres e em desenvolvimento na África Subsaariana e em partes da Ásia, que deverão ter o maior incremento populacional nas próximas décadas, são responsáveis por apenas uma fração das emissões e da utilização dos recursos globais.

    Segundo a ONG ambientalista Global Footprint Network, se todos no mundo vivessem como os cidadãos dos Estados Unidos, seriam necessários os recursos de pelo menos cinco planetas Terra. Já o modo de vida de um cidadão na Nigéria, por exemplo, requereria somente 70% dos recursos anuais do planeta.

(Martin Kuebler. Como 8 bilhões podem dividir um planeta de modo sustentável? Adaptado)
No trecho – ... ela considera um erro esperar que a desaceleração do crescimento populacional possa ser a única solução para esses problemas. (3º parágrafo) –, a expressão destacada refere-se a:
Alternativas
Q2103685 Português
Leia o texto para responder a questão.

    Recentemente, a população mundial excedeu a marca de 8 bilhões, o que representa um aumento de mais um 1 bilhão de seres humanos em pouco mais de uma década. Mas o relatório recente da ONU alertou que o crescimento populacional seria uma das maiores causas do aumento das emissões de gases causadores do efeito estufa e da destruição ecológica. Cada pessoa a mais aumenta o desgaste dos recursos biológicos exauríveis do planeta.
    
    “Perda de biodiversidade, mudanças climáticas, desmatamento, escassez de água e alimentos – tudo isso é exacerbado pelos nossos números enormes, que aumentam continuadamente”, avalia a ONG Population Matters, com sede no Reino Unido.

    Sara Hertog, especialista em populações das Nações Unidas, afirmou que não é difícil atribuir o consumo não sustentável e os hábitos de produção à explosão populacional, especialmente nos países em desenvolvimento no hemisfério sul. No entanto, ela considera um erro esperar que a desaceleração do crescimento populacional possa ser a única solução para esses problemas.

    “O aumento da renda tem sido muito mais importante do que o aumento das populações para impulsionar o consumo e a poluição a ele associada”, observou, destacando que os países mais ricos, onde o crescimento populacional foi desacelerado ou até revertido, são os que utilizam mais recursos per capita.

    Os países mais pobres e em desenvolvimento na África Subsaariana e em partes da Ásia, que deverão ter o maior incremento populacional nas próximas décadas, são responsáveis por apenas uma fração das emissões e da utilização dos recursos globais.

    Segundo a ONG ambientalista Global Footprint Network, se todos no mundo vivessem como os cidadãos dos Estados Unidos, seriam necessários os recursos de pelo menos cinco planetas Terra. Já o modo de vida de um cidadão na Nigéria, por exemplo, requereria somente 70% dos recursos anuais do planeta.

(Martin Kuebler. Como 8 bilhões podem dividir um planeta de modo sustentável? Adaptado)
No trecho – ... tudo isso é exacerbado pelos nossos números enormes, que aumentam continuadamente (2º parágrafo) – o termo destacado exprime circunstância de 
Alternativas
Q2103683 Português
Leia o texto para responder a questão.

    Recentemente, a população mundial excedeu a marca de 8 bilhões, o que representa um aumento de mais um 1 bilhão de seres humanos em pouco mais de uma década. Mas o relatório recente da ONU alertou que o crescimento populacional seria uma das maiores causas do aumento das emissões de gases causadores do efeito estufa e da destruição ecológica. Cada pessoa a mais aumenta o desgaste dos recursos biológicos exauríveis do planeta.
    
    “Perda de biodiversidade, mudanças climáticas, desmatamento, escassez de água e alimentos – tudo isso é exacerbado pelos nossos números enormes, que aumentam continuadamente”, avalia a ONG Population Matters, com sede no Reino Unido.

    Sara Hertog, especialista em populações das Nações Unidas, afirmou que não é difícil atribuir o consumo não sustentável e os hábitos de produção à explosão populacional, especialmente nos países em desenvolvimento no hemisfério sul. No entanto, ela considera um erro esperar que a desaceleração do crescimento populacional possa ser a única solução para esses problemas.

    “O aumento da renda tem sido muito mais importante do que o aumento das populações para impulsionar o consumo e a poluição a ele associada”, observou, destacando que os países mais ricos, onde o crescimento populacional foi desacelerado ou até revertido, são os que utilizam mais recursos per capita.

    Os países mais pobres e em desenvolvimento na África Subsaariana e em partes da Ásia, que deverão ter o maior incremento populacional nas próximas décadas, são responsáveis por apenas uma fração das emissões e da utilização dos recursos globais.

    Segundo a ONG ambientalista Global Footprint Network, se todos no mundo vivessem como os cidadãos dos Estados Unidos, seriam necessários os recursos de pelo menos cinco planetas Terra. Já o modo de vida de um cidadão na Nigéria, por exemplo, requereria somente 70% dos recursos anuais do planeta.

(Martin Kuebler. Como 8 bilhões podem dividir um planeta de modo sustentável? Adaptado)
O texto mostra que os países mais pobres e em desenvolvimento na África Subsaariana e em partes da Ásia
Alternativas
Q2103682 Português
Leia o texto para responder a questão.

    Recentemente, a população mundial excedeu a marca de 8 bilhões, o que representa um aumento de mais um 1 bilhão de seres humanos em pouco mais de uma década. Mas o relatório recente da ONU alertou que o crescimento populacional seria uma das maiores causas do aumento das emissões de gases causadores do efeito estufa e da destruição ecológica. Cada pessoa a mais aumenta o desgaste dos recursos biológicos exauríveis do planeta.
    
    “Perda de biodiversidade, mudanças climáticas, desmatamento, escassez de água e alimentos – tudo isso é exacerbado pelos nossos números enormes, que aumentam continuadamente”, avalia a ONG Population Matters, com sede no Reino Unido.

    Sara Hertog, especialista em populações das Nações Unidas, afirmou que não é difícil atribuir o consumo não sustentável e os hábitos de produção à explosão populacional, especialmente nos países em desenvolvimento no hemisfério sul. No entanto, ela considera um erro esperar que a desaceleração do crescimento populacional possa ser a única solução para esses problemas.

    “O aumento da renda tem sido muito mais importante do que o aumento das populações para impulsionar o consumo e a poluição a ele associada”, observou, destacando que os países mais ricos, onde o crescimento populacional foi desacelerado ou até revertido, são os que utilizam mais recursos per capita.

    Os países mais pobres e em desenvolvimento na África Subsaariana e em partes da Ásia, que deverão ter o maior incremento populacional nas próximas décadas, são responsáveis por apenas uma fração das emissões e da utilização dos recursos globais.

    Segundo a ONG ambientalista Global Footprint Network, se todos no mundo vivessem como os cidadãos dos Estados Unidos, seriam necessários os recursos de pelo menos cinco planetas Terra. Já o modo de vida de um cidadão na Nigéria, por exemplo, requereria somente 70% dos recursos anuais do planeta.

(Martin Kuebler. Como 8 bilhões podem dividir um planeta de modo sustentável? Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta a afirmação correta de acordo com as informações do texto.
Alternativas
Respostas
18321: B
18322: B
18323: C
18324: D
18325: E
18326: B
18327: A
18328: B
18329: D
18330: B
18331: A
18332: B
18333: E
18334: B
18335: C
18336: E
18337: E
18338: B
18339: D
18340: E