Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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I. O texto explica as regras de um jogo que pode ser empregado dentro de uma empresa. II. Para o autor, estabelecer metas nos ajuda a ampliar nossa percepção acerca do que é necessário realizar para alcançar objetivos. III. O autor estabelece uma analogia entre um processo seletivo e um jogo.
Quais estão corretas?
Congresso Internacional do Medo
Provisoriamente não cantaremos o amor, que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos. Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços, não cantaremos o ódio, porque este não existe, existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro, o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos, o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas, cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas, cantaremos o medo da morte e o medo de depois da morte, depois morreremos de medo e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Sentimento do mundo.)
Assim como o texto, o poema de Drummond:
I. A oração que inicia o período trata-se de um argumento, ao qual se segue uma conclusão.
II. Se a ordem das orações forem invertidas, o conectivo “portanto” deverá ser substituído por “pois”.
III. O emprego da conjunção “mas” como conector entre as orações que compõem o período é uma possibilidade adequada de reescrita.
Está correto o que se afirma em


I - A frase Esperava argumento melhor do que mero antropocentrismo (l. 07-08) indica um desacordo entre o autor do texto e o autor do livro.
II - O exemplo fornecido no terceiro parágrafo serve de argumento que justifica o questionamento que conclui o parágrafo.
III - A frase Supomos ser especiais por termos entrado no mundo dos signos (l. 37-38) sustenta o argumento de Luc Ferry, por isso é mencionada pelo autor do texto.
Quais estão corretas?


I - Em A humanidade está perdendo sua capacidade de prestar atenção (l. 10-11), é feita uma afirmação de valor declarativo.
II - Em Quem nunca perdeu a noção do tempo assistindo a vídeos curtos em sequência, como cachorros fofinhos e gatos atrapalhados, ou tentando avançar de fase num joguinho viciante tipo Candy Crush? (l. 35-39), o autor do texto expressa uma incerteza.
III - Em a humanidade está ficando mais burra e mais incompetente (l. 56-57), o autor propõe uma síntese do raciocínio expresso no texto.
Quais estão corretas?


I - Trata-se de uma apresentação da obra Stolen Focus – Why You Can’t Pay Attention, cujo objetivo principal é dar a conhecer os principais problemas de funcionamento dos algoritmos e das redes sociais.
II - Trata-se de uma crítica ferrenha à abordagem cognitivista no tratamento dos problemas de atenção.
III - Trata-se de um resumo do livro Stolen Focus – Why You Can’t Pay Attention que enfoca alguns dos pontos considerados essenciais da obra.
Quais estão corretas?
A época em que ser alegre era malvisto
Até o início do século XVIII, em lugares como Reino Unido e nas suas colônias na América do Norte, os historiadores perceberam que as pessoas tinham orgulho de serem um pouco melancólicas.
Isso tinha a ver, em parte, com a lógica cristã, de ter consciência dos seus pecados e de se manter humilde perante os olhos de Deus.
Peter Stearns, autor do livro 'História da Felicidade', cita, nas suas pesquisas, o diário escrito por um chefe de família da época, que defendia que Deus, entre aspas, "não permitia alegria nem prazer, mas sim, uma espécie de conduta melancólica e austera".
"Isso não quer dizer que as pessoas fossem infelizes - simplesmente, não temos como julgar isso de modo imparcial, a partir dos padrões atuais. Até porque a felicidade, obviamente, é algo bastante subjetivo".
O que significa que havia, entre as pessoas da época, a percepção de que era necessário se desculpar por momentos de felicidade, por considerá-los uma afronta a Deus, segundo Stearns.
Mas isso mudou radicalmente no século XVIII, a ponto de, na redação da Declaração de Independência dos Estados Unidos, em 1776, a busca pela felicidade ter sido considerada um direito humano. A Constituição da França de 1793 também explicitou a ideia de que o objetivo da sociedade é a felicidade comum.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ck5y8nyw1jyo. Adaptado.
Houve um tempo na história da humanidade em que era malvisto demonstrar alegria. Aliás, a busca pela felicidade como conhecemos hoje é algo relativamente novo na nossa história.
De acordo com o texto base: