Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Acevedo compara seu cérebro a um computador sem tela ou incapaz de processar arquivos de imagens.
De acordo com o texto base, Guillermo Antonio Acevedo:

I. A expressão “Olha lá o que vai aprontar” pode ser substituída por “Veja bem o que vai fazer”, sem causar alteração significativa ao trecho.
II. A autora está preocupada com a segurança de Maria Claudete na cidade onde mora, pois é um lugar violento.
III. A autora emprega a expressão “Olha lá” em sentido figurado, pois não pede que Maria Claudete olhe para algo concreto.
Quais estão corretas?
I. Os parênteses no trecho servem para adicionar uma informação extra que não é essencial para a compreensão da frase principal, mas que fornece um contexto adicional sobre a Encyclopedia Britannica.
II. A informação entre parêntesesajuda a contextualizar a fonte de onde a informação sobre a origem do carnaval foi obtida, mas não é fundamental para a estrutura gramatical ou semântica da frase principal.
Pode-se afirmar que:
I. O carnaval é uma festa popular típica celebrada por pessoas que dançam e se disfarçam pelas ruas, como explicado pela Encyclopedia Britannica.
II. O carnaval brasileiro não se diferencia muito dos carnavais celebrados em outros países.
Pode-se afirmar que:
I. Luzia foi uma das poucas esculturas antigas que resistiram ao fogo.
II. O Museu Nacional é descrito como uma instituição científica e museológica.
III. O incêndio atingiu o Palácio de São Cristóvão, sede do Museu Nacional, em setembro de 2018.
Pode-se afirmar que:
I. Ao narrar a história do Brasil a partir da tragédia do incêndio que atingiu o Museu Nacional, o texto destaca a importância desse evento que afetou uma instituição bicentenária e representava um patrimônio inestimável para o país.
II. A escolha de contara história através da voz de Luzia é particularmente simbólica, pois ela personifica a perda e a destruição causada pelo incêndio, tornando-se um símbolo da devastação sofrida pela instituição e pelo país como um todo.
Pode-se afirmar que:
I. O texto destaca a importância das áreas úmidas ao mencionar os diversos serviços ecossistêmicos que elas oferecem, desde o fornecimento de água doce e alimentos até o papel fundamental na regulação climática.
II. O texto destaca a importância das áreas úmidas como berços de biodiversidade e produtividade, explicando como são essenciais para inúmeras espécies vegetais e animais.
III. As áreas úmidas são consideradas um dos ambientes menos produtivos do mundo.
Pode-se afirmar que:
Texto CB1A1-II
Há 70 anos, em 3 de outubro de 1953, era criada a PETROBRÁS, uma empresa estatal que detinha o monopólio da prospecção e exploração do petróleo no território brasileiro. A criação da empresa foi fruto da campanha “O petróleo é nosso”, iniciada após a eleição de Getúlio Vargas para seu segundo período na Presidência.
Sete décadas após sua criação, ficaram para trás o acento agudo e o foco exclusivo no território brasileiro. A PETROBRAS do século XXI opera em 14 países, prioritariamente nas áreas de exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo, gás natural e seus derivados, e ganhou reputação internacional no desenvolvimento de tecnologia avançada para a exploração petrolífera em águas profundas e ultraprofundas. Ficou para trás também o caráter 100% estatal. Atualmente, a PETROBRAS está organizada como sociedade de economia mista, submete-se às regras gerais da administração pública e não mais detém o monopólio da exploração do petróleo em território nacional. Seu papel, no entanto, vai além da obtenção de lucro e envolve aspectos como geração de emprego e renda, além da promoção do desenvolvimento local nos lugares onde instala suas unidades e empreendimentos. Estes, muitas vezes, se situam em regiões remotas, que não despertam o apetite de companhias privadas. Permanece, assim, uma empresa estratégica para diversos aspectos do desenvolvimento econômico do país.
Renato Coelho. Jornal da UNESP, 3/10/2023 (com adaptações).
A respeito dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto CB1A1-II, julgue o item que se segue.
É correto concluir das informações do texto que as atividades
da PETROBRAS no exterior diminuíram o impacto da
empresa no Brasil, o que levou à sua privatização.
Texto CB1A1-II
Há 70 anos, em 3 de outubro de 1953, era criada a PETROBRÁS, uma empresa estatal que detinha o monopólio da prospecção e exploração do petróleo no território brasileiro. A criação da empresa foi fruto da campanha “O petróleo é nosso”, iniciada após a eleição de Getúlio Vargas para seu segundo período na Presidência.
Sete décadas após sua criação, ficaram para trás o acento agudo e o foco exclusivo no território brasileiro. A PETROBRAS do século XXI opera em 14 países, prioritariamente nas áreas de exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo, gás natural e seus derivados, e ganhou reputação internacional no desenvolvimento de tecnologia avançada para a exploração petrolífera em águas profundas e ultraprofundas. Ficou para trás também o caráter 100% estatal. Atualmente, a PETROBRAS está organizada como sociedade de economia mista, submete-se às regras gerais da administração pública e não mais detém o monopólio da exploração do petróleo em território nacional. Seu papel, no entanto, vai além da obtenção de lucro e envolve aspectos como geração de emprego e renda, além da promoção do desenvolvimento local nos lugares onde instala suas unidades e empreendimentos. Estes, muitas vezes, se situam em regiões remotas, que não despertam o apetite de companhias privadas. Permanece, assim, uma empresa estratégica para diversos aspectos do desenvolvimento econômico do país.
Renato Coelho. Jornal da UNESP, 3/10/2023 (com adaptações).
A respeito dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto CB1A1-II, julgue o item que se segue.
Os vocábulos “Estes” e “que”, empregados no penúltimo
período do texto, retomam termos distintos.
Texto CB1A1-I
Dizer que o petróleo é um elemento de influência nas relações geopolíticas contemporâneas é repetir o óbvio. Desde que ele se tornou a matriz energética básica da sociedade industrial e o elemento fundamental para o funcionamento da economia moderna, ter ou controlar as fontes de petróleo e as rotas por onde ele é transportado representa questão de vida ou morte para as sociedades contemporâneas.
Quando pensamos na geopolítica do petróleo neste início do século XXI, o primeiro fato que nos vem à mente são os conflitos do Oriente Médio, como a guerra Irã-Iraque e a guerra do Golfo em 1990-1991. Reduzir esses conflitos ao elemento “petróleo” seria um erro, pois questões outras estavam e estão envolvidas. Contudo, não se deve esquecer que aí estão as maiores reservas petrolíferas do mundo.
No entanto, se examinarmos com alguma atenção as notícias do dia a dia, veremos como o problema do petróleo dentro da geopolítica contemporânea não é algo que afeta apenas os países do Oriente Médio. A busca pelo “ouro negro” está tendo impacto em outras regiões do mundo.
Em nível menor, países como o Brasil têm enfrentado os mesmos problemas das maiores potências no que se refere a suprir suas necessidades energéticas, e isso tende apenas a piorar. Aqui cabe uma reflexão sobre os efeitos geopolíticos da futura mudança da matriz energética global. Mesmo sendo algo pouco provável em curto e médio prazo, o próprio esgotamento do petróleo vai obrigar a economia global a convocar outras fontes de energia, como a nuclear ou as células de hidrogênio. As alterações na sociedade global que tal mudança provocará serão, evidentemente, imensas, mas ninguém parece ainda ter refletido a contento sobre seus impactos geopolíticos.
João Fábio Bertonha. Notas sobre a geopolítica do petróleo no século XXI.
In: Boletim de Análise de Conjuntura em Relações Internacionais,
n.º 58, p. 9-10, 2005 (com adaptações).
Acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item a seguir.
Conforme a perspectiva defendida no texto, a questão
petrolífera é o cerne da origem dos conflitos entre nações
que ainda ocorrem em diferentes regiões do mundo.