Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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I. Luzia foi uma das poucas esculturas antigas que resistiram ao fogo.
II. O Museu Nacional é descrito como uma instituição científica e museológica.
III. O incêndio atingiu o Palácio de São Cristóvão, sede do Museu Nacional, em setembro de 2018.
Pode-se afirmar que:
I. Ao narrar a história do Brasil a partir da tragédia do incêndio que atingiu o Museu Nacional, o texto destaca a importância desse evento que afetou uma instituição bicentenária e representava um patrimônio inestimável para o país.
II. A escolha de contara história através da voz de Luzia é particularmente simbólica, pois ela personifica a perda e a destruição causada pelo incêndio, tornando-se um símbolo da devastação sofrida pela instituição e pelo país como um todo.
Pode-se afirmar que:
I. O texto destaca a importância das áreas úmidas ao mencionar os diversos serviços ecossistêmicos que elas oferecem, desde o fornecimento de água doce e alimentos até o papel fundamental na regulação climática.
II. O texto destaca a importância das áreas úmidas como berços de biodiversidade e produtividade, explicando como são essenciais para inúmeras espécies vegetais e animais.
III. As áreas úmidas são consideradas um dos ambientes menos produtivos do mundo.
Pode-se afirmar que:
Texto CB1A1-II
Há 70 anos, em 3 de outubro de 1953, era criada a PETROBRÁS, uma empresa estatal que detinha o monopólio da prospecção e exploração do petróleo no território brasileiro. A criação da empresa foi fruto da campanha “O petróleo é nosso”, iniciada após a eleição de Getúlio Vargas para seu segundo período na Presidência.
Sete décadas após sua criação, ficaram para trás o acento agudo e o foco exclusivo no território brasileiro. A PETROBRAS do século XXI opera em 14 países, prioritariamente nas áreas de exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo, gás natural e seus derivados, e ganhou reputação internacional no desenvolvimento de tecnologia avançada para a exploração petrolífera em águas profundas e ultraprofundas. Ficou para trás também o caráter 100% estatal. Atualmente, a PETROBRAS está organizada como sociedade de economia mista, submete-se às regras gerais da administração pública e não mais detém o monopólio da exploração do petróleo em território nacional. Seu papel, no entanto, vai além da obtenção de lucro e envolve aspectos como geração de emprego e renda, além da promoção do desenvolvimento local nos lugares onde instala suas unidades e empreendimentos. Estes, muitas vezes, se situam em regiões remotas, que não despertam o apetite de companhias privadas. Permanece, assim, uma empresa estratégica para diversos aspectos do desenvolvimento econômico do país.
Renato Coelho. Jornal da UNESP, 3/10/2023 (com adaptações).
A respeito dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto CB1A1-II, julgue o item que se segue.
É correto concluir das informações do texto que as atividades
da PETROBRAS no exterior diminuíram o impacto da
empresa no Brasil, o que levou à sua privatização.
Texto CB1A1-II
Há 70 anos, em 3 de outubro de 1953, era criada a PETROBRÁS, uma empresa estatal que detinha o monopólio da prospecção e exploração do petróleo no território brasileiro. A criação da empresa foi fruto da campanha “O petróleo é nosso”, iniciada após a eleição de Getúlio Vargas para seu segundo período na Presidência.
Sete décadas após sua criação, ficaram para trás o acento agudo e o foco exclusivo no território brasileiro. A PETROBRAS do século XXI opera em 14 países, prioritariamente nas áreas de exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo, gás natural e seus derivados, e ganhou reputação internacional no desenvolvimento de tecnologia avançada para a exploração petrolífera em águas profundas e ultraprofundas. Ficou para trás também o caráter 100% estatal. Atualmente, a PETROBRAS está organizada como sociedade de economia mista, submete-se às regras gerais da administração pública e não mais detém o monopólio da exploração do petróleo em território nacional. Seu papel, no entanto, vai além da obtenção de lucro e envolve aspectos como geração de emprego e renda, além da promoção do desenvolvimento local nos lugares onde instala suas unidades e empreendimentos. Estes, muitas vezes, se situam em regiões remotas, que não despertam o apetite de companhias privadas. Permanece, assim, uma empresa estratégica para diversos aspectos do desenvolvimento econômico do país.
Renato Coelho. Jornal da UNESP, 3/10/2023 (com adaptações).
A respeito dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto CB1A1-II, julgue o item que se segue.
Os vocábulos “Estes” e “que”, empregados no penúltimo
período do texto, retomam termos distintos.
Texto CB1A1-I
Dizer que o petróleo é um elemento de influência nas relações geopolíticas contemporâneas é repetir o óbvio. Desde que ele se tornou a matriz energética básica da sociedade industrial e o elemento fundamental para o funcionamento da economia moderna, ter ou controlar as fontes de petróleo e as rotas por onde ele é transportado representa questão de vida ou morte para as sociedades contemporâneas.
Quando pensamos na geopolítica do petróleo neste início do século XXI, o primeiro fato que nos vem à mente são os conflitos do Oriente Médio, como a guerra Irã-Iraque e a guerra do Golfo em 1990-1991. Reduzir esses conflitos ao elemento “petróleo” seria um erro, pois questões outras estavam e estão envolvidas. Contudo, não se deve esquecer que aí estão as maiores reservas petrolíferas do mundo.
No entanto, se examinarmos com alguma atenção as notícias do dia a dia, veremos como o problema do petróleo dentro da geopolítica contemporânea não é algo que afeta apenas os países do Oriente Médio. A busca pelo “ouro negro” está tendo impacto em outras regiões do mundo.
Em nível menor, países como o Brasil têm enfrentado os mesmos problemas das maiores potências no que se refere a suprir suas necessidades energéticas, e isso tende apenas a piorar. Aqui cabe uma reflexão sobre os efeitos geopolíticos da futura mudança da matriz energética global. Mesmo sendo algo pouco provável em curto e médio prazo, o próprio esgotamento do petróleo vai obrigar a economia global a convocar outras fontes de energia, como a nuclear ou as células de hidrogênio. As alterações na sociedade global que tal mudança provocará serão, evidentemente, imensas, mas ninguém parece ainda ter refletido a contento sobre seus impactos geopolíticos.
João Fábio Bertonha. Notas sobre a geopolítica do petróleo no século XXI.
In: Boletim de Análise de Conjuntura em Relações Internacionais,
n.º 58, p. 9-10, 2005 (com adaptações).
Acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item a seguir.
Conforme a perspectiva defendida no texto, a questão
petrolífera é o cerne da origem dos conflitos entre nações
que ainda ocorrem em diferentes regiões do mundo.

I. Eduardo Gomes foi o doceiro que criou o brigadeiro, com o objetivo de arrecadar fundos para sua campanha presidencial.
II. O brigadeiro é um doce de que os brasileiros gostam muito.
III. Heloísa Nabuco de Oliveira criou o doce com apenas três ingredientes.
IV. O brigadeiro é um doce elaborado com muitos ingredientes e com uma receita complicada.
Quais estão corretas?

I. A expressão “Olha lá o que vai aprontar” pode ser substituída por “Veja bem o que vai fazer”, sem causar alteração significativa ao trecho.
II. A autora está preocupada com a segurança de Maria Claudete na cidade onde mora, pois é um lugar violento.
III. A autora emprega a expressão “Olha lá” em sentido figurado, pois não pede que Maria Claudete olhe para algo concreto.
Quais estão corretas?

I. A autora parte de uma situação pessoal para desabafar sobre os danos que lhe estão sendo causados por ter tido seu e-mail roubado.
II. Apesar de saber como entrar em contato com Maria Claudete, a autora não tem certeza se deve fazê-lo.
III. A autora preferiu utilizar o caso de seu e-mail para escrever uma crônica em vez de tentar resolver a situação com a empresa de transporte.
Quais estão corretas?