Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

Foram encontradas 51.811 questões

Q2389588 Português
Leia o Texto 7 para responder à questão.

Texto 7

O meu conto, eu (re)conto

Segundo a professora Néia Basseto, autora do projeto “O meu conto, eu (re)conto”, os contos tradicionais são perfeitos para as aulas dos Anos Iniciais, pois suas histórias e temáticas são velhas conhecidas das crianças. Desse modo, elas podem focar apenas na forma na hora da reescrita. De maneira geral, a produção de texto envolve quatro verbos potentes: planejar, escrever, revisar e reescrever. Levá-los para a sala de aula significa propor dinâmicas para que essas etapas se cumpram – trabalho que nem sempre é simples. “Tudo o que é novo assusta. Mas você faz a leitura de textos de qualidade, aponta recursos que o autor usou e vai cativando os alunos e mostrando a importância de escrever bem – o que é trabalhoso e exige revisões”, explica a professora.


KRAUSE, Maggi. O meu conto, eu (re)conto. Disponível em:
<https://novaescola.org.br/conteudo/21567>. Acesso em: 02 dez. 2023.
[Adaptado].
O projeto da professora Néia considera a aprendizagem da produção de texto como
Alternativas
Q2389587 Português
Leia o Texto 7 para responder à questão.

Texto 7

O meu conto, eu (re)conto

Segundo a professora Néia Basseto, autora do projeto “O meu conto, eu (re)conto”, os contos tradicionais são perfeitos para as aulas dos Anos Iniciais, pois suas histórias e temáticas são velhas conhecidas das crianças. Desse modo, elas podem focar apenas na forma na hora da reescrita. De maneira geral, a produção de texto envolve quatro verbos potentes: planejar, escrever, revisar e reescrever. Levá-los para a sala de aula significa propor dinâmicas para que essas etapas se cumpram – trabalho que nem sempre é simples. “Tudo o que é novo assusta. Mas você faz a leitura de textos de qualidade, aponta recursos que o autor usou e vai cativando os alunos e mostrando a importância de escrever bem – o que é trabalhoso e exige revisões”, explica a professora.


KRAUSE, Maggi. O meu conto, eu (re)conto. Disponível em:
<https://novaescola.org.br/conteudo/21567>. Acesso em: 02 dez. 2023.
[Adaptado].
A ideia central do projeto “O meu conto, eu (re)conto” é o trabalho pedagógico com conteúdos
Alternativas
Q2389586 Português
Leia o Texto 7 para responder à questão.

Texto 7

O meu conto, eu (re)conto

Segundo a professora Néia Basseto, autora do projeto “O meu conto, eu (re)conto”, os contos tradicionais são perfeitos para as aulas dos Anos Iniciais, pois suas histórias e temáticas são velhas conhecidas das crianças. Desse modo, elas podem focar apenas na forma na hora da reescrita. De maneira geral, a produção de texto envolve quatro verbos potentes: planejar, escrever, revisar e reescrever. Levá-los para a sala de aula significa propor dinâmicas para que essas etapas se cumpram – trabalho que nem sempre é simples. “Tudo o que é novo assusta. Mas você faz a leitura de textos de qualidade, aponta recursos que o autor usou e vai cativando os alunos e mostrando a importância de escrever bem – o que é trabalhoso e exige revisões”, explica a professora.


KRAUSE, Maggi. O meu conto, eu (re)conto. Disponível em:
<https://novaescola.org.br/conteudo/21567>. Acesso em: 02 dez. 2023.
[Adaptado].
A proposta de ensino da professora centra-se na
Alternativas
Q2389585 Português
Leia o Texto 6 para responder à questão.

Texto 6

Como trabalhar o letramento na Educação Infantil?

    Um ponto que costuma gerar questionamentos entre os professores das turmas de alfabetização e de 1º ano do ensino fundamental é: como se situam os professores da etapa anterior, no caso, a Educação Infantil, em meio aos processos que envolvem leitura e escrita? “Antes de entrar nesse assunto, é importante compreender no que consiste a aprendizagem inicial da língua escrita”, diz Tatiana Arruda, doutora em Educação.
    Tatiana menciona a autora Magda Soares, para quem essa aprendizagem contempla dois processos cognitivos e linguísticos distintos, mas interdependentes: a alfabetização e o letramento. “A alfabetização é a apropriação do sistema de escrita alfabético, com suas convenções e regras. Por exemplo, escrevemos da esquerda para a direita e de cima para baixo e temos um repertório finito de letras, com determinadas combinações possíveis”, explica a especialista, que possui 19 anos de experiência na Educação Básica.
    “Já o letramento é o processo que envolve a capacidade de uso da escrita e remete às diferentes funções e práticas sociais e individuais ligadas a essa utilização, como ler, interpretar e produzir um texto ou ser capaz de pesquisar e registrar informações.”
    Assim, prossegue Tatiana, “sabemos que, segundo as diretrizes curriculares nacionais da Educação Infantil e a BNCC, nós não vamos alfabetizar as crianças nessa fase, mas podemos e devemos inserir práticas de letramento”. De acordo com ela, cabe então à escola oferecer, de forma sistematizada, experiências que oportunizem às crianças mais acesso à cultura escrita.
     “Isso pode acontecer em diferentes momentos de leitura, compreensão e interpretação de textos, com experiências envolvendo gêneros textuais variados e trazendo o registro escrito para o cotidiano, com o professor como escriba, e também estimulando a escrita espontânea das crianças.”


SANTOS, Victor. Como trabalhar o letramento na Educação Infantil?
Disponível em: <https://novaescola.org.br/conteudo/21199/como-trabalhar-oletramento-na-educacao-infantil> Acesso em: 02 dez. 2023. [Adaptado].
 
De acordo com Tatiana Arruda, na educação infantil as atividades de letramento devem 
Alternativas
Q2389584 Português
Leia o Texto 6 para responder à questão.

Texto 6

Como trabalhar o letramento na Educação Infantil?

    Um ponto que costuma gerar questionamentos entre os professores das turmas de alfabetização e de 1º ano do ensino fundamental é: como se situam os professores da etapa anterior, no caso, a Educação Infantil, em meio aos processos que envolvem leitura e escrita? “Antes de entrar nesse assunto, é importante compreender no que consiste a aprendizagem inicial da língua escrita”, diz Tatiana Arruda, doutora em Educação.
    Tatiana menciona a autora Magda Soares, para quem essa aprendizagem contempla dois processos cognitivos e linguísticos distintos, mas interdependentes: a alfabetização e o letramento. “A alfabetização é a apropriação do sistema de escrita alfabético, com suas convenções e regras. Por exemplo, escrevemos da esquerda para a direita e de cima para baixo e temos um repertório finito de letras, com determinadas combinações possíveis”, explica a especialista, que possui 19 anos de experiência na Educação Básica.
    “Já o letramento é o processo que envolve a capacidade de uso da escrita e remete às diferentes funções e práticas sociais e individuais ligadas a essa utilização, como ler, interpretar e produzir um texto ou ser capaz de pesquisar e registrar informações.”
    Assim, prossegue Tatiana, “sabemos que, segundo as diretrizes curriculares nacionais da Educação Infantil e a BNCC, nós não vamos alfabetizar as crianças nessa fase, mas podemos e devemos inserir práticas de letramento”. De acordo com ela, cabe então à escola oferecer, de forma sistematizada, experiências que oportunizem às crianças mais acesso à cultura escrita.
     “Isso pode acontecer em diferentes momentos de leitura, compreensão e interpretação de textos, com experiências envolvendo gêneros textuais variados e trazendo o registro escrito para o cotidiano, com o professor como escriba, e também estimulando a escrita espontânea das crianças.”


SANTOS, Victor. Como trabalhar o letramento na Educação Infantil?
Disponível em: <https://novaescola.org.br/conteudo/21199/como-trabalhar-oletramento-na-educacao-infantil> Acesso em: 02 dez. 2023. [Adaptado].
 
A tese defendida no texto é a de que é
Alternativas
Q2389583 Português
Leia o texto a seguir.
Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://www.comoeurealmente.com/>. Acesso em: 02 dez. 2023.

Há na tirinha o pressuposto de que
Alternativas
Q2389582 Português
Leia o Texto 5 para responder à questão.

Texto 5

O “escorregadio, amorfo e polivalente” presentismo

O historiador James H. Sweet apresentou um artigo para anunciar sua preocupação com a forma como a História tem sido apresentada e interpretada recentemente, influenciada pelas políticas e identidades do presente. Para o historiador, a historiografia atual americana vem cometendo dois tipos de equívocos: ignorar “os valores e costumes das pessoas em suas próprias épocas” e desprezar “as mudanças ao longo do tempo, neutralizando a especialização que separa os historiadores daqueles em outras disciplinas” (Sweet, 2020). Essas duas formas de anacronismo – ou seja, da tendência em interpretar eventos e pessoas passadas em termos de valores e normas atuais – são consideradas por ele como presentismo. Aos leitores não historiadores, é importante dizer que o anacronismo é “o mais imperdoável” entre todos os pecados para um historiador (BLOCH, 2011, p. 144). Nesse caso, a “acusação” de presentismo é usada para condenar outros e nunca como uma autoidentificação. O presentismo é sempre um crime cometido pelo Outro – nossos inimigos, ou forasteiros profissionais. Trata-se de um uso ofensivo do termo, porque significa que os historiadores estariam sacrificando sua objetividade e seu compromisso ético para construir uma ficção política. Entretanto, o debate em torno do conceito de presentismo apresenta inúmeras nuances. O historiador norteamericano David Armitage (2023) tipificou cinco usos do conceito: 1) uma teleologia a partir do presente; 2) a pressão do presente na reconstrução do passado; 3) as questões do presente que moldam as perguntas dos historiadores; 4) o desinteresse do público, estudantes e instituições por períodos remotos e a prioridade de seus horizontes para questões contemporâneas; 5) a onipresença do presente em nossa vida cotidiana. Tais noções não são mutuamente excludentes e podem aparecer sobrepostas nos usos em pesquisas e estudos.

BARBOSA, Caio Fernandes. O “escorregadio, amorfo e polivalente”
presentismo. Disponível em:
<https://www.historiadaditadura.com.br/post/o-presentismo>. Acesso em: 02
dez. 2023. [Adaptado].

Segundo o texto, o presentismo é a
Alternativas
Q2389581 Português
Leia o Texto 5 para responder à questão.

Texto 5

O “escorregadio, amorfo e polivalente” presentismo

O historiador James H. Sweet apresentou um artigo para anunciar sua preocupação com a forma como a História tem sido apresentada e interpretada recentemente, influenciada pelas políticas e identidades do presente. Para o historiador, a historiografia atual americana vem cometendo dois tipos de equívocos: ignorar “os valores e costumes das pessoas em suas próprias épocas” e desprezar “as mudanças ao longo do tempo, neutralizando a especialização que separa os historiadores daqueles em outras disciplinas” (Sweet, 2020). Essas duas formas de anacronismo – ou seja, da tendência em interpretar eventos e pessoas passadas em termos de valores e normas atuais – são consideradas por ele como presentismo. Aos leitores não historiadores, é importante dizer que o anacronismo é “o mais imperdoável” entre todos os pecados para um historiador (BLOCH, 2011, p. 144). Nesse caso, a “acusação” de presentismo é usada para condenar outros e nunca como uma autoidentificação. O presentismo é sempre um crime cometido pelo Outro – nossos inimigos, ou forasteiros profissionais. Trata-se de um uso ofensivo do termo, porque significa que os historiadores estariam sacrificando sua objetividade e seu compromisso ético para construir uma ficção política. Entretanto, o debate em torno do conceito de presentismo apresenta inúmeras nuances. O historiador norteamericano David Armitage (2023) tipificou cinco usos do conceito: 1) uma teleologia a partir do presente; 2) a pressão do presente na reconstrução do passado; 3) as questões do presente que moldam as perguntas dos historiadores; 4) o desinteresse do público, estudantes e instituições por períodos remotos e a prioridade de seus horizontes para questões contemporâneas; 5) a onipresença do presente em nossa vida cotidiana. Tais noções não são mutuamente excludentes e podem aparecer sobrepostas nos usos em pesquisas e estudos.

BARBOSA, Caio Fernandes. O “escorregadio, amorfo e polivalente”
presentismo. Disponível em:
<https://www.historiadaditadura.com.br/post/o-presentismo>. Acesso em: 02
dez. 2023. [Adaptado].

No texto, considera-se que o resultado dos anacronismos dos historiadores americanos para os estudos de história na atualidade é
Alternativas
Q2389580 Português
Leia o texto a seguir.
Imagem associada para resolução da questão

Disponível em:<https://br.pinterest.com/pin/713398397246393572/> Acesso em: 02 dez. 2023.

O texto é caracterizado como multimodal. Essa caracterização se deve ao uso de
Alternativas
Q2389579 Português
Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4

Primeiras edições

Mas, por que, dirá o leitor, preferir uma primeira edição? Muitas vezes a primeira edição de uma obra célebre é mal impressa, em papel barato, é um livro francamente feio. Não raro existem edições posteriores mais bem apresentadas. Por que a primeira edição de um livro vale quase sempre mais que as outras?
A grande maioria das vezes é simplesmente uma questão sentimental, como diz um bibliógrafo inglês. O bibliófilo quer possuir o texto do autor de que ele gosta tal qual veio à luz pela primeira vez, tal qual o autor o manejou ainda com a tinta fresca. Nem sempre a primeira edição de uma obra literária tem somente um valor sentimental. Muitas vezes a comparação dos textos das diversas edições, feitas em vida do autor, revelam correções. É um meio de se estudar como seu estilo evoluiu, como uma ideia se cristalizou e a forma que tomou. O que seria das edições críticas dos grandes escritores sem comparação das primeiras edições?

MORAES, Rubens Borba de. O Bibliófilo Aprendiz. 5ª ed. – São Paulo: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, 2018. p. 125 e 126
O ponto de vista presente no texto é o de que erro é o que
Alternativas
Q2389578 Português
Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4

Primeiras edições

Mas, por que, dirá o leitor, preferir uma primeira edição? Muitas vezes a primeira edição de uma obra célebre é mal impressa, em papel barato, é um livro francamente feio. Não raro existem edições posteriores mais bem apresentadas. Por que a primeira edição de um livro vale quase sempre mais que as outras?
A grande maioria das vezes é simplesmente uma questão sentimental, como diz um bibliógrafo inglês. O bibliófilo quer possuir o texto do autor de que ele gosta tal qual veio à luz pela primeira vez, tal qual o autor o manejou ainda com a tinta fresca. Nem sempre a primeira edição de uma obra literária tem somente um valor sentimental. Muitas vezes a comparação dos textos das diversas edições, feitas em vida do autor, revelam correções. É um meio de se estudar como seu estilo evoluiu, como uma ideia se cristalizou e a forma que tomou. O que seria das edições críticas dos grandes escritores sem comparação das primeiras edições?

MORAES, Rubens Borba de. O Bibliófilo Aprendiz. 5ª ed. – São Paulo: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, 2018. p. 125 e 126
No segundo parágrafo do texto, há o uso das palavras bibliógrafo e bibliófilo, sendo que a mudança de significado dessas palavras se dá mediante o emprego dos sufixos – grafo e –filo. Os significados das palavras separam o
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Q2389577 Português
Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4

Primeiras edições

Mas, por que, dirá o leitor, preferir uma primeira edição? Muitas vezes a primeira edição de uma obra célebre é mal impressa, em papel barato, é um livro francamente feio. Não raro existem edições posteriores mais bem apresentadas. Por que a primeira edição de um livro vale quase sempre mais que as outras?
A grande maioria das vezes é simplesmente uma questão sentimental, como diz um bibliógrafo inglês. O bibliófilo quer possuir o texto do autor de que ele gosta tal qual veio à luz pela primeira vez, tal qual o autor o manejou ainda com a tinta fresca. Nem sempre a primeira edição de uma obra literária tem somente um valor sentimental. Muitas vezes a comparação dos textos das diversas edições, feitas em vida do autor, revelam correções. É um meio de se estudar como seu estilo evoluiu, como uma ideia se cristalizou e a forma que tomou. O que seria das edições críticas dos grandes escritores sem comparação das primeiras edições?

MORAES, Rubens Borba de. O Bibliófilo Aprendiz. 5ª ed. – São Paulo: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, 2018. p. 125 e 126
No primeiro parágrafo do texto, o segundo enunciado interrogativo utiliza uma pergunta 
Alternativas
Q2389520 Português
Muito além das listras 

    Se você pensa em uma zebra, a primeira coisa que vem à mente, certamente, é a pelagem listrada. Mas essa não é a única curiosidade do mamífero: há outros fatos sobre esse animal que faz parte da família dos equinos e que se divide em três espécies. São elas: a zebra-da-montanha, a zebra-de-grevy e a zebra-da-planície. Esta última espécie é a mais comum, segundo a African Wildlife Foundation (AWF), uma organização que trabalha em todo o continente africano para proteger a vida selvagem. 

   De acordo com o Zoológico de San Diego, nos EUA, as zebras são capazes de correr a velocidades de até 56 quilômetros por hora. Mas não é só isso: elas são capazes de dar uma poderosa patada quando um predador se aproxima delas, e até mesmo causar ferimentos nos predadores. 

    Zebras das planícies e da montanha são animais sociais de rebanho, vivendo em grupos familiares com um macho líder, várias fêmeas e seus filhotes. Durante certas épocas do ano, elas se reúnem para formar grandes rebanhos, mas os grupos familiares ainda permanecem juntos nesses conjuntos maiores. 

    No entanto, as zebras-de-grevy não agem da mesma forma. Elas vivem em rebanhos, mas são animais vagamente sociais, que não possuem sistemas sociais específicos. De acordo com a AWF, "o apego de um garanhão à sua terra e o de uma égua às suas crias são os relacionamentos mais estáveis". 

    Ainda, cada zebra tem um padrão único de listras. Assim como as impressões digitais humanas, não ____ duas iguais. Também ____ diferenças entre as espécies. O artigo “Listras de Zebras”, publicado na revista científica Current Biology, indica que as listras são largas nas zebras das planícies e das montanhas, principalmente na parte traseira do corpo. Já na zebra-de-grevy, as marcações são mais finas em todas as partes.  

    Ao longo dos anos, surgiram várias hipóteses sobre ____ função das listras nas zebras. Algumas das hipóteses foram descartadas por falta de dados ou por serem rejeitadas por evidências. No entanto, uma das teorias mais aceitas atualmente é que as listras da zebra podem ser uma adaptação antiparasitária, ou seja, serviriam para espantar moscas e mutucas. 


(Fonte: National Geographic — adaptado.)
O termo “indica” (5º parágrafo) seria substituído INCORRETAMENTE se fosse substituído por:  
Alternativas
Q2389518 Português
Muito além das listras 

    Se você pensa em uma zebra, a primeira coisa que vem à mente, certamente, é a pelagem listrada. Mas essa não é a única curiosidade do mamífero: há outros fatos sobre esse animal que faz parte da família dos equinos e que se divide em três espécies. São elas: a zebra-da-montanha, a zebra-de-grevy e a zebra-da-planície. Esta última espécie é a mais comum, segundo a African Wildlife Foundation (AWF), uma organização que trabalha em todo o continente africano para proteger a vida selvagem. 

   De acordo com o Zoológico de San Diego, nos EUA, as zebras são capazes de correr a velocidades de até 56 quilômetros por hora. Mas não é só isso: elas são capazes de dar uma poderosa patada quando um predador se aproxima delas, e até mesmo causar ferimentos nos predadores. 

    Zebras das planícies e da montanha são animais sociais de rebanho, vivendo em grupos familiares com um macho líder, várias fêmeas e seus filhotes. Durante certas épocas do ano, elas se reúnem para formar grandes rebanhos, mas os grupos familiares ainda permanecem juntos nesses conjuntos maiores. 

    No entanto, as zebras-de-grevy não agem da mesma forma. Elas vivem em rebanhos, mas são animais vagamente sociais, que não possuem sistemas sociais específicos. De acordo com a AWF, "o apego de um garanhão à sua terra e o de uma égua às suas crias são os relacionamentos mais estáveis". 

    Ainda, cada zebra tem um padrão único de listras. Assim como as impressões digitais humanas, não ____ duas iguais. Também ____ diferenças entre as espécies. O artigo “Listras de Zebras”, publicado na revista científica Current Biology, indica que as listras são largas nas zebras das planícies e das montanhas, principalmente na parte traseira do corpo. Já na zebra-de-grevy, as marcações são mais finas em todas as partes.  

    Ao longo dos anos, surgiram várias hipóteses sobre ____ função das listras nas zebras. Algumas das hipóteses foram descartadas por falta de dados ou por serem rejeitadas por evidências. No entanto, uma das teorias mais aceitas atualmente é que as listras da zebra podem ser uma adaptação antiparasitária, ou seja, serviriam para espantar moscas e mutucas. 


(Fonte: National Geographic — adaptado.)
De acordo com as ideias do texto sobre as zebras, assinalar a alternativa CORRETA:  
Alternativas
Q2389359 Português
          “[...] Antes de atravessar o Mar Vermelho, livrando seu povo do cativeiro do Egito, Moisés decidiu ouvir os marqueteiros de seu tempo, gente entendida na política neoliberal de resultados. Juntou os melhores profissionais da classe, que já naquele tempo achava que política é promoção. Disse que precisava atravessar o mar Vermelho e iria, à frente de seu povo, construir uma enorme ponte que ligasse as duas margens.

           Os entendidos fizeram cara feia. Nada de ponte, não haveria a tal criatividade (...) Moisés concordou. Além de rotineira, a ideia da ponte era cara e demorada. Mas tinha uma alternativa; construir barcos que o levariam o seu povo à Terra prometida. Mais uma vez o pessoal do marketing torceu a cara. Barcos era pior do que ponte, coisa velha. Além de não ser uma ideia criativa, era solução pouco moderna, desde os fenícios que os barcos eram veículos superados.

       Moisés ia perdendo a paciência e perdeu mesmo. Deu um murro na mesa e perguntou: ‘Afinal, o que vocês querem que eu faça? Que eu mande as águas se separarem, formarem muralhas líquidas e fazer meu povo atravessar a pé enxuto o mar Vermelho?’

          O pessoal delirou. O mais categorizado dos marqueteiros, considerado o gênio da classe, exultou: ‘Isso, Moisés! Isso, sim, é uma solução criativa! Vai ser um estouro! Se você faz o seu pessoal atravessar a pé enxuto o mar Vermelho, eu lhe garanto duas páginas na Bíblia!’ [...]” 
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
A terceira alternativa proposta por Moisés a fim de atravessar o mar Vermelho foi recebida pelos marqueteiros com euforia porque______. 
Alternativas
Q2389358 Português
          “[...] Antes de atravessar o Mar Vermelho, livrando seu povo do cativeiro do Egito, Moisés decidiu ouvir os marqueteiros de seu tempo, gente entendida na política neoliberal de resultados. Juntou os melhores profissionais da classe, que já naquele tempo achava que política é promoção. Disse que precisava atravessar o mar Vermelho e iria, à frente de seu povo, construir uma enorme ponte que ligasse as duas margens.

           Os entendidos fizeram cara feia. Nada de ponte, não haveria a tal criatividade (...) Moisés concordou. Além de rotineira, a ideia da ponte era cara e demorada. Mas tinha uma alternativa; construir barcos que o levariam o seu povo à Terra prometida. Mais uma vez o pessoal do marketing torceu a cara. Barcos era pior do que ponte, coisa velha. Além de não ser uma ideia criativa, era solução pouco moderna, desde os fenícios que os barcos eram veículos superados.

       Moisés ia perdendo a paciência e perdeu mesmo. Deu um murro na mesa e perguntou: ‘Afinal, o que vocês querem que eu faça? Que eu mande as águas se separarem, formarem muralhas líquidas e fazer meu povo atravessar a pé enxuto o mar Vermelho?’

          O pessoal delirou. O mais categorizado dos marqueteiros, considerado o gênio da classe, exultou: ‘Isso, Moisés! Isso, sim, é uma solução criativa! Vai ser um estouro! Se você faz o seu pessoal atravessar a pé enxuto o mar Vermelho, eu lhe garanto duas páginas na Bíblia!’ [...]” 
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
De acordo com o texto. A segunda alternativa proposta por Moisés, a fim de atravessar o mar Vermelho foi refutada pelos marqueteiros porque______. 
Alternativas
Q2389357 Português
          “[...] Antes de atravessar o Mar Vermelho, livrando seu povo do cativeiro do Egito, Moisés decidiu ouvir os marqueteiros de seu tempo, gente entendida na política neoliberal de resultados. Juntou os melhores profissionais da classe, que já naquele tempo achava que política é promoção. Disse que precisava atravessar o mar Vermelho e iria, à frente de seu povo, construir uma enorme ponte que ligasse as duas margens.

           Os entendidos fizeram cara feia. Nada de ponte, não haveria a tal criatividade (...) Moisés concordou. Além de rotineira, a ideia da ponte era cara e demorada. Mas tinha uma alternativa; construir barcos que o levariam o seu povo à Terra prometida. Mais uma vez o pessoal do marketing torceu a cara. Barcos era pior do que ponte, coisa velha. Além de não ser uma ideia criativa, era solução pouco moderna, desde os fenícios que os barcos eram veículos superados.

       Moisés ia perdendo a paciência e perdeu mesmo. Deu um murro na mesa e perguntou: ‘Afinal, o que vocês querem que eu faça? Que eu mande as águas se separarem, formarem muralhas líquidas e fazer meu povo atravessar a pé enxuto o mar Vermelho?’

          O pessoal delirou. O mais categorizado dos marqueteiros, considerado o gênio da classe, exultou: ‘Isso, Moisés! Isso, sim, é uma solução criativa! Vai ser um estouro! Se você faz o seu pessoal atravessar a pé enxuto o mar Vermelho, eu lhe garanto duas páginas na Bíblia!’ [...]” 
Assinale a alternativa correta em relação à tese central do texto.
Alternativas
Q2389301 Português
Virtudes da Preguiça (por Catherine Halpern)


          A questão do lugar do trabalho na sociedade é hoje mais viva do que nunca. O desenvolvimento das tecnologias permitiu um aumento significativo da produtividade e aliviou os homens de muitas tarefas ingratas. Entretanto, o trabalho ainda ocupa um lugar muito importante em nossas vidas.

          Embora seja ainda sobre ele que repousa a distribuição da riqueza, esta não é igualmente distribuída. Uma parte da população se encontra excluída e sofre tanto pelas condições materiais à que está reduzida como pela forma como é vista. Para o economista Jeremy Rifkin, cujo livro The End of

        Labor (O fim do Trabalho,1996) suscita um amplo debate, o trabalho está em um inexorável declínio. Por causa da automatização e da informatização, uma grande parte dos empregos em todos os setores de atividade está prestes a desaparecer e inutilizar grande parte da população trabalhadora ativa.
         
        Diante desse problema social, o autor defende a redução do tempo de trabalho, de repensar a distribuição da riqueza de uma outra maneira que não seja baseada na produção e de desenvolver ainda mais o que chama de "terceiro setor", ou seja, a economia social e a esfera associativa que trabalham para o bemestar do outro. [...] A vida humana não se resume à produção.



(Texto adaptado para este concurso- tradução nossa. O texto original em
Siences humaines, Mensal N° 196 - agosto-setembro de 2008, está
disponível em https://www.scienceshumaines.com/des-vertus-de-laparesse_fr_22454.html acesso em 22 jan-24)
‘Paul Lafargue, genro de Karl Marx, denuncia um produtivismo insano e doentio: “Uma estranha loucura possui as classes ______ das nações onde reina a civilização ______. Esta loucura ______ consigo misérias individuais e sociais que, durante dois séculos, ______ a triste humanidade. Essa loucura é o amor ao trabalho, a paixão moribunda pelo trabalho, levada ao esgotamento das ______ vitais do indivíduo e de sua prole.”
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q2389299 Português
Virtudes da Preguiça (por Catherine Halpern)


          A questão do lugar do trabalho na sociedade é hoje mais viva do que nunca. O desenvolvimento das tecnologias permitiu um aumento significativo da produtividade e aliviou os homens de muitas tarefas ingratas. Entretanto, o trabalho ainda ocupa um lugar muito importante em nossas vidas.

          Embora seja ainda sobre ele que repousa a distribuição da riqueza, esta não é igualmente distribuída. Uma parte da população se encontra excluída e sofre tanto pelas condições materiais à que está reduzida como pela forma como é vista. Para o economista Jeremy Rifkin, cujo livro The End of

        Labor (O fim do Trabalho,1996) suscita um amplo debate, o trabalho está em um inexorável declínio. Por causa da automatização e da informatização, uma grande parte dos empregos em todos os setores de atividade está prestes a desaparecer e inutilizar grande parte da população trabalhadora ativa.
         
        Diante desse problema social, o autor defende a redução do tempo de trabalho, de repensar a distribuição da riqueza de uma outra maneira que não seja baseada na produção e de desenvolver ainda mais o que chama de "terceiro setor", ou seja, a economia social e a esfera associativa que trabalham para o bemestar do outro. [...] A vida humana não se resume à produção.



(Texto adaptado para este concurso- tradução nossa. O texto original em
Siences humaines, Mensal N° 196 - agosto-setembro de 2008, está
disponível em https://www.scienceshumaines.com/des-vertus-de-laparesse_fr_22454.html acesso em 22 jan-24)
Segundo Jeremy Rifkin, podemos ‘repensar a distribuição de riquezas’ de outra forma que não sobre a base de produção. Identifique a alternativa que completa corretamente o trecho apresentado.
Alternativas
Q2389297 Português
Virtudes da Preguiça (por Catherine Halpern)


          A questão do lugar do trabalho na sociedade é hoje mais viva do que nunca. O desenvolvimento das tecnologias permitiu um aumento significativo da produtividade e aliviou os homens de muitas tarefas ingratas. Entretanto, o trabalho ainda ocupa um lugar muito importante em nossas vidas.

          Embora seja ainda sobre ele que repousa a distribuição da riqueza, esta não é igualmente distribuída. Uma parte da população se encontra excluída e sofre tanto pelas condições materiais à que está reduzida como pela forma como é vista. Para o economista Jeremy Rifkin, cujo livro The End of

        Labor (O fim do Trabalho,1996) suscita um amplo debate, o trabalho está em um inexorável declínio. Por causa da automatização e da informatização, uma grande parte dos empregos em todos os setores de atividade está prestes a desaparecer e inutilizar grande parte da população trabalhadora ativa.
         
        Diante desse problema social, o autor defende a redução do tempo de trabalho, de repensar a distribuição da riqueza de uma outra maneira que não seja baseada na produção e de desenvolver ainda mais o que chama de "terceiro setor", ou seja, a economia social e a esfera associativa que trabalham para o bemestar do outro. [...] A vida humana não se resume à produção.



(Texto adaptado para este concurso- tradução nossa. O texto original em
Siences humaines, Mensal N° 196 - agosto-setembro de 2008, está
disponível em https://www.scienceshumaines.com/des-vertus-de-laparesse_fr_22454.html acesso em 22 jan-24)
Assinale a alternativa que justifica a ideia do título do texto apresentado.
Alternativas
Respostas
11621: A
11622: C
11623: A
11624: D
11625: B
11626: D
11627: A
11628: C
11629: D
11630: A
11631: B
11632: C
11633: D
11634: B
11635: C
11636: B
11637: C
11638: A
11639: D
11640: B