Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 54.674 questões
Texto para responder às questões de 1 a 10.
Fones a todo volume prejudicam para sempre sua audição
Uma jovem vai de metrô para o trabalho. Em suas mãos, um celular reproduz sua playlist favorita pelos fones de ouvido. O vagão se enche de gente e ela aumenta o volume para abafar o barulho. Então a música se espalha pelo vagão e retumba em seu ouvido interno, produzindo um dano irreversível que ela não percebe. Essa jovem representa o “ouvinte médio” dos dispositivos de reprodução de música, segundo a análise mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS): uma pessoa acostumada a ouvir música pelos fones de ouvido com um volume entre 75 e 100 decibéis. Esta prática se tornou um problema global de saúde pública, alertam os especialistas, porque um volume a partir dos 80 decibéis é perigoso.
Segundo a OMS, aproximadamente 50% dos jovens (entre 12 e 35 anos) corre o risco de perder audição por seus hábitos de escuta com fones de ouvido: pouco mais de um bilhão de pessoas, principalmente de países desenvolvidos. Além disso, aproximadamente 40% se expõem a ruídos muito altos em locais de entretenimento, como bares e discotecas. A menos que sejam implementadas políticas eficazes de saúde pública, a organização estima que uma de cada dez pessoas sofrerá de perda auditiva incapacitante até o ano 2050, o dobro de agora.
Os sons fortes podem causar surdez ou perda de audição porque danificam células especializadas da cóclea, uma parte muito sensível do ouvido interno. “Cada um de nós nasce com um total de 20.000 a 30.000 células receptoras do som, e com essas temos de viver a vida inteira”, explica Isabel Varela-Nieto, especialista em neurobiologia da audição do Instituto Alberto Sols (CSIC-UAM) e líder de grupo do centro de pesquisa Ciberer, dedicado a doenças raras.
Quanto mais alto estiver o volume e maior for a duração do som, pior será a deterioração. Por isso, os especialistas recomendam limitar tanto a intensidade como o tempo de escuta. “Quem ouve 15 minutos de música a 100 decibéis por um reprodutor pessoal sofre uma exposição semelhante à de um trabalhador industrial que escuta 85 decibéis durante uma jornada de oito horas”, explica o documento da OMS. Em fevereiro, a mesma organização emitiu, juntamente com a União Internacional de Telecomunicações, novas diretrizes para os fabricantes de reprodutores de música, destinadas a proteger os usuários.
“Recomendamos que sejam incorporadas a celulares e dispositivos funções que informem ao usuário sobre os decibéis que ele está escutando e quanto som consumiu no dia e na semana”, explica Shelly Chadha, otorrinolaringologista e responsável pelo programa da OMS para a prevenção de surdez e perda auditiva. (...)
Existe, no entanto, um problema de percepção de risco: os ouvintes de música geralmente não têm noção do perigo. (...) O doutor Luís Lassaletta, chefe do serviço de otorrinolaringologia do Hospital Universitário La Paz, vive essa realidade: “Quando jovens vêm se consultar, é porque foram a uma discoteca ou a um show e ouvem um apito que vai e vem, não repercute no teste de audiometria”. Esses incidentes isolados e reversíveis dão uma falsa sensação de segurança, mas deveriam ser “um sinal de alarme”, diz Lassaletta. Se essa exposição se repete, costuma ter consequências a longo prazo.
Proteção e prevenção
As análises epidemiológicas são escassas e não encontram fortes correlações entre a perda auditiva em jovens e sua exposição à música alta. Isso porque os sintomas podem demorar para aparecer e porque a perda de audição depende de outros fatores, como a genética. Os especialistas concordam que o risco é real e está aumentando. (...) Há opções para se proteger. Vários especialistas citam a regra 60-60: não ouvir música com fones de ouvido por mais de uma hora em volumes acima de 60% — os reprodutores costumam chegar a 105 decibéis. É fácil seguir essa regra em casa e em lugares tranquilos, mas não em ambientes barulhentos. Nestas situações, Chadha recomenda headphones com cancelamento de ruído. Embora os fones intra-auriculares não sejam intrinsecamente piores para a saúde auditiva do que os que cobrem toda a orelha, eles proporcionam um isolamento acústico menor, e por isso o especialista desaconselha seu uso.
El País. (Adaptado).
https://brasil.elpais.com/brasil/2019/09/07/actualida d/1567883413_452359.html
Segundo o texto, especialistas recomendam não ouvir música com fones de ouvido por mais de uma hora em volumes acima de 60% [da capacidade do fone] porque:
Texto para responder às questões de 1 a 10.
Fones a todo volume prejudicam para sempre sua audição
Uma jovem vai de metrô para o trabalho. Em suas mãos, um celular reproduz sua playlist favorita pelos fones de ouvido. O vagão se enche de gente e ela aumenta o volume para abafar o barulho. Então a música se espalha pelo vagão e retumba em seu ouvido interno, produzindo um dano irreversível que ela não percebe. Essa jovem representa o “ouvinte médio” dos dispositivos de reprodução de música, segundo a análise mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS): uma pessoa acostumada a ouvir música pelos fones de ouvido com um volume entre 75 e 100 decibéis. Esta prática se tornou um problema global de saúde pública, alertam os especialistas, porque um volume a partir dos 80 decibéis é perigoso.
Segundo a OMS, aproximadamente 50% dos jovens (entre 12 e 35 anos) corre o risco de perder audição por seus hábitos de escuta com fones de ouvido: pouco mais de um bilhão de pessoas, principalmente de países desenvolvidos. Além disso, aproximadamente 40% se expõem a ruídos muito altos em locais de entretenimento, como bares e discotecas. A menos que sejam implementadas políticas eficazes de saúde pública, a organização estima que uma de cada dez pessoas sofrerá de perda auditiva incapacitante até o ano 2050, o dobro de agora.
Os sons fortes podem causar surdez ou perda de audição porque danificam células especializadas da cóclea, uma parte muito sensível do ouvido interno. “Cada um de nós nasce com um total de 20.000 a 30.000 células receptoras do som, e com essas temos de viver a vida inteira”, explica Isabel Varela-Nieto, especialista em neurobiologia da audição do Instituto Alberto Sols (CSIC-UAM) e líder de grupo do centro de pesquisa Ciberer, dedicado a doenças raras.
Quanto mais alto estiver o volume e maior for a duração do som, pior será a deterioração. Por isso, os especialistas recomendam limitar tanto a intensidade como o tempo de escuta. “Quem ouve 15 minutos de música a 100 decibéis por um reprodutor pessoal sofre uma exposição semelhante à de um trabalhador industrial que escuta 85 decibéis durante uma jornada de oito horas”, explica o documento da OMS. Em fevereiro, a mesma organização emitiu, juntamente com a União Internacional de Telecomunicações, novas diretrizes para os fabricantes de reprodutores de música, destinadas a proteger os usuários.
“Recomendamos que sejam incorporadas a celulares e dispositivos funções que informem ao usuário sobre os decibéis que ele está escutando e quanto som consumiu no dia e na semana”, explica Shelly Chadha, otorrinolaringologista e responsável pelo programa da OMS para a prevenção de surdez e perda auditiva. (...)
Existe, no entanto, um problema de percepção de risco: os ouvintes de música geralmente não têm noção do perigo. (...) O doutor Luís Lassaletta, chefe do serviço de otorrinolaringologia do Hospital Universitário La Paz, vive essa realidade: “Quando jovens vêm se consultar, é porque foram a uma discoteca ou a um show e ouvem um apito que vai e vem, não repercute no teste de audiometria”. Esses incidentes isolados e reversíveis dão uma falsa sensação de segurança, mas deveriam ser “um sinal de alarme”, diz Lassaletta. Se essa exposição se repete, costuma ter consequências a longo prazo.
Proteção e prevenção
As análises epidemiológicas são escassas e não encontram fortes correlações entre a perda auditiva em jovens e sua exposição à música alta. Isso porque os sintomas podem demorar para aparecer e porque a perda de audição depende de outros fatores, como a genética. Os especialistas concordam que o risco é real e está aumentando. (...) Há opções para se proteger. Vários especialistas citam a regra 60-60: não ouvir música com fones de ouvido por mais de uma hora em volumes acima de 60% — os reprodutores costumam chegar a 105 decibéis. É fácil seguir essa regra em casa e em lugares tranquilos, mas não em ambientes barulhentos. Nestas situações, Chadha recomenda headphones com cancelamento de ruído. Embora os fones intra-auriculares não sejam intrinsecamente piores para a saúde auditiva do que os que cobrem toda a orelha, eles proporcionam um isolamento acústico menor, e por isso o especialista desaconselha seu uso.
El País. (Adaptado).
https://brasil.elpais.com/brasil/2019/09/07/actualida d/1567883413_452359.html
Considerando os dados da Organização Mundial da Saúde, o número estimado de pessoas que sofre com perda auditiva incapacitante no ano da publicação do texto é:
Vantagens e desvantagens dos biodegradáveis.
O maior benefício destes materiais é a decomposição completa e bem mais rápida. Os produtos biodegradáveis contribuem para o não acúmulo de lixo no planeta. Porém, se por um lado eles contribuem para a redução de resíduos sólidos, por outro, os produtos biodegradáveis contribuem para o efeito estufa, pois, ao se degradarem eles liberam gás metano proporcional à velocidade de degradação, ou seja, quanto mais rápido o produto se decompõe mais gás ele libera no ar.
Apesar das desvantagens, os produtos biodegradáveis ainda representam vantagens ambientais sobre os produtos convencionais. Estudos mostram que produtos com agentes biodegradáveis mais lentos, podem ser acondicionados em aterros sanitários e o gás proveniente da decomposição, pode ser utilizado para gerar calor e energia, impactando menos o meio ambiente.
Os produtos biodegradáveis não são a melhor solução, mas, os avanços nas pesquisas podem contribuir para aprimorar as embalagens dos produtos biodegradáveis que utilizamos. Lembrando que antes do descarte é muito mais importante reduzir o consumo, dar preferência aos produtos com embalagens reutilizáveis e separar o “lixo que não é lixo” para reciclagem. (Disponível em: http://www.pensamentoverde.com.br.)
De acordo com texto, assinale a alternativa incorreta.
Leia atentamente o poema Rosa murcha, de Casimiro de Abreu, para responder às questões de 1 a 5.
Rosa murcha
Esta rosa desbotada
Já tantas vezes beijada,
Pálido emblema de amor;
É uma folha caída
Do livro da minha vida,
Um canto imenso de dor!
Há que tempos! Bem me lembro...
Foi num dia de Novembro:
Deixava a terra natal,
A minha pátria tão cara,
O meu lindo Guanabara,
Em busca de Portugal.
Na hora da despedida
Tão cruel e tão sentida
P’ra quem sai do lar fagueiro;
Duma lágrima orvalhada,
Esta rosa foi-me dada
Ao som dum beijo primeiro.
Deixava a pátria, é verdade,
Ia morrer de saudade
Noutros climas, noutras plagas;
Mas tinha orações ferventes
Duns lábios inda inocentes
Enquanto cortasse as vagas.
E hoje, e hoje, meu Deus?!
— Hei de ir junto aos mausoléus
No fundo dos cemitérios,
E ao baço clarão da lua
Da campa na pedra nua
Interrogar os mistérios!
Carpir o lírio pendido
Pelo vento desabrido...
Da divindade aos arcanos
Dobrando a fronte saudosa,
Chorar a virgem formosa
Morta na flor dos anos!
Era um anjo! Foi pr’o céu
Envolta em místico véu
Nas asas dum querubim;
Já dorme o sono profundo,
E despediu-se do mundo
Pensando talvez em mim!
Oh! esta flor desbotada,
Já tantas vezes beijada,
Que de mistérios não tem!
Em troca do seu perfume
Quanta saudade resume
E quantos prantos também!
Leia atentamente as afirmações a seguir:
I – Os substantivos “pálida” e “caída”, presentes na primeira estrofe, dão indícios da atmosfera melancólica do eu lírico.
II – O eu lírico recebe o primeiro beijo da amada quando está deixando sua terra natal.
III – Em terras portuguesas, o que consolava o eu lírico eram as orações ferventes da amada que havia ficado em seu país natal.
É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):
Leia atentamente o poema Rosa murcha, de Casimiro de Abreu, para responder às questões de 1 a 5.
Rosa murcha
Esta rosa desbotada
Já tantas vezes beijada,
Pálido emblema de amor;
É uma folha caída
Do livro da minha vida,
Um canto imenso de dor!
Há que tempos! Bem me lembro...
Foi num dia de Novembro:
Deixava a terra natal,
A minha pátria tão cara,
O meu lindo Guanabara,
Em busca de Portugal.
Na hora da despedida
Tão cruel e tão sentida
P’ra quem sai do lar fagueiro;
Duma lágrima orvalhada,
Esta rosa foi-me dada
Ao som dum beijo primeiro.
Deixava a pátria, é verdade,
Ia morrer de saudade
Noutros climas, noutras plagas;
Mas tinha orações ferventes
Duns lábios inda inocentes
Enquanto cortasse as vagas.
E hoje, e hoje, meu Deus?!
— Hei de ir junto aos mausoléus
No fundo dos cemitérios,
E ao baço clarão da lua
Da campa na pedra nua
Interrogar os mistérios!
Carpir o lírio pendido
Pelo vento desabrido...
Da divindade aos arcanos
Dobrando a fronte saudosa,
Chorar a virgem formosa
Morta na flor dos anos!
Era um anjo! Foi pr’o céu
Envolta em místico véu
Nas asas dum querubim;
Já dorme o sono profundo,
E despediu-se do mundo
Pensando talvez em mim!
Oh! esta flor desbotada,
Já tantas vezes beijada,
Que de mistérios não tem!
Em troca do seu perfume
Quanta saudade resume
E quantos prantos também!
Leia atentamente as afirmações a seguir:
I – O escritor não se preocupa com a estética do texto: o poema não possui métrica nem rimas.
II – O poema tem, como tema central, a saudade do eu-lírico pela mulher amada
III – É possível afirmar que a rosa, descrita no poema, não é concreta, mas, sim, uma representação da mulher amada)
É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):
A cidade como mundo, ou o mundo como cidade
Por Fabrício Carpinejar
- Minha infância não foi globalizada. Não havia internet, redes sociais, celular. Eu mal saía do
- meu bairro. Minha experiência pode parecer tacanha ___ nova geração que se desloca para longe
- desde o berço, que fala com gente de qualquer parte, que tem o inglês como um segundo idioma
- básico.
- Mas eu ainda prefiro ter a cidade como meu mundo a ter o mundo como cidade,
- diferentemente de quem nasceu depois dos anos 2000.
- Hoje você tem mais facilidades de adaptação, de comunicação, de locomoção. Só que não
- sossega num lugar fixo. Não tem um lugar sagrado, uma residência definitiva. Não conhece sua
- cidade “como quem examinasse a anatomia de um corpo”, para lembrar verso emblemático de
- Mario Quintana.
- Você é de todos os lugares, e um turista do seu berço natal. Não se apegou ___ atmosfera
- de um parque ou de uma praça. Não treinou a falta. Não gritou “cheguei” abrindo a porta de
- casa. Não sofreu picos de nostal...ia com uma mudança. Não chorou por um amor perdido. Não
- suspirou pela primavera das árvores mudando a cor da calçada e dos passos com suas folhas
- alaranjadas. Não namorou no drive-in da orla, com o sol descendo na tela do Guaíba.
- Troca de endereço com desembara...o, aceita empregos distantes sem crise de consciência,
- realiza intercâmbios com ___ adrenalina do desafio. Suas relações são do momento, para o
- momento, absolutamente circunstanciais. O presente tem a dinâmica de Stories, durando 24h.
- Termina romance apartado da fossa e do medo ... jamais ver a pessoa. O passado não pesa. O
- guarda-roupa mora nas malas.
- Não vou cometer o crime da vaidade e da velhice de dizer que no meu tempo era melhor.
- Balbucio na hora de explicar para a linhagem digital a minha época de formação, até meu
- vocabulário é arcaico.
- Posso garantir que ela era sentimental e exclusivamente presencial. Não se faziam contatos
- na distância. O amor platônico acontecia pelo vizinho ou vizinha, ali na janela paralela do mesmo
- prédio, jamais por alguém de outro país.
- Quando sou obrigado a viajar, eu quero sempre voltar. A saudade é maior do que a
- aventura. Talvez a saudade seja a minha mais fremente aventura.
- Não consigo ficar longe da minha churrasqueira, da minha varanda, da minha biblioteca,
- das minhas plantas, do fardamento das manhãs, da minha cama, dos afetos que frequentam o
- meu lar desde criança. Tenho uma posse...ividade provinciana. Minha alma é incuravelmente
- bairrista.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2023/11/a-cidade-como-mundo-ou-o-mundo-como-cidade – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que NÃO indica uma característica da nova geração, segundo o autor do texto.
A cidade como mundo, ou o mundo como cidade
Por Fabrício Carpinejar
- Minha infância não foi globalizada. Não havia internet, redes sociais, celular. Eu mal saía do
- meu bairro. Minha experiência pode parecer tacanha ___ nova geração que se desloca para longe
- desde o berço, que fala com gente de qualquer parte, que tem o inglês como um segundo idioma
- básico.
- Mas eu ainda prefiro ter a cidade como meu mundo a ter o mundo como cidade,
- diferentemente de quem nasceu depois dos anos 2000.
- Hoje você tem mais facilidades de adaptação, de comunicação, de locomoção. Só que não
- sossega num lugar fixo. Não tem um lugar sagrado, uma residência definitiva. Não conhece sua
- cidade “como quem examinasse a anatomia de um corpo”, para lembrar verso emblemático de
- Mario Quintana.
- Você é de todos os lugares, e um turista do seu berço natal. Não se apegou ___ atmosfera
- de um parque ou de uma praça. Não treinou a falta. Não gritou “cheguei” abrindo a porta de
- casa. Não sofreu picos de nostal...ia com uma mudança. Não chorou por um amor perdido. Não
- suspirou pela primavera das árvores mudando a cor da calçada e dos passos com suas folhas
- alaranjadas. Não namorou no drive-in da orla, com o sol descendo na tela do Guaíba.
- Troca de endereço com desembara...o, aceita empregos distantes sem crise de consciência,
- realiza intercâmbios com ___ adrenalina do desafio. Suas relações são do momento, para o
- momento, absolutamente circunstanciais. O presente tem a dinâmica de Stories, durando 24h.
- Termina romance apartado da fossa e do medo ... jamais ver a pessoa. O passado não pesa. O
- guarda-roupa mora nas malas.
- Não vou cometer o crime da vaidade e da velhice de dizer que no meu tempo era melhor.
- Balbucio na hora de explicar para a linhagem digital a minha época de formação, até meu
- vocabulário é arcaico.
- Posso garantir que ela era sentimental e exclusivamente presencial. Não se faziam contatos
- na distância. O amor platônico acontecia pelo vizinho ou vizinha, ali na janela paralela do mesmo
- prédio, jamais por alguém de outro país.
- Quando sou obrigado a viajar, eu quero sempre voltar. A saudade é maior do que a
- aventura. Talvez a saudade seja a minha mais fremente aventura.
- Não consigo ficar longe da minha churrasqueira, da minha varanda, da minha biblioteca,
- das minhas plantas, do fardamento das manhãs, da minha cama, dos afetos que frequentam o
- meu lar desde criança. Tenho uma posse...ividade provinciana. Minha alma é incuravelmente
- bairrista.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2023/11/a-cidade-como-mundo-ou-o-mundo-como-cidade – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. O autor inveja o fato de que quem nasceu depois dos anos 2000 é um cidadão do mundo.
II. O autor enumera uma série de sentimentos que julga que os “turistas de seu berço” não tiveram.
III. O autor afirma categoricamente que a época atual é pior que a sua e o faz com vocabulário moderno.
Quais estão corretas?
Então, o mais terrível de todos os males, a morte, não significa nada para nós, justamente porque, quando estamos vivos, é a morte que não está presente; ao contrário, quando a morte está presente, nós é que não estamos.
Epicuro
Na passagem, Epicuro argumenta que a morte "não significa nada para nós". Em que consiste o argumento apresentado?
Com base na tirinha, qual é o sentimento predominante expresso por Snoopy em relação à ausência de seu amor?
Com base nas falas da personagem Mafalda na tirinha, o que ela está expressando sobre a situação do país?
Leia o texto e responda às questões de 01 a 05.
A raposa e as uvas
Numa manhã de outono, enquanto uma raposa descansava debaixo de uma plantação de uvas, viu alguns ramos de uva bonitas e maduras, diante dos seus olhos. Com desejo de comer algo refrescante e diferente do que estava acostumada, a raposa se levantou, ergueu as patas para pegar e comer as uvas. O que a raposa não sabia era que os ramos das uvas estavam muito mais altos do que ela imaginava. Então, buscou um meio de alcançá-los. Pulou, pulou, mas seus dedos não conseguiam nem tocá-los. Havia muitas uvas, mas a raposa não podia alcançá-las. Voltou a correr e a saltar outra vez, mas o salto foi curto. Ainda assim a raposa não se deu por vencida. Novamente correu e saltou, e nada. As uvas pareciam estar cada vez mais distantes e mais altas. Cansada pelo esforço e se sentindo impossibilitada de conseguir alcançar as uvas, a raposa se convenceu de que era inútil repetir a tentativa. As uvas estavam muito altas e a raposa sentiu-se muito frustrada. Esgotada e resignada, a raposa decidiu desistir das uvas. Quando a raposa estava quase retornando para o bosque se deu conta que um pássaro que voava por ali, tinha observado toda a cena e se sentiu envergonhada. Acreditando ter feito um papel ridículo para conseguir alcançar as uvas, a raposa se dirigiu ao pássaro e disse: - Eu teria conseguido alcançar as uvas se elas estivessem maduras. Eu me enganei no começo, pensando que estavam maduras, mas quando me dei conta que ainda estavam verdes, desisti de alcançá-las. As uvas verdes não são um bom alimento para um paladar tão refinado como o meu. E foi assim que a raposa seguiu o seu caminho, tentando se convencer de que não foi por falta de esforço que ela não tinha conseguido comer aquelas uvas deliciosas. E sim porque estavam verdes.
Esopo
De acordo com a fábula, qual é a razão pela qual a raposa não pegou as uvas?
Leia o texto e responda às questões de 01 a 05.
A raposa e as uvas
Numa manhã de outono, enquanto uma raposa descansava debaixo de uma plantação de uvas, viu alguns ramos de uva bonitas e maduras, diante dos seus olhos. Com desejo de comer algo refrescante e diferente do que estava acostumada, a raposa se levantou, ergueu as patas para pegar e comer as uvas. O que a raposa não sabia era que os ramos das uvas estavam muito mais altos do que ela imaginava. Então, buscou um meio de alcançá-los. Pulou, pulou, mas seus dedos não conseguiam nem tocá-los. Havia muitas uvas, mas a raposa não podia alcançá-las. Voltou a correr e a saltar outra vez, mas o salto foi curto. Ainda assim a raposa não se deu por vencida. Novamente correu e saltou, e nada. As uvas pareciam estar cada vez mais distantes e mais altas. Cansada pelo esforço e se sentindo impossibilitada de conseguir alcançar as uvas, a raposa se convenceu de que era inútil repetir a tentativa. As uvas estavam muito altas e a raposa sentiu-se muito frustrada. Esgotada e resignada, a raposa decidiu desistir das uvas. Quando a raposa estava quase retornando para o bosque se deu conta que um pássaro que voava por ali, tinha observado toda a cena e se sentiu envergonhada. Acreditando ter feito um papel ridículo para conseguir alcançar as uvas, a raposa se dirigiu ao pássaro e disse: - Eu teria conseguido alcançar as uvas se elas estivessem maduras. Eu me enganei no começo, pensando que estavam maduras, mas quando me dei conta que ainda estavam verdes, desisti de alcançá-las. As uvas verdes não são um bom alimento para um paladar tão refinado como o meu. E foi assim que a raposa seguiu o seu caminho, tentando se convencer de que não foi por falta de esforço que ela não tinha conseguido comer aquelas uvas deliciosas. E sim porque estavam verdes.
Esopo
Qual é o propósito da declaração da raposa ao pássaro no final do texto?
Leia o texto e responda às questões de 01 a 05.
A raposa e as uvas
Numa manhã de outono, enquanto uma raposa descansava debaixo de uma plantação de uvas, viu alguns ramos de uva bonitas e maduras, diante dos seus olhos. Com desejo de comer algo refrescante e diferente do que estava acostumada, a raposa se levantou, ergueu as patas para pegar e comer as uvas. O que a raposa não sabia era que os ramos das uvas estavam muito mais altos do que ela imaginava. Então, buscou um meio de alcançá-los. Pulou, pulou, mas seus dedos não conseguiam nem tocá-los. Havia muitas uvas, mas a raposa não podia alcançá-las. Voltou a correr e a saltar outra vez, mas o salto foi curto. Ainda assim a raposa não se deu por vencida. Novamente correu e saltou, e nada. As uvas pareciam estar cada vez mais distantes e mais altas. Cansada pelo esforço e se sentindo impossibilitada de conseguir alcançar as uvas, a raposa se convenceu de que era inútil repetir a tentativa. As uvas estavam muito altas e a raposa sentiu-se muito frustrada. Esgotada e resignada, a raposa decidiu desistir das uvas. Quando a raposa estava quase retornando para o bosque se deu conta que um pássaro que voava por ali, tinha observado toda a cena e se sentiu envergonhada. Acreditando ter feito um papel ridículo para conseguir alcançar as uvas, a raposa se dirigiu ao pássaro e disse: - Eu teria conseguido alcançar as uvas se elas estivessem maduras. Eu me enganei no começo, pensando que estavam maduras, mas quando me dei conta que ainda estavam verdes, desisti de alcançá-las. As uvas verdes não são um bom alimento para um paladar tão refinado como o meu. E foi assim que a raposa seguiu o seu caminho, tentando se convencer de que não foi por falta de esforço que ela não tinha conseguido comer aquelas uvas deliciosas. E sim porque estavam verdes.
Esopo
O que motivou a raposa a tentar alcançar as uvas na árvore?
Uso excessivo de celular pode causar falsa miopia
01 Inúmeros problemas estão _______ ao uso excessivo do celular e do computador,
02 incluindo doenças oculares. Não por acaso é comum sentir a vista embaçada após horas de
03 _______ à tela do celular. E esse é o principal sintoma da chamada falsa miopia.
04 O oftalmologista Hilton Medeiros, da Clínica de Olhos Dr. João Eugenio, explica a condição.
05 “Isso ocorre porque um músculo dentro do olho, chamado ciliar, se contrai para focalizar imagens
06 próximas, esforçando-se para encontrar o foco. Com o esforço constante, ele entra em fadiga e,
07 para conseguir focalizar as imagens de longe, este músculo precisa estar relaxado”.
08 Segundo o especialista, pessoas com hipermetropia são mais su...etíveis a essa disfunção
09 já que a falsa miopia se caracteriza por um tipo de dificuldade de enxergar de perto.
10 Dessa forma, para focar imagens próximas, o hipermetrope faz um esforço exagerado e
11 pode sofrer espasmos nessas musculaturas. “Os músculos se contraem e a visão permanece
12 focada para perto, porém embaçada para longe, dando a falsa impre...ão de miopia”, comenta
13 o oftalmologista.
14 Contudo, esse esforço repetitivo não necessariamente levará o paciente a ser míope de
15 fato. Crianças, por outro lado, com a visão em formação, têm quase o dobro de chances de
16 desenvolver miopia acomodativa e, a longo prazo, mais propensão a desenvolver miopia
17 verdadeira.
18 A miopia verdadeira ocorre quando o olho é mais longo do que o normal, o que faz com
19 que os raios de luzes sejam focados muito antes na retina, prejudicando assim a visão de longe.
20 Embora os sintomas sejam os mesmos, os meios de correção são diferentes. Na verdadeira
21 miopia, podem ser utilizados óculos e lentes de contato ou cirurgias reparadoras a laser, pois se
22 trata de um problema anatômico. Para a falsa, pode ser indicado o uso de colírios, exercícios
23 visuais e até óculos para perto.
24 Além disso, alguns cuidados, como dar pausas no computador a cada hora, manter a tela
25 do computador na altura da linha dos olhos, dar preferência a monitores com alta resolução e
26 piscar mais vezes, são indispensáveis.
(Disponível em: www.catracalivre.com.br/saude-bem-estar/uso-excessivo-de-celular-pode-causar-falsa-miopia/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. Crianças têm menores chances de desenvolver miopia verdadeira.
II. Cirurgias reparadoras a laser são recomendadas para a correção da miopia verdadeira.
III. O uso de colírios é recomendado tanto para a verdadeira miopia quanto para a falsa.
Quais estão corretas?
Uso excessivo de celular pode causar falsa miopia
01 Inúmeros problemas estão _______ ao uso excessivo do celular e do computador,
02 incluindo doenças oculares. Não por acaso é comum sentir a vista embaçada após horas de
03 _______ à tela do celular. E esse é o principal sintoma da chamada falsa miopia.
04 O oftalmologista Hilton Medeiros, da Clínica de Olhos Dr. João Eugenio, explica a condição.
05 “Isso ocorre porque um músculo dentro do olho, chamado ciliar, se contrai para focalizar imagens
06 próximas, esforçando-se para encontrar o foco. Com o esforço constante, ele entra em fadiga e,
07 para conseguir focalizar as imagens de longe, este músculo precisa estar relaxado”.
08 Segundo o especialista, pessoas com hipermetropia são mais su...etíveis a essa disfunção
09 já que a falsa miopia se caracteriza por um tipo de dificuldade de enxergar de perto.
10 Dessa forma, para focar imagens próximas, o hipermetrope faz um esforço exagerado e
11 pode sofrer espasmos nessas musculaturas. “Os músculos se contraem e a visão permanece
12 focada para perto, porém embaçada para longe, dando a falsa impre...ão de miopia”, comenta
13 o oftalmologista.
14 Contudo, esse esforço repetitivo não necessariamente levará o paciente a ser míope de
15 fato. Crianças, por outro lado, com a visão em formação, têm quase o dobro de chances de
16 desenvolver miopia acomodativa e, a longo prazo, mais propensão a desenvolver miopia
17 verdadeira.
18 A miopia verdadeira ocorre quando o olho é mais longo do que o normal, o que faz com
19 que os raios de luzes sejam focados muito antes na retina, prejudicando assim a visão de longe.
20 Embora os sintomas sejam os mesmos, os meios de correção são diferentes. Na verdadeira
21 miopia, podem ser utilizados óculos e lentes de contato ou cirurgias reparadoras a laser, pois se
22 trata de um problema anatômico. Para a falsa, pode ser indicado o uso de colírios, exercícios
23 visuais e até óculos para perto.
24 Além disso, alguns cuidados, como dar pausas no computador a cada hora, manter a tela
25 do computador na altura da linha dos olhos, dar preferência a monitores com alta resolução e
26 piscar mais vezes, são indispensáveis.
(Disponível em: www.catracalivre.com.br/saude-bem-estar/uso-excessivo-de-celular-pode-causar-falsa-miopia/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Com base nas informações expostas pelo texto, assinale a alternativa correta.
Uso excessivo de celular pode causar falsa miopia
01 Inúmeros problemas estão _______ ao uso excessivo do celular e do computador,
02 incluindo doenças oculares. Não por acaso é comum sentir a vista embaçada após horas de
03 _______ à tela do celular. E esse é o principal sintoma da chamada falsa miopia.
04 O oftalmologista Hilton Medeiros, da Clínica de Olhos Dr. João Eugenio, explica a condição.
05 “Isso ocorre porque um músculo dentro do olho, chamado ciliar, se contrai para focalizar imagens
06 próximas, esforçando-se para encontrar o foco. Com o esforço constante, ele entra em fadiga e,
07 para conseguir focalizar as imagens de longe, este músculo precisa estar relaxado”.
08 Segundo o especialista, pessoas com hipermetropia são mais su...etíveis a essa disfunção
09 já que a falsa miopia se caracteriza por um tipo de dificuldade de enxergar de perto.
10 Dessa forma, para focar imagens próximas, o hipermetrope faz um esforço exagerado e
11 pode sofrer espasmos nessas musculaturas. “Os músculos se contraem e a visão permanece
12 focada para perto, porém embaçada para longe, dando a falsa impre...ão de miopia”, comenta
13 o oftalmologista.
14 Contudo, esse esforço repetitivo não necessariamente levará o paciente a ser míope de
15 fato. Crianças, por outro lado, com a visão em formação, têm quase o dobro de chances de
16 desenvolver miopia acomodativa e, a longo prazo, mais propensão a desenvolver miopia
17 verdadeira.
18 A miopia verdadeira ocorre quando o olho é mais longo do que o normal, o que faz com
19 que os raios de luzes sejam focados muito antes na retina, prejudicando assim a visão de longe.
20 Embora os sintomas sejam os mesmos, os meios de correção são diferentes. Na verdadeira
21 miopia, podem ser utilizados óculos e lentes de contato ou cirurgias reparadoras a laser, pois se
22 trata de um problema anatômico. Para a falsa, pode ser indicado o uso de colírios, exercícios
23 visuais e até óculos para perto.
24 Além disso, alguns cuidados, como dar pausas no computador a cada hora, manter a tela
25 do computador na altura da linha dos olhos, dar preferência a monitores com alta resolução e
26 piscar mais vezes, são indispensáveis.
(Disponível em: www.catracalivre.com.br/saude-bem-estar/uso-excessivo-de-celular-pode-causar-falsa-miopia/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas abaixo sobre o texto:
I. Há apenas uma citação do oftalmologista Hilton Medeiros.
II. No primeiro parágrafo, é mencionado o nome de um oftalmologista.
III. No penúltimo parágrafo, são mencionadas as formas de correção tanto para a verdadeira miopia quanto para a falsa.
Quais estão corretas?
Uso excessivo de celular pode causar falsa miopia
01 Inúmeros problemas estão _______ ao uso excessivo do celular e do computador,
02 incluindo doenças oculares. Não por acaso é comum sentir a vista embaçada após horas de
03 _______ à tela do celular. E esse é o principal sintoma da chamada falsa miopia.
04 O oftalmologista Hilton Medeiros, da Clínica de Olhos Dr. João Eugenio, explica a condição.
05 “Isso ocorre porque um músculo dentro do olho, chamado ciliar, se contrai para focalizar imagens
06 próximas, esforçando-se para encontrar o foco. Com o esforço constante, ele entra em fadiga e,
07 para conseguir focalizar as imagens de longe, este músculo precisa estar relaxado”.
08 Segundo o especialista, pessoas com hipermetropia são mais su...etíveis a essa disfunção
09 já que a falsa miopia se caracteriza por um tipo de dificuldade de enxergar de perto.
10 Dessa forma, para focar imagens próximas, o hipermetrope faz um esforço exagerado e
11 pode sofrer espasmos nessas musculaturas. “Os músculos se contraem e a visão permanece
12 focada para perto, porém embaçada para longe, dando a falsa impre...ão de miopia”, comenta
13 o oftalmologista.
14 Contudo, esse esforço repetitivo não necessariamente levará o paciente a ser míope de
15 fato. Crianças, por outro lado, com a visão em formação, têm quase o dobro de chances de
16 desenvolver miopia acomodativa e, a longo prazo, mais propensão a desenvolver miopia
17 verdadeira.
18 A miopia verdadeira ocorre quando o olho é mais longo do que o normal, o que faz com
19 que os raios de luzes sejam focados muito antes na retina, prejudicando assim a visão de longe.
20 Embora os sintomas sejam os mesmos, os meios de correção são diferentes. Na verdadeira
21 miopia, podem ser utilizados óculos e lentes de contato ou cirurgias reparadoras a laser, pois se
22 trata de um problema anatômico. Para a falsa, pode ser indicado o uso de colírios, exercícios
23 visuais e até óculos para perto.
24 Além disso, alguns cuidados, como dar pausas no computador a cada hora, manter a tela
25 do computador na altura da linha dos olhos, dar preferência a monitores com alta resolução e
26 piscar mais vezes, são indispensáveis.
(Disponível em: www.catracalivre.com.br/saude-bem-estar/uso-excessivo-de-celular-pode-causar-falsa-miopia/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Enumere as assertivas a seguir, em ordem crescente, de acordo com sua ordem de aparecimento no texto.
( ) Cita a fala de um oftalmologista pela primeira vez.
( ) Explica a predisposição das crianças a desenvolver miopia acomodativa.
( ) Apresenta o principal sintoma da falsa miopia.
( ) Explica alguns cuidados indispensáveis para a saúde ocular.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Texto CG1A1
Uma pesquisa feita na Universidade Federal Fluminense (UFF) gerou um método para detecção de notícias falsas, as chamadas fake news, nas redes sociais, com o uso de inteligência artificial (IA). A técnica é fruto de um estudo do engenheiro de telecomunicações Nicollas Rodrigues, em sua dissertação de mestrado pela universidade.
O estudante e seu orientador, Diogo Mattos, professor do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Redes de Nova Geração da UFF, desenvolveram uma ferramenta de IA capaz de diferenciar fatos de notícias falsas, a partir da análise de palavras e estruturas textuais, com precisão de 94%.
Isso significa que, a cada 100 notícias analisadas, a ferramenta conseguiu acertar se era fato ou boato em 94 situações. No total, foram analisadas mais de 30mil mensagens publicadas em uma rede social na Internet.
“Testamos três metodologias e duas tiveram sucesso maior. A gente indica, no final dos resultados, a possibilidade de utilizar ambas em conjunto, de forma complementar”, explica Rodrigues.
A primeira metodologia consistiu em abastecer um algoritmo com notícias verdadeiras e depois treinar o algoritmo para reconhecer essas notícias. Aquelas que não se encaixavam no perfil aprendido eram classificadas como fake news.
A outra abordagem é semelhante à primeira no que se refere a análise textual, mas, no lugar do algoritmo, foi utilizada metodologia estatística que analisa a frequência com que determinadas palavras e combinações de palavras aparecem nas fake news.
Os resultados do trabalho podem-se transformar em ferramentas uteis para o usuário da Internet identificar noticias que apresentam indícios de fake news e, assim, ter cautela maior com aquela informação.
“Pode-se transformar a ferramenta em um plugin [ferramenta que apresenta recursos adicionais ao programa principal] compatível com algumas redes sociais. E, a partir do momento em que você usa a rede social, o plugin vai poder indicar não que a notícia ¢ falsa, de maneira assertiva, mas que ela pode ser falsa, de acordo com alguns parâmetros, como erros de português. Também existe a possibilidade de fazer uma aplicação na própria Web, onde você cola o texto da notícia e essa aplicação vai te dizer se aquilo se assemelha ou não a uma notícia falsa”, explica Rodrigues.
Internet: <wwwcartacapital.combr> (com adaptações)
Segundo as ideias veiculadas no texto CG1A1, as fake news
Texto CG1A1
Uma pesquisa feita na Universidade Federal Fluminense (UFF) gerou um método para detecção de notícias falsas, as chamadas fake news, nas redes sociais, com o uso de inteligência artificial (IA). A técnica é fruto de um estudo do engenheiro de telecomunicações Nicollas Rodrigues, em sua dissertação de mestrado pela universidade.
O estudante e seu orientador, Diogo Mattos, professor do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Redes de Nova Geração da UFF, desenvolveram uma ferramenta de IA capaz de diferenciar fatos de notícias falsas, a partir da análise de palavras e estruturas textuais, com precisão de 94%.
Isso significa que, a cada 100 notícias analisadas, a ferramenta conseguiu acertar se era fato ou boato em 94 situações. No total, foram analisadas mais de 30mil mensagens publicadas em uma rede social na Internet.
“Testamos três metodologias e duas tiveram sucesso maior. A gente indica, no final dos resultados, a possibilidade de utilizar ambas em conjunto, de forma complementar”, explica Rodrigues.
A primeira metodologia consistiu em abastecer um algoritmo com notícias verdadeiras e depois treinar o algoritmo para reconhecer essas notícias. Aquelas que não se encaixavam no perfil aprendido eram classificadas como fake news.
A outra abordagem é semelhante à primeira no que se refere a análise textual, mas, no lugar do algoritmo, foi utilizada metodologia estatística que analisa a frequência com que determinadas palavras e combinações de palavras aparecem nas fake news.
Os resultados do trabalho podem-se transformar em ferramentas uteis para o usuário da Internet identificar noticias que apresentam indícios de fake news e, assim, ter cautela maior com aquela informação.
“Pode-se transformar a ferramenta em um plugin [ferramenta que apresenta recursos adicionais ao programa principal] compatível com algumas redes sociais. E, a partir do momento em que você usa a rede social, o plugin vai poder indicar não que a notícia ¢ falsa, de maneira assertiva, mas que ela pode ser falsa, de acordo com alguns parâmetros, como erros de português. Também existe a possibilidade de fazer uma aplicação na própria Web, onde você cola o texto da notícia e essa aplicação vai te dizer se aquilo se assemelha ou não a uma notícia falsa”, explica Rodrigues.
Internet: <wwwcartacapital.combr> (com adaptações)
De acordo com o texto CG1A1, o método desenvolvido na UFF