Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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FONTE: https://www.umsabadoqualquer.com/tirinhas/
Na tira, o humor reside:
Reconhecimento facial: o que se pode esperar dele? A tecnologia não é nova, mas está cada vez mais avançada. O conceito foi desenvolvido na década de 1960 por Woodrow "Woody" Bledsoe para a Panoramic Research e até hoje os preceitos são os mesmos: boa parte dos sistemas ainda aposta em imagens 2D, já que a maioria dos bancos de dados de referência tem apenas esse tipo de foto.
Ela é, portanto, uma forma de autenticação biométrica que permite confirmar uma identidade. O processo de identificação usa as medidas do formato e da estrutura facial, que são únicas para cada indivíduo. Aí começam os problemas: embora seja bastante interessante, ela pode ser controversa.
É essa a tecnologia usada no Facebook para sugerir marcações em fotos — e quem tem irmãos sabe que o sistema pode ser bastante falho na tarefa de diferenciar pessoas com características semelhantes. Isso porque informações-chave das imagens (como o tamanho e o formato de nariz, boca e olhos, bem como a distância entre diferentes pontos da face) são comparadas com um banco de dados. Há até quem tenha processado a rede social por ter sido identificado em imagens sem ser informado.
Disponível em: <https://olhardigital.com.br/noticia/reconhecimentofacial-o-que-se-pode- esperar-dele/84009>. (Adaptado)
O texto destaca tanto a evolução quanto os desafios da tecnologia de reconhecimento facial desde sua invenção na década de 1960. Analise criticamente os seguintes pontos sobre o reconhecimento facial e identifique a alternativa que melhor reflete uma análise complexa dos impactos e limitações dessa tecnologia. Considere os aspectos históricos, técnicos e éticos abordados no texto:
A pandemia de Covid-19 impôs desafios sem precedentes ao mundo. O baque foi sentido além do impacto na economia e nos serviços. Por conta do Dia Mundial da Saúde Mental, celebrado anualmente em 10 de outubro, especialistas apontam que a perda de milhares de pessoas e os níveis de estresse e ansiedade elevados devido ao isolamento social deixaram marcas na saúde mental da população – e no Brasil não foi diferente.
Um resumo científico da Organização Mundial da Saúde de março de 2022 mostrou que, no primeiro ano da pandemia, ou seja, em 2020, a prevalência global de ansiedade e depressão aumentou em 25%.
No caso do Brasil, a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), em um documento em janeiro deste ano publicado na revista The Lancet Regional Health – Americas, indica que mais de quatro em cada 10 brasileiros tiveram problemas de ansiedade por conta da pandemia.
(Veja mais: Covid-19 pode alterar a personalidade? Veja o que a ciência já sabe)
A avaliação dos dados deixa claro que a pandemia teve um grande impacto na saúde mental das pessoas. Mas as causas variam. “A pandemia abalou a população de forma significativa. Sair de uma vida presencial para uma vida online, os riscos à vida, mudanças financeiras e até as questões políticas que circularam durante o período causaram preocupações, conflitos e sofrimentos”, avalia, Henrique Bottura, psiquiatra no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP).
Qual é uma das causas mencionadas no texto que contribuíram para o impacto significativo da pandemia na saúde mental da população?