Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q4295284 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


Texto I


A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro


Bruno Rosa*


A pressão no trabalho nem sempre vem do chefe, das metas ou das cobranças externas. Muitas vezes, ela nasce dentro do próprio profissional, que sente necessidade de responder rapidamente a todas as mensagens, entregar antes do prazo, antecipar problemas, estar sempre disponível e provar seu valor o tempo todo.

Mesmo quando ninguém está cobrando diretamente, esse profissional continua se cobrando. A agenda cheia passa a ser vista como sinal de importância, o descanso parece perda de tempo, delegar tarefas gera insegurança e dizer “não” parece falta de comprometimento.

Essa cobrança constante pode se disfarçar de ambição, responsabilidade e alta performance. Afinal, buscar crescimento e excelência não é um problema. O problema aparece quando a régua interna deixa de ter limites e o profissional passa a acreditar que precisa estar sempre produzindo, acelerado e disponível.

Com o tempo, a busca por resultados deixa de gerar satisfação e começa a consumir energia. A pessoa pode ter dificuldade para se desconectar do trabalho, sentir culpa ao descansar e permanecer em estado de alerta mesmo fora do expediente. O corpo está em casa, mas a mente continua presa às tarefas, mensagens e preocupações do dia seguinte.

Os dados ajudam a dimensionar esse problema. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a ansiedade e a depressão provocam a perda de aproximadamente 12 bilhões de dias de trabalho por ano, com um impacto estimado em US$ 1 trilhão na produtividade global. Esses números mostram que a saúde mental não é apenas uma questão individual, mas também um tema importante para as empresas e para a sociedade.

A cultura da disponibilidade permanente é um exemplo. Responder a uma mensagem fora do horário pode parecer uma atitude isolada de comprometimento. Porém, quando isso se torna uma expectativa, cria-se um ambiente em que a urgência passa a fazer parte da rotina. O profissional sente que precisa estar acessível o tempo todo para não parecer desinteressado ou improdutivo.

Por isso, alta performance não deve ser confundida com pressão permanente. Delegar tarefas, por exemplo, não significa abandonar responsabilidades. Significa distribuir conhecimento, desenvolver a equipe e evitar que a operação dependa de uma única pessoa. Da mesma forma, dizer “não” a uma demanda pode ser uma forma de proteger a qualidade do trabalho e impedir que as prioridades sejam constantemente substituídas por novas urgências.

Os líderes também têm um papel fundamental. É possível cobrar resultados sem transformar a cobrança em uma cultura de medo ou disponibilidade total. Para isso, é necessário estabelecer expectativas claras, respeitar os períodos de descanso, reconhecer limites e avaliar não apenas o volume de entregas, mas também as condições em que elas são realizadas.

A performance sustentável depende de ritmo, clareza e maturidade. É preciso aprender a administrar não apenas tarefas, mas também energia, expectativas e prioridades. O objetivo não deve ser produzir no limite todos os dias, e sim entregar com qualidade e consistência ao longo do tempo.

No fim, a pergunta talvez não seja quanto mais podemos fazer. A pergunta mais importante é quanto conseguimos entregar sem precisar viver permanentemente no limite. Alta performance não deveria ser uma corrida contra nós mesmos.


* Engenheiro e executivo especializado na área de performance. Fundador da Domperf HOJE EM DIA. Disponível em A ansiedade de alta performance: quando a maior pressão vem de dentro . 
Considerando a organização global das ideias e a posição defendida pelo autor, pode-se afirmar que seu principal objetivo sociocomunicativo é:
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Q4295208 Português
Jogo do tigrinho e os perigos do mundo virtual


     Super em alta na mídia nas últimas semanas, o jogo do Tigrinho – que mais parece um cassino on-line, promete dinheiro fácil e rápido, segundo influenciadores e robôs desse mundão virtual.

     Se você é um usuário assíduo de redes sociais, especialmente do Instagram, pode ter recebido alguma notificação ou convite para seguir “influenciadores” e apostar no jogo para obter vantagens rápidas, ou até garantir uma vida de luxo, como querem vender.

    Mas se você tem um tiquinho de senso crítico, deve ter desconfiado que a coisa não é beeeeem dessa forma. Mas será que todos os usuários do mundão virtual têm esse senso crítico? Infelizmente, a resposta é não. Se tivessem, o jogo que promete ganhos extravagantes, não teria se propagado com tamanha rapidez.

   Ok, mas até aqui nenhuma novidade, pois os golpes sempre existiram. Anos atrás a gente ouvia falar do “conto paco” que acontecia nas ruas, nos golpes do “bilhete premiado”, ou das “saidinhas de banco”. E hoje essas fraudes ganharam uma nova roupagem, desta vez no mundo virtual, que conta com mecanismos de inteligência artificial, cores, movimento e atratividade, mas que não tem nenhum compromisso com a verdade.

    Todos sabemos que tempo excessivo em frente às telas + jogos de azar = problemas. Os jogos on-line podem trazer muitos prejuízos, sejam eles financeiros, sociais, psicológicos, ou todos eles juntos. Basta olhar os noticiários das últimas semanas, para constatar a enxurrada de problemas complexos trazidos pelo “inofensivo” joguinho. É assustador! São crianças e jovens roubando seus familiares para fazerem apostas, famílias que apostaram seus únicos bens, pessoas desesperadas pelos prejuízos, inúmeros viciados... uma verdadeira catástrofe.
 
     Além de nos mantermos bem informados e “vacinados” contra a desinformação, devemos nos questionar diante de todos os conteúdos. Mas será que isso é verdade? A imprensa oficial noticiou? As fontes que estão propagando são confiáveis?

    E ao fazermos compras ou pagamentos virtuais, devemos ser bastante criteriosos. A empresa realmente existe? Tem um histórico favorável? Como está avaliada? Possui selos de segurança? A oferta é boa demais pra ser verdade?

     Ah! E sempre, sempre devemos estar atentos aos nossos dados pessoais, que são um grande tesouro, especialmente para os estelionatários de plantão.

   Por fim, quando digo que é preciso se prevenir e questionar, não estou querendo desestimular o uso e consumo das redes sociais, mas sim, fazer com que esse consumo seja cada vez mais crítico e responsável. Só assim podemos construir um ambiente virtual mais saudável, ético e seguro para todos.


(Por: Ana Gabriela Simões Borges.Em 02/07/2024.Gazeta do Povo. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: abril de 2026.)
As perguntas enumeradas nos 6º§ e 7º§ servem para: 
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Q4295206 Português
Jogo do tigrinho e os perigos do mundo virtual


     Super em alta na mídia nas últimas semanas, o jogo do Tigrinho – que mais parece um cassino on-line, promete dinheiro fácil e rápido, segundo influenciadores e robôs desse mundão virtual.

     Se você é um usuário assíduo de redes sociais, especialmente do Instagram, pode ter recebido alguma notificação ou convite para seguir “influenciadores” e apostar no jogo para obter vantagens rápidas, ou até garantir uma vida de luxo, como querem vender.

    Mas se você tem um tiquinho de senso crítico, deve ter desconfiado que a coisa não é beeeeem dessa forma. Mas será que todos os usuários do mundão virtual têm esse senso crítico? Infelizmente, a resposta é não. Se tivessem, o jogo que promete ganhos extravagantes, não teria se propagado com tamanha rapidez.

   Ok, mas até aqui nenhuma novidade, pois os golpes sempre existiram. Anos atrás a gente ouvia falar do “conto paco” que acontecia nas ruas, nos golpes do “bilhete premiado”, ou das “saidinhas de banco”. E hoje essas fraudes ganharam uma nova roupagem, desta vez no mundo virtual, que conta com mecanismos de inteligência artificial, cores, movimento e atratividade, mas que não tem nenhum compromisso com a verdade.

    Todos sabemos que tempo excessivo em frente às telas + jogos de azar = problemas. Os jogos on-line podem trazer muitos prejuízos, sejam eles financeiros, sociais, psicológicos, ou todos eles juntos. Basta olhar os noticiários das últimas semanas, para constatar a enxurrada de problemas complexos trazidos pelo “inofensivo” joguinho. É assustador! São crianças e jovens roubando seus familiares para fazerem apostas, famílias que apostaram seus únicos bens, pessoas desesperadas pelos prejuízos, inúmeros viciados... uma verdadeira catástrofe.
 
     Além de nos mantermos bem informados e “vacinados” contra a desinformação, devemos nos questionar diante de todos os conteúdos. Mas será que isso é verdade? A imprensa oficial noticiou? As fontes que estão propagando são confiáveis?

    E ao fazermos compras ou pagamentos virtuais, devemos ser bastante criteriosos. A empresa realmente existe? Tem um histórico favorável? Como está avaliada? Possui selos de segurança? A oferta é boa demais pra ser verdade?

     Ah! E sempre, sempre devemos estar atentos aos nossos dados pessoais, que são um grande tesouro, especialmente para os estelionatários de plantão.

   Por fim, quando digo que é preciso se prevenir e questionar, não estou querendo desestimular o uso e consumo das redes sociais, mas sim, fazer com que esse consumo seja cada vez mais crítico e responsável. Só assim podemos construir um ambiente virtual mais saudável, ético e seguro para todos.


(Por: Ana Gabriela Simões Borges.Em 02/07/2024.Gazeta do Povo. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: abril de 2026.)
Ok, mas até aqui nenhuma novidade, pois os golpes sempre existiram. Anos atrás a gente ouvia falar do “conto paco” que acontecia nas ruas, nos golpes do “bilhete premiado”, ou das “saidinhas de banco”. E hoje essas fraudes ganharam uma nova roupagem, desta vez no mundo virtual, que conta com mecanismos de inteligência artificial, cores, movimento e atratividade, mas que não tem nenhum compromisso com a verdade. 

As expressões marcadas pelas aspas simples, no 4º§, foram trazidas ao texto para sustentar a ideia de que: 
Alternativas
Q4295204 Português
Jogo do tigrinho e os perigos do mundo virtual


     Super em alta na mídia nas últimas semanas, o jogo do Tigrinho – que mais parece um cassino on-line, promete dinheiro fácil e rápido, segundo influenciadores e robôs desse mundão virtual.

     Se você é um usuário assíduo de redes sociais, especialmente do Instagram, pode ter recebido alguma notificação ou convite para seguir “influenciadores” e apostar no jogo para obter vantagens rápidas, ou até garantir uma vida de luxo, como querem vender.

    Mas se você tem um tiquinho de senso crítico, deve ter desconfiado que a coisa não é beeeeem dessa forma. Mas será que todos os usuários do mundão virtual têm esse senso crítico? Infelizmente, a resposta é não. Se tivessem, o jogo que promete ganhos extravagantes, não teria se propagado com tamanha rapidez.

   Ok, mas até aqui nenhuma novidade, pois os golpes sempre existiram. Anos atrás a gente ouvia falar do “conto paco” que acontecia nas ruas, nos golpes do “bilhete premiado”, ou das “saidinhas de banco”. E hoje essas fraudes ganharam uma nova roupagem, desta vez no mundo virtual, que conta com mecanismos de inteligência artificial, cores, movimento e atratividade, mas que não tem nenhum compromisso com a verdade.

    Todos sabemos que tempo excessivo em frente às telas + jogos de azar = problemas. Os jogos on-line podem trazer muitos prejuízos, sejam eles financeiros, sociais, psicológicos, ou todos eles juntos. Basta olhar os noticiários das últimas semanas, para constatar a enxurrada de problemas complexos trazidos pelo “inofensivo” joguinho. É assustador! São crianças e jovens roubando seus familiares para fazerem apostas, famílias que apostaram seus únicos bens, pessoas desesperadas pelos prejuízos, inúmeros viciados... uma verdadeira catástrofe.
 
     Além de nos mantermos bem informados e “vacinados” contra a desinformação, devemos nos questionar diante de todos os conteúdos. Mas será que isso é verdade? A imprensa oficial noticiou? As fontes que estão propagando são confiáveis?

    E ao fazermos compras ou pagamentos virtuais, devemos ser bastante criteriosos. A empresa realmente existe? Tem um histórico favorável? Como está avaliada? Possui selos de segurança? A oferta é boa demais pra ser verdade?

     Ah! E sempre, sempre devemos estar atentos aos nossos dados pessoais, que são um grande tesouro, especialmente para os estelionatários de plantão.

   Por fim, quando digo que é preciso se prevenir e questionar, não estou querendo desestimular o uso e consumo das redes sociais, mas sim, fazer com que esse consumo seja cada vez mais crítico e responsável. Só assim podemos construir um ambiente virtual mais saudável, ético e seguro para todos.


(Por: Ana Gabriela Simões Borges.Em 02/07/2024.Gazeta do Povo. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: abril de 2026.)
Após a leitura do texto, pode-se entender que a ideia geral é:
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Q4295177 Português
Considere o texto a seguir para responder a questão

Estudante surdo processa faculdade por falta de intérprete em sala de aula

        Defendida pelo Ministério da Educação, a política de inclusão de alunos com necessidades especiais na rede regular de ensino é mais complicada do que sugere a teoria. Surdo, o estudante de administração Diego dos Santos Daris, de 21 anos, move uma ação na 3ª Vara Cível de Campo Grande, na Zona Oeste, contra uma faculdade por não dispor de intérprete adequado em Língua Brasileira de Sinais (Libras). Mas a dificuldade de Diego, hoje instrutor de Libras numa escola municipal do bairro, começou bem antes.
    
        Durante a infância, na falta de um alfabetizador que soubesse a língua de sinais, Diego aprendeu a ler e escrever por esforço da mãe, Leila dos Santos. Durante todo o período em que o filho estudou na rede municipal do ensino fundamental, coube a ela repassar as lições em Libras.
    
        “Hoje sei que a rede municipal dá mais acompanhamento. Mas, naquela época, tive que ensinar tudo a ele nas oito séries”, conta Leila.
    
        No ensino médio, Diego teve a sorte de se matricular no Colégio Albert Sabin, da rede estadual, em Campo Grande, onde havia profissionais capacitados em Libras – época em que ele “deslanchou”, nas palavras da mãe.
    
        Os problemas voltaram no ano passado, quando Diego começou o curso de administração, também em Campo Grande. Havia uma intérprete contratada pela instituição de ensino, mas ela, por ser também aluna, não dava atenção exclusiva ao rapaz. Segundo a reitoria, a faculdade tem dez anos de experiência com alunos com necessidades especiais. Para a instituição, o que ocorreu com o aluno foi um problema pessoal com a intérprete.

(Disponível em: https://oglobo.globo.com/rio/ estudante-surdo-processa-faculdade-por-falta-de-interprete-em- -sala-de-aula-2801686. Adaptado)
Analise o trecho a seguir, retirado do texto:
“No ensino médio, Diego teve a sorte de se matricular no Colégio Albert Sabin, da rede estadual, em Campo Grande, onde havia profissionais capacitados em Libras – época em que ele “deslanchou”, nas palavras da mãe.”
O comentário feito pela mãe sobre o desenvolvimento do filho depois que foi matriculado em uma escola da rede estadual, onde havia profissionais capacitados em Libras, comprova que o desempenho escolar
Alternativas
Q4295156 Português
Considere o texto a seguir para responder a questão.

Concepções sobre língua de sinais e pensamento dos surdos e suas implicações para o ensino de conceitos abstratos

    Uma constante preocupação entre professores e outros profissionais envolvidos na educação de surdos diz respeito ao ensino de conceitos abstratos, em geral, relacionados às chamadas ciências naturais, tais como a biologia, a física e a química.
    As origens da chamada escola alemã de educação de surdos remontam às ideias do médico suíço Johann Conrad Amman, que viveu entre 1669 e 1724. Amman acreditava na superioridade da fala na expressão tanto de emoções quanto de ideias e conceitos, defendia que somente por meio dela seria possível desenvolver faculdades mentais complexas. Consequentemente, ele sustentava que outras formas de comunicação, entre elas, os sinais, as imagens e os gestos, eram imperfeitas e inferiores. Sendo assim, em sua visão, as pessoas surdas estariam impossibilitadas de desenvolver pensamento abstrato, logo, estariam presas a uma vida de sensações e sentimentos. Como defendia que tal fato não poderia ser “consertado” com a língua de sinais, Amman sustentava que o ensino da fala a crianças surdas deveria ser o objetivo principal de sua educação, pois isso lhes permitiria a comunicação com a maioria ouvinte e, mais do que isso, as elevaria à condição humana.
  Samuel Heinicke, um educador prussiano, é responsável pela institucionalização do discurso e dos métodos oralistas de educação de surdos na Alemanha. Heinicke acreditava que a origem do pensamento está na língua falada. Logo, para ele, o pensamento não pode ocorrer sem fala. Sua visão colocava os surdos na condição de sujeitos que não conseguem pensar abstrata ou conceptualmente, mas tão- -somente em termos concretos. Ademais, ele não acreditava que a escrita seria uma boa substituta para a língua falada, pois defendia que qualquer experiência visual estaria presa ao concreto e que somente a percepção auditiva da voz oferece meios para o desenvolvimento de pensamento abstrato. Decorre aí que, assim como Amman, o referido educador era totalmente contrário ao uso da língua de sinais na educação de surdos.
     Contemporaneamente à escola alemã, a escola francesa, iniciada pelo abade l’Epée, propunha uma visão diferente, já que reconhecia o valor da língua de sinais na educação dos surdos. Por essa razão, o método de l’Epée também é referido como manualismo. l’Epée acreditava que os gestos eram a verdadeira linguagem natural e universal da humanidade. Apesar disso, ele os via como incapazes de, por si só, representar toda a riqueza da língua francesa. Sendo assim, a partir dos “gestos” usados por seus discípulos surdos, criou um sistema de representação manual para essa língua, que designou como “sinais metódicos”. Por meio desses sinais, podiam-se representar não apenas aspectos da língua francesa que não têm correspondentes na língua de sinais, mas também, conceitos abstratos e complexos, por meio da sua decomposição em conceitos elementares e concretos, expressos cada um por um sinal metódico diferente.
    Visões como a de Amman e Heinicke começaram a ser desconstruídas no âmbito da linguística a partir do trabalho pioneiro de William Stokoe (1960), que demonstrou que a língua de sinais americana (American Sign Language – ASL), e, por extensão, as diversas línguas de sinais do mundo são línguas naturais, pois apresentam os mesmos princípios organizacionais que as línguas faladas. Com isso, caem por terra todas as afirmações que embasaram a imposição do método oral puro na educação de surdos, entre elas, a de que as línguas de sinais são incapazes de expressar conceitos abstratos.

(André Nogueira Xavier, Revista Porto das Letras, “Concepções sobre língua de sinais e pensamento dos surdos e suas implicações para o ensino de conceitos abstratos”. Disponível em: https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/ portodasletras/article/view/11437/18307. Adaptado)
No texto de André Nogueira Xavier, é relatado um dos mitos históricos a respeito das línguas de sinais: elas serem incapazes de expressar conceitos abstratos, mas apenas aquilo que é concreto e visualmente representado no mundo. O artigo traz um pensamento equivocado a respeito da língua de sinais, à parte dele, assinale a alternativa que apresenta outro pensamento equivocado sobre essa linguagem.
Alternativas
Q4294840 Português
Assinale a alternativa em que a palavra entre parênteses substitui a palavra destacada mantendo as relações de sentido e a correção gramatical do texto. 
Alternativas
Q4294839 Português
A partir da leitura do texto, é correto inferir que:
Alternativas
Q4294838 Português
Sobre a tese defendida no texto, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4294837 Português
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4294835 Português
Acerca do propósito central, é correto afirmar que o texto: 
Alternativas
Q4294681 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


TEXTO II


Quadrilha, Carlos Drummond de Andrade


João amava Teresa que amava Raimundo

que amava Maria que amava Joaquim que amava

Lili

que não amava ninguém.

João foi pra os Estados Unidos, Teresa para o

convento,

Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,

Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto

Fernandes

que não tinha entrado na história.


Fonte: ESCRITAS.ORG Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/1514/quadrilha
Em relação às informações apresentadas no poema “Quadrilha” e às possíveis inferências decorrentes de sua leitura, analise as afirmativas a seguir:

I. Os sentimentos amorosos apresentados no início do poema não são correspondidos de maneira recíproca entre os personagens.
II. O desfecho dos personagens demonstra que os relacionamentos amorosos seguiram o desejo inicialmente manifestado por cada um deles.
III. O poema apresenta uma sequência de relações amorosas que se desfaz ao longo da narrativa, produzindo um desfecho marcado por destinos diferentes para os personagens.

Assinale a alternativa que apresenta apenas as afirmativas CORRETAS:
Alternativas
Q4294676 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Celular e adolescentes: uma relação perigosa


Uma pesquisa feita em Flandres, na Bélgica, com 1.656 estudantes de 13 a 17 anos, revelou que o uso do celular à noite é prática recorrente entre os adolescentes e isso está diretamente relacionado ao aumento do nível de cansaço desses jovens após algum tempo.

A preocupação maior dos pais no que diz respeito à mídia, é com relação ao tempo que as crianças gastam vendo TV, ouvindo música ou navegando na Internet. O celular é visto como um simples aparelho de comunicação, útil em situações de emergência, mas os jovens hoje usam os meios de comunicação modernos de forma que os pais nem imaginam.

Casos de cansaço excessivo informado pelos adolescentes foram atribuídos ao abuso na utilização do celular, tanto em ligações quanto em trocas de mensagens de texto. Eles gastam muito tempo se conectando com outras pessoas, e alguns deles fazem isso a noite inteira.

Por outro lado, um melhor rendimento escolar está relacionado a uma boa noite de sono. Estudos revelam que adolescentes que dormem menos estão mais propensos a problemas cognitivos ou comportamentais em sala de aula. Os pais devem estar alerta: é preciso restringir ou proibir o uso do celular após a hora de dormir.

Especialistas recomendam que crianças e adolescentes tenham entre oito e dez horas de sono por noite para manter uma vida saudável e um bom desempenho durante o dia. Além disso, os pais que desconfiam que seus filhos estejam sofrendo de distúrbios do sono devem recorrer a consultas com pediatras ou especialistas na área. E dar conselhos como: durma bem para melhorar suas notas.


SOUZA, Líria Alves de. Celular e adolescentes: uma relação perigosa; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/celularadolescentes-uma-relacao-perigosa.htm. 
No trecho “Eles gastam muito tempo se conectando com outras pessoas”, a palavra “muito” pertence à qual classe gramatical?
Alternativas
Q4294675 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Celular e adolescentes: uma relação perigosa


Uma pesquisa feita em Flandres, na Bélgica, com 1.656 estudantes de 13 a 17 anos, revelou que o uso do celular à noite é prática recorrente entre os adolescentes e isso está diretamente relacionado ao aumento do nível de cansaço desses jovens após algum tempo.

A preocupação maior dos pais no que diz respeito à mídia, é com relação ao tempo que as crianças gastam vendo TV, ouvindo música ou navegando na Internet. O celular é visto como um simples aparelho de comunicação, útil em situações de emergência, mas os jovens hoje usam os meios de comunicação modernos de forma que os pais nem imaginam.

Casos de cansaço excessivo informado pelos adolescentes foram atribuídos ao abuso na utilização do celular, tanto em ligações quanto em trocas de mensagens de texto. Eles gastam muito tempo se conectando com outras pessoas, e alguns deles fazem isso a noite inteira.

Por outro lado, um melhor rendimento escolar está relacionado a uma boa noite de sono. Estudos revelam que adolescentes que dormem menos estão mais propensos a problemas cognitivos ou comportamentais em sala de aula. Os pais devem estar alerta: é preciso restringir ou proibir o uso do celular após a hora de dormir.

Especialistas recomendam que crianças e adolescentes tenham entre oito e dez horas de sono por noite para manter uma vida saudável e um bom desempenho durante o dia. Além disso, os pais que desconfiam que seus filhos estejam sofrendo de distúrbios do sono devem recorrer a consultas com pediatras ou especialistas na área. E dar conselhos como: durma bem para melhorar suas notas.


SOUZA, Líria Alves de. Celular e adolescentes: uma relação perigosa; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/celularadolescentes-uma-relacao-perigosa.htm. 
De acordo com o Texto I, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4294378 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


TEXTO II


Navegar é preciso, viver não é preciso


No mundo das letras, sabemos que o processo criativo nem sempre se encerra na mente geniosa de um escritor capaz de gerar um mundo completamente isento da realidade que o cerca. Cada vez mais, estudiosos vêm detectando que vários romances, contos, poemas e canções se mostram ricamente contaminados pelos valores de seu tempo. Em alguns casos, ainda é possível ver que o processo criativo também abraça referências históricas bastante remotas em relação ao tempo em que vive o autor.

Ao falarmos que “navegar é preciso, viver não é preciso”, alguns logo citam a genialidade do escritor português, Fernando Pessoa. Indo um pouco mais adiante sobre o estudo dessa frase, aponta este que, o poeta ao mesmo tempo em que lançava uma sentença sobre a condição do homem, dialogava ricamente com a tradição histórica dos portugueses na exploração dos mares. Contudo, devemos saber que essa interpretação está longe de remontar as origens da afamada frase.

No século I a.C., os romanos viviam ativamente o seu processo de expansão econômica e territorial. Na medida em que Roma se transformava em um império de dimensões gigantescas, a necessidade de desbravar os mares se colocava como elemento fundamental para o fortalecimento de uma das mais importantes potências de toda a Antiguidade. Foi nesse contexto que o general Pompeu, por volta de 70 a.C., foi incumbido da missão de transportar o trigo das províncias para a cidade de Roma.

Naqueles tempos, os riscos de navegação eram grandes, em virtude das limitações tecnológicas e dos vários ataques piratas que aconteciam com relativa frequência. Sendo assim, os tripulantes daquela viagem viviam um grave dilema: salvar a cidade de Roma da grave crise de abastecimento causada por uma rebelião de escravos, ou fugir dos riscos da viagem mantendo-se confortáveis na cidade de Sicília. Foi então que, de acordo com o historiador Plutarco, o general Pompeu proferiu essa lendária frase.

De fato, a afirmação do general Pompeu surtiu bons frutos. A viagem foi realizada com sucesso e o militar ascendeu ao posto de cônsul com amplo apoio das camadas populares romanas. Pouco tempo depois, esse mesmo prestígio o fez ser um dos integrantes do Primeiro Triunvirato que governou todo o território romano. Afinal, será que foi a vitória da história de Pompeu que levou o lendário escritor português a tomar empréstimo dessa instigante sentença? Quem sabe!


Por Rainer Sousa

BRASIL ESCOLA. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/navegar-preciso-viver-naopreciso.htm (adaptado). 
Leia o trecho:

“Contudo, devemos saber que essa interpretação está longe de remontar as origens da afamada frase. ” (2º parágrafo)

A palavra destacada estabelece, em relação à ideia anterior, uma relação de 
Alternativas
Q4294375 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO I


A importância do servidor público


O servidor público, qualquer que seja sua formação ou função desempenhada, é um importante agente na construção social


Autor: Wilson Foz*


Quando um servidor público menciona a sua função, logo desperta uma série de reações diversas nas pessoas.

Enquanto algumas ficam admiradas, pois para ser um servidor público a pessoa precisou submeter-se a prévio e concorrido concurso; outras enxergam o servidor com certa desconsideração, acreditando que este trabalha menos e recebe mais, tornando-se, assim, oneroso aos cofres públicos.

O servidor público, qualquer que seja sua formação ou função desempenhada, é um importante agente na construção social. Ao contrário das pessoas que desempenham cargos políticos, cargos de confiança ou que são servidores temporários, o servidor público permanece desempenhando sua função, anos e anos a fundo, tornando-se profundo conhecedor da gerência de prestação de serviços ao cidadão. 

Na Roma Antiga, os senadores, ocupando o mais nobre cargo do funcionalismo público, eram consultores do imperador e governantes das principais províncias. Quer pelo reconhecimento social conquistado, quer pelos inerentes privilégios decorrentes do cargo, instigavam certa avidez dos não eleitos.

No Brasil, o funcionalismo público fez-se presente desde a chegada da frota de navios portugueses comandada por Pedro Álvares Cabral, em 22 de abril de 1500. O receio de invasões estrangeiras e a necessidade de desenvolver a economia luso-americana tornaram urgente a ampliação da máquina burocrática metropolitana atuante na colônia, a partir de 1530.

Em 1808, ao lado de D. João VI, quase 15 mil portugueses, dentre membros da realeza, funcionários, criados, assessores e pessoas ligadas à corte, se instalaram na cidade do RJ. A partir deste momento, diante da necessidade de reger-se a colônia conforme a diplomacia real, tomou-se maior consciência da importância do trabalho administrativo. 

Proclamou-se a independência, aboliu-se a escravatura, o Brasil virou República e, durante toda a história política, lá estavam presentes os funcionários públicos, impulsionando o desenvolvimento do País.

Um dos primeiros documentos consolidando as normas relativas ao funcionalismo público foi o decreto 1.713, de 28/10/39. Razão pela qual, no ano de 1943, o então Presidente da República Getúlio Vargas institui o dia 28 de outubro como o Dia do Funcionário Público.

Hodiernamente, os direitos e deveres dos servidores públicos estão definidos e estabelecidos na Constituição Federal, a partir de seu artigo 39.

A Constituição do Estado de SP dispõe acerca do tema nos artigos 124 e seguintes, assim como o próprio Estatuto dos Funcionários Públicos (Lei Estadual 10.261/68).

Obviamente, o papel do servidor público não é apenas o de ser estável. É muito mais do que isso, pois a sua atuação está necessariamente voltada para os anseios da sociedade.

A estabilidade dos servidores somente se justifica se ela assegura, de um lado, a continuidade e a eficiência da Administração e, de outro, a legalidade e impessoalidade da gestão da coisa pública.

Com efeito, a responsabilidade do servidor público é muito maior do que se imagina, tornando-se um privilégio por tratar-se de agente transformador do Estado.

Ao longo destes meus quase cinquenta anos de advocacia pública, tive a oportunidade de conhecer e conviver, dia após dia, com muitos servidores públicos. Sua grande e avassaladora maioria exerce com zelo as atribuições do cargo, observando todas as normas legais e regulamentares.

Costumo dizer que, com a Constituição Federal de 1988, nasceu a figura de um novo servidor público que, mais liberto de estereótipos do passado, possui plena consciência da dimensão de sua tarefa.

A prestação do serviço público é das mais importantes atividades de um corpo social. Nenhum País, Estado ou Município funciona sem seu quadro de servidores públicos, responsáveis pelos diversos serviços fornecidos ao cidadão.

Valorizar o serviço público é, também, reconhecê-lo como um importante agente na construção de um país melhor! 


*Wilson Foz é advogado, associado emérito do Centro de Estudos de Direito Público – CEDP, sócio fundador da Foz Sociedade de Advogados e da FOZ Consultores Associados

Fonte: Migalhas. Disponível em: https://aeasms.org.br/artigo-a-importanciado-servidor-publico/
Considerando as ideias apresentadas no texto “A importância do servidor público”, marque V para as afirmativas VERDADEIRAS e F para as FALSAS.

( ) O texto apresenta o servidor público como importante para a sociedade.
( ) O autor considera a estabilidade a principal função do servidor público.
( ) O texto defende a valorização do serviço público e de seus servidores.

A sequência CORRETA é:
Alternativas
Q4294372 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


TEXTO I


A importância do servidor público


O servidor público, qualquer que seja sua formação ou função desempenhada, é um importante agente na construção social


Autor: Wilson Foz*


Quando um servidor público menciona a sua função, logo desperta uma série de reações diversas nas pessoas.

Enquanto algumas ficam admiradas, pois para ser um servidor público a pessoa precisou submeter-se a prévio e concorrido concurso; outras enxergam o servidor com certa desconsideração, acreditando que este trabalha menos e recebe mais, tornando-se, assim, oneroso aos cofres públicos.

O servidor público, qualquer que seja sua formação ou função desempenhada, é um importante agente na construção social. Ao contrário das pessoas que desempenham cargos políticos, cargos de confiança ou que são servidores temporários, o servidor público permanece desempenhando sua função, anos e anos a fundo, tornando-se profundo conhecedor da gerência de prestação de serviços ao cidadão. 

Na Roma Antiga, os senadores, ocupando o mais nobre cargo do funcionalismo público, eram consultores do imperador e governantes das principais províncias. Quer pelo reconhecimento social conquistado, quer pelos inerentes privilégios decorrentes do cargo, instigavam certa avidez dos não eleitos.

No Brasil, o funcionalismo público fez-se presente desde a chegada da frota de navios portugueses comandada por Pedro Álvares Cabral, em 22 de abril de 1500. O receio de invasões estrangeiras e a necessidade de desenvolver a economia luso-americana tornaram urgente a ampliação da máquina burocrática metropolitana atuante na colônia, a partir de 1530.

Em 1808, ao lado de D. João VI, quase 15 mil portugueses, dentre membros da realeza, funcionários, criados, assessores e pessoas ligadas à corte, se instalaram na cidade do RJ. A partir deste momento, diante da necessidade de reger-se a colônia conforme a diplomacia real, tomou-se maior consciência da importância do trabalho administrativo. 

Proclamou-se a independência, aboliu-se a escravatura, o Brasil virou República e, durante toda a história política, lá estavam presentes os funcionários públicos, impulsionando o desenvolvimento do País.

Um dos primeiros documentos consolidando as normas relativas ao funcionalismo público foi o decreto 1.713, de 28/10/39. Razão pela qual, no ano de 1943, o então Presidente da República Getúlio Vargas institui o dia 28 de outubro como o Dia do Funcionário Público.

Hodiernamente, os direitos e deveres dos servidores públicos estão definidos e estabelecidos na Constituição Federal, a partir de seu artigo 39.

A Constituição do Estado de SP dispõe acerca do tema nos artigos 124 e seguintes, assim como o próprio Estatuto dos Funcionários Públicos (Lei Estadual 10.261/68).

Obviamente, o papel do servidor público não é apenas o de ser estável. É muito mais do que isso, pois a sua atuação está necessariamente voltada para os anseios da sociedade.

A estabilidade dos servidores somente se justifica se ela assegura, de um lado, a continuidade e a eficiência da Administração e, de outro, a legalidade e impessoalidade da gestão da coisa pública.

Com efeito, a responsabilidade do servidor público é muito maior do que se imagina, tornando-se um privilégio por tratar-se de agente transformador do Estado.

Ao longo destes meus quase cinquenta anos de advocacia pública, tive a oportunidade de conhecer e conviver, dia após dia, com muitos servidores públicos. Sua grande e avassaladora maioria exerce com zelo as atribuições do cargo, observando todas as normas legais e regulamentares.

Costumo dizer que, com a Constituição Federal de 1988, nasceu a figura de um novo servidor público que, mais liberto de estereótipos do passado, possui plena consciência da dimensão de sua tarefa.

A prestação do serviço público é das mais importantes atividades de um corpo social. Nenhum País, Estado ou Município funciona sem seu quadro de servidores públicos, responsáveis pelos diversos serviços fornecidos ao cidadão.

Valorizar o serviço público é, também, reconhecê-lo como um importante agente na construção de um país melhor! 


*Wilson Foz é advogado, associado emérito do Centro de Estudos de Direito Público – CEDP, sócio fundador da Foz Sociedade de Advogados e da FOZ Consultores Associados

Fonte: Migalhas. Disponível em: https://aeasms.org.br/artigo-a-importanciado-servidor-publico/
De acordo com a estrutura e os recursos utilizados na construção das ideias, o texto é predominantemente
Alternativas
Q4293502 Português
Leia atentamente o texto.

Beber água regularmente é um hábito importante para manter o organismo funcionando corretamente. Além de auxiliar no transporte de nutrientes, a água contribui para o controle da temperatura corporal, favorece o funcionamento dos rins e ajuda a manter a pele saudável. Por isso, recomenda-se que as pessoas consumam água ao longo do dia, mesmo quando não sentem sede. Todo texto apresenta uma ideia principal, acompanhada de informações que ajudam a desenvolvê-la e explicá-la.

Considerando o texto apresentado, assinale a alternativa que expressa corretamente sua ideia principal.
Alternativas
Q4293288 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Boletim de conjuntura do Rio Grande do Sul

    No primeiro trimestre de 2026, a economia mundial apresentou desempenho heterogêneo. Brasil, Estados Unidos e China aceleraram o crescimento, enquanto a Area do Euro e a Argentina desaceleraram. As perspectivas globais pioraram em razão do conflito no Oriente Médio, que elevou os preços do petróleo, aumentou a volatilidade e reforçou os riscos de inflação e desaceleração econômica em 2026. Em contrapartida, os investimentos em tecnologia e inteligência artificial seguem sustentando parte do crescimento mundial.
    Os dados mais recentes indicam que a economia brasileira interrompeu a trajetoria de desaceleração observada em 2025. No primeiro trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,1% em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o mesmo período de 2025, destaca-se a expansão de 7,4% das exportações. Os indicadores mensais mostram desempenho heterogêneo entre os setores: a indústria de transformação voltou a crescer, o comércio apresentou expansão moderada e os serviços mantiveram trajetoria oscilante. Em conjunto, os indicadores apontam uma economia resiliente, embora com crescimento ainda concentrado em alguns segmentos. 
   No Rio Grande do Sul, o PIB manteve-se estável no primeiro trimestre de 2026, em relação ao trimestre anterior. O resultado refletiu o crescimento da indústria e dos serviços, compensado pela retração da agropecuária. Na comparação com o mesmo período de 2025, a economia avançou 0,4%. Os indicadores mais recentes da indústria, do comércio e dos serviços indicam continuidade da expansão dessas atividades.
    Na agropecuária, as estimativas confirmam o crescimento das produções de milho e, principalmente, de soja, que deverão impulsionar o desempenho do setor no segundo trimestre. Para o restante do ano, preocupa a expressiva redução da área plantada de trigo, principal cultura de inverno do estado.
    As exportações gaúchas totalizaram US$ 9,844 bilhões no primeiro semestre de 2026, alta de 4,9o/o em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionada por produtos agropecuários e industriais.
    No mercado de trabalho, os principais indicadores permaneceram estáveis em relação ao trimestre anterior. Na comparação interanual, houve melhora da taxa de desocupação, do rendimento médio real e da massa de rendimentos, enquanto a ocupação se manteve estável.
    As perspectivas para a economia gaúcha seguem desafiadoras. Embora a recuperação da safra de soja deva favorecer o PIB no segundo trimestre, o segundo semestre tende a ser menos favorável em razão da redução da área plantada de trigo e dos riscos climáticos associados ao fenômeno El Niño. Somam-se a esse cenário as incertezas geopolíticas, o aumento das tarifas dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, os juros elevados e a estabilização da renda do trabalho na margem.

Fonte: Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão, Departamento de Economia e Estatística. Boletim de conjuntura do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, v. B, n.2, julho/2026.
O Boletim de Conjuntura do Rio Grande do Sul apresenta um diagnóstico detalhado sobre o desempenho recente dos diferentes setores produtivos do estado, incluindo o mercado de trabalho, o setor externo e o panorama agrícola. Com base nas informações e análises contidas no texto, analise as assertivas abaixo:

I. O desempenho das exportações gaúchas no primeiro semestre de 2026 foi negativo em virtude do aumento das tarifas aplicadas pelos EUA aos produtos brasileiros.
II. A estabilidade nos indicadores do mercado de trabalho na margem (trimestre contra trimestre) coexiste com melhorias em variáveis sociais e de renda quando comparadas ao mesmo período do ano anterior.
III. A expansão da área plantada de trigo no segundo semestre de 2026 será o principal motor de crescimento do PIB gaúcho até o fim do ano.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4293287 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Boletim de conjuntura do Rio Grande do Sul

    No primeiro trimestre de 2026, a economia mundial apresentou desempenho heterogêneo. Brasil, Estados Unidos e China aceleraram o crescimento, enquanto a Area do Euro e a Argentina desaceleraram. As perspectivas globais pioraram em razão do conflito no Oriente Médio, que elevou os preços do petróleo, aumentou a volatilidade e reforçou os riscos de inflação e desaceleração econômica em 2026. Em contrapartida, os investimentos em tecnologia e inteligência artificial seguem sustentando parte do crescimento mundial.
    Os dados mais recentes indicam que a economia brasileira interrompeu a trajetoria de desaceleração observada em 2025. No primeiro trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,1% em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o mesmo período de 2025, destaca-se a expansão de 7,4% das exportações. Os indicadores mensais mostram desempenho heterogêneo entre os setores: a indústria de transformação voltou a crescer, o comércio apresentou expansão moderada e os serviços mantiveram trajetoria oscilante. Em conjunto, os indicadores apontam uma economia resiliente, embora com crescimento ainda concentrado em alguns segmentos. 
   No Rio Grande do Sul, o PIB manteve-se estável no primeiro trimestre de 2026, em relação ao trimestre anterior. O resultado refletiu o crescimento da indústria e dos serviços, compensado pela retração da agropecuária. Na comparação com o mesmo período de 2025, a economia avançou 0,4%. Os indicadores mais recentes da indústria, do comércio e dos serviços indicam continuidade da expansão dessas atividades.
    Na agropecuária, as estimativas confirmam o crescimento das produções de milho e, principalmente, de soja, que deverão impulsionar o desempenho do setor no segundo trimestre. Para o restante do ano, preocupa a expressiva redução da área plantada de trigo, principal cultura de inverno do estado.
    As exportações gaúchas totalizaram US$ 9,844 bilhões no primeiro semestre de 2026, alta de 4,9o/o em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionada por produtos agropecuários e industriais.
    No mercado de trabalho, os principais indicadores permaneceram estáveis em relação ao trimestre anterior. Na comparação interanual, houve melhora da taxa de desocupação, do rendimento médio real e da massa de rendimentos, enquanto a ocupação se manteve estável.
    As perspectivas para a economia gaúcha seguem desafiadoras. Embora a recuperação da safra de soja deva favorecer o PIB no segundo trimestre, o segundo semestre tende a ser menos favorável em razão da redução da área plantada de trigo e dos riscos climáticos associados ao fenômeno El Niño. Somam-se a esse cenário as incertezas geopolíticas, o aumento das tarifas dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, os juros elevados e a estabilização da renda do trabalho na margem.

Fonte: Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão, Departamento de Economia e Estatística. Boletim de conjuntura do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, v. B, n.2, julho/2026.
Com base no panorama econômico global e nacional apresentado no texto, assinale a alternativa cuja inferência esteja CORRETA e respaldada pelo texto. 
Alternativas
Respostas
761: D
762: D
763: A
764: D
765: A
766: D
767: D
768: A
769: B
770: B
771: A
772: C
773: C
774: B
775: B
776: C
777: D
778: B
779: A
780: A