Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 51.679 questões

No que se refere às ideias, à organização, bem como aos aspectos
gramaticais do texto acima, julgue os itens de 1 a 11.

No que se refere às ideias, à organização, bem como aos aspectos
gramaticais do texto acima, julgue os itens de 1 a 11.

No que se refere às ideias, à organização, bem como aos aspectos
gramaticais do texto acima, julgue os itens de 1 a 11.

No que se refere às ideias, à organização, bem como aos aspectos
gramaticais do texto acima, julgue os itens de 1 a 11.


Com base no texto, julgue os itens subsecutivos.


Com base no texto, julgue os itens subsecutivos.

Acerca das relações morfossintáticas, semânticas e discursivas do
texto acima, julgue os itens que se seguem.

Acerca das relações morfossintáticas, semânticas e discursivas do
texto acima, julgue os itens que se seguem.
Considerando que os fragmentos incluídos nos itens seguintes, na ordem em que estão apresentados, são partes sucessivas de um texto adaptado de Aryon Dall’Igna Rodrigues — Sobre as línguas indígenas e sua pesquisa no Brasil. : Revista Ciência e Cultura, ano 57, n.º 2, abril/maio/jun./2005, p. 35-6 —, julgue-os quanto à correção gramatical.
Esse número admite pequena margem de erro para mais ou para menos, e é possível que nele estejam incluídas duas ou três línguas que deixaram de ser faladas nos últimos cinco anos.


Os itens a seguir apresentam reescrita do trecho retirado do texto
“Por outro lado, os vícios e o valor atrás dos quais correm Ulisses
e seus companheiros podem ser seus próprios.” (R.48-50). Julgue-os
quanto à correção gramatical e à manutenção do sentido original do
trecho.


Com relação ao texto, julgue os itens seguintes.


Com relação ao texto, julgue os itens seguintes.


Julgue os itens a seguir, referentes às relações semânticas e
discursivas do texto.


Julgue os itens a seguir, referentes às relações semânticas e
discursivas do texto.


Julgue os itens a seguir, referentes às relações semânticas e
discursivas do texto.

Com relação às estruturas linguísticas e à organização das ideias do
texto acima, julgue os itens seguintes.
Não se afobe, não
Que nada é pra já
O amor não tem pressa
Ele pode esperar em silêncio
Num fundo de armário
Na posta-restante
Milênios, milênios
No ar
E quem sabe, então
O Rio será
Alguma cidade submersa
Os escafandristas virão
Explorar sua casa
Seu quarto, suas coisas
Sua alma, desvãos
Sábios em vão
Tentarão decifrar
O eco de antigas palavras
Fragmentos de cartas, poemas
Mentiras, retratos
Vestígios de estranha civilização
Não se afobe, não
Que nada é pra já
Amores serão sempre amáveis
Futuros amantes, quiçá
Se amarão sem saber
Com o amor que eu um dia
Deixei pra você
Chico Buarque.
(http.//www.chicobuarque.com.br.)
cinema, com direção dos consagrados irmãos Taviani. Em busca de uma vida melhor, os irmãos Nicola e Andrea
imigram para os Estados Unidos e, logo após chegarem, acabam trabalhando em Hollywood na construção dos cenários
de D. W. Griffith, o genial criador da linguagem cinematográfica. Quando tudo parece correr tranquilamente, vem o início
da Primeira Guerra e, com ela, uma tragédia que marcará para sempre o destino dos irmãos, que lutam em lados
opostos. Um filme sensacional, que nos mostra até onde podemos chegar para conquistar nossos objetivos.
(Adaptado do texto de apresentação do filme Bom Dia, Babilônia constante do invólucro do DVD)

(Quino. Toda a Mafalda. São Paulo, Martins Fontes, 1993, p.40)
Sabendo-se que a criação do artista argentino Quino está intimamente ligada ao contexto dos anos 60, quando boa parte dos países latino-americanos estava sob o jugo de ditaduras militares, é correto afirmar que o clamor de Mafalda contra a liberdade de imprensa, no último quadrinho, por conta da publicação de uma receita de sopa de peixe, que ela evidentemente abomina,
Dorme como quem
porque nunca nascida
dormisse no hiato
entre a morte e a vida.
Dorme como quem
nem os olhos abrisse
por saber desde sempre
quanto o mundo é triste.
Dorme como quem
cedo achasse abrigo
que nos meus desabrigos
dormirei contigo.
José Paulo Paes
(Prosas seguidas de Odes mínimas S.Paulo, Cia. das Letras,
1992, p.37)