Questões de Concurso
Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/viagem/noticia/2015/03/pousada-oferece-experiencia- espiritual-na-serra-gaucha-4720247.html - Texto adaptado.
I. O pronome relativo que, nas ocorrências das linhas 03 e 04, refere-se à mesma palavra. II. Na linha 06, o local refere-se à pousada (l. 05). III. Na linha 11, onde pode ser substituído por “no qual” sem prejudicar a correção do texto. IV. Na linha 21, em que pode ser substituído por “onde” sem prejudicar a correção do texto.
Quais estão corretas?

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/viagem/noticia/2015/03/pousada-oferece-experiencia- espiritual-na-serra-gaucha-4720247.html - Texto adaptado.
I. Em 1949, construiu-se o prédio onde funcionou o Seminário Santo Antônio. II. Em 2006, o prédio do antigo Seminário virou um hotel temático. III. O Seminário tinha uma estrutura autossustentável, e o hotel preserva elementos que comprovam. IV. As oliveiras e lavandas remetem à região da Itália onde nasceu Santo Antônio e de onde vieram os religiosos do Seminário.
Quais estão corretas?
I. A escolha entre ter uma carreira promissora ou ter uma vida mais tranquila é uma das decisões mais fáceis a ser tomada no mundo moderno. II. Uma das formas de ajudar a pensar na decisão entre carreira e vida tranquila é definir quais são os seus objetivos e as suas prioridades na vida. III. O dilema entre mais tempo livre ou mais dinheiro deve ser decidido somente de acordo com as contas e as dívidas que a pessoa possui: se elas existem, não se deve cogitar diminuir a carga de trabalho.
Quais estão corretas?
I. ‘eles’ (l.08) retoma ‘equipamentos médicos’ (l.08). II. ‘Isso’ (l.09) retoma ‘fim do expediente’ (l.09). III. ‘ela’ (l.46) retoma ‘uma planilha’ (l.44).
Quais estão INCORRETAS?
I. Substituição de ‘Mas’ (l.12) por ‘Porquanto’. II. Supressão de ‘dois’ (l.15). III. Supressão de ‘Eu’ (l.27).
Quais NÃO provocam mudanças no sentido do período em que se inserem?

A respeito desse trecho e da crônica Recado ao senhor 903 como um todo, analise as seguintes afirmativas:
I. Rubem Braga faz seus leitores refletirem acerca dos relacionamentos vividos, destacando quanto o individualismo é uma marca da atual sociedade. II. As relações entre vizinhos são sempre caracterizadas pela amizade e harmonia. III. A tolerância e o respeito mútuo são comportamentos necessários ao bom convívio social.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)


Sabendo que o motivo gerador da reclamação foi o “barulho” em seu apartamento, pode-se inferir que o personagem-narrador

“Devo dizer que estou desolado com tudo isso, e lhe dou inteira razão. O regulamento do prédio é explícito e, se não o fosse, o senhor ainda teria ao seu lado a Lei e a Polícia.” (linhas 5 a 7)

(BRAGA, Rubem. In: ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Crônicas I. 27. ed. São Paulo: Ática, 2006, p. 61-62 (Para gostar de ler, 1))
Vocabulário:
abluções – no contexto, diz respeito à limpeza, lavagem, ações de higiene.
lock-out – termo inglês, da área jurídica, que indica uma espécie de greve dos patrões, via de regra para exercer alguma pressão contra a classe trabalhadora.

(BRAGA, Rubem. In: ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Crônicas I. 27. ed. São Paulo: Ática, 2006, p. 61-62 (Para gostar de ler, 1))
Vocabulário:
abluções – no contexto, diz respeito à limpeza, lavagem, ações de higiene.
lock-out – termo inglês, da área jurídica, que indica uma espécie de greve dos patrões, via de regra para exercer alguma pressão contra a classe trabalhadora.

(BRAGA, Rubem. In: ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Crônicas I. 27. ed. São Paulo: Ática, 2006, p. 61-62 (Para gostar de ler, 1))
Vocabulário:
abluções – no contexto, diz respeito à limpeza, lavagem, ações de higiene.
lock-out – termo inglês, da área jurídica, que indica uma espécie de greve dos patrões, via de regra para exercer alguma pressão contra a classe trabalhadora.

(BRAGA, Rubem. In: ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Crônicas I. 27. ed. São Paulo: Ática, 2006, p. 61-62 (Para gostar de ler, 1))
Vocabulário:
abluções – no contexto, diz respeito à limpeza, lavagem, ações de higiene.
lock-out – termo inglês, da área jurídica, que indica uma espécie de greve dos patrões, via de regra para exercer alguma pressão contra a classe trabalhadora.
O comerciante André Faria, 49 anos, dono de um bar em Campinas (SP), pulou da cama às 6 da manhã, trabalhou o dia inteiro e ainda guarda disposição e bom humor para cantar baixinho enquanto prepara a terceira “quentinha” da noite. O homem miúdo, de cabelos grisalhos e olhos azuis de um brilho intenso, aguarda sua outra freguesia: há anos ele alimenta moradores de rua por sua conta própria. Com a ajuda do fiel escudeiro, Mineiro, 64 anos, André prepara uma grande panela de sopa para 10, 12 pessoas no inverno, ou distribui arroz, feijão e carne para quem passa por ali nos dias mais quentes do ano. Basta conversar alguns minutos com André para perceber que ele não faz isso para “parecer bonzinho”. “Não dá pra gente, que trabalha com comida, negar um prato a quem tem fome”, diz. “Tem gente que faz isso, mas não é o meu caso, pois precisa ser muito frio.” Tatiana Fávero, Correio Popular.
Lançando mão de qualquer recurso com relação à linguagem, o texto, desde o seu título, tem como função principal dar ao leitor indícios que o levem à construção de sentidos. Com base nesta afirmação, que alternativa melhor justifica o título do texto?
LEIA O TEXTO

Analise a charge abaixo:

Relacionado a charge com o texto das questões anteriores podemos dizer que a frase que melhor relaciona os dois é:
LEIA O TEXTO

Analise a charge abaixo:

Sabendo que a Charge é um desenho humorístico, com ou sem legenda ou balão,
geralmente veiculado pela imprensa e tendo por tema algum acontecimento atual, com o
objetivo de satirizar e / ou criticar. Podemos dizer que o tema criticado na charge é:
LEIA O TEXTO

LEIA O TEXTO

Concepções de linguagem alteram modo de ensinar Na década de 1970, uma nova transformação conceitual mudou as práticas escolares. A linguagem deixou de ser entendida apenas como a expressão do pensamento para ser vista também como um instrumento de comunicação, envolvendo um interlocutor e uma mensagem que precisa ser compreendida. Todos os gêneros passaram a ser vistos como importantes instrumentos de transmissão de mensagens: o aluno precisaria aprender as características de cada um deles para reproduzi-los na escrita e também para identificá-los nos textos lidos.
Ainda era essencial seguir um padrão preestabelecido, e qualquer anormalidade seria um ruído. Para contemplar a perspectiva, o acervo de obras estudadas acabou ampliado, já que o formato dos textos clássicos não servia de subsídio para a escrita de cartas, por exemplo. Em pouco tempo, no entanto, as correntes acadêmicas avançaram mais. Mikhail Bakhtin (1895-1975) apresentou uma nova concepção de linguagem, a enunciativo-discursiva, que considera o discurso uma prática social e uma forma de interação - tese que vigora até hoje. A relação interpessoal, o contexto de produção dos textos, as diferentes situações de comunicação, os gêneros, a interpretação e a intenção de quem o produz passaram a ser peças-chave.
A expressão não era mais vista como uma representação da realidade, mas o resultado das intenções de quem a produziu e o impacto que terá no receptor. O aluno passou a ser visto como sujeito ativo, e não um reprodutor de modelos, e atuante - em vez de ser passivo no momento de ler e escutar. (SANTOMAURO, Beatriz. O que ensinar em Língua Portuguesa. In: Revista Nova Escola. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/fundamentos/papelletras-interacao-social-432174.shtml?page=1. Acesso em 15/11/15).
Oralidade e Letramento
Quanto à presença da escrita, pode-se dizer que, mesmo criada pelo engenho humano tardiamente em relação ao surgimento da oralidade, ela permeia hoje quase todas as práticas sociais dos povos em que penetrou. Até mesmo os analfabetos, em sociedades com escrita, estão sob a influência do que contemporaneamente se convencionou chamar de práticas de letramento, isto é, um tipo de processo histórico e social que não se confunde com a realidade representada pela alfabetização regular e institucional lembrada há pouco. Frisando mais uma vez o que dizia Street (1995), deve-se ter imenso cuidado diante da tendência à escolarização do letramento, que sofre de um mal crônico ao supor que só existe um letramento. O letramento não é o equivalente à aquisição da escrita. Existem “letramentos sociais” que surgem e se desenvolvem à margem da escola, não precisando por isso serem depreciados.
A escrita é usada em contextos sociais básicos da vida cotidiana, em paralelo direto com a oralidade. Estes contextos são, entre outros: o trabalho; a escola; o dia-a-dia, a família; a vida burocrática; a atividade intelectual. Em cada um desses contextos, as ênfases e os objetivos do uso da escrita são variados e diversos. Inevitáveis relações entre escrita e contexto devem existir, fazendo surgir gêneros textuais e formas comunicativas, bem como terminologias e expressões típicas. Seria interessante que a escola soubesse algo mais sobre essa questão para enfrentar sua tarefa com maior preparo e maleabilidade, servindo até mesmo de orientação na seleção de textos e definição de níveis de linguagem a trabalhar.
Há, portanto, uma distinção bastante nítida entre a apropriação/distribuição da escrita e leitura (padrões de alfabetização) do ponto de vista formal e institucional e os usos/papéis da escrita e leitura (processos de letramento) enquanto práticas sociais mais amplas. Sabemos muito sobre métodos de alfabetização, mas sabemos pouco sobre processos de letramento; ou seja, sabemos pouco sobre a influência e penetração da escrita na sociedade. Mesmo pessoas ditas “iletradas”, ou seja, analfabetas, não deixam de estar sob a influência de estratégias da escrita em seu desempenho linguístico, o que torna o uso do termo “iletrado” muito problemático em sociedades com escrita (veja mais sobre o assunto em Tfouni, 1988; e Soares, 1998). (MARCUSCHI, Luiz Antonio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2001. Cap.1)
De acordo com as relações entre concepções de linguagem e modos de ensinar, é INCORRETO afirmar:
“O que tem isso de ilegal?” – perguntou a juíza responsável pelo caso, numa primeira audiência. Steve Wise, o responsável pelo pedido de libertação, rebateu: “Manter uma pessoa em confinamento solitário é contra a lei, sim”, ele disse à juíza.
O tribunal não chegou ainda a um veredito. Caso a decisão seja favorável ao chimpanzé, será uma revolução: pela primeira vez um animal será solto por ser considerado uma “pessoa”. Teremos estendido o conceito de “humanidade” a outra espécie além do Homo sapiens.
Faz mais sentido do que parece. Se você voltar 7 milhões de anos no tempo e procurar bem, vai encontrar indivíduos amacacados que são ancestrais tanto do Homo sapiens como dos chimpanzés modernos. Ou seja: você e eles compartilham um mesmo tatata(…)tataravô, que viveu há 70 séculos. Até por isso, um humano é geneticamente mais próximo de um chimpanzé que um chimpanzé é de um gorila. Jared Diamond, um cientista multidisciplinar, resumiu tudo isso com uma frase certeira: “Não é que eles sejam humanos. Nós é que somos mais uma espécie de chimpanzé.”
Steve Wise, o advogado que move o pedido pela libertação do chimpanzé nova-iorquino, diz que, se ganhar o caso, vai lutar para que a noção de direitos humanos seja aplicada a qualquer ser vivo com cérebro relativamente complexo – gorilas, orangotangos, elefantes, golfinhos. A lógica é a mesma.
(Superinteressante, novembro de 2014. Adaptado)
Interpretando-se a frase de Steve Wise, no segundo parágrafo, conclui-se:

